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PRONAC 2510018Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ATLAX DO BRASIL

EDITORA DMR LTDA
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-02
Término
2027-03-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Atlax do Brasil tem como principal objetivo a produção e impressão de um livro, intitulado Atlax do Brasil e o desenvolvimento/criação de uma plataforma (aplicativo educativo e cultural em versão on-line, com acesso aberto, gratuito e democrático via desktop e celular). Atlax do Brasil vai criar um retrato curatorial para celebrar a riqueza da cultura brasileira a partir de expressões, experiências e regiões do nosso país. Faremos um mapeamento simbólico, poético e cultural do Brasil, organizado a partir dos quatro elementos originais da natureza — Água, Terra, Fogo e Ar. Nossa pesquisa articula artes visuais, design, arquitetura, design, literatura, música, cinema e gastronomia. O projeto vai reunir colaboradores - arquitetos, curadores, artistas, escritores, chefs de cozinha, acadêmicos - para construir uma visão plural e coletiva da brasilidade contemporânea, rompendo com estereótipos e promovendo a valorização da diversidade regional do país. Como contrapartida, serão oferecidas palestras para estudantes, alunos e professores (pelo menos 50% serão da rede pública de ensino).

Sinopse

Sinopse do Livro: Um retrato da brasilidade contemporânea a partir dos elementos da naturezaIntrodução — O Brasil como imaginário em movimentoO Brasil é um território vasto e múltiplo — de geografias sobrepostas, culturas entrelaçadas e temporalidades que coexistem. É terra de muitos Brasis, mas também de um só: um país com uma vocação para o afeto e para a criação. O Brasil não é apenas um território: é um modo de sentir, de narrar e de existir. Um modo de estar no mundo onde o corpo, a festa, a fé, a natureza e a palavra se encontram e criam caminhos originais. Neste livro, o país é redesenhado a partir de quatro grandes forças da natureza — água, terra, fogo e ar — não como categorias fixas, mas como camadas simbólicas que revelam expressões culturais, poéticas e sensíveis. Os capítulos não seguem uma cartografia geográfica, mas uma travessia de sensibilidades, onde o Brasil aparece como potência de criação, memória e futuro.Capítulo 1 — Brasil AquáticoO Brasil das águas é o Brasil do fluxo, do transporte, do frescor e da fluidez. Este é o capítulo que escorre pelas margens dos rios e reverbera nos tambores das marés. As águas doces do interior — rios, lagos, igarapés, cachoeiras — moldam os modos de viver ribeirinhos e indígenas, em que a vida pulsa com o tempo da pesca, da escuta e do recolhimento. As águas salgadas da costa tropical — oceânicas, vastas, marítimas — falam de abertura, encantamento e horizonte. A música brasileira canta essas águas em sambas, bossas e toadas; a literatura evoca travessias épicas e íntimas; a arte mergulha nas águas como memória de origem e ancestralidade: de Iemanjá às lavadeiras, dos pescadores aos surfistas. Este é o Brasil que flui, que dança, que dissolve fronteiras.Capítulo 2 — Brasil TerrenoA terra no Brasil é lugar de raízes, fertilidades e memórias coletivas. Aqui, o tempo não é linha, mas estrato. É na terra que repousam as ancestralidades afro-brasileiras e indígenas, os ciclos agrícolas, os saberes do barro, do cultivo, do sustento. As expressões desse Brasil profundo se manifestam nos sabores do cerrado, na literatura que narra os sertões e os silêncios, na arte popular que brota da argila, nas fotografias que documentam o corpo em trabalho ou em dança que pisa firme o chão da tradição. Da arquitetura brutalista à cerâmica marajoara, das festas do Divino aos modos de vida rurais, a terra é desejo de permanência, cultivo coletivo, construção do comum.Capítulo 3 — Brasil de FogoO Brasil de fogo é vibração, intensidade e criação. Neste capítulo, o calor se manifesta no no afeto, nos saberes, sabores e ritmos que inflamam o corpo e os sentidos. O fogo brasileiro é combustão criativa — ele aquece e ilumina a música, a dança, a culinária, a estética e o design. Está presente nas festas populares, nos carnavais, nos banhos de sol, nos encontros ao redor do fogão. Habita o samba, o forró, o axé, o pagode, os beats tropicais que surgem das ruas e irradiam energia. A arte do fogo pulsa nas cores intensas da pintura, no brilho das roupas, no gestual exuberante da performance e na ginga dos brasileiros. O Brasil do fogo é calor humano, é celebração da vida, é a chama que move a criatividade e o prazer de existir em comunidade.Capítulo 4 — Brasil AéreoRespiração, imaginação, liberdade. O Brasil das ideias que circulam é o país da leveza criativa, da intuição, das conexões invisíveis entre mundos, regiões e tempos. Este capítulo mergulha em expressões que lidam com o intangível: da fotografia que captura o instante aos grafismos indígenas que se comunicam com o céu. Aqui descobrimos manifestações como o cordel, o repente, os balões de festa e orixás do vento que sopram novas formas de ver o mundo. É o Brasil das vozes em suspensão onde o ar respira pelas palavras e evoca os sonhos que nos convidam a flutuar. O Brasil aéreo é onde paira o futuro como possibilidade e reinvenção constante. Capítulo Final — O Brasil como o país do futuroAo final dessa travessia pelos quatro elementos, emerge um Brasil que inspira o mundo. Em meio às incertezas da nova geopolítica global, o país oferece um conjunto de respostas possíveis: um modelo de vida que respeita a natureza, uma força cultural que pulsa em cada território, uma economia criativa que se reinventa com beleza e coletividade. Nosso país se expressa no cinema, na arte, na música, mas também na sua capacidade de escutar, cuidar e transformar. Este capítulo mostra o Brasil não como promessa, mas presença ativa no mundo. No cenário internacional que busca diversidade, regeneração, inclusão e criatividade, o Brasil emerge como vetor de futuro e potência cultural, ambiental e simbólica.

