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PRONAC 2510070Autorizada a captação total dos recursosMecenato

TODA AGUA QUE ME PERCORRE - BSB / RJ

RAMAYANA REGIS CAVALCANTE LTDA
Solicitado
R$ 418,1 mil
Aprovado
R$ 418,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-05
Término
2028-12-29
Locais de realização (2)
Brasília Distrito FederalRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto Toda Água Que Me Percorre propõe a criação, montagem e circulação de um espetáculo teatral sensorial e imersivo, protagonizado pela atriz Ramayana Régis e escrito por Lucianna Mauren. A obra será apresentada em duas cidades — Brasília (8 apresentações) e Rio de Janeiro (24 apresentações) — totalizando 32 apresentações gratuitas, com recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição e visitas táteis). O projeto inclui ainda 4 oficinas formativas e rodas de conversa com o público, ampliando o alcance educativo e social da proposta.

Sinopse

Sinopse da ObraToda Água Que Me Percorre é um espetáculo teatral sensorial e poético que convida o público a uma imersão íntima e transformadora. Inspirado na vivência real da atriz Ramayana Régis, a obra aborda a superação de um relacionamento abusivo e conecta a violência contra os corpos femininos à destruição das águas e da natureza. A dramaturgia de Lucianna Mauren mescla relato-confissão, poesia e dados sobre feminicídio, crise climática e poluição dos mares, criando uma narrativa que transita entre o pessoal e o coletivo.Em cena, o público é recebido em uma instalação sensorial que alterna o ambiente de uma casa e o fundo do oceano. Sons subaquáticos, cheiros, texturas e iluminação criam uma experiência multissensorial de acolhimento e reflexão. O espetáculo propõe que, assim como o ventre materno, o planeta é nossa primeira casa – e quando agredimos a Terra, violamos também essa memória primordial.A cada sessão, após o espetáculo, ocorrem rodas de conversa mediadas por assistente social, criando um espaço seguro de escuta e troca. O projeto inclui ainda visitas táteis guiadas pela atriz para pessoas cegas e de baixa visão, oficinas formativas gratuitas (uma para mulheres de baixa renda e outra para adolescentes da rede pública) e a gravação de um registro audiovisual acessível, que será disponibilizado gratuitamente em plataforma digital como material educativo e de memória.A proposta é sensível, política e transformadora, incentivando o público a refletir sobre violência de gênero, justiça climática e os caminhos de resistência e cuidado coletivo.Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos, conforme Portaria MJSP nº 502/2021.

Objetivos

Objetivo GeralPromover uma experiência artística sensorial e transformadora que una criação cênica, circulação e formação de público, tendo como eixo a metáfora entre a mulher e a água — ambas figuras femininas, geradoras de vida e alvos de violência. O projeto propõe reflexão, acolhimento e práticas coletivas de cura, articulando apresentações teatrais, oficinas e rodas de conversa para fortalecer vínculos culturais e socioambientais.Objetivos Específicos· Montar e estrear o espetáculo, com dramaturgia, cenografia, figurino, trilha original e instalação sensorial.· Realizar 8 apresentações em Brasília e 24 no Rio de Janeiro (32 sessões), atingindo aproximadamente 3.800 pessoas.· Garantir acessibilidade plena: 100% das sessões com intérprete de Libras, 8 apresentações com audiodescrição, visitas táteis diárias, sala sensorial e abafadores de som.· Conduzir rodas de conversa pós-espetáculo, mediadas por assistente social e ambientalistas (intercalados), para fomentar diálogo e escuta qualificada.· Oferecer 4 oficinas gratuitas (duas em cada cidade): uma para mulheres de baixa renda e outra para adolescentes da rede pública, com foco em empoderamento, teatro e educação socioambiental.· Registrar o espetáculo em audiovisual acessível e disponibilizar publicação digital educativa para democratização do acesso.· Executar plano de comunicação multiplataforma, ampliando o alcance e impacto do projeto e dos patrocinadores.· Implementar práticas de sustentabilidade: economia circular, logística de baixo carbono, redução de impressos, fornecedores locais e reaproveitamento de materiais recicláveis para criação do cenário e figurino.

