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PRONAC 250987Autorizada a captação total dos recursosMecenato

NÓS, HERDEIROS

BARBARA REIS PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-03-02
Término
2026-10-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O PROJETO NÓS, HERDEIROS É UMA PEÇA TEATRAL QUESTIONA COMO O PATRIARCADO SE PERPETUA ENTRE GERAÇÕES. A TRAMA ACOMPANHA OS IRMÃOS MARCOS E LUCAS, QUE SE REENCONTRAM NO LEITO DE MORTE DO PAI. COM DIREÇÃO DE PATRICIA SELONK E TEXTO ORIGINAL DE WALTER DAGUERRE O ESPETÁCULO SERA ENCENADO NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO COM 16 APRESENTAÇÕES AO LONGO DE 2 MESES.

Sinopse

Os irmãos Marcos e Lucas se reúnem para acompanhar os últimos dias do pai, Antônio, um empresário poderoso e influente. O clima, inicialmente respeitoso e de luto iminente, logo se transforma em uma sucessão de revelações incômodas. Comentários sutis colocam em xeque a imagem pública do patriarca, expondo histórias de corrupção, alianças obscuras e a possibilidade de crimes enterrados sob a fachada de sucesso e moralidade. Conforme o álcool dissolve as barreiras entre os irmãos, suas memórias emergem com força brutal. Marcos, o primogênito, foi moldado à imagem e semelhança do pai, forçado a atender a expectativas sufocantes e submetido a uma relação de rivalidade e violência. Lucas, mais jovem, cresceu sob o peso de um ambiente opressor e viu sua mãe ser consumida pelo controle e abuso psicológico de Antônio. O passado ressurge em fragmentos de dor, ressentimento e culpa, enquanto ambos confrontam as cicatrizes invisíveis deixadas pelo patriarca. A tensão se intensifica quando um segredo devastador vem à tona: um filho e uma mulher apagados da história de Antônio, desaparecidos sem vestígios. O império que o patriarca construiu pode ter se erguido sobre um crime irreversível. Diante desse legado sombrio, os irmãos veem a iminência da morte do pai não apenas como um alívio, mas como uma libertação. Porém, quando o moribundo sussurra seu último desejo, um novo jogo se inicia. O patriarca, mesmo à beira da morte, ainda manipula os filhos com suas palavras. O que parecia ser um desfecho inevitável se transforma em um dilema cruel. O poder de Antônio sobrevive ao seu corpo, e a disputa por sua sucessão envolve decisões irreversíveis. Quando a noite termina, um dos irmãos já não estará vivo – e o outro poderá finalmente reivindicar seu lugar como verdadeiro herdeiro.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo geral do projeto "Nós, Herdeiros", é realizar a produção de uma peça utilizando o teatro como ferramenta para debater a transmissão intergeracional do patriarcado e suas consequências sociais. O projeto visa estimular reflexões sobre masculinidade, violência e desigualdade de gênero, sensibilizando diferentes públicos e contribuindo para mudanças comportamentais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 16 apresentações teatrais em equipamento cultural acessível e estratégico, garantindo o alcance de um público diverso. Distribuir 10% dos ingressos gratuitamente para ONGs. Realizar 2 apresentações para instituições educacionais da modalidade EJA, ampliando o impacto formativo do espetáculo. Promover 1 roda de conversa com elenco, direção e especialistas sobre masculinidade e patriarcado, promovendo debates interseccionais com grupos vulnerabilizados. Oferecer 1 edição do workshop "Vivenciando o Despertar", utilizando práticas integrativas que promovam o autoconhecimento por meio de experiências do teatro, da dança e da psicologia. Produzir e disponibilizar 1 mini documentário "Nós, Herdeiros" em plataformas digitais, ampliando o alcance da discussão. Oferecer 2 sessões com tradução em LIBRAS, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência auditiva. Oferecer 2 sessões com audiodescrição, assegurando o acesso de pessoas com deficiência visual.

