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O projeto não é feira de arte; é uma exposição com curadoria, mediada e acessível, combinando: núcleo expositivo principal, programa educativo, ações de democratização do acesso (gratuidade e ingressos populares), catálogo impresso e digital acessível, e o módulo ABERTO RUA (intervenções no espaço público).
Continuação lista artitas:Jarbas Lopes (1964, Nova Iguaçu, RJ, Brasil).Sua prática inclui escultura, desenho, instalação, performance e projetos coletivos que questionam a lógica capitalista. Trabalhos como A Paisano exploram o trançado popular em obras participativas. Tem obras no MAM-RJ, MoMA e Victoria & Albert Museum.Liuba Wolf (1923, Sofia, Bulgária – 2005, São Paulo, Brasil).Escultora modernista naturalizada brasileira. Estudou em Genebra e Paris, com Germaine Richier, e se radicou no Brasil em 1958. Sua obra mistura formas orgânicas e geométricas, com inspiração em mitologia e símbolos totêmicos. Participou de Bienais de São Paulo e tem obras no MAM-SP.Lucas Simões (1980, Catanduva, Brasil).Arquiteto de formação, desenvolve esculturas, instalações e experimentações com concreto, papel, aço e fotografia. Sua obra investiga arquitetura brutalista e os limites da matéria como suporte poético, explorando a falha e a utopia modernista.Marcius Galan (1972, Indianapolis, EUA).Trabalha com escultura, instalação, desenho, fotografia e vídeo. Sua prática explora a percepção do espaço e a instabilidade dos objetos, dialogando com o neo- concretismo brasileiro e minimalismo norte-americano. Tem obras em coleções como MAM-SP e Pinacoteca.Marepe (1970, Santo Antônio de Jesus, Brasil).Conhecido por esculturas e objetos que evocam tradições populares, discute escassez, colonização e globalização. Participou da Bienal de Veneza (2003), de edições da Bienal de São Paulo e do Panorama de Arte Brasileira. Paloma Bosquê (1982, Garça, SP, Brasil).Sua obra é marcada pela pesquisa da materialidade e transformação dos corpos, explorando interações entre elementos visíveis e invisíveis. Trabalha com materiais orgânicos e minerais em esculturas e instalações que investigam conexões poéticas e processos geológicos.Solange Pessoa (1961, Ferros, MG, Brasil).Sua prática é inspirada por arqueologia, arte rupestre, artesanato e barroco. Produz esculturas, pinturas e instalações que evocam o ciclo da vida e a universalidade através de formas orgânicas e arcaicas.Zé Tepedino (1990, Rio de Janeiro, Brasil).Sua obra inclui assemblages, instalações e pinturas expandidas que articulam biografia, materiais e experimentação poética. Realizou exposições individuais na Casa Triângulo (São Paulo) e participou de mostras internacionais em Londres, Bruxelas e Gênova.
Objetivo geral: Realizar uma exposição de artes visuais com curadoria, acessível e mediada, ampliando o acesso cultural, com a formação de público e a circulação de artistas, com impacto social e educativo nas ruas de São Paulo.Objetivos específicos:Produzir e apresentar uma exposição curatorial inédita em até 5 canteiros da cidades de São PauloImplementar o módulo ABERTO RUA, com intervenções/obras no espaço público, mediadas e acessíveis.Desenvolver programa educativo com visitas guiadas, oficinas, mediação em Libras e audiodescrição.Promover ações de democratização: dias de gratuidade, ingressos a preços populares e cotas para escolas públicas.Publicar catálogo impresso e digital acessível (Libras, audiodescrição de imagens, contraste adequado).Adotar práticas de sustentabilidade, reuso de materiais e logística otimizada.
A solicitação de apoio ao projeto "ABERTO RUA", junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parcerias na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País.Dessa forma, o projeto aqui apresentado se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou naçõesVIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Este projeto se faz importante na medida em que proporciona e amplia o acesso à arte de forma livre e gratuita em espaços públicos de circulação livre. Ocupar estes espaços se faz cada vez mais importante, e o meio artístico é uma ferramenta de impulsionamento e facilitação para isto.Caráter curatorial: ABERTO5 defende a importância de processos curatoriais como dispositivos de leitura crítica e formação de público, distanciando-se de formatos comerciais (feiras), privilegiando pesquisa e mediação. Descentralização e acesso: A itinerância amplia o acesso qualificado a artes visuais em diferentes territórios, com foco em cidades fora do circuito expositivo habitual, reduzindo barreiras geográficas e econômicas. Valorização do patrimônio e do espaço urbano: Ocupa edifícios históricos e espaços culturais, além do módulo ABERTO RUA, que ativa praças e áreas públicas com intervenções temporárias, aproximando arte e cotidiano. Formação e cidadania: Programa educativo com visitas mediadas, oficinas, rodas de conversa e formação de professores, estimulando repertório, pensamento crítico e inclusão. Diversidade e inclusão: Curadoria e programação comprometidas com pluralidade regional, racial, de gênero, geracional e de linguagens, garantindo critérios transparentes de seleção de artistas e mediadores. Memória e difusão: Catálogo impresso e versão digital acessível consolidam acervo crítico e ampliam o alcance pós-projeto, com distribuição a bibliotecas públicas e acesso gratuito online.
Informamos também que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, desde já informamos que os novos profissionais seguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.
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O proponente se compromete a proporcionar condições de acessibilidade, de acordo com o Art. 42 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, compatíveis tecnicamente com as características do objeto para cada linguagem artística de seus produtos, justificados e fundamentados, nos termos dos arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146, de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, considerando adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional e indevido em cada caso, de modo a contemplar: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Um estudo de acessibilidade será realizado pelo responsável pela infraestrutura do espaço. O evento terá instalações acessíveis, por meio de rampas de acesso e mobiliário adaptado, bem como guias táteis. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Medidas de ampliação de acessibilidade, como QRCode com audiodescrição das obras e braile nas placas de comunicação serão adotadas mediante necessidade. - As placas terão texto em braile com o título da obra e nome do artista. Além disso, o hotsite contará com conteúdo acessível com audiodescrição Intérpretes de Libras em abertura, programações e horários fixos semanais; vídeos com janelas de Libras. O proponente estará atento a outras eventuais demandas durante o projeto e se responsabiliza por manter e ampliar a acessibilidade conforme planejamento.
O projeto é democrático em sua integralidade, pois será aberto ao público sem cobrança de ingressos, ou seja, inteiramente gratuito. Dessa maneira respeitará o Art. 46, da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025 Das Medidas de Ampliação de Acesso, segundo Art. 47. da IN 2025, em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente adotará: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição >> hotsite de acesso gratuito
Proponente - IDECEMAS - Coordenador GeralO Idecemas - Instituto de Desenvolvimento do Esporte, da Cultura e do Meio Ambiente Social foi criado para melhorar a qualidade de vida das comunidades e cidades, por meio de uma conexão e plena integração entre projetos de educação, cultura, lazer, apoio ao empreendedorismo, segurança, mobilidade e meio ambiente. Através de tecnologia e dados, proporcionamos mais eficiência para entidades públicas e privadas atuarem a favor do desenvolvimento sustentável do meio social, econômico e ambiental.Coordenação e Gestão Administrativo – LEONARDO BENEDETTI PEREIRACarreira desenvolvida na área de Financeira e Administrativa, com experiência na liderança de equipes, análise de perfil e preferências de mercado, análises financeiras, com mais de 16 anos de experiência em eventos culturais, gestão de projetos incentivados via leis de incentivos, desenvolvimento de conteúdo, criação e gestão de campanhas diversas, coordenação e produção de eventos de diversos formatos, desenvolvimento de conteúdo, definição de produtos e canais de mídias utilizados, focando o sucesso das estratégias de marketing e comunicação, bem como o aumento da lucratividade da empresa e gestor dos projetos incentivados como segue abaixo: Cowparade Circuito das Vacas Rio de Janeiro 2007; Cowparade Circuito das Vacas São Paulo 2010; Cowparade Circuito das Vacas Porto Alegre 2010; Cowparade Circuito das Vacas Rio de Janeiro 2011; Cowparade Circuito das Vacas Goiânia 2012; Cowparade Belém 400 anos 2016 Cowparde Recife 2017; Cowparade Fortaleza 2018; Cowparade Salvador 2019; CowParade São Paulo – Edição “Nas Escolas” - 2022; Cowparade Vitória e Vila Velha 2023; Big Heart Parade São Paulo - Shopping Cidade Jardim 2013; Big Heart Parade São Paulo – Shopping D&D 2013; Big Heart Parade São Paulo 2014 - MasterCard; RinoMania São Paulo 2009; Call Parade São Paulo 2012; Call Parade São Paulo 2014; Túnel da Fé – Discovery; MonicaParade – Comemoração 50 anos – São Paulo 2013; MonicaParade - Comemoração 50 anos – Belo Horizonte 2014 dentre outros.CuradoriaKiki Mazzucchelli (São Paulo, 1972) atua desde o início da década de 2000 como curadora. Nos últimos cinco anos, sua pesquisa tem se voltado à ampliação e ao aprofundamento das narrativas historiográficas da arte.É autora e editora de inúmeras publicações com foco em artistas da América Latina. Recentemente organizou as monografias de Tonico Lemos Auad (Koenig, 2018) e Marcelo Cidade (Cobogó, 2016).