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O projeto ‘’ iffa festival de danças urbanas ’’ foi criado pelos artistas: felipe oliveira da silva e Carlos Fernando Souza do reisFernando e Felipe são curadores e arte-educador no Projeto IFFA (ideias fixas que fazem arte).Projeto sócio/cultural no qual oferece oficinas de Graffiti e Danças urbanas.Atendendo cerca de 300 alunos nas cidades de Paraíso do Norte,Mirador, São Carlos e Paranavaí.Pensando em realizar algo voltado a um público bem maior, nasce a ideia de criar um evento com campeonato de Danças urbanas e Encontro de Grafitti, com artista de vários lugares do Paraná e outros estados.O projeto ‘’ iffa festival de danças urbanas ’’ foi criado pelos artistas: felipe oliveira da silva e Carlos Fernando Souza do reis Fernando e Felipe são curadores e arte-educador no Projeto IFFA (ideias fixas que fazem arte). Projeto sócio/cultural no qual oferece oficinas de Graffiti e Danças urbanas.Atendendo cerca de 300 alunos nas cidades de Paraíso do Norte,Mirador, São Carlos e Paranavaí. Pensando em realizar algo voltado a um público bem maior, nasce a ideia de criar um evento com campeonato de Danças urbanas e Encontro de Grafitti, com artista de vários lugares do Paraná e outros estados.
1. Batalhas de Dança Urbana (Breaking, All Style, Waacking)Resumo: Competições de dança com formato 1x1 e 2x2, reunindo dançarinos de diversas regiões. Cada batalha será julgada por profissionais convidados, com critérios técnicos e artísticos. O objetivo é valorizar o talento jovem e fortalecer a cena urbana.Formato: Competição ao vivo.Classificação etária: Livre (com participação de menores mediante autorização dos responsáveis). 2. Oficinas de Formação (Dança, Graffiti e Cultura Hip-Hop)Resumo: Serão oferecidas oficinas gratuitas de estilos variados como breaking, hip hop freestyle, waacking e graffiti, com artistas renomados e educadores culturais. As oficinas têm caráter introdutório e formativo, abertas a iniciantes e praticantes.Formato: Atividades presenciais em locais parceiros (escolas e espaços públicos).Classificação etária: A partir de 10 anos. 3. Encontro de Graffiti – Live PaintingResumo: Encontro de artistas visuais urbanos que realizarão intervenções de graffiti ao vivo em muros autorizados. O público poderá acompanhar o processo de criação e interagir com os artistas.Formato: Intervenção artística ao ar livre.Classificação etária: Livre. 4. Mostra de Danças Urbanas (Espetáculo e Performance)Resumo: Apresentações coreográficas de grupos e solistas, com estilos variados de danças urbanas (hip hop, street jazz, funk, popping, krump). O espetáculo promove a diversidade estética da cultura urbana e sua potência artística.Formato: Espetáculo presencial em palco aberto.Classificação etária: Livre.5. Roda de Conversa – “Cultura Urbana e Juventude”Resumo: Espaço de diálogo com educadores, artistas e produtores sobre os desafios e as possibilidades da juventude periférica no acesso à cultura, políticas públicas e profissionalização artística.Formato: Mesa redonda com microfone aberto.Classificação etária: A partir de 14 anos.6. Show de Encerramento com DJ e MC ConvidadosResumo: Apresentação musical com artistas da cena hip-hop/rap/funk e DJs convidados, promovendo celebração cultural e integração entre participantes e comunidade.Formato: Show musical ao vivo.Classificação etária: Livre (evento familiar, com segurança e monitoramento). 7. Exposição Audiovisual – “IFFA em Movimento”Resumo: Instalação com vídeos, depoimentos e registros das ações formativas e artísticas do projeto IFFA nas cidades participantes, exibindo o impacto social da iniciativa.Formato: Painéis + TV com looping de vídeo, acessível com audiodescrição.Classificação etária: Livre.
