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Livro em 4 volumes que organiza e facilita o acesso ao histórico de relações culturais entre Brasil e Bélgica, trazendo à tona parte da história comum entre os dois países. Este projeto é uma organização da história de diversas disciplinas da cultura no Brasil, que reforça a importância das relações entre Brasil e Bélgica nos séculos 20 e 21 e renova a imagem dos países. As disciplinas de arte contempladas são Artes visuais, Arquitetura, Música e Cinema, cada uma destas contará com 4 textos deaprofundados sobre as influências mútuas entre países. Cada volume é acompanhado de um curso sobre o tema abordado, com participação de especialistas, sendo um nacional e um internacional.
O livro em 4 volumes traz panoramas das relações entre Brasil e Bélgica nas áreas de Artes Visuais, Arquitetura, Música e Cinema. Cada um destes livros se propõe a investigar um aspecto da história recente das profundas relações culturais entre os dois países, incluindo colaborações, co-produções, acontecimentos definitivos para a história da cultura entre os dois países, históricos de exibições e nomes-chave para a compreensão desta história. O tema de cada um dos volumes é o seguinte: Volume 1 - ARTES VISUAIS; Volume 2 - ARQUITETURA; Volume 3 - CINEMA; Volume 4 - MÚSICA
-Organização e circulação de arquivos institucionais e pessoais sobre as relações culturais entre Brasil e Bélgica nas áreas de Artes visuais, arquitetura, música e Cinema, compondo um livro de 4 (quatro) volumes. -Manutenção de vínculos entre Brasil e Bélgica por meio de instituições oficiais como consulados e embaixada. -Impressão de 1.500 exemplares de cada volume, totalizando 6000 volumes Público geral / comunicação Alcançar 6.000 pessoas de forma direta por meio de whatsapp e e-mail Alcançar 600.000 pessoas por meio de mídias sociais Tiktok, Instagram, Youtube e Linkedin Educativo Realizar cursos presenciais sobre o conteúdo de cada um dos volumes para público especializado, com 30 alunos. Cada curso terá 3 aulas de 2 horas de duração. Serão realizados cursos nas áreas de Arquitetura, Artes visuais, Cinema e Música. Desenvolver video-aulas de 15 minutos cada sobre cada um dos volumes. Acessibilidade de conteúdo Desenvolver material com informações básicas de qualidade de geografia, história recente (1945 até hoje) e geopolítica da Bélgica e do Brasil, incluindo localização geográfica, dados populacionais, história do governo federal, blocos econômicos Mercosul e União Europeia. Acessibilidade visual Criar audiolivro para pessoas de visão baixa ou sem visão, disponível online após a publicação de cada volume. Diplomacia cultural Alcançar 1.000 cidadãos brasileiros descendentes de belgas e cidadãos belgas residentes no Brasil. Sustentabilidade Promover a educação de qualidade, o desenvolvimento sustentável, por meio da qualificação de professores de acordo com a UDS 4.c da ONU e a cidadania global, de acordo com a ODS 4.7 da ONU Incentivar empresas patrocinadoras a adotar práticas sustentáveis, conforme ODS 12.6 da ONU
Esta é uma organização histórica das heranças culturais do Brasil em relação à Bélgica. é um importante pólo da Arte Contemporânea internacional. A publicação deste livro em 4 volumes possibilita que a população brasileira conheça mais da história e das relações internacionais do país através das relações internacionais desenvolvidas nos últimos 100 anos. O projeto se enquadra conforme a lei 8313/91 nas finalidades I, VI, VII, VIII do Art. 1º, assim como se propõe a cumprir os objetivos I-C, II-B, IV-B. Art. 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Livro (cada volume) 180 páginas, impressão colorida 4x4, papel offset 120 g/m^2 4 textos por livro, 15 a 25 laudas por texto Idiomas Português, inglês, e francês. Média de 20 imagens por texto Curso 4 módulos, cada um dedicado a uma disciplina: artes visuais, arquitetura, cinema, música, sobre as relações culturais entre Brasil e Bélgica. Cada módulo terá um curso de 6 horas-aula, distribuídas em 3 encontros, sobre cada uma das disciplinas. O curso será ministrado por um dos escritores do livro, que virá da Bélgica para o Brasil trocar conhecimentos sobre as disciplinas, em conjunto com um dos membros da equipe.
Acessibilidade de conteúdo: O projeto conta com audio-livros destinados à acessibilidade para pessoas com baixa ou nenhuma visão, distribuído online. Serão confeccionadas 600 cartilhas para compreensão básica do contexto internacional no qual o Brasil se insere: geografia, história, demografia e geopolítica.Com material básico sobre Brasil, Bélgica, Mercosul e União Europeia. Este material será obtido em publicações atuais do IBGE e dos órgãos internacionais oficiais. O conteúdo é de classificação livre, ampliando o acesso para qualquer faixa etária.
O conteúdo disponível estará disponível online de forma gratuita, garantindo acesso irrestrito ao material, ampliando o público leitor e facilitando a pesquisa, principalmente de estudantes. Os cursos contam com vagas exclusivas para minorias representativas (étnica, sexual, etária ou de qualquer outra natureza) e para participação gratuita. Além desse aspecto, parte dos exemplares ora produzidos serão distribuídos gratuitamente ou vendidos a preços populares conforme plano de distribuição. Essa medida vem de encontro ao disposto no inciso II do art. 26 da Instrução Normativa MINC 23/2025, que prevê como medida de democratização de acesso: III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Lembrando que o mínimo de 02 (duas) cópias de cada volume serão destinadas ao Ministério da Cultura, para a composição do seu acervo ou de suas vinculadas, em obediência ao art. 68 do Decreto 11.453/2023.
Coordenação de projeto e coordenação financeira (Proponente) Daniel Rubim / Rubim Cultura Coordenação editorial Rafael Falasco Coordenação de Educação Regiane Ishii Coordenação de comunicação Tabula comunicação - Thais Gouveia Coordenação de conteúdo de Arte contemporânea Mirtes Marins - Editora-chefe Coordenação de conteúdo de Arquitetura André Palatnic - editor Coordenação de conteúdo de Música Julia Tygel - editora Coordenação de conteúdo de Cinema João Andrade Apoio Consulado Geral da Bélgica em São Paulo Consulado geral da Bélgica no Rio de Janeiro Wallonie Brussels International Daniel Rubim Daniel Rubim atua nos setores de cultura e relações internacionais há 14 anos, com enfoque na produção executiva e coordenação financeira. Tem experiência em gestão de projetos com recursos internacionais, públicos, incentivados, privados e mistos, atuando desde a concepção e estruturação do projeto, produção, à prestação de contas. Entre os projetos culturais dos quais fez parte estão projetos de arte contemporânea em museus como MAC-USP, Museu Lasar Segall, Espaço das Artes e Pinacoteca do Estado de São Paulo, exposições de grande porte como Space Adventure em São Paulo, projetos internacionais como Latitude, Fronteiras do Pensamento e Fundação Bienal de São Paulo. Desde 2019 é parte do quadro de diretores e conselheiros da Belgalux, a Câmara de Comércio e Indústria Belgo-Luxemburguesa-Brasileira no Brasil, onde desenvolveu o Comitê de sustentabilidade, diversas ações de comunicação como a Newsletter da câmara, coordenou atividades junto à União Europeia e o governo da Bélgica. Rafael Falasco Rafael Falasco é coordenador editorial da Fundação Bienal de São Paulo e doutor em estética e história da arte pela Universidade de São Paulo. Atua em diversas frentes do mercado editorial desde 2013 e já colaborou com projetos de editoras e instituições como Videobrasil, Sesc-SP, Pinacoteca, MASP, Companhia das Letras e Cosac Naify. Desde 2018 faz parte da comissão de analistas responsável pela avaliação de livros para o portal New Spanish Books, um projeto da Embaixada da Espanha no Brasil. Regiane Ishii Regiane Ishii é doutora em Audiovisual (ECA-USP), mestre em Artes Visuais (Instituto de Artes-Unicamp) e graduada em Comunicação Social - Midialogia (Unicamp). Realizou intercâmbio acadêmico na Escola de Jornalismo da Universidade de Santiago de Chile. Atuou como jornalista em diferentes veículos, colaborando como repórter de exposições na Folha de S. Paulo. Trabalhou na equipe de educação da Fundação Bienal de São Paulo de 2013 a 2024, atuando como coordenadora e assessora na elaboração das publicações educativas e ações de difusão e de mediação relacionadas às 31ª, 32ª, 33ª, 34ª e 35ª Bienais. Tabula comunicação - Thais Gouveia Thais Gouveia (1984) possui experiência em produção, edição e redação de conteúdo para revistas da Editora Abril e Spring Editora. Em 2014, fundou a Tabula Comunicação, por meio da qual atendeu clientes como N+1 Produtora Cultural, Exhimia, Canivello Comunicação, Baró Galeria, A4 Comunicação e ArPa Feira de Arte. Atualmente, colabora com a Casa de Cultura do Parque, com a ABACT - Associação Brasileira de Arte Contemporânea e a Act Arte. Desde 2013, atua na área cultural com foco em comunicação e conteúdo. Ao longo de sua trajetória, ocupou cargos em instituições culturais e galerias de arte como: Assistente de Comunicação no Roberts Institute of Art (Londres); Coordenadora de Conteúdo e Comunicação na Baró Galeria e Galeria Millan; Assessora de Imprensa Sênior na Pinacoteca de São Paulo; Coordenadora Institucional e de Comunicação no ICCo - Instituto de Cultura Contemporânea e Coordenadora de Comunicação no MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Além disso, curou pequenas exposições em São Paulo e Buenos Aires e publicou textos críticos em veículos nacionais e internacionais, como New City Brazil, This is Tomorrow, Art Selector, ArtReview, Aesthetica