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PRONAC 2510075Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Malê Debalê– Carnaval 2026

SIMPLES PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 2,45 mi
Aprovado
R$ 2,45 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfiles festivos de caráter musical e cênico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Desfiles festivos
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-12-03
Término
2026-05-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Viabilizar o desfile do Malê Debalê no Carnaval de Salvador 2026. Serão, ao todo, 3 (três) apresentações, entre os dias 13 a 18 de fevereiro de 2026 . Cada apresentação terá uma duração média de cinco horas.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral - Viabilizar o desfile do Malê Debalê no Carnaval de Salvador 2026. Serão, ao todo, 3 (três) apresentações, entre os dias 13 a 18 de fevereiro de 2026 . Cada apresentação terá uma duração média de cinco horas. Objetivos específicos - Proporcionar a seus associados uma alternativa para participação nos festejos carnavalescos; - Atuar junto às instituições públicas e privadas;- Promover ações visando a melhoria da qualidade de vida dos moradores e da comunidade de Itapuã;- Contribuir para a resistência da cultura afro-brasileira no acontecimento cultural de maior apelo e reconhecimento popular no Brasil;- Contribuir para a preservação da identidade cultural do povo brasileiro através da valorização da história e da cultura popular;- Incentivar a manutenção de atividades que possibilitam a sobrevivência das tradições culturais genuinamente brasileiras;- Promover a elevação dos níveis de autoestima dos participantes e das comunidades sob influência da entidade promotora do evento;- Qualificar jovens para atuação no mercado de trabalho do Carnaval;- Contribuir para a intensificação da diversidade cultural do Carnaval de Salvador.

Justificativa

OMalê Debalê: 46 anos de arte, resistência e protagonismo afro-baianoEm 2025, o Malê Debalê celebra 46 anos de trajetória como um dos maiores patrimônios culturais da Bahia e referência internacional da cultura negra. Fundado em 1979, no bairro de Itapuã, em Salvador, o bloco afro se consolidou por unir arte, ancestralidade e consciência política, construindo um projeto que vai muito além do Carnaval.Reconhecido como o maior balé afro do mundo, o Malê impressiona pela sua força artística. No desfile, música e dança se entrelaçam em espetáculos de grande impacto cênico, nos quais a percussão potente da sua banda conduz centenas de dançarinos e coreografias cuidadosamente elaboradas. Figurinos, cenários e temas celebram a memória africana e reafirmam a identidade negra como potência criativa e transformadora.Mais do que um bloco carnavalesco, o Malê Debalê é uma organização da sociedade civil que atua o ano inteiro como movimento cultural e educativo. Desenvolve projetos sociais voltados à juventude negra de Itapuã e bairros vizinhos, com oficinas de dança, cursos de percussão, formação em artes cênicas, capacitação profissional e reforço escolar. Essas ações consolidam o papel do bloco como agente de transformação social, formando novas gerações de artistas, cidadãos e lideranças comunitárias.Ao longo dos 46 anos, o Malê Debalê tem transformado o Carnaval de Salvador em palco de arte, denúncia e afirmação, ao mesmo tempo em que fortalece a autoestima, a cultura e a história do povo negro. Sua trajetória é marcada pela organização, pela força da coletividade e pela capacidade de manter viva uma tradição que alia beleza, dignidade e luta social.Projeto Social Malezinho 30 anosEm 2025, Bloco Afro Malê Debalê celebra os 30 anos do Projeto Malezinho, iniciativa que há três décadas transforma vidas em Itapuã e em Salvador por meio da arte, da educação e da valorização da identidade afro-brasileira.Para marcar este momento histórico, o projeto lançou a edição especial "Malê em Todos os Espaços", que leva oficinas culturais também a espaços históricos do Estado, ampliando a atuação do Malezinho para além da sua sede em Itapuã.A estreia do projeto, durante dois meses, crianças e adolescentes participam das aulas de dança afro no MAM - Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), sempre às terças-feiras, das 14h às 16h30, sob a orientação dos professores Juliete Ribeiro e Renê Oliveira. As inscrições foram encerradas com grande sucesso e 48 crianças já fazem parte desta edição especial no espaço cultural.Já em Itapuã, na sede da entidade, as atividades seguem firmes todos os sábados, das 8h às 12h, com aulas gratuitas de dança afro, percussão afro e canto Malê. Atualmente, já são 135 crianças inscritas, mas as inscrições seguem abertas para acolher novos talentos da comunidade. O projeto inclui ainda figurino e lanche para os participantes.