O campo Objetivos deve conter os objetivos gerais e específicos de forma separada, especificando cada categoria (geral e específico).Objetivo GeralNo Objetivo Geral deve-se descrever, resumidamente, qual o principal resultado que o projeto pretende alcançar, qual a sua finalidade.Pergunta-chave: PARA QUÊ?Objetivo específicoNos Objetivos específicos deve-se citar todas as ações que serão realizadas no projeto, ou seja, quais os produtos específicos que serão oferecidos à população. Os objetivos específicos devem ser mensuráveis e devidamente comprovados na prestação de contas.Pergunta-chave: QUAIS? QUANTOS?
Objetivo GeralPromover a valorização, formação e difusão das danças urbanas na região Noroeste do Paraná, por meio da realização de atividades formativas, artísticas e culturais, com o objetivo de fortalecer a cena urbana local, incentivar a inclusão social e ampliar o acesso da população à cultura das ruas.Objetivos EspecíficosRealizar 4 cursos voltados às danças urbanas (como breaking, hip hop dance, locking e house dance), com carga horária mínima de 8 horas por curso e participação estimada de 20 alunos por turma. Oferecer 4 workshops práticos, com profissionais convidados, voltados à experimentação de técnicas e estilos dentro das danças urbanas, com duração média de 2 horas cada. Promover 1 palestra temática sobre a história, fundamentos e impactos sociais das danças urbanas, com participação mínima de 50 pessoas e emissão de certificados. Organizar 1 competição de coreografias, com no mínimo 6 grupos participantes da região, premiando os três primeiros colocados com troféus e/ou prêmios simbólicos. Realizar 1 batalha de breaking com no mínimo 16 competidores inscritos, divididos em categorias e com avaliação de jurados especializados. Realizar 1 batalha all style, com formato eliminatório, no mínimo 16 competidores e presença de DJ e MC locais. Realizar 1 batalha de MCs (freestyle), com no mínimo 8 participantes da região, valorizando a cultura do rap e da improvisação poética, com premiação para os finalistas. Produzir 1 show de encerramento, com apresentações artísticas (DJ, dança e/ou música), reunindo artistas locais e convidados, como forma de celebrar o encerramento do projeto com o público. Montar uma feira de empreendimentos locais, com no mínimo 10 marcas ou iniciativas da região, ligadas à moda, arte urbana ou produtos autorais. Disponibilizar espaço gastronômico, com no mínimo 5 expositores da culinária local, valorizando empreendedores da região. Divulgar todas as ações do projeto em mídias sociais e canais de comunicação locais, com no mínimo 20 publicações ao longo do projeto, garantindo visibilidade das danças urbanas na região Noroeste do Paraná.
1. BATALHAS DE DANÇA URBANA (Breaking, All Style, Waacking)Duração: 6 horas (divididas em etapas eliminatórias, semifinais e finais)Materiais e estrutura necessários:Palco ou espaço plano de no mínimo 6x6m;Aparelhagem de som com mixer e microfone sem fio;Iluminação básica (preferencial para áreas abertas);Tenda de apoio para jurados e competidores;DJ, MC e 3 jurados especializados.Projeto pedagógico: As batalhas incentivam o desenvolvimento técnico, criativo e competitivo dos jovens dançarinos, estimulando a expressão corporal, o respeito, a escuta e a valorização das culturas urbanas como ferramenta de formação cidadã. 2. OFICINAS DE FORMAÇÃO (Dança, Graffiti e Cultura Hip-Hop)Duração: 2 a 3 horas cada oficina (mínimo de 6 oficinas ao longo do festival)Materiais necessários:Sala ou quadra com piso adequado para dança (sem obstáculos);Som com bluetooth ou entrada P2/P10;Latas de spray, papel kraft, luvas e máscaras (para oficinas de graffiti);Blocos, canetas, materiais visuais (para apoio pedagógico).Projeto pedagógico: Cada oficina tem como foco o ensino introdutório de técnicas e fundamentos dos estilos trabalhados, com abordagem crítica, histórica e prática. O conteúdo será adaptado ao nível dos participantes, promovendo inclusão, autonomia e criatividade. A metodologia será participativa e dialógica, promovendo a escuta ativa e o respeito à diversidade cultural e corporal. 