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PRONAC 250933Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

CARAVANA ÁFRICA DIVERSA

GERAL PRODUCOES ARTISTICAS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 5,99 mi
Aprovado
R$ 5,99 mi
Captado
R$ 1,00 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 700,0 mil
33683111000107SERVICO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO)1900-01-01R$ 300,0 mil

Eficiência de captação

16.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-06-09
Término

Resumo

Realizar o Festival Caravana África Diversa, um encontro das culturas afro- brasileiras e africanas, no contexto das celebrações de 200 anos de cooperação entre Brasil e França e 20 anos da primeira Temporada Cruzada entre os 2 países, no ano de 2025, por meio de programação que acontecerá entre Nantes (França), de 13 a 21 de setembro e no Rio de Janeiro (Brasil) de 22 a 30 de novembro, com artistas, gestores, historiadores, sociólogos e outros pesquisadores e grupos que trabalham com estas culturas, num diálogo constante entre as dimensões históricas e sociais contemporâneas. A Caravana terá espetáculos cênicos, um seminário, performances, cortejos de grupos de tradição imaterial e a publicação de uma revista. Todas as atividades serão gratuitas, para público geral.

Sinopse

A Caravana África Diversa tem como produtos culturais principais: Espetáculos teatrais previstos:"A Noite dos Contos/Maratona de Contos",6 horas de histórias e músicas, com quatro experientes artistas narradores de histórias, especializados em narração oral, de quatro países, exaltando a tradição oral africana e afro-brasileira. Participam deste espetáculo Boniface O'fogo (Camarões), Corália Rodrigues (Cuba), Daniele Ramalho (Brasil) e Hassane Kouyaté (Burkina Faso), sob direção de Hassane Kouyaté (Burkina Faso). Músicos convidados: Kandia Kouyaté (Mali), Maurício Tizumba (Brasil) e Sérgio Pererê (Brasil). Classificação: 12 anos; A peça "Herança", com Maurício Tizumba, Júlia Tizumba e Sérgio Pererê, com direção de Grace Passô, e que fala das questões do negro no Brasil e nos países da Diáspora. Classificação livre; A peça "O Fabuloso Destino de Amadou Hampaté Bá", com Habibi Dambelê e Tom Diakité, direção de Hassane Kouyaté, e conta a história de Amadou Hampaté Bá, famoso por defender a importância da oralidade e da cultura africana na UNESCO. Classificação livre; A peça "Vaga Carne", um espetáculo de Grace Passô, onde um corpo de mulher vive a busca de suas identidades e de pertencimento. Classificação: 14 anos;A peça "Azira'i", com Zahi Tentehar e direção de Denize Stutz e Duda Rios. Um solo autobiográfico trata da relação entre Zahy Tentehar e sua mãe, a primeira mulher pajé da reserva indígena de Cana Brava. Classificação: 14 anos. Espetáculos de dança previstos: Solo "Dambé", com Salia Sanou. O bailarino e coreógrafo se entrega a uma dança instintiva, acompanhado pela cantora, Maaté Keita, e pelo artista sonoro, Hugues Germain. Classificação livre; Solo "Afrobutoh", com Benjamim Abas, é um campo de pesquisa performativo e filosófico contemporâneo, em que a arte atua na decolonização, através de técnicas advindas da ritualística e filosofias afro-diaspóricas brasileiras. Classificação livre. Cortejos previstos: Maracatu Rural Estrela de Ouro- O Maracatu Estrela de Ouro foi criado 1966, no Sítio Chã de Camará, município de Aliança, Zona da Mata Norte pernambucana. Seu mentor, o Mestre Batista e outros moradores do sítio decidiram criar o maracatu para inseri-lo nas brincadeiras do cavalo-marinho, forró de rabeca e rodas de ciranda; Reinado/Congado Massambique de Nossa Senhora das Mercês e Congo de Nossa Senhora do Rosário- A Guarda de Massambique de Nossa Senhora das Mercês, de Oliveira, Minas Gerais, tem como liderança a Capitã Pedrina de Lourdes Santos, que é congadeira e pesquisadora, com vasto conhecimento de cantos e oralidade em línguas africanas de matriz banto, sobretudo no que se refere ao Reinado de Nossa Senhora do Rosário. O grupo tem membros de sua família e de sua comunidade; Indígenas Pankararu- A história deste grupo Pankararu é muito semelhante à de outras centenas de povos originários, onde mesmo após assegurar a proteção de territórios concedidos no final do império,viram seus direitos desrespeitados no começo do século XX. Esse grupo migrou para São Paulo e morou na Favela Real Parque, tendo retornado recentemente a seu território original, na aldeia Brejo dos Padres, no sertão de Pernambuco, quase às margens do Rio São Francisco; Folia- de- Reis Penitentes de Santa Marta- Em meados dos anos 60 a Folia de Reis do mestre Zé Cândido, morador da Ilha do Governador, convidou pessoas do Santa Marta para integrarem a sua Folia de Reis. Com a morte do mestre, o Sr. Luiz assumiu esta posição e a Folia passou a sair nos arredores de sua casa, no Morro Santa Marta. Foi sucedido por Mestre Zé Diniz que trouxe 3 gerações de sua família, com forte presença feminina. Hoje o mestre é seu filho, Ronaldo Falado, que foi um dos grandes palhaços de reisado no Rio de Janeiro; Apresentações Musicais previstas: Jongo da Serrinha- O jongo, ritmo considerado o ritmo pai do samba carioca, é um patrimônio imaterial do sudeste tombado