Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto visa lançar durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima - COP 30, o festival"Canções da Terra" — com a série de apresentações de chorinho - gênero musical instrumental brasileiro e patrimônio imaterial - celebrando a herança cultural e promovendo a diversidade artística do país. Também irá democratizar o acesso à este estilo musical com trasnsmissão ao vivo da apresentação e posterior lançamento do álbum"Canções da Terra"nas plataformas digitais, com 10 faixas inéditas, ampliando o alcance internacional. A iniciativa busca articular arte e sustentabilidade, utilizando a música como ferramenta de diálogo global sobre preservação ambiental, além de valorizar a identidade cultural brasileira e fomentar a economia criativa. O projeto alia tradição e inovação, fortalecendo a imagem do Brasil como potência cultural e engajada na agenda climática, durante um dos maiores eventos ambientais do mundo.
Não se aplica
Objetivo geral Lançar durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima - COP 30, o Festival inédito de Chorinho "Canções da Terra", música instrumental tradicional do Brasil, reconhecido como patrimônio imaterial, celebrando a rica herança cultural brasileira e promovendo a diversidade artística do país. Objetivos específicos 1. Realizar uma programação contínua durante 14 dias consecutivos, apresentações gratuitas com transmissão ao vivo on line, dedicadas exclusivamente ao chorinho, reforçando sua identidade como patrimônio imaterial. 2. Lançar nas principais plataformas digitais, o álbum "Canções da Terra" com 10 músicas inéditas autorais, em formato bilíngue, ampliando o alcance internacional, atraindo tanto ouvintes brasileiros quanto estrangeiros interessados em cultura autêntica.
Conforme atr. 3ºda Lei 8313/91, os recursos do pronac serão captados e canalizados para os seguintes objetivos: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A COP30 representa uma oportunidade única para o Brasil reafirmar seu protagonismo nas discussões globais sobre mudanças climáticas e sustentabilidade. O evento permitirá ao país destacar seus avanços em áreas estratégicas, como energias renováveis, biocombustíveis e agricultura de baixo carbono, além de reforçar sua atuação histórica em processos multilaterais, como a Eco-92 e a Rio+20. Além disso, a conferência será um palco para integrar a dimensão cultural às discussões ambientais, criando uma conexão mais profunda entre os participantes e a região amazônica, anfitriã do evento. Legado cultural e mudanças climáticasO chorinho, gênero musical tipicamente brasileiro, é reconhecido como um dos pilares da música popular do país e foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2020. Sua apresentação no aeroporto de Belém, ponto de entrada dos participantes internacionais, oferece uma primeira impressão autêntica e vibrante da cultura brasileira, reforçando a identidade local e a diversidade cultural do país. Esse projeto não apenas enriquece a experiência dos visitantes, mas também contribui para criar um legado cultural duradouro, amplificando a mensagem da COP30 e associando-a a momentos marcantes e simbólicos que ficarão na memória coletiva dos povos. A apresentação de um gênero musical conhecido por sua virtuosidade, improvisação e ritmo alegre promove a união entre os participantes em um clima de descontração e reflexão, estimulando a compreensão mútua e o diálogo entre culturas. Além disso, o chorinho tem o poder de engajar o público, especialmente os mais jovens, independentemente de idioma ou origem, mobilizando-os para a importância da conexão entre ciência, política e expressão humana em prol de um futuro sustentável. Valorizar o choro como patrimônio cultural imaterial reforça a ideia de que a preservação da natureza e da cultura estão intrinsecamente ligadas, ambas essenciais para a construção de um mundo mais equilibrado e harmonioso. Impacto e relevância De acordo com estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a COP30 deve atrair um fluxo de mais