Estratégia de execução

TEMA MALÊ DEBALÊ 2026 Oxalá interjeição que expressa vivo desejo de que determinada coisa ocorra; queira Deus, prouvera Deus, tomara, assim seja. Exemplo na prática: Oxalá que ele chegue amanhã! - Tomara que ele chegue amanhãDesejo que você seja muito feliz- Oxalá ( Assim seja!) Quem é? Originário da mitologia iorubá, Oxalá é cultuado como o maior e mais respeitado de todos os Orixás do panteão africano – não por ser hierarquicamente superior, e sim por ser o mais velho, representando a ancestralidade. É associado à criação do mundo e da espécie humana. Oxalá é o pai de todos os Orixás, criado junto com Iemanjá por Olorum para exercer esse papel. É o Grande Orixá, o Rei do Pano Branco. Representado frequentemente como um homem idoso, negro, de barba e vestes brancas, é dono do céu e do ar, estando presente em todos os lugares. Onipresente. Qualidades - “Tipos de Oxalá” Oxalá é o maior e mais importante orixá no Candomblé, principalmente em casas baianas. Neste aspecto, podemos analisar e entender como funciona o culto de Obatalá no Brasil. Verger define que há 16 Oxala's no Candomblé em seu livro Orixás.Abaixo os mais conhecidos: No Candomblé e na Umbanda, Oxalá possui diferentes "qualidades" ou formas, sendo as mais conhecidas Oxaguiã (o jovem e guerreiro) e Oxalufã (o velho e sábio). Além dessas, existem outras manifestações como Oxalá Ajagemô, Oxalá Akire (ou Ikire), Oxalá Alase (ou Olúorogbo) e Oxalá Etéko. Oxaguiã: Representa a juventude, a força e a bravura de Oxalá. É associado a combates e transformações. Oxalufã: É a forma mais velha e sábia de Oxalá, ligado à paz, à serenidade e à sabedoria. Oxalá Ajagemô: É uma qualidade que se manifesta durante sua festa anual, celebrando um momento específico de sua história. Oxalá Akire (ou Ikire): É conhecido por sua valentia e por punir aqueles que o desrespeitam, tornando-os surdos e mudos. Oxalá Alase (ou Olúorogbo): É associado à chuva e à restauração do mundo, tendo salvado a terra da seca. Oxalá Etéko: Caminha com Oxaguiã, vive nas matas e consome carne branca. Outros nomes e formas de Oxalá:● Orixalá: Um dos nomes pelos quais Oxalá é conhecido. ● Obatalá: Outro nome para Oxalá, também associado à criação e à pureza. A saudação a Oxalá é "Èpà Bàbá" (ou variações como "Êpa, Êpa Bàbá" ou "Exê Bàbá"). Em contextos religiosos afro-brasileiros, "Oxalá de Orumilaia" refere-se a uma qualidade específica de Oxalá ligada à sabedoria, à divinação e ao oráculo de Ifá, representada por Orumilaia. Orumilaia, também conhecido como Orunmilà, é uma divindade iorubá associada à sabedoria, à interpretação do destino e à comunicação com o mundo espiritual. Elaboração: Oxalá: É um dos principais orixás do candomblé e da umbanda, representando a criação, a paz e a sabedoria. Ele se manifesta em diversas qualidades, como Oxaguiã (jovem) e Oxalufã (idoso). Orumilaia/Orunmilà: É um orixá ligado à divinação, ao oráculo de Ifá e à sabedoria. Ele é considerado um dos mais antigos e conhecedores de todos os segredos, tendo testemunhado a criação. Oxalá de Orumilaia: Nesse contexto, Oxalá é visto como aquele que ilumina e guia o jogo de búzios, utilizando a sabedoria de Orumilaia para interpretar os destinos. É uma qualidade de Oxalá que está fortemente ligada à visão e à capacidade de discernir o caminho correto. Importância: A ligação de Oxalá com Orumilaia ressalta a importância da sabedoria e da consulta aos oráculos para a tomada de decisões e a busca de equilíbrio entre o mundo material e espiritual. Em resumo, "Oxalá de Orumilaia" é uma forma de Oxalá que incorpora a sabedoria e a capacidade de divinação de Orumilaia, sendo fundamental na prática religiosa para a orientação e a busca de respostas através do jogo de búzios, o detentor da