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O projeto Superfície do Tempo, da Companhia Tem Gente Teatrando, propõe a circulação do espetáculo em 10 cidades da Serra Gaúcha, sendo elas: Carlos Barbosa, Bento Gonçalves, Garibaldi, Flores da Cunha, Farroupilha, Nova Petrópolis, São Marcos, Gramado, Canela e Caxias do Sul. Será realizado duas sessões em cada cidade. A iniciativa busca democratizar o acesso ao teatro e ampliar o alcance da produção artística regional, oferecendo apresentações gratuitas e ações de formação voltadas ao público em geral e comunidades escolares.
Espetáculo de rua: Superfície do TempoOlívio, um dia, pegou a estrada e saiu sem rumo. Ele e a sua Kombi Maria GiraMundo atravessaram muitos territórios até chegarem na Superfície do Tempo. Com a chegada deles o futuro e o passado desabaram no presente, eliminando rotas de fuga. Olívio e Maria GiraMundo descobrem que não estão sozinhos. Com uso de máscaras, manipulação de objetos, dança e narração, o espetáculo criado pela Companhia Tem gente Teatrando, investe no teatro de animação para abordar uma temática urgente dos dias atuais, o desequilíbrio do nosso planeta. Inspirado na cosmovisão indígena, através do livro ideias para adiar o fim do mundo, de Ailton krenak, a narrativa enfrenta a questão: “O fim do mundo - da vida, do planeta, do sistema solar”.
Objetivo geral Realizar a circulação do espetáculo Superfície do Tempo, da Companhia Tem Gente Teatrando, em 10 cidades da Serra Gaúcha, com duas apresentações por localidade, promovendo o acesso democrático ao teatro, a valorização da produção artística regional e a reflexão sobre questões socioambientais contemporâneas.Objetivo específicoAmpliar o acesso à arte teatral em municípios da Serra Gaúcha, descentralizando as ações culturais e alcançando públicos diversos, especialmente em comunidades com menor oferta cultural.Fortalecer a presença da Companhia Tem Gente Teatrando como referência em teatro de pesquisa e formação de plateias na região, consolidando vínculos com espaços culturais e instituições locais.Estimular a reflexão sobre o meio ambiente e o equilíbrio entre ser humano e natureza, temática central do espetáculo, a partir da experiência estética e sensorial do teatro de máscaras.Promover a formação e sensibilização de públicos, por meio de bate-papos e atividades complementares com artistas, professores e estudantes, incentivando o diálogo sobre arte e sustentabilidade.Contribuir para o fortalecimento da economia criativa regional, gerando oportunidades de trabalho para artistas, técnicos e produtores culturais envolvidos na circulação.
A Companhia Tem Gente Teatrando, com 35 anos de trajetória ininterrupta em Caxias do Sul (RS), é uma das mais atuantes e reconhecidas do sul do Brasil, com sólida contribuição à formação cultural, artística e cidadã da região. Ao longo de mais de três décadas, o grupo consolidou um espaço de referência — o Espaço Cultural Tem Gente Teatrando — que acolhe formações, temporadas, mostras e projetos sociais voltados à democratização da arte. A presente proposta, circulação do espetáculo Superfície do Tempo em 10 cidades da Serra Gaúcha, nasce desse compromisso histórico com a difusão da cultura teatral e o acesso da população à produção artística regional.O espetáculo Superfície do Tempo é uma criação autoral que dialoga profundamente com a contemporaneidade ao abordar o desequilíbrio ambiental e a relação entre humanidade e natureza, inspirando-se na cosmovisão indígena presente na obra Ideias para Adiar o Fim do Mundo, de Ailton Krenak. A narrativa, conduzida por meio da linguagem do teatro de máscaras expressivas e da manipulação de objetos, propõe uma experiência visual e poética que ultrapassa a palavra, convocando o público a refletir sobre o impacto das ações humanas no planeta. Trata-se de um espetáculo sem falas, acessível a diferentes faixas etárias e contextos socioculturais, cuja estética simbólica amplia a capacidade de diálogo com públicos diversos.A circulação prevê duas apresentações em cada uma das 10 cidades da Serra Gaúcha — Carlos Barbosa, Bento Gonçalves, Garibaldi, Flores da Cunha, Farroupilha, Nova Petrópolis, São Marcos, Gramado, Canela e Caxias do Sul —, totalizando 20 sessões