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O Festival Velas ao Vento, será realizado na praia do Cumbuco, uma pequena Vila de pescadores que hoje é conhecida mundialmente pelos ventos fortes e constantes, que movem as jangadas e atraem turista para a prática do kitesurf. O projeto prevê a realização de diversas atividades culturais, durante 3 dias de festival, que contempla apresentações musicais, feira de artesanato, espaço gastronômico, todas ofertadas gratuitamente para comunidade e visitantes do local.
APRESENTAÇÕES MUSICAIS: Teremos seis apresentações musicais, durante três dias do Festival, acontecendo duas a cada dia. As bandas são residentes no Estado do Ceará. ESPAÇO GASTRONÔMICO: Teremos espaço para 10 expositores diários, que farão vendas de pratos para consumo local, durante os três dias de evento. Todos serão da comunidade ou que tem ponto de venda na cidade. FEIRA DE ARTESANTO: Teremos diariamente 10 expositores de artesanato local, que disponibilizarão seus produtos para venda, durante os 3 dias do festival.
OBJETIVO GERAL: Realizar a programação cultural do Festival Velas ao Vento, que será realizado na praia do Cumbuco, com diversas atividades culturais gratuitas, durante 3 dias de evento, com apresentações musicais, feira de artesanato e espaço para gastronomia, valorizando a produção local. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1- Realizar 6 apresentações musicais com bandas locais, 2 a cada dia do evento 2- Promover uma espaço de artesanato com artesãos locais, com 10 expositores diários, durante os 3 dias do evento. 3- Promover um espaço gastronômico, durante os três dias do evento, com 10 expositores diários.
A Praia de Cumbuco fica localizada na cidade de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza, Ceará. A comunidade surgiu de uma pequena vila de pescadores que tinha a pesca artesanal feita em jangadas, como principal fonte de renda. Por volta do início dos anos 2000, a praia do Cumbuco começou a ser frequentada por estrangeiros que, encontraram nesse local, boas condições para a prática do Kitesurfe, esporte que é movido pelo vento, em que os praticantes, sustentados por uma pipa no ar, são arrastando em uma prancha pelas águas. A chegada dos praticantes desse esporte, trouxe uma série de transformação para a comunidade, que vai desde o aumento populacional, empreendimentos e outras oportunidades de emprego. No entanto, os moradores mais antigos, ainda mantém vivo alguns costumes ligadas a pesca artesanal, com o uso das jangadas, que atualmente são também utilizadas para passeio com turistas no mar. Existem ainda outras atividades artesanais ligadas ao mar, como a confecção de utensílios a partir do uso de elementos advindos da natureza, mas que tem pouca aderência dos mais novos por conta das atividades, em turisticas, em que os mais jovens se setem atraídos a realizarem, deixando de lado os saberes tradicionais. Hoje pode-se dizer que, a cultura local é um misto de tradição novos elementos advindos com os praticantes do kitesurfe, onde muitos vieram e não mais voltaram, fazendo desse local, seu lugar de moradia e vida. O Festival Velas ao Vento, pretende celebrar a cultura local, valorizando os saberes tradicionais associados a oferta de atividades culturais gratuitas. A necessidade de usos de recursos públicos permitido pela Lei de Incentivo a Cultura, se dá pelo fato de que, o projeto pretende democratizar o acesso à produção cultural por meio de atividades gratuitas, valorizando os saberes locais, e ofertando a população, atividades culturais que não teriam acesso se não for por meio desse incentivo, pois ainda existem dificuldades de patrocínio direto para esse tipo de projeto na comunidade do Cumbuco. A proposta do Festival Velas ao Vento Cumbuco, está em consonância com a Lei 8.313/1991 , em seu artigo1º, concretizando-se nas seguintes ações: Todas as atividades culturais serão ofertadas gratuitamente, em concordância com o artigo 1, inciso I, que visa "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", e ainda em acordo com esse artigo, no inciso II-. Em que pretende "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". As atividades como os shows das bandas locais, a Feira de artesanato e espaço grastronômico, atendem a esse ponto, democratizando o acesso a cultura, além do inciso "IX - priorizar o produto cultural originário do País.", além de incentivar a economia e gerar renda para a comunidade. Para que os objetivos desse projeto sejam alcançados, está em conformidade com o artigo 3, da mesma Lei, inciso "II - fomento à produção cultural e artística, mediante:" e alínea "e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; ." Dentro do mesmo artigo, no inciso "IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:" na alínea "a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;"o projeto prevê acesso gratuito aos shows, espaço de gastronomia onde os stands serão distribuídos gratuitamente a comunidade local mediante cadastro, assim como os stands para feira de artesanto que também terá livre acesso a todos os visistantes. O evento acontecerá no centrinho da Vila do Cumbuco, um espaço simbólico para comunidade e visitantes. Todas essas ações, pretendem democratizar o acesso a produção e divulgação cultural da comunidade.
O evento contará com passeio de jangadas e competições de kitesurfe e wingfoil, que são gratuitos para o público asssitir, e não entram nesse orçamento. Daí o nome Velas ao Vento, em referência as velas tradicionais e modernas que os ventos movem na praia do Cumbuco.
- Shows musicais - 6 apresentações, duas a cada dia do evento, com duração de 150 minutos cada apresentação. - Um espaço gastronômico para 10 expositores a cada dia do evento. - Uma espaço ´para venda de artesanto, para 10 expositores diários.
Acessibilidade para cadeirantes ou pessoas com dificuldade de locomoção: espaço reservado para cadeirantes próximo ao palco dos shows e banheiros quimicos adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradutor em libras durante os shows musicais.