Magazine, Arte!Brasileiros, Communication Arts, Bravo!, Dasartes e o canal Entretempos da Folha de São Paulo. Formada em Tecnologia e Mídias Digitais com especialização em Arte pela PUC-SP, também estudou Crítica de Arte na Central Saint Martins University of the Arts (Londres). Mirtes Marins de Oliveira Mirtes Marins de Oliveira é mestre e doutora em Educação: História e Filosofia e Pesquisadora Colaboradora na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP, 2020). É docente, pesquisadora e coordenadora da Pós-Graduação em Design da Universidade Anhembi Morumbi e Pós-Doutora pela FE-USP. Coeditou a publicação marcelina (2008-2012). Curadora de “contra o estado das coisas – anos 70”, na Galeria Jaqueline Martins (2014), de “Arte para todos! Liberação e Consumo”(Instituto Figueiredo Ferraz, em Ribeirão Preto, 2016) e “especular”, na Galeria Jaqueline Martins, em 2018. Participou, em 2015, do livro “Cultural Anthropophagy: The 24th Bienal de São Paulo 1998”, da coleção Exhibition Histories, da editora inglesa Afterall com texto sobre a recepção crítica da mostra. Escreveu em 2013 e 2014 para revistas Select e Afterall Online. Co-organizou o livro “Histórias das Exposições: Casos Exemplares”, pela EDUC (2016). Autora de “The body and the opus as a witness of times” sobre o trabalho de Letícia Parente, publicado em Schör, Gabriele. The feminist avant-garde. Art of the 1970s. The SAMMLUNG VERBUND Collection. Vienna, 2017. Realizou, em 2019, a exposição "Comigo ninguém pode", coletiva versando sobre a essencialização do feminino, na Galeria Jaqueline Martins. Curadora de "Não um sonho" na Galeria Simões de Assis (2021) e "Máscaras: Fetiches e Fantasmagorias", no Paço das Artes (2021-2022) e foi co-curadora de “Justiça de Transição não é Transação: a Brutalidade e o Jardim” (2023-2024), que inaugurou o Memorial do Ministério Público - RJ. Coordena e ministra o curso Histórias da Arte Moderna e Contemporânea no MASP (2021). Publicou o livro “Gretta Sarfaty”(2024), pela Act Editora. Julia Tygel Compositora e pianista belga nascida no Brasil, Júlia Tygel transita entre a música clássica e a popular, a poesia e a canção. Com sólida formação acadêmica, foi Assessora Artística da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) e é Doutora em Música pela USP, com estágio na City University of New York como bolsista Fulbright. Seu primeiro disco, “Entremeados”, foi pré-selecionado para o Prêmio da Música Brasileira e teve produção musical de Benjamim Taubkin. Com esse projeto, apresentou-se junto às violoncelistas Adriana Holtz (Osesp) e Vana Bock (Osusp) em diversos teatros do Brasil e exterior. Seu trabalho mais recente, “O Delírio do Verbo: Manoel de Barros em Canções”, apresenta suas canções sobre poemas desse autor junto a Tatiana Parra (voz) e Neymar Dias (viola caipira), com participações de Renato Braz e Tete Espíndola. Prestes a ser lançado em álbum inédito, esse projeto contou com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. Paralelamente, Júlia vem se dedicando à composição de canções sobre poemas de seu avô, o poeta belga Simon Tygel, que foi traduzido pelo poeta modernista brasileiro Guilherme de Almeida, tendo apresentado recitais com esse repertório em eventos ligados aos Consulados Belgas no Brasil. Júlia é professora da Faculdade de Música Souza Lima (São Paulo) e escreve textos sobre música para a Osesp, o Theatro Municipal e a Revista CONCERTO, tendo também editado a Revista Osesp 2021. Com forte viés social, dedicou-se ainda a projetos de ensino e pesquisa em etnomusicologia, área de seu mestrado, junto a comunidades tradicionais. Carlos André Palatnic Graduado em arquitetura e urbanismo pela universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ), trabalhou por mais de 13 anos em projetos de arquitetura na Bélgica, desde residenciais e comerciais a clínicas, escolas e projetos paisagísticos. De volta ao Brasil, tem trabalhado desde 2004 no Rio de Janeiro. Neste período, colaborou em projetos urbanos de maior escala como o MORAR CARIOCA e o concurso para o master plan do parque olímpico RIO 2016, em ambos os casos coordenando equipes multidisciplinares, nacionais e internacionais. João Andrade João Andrade é mestre em Economia pela UFRGS e produtor, gestor e curador com mais de 20 anos de experiência na Economia Criativa, atuando no terceiro setor, além das esferas pública e privada. Teve duas passagens pela Spcine, como Coordenador de Inovação e Diretor de Políticas Audiovisuais e Desenvolvimento Econômico. Foi diretor executivo da produtora Coração da Selva e hoje colabora com a Lira Filmes como produtor executivo e diretor de produção. Além disso, foi co-curador do Max Minas Audiovisual Sebrae MG e contribuiu com diversas instituições de ensino em cursos livres e pós-graduação.
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.