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O projeto propõe a realização da exposição OCEANO, UM MERGULHO INSÓLITO, originalmente concebida pelo Museu Nacional de História Natural da França (Muséum national d'Histoire naturelle), no Museu do Estado do Pará (MEP), em Belém/PA, de agosto a dezembro de 2025. Integrando a programação oficial do Ano da França no Brasil, a iniciativa contempla a montagem da exposição, além da criação e apresentação de uma sala dedicada às consequências do aquecimento global nos oceanos, com suporte científico do Observatório do Clima, e da realização de atividades educativas. Voltada ao grande público, a mostra combina ciência e cultura para sensibilizar sobre a preservação dos oceanos e das águas interiores, ampliando o conhecimento sobre a biodiversidade e os desafios ambientais.
Não se aplica
Objetivo GeralPromover a conscientização sobre a preservação dos oceanos e dos ecossistemas aquáticos, aliando arte, ciência e educação para ampliar o conhecimento do público sobre a biodiversidade marinha, sua importância para o equilíbrio do planeta e os desafios ambientais que ameaçam essas águas. Objetivos Específicos1. Produzir e apresentar a exposição Oceano, um mergulho insólito, por um período de 04 meses no Museu do Estado do Pará (MEP), em Belém/PA, garantindo sua adaptação ao contexto brasileiro;2. Ampliar a abordagem da exposição com a produção e apresentação de sala com conteúdo inédito sobre os efeitos do aquecimento global sobre os oceanos, que conta com o suporte científico do Observatório do Clima;3. Oferecer atividades educativas e interativas, incluindo visitas mediadas e oficinas, promovendo o aprendizado sobre a biodiversidade aquática;4. Garantir acessibilidade a todo o público;5. Sensibilizar o público para a urgência da preservação dos oceanos e rios;6. Democratizar o acesso à cultura e à ciência, garantindo entrada gratuita e promovendo ações de inclusão para escolas, comunidades ribeirinhas e públicos diversos;7. Fortalecer a cooperação cultural entre Brasil e França, integrando a exposição à programação oficial do Ano da França no Brasil, fomentando o intercâmbio de conhecimento e boas práticas ambientais.
O Museu Nacional de História Natural da França, localizado em Paris, é uma das instituições científicas mais prestigiadas do mundo, referência na pesquisa e difusão do conhecimento sobre biodiversidade e ecossistemas. Sua trajetória de mais de três séculos na investigação da natureza e das relações entre os seres vivos faz dele um espaço fundamental para a educação ambiental e científica. A exposição OCEANO, UM MERGULHO INSÓLITO, concebida pelo museu, propõe uma imersão nas profundezas marinhas, apresentando ao público a diversidade e os desafios enfrentados pelos oceanos no século XXI.Trazer essa exposição para Belém do Pará, cidade banhada pelas águas do rio Guamá e situada na maior bacia hidrográfica do planeta, é de enorme relevância cultural e científica. A Amazônia desempenha um papel essencial no equilíbrio ambiental global, e os rios da região mantêm uma relação direta com os oceanos, transportando sedimentos, nutrientes e influenciando a vida marinha. Apresentar essa exposição nesse Estado amazônico amplia seu impacto e aproxima a temática do público local.A realização desse projeto depende do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, essencial para garantir sua viabilidade e democratizar o acesso ao conhecimento. O financiamento permitirá a montagem da exposição, o desenvolvimento de conteúdos adicionais, a criação de materiais educativos e a realização de ações de mediação cultural, assegurando que escolas, comunidades ribeirinhas e públicos diversos possam usufruir dessa experiência.Combinando ciência, cultura e educação ambiental, OCEANO, UM MERGULHO INSÓLITO fortalece a cooperação internacional entre Brasil e França, ao mesmo tempo em que promove a conscientização sobre a preservação dos ecossistemas aquáticos e seus impactos diretos na vida humana. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E ainda, o seguinte objetivo descrito no art. 3º da Lei 8.313/91 serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Bilhetes aéreos a serem adquiridos: Trecho São Paulo - Belém - São Paulo - 19 bilhetes - Arquiteto responsávelo pelo projeto | 02 bilhetes (visita técnica, acompanhamento de montagem);- Produção executiva | 03 bilhetes (visita técnica, acompanhamento de montagem e abertura, desmontagem;- Designer responsável pelo projeto de comunicação visual | 01 bilhete (acompanhamento de montagem);- Cenotécnicos (03 profissionais) | 07 bilhetes (visita técnica, montagem e desmontagem);- Designer de iluminação | 01 bilhete (montagem);- Técnico de informática | 02 bilhetes (montagem e desmontagem)- Coordenador geral (proponente) | 03 bilhetes (visita técnica, montagem e desmontagem).