Objetivos

Objetivos Gerais:O projeto Atlax do Brasil tem como principal objetivo criar um retrato curatorial que une o tradicional e o contemporâneo para celebrar a riqueza das expressões, experiências e regiões do nosso país.Além do livro (impresso), o projeto terá uma versão online com acesso aberto, gratuito e democrático via desktop e celular (aplicativo educativo e cultural), que registra a memória de nossa brasilidade. Faremos um mapeamento simbólico, poético e cultural do Brasil, organizado a partir dos quatro elementos originais da natureza — Água, Terra, Fogo e Ar. Um retrato vivo e sensível da cultura brasileira, articulando artes visuais, design, arquitetura, literatura, música, cinema e gastronomia.O projeto se estrutura como um instrumento de política cultural sensível, colaborativo, democrático e descentralizador. Vamos fomentar uma visão atualizada de nossa cultura, estimulando a colaboração para vislumbrá-la por múltiplas perspectivas, convidando artistas, acadêmicos e especialistas das diversas regiões do País para contribuir com suas vivências e conhecimento sobre o Brasil.De forma prática, o projeto busca mapear símbolos culturais do Brasil com base em experiências sensíveis (ritmos, rituais, festas, vozes, obras, comidas, crenças, paisagens, línguas). Nossa intenção é, a partir de uma rede de curadores colaboradores de diferentes regiões, áreas e origens sociais, desenvolver um acervo com potencial educativo, artístico e turístico. Nossa meta é oferecer uma plataforma que traga reflexão e inspiração a partir da valorização da cultura brasileira com potencial para dialogar com escolas, museus, instituições, plataformas digitais e públicos diversos. Objetivos Específicos:Os veículos que serão construídos para a disponibilização do conteúdo para o público serão um livro em versão impressa e uma plataforma online (aplicativo).Livro Atlax do BrasilLivro _ Serão doados 20% da tiragem (400 livros à população de baixa renda), serão encaminhados para a FBN, Instituições, Ong’s e Secretarias de Estado e Município, que encaminharão às bibliotecas e escolas públicas, conforme critério das mesmas.Além disso, 10% serão utilizados para divulgação e 10% para o patrocinador.Mesmo parte dos livros destinada à venda (20% - 400 exemplares) será vendida a preços promocionais (teto do vale cultura), sendo R$ 50,00 cada.Plataforma OnLine Atlax do BrasilInclusão Digital - A plataforma digital interativa é projetada para ser gratuita, democrática e acessível a todos, independentemente de suas habilidades tecnológicas. A interface será intuitiva e amigável, permitindo que pessoas de todas as idades e níveis de familiaridade com a tecnologia possam explorar e interagir com o conteúdo. O público poderá acessar seu conteúdo a qualquer momento, sem necessidade de inscrições prévias ou pagamento. Para acessar os usuários precisarão apenas de uma conexão à internet e de um dispositivo compatível (computador, tablet ou smartphone).Exploração Não Linear: Desenvolvimento de uma interface que permita aos espectadores explorar o conteúdo da plataforma de forma não linear, escolhendo seus próprios caminhos, filtros e tags pelas narrativas afetivas do Brasil.Preservação e Registro Cultural: O espaço online da plataforma é um repositório organizado e aberto a pesquisa de qualquer brasileiro ou estrangeiro, nesse sentido ele será um grande repositório de dados culturais sobre a identidade brasileira _ textos, entrevistas, histórias, lugares, expressões, experiências, regionalismos _ construindo o registro da memória a partir de um acervo plural e acessível do Brasil contemporâneo. Contrapartida (Ações Formativas)Cinco palestras sobre o contexto do projeto, mostrando a visão do Atlax sobre o Brasil, a cartografia construída a partir dos colaboradores e especialistas, uma palestra educativa sobre os símbolos e ritos culturais que moldam a identidade brasileira.Serão atendidas 200 pessoas, onde, pelo menos 50% serão professores e alunos de escolas públicas, de forma gratuita em local a ser definido posteriormente (exemplo: Museu do Ipiranga, Mube, etc).