Todas as atividades serão gratuitas (apresentações musicais, e não serão cobradas taxas para os artesãos e expositores de gastronomia, todos terão espaço gratuito conforme cadastro das associações locais).
COORDENAÇÃO GERAL e ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO: Butuca Produções Culturias, empresa criada em 2011, que atua na área de produção cultural, principlamente no estado do Ceará. Dentre suas ações estão: montagem da exposição "Arte Sacra e diversidade no acervo Carmelita, em São Paulo (2011), Coprodução do I Semninário Internacional Interfaces: arte, cidades e subjetividades contemporâneas, realizado em 2011, no Centro Cultural Dragão do Mar, em Fortaleza, Ceará. Produção e publicação do livro "Arte Contemporânea e seus públicos", lançado em 2011. Cooprodução do II Seminário Interfaces: Cidades e Patrimônio, realizado em 2012, Fortaleza, Ceará. Criação do Programa de acessibilidade e segurança do Museu Sacro São José de Ribamar, em Aquiraz, Ceará, em 2012. No ano de 2013-14, coordenou a criação da exposição "Memorial da resistência, em Fortaleza, Ceará. Em 2014 foi responsável pela concepção e montagem do Memorial do Crea-Ce. Em 2021 coordenou a "Reabertura do Centro de Memória da Secretaria da Fazenda, Ce. Em 2022 foi responsável pela pesquisa, elaboração e execução do Memorial da Sabiaguaba, Ceará. A Butuca produções Culturais é representada por: Francisca Paula Machado, que é graduada em História pela Universidade Federal do Ceará e Mestre em História Social pela mesma instituição. Especialista em Gestão Cultural pela Universidade Estadual Vale do Acaráu (2024). Em 2012 começou a atuar como historiadora no Mini Museu Firmeza-Fortaleza, sendo atualmente gestora desta instituição. Em 2013-14 trabalhou na concepção e montagem do Memorial da Resistência, equipamento da Secretaria de Cultura de Fortaleza. Em 2015 coordenou o Projeto de Modernização do Espaço de Exposições Temporárias do Museu SacroSão José de Ribamar – Edital Microprojetos Ibram. Entre 2017 e 2019, atuou na Coordenação e produção das atividades: Exposições, Ações Educativas, Oficinas e Programação Cultural(Fortaleza e Aquiraz) do Museu de Arte Sacra São José do Ribamar. Em 2021 atuou no projeto de Reabertura do Centro de Memória da Secretaria da Fazenda do Ceará, exercendo a função de Coordenação e produção das seguintes atividades: Exposição, Oficinas de Formação de educadores, Sistema Multimídia de Acessibilidade, Captação 3D para tour virtual e Material Educativo (Fortaleza). Em 2022 atuou na Coordenação Geral do Projeto de criação do Centro de Memória Raízes da Sabiaguaba, exercendo a função também de pesquisa, elaboração e execução do projeto expográfico e formação de educadores para o Memorial do Complexo Ambiental e Gastronômico da Sabiaguaba. Em 2023, foi Coordenadora Geral do Projeto de criação doMemorial do Ministério Público do Estado do Ceará, exercendo a função de pesquisa, elaboração e acompanhamento de execução do projeto expográfico e formação de educadores. E também por: Eliene Magalhães tem graduação em História - Licenciatura Plena (UECE-2007), Especialização em Metodologia do Ensino de História (UECE-2009) e Mestrado Acadêmico em História e Culturas (UECE-2015) na modalidade sanduíche com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Membro do Grupo de Pesquisa Práticas Urbanas: "Capitalismo e civilização nas cidades do Estado do Ceará (1860-1930)". Foi coordenadora de projetos e atividades extracurriculares da rede municipal de ensino, no período de 2006 a 2008; pesquisadora Funcap no Núcleo de Pesquisa em Artes Visuais do Museu de Arte Contemporânea (MAC CE) de 2009 a 2011; Coordenadora de Estudos e Formação da Rede de Educadores em Museus do Ceará de 2012 a 2013. Desenvolve projetos para exposições, publicações e ações educativas. Parecerista em editais da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará em 2021 e 2022. Foi coordenadora de Acervo e Pesquisa no Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS-CE) de 2014 a 2021, e atualmente coordena esse mesmo setor de Pesquisa dessa instituição (MIS-CE). COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: Rones da Mota Duarte, graduado (2007) e mestre (2012) em História Social pela Universidade Federal do Ceará. Professor de História, atua na área de cultura e educação. Foi responsável pela pesquisa e montagem da exposição "Janelas da Memória" em 2009 no Museu da Imagem e do Som do Ceará. No ano de 2012, foi coordenador do projeto "Criação do Programa de acessibilidade e segurança do Museu Sacro São José de Ribamar, em Aquiraz, Ceará. em 2014 coordenou a criação da exposição "Memorial da resistência", em Fortaleza, Ceará, financiado pela Secretaria de Cultura de Fortaleza. Coordenou a pesquisa do projeto "Minha escola é da Cuminidade", na EEEP. Professora Marly Ferreira Martins, com a pesquisa sobre o patrimônio cultural da comunidade do Araturi, em Caucaia, Ceará, financiado pela Secretaria de Educação do Ceará. Foi tesoureiro da Associação dos Amigos do Museu do Ceará (2021-2023). Em 2023, lançou o romance histórico "Tudo que eu tinha na vida era uma mala", ISBN: 978-65-00-73183-5. Organizou e Coordenou o I Festival Velas ao Vento Cumbuco, 2024.
PROJETO ARQUIVADO.