de 40 mil visitantes durante os principais dias da conferência. Desse total, aproximadamente 7 mil compõem a chamada "família COP", formada por equipes da ONU e delegações de países membros, representando uma diversidade de culturas e origens. A apresentação do chorinho no aeroporto será uma forma de recepcionar esses participantes, conectando-os à riqueza cultural e musical de Belém e do Brasil. Belém, como cidade anfitriã, possui uma tradição musical e cultural vibrante. Incorporar elementos locais, como o chorinho, nas atividades da conferência fortalece a conexão dos participantes com a cidade e sua identidade, ao mesmo tempo em que destaca a importância da cultura local no contexto global das mudanças climáticas. Conexão entre música e naturezaO chorinho, como gênero musical tradicional brasileiro, possui uma relação intrínseca com a natureza, tanto em sua essência quanto em suas inspirações temáticas e simbólicas. Embora predominantemente instrumental, muitas composições têm títulos ou temas que remetem diretamente à natureza, como "Sabiá" (um pássaro típico do Brasil), "Borboleta" e "Choro das Águas". Essas referências mostram como os compositores se inspiravam na beleza e na diversidade do ambiente ao seu redor, reafirmando a importância de se proteger o meio ambiente. Ao integrar o chorinho à programação da COP30, o Brasil não apenas celebra sua herança cultural, mas também reforça a mensagem de que a preservação da natureza e da cultura são pilares fundamentais para um futuro sustentável. Essa conexão entre música e meio ambiente pode inspirar os participantes a refletir sobre a importância de harmonizar o desenvolvimento humano com a conservação do planeta. A apresentação do chorinho durante a COP30 vai além de um mero entretenimento; é uma estratégia poderosa para promover a cultura brasileira, engajar os participantes e reforçar a mensagem central do evento: a necessidade de unir esforços globais para enfrentar as mudanças climáticas, preservando tanto a natureza quanto as expressões culturais que dela brotam. Essa iniciativa contribui para um legado cultural e ambiental que transcenderá o evento, deixando uma marca positiva na memória de todos os envolvidos.
Beneficiários das passagens ALEXANDRE FERREIRA, CPF 130 129 558 28 - Musico convidado MONICA BACALEINICK PASQUA - CPF 043 223 648 10 - produtora cultural IGOR BARAN DUBAS BORGES FERREIRA - 474 960 398 - 88 - Músico Estimativa de alcance de público Estimativa do público atingido com o link dos shows depende de fatores como divulgação, engajamento local e viralização online, mas é possível projetar cenários com base em dados comparativos: 1. Público presencial (Aeroporto de Belém): Tráfego diário no aeroporto: ~15 mil passageiros/dia (dados pré-COVID).Engajamento: 5-10% do fluxo pode parar para assistir (750–1.500 pessoas/dia).Total em 14 dias: ~10.500–21.000 pessoas. 2. Alcance digital (via link dos shows): Conversão do público presencial: 10-20% baixariam ou acessariam o álbum (1.050–4.200 pessoas). Alcance orgânico online:Plataformas digitais: Músicas gratuitas em Spotify/YouTube podem atingir 5.000–50.000 ouvintes/mês (dependendo de algoritmos e playlists).COP 30: Evento global com +30 mil participantes e cobertura midiática massiva. Um link divulgado em redes oficiais pode alcançar 100.000–500.000 visualizações.Redes sociais: Posts estratégicos com hashtags (#COP30, #Chorinho) e parcerias com influenciadores podem gerar 20.000–100.000 impressões. 3. Projeção consolidada (conservadora a otimista): Público direto: 15.000–70.000 pessoas (presencial + digital).Alcance indireto (compartilhamentos, mídia espontânea): 100.000–300.000 pessoas. Fatores críticos: Estratégia de marketing: Parcerias com artistas, embaixadores culturais e vinculação à pauta climática da COP 30.Qualidade do conteúdo: O formato bilíngue e instrumental facilita a adoção em playlists internacionais (ex.: "world music" ou "focus").Resumo: O projeto pode atingir entre 15 mil e 300 mil pessoas, variando conforme a eficácia da divulgação e o apelo transcultural do chorinho.