Justificativa

Para atendimento da solicitação deste Ministério, informamos que a proposta se enquadra no incisos I, IV, V, VII e VIII do Art. 1º da Lei 8.313/91 (abaixo listados e suas finalidades do Art. 3º):I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Finalidades - Art. 3°:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; ________________________________________________________ A cultura é reconhecida como bem público global. (UNESCO, 2022).Vivemos em um mundo pós pandêmico, globalizado, digital e em transformação, há nesse sentido uma crise global de sentido, pertencimento e narrativa. A cultura é nesse sentido um ativo estratégico, simbólico, econômico, social e geopolítico que podem nos apoiar no reconhecimento de nossa essência. O Brasil é um país de extraordinária riqueza cultural, refletida em sua vasta diversidade de expressões artísticas, tradições e manifestações simbólicas. Mas por outro lado, o Brasil ainda é apresentado ao mundo (e muitas vezes a si mesmo) por meio de imagens caricaturais e simplificadas, que associam nossa identidade apenas ao exotismo, à festividade ou à violência. Elementos como o samba, o carnaval, o futebol, são fundamentais, mas não dão conta da complexidade de um país de contornos continentais que carrega contrastes e harmonias extraordinárias. Apesar de ser uma das maiores potências do planeta em biodiversidade, sociodiversidade e diversidade cultural, o Brasil real — plural, sofisticado e simbólico — não está organizado, nem visível globalmente.· 85% das matérias sobre o Brasil na imprensa internacional são sobre crise ambiental, violência ou esportes. (Ipsos, 2022)· 70% da cultura brasileira não está digitalizada ou acessível. (Observatório Itaú Cultural, 2022)· Menos de 0,5% da Wikipedia global sobre cultura trata da América Latina. (Wikimedia, 2021)Há uma ausência crítica de projetos integradores e sensíveis que articulem essas vozes de forma plural, interdisciplinar e simbólica. Os antigos modelos de guias caíram em desuso por conta da pandemia e do novo mundo digital. Atlax do Brasil responde a esse contexto com um modelo de curadoria expandida, "phigital" e multivocal, mais alinhada com a realidade atual. Ele propõe um Brasil narrado por brasileiros de todos os cantos — com corpo, sotaque, origem e gesto próprios. Ao integrar ética, estética, memória e educação, o projeto contribui para a representatividade da nação brasileira em nível nacional e internacional. Atlax do Brasil revela a poética de nossa brasilidade para promover a formação de público, o fortalecimento de nossa identidade como nação, a autonomia cultural de nossas diversas regionalidades, e a promoção da imagem do Brasil no imaginário coletivo global contemporâneo.Neste momento que que o Sul Global ganha importância, o olhar contemporâneo para saberes, estéticas, cosmologias e territórios ao sul do equador se faz necessário. Atlax do Brasil justifica-se como uma ferramenta essencial para ampliar o entendimento da cultura brasileira nos tempos atuais, oferecendo um mapeamento que congrega nosso legado com expressões e experiências culturais que formam a identidade do país. A plataforma é relevante para o público ao oferecer um filtro referenciado e de qualidade com um retrato abrangente que valoriza nossa herança cultural e a representatividade do Brasil como player estratégico no contexto global contemporâneo. Além disso o mundo digital nos alimenta conteúdos cada vez mais velozes e superficiais. Há uma falta de intimidade que promove a necessidade de novos filtros de pertencimento sensoriais, simbólicos, afetivos e culturais — não apenas listas, roteiros ou rankings.· Perda de coesão cultural e social estão entre os 3 maiores riscos globais da década. (WEF, 2024)· 84% dos consumidores priorizam experiências baseadas em contexto, pertencimento, significado e narrativa. (Deloitte, 2023)· 72% dos consumidores globais buscam experiências culturais profundas e personalizadas. (Deloitte, 2023)A colaboração é um fenômeno contemporâneo, o que no passado se constituía como uma curadoria de um único editor, no cenário digital foi ampliada para a construção de novos cenários mais inclusivos, democráticos e desenhados a partir de diversas perspectivas. O fato de trazer personalidades e especialistas para construir uma curadoria colaborativa garante um mapeamento diverso, condizente com a pluralidade do país, combinando temas, territórios culturais e costumes ligados aos nossos regionalismos. Ao apresentar conteúdos que celebram a gastronomia, a literatura, a música, as festas, as artes visuais e outras expressões do Brasil original, o projeto promove um encontro significativo com a essência cultural brasileira a partir de múltiplos olhares a partir de uma espécie de hospitalidade cultural. Essa conexão também fortalece o papel da cultura como elemento transformador, estimulando o acesso ao conhecimento e à valorização das diversas regiões e tradições do país. Atlax do Brasil surge, portanto, como uma plataforma que não apenas registra e documenta, mas também interpreta e compartilha a riqueza cultural do Brasil, tornando-a acessível e inspiradora para diversos públicos.Dessa forma, contribui para preservar e promover a cultura brasileira no mundo, ao mesmo tempo em que incentiva a reflexão e o engajamento com a nossa pluralidade e diversidade. O projeto Atlax do Brasil é um retrato dessa rica conexão entre pessoas, cultura e natureza de nosso país.

Estratégia de execução

Atividades que iremos realizar como "Contrapartida Social/Ação Educativa":A ação formativa cultural será presencial e totalmente gratuita. Ofereceremos 5 palestras (com interpretação de libras), público alvo: estudantes em geral, alunos e professores da rede pública de ensino (200 alunos e professores - faixa etária dos alunos, entre 14 e 25 anos). Pelo menos 50% dos participantes serão de Instituições públicas de ensino.Cada palestra abrangerá sobre o contexto do projeto, mostrando a visão do Atlax sobre o Brasil, a cartografia construída a partir dos colaboradores e especialistas, uma palestra educativa sobre os símbolos e ritos culturais que moldam a identidade brasileira.Após cada palestra os participantes poderão debater e/ou trocar ideias sobre o assunto.