sabedoria de IFÁ. OrixáOxalá, Orixalá, Orixaguinã, Gunocô ou Obatalá é o orixá associado à criação do mundo e da espécie humana. Apresenta-se de várias maneiras (qualidades) sendo as duas principais qualidades: a forma jovem, em que Oxalá é chamado de Oxaguiã e seus símbolos são uma idá (espada), um pilão de metal branco e um escudo. Na sua forma idosa, Oxalá é chamado Oxalufã e seu símbolo é um cajado de metal chamado opaxorô. A cor de Oxaguiã é o branco levemente mesclado com azul no Candomblé e somente branco no Batuque do Rio Grande do Sul; a de Oxalufã é somente branco de gossa em ambos. O dia consagrado para oxalá moço é a sexta-feira e o domingo para oxalá velho e oxalá de orumilaia. Sua saudação é èpao, èpa bàbá! Oxalá é considerado e cultuado como o maior e mais respeitado de todos os orixás do panteão africano. Simboliza a paz, é o pai maior nas nações das religiões de tradição africana. Oxalá significa luz (oxa) branca (alá); É calmo, sereno, pacificador; é o criador e, portanto, é respeitado por todos os orixás e todas as nações. A Oxalá pertencem os olhos que veem tudo.Lenda: Oxalá e o saco da criaçãoOlodumarê entregou a Oxalá o saco da criação para que ele criasse o mundo. Essa missão, porém, não lhe dava o direito de deixar de cumprir algumas obrigações para outros Orixás e Exu, aos quais ele deveria fazer alguns sacrifícios e oferendas. Oxalá pôs-se a caminho apoiado em um grande cajado, o Paxorô. No momento em que deveria ultrapassar a porta do Orum, encontrou-se com Exu que, descontente porque Oxalá se negara a fazer suas oferendas, resolveu vingar-se, e provocou-lhe uma sede intensa. Oxalá não teve outro recurso senão o de furar a casca de um tronco de um dendezeiro para saciar sua sede.Era o vinho de palma, também conhecido como emu e oguro, o qual Oxalá bebeu intensamente. Bêbado, não sabia onde estava e caiu adormecido. Apareceu, então, Alafim Odudua, que, vendo o grande orixá adormecido, roubou-lhe o saco da criação e, em seguida, foi à procura de Olodumarê para mostrar o que achara e contar em que estado Oxalá se encontrava. Olodumarê disse, então, que "se ele está neste estado, vá você a Odudua, vá você criar o mundo". Odudua foi, então, em busca da criação e encontrou um universo de água, e aí deixou cair do saco o que estava dentro. Era terra. Formou-se então um montinho que ultrapassou a superfície das águas.Então ele colocou a galinha cujos pés tinham cinco garras. Ela começou a arranhar e a espalhar a terra sobre a superfície da água; onde ciscava, cobria a água, e a terra foi alargando cada vez mais, o que em iorubá se diz Ile'nfê, expressão que deu origem ao nome da cidade Ilê-Ifé. Odudua ali se estabeleceu, seguido pelos outros orixás, e tornou-se, assim, rei da terra. Quando Oxalá acordou, não encontrou mais o saco da criação. Despeitado, procurou Olodumarê, que por sua vez proibiu-o, como castigo a Oxalá e toda sua família, de beber vinho de palma e de usar azeite de dendê. Mas como consolo lhe deu a tarefa de modelar no barro o corpo dos seres humanos nos quais ele, Olodumarê insuflaria a vida.Lenda: A viagem de OxalufãUm dia Oxalufã, que vivia com seu filho Oxaguiã, velho e curvado por sua idade avançada, resolveu viajar a Oió em visita a Xangô, seu outro filho. Foi consultar um babalaô para saber acerca da viagem. O adivinho recomendou-lhe não seguir viagem. Ela seria desastrosa e acabaria mal. Mesmo assim, Oxalufã, por teimosia, resolveu não renunciar à sua decisão. O adivinho aconselhou-o, então, a levar consigo três panos brancos, limo-da-costa ou sabão-da-costa, assim como a aceitar e fazer tudo que lhe pedissem no caminho e não reclamar de nada, acontecesse o que acontecesse. Seria uma forma de não perder a vida.Em sua caminhada, Oxalufã encontrou Exu três