Justificativa

O projeto Toda Água Que Me Percorre se enquadra na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) nos seguintes dispositivos:Art. 1ºI _ Difusão e acesso à cultura em territórios de relevância histórica e cultural, com apresentações em duas capitais brasileiras.II _ Estímulo à produção cultural e à fruição artística, com gratuidade e ações de formação de público.IV _ Difusão de bens culturais de valor universal, criando uma obra capaz de circular nacionalmente após a estreia.Art. 3ºI _ Facilitação do acesso da população às fontes da cultura, por meio de programação gratuita e acessível.II _ Democratização do acesso aos bens culturais, com Libras, audiodescrição, visitas táteis e programa acessível em braile digital.III _ Apoio, valorização e difusão de manifestações culturais, abordando temas de relevância social como gênero e meio ambiente.IV _ Estímulo à produção cultural e à difusão de conteúdos inovadores, combinando teatro documental, instalação sensorial e performance.V _ Priorização de produto cultural de caráter universal, com potencial de fruição em diferentes territórios e públicos. Alinhamento aos ODSODS 4 _ Educação de Qualidade: oficinas formativas gratuitas, material pedagógico e registro acessível.ODS 5 _ Igualdade de Gênero: protagonismo feminino na equipe e enfrentamento à violência de gênero como tema central.ODS 10 _ Redução das Desigualdades: gratuidade, acessibilidade plena e priorização de públicos vulnerabilizados.ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis: ocupação qualificada de teatros e articulação com redes locais.ODS 12 _ Consumo e Produção Responsáveis: cenografia reaproveitável, redução de impressos, logística eficiente.ODS 13 _ Ação Climática: conscientização sobre crise climática e práticas de baixo impacto na produção. Mensurabilidade e Resultados Esperados32 apresentações em duas capitais, alcançando cerca de 3.800 espectadores.4 oficinas gratuitas (duas por cidade), atendendo 120 participantes diretos.Rodas de conversa pós-espetáculo.Registro audiovisual acessível disponibilizado online, com métricas de acesso registradas.Relatório final de impacto cultural, social e ambiental entregue ao MinC e patrocinadores.O projeto demanda investimento inicial para viabilizar dramaturgia inédita, instalação sensorial, trilha sonora quadrifônica e acessibilidade universal (Libras, audiodescrição, visitas táteis, programa em braile). O mecanismo da Lei Rouanet garante a gratuidade das apresentações, o alcance de públicos prioritários e a execução das contrapartidas educativas previstas.Relevância Artística e SocialO espetáculo transforma a experiência pessoal da atriz Ramayana Régis em narrativa de alcance universal. A dramaturgia de Lucianna Mauren entrelaça corpo feminino e oceano, apresentando-os como corpos que recebem, geram vida, nutrem e transbordam. Assim como o corpo da mulher é violentado, o oceano é poluído e degradado _ duas forças vitais submetidas a processos de dominação e destruição."Meu corpo é casa, é maré, é porto e tempestade. Tudo o que me atravessa escorre de mim como água, mas eu insisto em permanecer rio."Essa metáfora é o centro da obra, convertendo dor em potência poética e convidando o público a participar de um rito de purificação e regeneração coletiva. A cenografia alterna a intimidade da casa e a profundidade do mar, enquanto som, luz e aromas criam uma imersão sensorial que transforma cada apresentação em uma experiência única. Oficinas e rodas de conversa estendem essa vivência para além do palco, formando público, estimulando reflexão crítica e fortalecendo redes comunitárias. Sustentabilidade e CirculaçãoApesar do custo inicial elevado, o resultado é uma obra pronta para circulação de baixo custo, devido ao formato de monólogo e à cenografia modular e de material reciclado. Isso facilita temporadas futuras em outras cidades e atrai novos patrocinadores, garantindo longevidade ao investimento público e ampliando o impacto cultural ao longo do tempo.

