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PRONAC 250948Expirado o prazo de captação totalMecenato

Encontros amazônicos

INSTITUTO INCLUSARTIZ
Solicitado
R$ 2,49 mi
Aprovado
R$ 2,49 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
DocumentDigitaliz d Acervo;Pesquis;Sist d Informaç
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Pesquisas
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-04-01
Término
2026-04-01
Locais de realização (3)
Manaus AmazonasBelém ParáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto consiste em uma pesquisa, conduzida pelo filósofo e historiadorHans Ulrich Gumbrecht, sobre as manifestações e diversidades culturais da região amazônica. Serão pelo menos 30 entrevistas gravadas nas cidades de Belém e Manaus, além de mais de 60 textos desenvolvidos, que posteriormente irão compor o livro "Encontros Amazônicos" e um documentário homônimo, de aproximadamente 70 minutos.A pesquisadora e curadora da Bienal das Amazônias, Vânia Leal, realizou uma pré-seleção de artistas para apresentar a Hans Ulrich Obrist. O livro será lançado em Belém, Pará, no ano de 2025. Alinhado à proposta do evento, a publicação discutirá a importância da floresta Amazônica a partir da perspectiva única de seus habitantes.

Sinopse

O livro foca diretamente na produção cultural da região amazônica, destacando e valorizando artistas e pesquisadores locais. Ao selecionar 60 artistas da Amazônia, a iniciativa promove a regionalização ao dar visibilidade a conteúdos que emergem diretamente dessa rica e diversa região. Além disso, o projeto prioriza o uso de recursos humanos locais, tanto na curadoria quanto na produção do livro e do documentário, fortalecendo a cadeia produtiva cultural da Amazônia.

Objetivos

Objetivo Geral Abordar, de uma nova perspectiva, a diversidade das manifestações culturais da Região Amazônica, sob a supervisão e curadoria do pesquisador Hans Ulrich Obrist, especialista no tema. Objetivos Específicos 01 pesquisa na região amazônica, durante 04 meses, com no minino a realização de 30 entrevistas e a produção de cerca de 60 textos Produção de 01 livro de até 500 páginas sobre o conteúdo da pesquisa Produção de 01 documentário média-metragem, de aprox. 75 minutos, com Lançamento do Livro "Encontros Amazônicos", em Belém do Pará

Justificativa

Finalidades atendidas: Art. 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. mediante: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

Livro Título: Encontros amazônicosFormato: 21 x 28 cm, capa duraPáginas: 500 páginas, com impressão em papel de alta qualidade para garantir a durabilidade e a fidelidade das imagens.Idioma: Português e Inglês (edição bilíngue)Conteúdo: O livro reúne textos e entrevistas com os 60 artistas e pesquisadores selecionados, acompanhados de imagens das obras e das paisagens amazônicas, proporcionando uma visão abrangente da riqueza cultural e natural da região. A publicação será dividida em seções temáticas, explorando diferentes aspectos da produção cultural amazônica e sua relação com a floresta.Curadoria: Hans Ulrich Obrist, com pré-seleção realizada por Vânia Leal.Lançamento: Previsto para 2026, em Belém, Pará, durante a COP 30, como parte das comemorações e discussões sobre a preservação da Amazônia.Distribuição: O livro será distribuído para bibliotecas, centros culturais e instituições de ensino, com tiragem limitada para venda ao público interessado.Esses produtos culturais visam não apenas preservar e divulgar a riqueza da cultura amazônica, mas também conscientizar o público sobre a importância da preservação ambiental e da diversidade cultural da região.

Acessibilidade

PRODUTO: Livro ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O livro é acessível para deficientes auditivos não sendo necessária nenhuma ação para tal. Para o evento de lançamento será contratada equipe de profissionais que realizará tradução em Libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Produção de 5% do número de livros com tradução em braille. No evento de lançamento, será contratada será contratado o serviço de audiodescrição. PRODUTO: Documentário ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, respeitando as exigências de acessibilidade a pessoas idosas nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741 de 01 de outubro de 2003, e acesso preferencial em todos os locais de realização do projeto, bem como condições de acessibilidade a portadores de deficiência, espectros e síndromes conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 com prioridade e facilidades para acesso e locomoção. Para fins de atendimento do Art. 27, II do Decreto 5.761/06 e artigos 21 e 23 da Instrução Normativa Nº 1, de 9 de fevereiro de 2012 será disponibilizado acesso preferencial para idosos e portadores de deficiência. As exposições também serã pensadas no sentido de facilitar o acesso visual as obras, tanto para cadeirantes, quanto para crianças. *Não há item específico na planilha orçamentária para a acessibilidade física, uma vez que o espaço já atende adequadamente às exigências da lei. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Janela de libras e legendagem ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição

Democratização do acesso

PLANO DE DISTRIBUIÇÃO Medidas atendidas, de acordo com a resolução: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura. Outra medida sugerida: Palestra de sensibilização, com a participação de pelo menos 03 (três) instituições educacionais que receberam o livro de forma gratuita, com pessoas envolvidas no projeto para a divulgação pedagógica da proposta. LIVRO O projeto não apresenta comercialização de nenhum dos produtos culturais, mas prevê a comprovação da distribuição dos 3.000 exemplares produzidos, distribuídos pelos seguintes grupos: 10% dos exemplares serão destinados ao patrocinador; (inciso I, art. 46) 10% dos exemplares serão distribuídos em ações promocionais (inciso II, art. 46) 20% dos exemplares serão distribuídos gratuitamente para instituições com caráter social ou educativo (inciso III, art. 46; inciso I, art.47) DOCUMENTÁRIO A sessão de estreia terá entrada gratuita. Os ingressos serão distribuidos da seguinte maneira: 10% dos ingressos serão destinados ao patrocinador; (inciso I, art. 46) 20% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente para instituições com caráter social ou educativo (inciso III, art. 46; inciso I, art.47) 20% dos ingressos serão destinados a equipe envolvida no documentário;

Ficha técnica

Vania Leal Machado é Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura. Desde 2007, coordena e atua como Curadora Educacional do Projeto Arte Pará. Com uma carreira destacada na curadoria e pesquisa em artes, ela tem participado de júris de seleção e premiação em várias partes do Brasil. Suas curadorias incluem o 9º Salão de Arte Contemporânea SESC Amapá, o Salão UNAMA de Pequenos Formatos, e a Exposição Amazônia – A Arte no Museu Vale e no Palácio das Artes. Vânia também se destaca pelo compromisso com a preservação ambiental, tendo sido consultora curatorial do Projeto Arte Contemporânea - SEBRAE em Rio Branco, Acre, e curadora de exposições que exploram a relação entre arte e ecologia, promovendo a sustentabilidade e a valorização das riquezas naturais da Amazônia Hans Ulrich Obrist (nascido em 1968, Zurique, Suíça) é Co-Diretor das Serpentine Galleries, Londres, e foi Curador do Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris. Desde sua primeira exposição "World Soup" (The Kitchen Show) em 1991, curou mais de 300 exposições. Até 2016, Obrist co-curou nas Serpentine Galleries exposições solo para Michael Craig-Martin, Simon Denny, Hilma af Klint e DAS INSTITUT. Em 2014, ele curou o Pavilhão Suíço na 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, apresentando Lucius Burckhardt e Cedric Price—A stroll through a fun palace, com edifício projetado por Herzog & de Meuron e programa desenvolvido com Liam Gillick, Philippe Parreno, Tino Sehgal e Dominique Gonzalez-Foerster. O projeto Art of Handwriting de Obrist no Instagram é um protesto contra o desaparecimento da escrita à mão na era digital. Em 2013, Obrist co-fundou com Simon Castets o 89plus, um projeto de pesquisa internacional para mapear a geração nativa digital nascida em ou após 1989. Em 2011, recebeu o CCS Bard Award for Curatorial Excellence, em 2009 foi feito Honorary Fellow do Royal Institute of British Architects (RIBA), e em 2015 recebeu o International Folkwang Prize por seu compromisso com as artes. Obrist lecionou internacionalmente e é editor colaborador de várias revistas e jornais. As publicações recentes de Obrist incluem Conversations in Colombia, Ways of Curating, The Age of Earthquakes com Douglas Coupland e Shumon Basar, e Lives of The Artists, Lives of The Architects, usando entrevistas com artistas, arquitetos e pesquisadores. Em 2013, Obrist co-fundou com Simon Castets o 89plus, um projeto de pesquisa internacional para mapear a geração nativa digital nascida em ou após 1989. Em 2011, recebeu o CCS Bard Award for Curatorial Excellence, em 2009 foi feito Honorary Fellow do Royal Institute of British Architects (RIBA), e em 2015 recebeu o International Folkwang Prize por seu compromisso com as artes. As publicações recentes de Obrist incluem Conversations in Colombia, Ways of Curating, The Age of Earthquakes com Douglas Coupland e Shumon Basar, e Lives of The Artists, Lives of The Architects, usando entrevistas com artistas, arquitetos e pesquisadores. O modelo do livro “Encontros Amazônicos” proposto aqui é inspirado em seu modelo de entrevistas. Hans Ulrich Obrist (nascido em 1968, Zurique, Suíça) é Co-Diretor