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PRONAC 2510078Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Muzenza– Carnaval 2026

SIMPLES PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,87 mi
Aprovado
R$ 1,87 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfiles festivos de caráter musical e cênico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Desfiles festivos
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-12-01
Término
2026-05-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

- Viabilizar o desfile do Muzenza no Carnaval de Salvador 2026. Serão, ao todo, 3 (três) apresentações, no período de 13 a 17 de fevereiro de 2026. Cada apresentação terá uma duração média de duas horas.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral - Viabilizar o desfile do Muzenza no Carnaval de Salvador 2026. Serão, ao todo, 3 (três) apresentações, no período de 13 a 17 de fevereiro de 2026. Cada apresentação terá uma duração média de duas horas. Objetivo específico - Contribuir para a resistência da cultura afro-brasileira no acontecimento cultural de maior apelo e reconhecimento popular no Brasil; - Contribuir para a preservação da identidade cultural do povo brasileiro através da valorização da história e da cultura popular; - Incentivar a manutenção de atividades que possibilitam a sobrevivência das tradições culturais genuinamente brasileiras; - Promover a elevação dos níveis de autoestima dos participantes e das comunidades sob influência da entidade promotora do evento; - Contribuir para a intensificação da diversidade cultural do Carnaval de Salvador; - Disponibilizar espaço para que os afoxés possam mostrar sua música e ampliar a repercussão de seu trabalho e de sua cultura; - Reafirmar a pluralidade cultural existente na Bahia; - Oferecer mais uma opção de cultura e entretenimento para os foliões que participam do Carnaval de Salvador; - Contratar profissionais capacitados, a fim de garantir a máxima qualidade e segurança do desfile; - Movimentar a economia local através da cadeia produtiva gerada em torno do bloco. - Contribuir para a resistência da cultura afro-brasileira; - Contribuir para a preservação da identidade cultural do povo brasileiro através da valorização da história e da cultura popular; - Incentivar a manutenção de atividades que possibilitam a sobrevivência das tradições culturais genuinamente brasileiras.

Justificativa

O Bloco Afro Muzenza, surgiu com um tributo a Bob Marley, inspirado no legado cultural dos afro-jamaicanos e suas mensagens libertárias que invadiu o Brasil nos anos 80, aproximando os afro-baianos desta realidade similar. Os primeiros momentos de vida do Muzenza revelou um afro cantado, defendendo um mundo palpável, visível às comunidades carentes de Salvador. Sendo uma entidade que vem construindo uma missão bem trabalhada no movimento em defesa do povo negro. Involuntariamente, o bloco surge nas ruas de Salvador como alternativa de realçar uma cultura para o povo negro sofrido e sem uma condição mínima de educação, saúde, laser e bem estar-social, Surgindo portanto os temas da "Danças de Iao's" e tributo a Bob Marley. Temas que faziam referência ao Candomblé e ao maior mito mundial do Reggae. O Muzenza é um termo de origem bantu-kikongo, significa Yaô do Nagôs, nome dados aos iniciados no candomblé de linha de Angola, Nasceu no bairro da Liberdade no dia 05 de maio de 1981, trazendo a mensagem libertária que invadiu os afro-baianos de realidade similar. O Muzenza consolidou-se como bloco de carnaval, explodindo o reggae de rua através de sua Banda Percussiva que possui o maior número de variações rítmicas no Estado, que ao fundir elementos do suingue afro-baiano ao reggae jamaicano, criou o samba reggae. Em sua categoria de bloco afro possui doze títulos em treze carnavais que disputou, demonstrando com isso sua força enquanto entidade que preserva sua origem e respeita os associados que garantem o sucesso dessa entidade. O povo afro conclama a uma perspectiva de vida e exigência que ultrapassavam as fronteiras do carnaval e de movimentações folclóricas. Assim, o Muzenza começou a desenvolver um trabalho sócio-educativo junto à comunidade, em parceria com o Projeto Axé, FUNDAC/SETRAS e DICA Distribuidora de Revistas Castro Alves. O Muzenza ao longo de sua existência, vem desenvolvendo atividades como: oficinas de percussão, música, dança e estética Afro para profissionalização da crianças e de adolescentes. Do ponto de vista comercial o Muzenza atravé de sua Banda, é conhecido nacionalmente e internacionalmente, através de shows, gravação de discos e através da sua música nas vozes de renomados artistas do cenário nacional como: Daniela Mercury "Swing da cor', Simone Moreno "A terra tremeu", Margareth Menezes "Povo vem ver", Carlinhos Brown "Rumpillé", Gilberto Gil e Gal Costa" "Brilho e Beleza" e Outros. O Muzenza contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O Muzenza tem como objetivo promover e realizar ensaios musicais que acontecem no Pelourinho (Salvador _ Bahia) em praça pública.