pelo IPHAN desde 2005 a pedido do Jongo da Serrinha. Criado na década de 70 pela família Monteiro no centenário Morro da Serrinha, o grupo musical se solidificou como uma das principais referências da cultura afro-brasileira no país; Fulu Misik- Desde 1999, o grupo tem trabalhado incansavelmente para desenvolver um gênero musical baseado no som de itens encontrados e na reciclagem de tudo o que é jogado no lixo. Sua narrativa audiovisual futurística inspira a consciência ecológica, a resiliência, a criatividade e a agitação nas pistas de dança; Amazones d’ Afrique- Les Amazones d’ Afrique- Grupo feminino panafricano foi criado em 2014, celebrando a coragem de guerreiras corajosas. O coletivo agrega hoje artistas africanas e da diáspora, com a malinense Mamani Keita, as cantoras Fara Ruffino, do Benim, a burkinabé Kandy Guira, a nigeriana Nneka, a cantora da Costa do Marfim, Dobet Gnahoré e a congolesa Alvie Bitemo; Ponto.BR- coletivo que reúne alguns guardiões da nossa cultura tradicional, como Mestre Walter do Maracatu Estrela Brilhante do Recife, em diálogo com os músicos Renata Amaral, Eder O Rocha, Thomas Rohrer e Henrique Menezes. O show terá participação especial das mulheres da Família Menezes, da Cada Fanti Ashanti, do Maranhão. A Família Menezes integrou a Casa Fanthi Ashanti, importante casa de candomblé e tambor de Mina, da nação Jeje Nagô, fundada no Maranhão em 1954. Seminário- Convidados previstos: Djamila Ribeiro, filósofa, feminista negra, escritora e acadêmica brasileira. Pesquisadora e mestra em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Autora do livro "Lugar de Fala"; Mário Chagas Poeta e museólogo. Um dos responsáveis pela Política Nacional de Museus e um dos criadores do Sistema Brasileiro de Museus, do Cadastro Nacional de Museus, do Programa Pontos de Memória, do Programa Nacional de Educação Museal e do Instituto Brasileiro de Museus; Claudine Haroche socióloga e autora do livro “ O Desenraizamento Contemporâneo: o imediato e o real”, escrito em parceria com Joel Birman; Gaetano Ciarcia, antropólogo da EHESS e autor do livro “O reverso do esquecimento - Memórias e comemorações da escravidão no Benin; Elikia M’ Bokolo, historiador congolês, especialista em história social, política e intelectual da África e coordenador da coleção "História Geral da África"; Ana Lucia Araújo, historiadora e autora americana, de origem brasileira, residente nos Estados Unidos e integrante do comitê científico international do projeto A Rota do Escravo da UNESCO; Lygia Segalla, Professora Associada da Universidade Federal Fluminense no Programa de Pós-graduação em Cultura e Territorialidade. Especialista em: “Memória social e Patrimônio Cultural”, “Antropologia do Trabalho e Estudos biográficos” e “Antropologia da Imagem e Comunicação”; Antônio Firmino, um dos criadores do Museu Sankofa de Memória e História da Rocinha, com diversas ações culturais em seu território e integrante do Fórum Cultural da Rocinha;Françoise Vergès, cientista política, historiadora e ativista francesa, especialista em estudos pós- coloniais, crescida na Ilha da Reunião.Autora de “Descolonizar o Museu: a desordem absoluta”; Raquel Barreto, doutora em História pela UFF e curadora- chefe do MAM- Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro. Pesquisa a história do Partido dos Panteras Negras e a relações entre visualidade, política e poder. É especialista nas autoras Angela Y. Davis e Lélia A.Gonzalez; Aderbal Ashogun, filho de Mãe Beata de Iemonjá e coordenador da OMO ARO CIA CULTURAL, que tem como prioridade a manutenção e resgate do complexo cultural dos povos tradicionais de terreiros. Coordena o Programa Oku Abo, um espaço sagrado. É produtor cultural, realizou vários encontros, festas e reuniões com temas voltados à cultura e aos saberes tradicionais.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar um festival das culturas afro-brasileiras e das culturas africanas, a Caravana África Diversa, em duas cidades - em Nantes (França) de 13 a 21 de setembro e no Rio de Janeiro (Brasil), de 22 a 30 de novembro, com uma programação em múltiplas linguagens (teatro, dança, literatura e oralidades) onde todas as atividades serão gratuitas. O projeto contribuirá para a manutenção, circulação e renovação do universo simbólico e imaginário destas culturas em nossa sociedade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar, em cada uma das duas cidades, 30 ações diversas: ● 06 espetáculos de teatro e dança; ● 03 rodas de mestres de cultura popular; ● 01 espetáculo de contos; ● 04 cortejos de cultura imaterial; ● 03 apresentações musicais; ● Seminário com 06 oficinas e 06 mesas redondas; ● 01 publicação com artigos dos convidados para distribuição aos parceiros, com tiragem de 1000 exemplares. A programação será integralmente gratuita e todos os produtos serão munidos de medidas de acessibilidade física e de conteúdo cabíveis. Essas atividades acontecerão em 2 cidades, totalizando 60 atividades gratuitas. AMPLIAÇÃO DE ACESSO: 8 atividades: 4 apresentações artísticas de narradores de histórias e 4 palestras em associações culturais ou sociais locais. Estas atividades acontecerão em 2 cidades, totalizando 16 atividades gratuitas.