É co-fundadora do espaço independente Kupfer (Londres, 2017) e da residência para artistas brasileiros na Gasworks (Londres, 2017). Desde o início de 2022, é diretora artística da Galeria Luisa Strina. Projetos recentes incluem a exposição “Flávio de Carvalho Experimental”, em cartaz no SESC Pompéia, São Paulo, encerrada em janeiro de 2023.Produção Rubia Formaggi e SilvaFormada em Audiovisual pela Faculdade Cásper Líbero, tem mais de 20 anos de experiência na área da comunicação, gestão e produção. Produtora da ABERTO desde sua segunda edição, nas quais foi responsável pela monitoria, coordenação da manutenção da exposição, gerenciamento dos serviços terceirizados e supervisão de eventos.Dora Silveira CorrêaFormada em Filosofia pela FFLCH-USP, atua há mais de 25 anos no campo da cultura, com ênfase em produção e gestão de projetos de artes visuais. Foi superintendente de projetos da Fundação Bienal de São Paulo, onde coordenou as áreas de produção, educação e arquivo histórico, com foco no desenvolvimento de processos colaborativos e identificação de competências individuais por 14 anos.ArtistasAdriano Costa (1975, São Paulo, Brasil)Sua prática envolve escultura, montagem, pintura e instalação, explorando consumo, moda, classe social e cultura popular. Costuma usar materiais comuns ou nobres em composições que revelam ironia trágica, questionando o valor da arte e transmutando objetos cotidianos em obras.Alexandre da Cunha (1969, Rio de Janeiro, Brasil)Sua obra se constrói a partir de objetos do cotidiano, reorganizados em colagens espaciais que dissolvem hierarquias entre materiais. Explora tensões sociais e culturais ao transformar rodos, cintos, tambores ou escovas em esculturas críticas e de grande precisão formal.Amilcar de Castro (1920, Paraisópolis, MG – 2002, Belo Horizonte, MG). Escultor central na arte concreta e abstrata brasileira, conhecido por seu uso do aço corten em formas geométricas minimalistas. Suas obras exploram a relação entre material e espaço, tornando-se referência internacional da escultura moderna.Anna Maria Maiolino (1942, Scalea, Itália)Constrói uma obra multifacetada que atravessa pintura, gravura, escultura e instalação, abordando temas como identidade, linguagem e corpo. Participou de momentos centrais da arte brasileira, como a Nova Objetividade, e mantém uma prática experimental em materiais e gestos.Angelo Venosa (1954, São Paulo, Brasil – 2022, Rio de Janeiro, Brasil). Escultor da “Geração 80”, formou-se no Rio de Janeiro e desenvolveu obras em madeira, resina, cera de abelha e fibra de vidro. Suas formas evocam temporalidades ancestrais e volumes ambíguos, tensionando matéria e memória em esculturas de forte densidade poética.Ascânio MMM (1941, Fão, Portugal)Figura central da abstração geométrica latino-americana, cria esculturas baseadas em princípios matemáticos, repetição e precisão. Sua obra articula o rigor construtivista com efeitos ópticos, expandindo a percepção espacial.Carlito Carvalhosa (1961, São Paulo – 2021, São Paulo).Artista multimídia, iniciou-se no Grupo Casa 7 nos anos 1980, aproximando-se do neoexpressionismo. Posteriormente explorou cera, porcelana e instalações com espelhos, tecidos e luzes. Sua obra investiga a relação entre forma e matéria, tempo e espaço, envolvendo o espectador.Carmela Gross (1946, São Paulo, Brasil)Artista de destaque na crítica ao espaço urbano, sua produção aborda relações entre arte, cidade e política. Participou de diversas Bienais de São Paulo e de mostras internacionais como Radical Women. Tem obras em coleções do MoMA, MAC USP, Pinacoteca e Museum of Fine Arts Houston.Daniel Jorge (1980, Minas Gerais, Brasil)Sua obra transita entre escultura, instalação, performance e desenho, marcada por materiais carregados de memória como barro, pedra e resíduos. Cria geografias simbólicas que questionam pertencimento e presença. Foi indicado ao Prêmio PIPA 2025.Emanoel Araújo (1940, Santo Amaro da Purificação, BA – 2022, SP) Escultor, gravador e curador, destacou-se pela valorização da arte afro-brasileira. Foi diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo e fundador do Museu Afro Brasil, onde consolidou um legado cultural de grande relevância.Erika Verzutti (1971, São Paulo, Brasil)Sua obra transita entre escultura e pintura, utilizando bronze, concreto e papel machê em composições intuitivas. Evoca formas naturais e cotidianas, criando um campo de ressonância cultural, histórica e sensorial.Franz Weissmann (1911, Knittelfeld, Áustria – 2005, Rio de Janeiro)Escultor, desenhista e pintor, radicado no Brasil desde 1921. Formou-se na Escola Nacional de Belas Artes e se tornou referência da arte construtiva e do neo- concretismo. Sua obra geométrica valoriza o vazio, o espaço e a leveza estrutural.Federico Herrero (1978, San José, Costa Rica)Sua pintura é marcada por cores vibrantes que evocam a paisagem natural e urbana da Costa Rica. Vencedor do Leão de Ouro na 49ª Bienal de Veneza (2001), expande a pintura para murais, instalações e intervenções urbanas, explorando ritmo e cor como matéria viva.Tomie Ohtake (1913, Kyoto, Japão – 2015, São Paulo, Brasil)Referência da abstração lírica. Iniciou a carreira nos anos 1950 e participou de Bienais de Veneza, Havana, Tóquio e seis edições da Bienal de São Paulo. Produziu pinturas, esculturas e obras públicas monumentais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.