Estratégia de execução

Toda Água Que Me Percorre é mais que um espetáculo: é um rito poético de transformação que convida o público a adentrar memórias íntimas e coletivas de dor, resistência e cura. Para além da programação e das ações já descritas, destacam-se os seguintes aspectos:LogísticaA atriz Ramayana Régis, residente no Rio de Janeiro, realizará a montagem do espetáculo em Brasília, permanecendo na cidade por cerca de dois meses e meio, período que contempla ensaios e a temporada de 8 apresentações. Durante esse tempo, estão previstas viagens quinzenais ao Rio de Janeiro, de modo a conciliar compromissos artísticos e pessoais. Para garantir economia e conforto, será locado um apartamento por temporada (modelo Airbnb), solução mais viável e econômica que diárias de hotel. Além disso, a produção custeará translados locais e alimentação, assegurando as condições adequadas de trabalho e permanência durante todo o processo.A musicista em cena também permanecerá em Brasília durante dois meses, período em que atuará na criação e execução da trilha sonora ao vivo, dialogando com o corpo e a voz da atriz. Sua estadia não implicará custos de hospedagem, pois será acolhida por familiares na cidade, sendo previstas 60 diárias de alimentação e translado, além de duas viagens completas (ida e volta Rio–Brasília).Durante a temporada carioca, a diretora, o encenador, a produtora executiva e o iluminador do espetáculo deverão se deslocar de Brasília para o Rio de Janeiro para acompanhar o processo de adaptação técnica e artística do espetáculo à nova cidade. A diretora e o encenador permanecerão durante a primeira semana de montagem e no encerramento da temporada, enquanto o iluminador acompanhará a montagem e os primeiros ajustes técnicos na semana inicial. A presença desses profissionais é essencial para garantir a coerência estética e a manutenção da qualidade cênica da montagem, especialmente nos momentos de transição de espaço, remontagem e encerramento da circulação.No total, o projeto compreende 24 trechos aéreos, correspondentes a 12 viagens completas (12 idas e 12 voltas), distribuídos entre atriz, musicista, diretora, encenador, produtora executiva e iluminador. A seguir, detalham-se as estimativas de hospedagem e diárias de alimentação e translado:Hospedagem:Atriz: 75 diárias (2 meses e meio em Brasília, modelo Airbnb).Diretora: 11 diárias (7 na abertura + 4 no encerramento).Encenador: 11 diárias (7 na abertura + 4 no encerramento).Iluminador: 7 diárias (semana de montagem). → Total geral de hospedagens: 104 diárias.Diárias – Alimentação e Translado:Atriz: 75 diárias (durante o período em Brasília).Musicista: 60 diárias (durante o período em Brasília).Diretora: 11 diárias (7 na abertura + 4 no encerramento).Encenador: 11 diárias (7 na abertura + 4 no encerramento).Iluminador: 7 diárias (semana de montagem).Produtora executiva: 11 diárias (7 na abertura + 4 no encerramento). → Total geral de diárias (alimentação e translado): 175 diárias.Essas medidas logísticas garantem condições adequadas de trabalho, otimização de recursos e sustentabilidade na execução do projeto, priorizando soluções acessíveis e compatíveis com as exigências técnicas e artísticas do espetáculo. EncenaçãoA dramaturgia de Lucianna Mauren, criada em processo colaborativo com a atriz Ramayana Régis, transforma a história de uma mulher sobrevivente de violência doméstica em narrativa universal. O espetáculo parte da metáfora entre o corpo da mulher e o oceano: ambos femininos, fontes de vida e, ao mesmo tempo, alvos de violação e silenciamento. Em cena, a mulher e o mar se fundem — trazendo também o arquétipo feminino de Yemanjá —, revelando a violência que atravessa tanto os corpos femininos quanto a natureza, e transformando essa dor em potência poética, sensorial e política.Assim como o mar, a protagonista é ferida, mas também é lugar de força, mistério e renascimento.“Meu corpo é casa, é maré, é porto e tempestade. Tudo o que me atravessa escorre de mim como água, mas eu insisto em permanecer rio.”A instalação cênica transforma o espaço teatral em uma atmosfera aquática e de introspecção, onde cada elemento — luz, som, cheiro e objeto — conduz o público a um mergulho sensorial. A experiência se assemelha a um rito coletivo de transformação e purificação, no qual cada apresentação se torna única e renovadora.O espetáculo contará também com a presença de uma musicista em cena, responsável pela composição sonora ao vivo, que dialoga com o corpo e a voz da atriz, ampliando a dimensão sensorial e simbólica da obra.A equipe do projeto reflete a multiplicidade dos corpos e vozes que o inspiram, sendo formada integralmente por mulheres, pessoas pretas, um homem trans, um homem não binário e uma pessoa com deficiência, reafirmando o compromisso do projeto com a diversidade, representatividade e equidade de gênero e raça no campo cultural do Distrito Federal e do Rio de Janeiro.