vezes. Três vezes Exu solicitou ajuda ao velho rei para carregar seu fardo, que acabava derrubando em cima de Oxalufã. Três vezes Oxalufã ajudou Exu, carregando seus fardos imundos. E, por três vezes, Exu fez Oxalufã sujar-se de sal, azeite de dendê e carvão. Três vezes suportou calado as armadilhas de Exu. Três vezes foi Oxalufã ao rio mais próximo lavar-se e trocar suas vestes. Finalmente chegou a Oió. Na entrada da cidade, viu um cavalo perdido, que ele reconheceu como o cavalo que havia presenteado a Xangô.Tentou amansar o animal para amarrá-lo e devolvê-lo ao filho. Mas, neste momento, chegaram alguns súditos do rei à procura do animal perdido. Viram Oxalufã com o cavalo e pensaram tratar-se do ladrão do animal. Maltrataram-no e prenderam-no. Ele, sempre calado, deixou-se levar prisioneiro.Mas, por estar um inocente no cárcere, em terras do Senhor da Justiça, Oió viveu por longos sete anos a mais profunda seca. As mulheres tornaram-se estéreis e muitas doenças assolaram o reino. Xangô, desesperado, procurou um babalaô, que consultou Ifá, descobrindo que um velho sofria injustamente como prisioneiro, pagando por um crime que não cometera.Xangô correu para a prisão. Para seu espanto, o velho prisioneiro era seu pai Oxalufã. Xangô ordenou que trouxessem água do rio para lavar o rei. O rei de Oió mandou seus súditos vestirem-se de branco, e que todos permanecessem em silêncio, pois era preciso, respeitosamente, pedir perdão a Oxalufã. Xangô vestiu-se também de branco e encarregou Airá de carregar o velho rei nas costas. Levou-o para as festas em sua homenagem e todo o povo saudava Oxalá e Xangô. Depois Oxalufã voltou para casa levado por Airá e, quando chegou seu filho, Oxaguiã ofereceu um grande banquete em celebração pelo retorno do pai.ÁfricaObatalá, Oxalá, Oxalufã, Oxaguiã e Oxá-Popô, todos eles denominados orixá funfum (Òrìsà funfun; branco), devido à cor que os simboliza, a branca. Obatalá e Odudua são associados de diversas maneiras nos mitos da criação.Babá EpêLejubêAjagunãOxafuruElemosôAcajapricuOxaibôIndacôBabá TalabiBabá AjalêOrixá-LáObataláOduduaOxalufãOxaguiãOcôBrasilOxalá, Obatalá, Orixalá, Orixa-Nlá. Oxalá é um nome genérico de vários Òrìxá funfun (branco), como são chamados diversos Orixás africanos no Brasil relacionados à cor branca e à criação do mundo. Os filhos de Oxalá têm algumas restrições (euó):De acordo com as lendas, Oxalá embriagou-se várias vezes com vinho de palma, fato que tornou a bebida alcoólica uma das restrições. Por causa de outra lenda, em que Exu suja suas roupas brancas por três vezes com sal, azeite de dendê e carvão, estes elementos também se tornaram restrição aos filhos de Oxalá. Nenhuma comida de Oxalá leva sal ou dendê. Um filho de Oxalá jamais deverá usar roupas pretas ou vermelhas, por serem essas as cores de Exu. Também em função das lendas, o dia de Oxalá é a sexta-feira.No candomblé, tanto no Brasil quanto em outros países, todos os iniciados e frequentadores costumam vestir-se de branco em homenagem a Oxalá. Os filhos de Oxalá não comem comida de sal e muitos adotaram não comer carne na sexta-feira (somente peixe). Contudo, também se acredita que esse costume tenha relação com a Igreja Católica e o sincretismo de Oxalá com o Senhor do Bonfim na Bahia, costume também adotado pelos restaurantes em que nas sextas-feiras servem a pescada branca com molho de camarão.Quem são as esposas de Oxalá?Oxalá, um dos orixás mais importantes, é tradicionalmente associado a duas esposas principais: Nanã Buruquê e Iemanjá. Nanã é considerada a mais velha das yabás e a primeira esposa de Oxalá, enquanto Iemanjá, a rainha do mar, é a segunda esposa e mãe de diversos orixás. Nanã Buruquê:É uma orixá associada à lama, à terra, à morte e à ancestralidade. É considerada a mãe de Obaluaiê/Omolu, e também de Oxumarê, dependendo da tradição. Em algumas versões, é retratada como apaixonada por Oxalá, mas não correspondida, pois ele amava Iemanjá. Em outras versões, ela é a esposa principal de Oxalá, e tem um papel fundamental na criação do mundo. Em algumas histórias, Nanã se revela como uma orixá sábia e poderosa, guardiã do portal da vida e da morte. Iemanjá:É a orixá das águas salgadas, da maternidade e da fertilidade. É a mãe de todos os orixás, incluindo os filhos de Oxalá. É conhecida como a "Grande Mãe" e a protetora das crianças. Em algumas versões, é a esposa principal de Oxalá, e seu amor por ele é intenso. Iemanjá é frequentemente associada à beleza, à elegância e à força feminina. Outras possíveis esposas/parceiras:Oxum: Em algumas versões, Oxum também é considerada esposa de Oxalá.Yewá: Em algumas tradições, Yewá também é associada a Oxalá. É importante ressaltar que as relações entre os orixás podem variar dependendo da tradição e do culto. As lendas e mitos sobre os orixás são ricos em simbolismo e podem ser interpretados de diferentes maneiras. Curiosidades sobre Oxalá:Porque Oxalá usa Ekodidé" explica a origem do uso da pena vermelha, o ekodidé, pelas filhas de Oxalá durante a iniciação. Apesar de Oxalá ser associado ao branco e à pureza, a pena vermelha do ekodidé simboliza o poder feminino da criação, em paralelo com o poder masculino de Oxalá, e representa a importância do respeito entre os princípios masculino e feminino na religião. A história, contada por Deoscóredes M. dos Santos (Mestre Didi), reconstrói um mito afro-brasileiro e aborda o respeito entre os orixás, especialmente entre Oxalá e Oxum, a orixá associada à fertilidade e ao sangue menstrual. O conto, portanto, não apenas explica o uso da pena, mas também transmite um ensinamento sobre a igualdade e o respeito entre os gêneros e suas respectivas forças criadoras. O ekodidé, uma pena vermelha extraída da cauda de um papagaio africano chamado Odíde, é um símbolo importante na tradição. No Brasil, ele é conhecido como papagaio-cinzento ou papagaio do Gabão. No contexto do conto, a pena é usada pelas filhas de Oxalá durante a iniciação, marcando um momento de conexão com o sagrado e com os princípios femininos da criação. Em resumo, o conto "Porque Oxalá usa Ekodidé" explora a relação entre Oxalá e Oxum, o significado do ekodidé como símbolo do poder feminino da criação e a importância do respeito entre os orixás e seus respectivos papéis na cosmologia. *Cosmologia:é o estudo da origem, evolução, estrutura e futuro do universo. É um campo da ciência que combina física e astronomia para investigar o universo como um todo, desde as escalas cósmicas mais amplas até as partículas mais elementares. A cosmologia busca responder a perguntas fundamentais sobre o universo, como sua composição, como ele surgiu e como pode evoluir. O Opaxorô é o principal instrumento de Oxalá, um cajado sagrado usado no Candomblé e Umbanda. Este cetro, possui três discos redondos e uma pomba em sua ponta, simbolizando a criação do mundo e a sabedoria dos ancestrais.Indumentária:A indumentária de Oxalá, em referência, dispõe de Adê (coroa), Ojá (filá ou barrete), calça e saias. No entanto, o uso de tais paramentos depende das regras, dos preceitos e da nação do terreiro, bem como da qualidade do orixá.Qual o nome do toque para Oxalá?IbimE Ibim também é o nome do toque dedicado à Oxalá. E as Águas de Oxalá é a sua principal festa realizada sempre no mês de janeiro nas principais casas tradicionais da Bahia.Principal Festa: Águas de OxaláA principal festa em homenagem a Oxalá, nas religiões de matriz africana, é conhecida como Águas de Oxalá, celebrada durante 16 dias e marcada por rituais de purificação e renovação. É um