Justificativa

O projeto Nós, Herdeiros, uma peça teatral que aborda questões contemporâneas sobre a transmissão intergeracional do patriarcado e suas consequências sociais, está perfeitamente alinhado aos princípios estabelecidos pela Lei 8.313/91, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC). A referida legislação visa incentivar e apoiar a produção e difusão de atividades culturais que ampliem o acesso à cultura para todos os cidadãos, promovam a diversidade cultural e estimulem a reflexão sobre questões relevantes à sociedade brasileira. Ainda, em consonância com o Artigo 25 da Lei 8.313/91, que incentiva a produção independente e a valorização de novos talentos, o projeto "Nós, Herdeiros" conta com uma equipe de criação que reúne artistas e profissionais com diferentes trajetórias no cenário cultural, combinando novos talentos do teatro carioca com a experiência de profissionais renomados. Essa composição promove a diversidade de vozes e perspectivas, criando um espaço inclusivo para a produção cultural. Dessa forma, o projeto Nós, Herdeiros justifica-se não apenas por seu valor artístico, mas também por sua capacidade de fomentar o diálogo social, democratizar o acesso à cultura e estimular reflexões sobre desigualdade de gênero e masculinidade na sociedade contemporânea. Além disso, o projeto promove a inclusão de públicos historicamente marginalizados, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência e ampliando o alcance do espetáculo por meio de ações voltadas a grupos socialmente vulnerabilizados, como mulheres vítimas de violência. Assim, Nós, Herdeiros atende plenamente aos objetivos da Lei Rouanet, contribuindo para o enriquecimento do patrimônio cultural brasileiro. Encenar "Nós, Herdeiros" é fundamental porque a peça aborda um dos pilares estruturantes da sociedade: a transmissão intergeracional do patriarcado. Em um país onde 1.463 casos de feminicídio foram registrados em 2023, o maior número desde a criação da Lei do Feminicídio (Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2024), e onde uma mulher é vítima de agressão física a cada dois minutos (IPEA, 2023), é urgente refletir sobre como a violência de gênero e a masculinidade tóxica são cultivadas desde a infância e perpetuadas ao longo das gerações. Além de sua relevância temática, o projeto também dialoga diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 5 _ Igualdade de Gênero) e se insere no esforço global por equidade, desconstrução de estereótipos e promoção de novas formas de existência masculina. No Brasil, a construção da identidade masculina ainda está fortemente atrelada à repressão emocional, à valorização da força e ao silenciamento das vulnerabilidades. Esse modelo de masculinidade não apenas contribui para a violência contra mulheres, mas também impacta diretamente a saúde mental dos homens. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as taxas de suicídio entre homens são quatro vezes maiores do que entre mulheres. Além disso, 95,16% da população carcerária no Brasil é composta por homens (DEPEN, 2022), evidenciando como padrões de comportamento socialmente esperados contribuem para trajetórias de violência e encarceramento. A encenação de "Nós, Herdeiros" se insere nesse debate ao evidenciar como esses padrões não surgem isoladamente, mas são aprendidos dentro das relações familiares e perpetuados como norma social. A peça provoca o público a se enxergar nessas estruturas e a refletir sobre o que significa ser homem em um mundo que exige a desconstrução de modelos desgastados. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Especificação técnica

O projeto Nós, Herdeiros apresenta como produto o espetáculo de artes cênicas de mesmo título. A peça terá duração de 80 minutos. Por se tratar de um espetáculo inédito, especificações técnicas como material cenográfico, rider de luz e rider de som serão definidas ao longo do processo de criação da peça. E seguem abaixo as especificações técnicas do material de divulgação do espetáculo: - Cartaz - Banner - Convite virtual - Flyer virtual - Material de divulgação para manutenção de redes - Mídia virtual

Acessibilidade

O projeto Nós, Herdeiros adota medidas de acessibilidade comunicacional e física, garantindo que o espetáculo seja acessível a um público mais amplo e diverso. 1. Recursos de Acessibilidade ComunicacionalAudiodescrição: Narração adicional em português para pessoas com deficiência visual, descrevendo ações, expressões faciais, figurinos, cenários e movimentos cênicos, garantindo uma compreensão completa da peça. Esse recurso será disponibilizado em duas sessões do espetáculo. Tradução e Interpretação em LIBRAS: Intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) acompanharão quatro apresentações, garantindo o entendimento do conteúdo para espectadores surdos ou com deficiência auditiva. 2. Acessibilidade FísicaO espetáculo será realizado em espaços que já possuam estrutura acessível para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Democratização do acesso

- Os ingressos serão comercializados a preços acessíveis, garantindo a política de meia-entrada para estudantes, professores, idosos e outros públicos beneficiados por lei. - Distribuir 10% dos ingressos gratuitamente para ONGs; - Realizar 1 ensaio aberto convidando estudantes de teatro de escolas como Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena e UNIRIO; e participantes de projetos sociais como Cia. Marginal de teatro, Grupo de teatro Nós do Morro, Favela Mundo, Cia. Cerne, dentre outros; - Realizar 2 apresentações para instituições educacionais da modalidade EJA, ampliando o impacto formativo do espetáculo; - Promover 1 roda de conversa com elenco, direção e especialistas sobre masculinidade e patriarcado, promovendo debates interseccionais com grupos vulnerabilizados; - Oferecer 1 edição do workshop "Vivenciando o Despertar", com capacidade de até 40 participantes, utilizando práticas integrativas que promovam o autoconhecimento por meio de experiências do teatro, da dança e da psicologia. - Produzir e disponibilizar 1 mini documentário "Nós, Herdeiros" em plataformas digitais, ampliando o alcance da discussão.

