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PRONAC 250921Autorizada a captação total dos recursosMecenato

PROJETO ADAMOR DO BANDOLIM - O CHORO NA AMAZONIA - PARÁ

ADAMOR LOBATO RIBEIRO
Solicitado
R$ 299,8 mil
Aprovado
R$ 299,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-11-07
Término
2026-10-04
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Lançamento do projeto Adamor do bandolim no Pará, que consiste em 03 shows, seis (06) oficinas gratuitas e duas ( 02) rodas de choro, voltadas a músicos em formação e aperfeiçoamento de músicos profissionais, ministradas por especialistas do Choro. Também será feito o lançamento da filial do ICA-Instituto Choro da Amazônia em Belém. O ICA tem seu registro na receita federal através do CNPJ 53056690001-00, idealizado pelos bandolinistas Tony do bandolim (Acre) e Adamor do bandolim (Pará) e concretizado com a união de músicos dos demais estados, da região norte, com o objetivo de preservar o Choro, unir e divulgar os músicos que representam a Amazônia brasileira.,

Objetivos

OBJETIVO DO PROJETO O projeto Adamor do Bandolim _ O Choro na Amazônia, que será realizado em Belém-PA, busca levar artistas de toda a Amazônia à comunidade local, inspirado no bem-sucedido Projeto Pixinguinha. O objetivo é promover a criação da filial do Instituto Choro da Amazônia em Belém-PA, facilitando ações culturais permanentes com apoio financeiro de diversas esferas. Além de valorizar músicos da região norte como intérpretes e por meio da pesquisa de compositores pouco conhecidos, o projeto incentivará o intercâmbio cultural e artístico, buscando garantir acessibilidade e inclusão social nas suas ações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Promover o Choro como Patrimônio Imaterial Brasileiro: Celebrar o reconhecimento do Choro como Patrimônio Imaterial Brasileiro pelo IPHAN, destacando sua importância cultural e histórica através de eventos e apresentações. 2. Lançamento e Consolidação do Projeto Adamor do Bandolim no Pará realizar ações de divulgação e celebração do projeto Adamor do Bandolim, destacando o papel de Adamor e outros músicos na preservação e valorização do Choro na região Norte. 3. Estabelecer a filial Pará e Fortalecer o Instituto do Choro da Amazônia (ICA): Promover o ICA como uma instituição central para a preservação e disseminação do Choro na região Norte, unindo músicos e estados em torno dessa missão cultural. 4. Oferecer Formação e Capacitação em Choro: 4.1. Oficina de Violão com Jorge Simas Realizar 01 Oficina para aprimoramento de técnicas musicais teórico/instrumentais de choro, samba e música popular brasileira, com foco no violão de 6 e 7 cordas, sistematizando os princípios dos elementos da linguagem musical, visando possibilitar o desenvolvimento da leitura, percepção e compreensão musical contextualizada. 4.2. Oficina de Cavaquinho com Paulinho Marques Realizar 01 Oficina para estudo, aplicação e visualização de escalas e acordes, técnicas de musicalidade, digitações em todos os tons e regiões do cavaquinho, técnicas de improviso, linguagem, função do cavaquinho dentro dos gêneros musicais do repertório rítmicos brasileiros, com foco em samba, choro e outros. 4.3. Oficina de Pandeiro com Celsinho Silva Realizar 01 Oficina para músicos de percussão e pandeiro, aprimorando técnicas fundamentais do instrumento, habilidades, ritmos e desenvolvimento musical. 4.4. Oficina de Flauta e Clarinete com Paulo Sergio Santos e Claudio Abrantes Conduzir 02 Oficinas, 1 de flauta e outra de clarinete, para aperfeiçoamento, desenvolvimento de sonoridade, sons e dedilhados, afinação, técnica e leitura dos instrumentos, possibilidades de uso de interfaces eletrônicas a partir da flauta e do clarinete as habilidades necessárias para aproveitar toda a versatilidade e a riqueza timbrística desses instrumentos. 4.5. Oficina de Bandolim com Tony do Bandolim Realizar 01 Oficina de bandolim de forma a incorporar esse instrumento ao conjunto e estilos, escalas, acordes e arpejos, solos e acompanhamentos do universo do samba de raiz, choro e MPB de forma geral. 5. Disseminar a Cultura do Choro Através de Shows Musicais Promover 03 shows musicais com a participação de músicos dos sete estados da Amazônia e convidados de outras regiões, promovendo a integração e a circulação cultural entre diferentes partes do Brasil. Essas apresentações visam destacar a riqueza musical da Amazônia e fomentar o intercâmbio artístico e cultural entre músicos de diversas regiões. Aberto ao público em geral. 6. Facilitar o Acesso ao Choro para Novos Músicos: Oferecer 02 (duas) rodas de choro e convivência musical, aberta ao público, onde os participantes das atividades do projeto, novos músicos e músicos convidados possam demonstrar as técnicas aprendidas nas Oficinas.