Estratégia de execução

TEMA MUZENZA 2026Ginga, a arte do negro no futebolGinga é um termo que descreve o estilo artístico, criativo e malandro do futebol brasileiro, que tem raízes na cultura afro-brasileira e foi desenvolvido por jogadores negros e mestiços que buscavam expressar sua identidade dentro do esporte, mesmo diante do racismo e da exclusão. Essa habilidade se manifesta através de movimentos corporais, dribles, e uma visão de vida otimista e criativa, transformando o futebol em uma expressão cultural única.Impedidos de fazer o contato físico com adversários brancos, os jogadores negros criaram o drible através de sua ginga corporal oriunda de movimentos da capoeira e dança, como uma forma de insubordinação e de afirmação de presença no jogo, incorporando assim uma linguagem corporal e transformando a habilidade com a bola em uma grande arte.O futebol, na virada do século XIX para o XX, era um esporte de elite, com jogadores negros e mestiços enfrentando preconceitos e dificuldades para integrar os times. Com a ascensão de jogadores negros, como Arthur Friedenreich, e a popularização do futebol, com a entrada de pessoas de todas as origens, permitiram que o esporte se tornasse um pilar da identidade nacional, com o "gingado" negro se tornando uma característica identitária do estilo brasileiro.Apesar da grande presença de negros em campo, o racismo continua sendo uma realidade, manifestando-se através de injúrias raciais dentro do campo e estádio, e uma notória exclusão dos negros dos espaços de decisão e liderança, seja na gestão de clubes, como treinadores ou em outros cargos de comando, demonstrando que as oportunidades são desiguais também fora das quatro linhas.Então, pela contribuição do negro no futebol através da sua expressão corporal, há necessidade de maior reconhecimento e valorização dos mesmos em todos os setores do futebol, conscientizando e reeducando toda sociedade do citado esporte.TEMA MUZENZA 2026 Ginga, a arte do negro no futebol Ginga é um termo que descreve o estilo artístico, criativo e malandro do futebol brasileiro, que tem raízes na cultura afro-brasileira e foi desenvolvido por jogadores negros e mestiços que buscavam expressar sua identidade dentro do esporte, mesmo diante do racismo e da exclusão. Essa habilidade se manifesta através de movimentos corporais, dribles, e uma visão de vida otimista e criativa, transformando o futebol em uma expressão cultural única. Impedidos de fazer o contato físico com adversários brancos, os jogadores negros criaram o drible através de sua ginga corporal oriunda de movimentos da capoeira e dança, como uma forma de insubordinação e de afirmação de presença no jogo, incorporando assim uma linguagem corporal e transformando a habilidade com a bola em uma grande arte. O futebol, na virada do século XIX para o XX, era um esporte de elite, com jogadores negros e mestiços enfrentando preconceitos e dificuldades para integrar os times. Com a ascensão de jogadores negros, como Arthur Friedenreich, e a popularização do futebol, com a entrada de pessoas de todas as origens, permitiram que o esporte se tornasse um pilar da identidade nacional, com o "gingado" negro se tornando uma característica identitária do estilo brasileiro. Apesar da grande presença de negros em campo, o racismo continua sendo uma realidade, manifestando-se através de injúrias raciais dentro do campo e estádio, e uma notória exclusão dos negros dos espaços de decisão e liderança, seja na gestão de clubes, como treinadores ou em outros cargos de comando, demonstrando que as oportunidades são desiguais também fora das quatro linhas. Então, pela contribuição do negro no futebol através da sua expressão corporal, há necessidade de maior reconhecimento e valorização dos mesmos em todos os setores do futebol, conscientizando e reeducando toda sociedade do citado esporte.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Doação de fantasias para pessoas com deficiência. Serviço de interprete de libras durante o desfile. A utilização de rampas de acesso e/ou outras formas de acessibilidade serão disponibilizadas nos espaços onde serão realizadas as atividades. Para o Carnaval não se faz necessária, de antemão, já que o circuito é de rua e o espaço urbano já contempla essas alternativas.

