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Realizar a temporada do espetáculo Olhos nos Olhos, com 24 apresentações na cidade de São Paulo.
Ao colocar em cena depoimentos pessoais da atriz Ana Lúcia Torre intercalados com as letras das canções de Chico Buarque, abarcando décadas da vida de ambos, o projeto Olhos nos Olhos propõe uma reflexão sobre inúmeros aspectos da vida, tais como, o amor, a paixão, as dores da separação, encontros, amizade, temas sociais e a arte. Trata-se portando de um depoimento íntimo e pessoal emocionante que, ao dialogar com a obra do compositor, se torna abrangente, pois retrata fatos que todos nós podemos nos identificar.
OBJETIVOS GERAIS: Realizar o ensaio, montagem, temporada e circulação do espetáculo teatral Olhos nos Olhos na cidade de São Paulo, totalizando 24 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar o ensaio, montagem, temporada espetáculo teatral Olhos nos Olhos na cidade de São Paulo em 24 apresentações; - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida; - Geração de emprego para cerca de 35 profissionais diretos e 50 indiretos.
Olhos nos Olhos é o espetáculo que celebra os 80 anos de Ana Lúcia Torre, uma das maiores atrizes brasileiras (que também completa 50 anos de carreira). Sozinha em cena, Ana irá mesclar histórias de sua trajetória pessoal e profissional com a obra de um de nossos maiores compositores: Chico Buarque. No entanto, as músicas aqui selecionadas não serão cantadas, e sim faladas, como um texto dramático, revelando novas camadas de intepretação e uma sensação de redescoberta da obra do compositor. Ana Lucia Torre e Chico Buarque são artistas da mesma geração (ele também completou 80 anos), viveram e testemunharam as mesmas transformações políticas, sociais e comportamentais de nosso país. Suas trajetórias profissionais já se cruzaram algumas vezes. O primeiro musical no qual Chico participou, "Morte e Vida Severina", tinha Ana Lúcia no elenco. Anos mais tarde ele comporia a canção "Suburbano Coração" para o espetáculo homônimo, onde ela também estava em cena. Por isso, a obra do compositor acaba por se ajustar perfeitamente às memórias e reflexões da atriz. Ana Lúcia irá interpretar as letras de canções icônicas de Chico. Temas variados como o amor (Olhos Nos Olhos, Atrás da Porta, Eu Te Amo, Tatuagem), política (Cálice, Apesar de Você, O que Será?), sociedade (Cotidiano, Geni, Meu Guri, Construção), estarão reunidos no roteiro. Grandes sucessos do compositor apresentados de uma forma totalmente inédita. Dirigido por Sergio Módena, Olhos nos Olhos é um espetáculo que se baseia na ligação íntima entre a atriz e o público. Histórias de vida são sempre reflexões que todos podemos nos identificar e nos emocionar. Aqui, histórias de uma de nossas maiores atrizes, mescladas com grandes sucessos de nossa música, ditas como se estivéssemos todos na sala de sua casa, de perto, olhos nos olhos. MEMÓRIA E IDENTIDADE Ao colocar em cena depoimentos pessoais da atriz Ana Lúcia Torre intercalados com as letras das canções de Chico Buarque, abarcando décadas da vida de ambos, o projeto Olhos nos Olhos propõe uma reflexão sobre inúmeros aspectos da vida, tais como, o amor, a paixão, as dores da separação, encontros, amizade, temas sociais e a arte. Trata-se portando de um depoimento íntimo e pessoal emocionante que, ao dialogar com a obra do compositor, se torna abrangente, pois retrata fatos que todos nós podemos nos identificar.
Duração: 100 minutos Público: Acima de 14 anos
Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes: TANTO O ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL) COMO AS AÇÕES DE CONTRAPARTTIDA (ENSAIO ABERTO E BATE PAPO) 1) Acessibilidade física. O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, pisos táteis, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. Será apresentado documento do espaço comprovando acesso arquitetônico. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contarão com audio descrição através de aplicativo estilo rabenah, com descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as apresentação contarão com interprete de libras ou legenda. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as apresentações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro.
Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 46, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 Além disso, como determina a legislação os ingressos terão: I - meia entrada assegurada para estudantes e meia entrada assegurada para idosos, em cima do valor da inteira de cada setor, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013. Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos serão comercializados com valores de até R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 47, ofereceremos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; Realizaremos portanto 1 ensaio aberto, para público ONGs, estudantes de teatro, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência e alunos e professores da rede pública de ensino. - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 49, ofereceremos: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 1 palestra sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.