Justificativa

JUSTIFICATIVA DO PROJETO: A região Norte ao longo dos anos, tem sido a menos favorecida no que diz respeito a captação de recursos para a área cultural, basta olhar os editais das empresas estatais que beneficiam a região sudeste na sua maioria. Com o advento da titulação do Choro como patrimônio imaterial brasileiro, é a primeira vez que músicos de Choro da região, que trabalharam durante um século sem ter as oportunidades dadas aos músicos de outras regiões terão uma melhor condição, através da criação do ICA-Instituto Choro da Amazônia com sede em Rio Branco/AC e a implantação de filiais nos demais estados da região, será possível a integração e o intercâmbio entre os músicos da região e demais regiões do país Numa análise inicial, para quem não conhece bem o Choro, a música instrumental brasileira, pode-se considerar que o projeto Adamor do Bandolim - O Choro na Amazônia um projeto fracionado em virtude de ser apresentado com o mesmo nome e formato além de, já ter sido aprovado na sua versão Acre, porém, há de considerar-se as condições da região no que diz respeito a captação de recursos na área cultural além das próprias características do Choro. A decisão do ICA em enviar o projeto por estado deve-se aos seguintes fatores; 1- O ICA foi registrado em 23/07/2024 não tendo ainda tempo de vida suficiente para inscrever um projeto integral através de verba parlamentar. As leis que regem a captação por verba parlamentar e demais meios de captação exigem um mínimo de dois anos. A diretriz da lei rouanet para captação de recursos, é limitada em R$ 1.500.000,00 para pessoas jurídicas, o que inviabiliza a inscrição de um único projeto para os 7 estados. 2- O custo amazônico que impacta nos valores finais do projeto levando o projeto a valores impossíveis de serem captados por um único proponente, mesmo que pessoa jurídica. 3- A postura das empresas com relação a patrocínio, por exemplo: no site da Caixa Econômica Federal existe um anuncio de cultura para todos, porém ao entrar no site verifica-se que só é válido para a região sudeste de modo geral e assim, o mesmo ocorre com outras empresas. 4- As empresas da região norte, na sua maioria, não utilizam lucro real na sua declaração de imposto de renda e as que atuam desconhecem os benefícios da lei rouanet o que impossibilita a captação de recursos. O ICA em parceria com o Sebrae e o Iphan estão preparando um seminário para a conscientização das empresas dos benefícios em apoiarem projetos culturais através da lei rouanet. 5 - Diante do exposto e cumprindo um item da normativa do artigo 36 inciso vii, necessidade de uma justificativa técnica plausível, consideramos que, mesmo que ainda possa-se considerar o projeto como um projeto fracionado, em virtude da semelhança, deve ser levado em consideração que, cada estado tem características diferentes o que torna o projeto único. O IPHAN ao fazer a pesquisa técnica para dar a titulação de patrimônio imaterial ao Choro, constatou os diversos sotaques do Choro na região amazônica, isso pode ser constatado nos dois vídeos da página inicial do site do ICA nesse link https://www.institutochorodaamazonia.com.br/. Nessa página tem vídeos que podem demonstrar os sotaques do Choro, como por exemplo; LambandolimTerruá de Adamor do Bandolim e Um Choro pro Acre de Tony do bandolim. O Choro enquanto expressão musical ao longo da sua história sempre utilizou de shows, oficinas e rodas de choro na sua difusão e preservação, razão maior da semelhança do projeto, que na verdade só tem de igual o nome, o formato e o ICA como idealizador do projeto. O nome dado ao projeto é uma forma de homenagear um músico que passou a vida lutando pela preservação do Choro na Amazônia, aos 83 anos é o único músico, da sua geração, vivo e em atividade. Diante das dificuldades técnicas apresentadas e as características peculiares dos estados que compõem a região amazônica, nós do ICA optamos por apresentar de forma transparente