momento de grande importância, onde todos se vestem de branco, a cor de Oxalá, e buscam a harmonia e a paz.Detalhes sobre a festa: Significado: As Águas de Oxalá são um período de renovação, onde se busca a purificação e a reconciliação com Oxalá, segundo o Extra online. Data: A celebração ocorre anualmente em datas variáveis dentro das casas de Candomblé. Vestimenta: A cor branca é predominante, simbolizando a paz, a pureza e a homenagem a Oxalá. Rituais: Incluem banhos de purificação, oferendas de comidas brancas e a realização de cantigas e danças em honra a Oxalá. Importância: A festa das Águas de Oxalá é um momento de forte carga religiosa e espiritual, conforme relatado pelo Ilê Axé Opô Afonjá. Além das Águas de Oxalá, a sexta-feira é considerada o dia sagrado de Oxalá e, neste dia, seus filhos e devotos costumam se vestir de branco como forma de reverência.Uma oferenda a Oxalá, na Umbanda e no Candomblé, geralmente consiste em elementos brancos, como canjica (milho branco cozido), frutas brancas (como coco, uvas brancas, melão, etc.) e flores brancas (especialmente rosas brancas). Também pode incluir vinho branco, água e velas brancas. O objetivo é homenagear Oxalá, o orixá da paz, da criação e da sabedoria, buscando sua proteção e bênçãos. Esse deus não come ou bebe qualquer tipo de bebida alcoólica e abomina o sangue – suas comidas são todas brancas. Qual Exú acompanha Oxalá?Exu Sete Encruzilhadas- serventia direta de Oxalá. Exu Tiriri - serventia direta de Yori. Qual é a quizila de Oxalá? A principal quizila de Oxalá é a comida feita com azeite de dendê, assim como todas as comidas escuras ou de cor forte. Além disso, os filhos de Oxalá devem evitar roupas escuras, especialmente pretas e vermelhas, que são cores de Exu. Beber bebidas alcoólicas, especialmente cachaça, também é considerado prejudicial para seus filhos. Sincretismo:No sincretismo religioso afro-católico, o Senhor do Bonfim é associado a Oxalá, o pai de todos os orixás, no Candomblé. A tradicional lavagem da Igreja do Senhor do Bonfim, em Salvador, é uma festa que mistura a devoção católica ao Senhor do Bonfim com os rituais de Águas de Oxalá, do Candomblé. Sincretismo religioso: Senhor do Bonfim: Na Igreja Católica, o Senhor do Bonfim é uma representação de Jesus Cristo. Oxalá: No Candomblé, Oxalá é o orixá criador, o pai de todos os orixás, e também é associado à paz, à sabedoria e à criação. A associação: Essa associação entre o Senhor do Bonfim e Oxalá se dá pela crença de que ambos representam o princípio criador e a figura paterna. A Festa da Lavagem do Bonfim: Origem: A festa da Lavagem do Bonfim tem suas raízes na tradição católica, mas também incorpora elementos do Candomblé, como a lavagem da igreja com água de cheiro e a participação de baianas. O ritual: Durante a lavagem, os fiéis percorrem as ruas de Salvador até a Basílica do Senhor do Bonfim, onde as escadarias são lavadas e as fitas do Bonfim são amarradas, simbolizando pedidos e agradecimentos. Festa do Candomblé: A lavagem do Bonfim é também um importante ritual do Candomblé, conhecido como Águas de Oxalá, onde se celebra a figura de Oxalá e se realiza a limpeza espiritual. Em resumo: A relação entre Oxalá e Senhor do Bonfim é um exemplo de sincretismo religioso, onde elementos de diferentes religiões se fundem e se complementam, criando uma festa rica em significado e tradição.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

A utilização de rampas de acesso e/ou outras formas de acessibilidade serão disponibilizadas nos espaços onde serão realizadas as atividades. Para o Carnaval não se faz necessária, de antemão, já que o circuito é de rua e o espaço urbano já contempla essas alternativas. Faremos Doação de fantasias para portadores de deficiência.