Programa educativo Será desenvolvido um programa educativo imersivo como parte da programação da exposição Océan – Um Mergulho Insólito, oferecendo a crianças e estudantes uma experiência lúdica e interativa para aprofundar o conhecimento sobre os oceanos.Por meio de visitas guiadas, jogos e desafios, os participantes serão estimulados a explorar diferentes aspectos desse vasto ecossistema, desde sua geografia e biodiversidade até mitos e descobertas científicas que ampliaram nossa compreensão sobre as profundezas marinhas. O material educativo incluirá um caderno de atividades com caça-palavras, labirintos e quizzes, além de um glossário explicativo.O projeto pedagógico, a ser elaborado por profissional especializado, buscará sensibilizar crianças e jovens para a importância da preservação dos oceanos e de sua biodiversidade, promovendo uma relação mais consciente e sustentável com o meio ambiente.
Conforme disposto no Art. 42, da Instrução Normativa nº 23 de 05 de fevereiro de 2025, as seguintes medidas para garantir a acessibilidade serão adotadas: Acessibilidade arquitetônica:A exposição será apresentada na galeria Antonio Parreiras, localizada no piso térreo do Museu do Estado do Pará, na cidade de Belém, que não apresenta qualquer barreira física que impeça o acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosas aos espaços expositivos, banheiros e áreas de circulação. Acessibilidade comunicacional:- Para pessoas com deficiência intelectual: monitores treinados serão disponibilizados para acompanhar esses visitantes;- Para pessoas com deficiência auditiva: todos os conteúdos audiovisuais contarão com tradução em LiBras ou legendas;- Para pessoas com deficiência visual: um mapa tátil do espaço expositivo será produzido e posicionado na entrada da exposição. Além disso, serão produzidas legendas em braile e/ou audiodescrição, a serem instaladas em todos os itens da exposição, o que for mais adequado.- o material de comunicação conterá informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas na exposição. Todos os custos para a adoção das medidas de acessibilidade acima indicadas estão inseridas no orçamento do projeto.
A exposição será oferecida gratuitamente a todo o público, durante todo o período de apresentação. Em adição, conforme previsto no Art. 47, da Instrução Normativa N. 23 de 2025, a seguinte medida para democratizar o acesso à exposição será adotada: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.