o projeto individualmente em cada estado, não como um projeto fracionado e sim como um projeto único de cada estado da Amazônia, através dos seus membros fundadores, e com isso possibilitar a implantação das filiais e fortalecer o ICA , a preservação do Choro enquanto patrimônio imaterial brasileiro e principalmente permitir a descoberta de novos talentos, valorizar os nomes que em cada estado foram importantes na preservação do nosso patrimônio imaterial e troca de experiências e sotaques entre os músicos de Choro da Amazônia e outras regiões.. No final de fevereiro, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) reconheceu o Choro como Patrimônio Imaterial do Brasil, um marco significativo para a valorização dessa expressão musical. No entanto, a região Norte, historicamente menos contemplada com recursos federais para a preservação do Choro, tem visto seu patrimônio cultural ser mantido vivo graças ao empenho de músicos dedicados, como Adamor do Bandolim e outros. Com o registro oficial do Choro como patrimônio imaterial, a região Norte agora tem a oportunidade de acessar verbas destinadas à salvaguarda desse legado cultural. Músicos de diversos estados da região, como Adamor do Bandolim (Pará), Tony do Bandolim (Acre), Claudio Abrantes (Amazonas), Edson Ramos (Amapá), Ocimar Almeida (Tocantins), Eliel Ferreira (Rondônia) e Eliel Valente (Roraima), se uniram para fundar o ICA _ Instituto Choro da Amazônia. Este instituto visa não apenas proteger e divulgar o Choro, mas também fortalecer os laços culturais entre os estados da Amazônia. O projeto proposto, que inclui uma série de atividades em espaços culturais de cada capital da região amazônica por onde passar, é uma resposta direta à nova possibilidade de financiamento e um esforço coletivo para garantir que o Choro seja preservado e celebrado em toda a região. Essas ações são fundamentais para a continuidade da tradição do Choro na Amazônia, assegurando que este patrimônio imaterial seja transmitido às futuras gerações e ganhe o reconhecimento e o apoio que merece em nível nacional. QUEM É ADAMOR DO BANDOLIM Adamor Lobato Ribeiro, é conhecido como Adamor do Bandolim, nascido em Anajás, no município do Marajó, começou a dedilhar o bandolim com 10 anos de idade tocando escondido o banjo artesanal que ganhou do tio, esculpido em pedaço de fuselagem de avião. Musico autodidata, criou uma identidade de "choro amazônico", criando armadilhas pela harmonia e adicionando suas influências nortistas em cada composição. Dedicando mais de 65 anos a música, se orgulha das sementes que tem plantado. Iniciou sua trajetória musical em 1958, participando de um programa de calouros na Rádio Difusora de Macapá, A apresentação lhe rendeu o primeiro lugar e o primeiro cachê de músico. Sua trajetória como músico lhe renderam prêmios em festivais, enredo de escola de samba referência em livros de choro, tese de TCC de discentes da UFPA - Universidade Federal do Pará, UEPA - Universidade Estadual do Pará e Universidade da Amazônia, livro de partituras pelo IAP - instituto de Artes do Pará, prêmio Destaque na Música 2008, no Baile dos Artistas, 2009 foi homenageado, entre os artistas paraenses, através do calendário Banpará 2009 (inspirado na vida e na arte dos paraenses _ ano II). Menção honrosa pela música Chegou o Zé pelos mais de 35.000 mil acessos por votação online. Sua importância e participação cultural para o Pará e Brasil é reconhecida, em junho de 2018 foi um dos homenageados na Câmara Municipal de Belém na Sessão Solene de " Comendas das mais diversas personalidades que de alguma forma contribuíram dentro suas especificidades com relevantes serviços ao município de Belém" com a medalha e diploma Mérito Cultural e Patrimônio de Belém, recebeu o Título honorífico de cidadão de Belém, além de ser instituído, O Dia Municipal do Choro em Belém a partir e 2019, no dia 29 de maio, data esta em que se comemora o aniversário de Adamor do Bandolim.