Especificação técnica

Especificações Técnicas do ProdutoEspetáculo Teatral – Toda Água Que Me PercorreFormato: Monólogo sensorial e performático.Paginação: Texto solo, dividido em 5 cenas interligadas, com transições sonoras e de luz que criam imersão.Duração: 70 minutos.Cenografia: Instalação com elementos de madeira, tecidos, utensílios domésticos, piso que remete ao fundo do mar e área delimitada para visitas táteis.Iluminação: Projeto de luz cenográfica de Rafael Andrade, utilizando refletores LED, varas e controle DMX.Som: Sonoplastia quadrifônica com trilha original e sons ambiente de água, terra e utensílios domésticos.Acessibilidade: Interpretação em Libras em 100% das sessões; audiodescrição em 8 sessões (uma por semana); programa acessível digital e em braille via QR Code; visitas táteis antes de cada sessão; sala de regulação sensorial disponível.Classificação Indicativa: 14 anos. Rodas de Conversa Pós-EspectáculoFormato: Mediação com assistente social, atriz e especialistas convidadas.Duração: 40 minutos após cada apresentação.Materiais: Microfones sem fio, cadeiras para mediadores e público, registro em ata para documentação de impacto.Resultados Esperados: Espaço de escuta, acolhimento e conscientização sobre violência de gênero e justiça climática. Oficinas FormativasFormato: Oficinas presenciais gratuitas – 2 por cidade (Brasília e Rio de Janeiro).Duração: 8 horas cada (2 encontros de 4h).Materiais: Sala multiuso ou estúdio de ensaio, colchonetes, tecidos, material de registro (vídeo/foto), apostila digital acessível.Projeto Pedagógico: Oficinas divididas em 3 eixos:Escuta e Memória: Exercícios de escrita e partilha de histórias de vida.Corpo e Voz: Jogos teatrais, alongamento e consciência corporal, técnicas de respiração e projeção vocal.Criação Coletiva: Composição de pequenas cenas ou poemas visuais sobre o tema “casa e corpo”.Público-Alvo: Mulheres de baixa renda e adolescentes da rede pública (30 participantes por oficina). Registro AudiovisualFormato: Captação multicâmera de uma apresentação completa.Duração: 70 minutos (integral).Pós-Produção: Edição, mixagem de som, legendas descritivas e versão com audiodescrição e Libras em janela.Distribuição: Disponibilização gratuita em plataforma digital, com livre acesso. Materiais de DivulgaçãoIdentidade Visual: Criação de logotipo e peças gráficas (cartaz, flyer, banner digital).Paginação: Programas de espetáculo com até 8 páginas, contendo ficha técnica, sinopse, ficha de acessibilidade e agradecimentos.Meios: Divulgação multiplataforma (redes sociais, imprensa, newsletters).Acessibilidade: Todo material digital com texto alternativo (alt text), descrição em Libras para vídeos e contraste adequado de cores.

Acessibilidade

O projeto “Toda Água Que Me Percorre” foi concebido para assegurar acessibilidade universal, contemplando dimensões física, atitudinal e de conteúdo, em conformidade com a LBI (Lei 13.146/2015) e com a NBR 9050.Acessibilidade FísicaEspaços acessíveis: realização em teatros de médio porte acessível em Brasília e Rio, com rampas, banheiros adaptados, assentos reservados e sinalização de emergência acessível.Sala de regulação sensorial: espaço preparado para acolhimento de pessoas neurodivergentes, equipado com iluminação suave, abafadores de ruído e mobiliário confortável.Acessibilidade desde a fila: organização de equipe para atendimento preferencial e auxílio no deslocamento até assentos reservados.Meta Física: 100% das sessões em locais acessíveis; reserva de no mínimo 5% dos assentos para PcDs e acompanhantes; sala sensorial disponível em 100% das apresentações.Acessibilidade de Conteúdo:Libras: intérprete presente em 100% das 32 apresentações e rodas de conversa.Audiodescrição: 8 sessões com audiodescrição (2 em Brasília e 6 no RJ – uma por semana), transmitida via fones.Visitas táteis: realizadas diariamente antes de todas as sessões para pessoas cegas e baixa visão, conduzidas pela atriz.Materiais acessíveis: programa do espetáculo em versão digital acessível (PDF com leitura de tela) e em Braille digital via QR Code.Legendagem: todos os vídeos de divulgação e o registro audiovisual final terão legendas descritivas.Abafadores de ruído: disponíveis para pessoas neurodivergentes em todas as sessões.Capacitação da equipe: oficina de 8h com consultoria especializada em acessibilidade e comunicação inclusiva, para toda a equipe de produção e front-of-house.Meta de Conteúdo:100% de sessões com Libras.8 sessões com audiodescrição (meta de participação de ao menos 80 pessoas cegas ou baixa visão).32 visitas táteis realizadas (uma por dia de apresentação).100% dos materiais de comunicação acessíveis (alt-text, contraste, leitura fácil).100% da equipe treinada antes da estreia.Acessibilidade AtitudinalFormação da equipe para atendimento inclusivo e comunicação não violenta.Mediação sensível nas rodas de conversa, garantindo escuta qualificada para pessoas em situação de vulnerabilidade.Meta Atitudinal: 100% da equipe participante da formação; avaliação positiva de pelo menos 80% do público PcD em pesquisa de satisfação.

Democratização do acesso

O projeto garante acesso gratuito ao espetáculo e às atividades formativas, cumprindo seu caráter de bem cultural de interesse público. Todas as 32 apresentações (8 em Brasília e 24 no Rio de Janeiro) terão entrada franca, com distribuição de ingressos priorizando públicos historicamente excluídos, em parceria com CRAS, coletivos de mulheres, escolas públicas, universidades e ONGs de direitos humanos e meio ambiente.Forma de Distribuição100% das sessões gratuitas, com emissão de ingressos via bilheteria e reservas online.Prioridade de distribuição para grupos comunitários, pessoas em situação de vulnerabilidade e estudantes, garantindo democratização efetiva.Controle de público: lista de presença e relatórios de distribuição serão utilizados para prestação de contas.Medidas de Ampliação de AcessoEnsaio aberto em Brasília para estudantes de artes cênicas e coletivos locais, aproximando o público do processo criativo.Rodas de conversa após todas as apresentações, mediadas por assistente social, criando espaços de escuta e acolhimento.Oficinas gratuitas (2 por cidade), envolvendo cerca de 120 participantes no total, focadas em empoderamento feminino, teatro e educação socioambiental.Visitas táteis diárias para pessoas cegas e com baixa visão, conduzidas pela atriz, antes de cada sessão.Registro audiovisual gratuito disponibilizado em plataforma digital, ampliando o alcance e servindo como material educativo.Comunicação inclusiva e acessível, com uso de legendas, Libras e audiodescrição em conteúdos de divulgação, garantindo engajamento digital diverso.Meta de Público3.800 espectadores diretos nas apresentações.120 participantes nas oficinas formativas.32 rodas de conversa realizadas.Alcance digital estimado de 25.000 pessoas por meio das ações de comunicação e disponibilização online do registro audiovisual.Com essas estratégias, o projeto cumpre o Art. 46 e 47 da IN 23/2025, ampliando o impacto social e educativo das ações e garantindo que os recursos captados se convertam em acesso universal à cultura