Ficha técnica

Idealização: Raphael Najan, Gabriel Canella e Barbara Reis Produção: Babik Produções Texto: Walter Daguerre Bacharel em Teoria do Teatro e Pós-graduado em Criminologia. Foi roteirista das minisséries “Ligações Perigosas” e “Justiça 2” e da novela “Amor de Mãe”, todas produções da Rede Globo. E também de “Vidas Bandidas”, série da Star+ que estará no ar em 2024.Em cinema, realizou um curta-metragem de ficção (Eu, Sidartha) e um longa-metragem de ficção (Paraíso Aqui Vou Eu). Em teatro, Daguerre possui 22 peças encenadas e foi indicado a vários prêmios, entre eles o Prêmio Shell. Direção: Patrícia Selonk Natural de Londrina, é formada em Dança pela Faculdade de Dança Angel Vianna, Rio de Janeiro, Brasil. Em 1987, participou da fundação da Armazém Cia. de Teatro. Nos trabalhos de direção, destaca-se “Outras Marias” (2022) e “Deixa Ela Falar” (2023), onde co-dirigiu o show de lançamento do álbum da cantora e atriz Simone Mazzer, juntamente com Marcio Abreu. Recebeu os seguintes prêmios de teatro brasileiro: Prêmio Mambembe de Melhor Atriz em 1994, por a “A Ratoeira é o Gato”; o Prêmio Shell de Melhor Atriz - 2009, em “Inveja dos Anjos”; Prêmio APTR de Melhor Atriz Coadjuvante – 2020, em “Angels in America”. Participou do Festival de Teatro de Edimburgo - Escócia (2013) como atriz em “A Marca da Água”, ganhador do Fringe First Award 2013. Participou do Festival de Teatro de Avignon - França (2014) como atriz em “O Dia em que Sam Morreu”. Participou novamente do Festival de Teatro de Edimburgo - Escócia (2014) em “O Dia em que Sam Morreu”, ganhador do Fringe First Award. Assistência de Direção: Barbara Reis Formada em artes cênicas pela CAL e estrelou nas seguintes novelas: “Velho Chico” (2016), “Os dias Eram assim” (2017), “Éramos Seis” (2019), “Todas as Flores” (2022) e protagonizou “Terra e Paixão” (2023), todas da Rede Globo. Também participou das séries: “Impuros”(1a e 2a Temp.), “Sob Pressão” (4a. E 5a. Temp.) e protagonizou Negociador (2023). Também participou dos filmes “21 Mão na Cabeça” (2019) e Inverno (2022). Fez parte do elenco do especial “Falas Negras” (2020). No teatro participou das peças “Os Miseráveis” com direção de Paulo Afonso de Lima, “Uma Peça Sem Nome” com direção de César Augusto e “Só por Uma Noite” com direção de William Vita. Elenco: Raphael Najan Formado pela CAL e Bailarino. Desenvolve suas pesquisas com corpo e voz desde 2004. Fez algumas participações em novelas da Rede Globo e Record. No teatro participou de projetos como Neuróticos (2013) com direção de Oscar Calixto, Garota de Ipanema - O Amor É Bossa (2016) com direção de Gustavo Gasparani, dentre outros. Atualmente, desenvolve seus projetos autorais no teatro e audiovisual. Elenco: Gabriel Canella Ator formado pela Cal, foi indicado e finalista de melhor ator no prêmio contigo com o personagem Isaías da novela “O profeta”. No cinema ganhou de melhor ator em algumas premiações como; festival Ubud international film, Actors Screen Awards, Ubud international film, Global Monthly online film competition. Somando mais de vinte prêmios internacionais como melhor ator. protagonizou o curta metragem “Bergamota” com Direção do Hsu que em menos de um ano já entrou em 82 festivais e ganhou 64 prêmios. Participou como um dos personagens centrais, personagem Marcos, na série Reality Z da Netflix com direção do Cláudio Torres e Rodrigo Monte e texto do autor inglês Charlie Brooker o mesmo autor de black Mirror.No teatro participou de vários espetáculos, e ganhou o festival de esquete Festu e o prêmio Cenym na categoria melhor grupo teatral com a peça “Hamlet ou Morte”. Cenografia: Lorena Lima Formada em Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores, Lorena Lima é uma das idealizadoras do “Projeto 111”, um movimento de resistência cultural (@centoeonze.projeto). Assinando suas criações no teatro e no cinema, desde 2011, Lorena tem em seu currículo a indicação ao