Justificativa

O Brasil recebeu e ainda recebe enorme influência da África na formação de sua identidade. A riqueza e diversidade das manifestações culturais, grupos, artistas e pesquisadores que encontramos em nosso território e que dialogam com a cultura de alguns países do continente africano nos comprovam a veracidade desta afirmação. Mesmo após tantos anos do início da presença africana em nosso território, ainda hoje é fundamental que tenhamos ações, projetos e programações culturais que falem a nós, brasileiros, sobre este tema, rememorando quem somos e o quanto estas culturas nos influenciaram. A Temporada Cruzada França- Brasil, criada pelos Presidentes Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva, será uma oportunidade de gerar intercâmbios e diálogos com artistas, pesquisadores e grupos da França e da África Francófona que trabalham com temas das culturas afro-brasileiras e africanas. Desde 2011, Daniele Ramalho, representante legal da Geral Produções, tem criado ações entre Brasil, França e África. A artista e gestora, que é Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais, pela Fundação Getúlio Vargas, com a dissertação "África Diversa: as narrativas dos lugares de memória do Circuito Histórico e Arqueológico da Celebração da Herança Africana", tem se dedicado a realizar pesquisas e programações com temas de África e da diáspora brasileira. A Temporada Cruzada Brasil- França reforçará laços já criados pelo projeto África Diversa com instituições culturais brasileiras e francesas e favorecerá projetos baseados em parcerias entre instituições, organizações e artistas franceses e brasileiros, suscetíveis de se prolongarem para além de 2025, ampliando os laços entre as nossas sociedades. A Lei de Incentivo é um importante mecanismo para obtenção de parceria na iniciativa privada na realização de um projeto cultural, sendo a sua existência fundamental para democratização da cultura no Brasil. A aprovação da Caravana África Diversa pela Lei de Incentivo à Cultura é de imensa importância e está em consonância os seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: e) realização de festival de arte. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O Festival fará parte da programação oficial da Temporada Brasil-França 2025, conforme cartas de chancela do Comissariado Brasileiro e do Comissariado Francês anexadas. Obs: Após o preenchimento do projeto no sistema, foram feitas inúmeras tentativas de excluir o país Benim como um dos locais de realização do projeto, como informado através da aba "Minhas Solicitações" no próprio sistema. Conforme orientação, enviei e-mail informando a questão. Peço que seja desconsiderado o Benim, durante a avaliação do projeto.