Elenco Ana Lúcia Torre Texto letras das canções de Chico Buarque e depoimentos pessoais de Ana Lúcia Torre Direção Sergio Módena Cenário André Cortez Figurino Fábio Namatame Iluminação Aline Santini Direção musical Pedro Lobo Programação visual Gustavo Wabner Direção de produção Selma Morente Coordenação geral Célia Forte Uma Produção Morente Forte Produções CURRÍCULO dos principais integrantes ANA LÚCIA TORRE Nascida em São Paulo, começou a atuar quando estudava na PUC-SP, integrando o elenco de Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, montagem com direção de Silnei Siqueira. Em seguida, passou sete anos na Europa e só retomou a carreira em 1975, na volta ao Brasil. Já em 1977 participou da novela Dona Xepa. São dezenas de trabalhos em novelas e seriados desde então, além dos filmes e peças como: Eles Não Usam Black Tie (indicada para o Prêmio Governador do Estado/RJ) e Seria Cômico se Não Fosse Sério, de Dürrenmatt, que lhe rendeu a indicação de melhor atriz ao Prêmio Shell de 2010. Foi contemplada com o Prêmio Mambembe duas vezes: pela mesma peça de Dürrenmatt e por Rasto Atrás, de Jorge Andrade. Foi ainda premiada nos festivais de cinema de Natal, Brasília e CineSesc, além do APCA de Coadjuvante por seu papel na novela A Indomada. Durante sete anos integrou o elenco das montagens do Grupo TAPA. Dentre seus últimos trabalhos no teatro destacamos: 2022 – Longa Jornada Noite Adentro, de Eugene O’Neal, direção de Sérgio Módena; 2017 – Num Lago Dourado, de Ernest Thompson – Direção de Elias Andreato; 2011 – Como se Tornar uma Mãe Judia em 10 lições, de Paul Fuks – direção de Alexandre Reinecke; 2004 – Arsênico e Alfazema, de T. Kesslring – Direção: Alexandre Reinecke; e 2002 – Norma, de T. Carvalho e D. Castellar – Direção: Tonio Carvalho; SERGIO MÓDENA Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: "A Falecida", de Nelson Rodrigues, “Longa Jornada Noite Adentro”, de Eugene O’Neill, “Copacabana Palace - O Musical”, de Ana Velloso e Vera Novello (direção em parceria com Gustavo Wabner) “As Cangaceiras Guerreiras do Sertão”, musical de Newton Moreno, “Os Grandes Encontros da MPB”, de Pedro Brício, “Diários do Abismo”, de Maura Lopes Cançado, “Estes Fantasmas!”, de Eduardo De Filippo, “Janis”, de Diogo Liberano, “Os Vilões de Shakespeare”, de Steven Berkoff, “O Musical da Bossa Nova”, roteiro de Rodrigo Faour e Sergio Módena, “Esse Vazio”, de Juan Pablo Gomez, “Como Me Tornei Estúpido”, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, “Ricardo III” de William Shakespeare, “A Arte da Comédia”, de Eduardo De Filippo, “Politicamente Incorretos”, “Forró Miudinho” “Bossa Novinha - A Festa do Pijama” e “Sambinha”, musicais de Ana Velloso, “A Revista do Ano - O Olimpo Carioca”, de Tânia Brandão, “As Mimosas da Praça Tiradentes”, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche”. Escreveu o musical infanto-juvenil “O Soldadinho e a Bailarina” (adaptação do conto O Soldadinho de Chumbo de H C Andersen) em parceria com Gustavo Wabner e com direção de Gabriel Villela. Seus espetáculos receberam mais de quarenta indicações e vinte cinco prêmios nas principais premiações do país. Para conhecer melhor o artista acesse:www.sergiomodena.com.br ANDRÉ CORTEZ Graduado em Arquitetura pela U.F.M.G, onde também frequentou diversos ateliês de artes plásticas, como pintura, fotografia. Hoje trabalha com cenografia teatral, expografia e eventos. Atualmente reside em São Paulo. Já recebeu diversos prêmios em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, como o APCA e o SHELL. Nesse ano de 2025 está indicado pelo SHELL e APTR por três projetos. Desenvolve trabalhos com alguns grupos de SP e também com diversos diretores da cena paulistana, carioca e mineira. Foi coordenador do curso de cenografia na E.B.A.C. por 3 anos e já ministrou diversos cursos livres e palestras. FABIO NAMATAME Formado em Comunicações e Artes pela FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado. Em São Paulo. Para teatro desenhou os figurinos para Master Class, Uma relacãoao tão delicada, Joana Dark, Paraiso Perdido, Evangelho Segundo Jesus Cristo, Memorias póstumas de Braz Cubas, O Libertino, Vermelho, Sobre Ratos e Homens, Love Love Love, Ira de Narciso entre outras. Para operas sob direçao de Jose Possi Neto, Bodas de Figaro, Romeu e Julieta, O Guarani, Faustaff, direção de Willian Pereira: O pescador de Pérolas, Olga, A Tempestade, de Jorge Takla : Madame Buterfly, A viúva Alegre Para Musicais sob direção de Jorge Takla: My Fair Lady, West Side Story, O Rei e Eu, Evita, de Jose Possi Neto: Emoções Baratas, Cabaret, Crazy for You Para Dança: Cubo de Susana Yamauchi, Vem Dançar e Baoba Para a Cia Cisne Negro, Samba para Cia Studio 3, e Tudo se torna um para çia de dança da Fundaçao Salgado Filho de B ALINE SANTINI Graduada em Artes Visuais e Pós Graduada em Lighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016. Estudou com o fotógrafo Carlos Moreira e foi assistente do iluminador Wagner Pinto e Gerald Thomas. Trabalha com iluminação há 25 anos e realizou trabalhos com grandes diretores, companhias, artistas de teatro, dança, ópera, performance e artes visuais em São Paulo. Também executa projetos de iluminação para exposições. Atua como performer e cria instalações visuais e realiza direção cênica de espetáculos das artes do palco. Indicada sete vezes ao prêmio Shell na categoria Iluminação ganhou o prêmio em 2024 com o espetáculo MUTAÇÕES. Atualmente está indicada ao prêmio Shell com o espetáculo PERFEITA!, direção de Ulysses Cruz e dramaturgia de Samir Yazbek. SELMA MORENTE E CELIA FORTE – DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL.Selma Morente e Célia Forte são sócias da Morente Forte Produções, empresa especializada em produções teatrais desde 1985 com a participação em mais de 1500 espetáculos teatrais. Abaixo alguns de seus trabalhos:Trair e Coçar é só começar, com Denise Fraga e elenco.Sempre te vi nunca te amei, com Rodolfo Botino.Noviças Rebeldes, com Cia Baiana de Patifaria, direção Wolf Maia.Visitando o Sr Green, com Paulo Autran e Cássio Scapin, direção Elias Andreato.A Pomba Enamorada, conto de Lígia Fagundes Telles.Amigas, pero no mucho, com Leopoldo Pacheco, Elias Andreato e Romis Ferreira, direção José Possi Neto. Cocoricó em Uma Aventura no Teatro, com elenco original da TV. Direção Fernando Gomes. Em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca. Realização Morente ForteA Dança Final, com Denise Weinberg e Norival Rizzo. Direção de Noemi Marinho.O Homem das Cavernas¸ com Norival Rizzo. Direção de Alexandre Reinecke.Guetto, com Fábio Herford. Direção e Adaptação de Elias Andreato.Doido, com Elias Andreato.Cruel, com Reynaldo Ginecchini, Maria Manoella e Erik Marmo. Adaptação e direção Elias Andreato.Ciranda, com Tania Bondezan e Daniela Galli. Direção de José Possi Neto.Boca de Ouro, com Marco Ricca e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz. Realização SESIA Falecida, com Maria Luisa Mendonça, Lucélia Santos e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz. Realização SESIUm Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, Tradução e Direção Rafael Gomes, com Maria Luisa Mendonça, Eduardo Moscovis, Virgínia Buckowski, Donizeti Mazonas, Fabricio Licursi, Fernanda Castello Branco e Matheus Martins.Morte Acidental de Um Anarquista, de Dario Fó, Dramaturgia e direção Hugo Coelho, com Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Fernado Sampaio, Maíra Chasseraux e Rodrigo Bella Dona.Ricardo III, de William Shakespeare, Adaptação Gustavo Gasparani e Sergio Módena, Tradução em verso Ana Amélia Carneiro de Mendonça, Direção Sergio Módena, com Gustavo Gasparani.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.