Estratégia de execução

É de relevância para este projeto compartilharmos informações sobre as atuais realizações e parcerias do idealizador deste projeto, Tony do Bandolim, considerando a possível aprovação neste edital. Tony obteve aprovação no EDITAL FUNCULTURA 02/2023 com o projeto “Som da Madeira: uma trajetória musical no Acre”, que conta com 02 workshops sobre violão no choro e na música popular brasileira e sobre a história do choro e do samba e uma oficina voltada para pessoas com iniciação musical e alguma prática instrumental, introduzindo conhecimentos básicos teóricos e práticos sobre o choro. Além disso, o projeto contemplado pelo edital a ser realizado em abril de 2024, contará com um show com o grupo Som da Madeira, contribuído tanto para a iniciação e formação musical de jovens acreanos, como para a valorização e difusão do choro localmente, constituindo-se como o mais antigo projeto independente de choro do Acre. Tony Bandolim tem aprovado também o projeto de extensão da Universidade Federal do Acre, chamado “Oficinas de Choro”, que tem como propósito oferecer workshops e performances musicais centradas no gênero do choro, em comemoração ao Dia Nacional do Choro. Essas atividades serão abertas a estudantes do curso de música, de outras disciplinas e à comunidade em geral, com a intenção de promover e disseminar tanto a música instrumental quanto o vocal. O projeto ADAMOR DO BANDOLIM - O CHORO NA AMZONIA - Para contará com a parceria da Secretaria de Meio Ambiente , que irá realizar palestras sobre o meio ambiente nos locais que serão realizados as oficinas, a fim de ajudar a construir a consciência ambiental e a adoção de boas práticas cotidianas da população, que dificilmente tem acesso à essas informações. Todas estas ações e parcerias previstas demonstram o comprometimento contínuo de Tony com a promoção cultural e educacional do Choro e ampliam o alcance e a relevância cultural das atividades propostas para o projeto ADAMOR DO BANDOLIM - - O CHORO NA AMAZONIA - no Pará

Especificação técnica

Apresentações musicais Serão 3 dias de apresentações gratuitas de Choro e Samba, no Teatro do Gasometro, em Belém, com um público estimado de 1.200 pessoas. No 1º dia será a abertura do projeto com a apresentação de 9 músicos de renome nacional e no dia seguinte uma Roda de Choro com a participação de músicos locais. Show com o grupo local liderado por Adamor do Bandolim, com a participação de convidados dos outros estados. Após a realização das oficinas, haverá o show de encerramento com apresentação de 2 grupos locais, com a participação dos músicos que ministraram as oficinas como convidados dos grupos locais. Oficinas Após o final de semana de abertura, realizaremos as 6 oficinas gratuitas na Fundação Carlos Gomes na cidade de Belém. Serão 5 dias de ensino com duração de 2 horas diaroas, para 7 instrumentos musicais (Violão, Violão de 7 cordas, Cavaquinho, Pandeiro, Flauta, Clarinete e Bandolim), atingindo um total de 60 participantes (10 por turma), entre músicos e estudantes de música locais. O projeto pedagógico para as oficinas propostas no projeto visa maximizar o aprendizado dos participantes, atendendo às necessidades individuais, promovendo a prática musical em grupo e possibilitando uma imersão significativa no universo do Choro, a partir do seguinte plano: ● Conteúdo Teórico e Prático: Divisão equilibrada entre teoria e prática, abordando história do Choro com foco nos instrumentos, técnicas instrumentais e aspectos culturais. ● Aulas Interativas: Demonstrações práticas, análise de obras e interação direta entre alunos e professores. ● Níveis de Ensino: Alunos com níveis distintos, desde iniciantes até avançados, para atender diferentes habilidades e conhecimentos musicais dos participantes. ● Recursos Didáticos: Uso de materiais didáticos como partituras, gravações, vídeos e recursos tecnológicos para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem. ● Intercâmbio e Apresentações finais: Avaliação de participação e satisfação com apresentações finais em formato de Roda de Choro onde os participantes possam demonstrar o que aprenderam e trocar experiências com a vivência da roda na prática aproveitando a presença de músicos

Acessibilidade

O proponente se compromete, cumprindo as exigências que lhe forem aplicáveis contidas na Lei no 13.146, de 2015, e Decreto no 9.404, de 2018, instituindo as seguintes medidas nos produtos culturais previstos no projeto cultural: Oficinas e rodas de Choro Acessibilidade Física: acesso físico facilitado para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com rampas de acesso e banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo (Visual, auditiva e múltipla): durante a realização das oficinas faremos áudio descrição dos instrumentos e materiais utilizados pelos músicos/oficineiros e haverá um guia-intérprete que auxiliará pessoas PCD e fará a interpretação de libras. Apresentações musicais Acessibilidade Física: acesso físico facilitado para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com rampas de acesso, banheiros adaptados e um elevador especial que dá acesso à plateia. Acessibilidade de Conteúdo (Visual, auditiva e múltipla): todas as sessões contarão com guias-intérpretes, profissionais responsáveis pela comunicação, condução, tradução/interpretação e suporte para pessoas que apresentem algum tipo de necessidade ou deficiência visual, auditiva ou múltipla.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso As três apresentações terão classificação livre e é, portanto, voltado para pessoas de todas as idades e condições sociais, uma vez que os ingressos serão disponibilizados de forma totalmente gratuita. O projeto irá oferecer também, seis oficinas e 2 rodas de Choro gratuitas. Uma presença esperada de 1200 espectadores para os 3 shows e 800 pessoas nas 2 rodas de Choro . Por isso, podemos afirmar que o projeto prevê as medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos conforme preceitua o Art. 27 da IN MINC No 1/2023, além de também contar com outras medidas de ampliação de acesso, atendendo os seguintes nos Incisos do Art. 28:

Ficha técnica

Ficha Técnica Idealizador, Diretor Geral e Coordenador do Projeto - Tony do Bandolim Durante sua trajetória musical, Tony Bandolim atuou como guitarrista solo na banda de rock The Spider de 1965 a 1971 e, posteriormente, entre 1972 e 1978, integrou o grupo de choro Vivaldo Medeiros como violonista e cavaquinista, participando da gravação do disco do 1º Festival Nacional de Choro. Essa diversidade instrumental e sua incursão em gêneros musicais distintos marcaram seu percurso artístico. Entre 1979 e 2000, destacou-se como bandolinista colaborando com diversos artistas renomados, incluindo grandes nomes como Jamelão, Moreira da Silva, Ataulfo Alves Jr., Monarco e Leci Brandão, entre outros. Sua habilidade no bandolim o levou a participar em shows ao lado desses cantores, contribuindo significativamente para a cena musical brasileira. Em especial, sua colaboração com o conjunto Época de Ouro marcou um momento singular em sua carreira, evidenciando seu talento e reconhecimento no universo do choro. Além disso, de dezembro de 2000 a até a data de hoje, Tony manteve sua dedicação à música brasileira como bandolinista e líder do grupo Som da Madeira no estado do Acre. Durante esse período, desempenhou um papel fundamental na fundação do Clube do Choro de Rio Branco, além de assumir a função de diretor de produção e eventos desse clube. Sua atuação musical não se restringiu apenas aos palcos; envolveu-se em iniciativas socioeducativas, utilizando a música como ferramenta para desenvolvimento artístico e social de jovens talentos. Desde 2001, Tony atua como mediador, coordenador e professor em projetos socioculturais, especialmente voltados para jovens, com foco nas comunidades periféricas de Rio Branco, Acre. Essa abordagem busca proporcionar oportunidades e desenvolvimento artístico para jovens talentos, contribuindo para o enriquecimento cultural da região. Ao longo dos anos, ele esteve à frente de projetos culturais, desde coordenador até idealizador, demonstrando seu compromisso com a cultura e educação musical na região. Participou como produtor, diretor musical e coordenador em projetos que variavam desde festivais musicais até iniciativas socioeducativas, promovendo a cultura, música e arte no Acre. Em 2008 e 2009, atuou como bandolinista e líder do grupo Som da Madeira no projeto da prefeitura de Rio Branco, "Choro na Praça", levando a música para espaços públicos. Desde 2003 até 2009, atuou como Coordenador e Bandolinista Líder do Grupo Som da Madeira no projeto "Roda de Choro na Gameleira", Rio Branco, Acre, todas as sextas-feiras, contribuindo para a preservação e difusão do choro na região. No período de 2009 a 2016, Tony Bandolim se dedicou a diversas iniciativas, incluindo a música, educação e articulação cultural. Participou de projetos sociais em parceria com o governo do Acre, promovendo Choro e Samba no Café do Teatro, ministrando oficinas de música popular brasileira na UFAC, entre outros. Em sua extensa e diversificada carreira, Tony Bandolim não apenas se consolidou como um músico talentoso e versátil, mas também como um promotor incansável da cultura e educação musical na região do Acre, e que nesse ano ajudou na criação do ICA-Instituto Choro da Amazônia, sendo eleito como o primeiro presidente do ICA, deixando um legado significativo no panorama cultural da Amazônia e do país. Diretor Artístico - Claudio Abrantes Maestro e flautista amazonense, é doutorando e mestre em Educação, graduado em Música, Pedagogia e História.Lecionou na Universidade do Estado do Amazonas, Universidade Federal do Amazonas e Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro. Implantou corpos musicais para o Serviço Social da Indústria (SESI), e Inspetoria Salesiana Dom Bosco.Sua dissertação de mestrado abordou o tema "Educação e Arte: Principais contribuições do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro para o desenvolvimento técnico-artístico e pedagógico de jovens e crianças no Município de Manaus no Estado do Amazonas" (2022) e atualmente está voltado à pesquisa, registro, valorização cultural e difusão da música de compositores amazonenses.Atuou como