Especificação técnica

OFICINAS Previstas: 1.Oficina de Afrobutoh- com Benjamim Abas. Formação dividida em aulas com a dança afro-tradicional, as linguagens da capoeira e o teatro, a capoeira, em diálogo com a dança afro tradicional e contemporânea e os valores poéticos da filosofia ancestral africana. Carga Horária: 16h- Classificação Etária: 14 anos. Vagas: 20 pessoas; 2. Oficina de toque de Maracatu, com Maracatu Estrela de Ouro. A tradição do Maracatu de Baque Solto, também conhecido como Maracatu de Orquestra ou Maracatu Rural, composto por dança, música e poesia e associado ao ciclo canavieiro da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Instrumentos de percussão e sopro, como caixas, ganzás, gonguês, taróis, tambores, trombones e cornetas. Carga Horária: 6h- Classificação Etária: 14 anos. Vagas: 30 pessoas; 3. Oficina de dança e toque do Jongo, com Jongo da Serrinha. Os alunos terão contato com a dança e o toque do jongo ou caxambu, um patrimônio imaterial do Sudeste do Brasil. Carga Horária: 6h- Classificação Etária: 14 anos. Vagas: 30 pessoas; 4. Oficina de dança de Cavalo-marinho, com Maracatu Estrela de Ouro. Os participantes serão introduzidos aos passos da dança pelos mestres desta tradição, experimentando a brincadeira. Carga Horária: 6h- Classificação Etária: 14 anos. Vagas: 25 pessoas; 5. “Os cantos e saberes do Reinado”, com Capitã Pedrina de Lourdes Santos. A partir dos cantos de matriz banto ancestral, a Capitã, apresentará aos alunos a organização social e os saberes ligados à tradição do Reinado em sua família. Carga Horária: 6h- Classificação Etária: 14 anos. Vagas: 20 pessoas; 6. “Experiências em Cartografia Social", com Lygia Segalla e Antônio Firmino. A cartografia social é uma vertente da ciência cartográfica que trabalha com a caracterização espacial de territórios de interesses socioambiental, econômico e cultural, que estão em disputa e que possuem vínculos ancestrais e simbólicos. É uma ferramenta utilizada no planejamento e na transformação social, sendo fundamentada na investigação-ação-participativa e desenvolvimento local. A cartografia social permite às comunidades desenhar, com a ajuda de profissionais, mapas dos territórios que ocupam . Carga Horária: 12h- Classificação Etária: 14 anos. Vagas: 30 pessoas. Todas as atividades serão gratuitas. REVISTA. Formato previsto: Capa: 28x42,5cm, 4x4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco 250g. Impressão Offset, Saída em CTP. Miolo: 60 pgs, 21x28cm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco 150g. Impressão Offset, Saída em CTP. Dobrado (Miolo), Intercalado, Grampeado, Boneca(Miolo), Prova de Cor Padrão ISO 12647(Capa), Vinco e/ou Dobra e/ou Picote, NºVinco ou Picote: 1, Nº de Dobras: 1(Capa), Laminação Fosca, Nº lados 1(Capa).Tiragem: 1000 exemplares por cidade. Distribuição gratuita.