Democratização do acesso

As apresentações acontecerão nas ruas de Salvador, abertas ao público e, portanto, todas as pessoas presentes nos circuitos poderão assistir, de forma gratuita, ao desfile do Muzenza. Além disso, como forma de democratização do acesso ao produto cultural, parte das fantasias será distribuída para as associações e instituições atendidas. Será reservada uma parte das fantasias a valores promocionais para estimular a permanência de antigos associados no desfile do bloco, em busca da manutenção e preservação da tradição e costumes. Além disto, permitiremos a captação de imagens do desfile e autorizaremos sua veiculação por redes públicas de televisão.

Ficha técnica

CURRÍCULO DO COORDENADOR DE PRODUÇÃO JANELA DO MUNDO é uma empresa de soluções em produção, comunicação e marketing cultural, com base na cidade de Salvador e atuação global. Está presente no mercado desde 2007. A empresa tem como foco a criação e gestão de conteúdos culturais de forma diferenciada, apostando no marketing cultural como plataforma de conexão de conteúdos com o público e considerando a comunicação e a distribuição como ferramentas fundamentais para elaboração de estratégias mercadológicas para cada um dos produtos. Desta forma, a Janela do Mundo tem investido na consolidação das Indústrias Criativas, mercado que começa a mudar a economia mundial baseando-se na criatividade, habilidade e talento individuais através da propriedade intelectual. A Janela do Mundo atua de forma transversal, acreditando na força do coletivo e na necessidade de ter fornecedores especializados em seus segmentos. Tem experiência em gestão de carreiras de artistas como Carlinhos Brown, Mariene de Castro, Orkestra Rumpilezz e BaianaSystem. Produziu de eventos de rua no Brasil e na Europa, shows, eventos indoor, produções vídeo-fonográficas e licenciamento de produtos. O que O que a Janela do Mundo faz? Gerenciamento de carreira artística, elaboração de projetos culturais, captação de patrocínios e realização de projetos culturais. CURRÍCULO DO PROPONENTE Empresa que atua na área de gestão de projetos culturais e produção de conteúdo audiovisual. Principais clientes: § Vinicius S.A Gestão de carreira e realização de projetos. Projeto: Lágrimas de São Pedro § Orquestra Afro Sinfônica Gestão, administração e produção executiva de shows e projetos. Projeto: Circulação da Orquestras pelas principais cidades da Bahia. Contemplado no Edital da Secretaria de Cultura da Bahia – 2012. § Janela do Mundo Gestão e administração de projetos e produção executiva. Projetos: Filhos de Gandhy, Cortejo Afro, Sarau du Brown – Carlinhos Brown, Enxaguada – Carlinhos Brown, Baiana System. § Lilás Produções Artísticas Gestão e administração de projetos e produção executiva. Projetos: Cine na estrada, Concerto da Orquestra Sinfônica da UFBA, Grupo Choro Novato. § VPC Cinemavídeo Produções Artísticas Ltda Gestão de projetos, produção e planejamento na área de cinema, música, artes visuais e dança. Projetos: I, II, III, IV, V, VI, VII Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual, Filme longa metragem Dawson Ilha 10. § Mil Produções Artísticas – 2009 a 2012 Gestão de projetos culturais e produção executiva. Projetos: Festival Instrumental de Música da Bahia, Festival de Música – Interior, Retrate, Festival de Cinema da Chapada Diamantina, Los Catedrásticos, Paixão de Cristo. § Araçá Azul – 2009 a 2012 Gestão de projetos e produção de eventos. Projetos: IX e X Oficina de Roteiros de Orlando Senna, Finalização do filme Capitães de Areia, Encontro de Documentaristas. § Artista Marcondes Dourado – 2011 e 2012 Gestão de projetos e produção de eventos. Projeto: Exposição encruzilhada de Mundos § Associação Virgo Cultural – 2008 a 2010 Gestão de projetos. Planejamento e execução de projetos na área de cultura e turismo. § Memória Cultural – 2008 e 2009 Coordenação de projetos e produção– Espetáculo “O Brasileiro Gil”. MUZENZA O Bloco Afro Muzenza, surgiu com um tributo a Bob Marley, inspirado no legado cultural dos afro-jamaicanos e suas mensagens libertárias que invadiu o Brasil nos anos 80, aproximando os afro-baianos desta realidade similar. Os primeiros momentos de vida do Muzenza revelou um afro cantado, defendendo um mundo palpável, visível às comunidades carentes de Salvador. Sendo uma entidade que vem construindo uma missão bem trabalhada no movimento em defesa do povo negro. Involuntariamente, o bloco surge nas ruas de Salvador como alternativa de realçar uma cultura para o povo negro sofrido e sem uma condição mínima de educação, saúde, laser e bem estar-social, Surgindo portanto os temas da "Danças de Iao's" e tributo a Bob Marley. Temas que faziam referência ao Candomblé e ao maior mito mundial do Reggae. O Muzenza é um termo de origem bantu-kikongo, significa Yaô do Nagôs, nome dados aos iniciados no candomblé de linha de Angola, Nasceu no bairro da Liberdade no dia 05 de maio de 1981, trazendo a mensagem libertária que invadiu os afro-baianos de realidade similar. O Muzenza consolidou-se como bloco de carnaval, explodindo o reggae de rua através de sua Banda Percussiva que possui o maior número de variações rítmicas no Estado, que ao fundir elementos do suingue afro-baiano ao reggae jamaicano, criou o samba reggae. Em sua categoria de bloco afro possui doze títulos em treze carnavais que disputou, demonstrando com isso sua força enquanto entidade que preserva sua origem e respeita os associados que garantem o sucesso dessa entidade. O povo afro conclama a uma perspectiva de vida e exigência que ultrapassavam as fronteiras do carnaval e de movimentações folclóricas. Assim, o Muzenza começou a desenvolver um trabalho sócio-educativo junto à comunidade, em parceria com o Projeto Axé, FUNDAC/SETRAS e DICA Distribuidora de Revistas Castro Alves. O Muzenza ao longo de sua existência, vem desenvolvendo atividades como: oficinas de percussão, música, dança e estética Afro para profissionalização da crianças e de adolescentes. Do ponto de vista comercial o Muzenza atravé de sua Banda, é conhecido nacionalmente e internacionalmente, através de shows, gravação de discos e através da sua música nas vozes de renomados artistas do cenário nacional como: Daniela Mercury "Swing da cor', Simone Moreno "A terra tremeu", Margareth Menezes "Povo vem ver", Carlinhos Brown "Rumpillé", Gilberto Gil e Gal Costa" "Brilho e Beleza" e Outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.