Democratização do acesso

Desfile de Carnaval As apresentações acontecerão nas ruas de Salvador, abertas ao público e, portanto, todas as pessoas presentes nos circuitos poderão assistir, de forma gratuita Além disso, como forma de democratização do acesso ao produto cultural, parte das fantasias será distribuída para as associações e instituições atendidas. Será reservada uma parte das fantasias a valores promocionais para estimular a permanência de antigos associados no desfile do bloco, em busca da manutenção e preservação da tradição e costumes. Além disto, permitiremos a captação de imagens do desfile e autorizaremos sua veiculação por redes públicas de televisão.

Ficha técnica

CURRÍCULO DO COORDENADOR DE PRODUÇÃO JANELA DO MUNDO é uma empresa de soluções em produção, comunicação e marketing cultural, com base na cidade de Salvador e atuação global. Está presente no mercado desde 2007. A empresa tem como foco a criação e gestão de conteúdos culturais de forma diferenciada, apostando no marketing cultural como plataforma de conexão de conteúdos com o público e considerando a comunicação e a distribuição como ferramentas fundamentais para elaboração de estratégias mercadológicas para cada um dos produtos. Desta forma, a Janela do Mundo tem investido na consolidação das Indústrias Criativas, mercado que começa a mudar a economia mundial baseando-se na criatividade, habilidade e talento individuais através da propriedade intelectual. A Janela do Mundo atua de forma transversal, acreditando na força do coletivo e na necessidade de ter fornecedores especializados em seus segmentos. Tem experiência em gestão de carreiras de artistas como Carlinhos Brown, Mariene de Castro, Orkestra Rumpilezz e BaianaSystem. Produziu de eventos de rua no Brasil e na Europa, shows, eventos indoor, produções vídeo-fonográficas e licenciamento de produtos. O que O que a Janela do Mundo faz? Gerenciamento de carreira artística, elaboração de projetos culturais, captação de patrocínios e realização de projetos culturais. CURRÍCULO DO PROPONENTE Empresa que atua na área de gestão de projetos culturais e produção de conteúdo audiovisual. Principais clientes: § Vinicius S.A Gestão de carreira e realização de projetos. Projeto: Lágrimas de São Pedro § Orquestra Afro Sinfônica Gestão, administração e produção executiva de shows e projetos. Projeto: Circulação da Orquestras pelas principais cidades da Bahia. Contemplado no Edital da Secretaria de Cultura da Bahia – 2012. § Janela do Mundo Gestão e administração de projetos e produção executiva. Projetos: Filhos de Gandhy, Cortejo Afro, Sarau du Brown – Carlinhos Brown, Enxaguada – Carlinhos Brown, Baiana System. § Lilás Produções Artísticas Gestão e administração de projetos e produção executiva. Projetos: Cine na estrada, Concerto da Orquestra Sinfônica da UFBA, Grupo Choro Novato. § VPC Cinemavídeo Produções Artísticas Ltda Gestão de projetos, produção e planejamento na área de cinema, música, artes visuais e dança. Projetos: I, II, III, IV, V, VI, VII Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual, Filme longa metragem Dawson Ilha 10. § Mil Produções Artísticas – 2009 a 2012 Gestão de projetos culturais e produção executiva. Projetos: Festival Instrumental de Música da Bahia, Festival de Música – Interior, Retrate, Festival de Cinema da Chapada Diamantina, Los Catedrásticos, Paixão de Cristo. § Araçá Azul – 2009 a 2012 Gestão de projetos e produção de eventos. Projetos: IX e X Oficina de Roteiros de Orlando Senna, Finalização do filme Capitães de Areia, Encontro de Documentaristas. § Artista Marcondes Dourado – 2011 e 2012 Gestão de projetos e produção de eventos. Projeto: Exposição encruzilhada de Mundos § Associação Virgo Cultural – 2008 a 2010 Gestão de projetos. Planejamento e execução de projetos na área de cultura e turismo. § Memória Cultural – 2008 e 2009 Coordenação de projetos e produção– Espetáculo “O Brasileiro Gil”.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.