3. ENCONTRO DE GRAFFITI – LIVE PAINTINGDuração: 1 dia completo (6 a 8 horas)Materiais necessários:Muros autorizados para intervenção;Latas de spray variadas (fornecidas pelo projeto);Máscaras, luvas e coletes de identificação;Tendas de proteção e lona para o piso (caso em calçada);Projeto pedagógico: O encontro promove a valorização da arte urbana como expressão cultural legítima, oferecendo espaço para que artistas compartilhem técnicas, mensagens e experiências, estimulando o pensamento crítico visual e o pertencimento comunitário.4. MOSTRA DE DANÇAS URBANAS (Espetáculo e Performances)Duração: 2 horasMateriais necessários:Palco com no mínimo 8x6m, estrutura de som e iluminação cênica básica;Aparelho de som com entrada USB e computador;Bastidores, camarim ou espaço para troca de figurino;Paginação: Sequência de 8 a 12 apresentações de até 10 minutos cada.Projeto pedagógico: A mostra busca evidenciar a potência artística das danças urbanas como linguagem estética, plural e contemporânea, promovendo o protagonismo de grupos periféricos e independentes. 5. RODA DE CONVERSA – “Cultura Urbana e Juventude”Duração: 1h30 a 2 horasMateriais necessários:Espaço com cadeiras dispostas em círculo ou formato auditório;Microfone sem fio, caixas de som e projetor (se necessário);Intérprete de Libras e mediador(a);Projeto pedagógico: A roda de conversa terá caráter formativo e reflexivo, com base em relatos de experiência e mediação participativa. Será um espaço de escuta ativa entre artistas, jovens, educadores e público em geral, incentivando o debate sobre políticas públicas, inclusão, racismo estrutural e vivências da cultura de rua. 6. SHOW DE ENCERRAMENTO COM DJ E MC CONVIDADOSDuração: 2 horasMateriais necessários:Palco com som profissional (mínimo 5.000W RMS);Iluminação cênica e backline técnico (mesa, retornos, microfones);DJ com controladora, MC e banda ou playback;Projeto pedagógico: Embora de caráter festivo, o show visa reforçar a identidade cultural do evento, dar visibilidade a artistas locais e encerrar o festival com uma celebração da diversidade e potência da cultura urbana.7. EXPOSIÇÃO AUDIOVISUAL – “IFFA EM MOVIMENTO”Duração: Exposição durante os 3 dias do eventoMateriais necessários:Estrutura com 5 a 7 painéis (banner lona ou mdf com base);Tela de TV ou projetor com looping de vídeos curtos;Fones de ouvido ou legenda acessível;Paginação: 5 painéis com fotos, QR codes, frases e linha do tempo do projeto IFFA + exibição de vídeos documentais (audiodescritos).Projeto pedagógico: A exposição busca apresentar os resultados do projeto IFFA nas cidades participantes, evidenciar depoimentos, valorizar os protagonistas e inspirar novos coletivos e educadores a replicarem práticas culturais de base comunitária.
Acessibilidade FísicaO IFFA Festival de Danças Urbanas será realizado em espaços com infraestrutura adequada para garantir o acesso de pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida, idosos e demais públicos com necessidades específicas. As ações previstas incluem:Instalação ou uso de rampas de acesso em todas as áreas de circulação e entrada do evento;Disponibilização de banheiros adaptados ao público PCD e com mobilidade reduzida;Sinalização com guias táteis e piso podotátil, quando possível, para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência visual;Áreas de circulação com espaço livre de obstáculos, permitindo o trânsito de cadeirantes e acompanhantes;Espaço reservado em plateia e arquibancadas para pessoas com deficiência física, gestantes e idosos.Acessibilidade de ConteúdoCom o objetivo de garantir a compreensão plena do conteúdo artístico e formativo do festival, serão adotadas as seguintes medidas:Presença de intérprete de Libras nas principais atividades: apresentações, rodas de conversa e oficinas;Produção de material informativo em Braille e fonte ampliada, como folders, sinalizações e programas do evento;Inclusão de audiodescrição em apresentações selecionadas e vídeos exibidos ou publicados;Legendas descritivas em vídeos exibidos durante o evento e em conteúdos pós-evento nas redes sociais;Possibilidade de visitas sensoriais guiadas para pessoas com deficiência visual, permitindo a exploração tátil e sonora do ambiente, do palco e de elementos das apresentações.