Para um espaço de 200m² do aeroporto de Belém que pode ter acústica desafiadora devido ao ruído ambiente e reverberação, as especificações técnicas dos equipamentos garantem a cobertura sonora uniforme, clareza e resistência a interferências. Especificação 1. Sistema de Som (P.A.) com Caixas Ativas Potência: Mínimo de 1.000W a 1.500W RMS (por caixa principal) para garantir volume adequado sem distorção. Configuração: 2 caixas principais + 1 subwoofer ativo (opcional, se houver necessidade de graves intensos). Frequência: Resposta de frequência: 50Hz – 20kHz (subwoofer: 30Hz – 150Hz, se usado). Dispersão: Caixas com ângulo de dispersão de 90° a 120° para cobrir o público uniformemente. SPL (Nível de Pressão Sonora): Mínimo de 120 dB para vencer ruído ambiente de aeroporto. Modelos sugeridos:Yamaha DXR12, JBL EON712, EV ELX200-12P. Observações: Uso de caixas ativas (com amplificador integrado) para simplificar a montagem. Posicionamento das caixas em altura (tripés ou suspensas) para evitar obstruções. 2. Mesa de Som com mínimo 8 Canais (Para mixagem básica de vozes e instrumentos) Canais: 8 a 12 entradas XLR (para microfones) + entradas lineares (P10) para instrumentos. Pré-amplificadores: Low-noise (ruído < -128 dBV) para evitar interferências. Efeitos: Reverb e delay integrados (úteis para ajustes rápidos). Saídas: Saídas principais (XLR ou Jack TRS) + saídas auxiliares para monitores. Phantom Power: +48V para microfones condensadores. Exemplos de Modelos: Behringer Xenyx X1222USB, Soundcraft EPM8, Allen & Heath ZED-10. Observações: Mesas com saída USB facilitam gravações ao vivo. 3. Microfones Dinâmicos e Condensadores (Para vozes e instrumentos acústicos) Dinâmicos: Modelos: Shure SM58 (vocal), Shure SM57 (instrumentos) - Vocais principais, amplificadores. - Padrão polar: Cardioide (rejeita ruído lateral). - Resistência a feedback. Condensadores: Modelos: Audio-Technica AT2020, Rode NT5. Vocais suaves, violões, captação detalhada. - Padrão polar: Cardioide ou Supercardioide. - Requerem phantom power (+48V). Quantidade Mínima Recomendada: 6 microfones dinâmicos (vocais e instrumentos).2 microfones condensadores (para detalhes acústicos). 4. Monitores de Retorno Potência: 200W a 400W RMS por monitor. Frequência: 60Hz – 18kHz. Direcionalidade: Angulação de 45° a 60° para evitar feedback. Posicionamento: 2 a 4 monitores (dependendo do tamanho do palco). Exemplos de Modelos Yamaha DBR10, JBL EON610, Mackie Thump 12A. Observações: Monitores ativos para simplificar a configuração.Uso de equalização seletiva para reduzir frequências que causam feedback. 5. Cabos XLR e P10 de Alta Qualidade (Para evitar ruídos e perda de sinal) Cabos XLR: Blindagem dupla (anti-interferência). - Comprimento: 5m a 10m (para conexões entre palco e mesa). - Marcas: Mogami, ProCo, Cable Matters. Cabos P10 (TS/TRS): - Tipo balanceado (TRS) para instrumentos. - Comprimento: 3m a 6m (conexões curtas). - Marcas: Fender, Planet Waves. Quantidade Mínima Recomendada: 10 cabos XLR.5 cabos P10. Considerações para o Espaço de 200m² 1. Acústica do Aeroporto: Uso de absorvedores de frequências médias/altas (ex.: tapetes, painéis) para reduzir reverberação.Posicionnamento das caixas de som longe de superfícies reflexivas (vidros, paredes lisas). 2. Distribuição Sonora: Se o espaço for muito alongado, adicione caixas de som auxiliares (delay lines) a cada 15m. 3. Ruído Ambiental: Monitoramento do nível de pressão sonora para garantir que a música não atrapalhe os avisos do aeroporto. 4. Testes Prévios: Faça um teste acústico no local para ajustar equalização e posicionamento das caixas. Checklist de Configuração Sistema de som posicionado em altura e angulado para cobrir 200m². Mesa de som com canais dedicados para cada microfone/instrumento. Monitores de retorno direcionados para os músicos (evitando apontar para microfones). Cabos organizados e protegidos (uso de cable covers para evitar acidentes).