solista junto à Orquestra de Câmara do Amazonas e Amazonas Filarmônica, em concertos de música popular e erudita, com participação nas temporadas de Concertos Sinfônicos e em todas as edições do Festival Amazonas de Ópera.Dividiu o palco com os artistas Ivete Sangalo, Plácido Domingo Guilherme Arantes, Ivan Lins, Geraldo Azevedo, João Donato, Sebastião Tapajós, Arthur Moreira Lima, Nilson Chaves, Claudio Nucci, Leo Gandelman, Arthur Moreira Lima, Nelson Freire, Thiago de Mello, Celdo Braga, David Assayag, Arlindo Júnior, Chico da Silva, Zezinho Corrêa, Márcia Siqueira, Zeca Torres, Raízes Caboclas, e ainda sob regência de Luiz Fernando Malheiro, Marcelo de Jesus, João Carlos Martins, Roberto Tibiriça, Júlio Medaglia, Roberto Duarte, Roberto Minczuk e Karl Martin dentre outros. Realizou recitais nos Estados Unidos e excursionou por duas vezes por todos os estados brasileiros pelo projeto Sonora Brasil do SESC,.. Diretor de Produção – Simara Brasil Couto de Abrantes Atualmente cursando o doutorado em Ciências da Educação na Universidade Autônoma de Asunción no Paraguai, onde também concluiu seu mestrado. Possui especialização em Gestão Escolar pela Estadual do Amazonas e Metodologia do Ensino na Educação Básica pela Universidade Federal do Amazonas. Formada em Educação Artística (Desenho) pela Universidade Federal do Amazonas e em Pedagogia pelo Centro Universitário de Maringá - Unicesumar. Como docente, atuou em vários níveis de ensino e instituições, tanto na rede pública quanto na rede particular. Profissional concursada pela Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar- SEDUC/ AM, onde foi Coordenadora Institucional do Programa Ciência na Escola e do Componente Arte do Ensino Fundamental - Anos Finais. Sua formação complementar inclui extensão universitária em Curso de Arqueologia e Educação Patrimonial, Curso em Oficina de Elaboração de Itens da Prova Brasil, e Curso de Tutoria de Ensino à Distância pelo Centrode Treinamento Tecnológico do Amazonas. Também participa em bancas de comissões julgadoras de projetos científicos na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, organiza, participa e apoia feiras e mostras científicas. Produção Executiva – Marcos Inácio Fernandes Bacharel em Ciências Sociais, com habilitação em Sociologia e Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte – 1977 Especialização em Desenvolvimento Rural Integrado – 1984. Mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN – 1998 (Tese “OPT no Acre: A Construção de uma Terceira Via”). 3. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: 1978–1981: Comissão de Planejamento Agrícola – CEPA (Técnico em Planejamento). 1982– 1993 : Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural – EMATER (Extensionista – área de associativismo/Cooperativismo). 1993 -2010: Universidade Federal do Acre – UFAC (Professor, Pesquisador); Disciplinas que ministrou: Ciência Política (I, II e III); Teoria do Estado; Teoria dos Partidos Políticos; Introdução a Sociologia; Sociologia Rural e Cultura Brasileira. Pesquisas que coordenou: Os partidos políticos no Acre; Avaliação do Desempenho parlamentar dos Representantes do Povo Acreano (8ª legislatura); O PT no executivo acreano;Consultoria para o Conselho Nacional dos Seringueiros–CNS (Pesquisa Sócio-Econômica na Reserva Extrativista Chico Mendes). 2000 - Assessor de Planejamento da SEATER-GP. 2001 – Chefe do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural da SEATER-GP. 2004 – Gerente de Assistência Técnica e Extensão Agroflorestal;2005 a 2007 (fevereiro) – Secretário de Estado de Assistência Técnica e Extensão Agroflorestal do Acre. Assistente de Produção - Júlio Cesar Negreiro Atuando desde 2004 como assistente de produção nos projetos culturais realizados pelo Grupo Som da Madeira. Organizando a logística e articulação na promoção dos projetos como Projeto Show do Mês = SESC /Acre, Projeto Quinta Cultural do Banco da Amazônia Rodas de Choro –Usina de Artes João Donato, Projeto Concertos didáticos – SESC/ACRE e Projeto Chorinho no cinema- Cine Teatro Recreio – Rio Branco/Acre.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.