Acessibilidade

PRODUTO FESTIVAL (SOMENTE ESTRUTURA): Acessibilidade física: Escolha de espaços que estejam de acordo com a legislação e garantam acesso a todas as formas de mobilidade. Caso não seja possível, a equipe se responsabilizará por garantir o acesso de pessoas com deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Aviso escrito sobre medidas de acessibilidade disponibilizadas. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual:Profissional da equipe disponível para acompanhamento deste público aos espaços e atividades disponibilizadas. PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Acessibilidade física: Escolha de espaços que estejam de acordo com a legislação e garantam acesso a todas as formas de mobilidade. Caso não seja possível, a equipe se responsabilizará por garantir o acesso de pessoas com deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Intérprete de LIBRAS nas apresentações de teatro; Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Audiodescrição nas atividades do seminário. PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: Acessibilidade física: Escolha de espaços que estejam de acordo com a legislação e garantam acesso a todas as formas de mobilidade. Caso não seja possível, a equipe se responsabilizará por garantir o acesso de pessoas com deficiência física ou com dificuldades de locomoção. PRODUTO SEMINÁRIO: Acessibilidade física: Escolha de espaços que estejam de acordo com a legislação e garantam acesso a todas as formas de mobilidade. Caso não seja possível, a equipe se responsabilizará por garantir o acesso de pessoas com deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Intérprete de LIBRAS em atividades do Seminário- rodas de mestres, mesas de debates e oficinas (caso haja pessoas com deficiência auditiva inscritas). PRODUTO PERIÓDICO (REVISTA): Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Audiobook da revista. COMUNICAÇÃO DO PROJETO: Legenda descritiva e uso da hashtag #PraCegoVer nas postagens de divulgação nas redes sociais do festival.

Democratização do acesso

O projeto respeitará o Art. 46 da IN Nº 23/2025, contendo em seu plano de distribuição: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II – até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituições públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Neste caso, a programação será inteiramente gratuita. O projeto atenderá ainda à seguinte medida de ampliação de acesso do Art. 47 da IN Nº 23/2025: V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas: 4 apresentações artísticas de narradores de histórias e 4 palestras em associações culturais ou sociais.