O Aeroporto Internacional de Belém/Val-de-Cans (BEL), localizado em Belém, Pará, onde serão realizadas as apresentações, possui diversas medidas de acessibilidade para garantir que todos os passageiros, incluindo aqueles com necessidades especiais, tenham uma experiência confortável e segura. Medidas de acessibilidade oferecidas pelo aeroporto: I - no aspecto arquitetônico Pessoas com mobilidade reduzida ou idosos As instalações seguem a NBR 9050 (norma brasileira de acessibilidade), garantindo pisos antiderrapantes, corrimãos e balcões em altura adequada. Vagas reservadas próximas às entradas do terminal. Cadeiras de Rodas: Disponíveis mediante solicitação Acesso ao Terminal: Rampas e elevadores disponíveis para facilitar o acesso ao terminal para cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção. Balcões de Atendimento: Balcões de check-in e atendimento ao cliente adaptados para cadeirantes. Banheiros Acessíveis: Banheiros equipados com barras de apoio, lavatórios e sanitários acessíveis. Transporte Interno: Veículos adaptados para transporte de passageiros com deficiência dentro do aeroporto, se necessário. Áreas de Descanso: Áreas de espera com assentos confortáveis e espaços adequados para cadeirantes. Pessoas com deficiência Estacionamento Acessível: Vagas reservadas para pessoas com deficiência próximas às entradas do terminal. Sinalização: Sinalização tátil e visual para auxiliar pessoas com deficiência visual ou auditiva. Informações em Braille: Materiais informativos e sinalizações em Braille para passageiros com deficiência visual. Áreas de Alívio: Espaços designados para cães-guia ou animais de assistência. 2% de espaços serão para pessoas em cadeira de rodas, com a garantia de, no mínimo, um espaço 50% dos assentos reservados para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida tem características dimensionais e estruturais para o uso por pessoa obesa, conforme norma técnica de acessibilidade da ABNT. Os espaços e os assentos estarão situados em locais que garantam a acomodação de um acompanhante ao lado da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. Rotas de fuga acessíveis e alarmes com alertas visuais e sonoros. II - No aspecto comunicacional e de conteúdo Pessoas com transtorno do espectro autista Ambiente Sensorialmente Acessível: Redução de estímulos (iluminação suave, controle de volume). Empréstimo de kits sensoriais (fones de ouvido canceladores de ruído, óculos escuros, brinquedos sensoriais). Espaços de acalmia (quiet zones) com assentos confortáveis e pouca movimentação. Pessoas com deficiência visual Sinalização tátil e informações em braile. As apresentações serão realizadas com audiodescrição. A audiodescrição permitirá associar o aspecto sonoro da música à sua materialidade: as formas e materiais de cada instrumento, as maneiras de tocá-los, a composição da banda e sua disposição no palco. No final da apresentação, este público vai poder tocar e pegar os instrumentos. Pessoas com auditiva Sinalização visual e serviço de audiodescrição Pessoas com deficiência física, auditiva, visual, psicossocial ou múltipla Acompanhamento individualizado (mediante solicitação prévia). III - No aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto Guias visuais, detalhando o local, rotas e estrutura do evento. Sinalização clara e uso de materiais em linguagem fácil de ler (com ícones e texto simplificado). Equipe treinada para auxílio e orientação durante o evento. Pessoas com deficiência auditiva acesso à programação será traduzida em libras. Intérpretes de Libras: Presença de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) Audiodescrição e comunicação inclusiva: antes das apresentações serão associadas as características fisicas dos musicos e do palco. Após as apresentações os deficientes visuais serão convidados a associar o aspecto sonoro da música permitindo manusear os instrumentos e sua materialidade.
Todas as apresentações serão abertas e gratuitas, realizadas em área de 200m² no aeroporto internacional de Belém v. Júlio César, s/n – Val-de-Cães, Belém – PA, 66115-970, onde possa se garantir o acesso irrestrito a todos os tipos de público que circulam pelo local. De acordo com a movimentação aeroportuária circularam em média 325.814 passageiros pelo aeroporto de janeiro a julho de 2024.[1] 2024 Embarque Desembarque Total Janeiro 171.010 134.124 305.134 Fevereiro 142.341 133.796 276.137 Março 149.284 150.365 299.649 Abril 146.279 150.641 296.920 Maio 167.179 163.474 330.653 Junho 177.845 179.194 357.039 Julho 208.727 206.438 415.165 Média 325.814 [1] https://www.aeroportodebelem.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Resumo-Movimentacao-Aeroportuaria-Belem-Julho24.-pdf.pdf
Aleh Ferreira.............................................Musico solista instrumental , compositor, cavaquinho e bandolim Natural de São Paulo, Brasil, compositor autodidata com raízes profundas na música clássica. As obras, de caráter tonal e melodias intensamente expressivas, nascem da convicção de que a música deve transcender o ouvido e ecoar na alma. Parte delas foi registrada na Europa, onde encontrou ressonância para o trabalho. A criação flui de maneira orgânica: as melodias surgem como narrativas românticas, quase autobiográficas, prontas para serem traduzidas em partituras. Iniciou sua jornada musical aos 6 anos, aprendendo violão com o pai. Aos 11, descobriu o bandolim e mergulhou nos ritmos brasileiros — Choro, Samba, Bossa Nova —, que moldaram sua sensibilidade artística. Aos 16, decidiu dedicar-me à composição, e aos 17 escreveu sua primeira peça, marco de uma trajetória repleta de realizações. Sua participação em festivais rendeu frutos significativos: conquistou prêmios com obras como Tristezas de um Violoncelo, Ternura e Para uma Amiga, que se tornaram emblemáticas de seu estilo. Em 2000, embarcou na primeira turnê internacional, levando sua música à Angola a convite do governo brasileiro. Na sequência, percorreu os EUA por 23 dias com concertos e masterclasses, seguidos de apresentações em Moscou. Três anos depois, representou o Brasil no México, em Guadalajara, reforçando laços culturais. Um destaque em sua carreira foi em 2006, quando retornou à Rússia para acompanhar a gravação de dois concertos pela Orquestra Sinfônica de Moscou, sob a batuta do maestro German Céspedes. Entre 2006 e 2014, concentrou-se no cenário nacional, colaborando com orquestras brasileiras em projetos que celebraram nossa diversidade musical. Agora, prepara-se para um novo capítulo: a estreia de quatro obras inéditas na Venezuela, onde levará a sua música a dialogar com a riqueza cultural latino-americana. Cada nota carrega não apenas técnica, mas a busca incessante por conectar corações através da arte. Igor Baran............................................produtor cultural e musico instrumentista - cavaquinho Bacharelado em Administração Pública pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com enfoque em políticas públicas e gestão estratégica. Trabalhou em relações governamentais na Natura, atuando diretamente em políticas públicas de impacto local, cooperação para proteção da Amazônia, tributos, licenças e demais regulamentações em esfera federal, estadual e municipal. Liderou a criação e expansão do projeto AlehConvida (4 anos – atual) que já lançou +500 jovens artistas de periferias no Spotify, garantindo visibilidade global sem custos.
PROJETO ARQUIVADO.