Ficha técnica

Atividade da ProponenteA Vida enCena Produções Artísticas – Eireli, de Ramayana Régis, é responsável pela coordenação de produção do projeto. Ramayana também é atriz-protagonista e idealizadora do mesmo, incorporando sua própria vivência como elemento central da dramaturgia.Funções da proponente:Coordenar toda a produção geral e supervisionar as etapas de criação, montagem e circulação.Atuar como atriz e conceber o espetáculo em diálogo criativo com a diretora e equipe técnica.Planejar e executar o cronograma, articulando logística, viagens e hospedagens.Articular parcerias com escolas, CRAS e coletivos para formação de público.Gerenciar a implementação de acessibilidade pelo Coordenador ESG e supervisionar a entrega das contrapartidas sociais e culturais.Supervisionar a prestação de contas técnica e administrativa junto ao MinC. Ficha TécnicaCoordenação de Produção: Vida enCena Produções Artísticas – Ramayana RégisAtriz e Concepção: Ramayana RégisDireção e Dramaturgia: Lucianna MaurenProdução Executiva: Isadora StepanskiAssessoria Jurídica: Cláudia Costa – OAB/DF 45.254Preparação Corporal: Márcia DuartePreparação Vocal: A Confirmar Cenografia e Figurino: Jonathan AndradeIluminação: Rafael AndradeProdução Local RJ: Pâmela AlvesDireção Musical: A ConfirmarMusicista: Tainá BaldezAssessoria de Imprensa: Júnia Azevedo – Escrita ComunicaçãoCoordenador ESG: A ConfirmarAssistente Social (mediação das rodas): A Confirmar Equipe Artística e Técnica – Currículos ResumidosAtriz e Concepção: Ramayana RégisAtriz, professora de teatro e produtora cultural. Compõe a Única Cia de Teatro, em cartaz com o espetáculo Eles Não Usam Black-tie, dirigido por João Velho e supervisão de Guti Fraga. Compôs a Cia Nós do Morro de 2018 a 2022. Bacharela em Artes Cênicas pela UnB e estudante de Licenciatura em Teatro na UNIRIO. Atuou no longa Abusos, no espetáculo Entrepartidas (Teatro do Concreto, 2016), no curta premiado Carne e Cor (2015) e no espetáculo Se Eu Fosse Eu (2013).Produção Executiva: Isadora StepanskiIsadora é arte educadora e agente cultural de Brasília, desde 1999. Assina a Produção Executiva dos documentários ÍNDIO CIDADÃO?, vencedor do FICA 2015 de melhor média metragem; e TEKOHA - O Som da Terra, melhor curta metragem no 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, entre outros. Presta consultoria em elaboração de projetos, produção e prestação de contas e no Programa Federal BRASIL CRIATIVO (Incubadora de Cultura - BSB Criativa ) capacitou mais de 400 pessoas nos cursos de Elaboração de Projetos Criativos. Tem Pós-Graduação em Pedagogia da Cooperação e Metodologias Colaborativas e graduação em Direção Teatral com especialização em Teatro do Oprimido, conduz experiências arte-eco-educativas em espaços como UNIPAZ, Toca do Aprendiz e escola Rural Pequizeiro. Atuando na criação, gestão e produção cultural, com o objetivo de promover ações e experiências artísticas para a cultura de paz e cooperação, que valorize o conhecimento, a diversidade, a criatividade e a solidariedade. Assessoria Jurídica: Cláudia Costa – OAB/DF 45.254Advogada, especialista em elaboração de contratos e compliance jurídico para projetos culturais. Será responsável pela redação e análise de contratos, além de consultoria jurídica durante toda a execução.Direção e Dramaturgia: Lucianna MaurenPesquisadora, mestre em Artes, professora de história do teatro e práticas teatrais, produtora cultural, dramaturga, atriz e diretora. Coordenadora do grupo Teatro Sem Esquinas desde 2007 e consultora de projetos culturais no BSB Criativa (MinC). Mestre em processos composicionais para a cena pela UnB. Premiada por direção, dramaturgia e atuação em diferentes espetáculos.Encenação - Cenografia e Figurino: Jonathan AndradeEscritor, ator, diretor, dramaturgo, cenógrafo e figurinista, bacharel em Artes Cênicas pela UnB. Fundador do Grupo Sutil Ato, atuante há 13 anos no DF e nacionalmente. Dirigiu Autópsia (2018), vencedor de melhor espetáculo e melhor figurino no Prêmio Sesc do Teatro Candango. Bolsista Funarte de Dramaturgia (2009) e premiado por Entrepartidas (2011).Iluminação: Rafael AndradeIluminador cênico, produtor e diretor, formado na UnB e na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Dirigiu os curtas Lado B, Atlântico e Sadim, e foi assistente de direção na série Terminadores (2016). Atua em iluminação cênica desde 2004, com dezenas de montagens no currículo.Produção Local RJ: Pâmela AlvesFormada em Artes Cênicas pela UnB e integrante do grupo Nós do Morro. Produtora do espetáculo Solano – Vento Forte Africano (Elisa Lucinda / Geovana Pires). Atuou em mais de 10 espetáculos, escreveu e atuou no solo Dandara, Sou Eu (2017/18) e dirigiu Aos-ame-ir (2010).Musicista: Tainá BaldezAtriz, bailarina, coreógrafa e diretora, bacharel em Artes Cênicas pela UnB. Participou de mais de 20 montagens teatrais, dirigiu A Arte de Escutar e ministra cursos de teatro e expressão corporal.Preparação Corporal – Márcia DuarteDiretora, coreógrafa, atriz, preparadora corporal e professora do Instituto de Artes da UnB. Mestre e doutora em Artes Cênicas pela UFBA e pós-doutora pela Université Paris 8. Cofundadora do grupo EnDança, com turnês internacionais e Prêmio Villanueva de Melhor Espetáculo Estrangeiro em Cuba. Sua pesquisa integra dança, teatro e jogo cênico, com ênfase na preparação corporal para atores e criação de dramaturgias físicas. Atua como preparadora corporal em montagens teatrais, ministra oficinas e orienta projetos de pesquisa artística no DF e em outros estadosPreparação Vocal – A confirmar – profissional de Brasília, com experiência comprovada em preparação vocal para teatro, responsável pela preparação vocal da atrizAssistente Social: A confirmar – responsávejustl pela mediação das rodas de conversa e acolhimento do público.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.