Democratização de AcessoO IFFA Festival de Danças Urbanas tem como princípio a garantia do acesso livre e igualitário à cultura, especialmente para populações em situação de vulnerabilidade social, moradores de periferias, juventudes negras e de comunidades tradicionais.As seguintes ações serão adotadas para promover a democratização do acesso:Evento 100% gratuito, com acesso livre a todas as atividades (oficinas, batalhas, apresentações, rodas de conversa e shows);Realização de oficinas e apresentações em bairros periféricos, escolas públicas e espaços culturais descentralizados, para alcançar públicos que normalmente têm pouco acesso à arte;Distribuição de vagas prioritárias para participantes oriundos de projetos sociais, escolas públicas e comunidades indígenas ou quilombolas da região;Campanhas de divulgação comunitária com linguagem acessível, panfletagem local, uso de rádios comunitárias e redes sociais populares;Parcerias com instituições públicas e sociais, como CRAS, escolas, coletivos locais e conselhos de juventude, para mobilização de público e participação ativa;Garantia de transporte gratuito ou auxílio para deslocamento, viabilizando a participação de jovens de cidades vizinhas ou áreas rurais;Priorização da contratação de artistas e profissionais locais, valorizando a cena cultural da região e gerando circulação de renda no próprio território.Com essas medidas, o festival busca tornar-se um espaço verdadeiramente acessível, participativo e inclusivo, fortalecendo o direito à cultura como ferramenta de transformação social.
Atribuições do Dirigente e ProponentesCoordenação Geral do Projeto (Carlos Fernando Souza do Reis): organização do cronograma, convocação da equipe, acompanhamento de metas, avaliação dos resultados e prestação de contas.Curadoria Artística e Produção Executiva (Felipe Oliveira da Silva): definição dos artistas e oficineiros convidados, mediação com a cena local e regional, apoio à comunicação e logística do evento.Articulação Comunitária e Educacional (ambos): mobilização de participantes das cidades atendidas (Paranavaí, Paraíso do Norte, Mirador e São Carlos do Ivaí), integração com escolas públicas, ONGs, CRAS e coletivos culturais.Atividades Voluntárias: além das atribuições técnicas, os coordenadores também atuarão voluntariamente como oficineiros em pelo menos uma oficina de dança urbana, além de mediar rodas de conversa e apoiar a cobertura audiovisual do evento.Coordenador técnico.Marcos Paulo Gomes Maximiano com experiência na execução de eventos culturais e artísticos voltados às danças urbanas e à cultura hip hop. Atua na organização e acompanhamento técnico de espetáculos, batalhas, mostras e festivais, garantindo a qualidade técnica e operacional de cada realização.Entre suas principais atuações, destacam-se a coordenação técnica no IFFA – Festival de Danças Urbanas, participação na Semana do Hip Hop de Maringá e na Surugua Street – Paranavaí, eventos de grande relevância para o fortalecimento da cena urbana no interior do Paraná.Sua trajetória demonstra comprometimento com a difusão da cultura urbana, o fortalecimento das expressões periféricas e o desenvolvimento técnico de produções culturais regionais.assistente técnica .Tayla Fernanda Donati Paes atua em produções culturais, com experiência em apoio à coordenação, organização de equipe e acompanhamento das atividades artísticas e logísticas. Colabora na execução e registro das ações, controle de materiais e comunicação entre produção e artistas, contribuindo para o bom andamento dos projetos.Participou como assistente técnica nos projetos IFFA – Festival de Danças Urbanas, Semana do Hip Hop de Maringá e Surugua Street – Paranavaí, fortalecendo o desenvolvimento e a visibilidade das danças urbanas e da cultura hip hop no interior do Paraná.Demonstra comprometimento, agilidade e sensibilidade nas práticas de produção e suporte técnico, essenciais para a realização dos eventos culturais.
Periodo para captação de recursos encerrado.