PONTO DE PRODUÇÃO LTDA.A Ponto de Produção, empresa proponente do projeto de apresentação da exposição, é responsável pelas atividades ligadas à produção executiva e também pela administração completa do projeto até a prestação de contas.A empresa é dirigida por Patrícia Galvão, advogada e produtora cultural com vasta experiência em eventos ligados a áreas diversas da cultura, em especial as artes plásticas e cênicas.Patrícia Galvão foi produtora do Grupo Corpo por mais de uma década e assinou a direção de produção de importantes exposições como Artes Indígenas e Arqueologia, Mostra do Redescobrimento, na OCA - Parque do Ibirapuera, por ocasião da comemoração do aniversário de 500 anos do descobrimento do Brasil, a exposição PARADE, que exibiu obras do acervo do Centro Georges Pompidou, em Paris, dentre outras de igual importância.Sob a direção de Patrícia Galvão, a Ponto de Produção assinou importantes projetos de exposição como GENESIS, do fotógrafo Sebastião Salgado, que itinerou por seis estados brasileiros, Leonardo da Vinci: a natureza da invenção, exposição concebida pela Cité des Sciences et de l'Industrie em parceria com o Museo Nazionale dela Scienza e della Tecnologia Leonardo da Vinci, de Milão, a exposição 100 Anos de Arte Belga, que apresentou o acervo da Coleção Simon no Centro Cultural FIESP em São Paulo, “Pasteur, o cientista” e “Darwin, o original”, ambas desenvolvidas pela instituição francesa Universcience, que itineraram pelas cidades de São Paulo, Campinas, Santo André e Rio de Janeiro.O currículo completo da produtora, bem como um portifólio apresentando imagens dos principais projetos expositivos produzidos, segue anexado ao projeto.A proponente será remunerada através das atividades de produção executiva, coordenação geral, bem como por trabalho executado relacionado às atividades de administração, elaboração e prestação de contas do projeto. MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL DA FRANÇAO Museu Nacional de História Natural da França (Muséum National d'Histoire Naturelle - MNHN) é uma das instituições científicas mais importantes do mundo, com atuação destacada na pesquisa, preservação e difusão do conhecimento sobre biodiversidade, evolução e ecossistemas. Fundado em 1635 como o Jardim Real de Plantas Medicinais, tornou-se Museu Nacional de História Natural em 1793, desempenhando um papel fundamental no avanço da biologia, paleontologia e geociências, contando com cientistas renomados como Georges Cuvier e Jean-Baptiste Lamarck.Com sede no Jardin des Plantes, em Paris, o museu abriga diversas galerias, incluindo a Galerie de l'Évolution, que apresenta a biodiversidade e os impactos ambientais sobre a vida na Terra, e a Galerie de Paléontologie et d’Anatomie Comparée, conhecida por sua impressionante coleção de fósseis e esqueletos de animais extintos. Além disso, conta com um dos zoológicos mais antigos do mundo e uma vasta coleção de minerais e meteoritos. O MNHN é referência global em estudos sobre biodiversidade e mudanças climáticas, possuindo um acervo com mais de 68 milhões de espécimes e promovendo exposições que unem ciência e educação ambiental, como OCEANO, UM MERGULHO INSÓLITO, que explora a vida marinha e os desafios da preservação dos oceanos.O museu mantém um forte compromisso com a democratização do conhecimento e o intercâmbio internacional, colaborando com universidades, museus e instituições ambientais. Sua atuação na pesquisa científica e na conscientização pública sobre questões ambientais reforça seu papel essencial na valorização e na preservação da natureza. FRANCISCO GUEDESFrancisco Guedes é arquiteto e urbanista, com ampla experiência em projetos expográficos e museográficos. Formado pela FAUUSP em 1987, construiu uma trajetória sólida no campo da arquitetura de exposições, assinando a expografia de importantes mostras no Brasil. Foi responsável pela concepção expográfica da exposição sobre Arqueologia na Mostra do Redescobrimento – Brasil 500 Anos, um dos maiores eventos culturais já realizados no país. Além disso, desenvolveu projetos expográficos para o SESC, SESI, Bienais de Arquitetura e Arte, consolidando seu trabalho na criação de ambientes imersivos e narrativas visuais envolventes. Entre suas principais realizações, destacam-se a expografia das exposições Pasteur, O Cientista, apresentada no SESC Interlagos, SESC Campinas, SESC Santo André e Fábrica de Espetáculos (Rio de Janeiro); 100 Anos de Arte Belga, exibida no Centro Cultural FIESP, em São Paulo; Darwin, o Original, apresentada no SESC Interlagos, SESC Campinas e SESC Santo André; e Araetá, a Literatura dos Povos Originários, no SESC Ipiranga. Seu trabalho alia arquitetura e design de maneira inovadora, criando espaços que ampliam a experiência do público e valorizam a narrativa curatorial. Além de sua atuação em museografia e expografia, Francisco Guedes dirige, desde 2004, o escritório Prima Arquitetura, onde continua desenvolvendo projetos culturais e institucionais de grande impacto. ________________________________________ A equipe envolvida na adaptação e elaboração de projetos de iluminação e comunicação visual será definida posteriomente.
PROJETO ARQUIVADO.