das Serpentine Galleries, Londres, e foi Curador do Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris. Desde sua primeira exposição "World Soup" (The Kitchen Show) em 1991, curou mais de 300 exposições. Até 2016, Obrist co-curou nas Serpentine Galleries exposições solo para Michael Craig-Martin, Simon Denny, Hilma af Klint e DAS INSTITUT. Em 2014, ele curou o Pavilhão Suíço na 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, apresentando Lucius Burckhardt e Cedric Price—A stroll through a fun palace, com edifício projetado por Herzog & de Meuron e programa desenvolvido com Liam Gillick, Philipp Ueliton Santana dos Santos é Doutor em Arte Contemporânea pela Universidade de Coimbra (2017) – Portugal, Mestre em Ciências pela UFRRJ (2014), especialista em metodologia do ensino da arte (2010), licenciado em artes visuais FAO (2009), estudou pintura na escola de belas artes de Cusco, Peru (2004). Nasceu em 25 de outubro de 1981, em Sena Madureira-Ac, Brasil. Sempre se interessou pelas artes visuais e realizou sua primeira exposição no ano 2000, e desde então não para de produzir e expor em algumas capitais brasileiras. Em 2006, participa da realização de uma obra do artista colombiano Alberto Baraya para a 27º Bienal Internacional de São Paulo, expõe no Salão Negro do Congresso Nacional/Brasília. Danilo de S’Acre é artista visual. Nasceu em Rio Branco, Acre, em 1958. Inicia sua atuação nas Artes Visuais a partir dos anos 1974. Possui uma vasta experiência em exposições e pesquisas de visualidades, tais como pintura, desenho, performance, fotos e filmes experimentais. O artista fez uma permanência e vivência artística na Itália, no período de 1980 a 1993, numa experiência de estudos artísticos, desenvolvendo e aperfeiçoando conhecimentos, interações e intercâmbios no vasto universo das artes. A poética das coisas é uma de suas inalcançáveis prioridades: buscar e tentar atingir a criação da obra de arte na impossibilidade visual. Augusto Ivam Amoras Amanajás é filho de Augusto Amoras Amanajás e Deuzuith Amoras Amanajás. Nasceu no dia 06 de outubro de 1956, na cidade de Macapá, capital do Estado do Amapá, onde cresceu e vive até hoje. Ivam Amanajás começou suas atividades artísticas precocemente. Em 1969, com apenas 13 anos de idade, participou de uma exposição coletiva no extinto Ginásio de Macapá (GM), que reuniu na ocasião artistas plásticos renomados como R. Peixe, Antônio Homobono, Olivar Cunha, Abenor Amanajás, entre outros. Em sua juventude, o artista já possuía uma forte tendência para o surrealismo, o qual aderiu por muito tempo. Mas Ivam Amanajás foi além, dominando outros estilos, incrementando-os em suas obras. Waleff Dias (Macapá, Amapá, Amazônia, Brasil, 1993). Nascido e criado em Macapá/AP. Vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e o Amapá. É psicólogo, artista interdisciplinar e pesquisador. Graduado em Psicologia pela Faculdade Estácio de Macapá, mestre em Artes Visuais, com habilidade em Arte, Imagem e Cultura, na Universidade de Brasília, e recentemente, doutorando em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense, pesquisando autoimagem a partir do processo étnico-racial. No campo da Arte, por meio das aparições – em suas diversas manifestações –, dedica-se a estudar e elaborar procedimentos perecíveis. Sãnipã pertence à etnia Apurinã. Foi batizada e registrada no cartório como Maria Antônia Souza Silva, nome que usou até iniciar seu contato com as artes plásticas em 2003. Em 2005, formou-se no curso de Pintura da Escola de Arte do Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura da Amazônia, em Manaus. Tornou-se a primeira indígena da etnia Apurinã a se profissionalizar nas artes visuais em uma formação que durou 4 anos e meio, de 2003 a 2005 quando fez a formação profissional e de 2006 a 2008 período que fez aperfeiçoamento técnico e artístico também no Instituto Dirson Costa. Atualmente, desenvolve trabalhos artísticos e de educação indígena nas cidades de Manaus, Pauini e Lábrea, no Amazonas. Ehuana Yanomami Nascida no Demini, uma das 350 aldeias da Terra Indígena Yanomami, a maior área demarcada do Brasil, ela foi a primeira mulher de sua etnia a escrever um livro em sua própria língua: Organizado por ela e pela antropóloga e indigenista Ana Maria Machado, em coautoria com uma anciã que vivia em sua aldeia, narra o rito de passagem para a maturidade e o novo corpo.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.