Especificação técnica

Especificações Técnicas do Livro:- Serão impressos 2.000 exemplares; Revestimento Externo:- Formato: Corte e vinco e 540x255 mm (240 x 300mm);- Substrato: Couchê fosco 170g/m2 / Padrão/Padrão- Cores: 4X1;- Acabamento: - Laminação Frente BOPP fosco e empastamento com debrú; Papelão cinza 15 – Espessura 2,50; Forro Empastado:- Substrato: Couchê fosco 150g/m2 / Padrão/Padrão- Cores: 4X0;- Acabamento: Verniz base d’água fosco frente; Capa;- Formato: Fechado 233x290mm, Aberto 466x290mm, dobrado;- Substrato: Supremo 300g/m2- Cores: 5X4;- Acabamento: Verniz Power Gloss (fosco + Brilho) frente: Laminação frente BOPP fosco e laminação inicial frente metalizada; Miolo Com Impressão Convencional (14 Lâminas Vegetal):- Aproximadamente 312 páginas;- Cores: 5x5 Cor;- Formato Fechado 233 X 290 mm, Aberto 466 X 290 Dobrado;- Papel Vegetal 112 g/m2;- Textos em Português;Acabamento Geral:Kit Livro + LuvaLivro – Lombada quadrada costurada aparente.

Acessibilidade

Considerando a legislação vigente, o PROJETO oferecerá medidas de acessibilidade comunicacional compatíveis com as características dos produtos resultantes do objeto, de modo a contemplar: Produto: LivroSerá confeccionada uma versão acessível com foco em deficientes visuais no formato EPUB, um formato aberto e padronizado para livros digitais, muito usado em e-readers (Kindle, Kobo, Apple Books, etc.). O EPUB acessível é um e-book que garante que qualquer pessoa — inclusive com deficiência visual — consiga ler, navegar e interagir com o conteúdo. Esse formato segue recomendações como:Estrutura semântica correta (capítulos, títulos, sumário, metadados).Texto reflowable (se ajusta ao tamanho da tela e às preferências do leitor).Compatibilidade com leitores de tela (inclusão de descrições alternativas em imagens, navegação estruturada, marcação adequada).Fonte e cores acessiveis e personalizáveis pelo usuário.Produto: Plataforma Digital A plataforma contará com uma grande quantidade de material de cultura, que por vezes pode ser denso, mas sempre nossa linguagem será a mais democrática possível, tornando a experiência didática e acessível a diversos níveis de escolaridade. · Compatibilidade com Leitores de Tela: A plataforma digital interativa será desenvolvida para ser compatível com textos adaptados para os leitores de tela, permitindo que pessoas com deficiência visual possam navegar e acessar seu conteúdo de forma autônoma.· Interface Intuitiva: A plataforma será projetada com uma interface intuitiva e de fácil navegação, levando em consideração as necessidades de usuários com diferentes tipos de deficiência. Serão utilizados contrastes adequados de cores e tamanhos de fonte ajustáveis para facilitar a leitura. · Legendas e Transcrições: Em casos de entrevistas, haverá legendas em português, beneficiando pessoas com deficiência auditiva. Além disso, transcrições dos diálogos e narrações estarão disponíveis para facilitar a leitura e compreensão. Produto: Contrapartida Social (Ação Educativa - Palestras)· Acessibilidade para deficientes auditivos - Intérprete de libras, como também apresentação visual para facilitar o entendimento.· Acessibilidade para deficientes visuais – as palestras serão ministradas em linguagem oral · Acessibilidade física – As palestras serão ministradas em espaço(s) com total acessibilidade a portadores de necessidades especiais, possuindo: Rampas de Acesso; Corrimão; Elevador de Acesso; Banheiros Especiais; Cadeiras Especiais, conforme legislação vigente.. Acessibilidade para deficientes intelectuais: monitoria treinada para atendimento a este público, caso haja esta necessidade.

Democratização do acesso

Conforme inciso/medida do Art. 47 da IN nº 23/2025 abaixo, serão adotadas no projeto:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Livro Atlax do BrasilLivro – Serão doados 20% da tiragem (400 livros à população de baixa renda) – serão encaminhados para a FBN, Instituições, Ong’s e Secretarias de Estado e Município, que encaminharão às bibliotecas e escolas públicas, conforme critério das mesmas.Plataforma On line Atlax do Brasil: Inclusão Digital - Todo o conteúdo será disponibilizado na internet. A plataforma digital interativa será gratuita, democrática e acessível a todos, independentemente de suas habilidades tecnológicas. A interface será intuitiva e amigável, permitindo que pessoas de todas as idades possam explorar e interagir com o conteúdo. O público poderá acessar seu conteúdo a qualquer momento, sem necessidade de inscrições prévias ou pagamento. Para acessar os usuários precisarão apenas de uma conexão à internet e de um dispositivo compatível (computador, tablet ou smartphone).Preservação e Registro Cultural: O espaço online da plataforma é um repositório organizado e aberto a pesquisa de qualquer brasileiro ou estrangeiro, nesse sentido ele será um grande repositório de dados culturais sobre a identidade brasileira – textos, entrevistas, histórias, lugares, expressões, experiências, regionalismos – construindo o registro da memódia a partir de um acervo plural e acessível do Brasil contemporâneo. Contrapartida (Ações Formativas)Cinco palestras sobre o contexto do projeto, mostrando a visão do Atlax sobre o Brasil, a cartografia construída a partir dos colaboradores e especialistas, uma palestra educativa sobre os símbolos e ritos culturais que moldam a identidade brasileira.Serão atendidas 200 pessoas, onde, pelo menos 50% serão professores e alunos de escolas públicas, de forma gratuita em local a ser definido posteriormente (exemplo: Museu do Ipiranga, Mube, etc).

Ficha técnica

Esclarecemos que os serviços coordenação de acompanhamento e/ou processo decisório do projeto serão efetuados pela Editora DMR. Gestão e acompanhamento serão feitos por Ricardo Feldman, representante legal da Editora DMR (proponente).Coordenação Geral e Direção Geral do Projeto: Ricardo FeldmanRicardo Feldman (São Paulo, 1966) é diretor criativo, editor, curador e autor. Realiza projetos em múltiplas plataformas como publicações, audiovisual, exposições e conteúdo digital. Em 2001 cria a editora e produtora LIVRE Conteúdo e Cultura, pioneira no Brasil em branded content. e estratégias de cultura, realizando projetos para empresas como C&A Modas, CPFL Energia, Grupo Iguatemi e Quinto Andar entre outras. Como produtor e curador realiza exposições como as mostras Flávio de Carvalho Desveste a Moda Brasileira (MuBE-2010), Bailes do Brasil (Solar da Marquesa de Santos-2015), À Flor da Pele (Praça das Artes-2015) e Unconventional Chic Inspirée (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília-2011). Na área editorial pesquisa temas com especial interesse no Brasil publicando sobre educação, literatura infantil, artes plásticas, música, moda e comportamento. Os livros Auditório Ibirapuera (2013) e Urbanas (2016) reforçam seu interesse pelas questões da cidade. É premiado pelo trabalho realizado para a revista Vhouse em edição especial sobre São Paulo (2014), e recebe o prêmio PINI de referência gráfica pela revista s/n, também escolhida como uma das 100 melhores revistas autorais independentes pela revista The Last Magazine. No campo audiovisual produz e dirige os documentários Erudito Popular (2018) sobre música contemporânea brasileira, e Urbanas (2016) sobre a perspectiva de mulheres sobre empoderamento feminino na cidade. Em 2019 publica em forma de guia cultural sua vasta pesquisa urbana. ATLAX é um guia-conceito que explora pontos de vista temáticos: locais que emanam a memória da cidade. Pelo projeto ATLAX Ricardo Feldman conquista o 1º lugar no XXV concurso latino-americano de produtos gráficos Theobaldo de Nigris [México, 2019] e o XXIX Prêmio Fernando Pini de excelência gráfica [São Paulo, 2019]. André Deak Alonso: Coodenador de MútimídiaCurrículo resumido: André Deak tem trabalhado desde 1998 com jornalismo independente e novas narrativas. Entre os projetos, o Google Street Art São Paulo, a narrativa transmídia Mapas Afetivos, o site Memórias da Ditadura, um guia de arquitetura no Brasil que virou livro, websérie e exposição nas festas da Fifa na Copa 2014, além de experiências variadas em linguagens como VR, AR, grafitti. Realizou projetos premiados como a iniciativa Arte Fora do Museu e o webdocumentário Nação Palmares, sobre quilombolas (Prêmio Vladimir Herzog). Dirige hoje o Liquid Media Lab, produtora e agência de comunicação digital para projetos de impacto social. É professor de jornalismo, cinema e audiovisual na ESPM e coordenador do Laboratório de Formatos Híbridos. Mestre em Comunicação na ECA, doutor em Design na FAU USP. Nome: Felipe Lavignatti: Diretor de TecnologiaCurrículo resumido: Jornalista formado na Cásper Líbero, pós-graduado em jornalismo cultural pela PUC-SP e mestre em Divulgação Científica e Cultural pela Unicamp, onde se aprofundou no tema dos mapas digitais. Como jornalista, já atuou em internet, agência, jornal, revista, rádio e TV. Passou maior parte de sua trajetória em redações trabalhando com produtos multimídia. É um dos criadores do Liquid Media Lab, produtora e agência responsável por projetos de alcance internacional, como Arte Fora do Museu, Mapas Afetivos e Laboratório da Cidade. Também foi curador do São Paulo Street Art do Google Institute, do Cultura Inglesa Festival, Virada Sustentável e da Campus Party. Felipe Lavignatti é um dos criadores do Arte Fora do Museu, iniciativa de valorização de arte que atua desde 2010 com graffiti, murais, esculturas e arquitetura. Formado em comunicação e com mestrado em divulgação científica com uma tese sobre mapas digitais. Felipe também faz parte da Liquid Media Lab, produtora e agência de comunicação digital, e ainda conta em seu currículo trabalhos de curadoria para o Google Art Institute, Cultura Inglesa Festival, Virada Sustentável e Campus Party. Diretor de videoclipes para bandas como Autoramas, a chilena CAF, Tiê e Roberta Campos. Manuela Sanchez: Designer/Diretora de ArteManuela Sánchez é uma designer e diretora de arte latino-americana, cuja prática se desenvolve entre o design gráfico, a direção de arte e o branding. Formada em design, fundou o estúdio ELA, a partir do qual atua em projetos que integram cultura, identidade, moda e comunicação, com uma abordagem centrada em sentido, essência e conexão. Já desenvolveu projetos de cultura e comunicação para empresas como C&A e institutos como o Grupo Mulheres do Brasil, movimento focado no fortalecimento, representatividade e empoderamento feminino no Brasil. Em seu trabalho autoral, Manuela defende o design como processo e forma de estar no mundo — uma prática que ultrapassa o campo visual para se tornar um instrumento sensível de expressão cultural. Com experiência em projetos multiplataforma e uma linguagem visual marcada pela delicadeza e pela força simbólica, seu trabalho combina intuição e método, explorando o design como meio de investigação estética e poética.Consultoria Técnica e Orientação Para Gestão e Prestação de Contas: Anna MachadoGestora de projetos culturais com mais de 25 anos de experiência na formatação, coordenação e prestação de contas de projetos incentivados nas esferas municipal, estadual e federal (PROMAC, PROAC, Lei Rouanet, CONDECA e FUMCAD). Atuou em grandes produções teatrais, exposições e publicações, incluindo obras no Instituto Tomie Ohtake, Memorial da Imigração Judaica e do Holocausto e espetáculos como "A Última Sessão de Freud", "A Golondrina" e "Radojka". Responsável pela gestão administrativa e financeira do Instituto Tomie Ohtake (2003–2014) e pela coordenação de projetos culturais e educacionais no Memorial do Holocausto e da Imigração Judaica desde 2014 até os dias atuais. Sócia da empresa Tulipa Produções Artísticas, realiza consultorias para o terceiro setor e instituições culturais. Aperfeiçoamento em Gestão de Projetos pela ENAP (2015), com sólida atuação na integração entre arte, educação e políticas públicas de cultura.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.