gratuitas. A escolha por municípios de médio porte e com forte identidade cultural reforça o propósito de descentralização da produção artística, levando o teatro a comunidades que, em muitos casos, não dispõem de acesso regular a espetáculos profissionais. Essa ação contribui para formação de plateias, circulação de artistas locais e fortalecimento da economia criativa na Serra Gaúcha, território de relevância econômica e simbólica, mas ainda com desigualdades de acesso à fruição cultural.A proposta justifica-se, portanto, pela necessidade de viabilizar economicamente a difusão de um espetáculo de qualidade técnica e artística comprovada, cujo alcance social e educativo é amplo. O custo de produção, deslocamento de equipe, montagem técnica e manutenção de infraestrutura torna inviável a realização do projeto sem apoio financeiro. Assim, o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) apresenta-se como instrumento indispensável para garantir a execução plena desta iniciativa, que combina excelência artística, relevância temática e impacto sociocultural.O projeto se enquadra nos incisos I e III do Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, que estabelecem como finalidade da política nacional de cultura:Inciso I _ "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais";Inciso III _ "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e garantir a plena liberdade das formas de expressão artística e cultural."Ao levar o espetáculo para diferentes cidades e públicos, a proposta atua diretamente sobre o direito de acesso à cultura e sobre a proteção e valorização das expressões culturais brasileiras, especialmente aquelas que refletem o pensamento ambientalista e a cosmovisão dos povos originários — temas urgentes para a construção de uma sociedade mais consciente e solidária.Além disso, a iniciativa atende plenamente aos objetivos do Artigo 3º da Lei 8.313/91, notadamente:Inciso I _ "estimular a produção, a distribuição e o acesso aos produtos culturais";Inciso II _ "proteger e valorizar o patrimônio cultural brasileiro";Inciso III _ "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais";Inciso IV _ "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores";Inciso V _ "proporcionar meios para a circulação de bens culturais de origem nacional."Cada um desses objetivos se materializa na proposta. A circulação multiplica o alcance da produção cultural, estimula o diálogo entre artistas e comunidades locais, difunde bens culturais brasileiros e promove o intercâmbio entre diferentes contextos da Serra Gaúcha, fortalecendo identidades e pertencimentos. A companhia, com sua trajetória de 35 anos, simboliza a continuidade de um fazer teatral comprometido com o público e com o território — um projeto de arte e cidadania que se sustenta na partilha de experiências.O espetáculo Superfície do Tempo aborda de maneira poética e sensível um dos temas mais urgentes da atualidade: a crise ambiental e a necessidade de reconexão com a natureza. Inspirado nas ideias de Ailton Krenak, o trabalho propõe ao espectador uma experiência estética que provoca reflexão e empatia, despertando um olhar mais crítico e afetivo sobre o mundo. Ao difundir essa mensagem por meio de uma linguagem artística acessível e visualmente impactante, o projeto contribui não apenas para o fortalecimento do pensamento ecológico, mas também para a formação ética e estética do público.O uso do mecanismo de incentivo é, portanto, fundamental para garantir a sustentabilidade financeira do projeto e a gratuidade do acesso, possibilitando que a arte cumpra sua função social de diálogo e transformação. A realização de apresentações gratuitas elimina barreiras econômicas, permitindo que o teatro alcance crianças, jovens, adultos e idosos de diferentes contextos sociais. O investimento cultural por meio da Lei Rouanet assegura que artistas e técnicos possam exercer sua atividade com dignidade, gerando renda, emprego e movimentação econômica local, em consonância com os princípios da economia criativa.Além da circulação de espetáculos, o projeto prevê ações complementares de formação e mediação cultural, como conversas com o público e atividades de sensibilização em parceria com escolas e instituições locais. Essas ações ampliam o impacto da iniciativa, estimulando o pensamento crítico, a valorização da arte como espaço de encontro e o reconhecimento da cultura como bem comum.Ao longo de sua história, a Companhia Tem Gente Teatrando tem demonstrado comprometimento com a educação, a inclusão e a sustentabilidade, mantendo uma programação contínua e acessível, sempre pautada pela qualidade artística e pela responsabilidade social. Superfície do Tempo representa a continuidade dessa missão — um espetáculo que, ao tratar da urgência de "adiar o fim do mundo", convida o público a repensar sua própria existência no tempo e no planeta.Dessa forma, o presente projeto não apenas cumpre os dispositivos legais da Lei nº 8.313/91, como também reafirma o sentido essencial dessa política pública: promover o direito à cultura, valorizar os artistas brasileiros e ampliar o horizonte simbólico da sociedade. Com o apoio do Mecanismo de Incentivo à Cultura, será possível transformar a circulação de Superfície do Tempo em um movimento coletivo de arte, consciência e esperança, fortalecendo a presença do teatro como instrumento de transformação humana e ambiental na Serra Gaúcha e no Brasil.
O espetáculo faz parte do repertório da Companhia Tem Gente Teatrando, que atua no Rio Grande do Sul desde 1989. Espetáculo de rua, com classificação livre que será apresentado em 10 municípios da Serra Gaúcha, região fortemente atingida pelas enchentes, que até hoje está com sua infraestrutura de estradas ainda abalas pelas águas. E é neste contexto que o espetáculo Superfície do Tempo, peça que abora a relação dos humanos com a natureza. Inspirado livremente no livro Ideias para adiar o fim do mundo, Superfície do Tempo nos faz pensar e agir para mudarnos a rota do planeta.
Espetáculo de rua, com classificação livre. Com duração de 38 minutos.
O projeto Superfície do Tempo, da Companhia Tem Gente Teatrando, foi concebido com o compromisso de garantir acessibilidade plena, tanto no acesso físico quanto na fruição do conteúdo artístico. Por tratar-se de um espetáculo de rua, as apresentações ocorrerão em espaços públicos amplos, de fácil acesso e com condições adequadas para receber pessoas com diferentes necessidades de locomoção e comunicação.Acessibilidade FísicaAs ações de circulação serão realizadas em locais públicos planos, de fácil acesso e circulação, como praças e ruas centrais das cidades, garantindo mobilidade e autonomia a todas as pessoas. Sempre que necessário, serão instaladas rampas de acesso temporárias e delimitadas áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, assegurando visibilidade e conforto. Também será observada a proximidade de banheiros acessíveis e trajetos sinalizados, de modo a facilitar a locomoção de pessoas idosas, com deficiência física ou visual. Além disso, a equipe técnica e de produção será orientada para acolhimento acessível e seguro, assegurando atendimento atencioso e individualizado quando necessário.Acessibilidade de ConteúdoPor se tratar de um espetáculo visual e não verbal, construído a partir de máscaras expressivas, gestos, imagens e trilha sonora original, Superfície do Tempo é naturalmente acessível a pessoas surdas, uma vez que dispensa o uso da palavra falada e comunica-se através da linguagem corporal e visual. Além disso, serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade comunicacional:Audiodescrição gravada, possibilitando que pessoas cegas ou com baixa visão compreendam o enredo, a movimentação e os elementos visuais da cena.Legenda descritiva em vídeo, disponível nas redes sociais do projeto, ampliando o acesso digital a pessoas com deficiência auditiva e garantindo inclusão nas ações de divulgação.Essas ações reafirmam o compromisso da Companhia Tem Gente Teatrando com uma arte inclusiva, democrática e humanizada, alinhada aos princípios da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e aos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91). A acessibilidade, nesse contexto, não é apenas uma adaptação, mas um valor central do projeto, que entende o teatro como um espaço de encontro entre todas as pessoas — com ou sem deficiência — em torno da sensibilidade, da imaginação e do direito universal à cultura.
Democratização de AcessoO projeto Superfície do Tempo, da Companhia Tem Gente Teatrando, foi concebido com o propósito de assegurar o acesso gratuito e universal ao teatro, levando arte e reflexão a comunidades da Serra Gaúcha por meio de 20 apresentações gratuitas distribuídas em 10 cidades: Carlos Barbosa, Bento Gonçalves, Garibaldi, Flores da Cunha, Farroupilha, Nova Petrópolis, São Marcos, Gramado, Canela e Caxias do Sul.Distribuição e Acesso GratuitoTodas as apresentações serão gratuitas e abertas ao público, realizadas em praças, ruas e espaços culturais acessíveis, favorecendo a participação espontânea e democrática. Não haverá cobrança de ingressos, eliminando barreiras econômicas e garantindo que pessoas de todas as idades e condições sociais possam usufruir da experiência teatral. A distribuição do público se dará de forma livre e inclusiva, com ampla divulgação prévia nas comunidades locais, escolas, instituições culturais e meios de comunicação regionais. Haverá reserva de lugares e estrutura adequada para pessoas com deficiência, idosos e estudantes, assegurando conforto, visibilidade e equidade de acesso.Ampliação do Acesso e Ações FormativasPara fortalecer a relação entre o espetáculo e o público, o projeto contempla ações complementares de democratização cultural, entre elas:Convite a escolas públicas de cada município, que serão mobilizadas por meio das secretarias municipais de educação e cultura para participar das sessões, incentivando a formação de plateias e o contato de crianças e jovens com a arte teatral.Ações digitais de difusão e mediação cultural, com vídeos, registros de bastidores e entrevistas publicados nas redes sociais do projeto, possibilitando o acesso remoto a quem não puder acompanhar presencialmente.Essas ações ampliam significativamente o impacto da circulação, transformando cada cidade visitada em um espaço de encontro, reflexão e sensibilização coletiva. A proposta reafirma o compromisso da Companhia Tem Gente Teatrando, que há 35 anos atua na formação de público e na promoção da cultura teatral no Rio Grande do Sul, com uma prática artística voltada à acessibilidade, inclusão e descentralização da produção cultural.Dessa forma, a democratização de acesso em Superfície do Tempo se concretiza não apenas pela gratuidade, mas pela criação de múltiplas oportunidades de participação, onde o teatro se torna um instrumento de encontro, consciência e transformação social, em plena sintonia com os princípios da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) e da política nacional de democratização dos bens culturais.
Ficha Técnica Companhia: Tem Gente Teatrando Espetáculo: Superfície do Tempo Direção e dramaturgia: Fábio Cuelli Elenco: Fábio Cuelli e Sandro Martins Bailarinos: Juliano Vieira e Uelinton Canedo Trilha Sonora: Beto Scopel Figurinos: Zica Stockmans Cenografia: Zica Stockmans e Lidete Michelin Adereços Cênicos: Lidete Michelin Máscaras: Fábio Cuelli Direção de produção: Zica Stockmans Produção: Tem Gente Teatrando Classificação: Livre Duração: 38 minutos Currículo Equipe Principal Fábio Cuelli, diretor, ator - Formado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal doRio Grande do Sul (2013 a 2018), com o trabalho de conclusão: "Da Máscara ao Corpo: No Porto da Dramaturgia Contemporânea". Atualmente, é mestrando em Artes Cênicas pelo PPGAC - UFRGS.Possui experiência profissional como professor de teatro, atuando como professor de atuação e orientador cênico dos Trabalhos de Conclusão no Curso Profissionalizante de Teatro do Espaço Cultural Tem Gente Teatrando, desde 2017 (Caxias do Sul/RS). É ministrante do curso "Corpo - Máscara", juntamente com o grupo Máscara EnCena, desde 2018, em cidades dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo. Desenvolve o curso "Da Máscara ao Corpo", no qual orienta o percurso de construção, atuação e criação da dramaturgia com a máscara inteira humanizada. Sandro Martins - ator - Formado em Pedagogia pela Universidade de Caxias do Sul – UCS, possui especialização em Teatro e Educação pelo Instituto Federal de Diamantina/MG. Com DRT nº 8574, atua na área teatral há 24 anos.Como ator, participou de espetáculos como A Farsa da Esposa Perfeita, de Edy Lima, dirigida por Camilo de Lélis (2004); O Defunto e os Quase Mortos, com textos de René de Obaldia e Harold Pinter, direção de Zica Stockmans (2006); e Navalha na Carne, de Plínio Marcos, com direção de Mauro Soares. Atualmente, é ator do espetáculo Lendas de Enganar a Morte (2018), dirigido por Zica Stockmans, e do seu espetáculo solo, Silêncio (2022), dirigido por Fábio Cuelli. Zica Stockmans - Direção de Produção - Zica Stockmans é fundadora e diretora da "Tem Gente Teatrando". Atriz, diretora e professora de teatro, possui formação em Educação Artística pela Universidade de Caxias do Sul, com especialização em Teatro e Educação pelo Instituto Federal de Diamantina/MG, e em Corpo e Cultura, Ensino e Criação pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). É mestra em Cultura e Literatura pela mesma instituição. Como atriz, destacam-se os seguintes trabalhos: Sou Absolutamente Dona do Meu Nariz, texto de Vera Karam, com direção de Mauro Soares; A Farsa da Esposa Perfeita, de Edy Lima, com direção de Camilo de Lélis; Navalha na Carne, de Plínio Marcos, com direção de Mauro Soares; e Memória do Corpo e Memória do Torto, ambos de sua autoria e direção de Fábio Cuelli. Uelinton Candedo - bailarino/manipulador Quando criança, subia em árvores. Mestre Psicologia, graduado em Dança e História. Cofundador de dois grupos de teatro. Ator, diretor, preparador corporal, diretor de documentário, escritor e membro de uma Academia de Letras. Atua no teatro há mais 25 anos e na dança há 24 anos nos palcos do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Membro de comissões de avaliação de projetos de lei de incentivo por diversas vezes. Mais informações no Currículo Lattes e redes sociais. Juliano Vieira - bailarino/manipulador - Juliano Vieira Dias é coreógrafo, bailarino e professor desde 2000. Tem foco nas danças urbanas, mas sempre esteve em contato com outras modalidades, como jazz, balé e contemporâneo, buscando aprimorar e expandir seus conhecimentos artísticos. Ganhou o prêmio de Trajetória Cultural em 2021 e, ao longo de sua carreira, participou de diversos festivais de dança, nacionais e internacionais, recebendo prêmios de destaque na categoria de danças urbanas, como melhor bailarino e melhor coreógrafo. Fez diversos cursos com professores nacionais e internacionais em grandes festivais de danças urbanas. Trabalhou como educador e professor em entidades sociais, além de escolas públicas e particulares de sua cidade. Já dirigiu espetáculos de dança, além de participar de propagandas e dirigir trabalhos publicitários. Também atuou como jurado em festivais. Atualmente é proprietário do J.Dance Estúdio de Dança, que tem seu foco nas danças urbanas, atuando como diretor artístico e professor. É bailarino da Cia Municipal de Caxias do Sul e professor da Escola Preparatória de Dança.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.