prêmio CesgranRio de melhor cenografia pelo espetáculo “Consertam-se Imóveis” dirigido por Cynthia Reis além de assinar produções como: “Casório” e “Dedo Podre” dirigidos por Alexandre Contini; “Os Javalis” direção Emiliano D’avila; “Os Sapos” direção Renata Mizrahi e Priscila Vidca; “Luar do Sertão” direção Guilherme Piva; “Teatro Tônico” direção Hamilton Vaz Pereira; “Cartas de Amor ao Próximo” direção Christiana Ubach; “Os Insones” direção Erika Mader, “War” direção Diego Molina; “#sequestro121” direção Diogo Camargos; “Lívia” e “Será que vai chover” direção Orlando Caldeira e Drayson Menezzes;Na Palma da Mão dirigido por Luiz Antônio Pilar; “Mãe Arrependida” dirigido por Pâmela Coto e Joana Lerner dentro outros. Figurino: Carol Lobato Carol Lobato é figurinista e atua em diversas produções artísticas, incluindo cinema, teatro, musicais e publicidade. Natural do Rio de Janeiro e formada em Design de Moda pelo Instituto Zuzu Angel da Universidade Veiga de Almeida, Carol foi contemplada com as principais premiações de teatro do Brasil. Ela trabalhou com renomados diretores como Paulo de Moraes, João Fonseca, José Mauro Brant, Charles Moeller, Claudio Botelho, Ullysses Cruz, Vitor Garcia Peralta, Moacyr Goes e Amir Haddad. Iluminação: Daniela Sanchez Formada em Cinema pela Universidade Estácio, iniciou sua trajetória profissional com o diretor Antônio Abujamra, da Cia Os Privilegiados, da qual faz parte desde 1995 até hoje. Em 29 anos de iluminação, desenhou luz para grandes encenações, trabalhou com diversos diretores e foi indicada à prêmios importantes para o teatro brasileiro. O Prêmio Shell pela luz do espetáculo ‘Os Negros’ em 2006; Prêmios Cesgranrio e APTR por “Uma Vida Boa”, em 2014, pelo qual recebeu o APTR de melhor iluminação. Em 2018, indicada ao Prêmio Botequim Cultural por ‘Os Guardas do Taj’. Em 2024 indicada ao Prêmio Shell por “Leci Brandão, na palma da mão”. Os recentes espetáculos são: “Beetlejuice”; “Makeda”; “Quando eu for mãe, quero amar desse jeito”; “Outras Marias”; “O Pagador de Promessas”; “Bruzundangas”; “Faminta”; “Língua”; “Querido Evan Hansen” e “O Figurante”. Fez a direção técnica internacional da Cia Dos à Deux na turnê da Coréia do Sul, Alemanha e França; nos anos de 2019 e 2021. Preparação Corporal: Moira Braga Atriz, bailarina, performer, preparadora de elenco, roteirista, jornalista e consultora de audiodescrição. Mestre em dança pela UFBA. Idealizadora, autora e atriz do espetáculo “Hereditária”. Em 2024 participou como performer da temporada de “Nunca mais Abismos” idealizado e dirigido por Edu O, no SESC Pompéia. Em 2023 fez a preparação de corpo do elenco da novela “Renascer”. Em 2022, desenvolveu o projeto “Entre Nuvens” que gerou um média metragem, um espetáculo de dança e podcast. Em 2022 fez a preparação de elenco e atuou como atriz na novela “Todas as Flores”.Em 2023, foi colaboradora do espetáculo infantil “Elefante”, de Flávio Souza e da performance “Ovo.lar” de Violeta Vilas Boas; participou do 4o. Seminário de Artes Cênicas e acessibilidade, “práticas e desaprendizagens” da Univ. Fed. do Acre como debatedora, mediadora e apresentou a contação de história do seu livro “Ventaneira - a cidade das flautas”. Em 2021 roteirista e atriz do curta Ventaneira - a cidade das flautas, realizado com recursos da lei de fomento Aldir Blanc. De 2019 a 2021 foi preparadora corporal do coral Sidney Marzullo composto por 24 cantores, todos com deficiência visual. De 2017 a 2020 foi consultora de audiodescrição em conteúdo audiovisual e programas de tv na Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto. Trilha Sonora e Sonoplastia: Arthur Martau Produção Executiva: Nadya Nina Assistência de Produção: Giovanna Garcia Preparação Vocal: Rose Gonçalves Assessoria Contábil: João Vassalo Assessoria de Imprensa: Le Press Designer Gráfico: Adriana Marinho Captação: Ana Cassalta

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.