Ficha técnica

Daniele Ramalho – Idealização, Curadoria, Gestão/Coordenação geral do projeto, Editoria da revista, Palestrante em mesa, Artista Narradora na Noite de Contos: Atriz, narradora de histórias e gestora cultural. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais do CPDOC, da FGV-RJ. Formada em Artes Cênicas pela Uni- Rio. Criou a Geral Projetos Culturais, que assina projetos nas áreas das Artes Cênicas, da Oralidade e de Literatura. Realiza desde 2011 o Festival África Diversa. Realiza projetos e programações para Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Sesc Rio, Sesc Nacional, Porto Maravilha, Instituto Moreira Salles, Câmara Brasileira do Livro e, desde 2000 programações com Cultura Imaterial Brasileira para Museu do Folclore e Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Foi diretora da Biblioteca Parque da Rocinha e curadora da Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Participou do programa “Courants du Monde, programa do Ministère de la culture et de la communication de la France. Recebeu em 2012 em Cotonou, no Benim o Prêmio da Palavra, por seu trabalho com oralidade e pelas pontes que cria entre Brasil e África. Realiza projetos com narrativas, contos, mitologia e oralidades. Hassane Kouyaté – Curador convidado, Produtor associado, Palestrante em mesa, Artista Narrador e Diretor Cênico na Noite de Contos: Ator, diretor e griô, de Burkina Faso. Diretor do Festival das Francofonias de Limoges, diretor do Festival de Yeleen, em Burkina Faso e diretor da companhia "Deux Temps, Trois Mouvements" do Théâtre Galante de Avignon. Atualmente diretor de Francofonias -Da escrita ao palco, Centro de Referência para Criação Francófona e presidente do C.A.I. (Comitê Artístico Internacional) do MASA (Mercado das artes e do entretenimento africano), dirigiu a cena nacional da Martinica Trópiques-Atrium há 4 anos. Foi co-comissário da criação do curso permanente na Cité Internationale de la Langue Française em Villers-Cotterêts. Integrou o júri para a designação da capital cultural francesa. Maria José Gouvêa - Coordenação de Pesquisa e Produtora: Arte educadora, pedagoga, especialista em educação para as infâncias e mestre em História Contemporânea. Experiência docente na área de educação e cultura em cursos de formação e especialização [PUC Rio e UERJ]. Trabalhou na elaboração e implementação de projetos socioculturais para ONGs, Prefeituras, Canal Futura e para o escritório Flaksman, Pinni e Vergara Arquitetura e Arte. Participou de projetos editoriais, como: Arte Urbana e a [re]construção do imaginário da cidade; Coletores de Imagens: vida e estética entre gerações na periferia do Rio de Janeiro; Um Balcão na Capital – Memórias do Comércio na Cidade do Rio de Janeiro, Circular Cuidadores do Mundo – um estudo sobre o cuidar. Foi residente do Programme Courants da Maisons des Cultures du Monde em Paris. Participa de Comissões em editais para a Secretaria de Estado de Cultura|RJ, SESI RJ|Firjan, Fundação Catarinense de Cultura; Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e Sesc Rio. No SESC Rio de Janeiro, trabalhou por mais de 30 anos, como arte educadora, coordenadora de literatura e projetos culturais e gerente de cultura, em todo o estado. Michelly Mury - Coordenação de Conteúdo e Comunicação: Mulher negra, nascida e criada na cidade do Rio de Janeiro. Atualmente é Label Manager na Altafonte, uma distribuidora digital, e curadora artística do Festival Feira Preta. Há mais de vinte anos atua à frente de projetos com olhar plural e diverso, dentro e fora do Brasil. Em seus campos de atuação destacam-se a curadoria artística, a direção artística e a direção criativa de projetos culturais. Atuou na equipe de Programação Artística do Centro Cultural Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. Foi Coordenadora Artística da Casa Natura Musical. Integra o time de educadores do projeto “Sementes – Caminhos para uma produção mais diversa”, que oferece capacitação em produção e gestão cultural para artistas e produtores não-brancos de maneira gratuita e acessível. É embaixadora do WME e integra a Comissão de Música da Rio2C 2024. Atua como curadora de projetos diversos em agências de comunicação e conteúdo como a Lemme, Atenas e Cely. Murilo Sierra – Produção Executiva e Administração: Engenheiro com experiência em gerenciamento de projetos, participa há 30 anos do Grupo Vocal Equale como cantor e produtor, tendo participado também como Produtor Executivo em projetos do grupo e em projetos da Geral Produções, como Narrativas Fluminenses e África Diversa, respondendo por gestão dos contratos e administração financeira. Batman Zavareze - Iluminação e Videografismo: Diretor geral de renomados shows, diretor de arte e artista visual de grandes experiências, tem em seu currículo um repertório de eventos no Brasil e no mundo. Há décadas, se consolidou como um designer, curador de festivais e artista visual altamente qualificado. Deu vida à sua visão criativa como diretor artístico de grandes shows musicais (Marisa Monte, Tribalistas, Planet Hemp), exposições de arte e eventos ao vivo (Olimpíadas do Rio 2016, posse do presidente Lula da Silva, Abertura da Cop 28 em Dubai e Ocupação total da Times Square em NY num grande Chamado à Ação: Salve a Amazônia.). De maneira singular participou da criação e dirigiu o projeto imersivo do Museu da Imagem do Som do Ceará. Como visionário diretor e curador do Festival de Arte Digital Multiplicidade desde a sua criação em 2005. Marcos Corrêa - Diretor de Arte, Designer Gráfico e Cenografia. Designer gráfico, formado em Desenho Industrial/Programação Visual pela Escola de Belas Artes/UFRJ. Fundador do Ato Gráfico Design. Desde 1996 direciona seu trabalho para as áreas de cultura, ciência, educação e arte. Desenvolve projetos gráficos para Teatro de Anônimo, SESC Nacional, Imago Editora, Ediouro, Escola Piollin, FASE, Programa Social Crescer e Viver, CEDAC, Casa Laboratório, SMC/Prefeitura do Rio, Gauche Eventos, JLM Produções, Centro Cultural Cartola, Museu do Samba entre outros. Fez a direção de arte de projetos como “Simpósio Internacional de Contadores de Histórias” e exposição “Docas Dom Pedro II” para a ong Ação e Cidadania, em 2014. Em 2018, fez a direção de arte para cenografia do Espaço Infantil da Bienal do Livro de São Paulo. Desde 2011 assina a direção de arte do festival “África Diversa”. *É prevista a remuneração do proponente pelas rubricas Curadoria, Gestão/Coordenação geral do projeto, Editoria da revista, Palestrante em mesa, Artista Narradora na Noite de Contos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-05-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro