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PRONAC 2510099Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Mostra Maria Verônica da Pas 2026: Latinidades e Potências Itinerantes

JUPTER - ENTRETENIMENTO, COMUNICACAO E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 650,0 mil
Aprovado
R$ 650,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
ES
Município
Cachoeiro de Itapemirim
Início
2025-11-10
Término

Resumo

A Mostra Maria Verônica da Pas 2026: Latinidades e Potências Itinerantes é uma exposição fotográfica internacional itinerante dedicada à valorização de artistas negras brasileiras. O projeto inclui mostra no MUCANE (Vitória/ES) e em galeria de país estrangeiro parte da América Latina, com catálogo bilíngue acessível, oficinas formativas gratuitas, rodas de conversa e ações educativas voltadas à rede pública.

Sinopse

Produtos do Projeto 1. Exposição Internacional Itinerante (Produto Principal)Mostra Maria Verônica da Pas 2026: Latinidades e Potências ItinerantesProduto: Exposição Cultural / de ArtesÁrea: Artes VisuaisSegmento: Exposição Cultural / ArtísticaPrincipal: SimEnquadramento: Artigo 18Exposição fotográfica internacional com obras de até 20 artistas negras brasileiras, selecionadas por convocatória pública com ações afirmativas. A mostra ocorrerá em dois espaços culturais: o Museu Capixaba do Negro (MUCANE), em Vitória/ES, e a Galeria Tarsila do Amaral do Instituto Guimarães Rosa, em Lima (Peru). As obras abordarão identidade, território, ancestralidade e representatividade da mulher negra nas artes visuais contemporâneas. A montagem seguirá padrões museológicos, com audiodescrição, QR Codes acessíveis e sinalização bilíngue. Classificação indicativa: Livre.2. Catálogo Bilíngue (Impresso e Digital com Audiodescrição)Nome do Evento / Produto: Periódico / Catálogo / Cartilha / ProgramaÁrea: HumanidadesSegmento: Outras publicações ou PeriódicosPrincipal: NãoPublicação editorial bilíngue (português/espanhol) reunindo as obras expostas, textos curatoriais, biografias das artistas, ensaios críticos e registros das ações formativas. O catálogo contará com versão impressa (4.000 exemplares) e digital gratuita com audiodescrição das obras e recursos de acessibilidade. O material será distribuído gratuitamente ao público, instituições de ensino e centros culturais no Brasil e no Peru. Classificação indicativa: Livre. 3. Oficinas Formativas GratuitasNome do Evento / Produto: Curso / Oficina / CapacitaçãoÁrea: HumanidadesSegmento: Ações Educ-Cult em Humanidades em geralPrincipal: Não Serão realizadas 4 oficinas formativas no MUCANE (Vitória/ES), com 60 vagas cada (total de 240 participantes). Todas são gratuitas e voltadas à formação crítica e artística, com certificação. Os temas serão:Descolonizando a FotografiaA Poética da Fotografia AfrodiaspóricaFotografia, Identidade e CulturaFotografia para Crianças: Registrando o Mundo ao Meu Redor com o CelularAs oficinas serão ministradas por mulheres negras, com prioridade de 50% das vagas para pessoas negras e periféricas. Contarão com intérprete de Libras e coordenação pedagógica especializada em acessibilidade. Classificação indicativa: Livre.4. Pagamento de Bolsas às Selecionadas (contrapartidas sociais). Nome do Evento / Produto: Contrapartidas SociaisÁrea: Artes VisuaisSegmento: Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/TreinamentoPrincipal: NãoA seleção das artistas seguirá ações afirmativas regionais e interseccionais: 5 vagas para fotógrafas negras capixabas; 5 para fotógrafas negras do Norte e Nordeste; 5 para fotógrafas negras LGBTQIAP+ (mínimo de 2 trans); e 5 vagas para o público geral de fotógrafas negrasProdutos paralelos:5. Rodas de Conversa e Visitas MediadasSerão realizadas 6 rodas de conversa e mediações culturais conduzidas pelas curadoras e artistas participantes. As atividades acontecerão no MUCANE e no Instituto Guimarães Rosa, sendo 3 no Brasil (duas voltadas a escolas públicas e uma ao público geral) e 3 no Peru (voltadas a alunos do curso de português e público local). As ações visam formação de público, reflexão crítica e aproximação entre artistas, educadores e comunidades. Classificação indicativa: Livre.6. Produção Audiovisual e Registro InstitucionalRealização de vídeos e registros fotográficos profissionais das etapas do projeto, incluindo bastidores, oficinas, visitas guiadas e vernissages. O conteúdo será utilizado para comunicação institucional, redes sociais e prestação de contas, servindo também como material educativo e de memória cultural. Classificação indicativa: Livre.7. Doação de Obras – Acervo Permanente Instituto Guimarães Rosa (Lima/Peru)Ao término da etapa internacional, as obras impressas e emolduradas no Peru serão doadas ao acervo permanente do Instituto Guimarães Rosa, integrando o patrimônio cultural da instituição e consolidando o legado do projeto. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a circulação internacional e a valorização da produção artística de mulheres negras brasileiras por meio da realização da Mostra Maria Verônica da Pas 2026: Latinidades e Potências Itinerantes, fortalecendo o diálogo cultural entre Brasil e Peru, a representatividade negra nas artes visuais e a presença institucional da Vale em ações de diversidade, equidade e diplomacia cultural. Objetivos EspecíficosRealizar uma exposição fotográfica internacional itinerante em dois países _ Brasil (MUCANE, Vitória/ES) e Peru. Selecionar até 20 artistas negras brasileiras por convocatória pública com ações afirmativas e bolsas de participação.Produzir e distribuir 4.000 catálogos bilíngues (português/espanhol) com audiodescrição e versão digital acessível via QR Code.Realizar 4 oficinas formativas gratuitas no MUCANE, com 60 vagas cada (total de 240 participantes), sendo 50% destinadas a pessoas negras.Conduzir 6 rodas de conversa e visitas mediadas com curadoras e artistas nos dois países, incluindo atendimento a pelo menos 300 estudantes da rede pública.Garantir acessibilidade universal em todas as obras, com QR Codes contendo audiodescrição e material educativo acessível.Produzir conteúdo audiovisual e fotográfico de todas as etapas do projeto, para fins de registro, difusão e prestação de contas.Doar as obras expostas em Lima ao acervo permanente do Instituto Guimarães Rosa _ Lima, consolidando o legado do projeto.Alcançar 9.000 visitantes presenciais e engajamento digital estimado em 50.000 pessoas nas redes sociais e canais parceiros.

Justificativa

A Mostra Maria Verônica da Pas 2026: Latinidades e Potências Itinerantes requer o apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para viabilizar a circulação internacional de uma exposição de grande relevância social e simbólica, que valoriza a produção de mulheres negras brasileiras nas artes visuais e fortalece a diplomacia cultural entre Brasil e Peru. O projeto depende desse instrumento legal para cobrir custos de curadoria, montagem, acessibilidade, transporte, impressão fine art, tradução e comunicação bilíngue — etapas inviáveis sem incentivo fiscal.A proposta enquadra-se nos incisos I, II e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por promover a difusão de bens culturais, a formação artística e cultural e o estímulo à produção e circulação de obras de arte contemporânea brasileira, com ênfase na diversidade étnico-racial e de gênero.Além disso, atende aos objetivos previstos no Art. 3º da mesma norma, especialmente:Inciso I: estimular a produção, difusão e distribuição de bens culturais;Inciso II: ampliar o acesso da população à cultura;Inciso III: proteger e valorizar a diversidade étnica e regional;Inciso V: apoiar a presença da cultura brasileira no exterior;Inciso VII: incentivar o conhecimento dos valores culturais e artísticos nacionais;Inciso IX: desenvolver a consciência internacional e o intercâmbio cultural.Assim, o uso da Lei de Incentivo à Cultura é indispensável para garantir a execução de um projeto de impacto social e internacional, comprometido com a equidade, a acessibilidade e a promoção da cultura negra como patrimônio imaterial do Brasil. O projeto prevê o pagamento de 20 bolsas de participação destinadas às artistas selecionadas por convocatória pública, em conformidade com o Art. 1º, inciso II, da Lei nº 8.313/91, que incentiva a produção cultural, a difusão artística e a formação de recursos humanos na área da cultura.As bolsas têm caráter formativo e de reconhecimento profissional, assegurando condições equitativas de participação a mulheres negras de diferentes regiões do país, muitas delas em início de carreira e em situação de vulnerabilidade social. O valor da bolsa não configura prêmio nem doação, mas remuneração pela participação artística, contemplando o tempo dedicado à criação, preparação e cessão de direitos de exibição das obras no Brasil e no exterior.Trata-se de uma ação afirmativa alinhada aos princípios de diversidade, equidade e inclusão, que reconhece o trabalho criativo das artistas como um bem cultural de valor simbólico e social. As bolsas também garantem a viabilidade de um processo seletivo mais justo e representativo, permitindo que artistas de territórios periféricos e regiões sub-representadas possam integrar a mostra em igualdade de condições.Todas as beneficiárias assinarão termo de compromisso e cessão de direitos de uso de imagem e obra, conforme orientações do Ministério da Cultura e das boas práticas de gestão de recursos incentivados.

Estratégia de execução

Ementas completas das oficinas 1. Oficina: Descolonizando a Fotografia – Abordagem Crítica sobre Colonialismo e ImagemEmenta:A oficina propõe uma reflexão crítica sobre o papel da fotografia na construção e manutenção das narrativas coloniais. A partir de uma perspectiva decolonial e interseccional, o curso aborda como a imagem fotográfica foi historicamente utilizada para legitimar hierarquias raciais, de gênero e território, e como artistas contemporâneos subvertem essas estruturas por meio de práticas visuais insurgentes. As aulas combinam análise de obras, estudos de caso e exercícios práticos de criação que incentivam a produção de imagens críticas, conscientes e representativas da pluralidade identitária brasileira.Objetivos:Compreender os fundamentos teóricos da decolonialidade aplicados à imagem;Analisar criticamente a história da fotografia ocidental e seus vínculos com o colonialismo;Promover práticas visuais comprometidas com a representação ética e plural;Estimular a criação de ensaios fotográficos de perspectiva anticolonial.Metodologia:Aulas expositivas dialogadas, leitura e debate de textos, análise de imagens e exercícios fotográficos guiados.Carga horária: 8 horas/aula.Público-alvo: artistas, estudantes, fotógrafos e interessados em estudos visuais e questões raciais.Classificação indicativa: Livre.Referências bibliográficas:FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do poder e classificação social. In: Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2005.hooks, bell. Olhares negros: raça e representação. São Paulo: Elefante, 2019.AZOULAY, Ariella. The Civil Contract of Photography. New York: Zone Books, 2008.MAZZA, Mônica. Fotografia e decolonialidade: caminhos de resistência. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021. 2. Oficina: A Poética da Fotografia Afrodiaspórica – Narrativas Negras e Práticas ContemporâneasEmenta:A oficina explora as múltiplas estéticas e poéticas da fotografia afrodiaspórica, enfatizando como artistas negros e negras constroem novas formas de representação a partir de suas experiências, memórias e ancestralidades. O curso contextualiza a fotografia negra nas Américas e analisa obras de artistas brasileiros, africanos e afro-latinos, discutindo identidade, corporeidade, espiritualidade e resistência como eixos visuais centrais. Propõe-se a experimentação prática inspirada nessas narrativas e o desenvolvimento de pequenos ensaios autorais.Objetivos:Introduzir o conceito de afrodiaspora e suas manifestações visuais;Mapear artistas e coletivos negros que transformam o campo da fotografia contemporânea;Estimular a criação de imagens poéticas baseadas na experiência negra;Refletir sobre o papel da fotografia na construção de memórias afro-brasileiras.Metodologia:Aulas dialogadas, exibição e leitura de imagens, estudos de caso e atividades práticas.Carga horária: 8 horas/aula.Público-alvo: artistas visuais, estudantes de arte, pesquisadores e fotógrafos em formação.Classificação indicativa: Livre.Referências bibliográficas:GARCIA, Januário. Fotografia e identidade negra. Rio de Janeiro: Fundação Palmares, 1996.ESHUN, Kodwo. More Brilliant than the Sun: Adventures in Sonic Fiction. London: Quartet Books, 1998.GILROY, Paul. O Atlântico Negro: modernidade e dupla consciência. Rio de Janeiro: Editora 34, 2021.MARTINS, Lilia Moritz. O corpo negro e a imagem. São Paulo: Sesc, 2019.BARBOSA, Rosana Paulino. Tecer Memórias. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2018. 3. Oficina: Fotografia, Identidade e Cultura – Diálogos entre Imagem e AncestralidadeEmenta:A oficina investiga as relações entre fotografia, identidade e cultura afro-brasileira, articulando perspectivas antropológicas, estéticas e políticas. O curso reflete sobre como a imagem contribui para a formação das identidades coletivas e individuais, considerando o papel da memória, da ancestralidade e da resistência. Serão analisadas obras de artistas que revisitam arquivos familiares e comunitários, propondo novos modos de narrar a história a partir do olhar negro e feminino.Objetivos:Analisar a fotografia como instrumento de construção e disputa simbólica de identidades;Promover a reflexão sobre memória, ancestralidade e território;Estimular a criação de narrativas visuais autorreferentes;Ampliar o repertório crítico sobre fotografia afro-brasileira.Metodologia:Aulas teóricas e práticas, leitura de imagens, debates e experimentação fotográfica.Carga horária: 8 horas/aula.Público-alvo: estudantes, artistas visuais, educadores e público geral interessado em cultura afro-brasileira.Classificação indicativa: Livre.Referências bibliográficas:GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. Petrópolis: Vozes, 1999.RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento, 2017.SILVA, Denise Ferreira da. Toward a Global Idea of Race. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2007. 4. Oficina: Fotografia para Crianças – Registrando o Mundo ao Meu Redor com o CelularEmenta:Voltada ao público infantil, a oficina introduz conceitos básicos de fotografia utilizando câmeras de celular e metodologias acessíveis. As atividades incentivam a observação, a sensibilidade e a expressão pessoal, estimulando o olhar crítico sobre o entorno. As aulas combinam prática lúdica, jogos visuais e noções de enquadramento, luz e cor, além de promover o respeito à diversidade e à inclusão. O curso busca despertar nas crianças o interesse pela arte e pela valorização da própria identidade.Objetivos:Introduzir noções de composição, enquadramento e iluminação;Estimular o olhar criativo e o registro de narrativas cotidianas;Promover a inclusão por meio de atividades acessíveis e colaborativas;Desenvolver consciência estética e respeito à diversidade.Metodologia:Oficina prática, com dinâmicas em grupo, exercícios de observação, captação de imagens com celular e exposição final dos trabalhos.Carga horária: 8 horas/aula.Público-alvo: crianças de 7 a 12 anos, com 50% das vagas destinadas a estudantes negros, pardos e/ou com deficiência.Classificação indicativa: Livre.Referências bibliográficas:SONTAG, Susan. Sobre a fotografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.FRIZOT, Michel. A Nova História da Fotografia. Lisboa: Taschen, 2010.ARAÚJO, Ricardo. Fotografia e Educação: práticas visuais na escola. São Paulo: Cortez, 2017.FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2019.OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processos de Criação. Rio de Janeiro: Vozes, 2014.

Especificação técnica

1. Exposição Internacional Itinerante – Mostra Maria Verônica da Pas 2026: Latinidades e Potências ItinerantesA mostra reunirá até 40 obras fotográficas (20 apresentadas no Brasil e 20 no Peru), impressas em papel fine art 100% algodão, gramatura mínima de 300 g/m², com molduras em madeira de reflorestamento e vidro antirreflexo. O formato médio das obras será de 50 x 70 cm.A expografia seguirá padrões museológicos, contemplando iluminação controlada, sinalização bilíngue (português e espanhol) e QR Codes com audiodescrição e informações acessíveis. A montagem será adaptada a cada local expositivo — o Museu Capixaba do Negro (MUCANE), em Vitória/ES, e a Galeria Tarsila do Amaral do Instituto Guimarães Rosa, em Lima/Peru —, garantindo a integridade técnica das obras e a acessibilidade do público.O período de exibição será de aproximadamente 30 dias em cada país, com monitoria e mediação cultural inclusiva conduzida por profissionais capacitados.Classificação indicativa: Livre. 2. Catálogo Bilíngue (Impresso e Digital com Audiodescrição)O catálogo contará com 120 páginas, formato 21 x 28 cm, capa em papel triplex 250 g, miolo em papel couchê fosco 150 g, impressão em quatro cores e acabamento em lombada quadrada.Serão produzidos 4.000 exemplares impressos e uma versão digital acessível (PDF interativo) com audiodescrição, legendas e textos alternativos em todas as imagens. A publicação será bilíngue (português/espanhol) e incluirá textos curatoriais, ensaios críticos, biografias das artistas. O conteúdo também será disponibilizado por meio de QR Codes nas exposições, ampliando o acesso digital e educativo.Classificação indicativa: Livre.Formato pretendido: Capa: 20x40,3cm, 4x4 cores, Tinta Escala em Couche Liso 300g. Dispensa Fotolito(CTP). .Miolo: 24 pgs, 20x20cm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Liso 210g. Dispensa Fotolito(CTP). .Lombada:3mm, Dobrado(Miolo), Shrinkado Coletivo, Colagem Pur(Miolo), Vinco(Capa), Laminação BOPP Fosca(Capa), Verniz Localizado(Capa).Obs.: Capa com laminação fosca e verniz localizado na parte externa. 3. Oficinas Formativas Gratuitas (ementas disponíveis em OUTRAS INFORMAÇÕES)Serão realizadas 4 oficinas, com duração média de 8 horas/aula cada (total de 32 horas de formação), com 60 participantes por turma, totalizando 240 vagas. Todas as atividades serão gratuitas e acessíveis.As oficinas seguem o seguinte projeto pedagógico:Descolonizando a Fotografia: abordagem crítica sobre colonialismo e imagem;A Poética da Fotografia Afrodiaspórica: estudo de narrativas negras e práticas contemporâneas;Fotografia, Identidade e Cultura: diálogos entre imagem, identidade e ancestralidade;Fotografia para Crianças – Registrando o Mundo ao Meu Redor com o Celular: iniciação à linguagem fotográfica infantil com recursos acessíveis.Cada oficina será ministrada por artistas negras, com recursos de Libras, audiodescrição e acompanhamento pedagógico especializado em acessibilidade. Os participantes receberão certificados digitais e material didático acessível.Classificação indicativa: Livre. 4. Rodas de Conversa e Visitas MediadasSerão realizadas 6 atividades de mediação e diálogo, com duração média de 2 horas cada, em ambientes acessíveis. Todas contarão com intérprete de Libras. As rodas de conversa abordarão temas como identidade, representatividade e decolonialidade nas artes visuais, conduzidas pelas curadoras e artistas participantes. As visitas mediadas terão foco em estudantes da rede pública e grupos comunitários, promovendo aproximação entre público e artistas.Classificação indicativa: Livre. 5. Produção Audiovisual e Registro InstitucionalSerão produzidos vídeos institucionais e educativos com duração de até 5 minutos, gravados em resolução Full HD (1080p), formato 16:9, com legendas descritivas, tradução em Libras e trilha sonora livre de direitos autorais.O conteúdo será voltado à difusão nas redes sociais, divulgação institucional e composição do acervo de memória do projeto. As gravações incluirão bastidores, entrevistas, oficinas, visitas guiadas e cerimônias de abertura.Classificação indicativa: Livre. 6. Doação de Obras – Acervo Permanente do Instituto Guimarães Rosa (Lima/Peru)As obras impressas e emolduradas na etapa internacional serão doadas ao acervo permanente do Instituto Guimarães Rosa – Lima, formalizadas por termo de doação.As peças permanecerão acondicionadas em molduras de padrão museológico, com identificação institucional e QR Code para audiodescrição, integrando o patrimônio cultural da instituição.A ação integra a contrapartida internacional e reforça o caráter de diplomacia cultural do projeto.Classificação indicativa: Livre

Acessibilidade

AcessibilidadeAcessibilidade Física:Os espaços de realização do projeto deverão possuir infraestrutura acessível, incluindo rampas de acesso, sanitários adaptados, sinalização visual e atendimento prioritário a pessoas com deficiência. A montagem da exposição seguirá parâmetros de acessibilidade espacial, com corredores livres, altura adequada das obras e disposição que permita a circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. O projeto também prevê a sinalização com textos em fonte ampliada e contraste adequado.Acessibilidade de Conteúdo:A mostra será 100% acessível, com inclusão de recursos de comunicação acessível em todos os produtos culturais. Cada obra contará com QR Codes integrados a faixas de audiodescrição bilíngues (português/espanhol). O catálogo impresso e digital terá versão com audiodescrição e legendagem descritiva, além de edição em braille para o material educativo distribuído durante as visitas mediadas. As visitas guiadas contarão com intérprete de Libras no Brasil e mediadoras com formação em acessibilidade cultural. Também estão previstas visitas sensoriais com exploração tátil e sonora do conteúdo expositivo, garantindo uma experiência inclusiva a todos os públicos.

Democratização do acesso

A Mostra Maria Verônica da Pas 2026: Latinidades e Potências Itinerantes será integralmente gratuita, sem cobrança de ingressos ou taxas de inscrição em nenhuma de suas etapas. A exposição será aberta ao público no MUCANE (Vitória/ES) e no Instituto Guimarães Rosa, em Lima (Peru), garantindo acesso livre durante todo o período expositivo.Serão produzidos 4.000 catálogos bilíngues (português/espanhol) com audiodescrição e versão digital acessível via QR Code, distribuídos gratuitamente ao público e a instituições de ensino, bibliotecas e centros culturais. As 20 artistas participantes receberão bolsas de incentivo à criação, assegurando igualdade de oportunidades e participação qualificada.Para ampliar o alcance e o impacto social, o projeto prevê ações paralelas gratuitas, como 4 oficinas formativas com certificação, voltadas a mulheres negras, jovens periféricos e estudantes da rede pública (total de 240 vagas); 6 rodas de conversa e visitas mediadas com curadoras e artistas, incluindo mediações exclusivas para escolas públicas; transmissão de conteúdos pela internet, como vídeos, depoimentos, making of e visitas guiadas acessíveis com Libras e audiodescrição; e uma versão digital da exposição e do catálogo, com acesso livre e gratuito por meio do site e das redes sociais oficiais da mostra.Essas ações asseguram o acesso democrático, inclusivo e descentralizado à arte, permitindo que o projeto alcance tanto o público presencial quanto o digital, fortalecendo sua função social e educativa.O projeto prevê o pagamento de 20 bolsas de participação destinadas às artistas selecionadas por convocatória pública, em conformidade com o Art. 1º, inciso II, da Lei nº 8.313/91, que incentiva a produção cultural, a difusão artística e a formação de recursos humanos na área da cultura. As bolsas têm caráter formativo e de reconhecimento profissional, garantindo condições equitativas de participação a mulheres negras de diferentes regiões do país, muitas delas em início de carreira e em situação de vulnerabilidade social.O valor da bolsa não configura prêmio nem doação, mas remuneração pela participação artística, contemplando o tempo dedicado à criação, preparação e cessão de direitos de exibição das obras no Brasil e no exterior. Trata-se de uma ação afirmativa alinhada aos princípios de diversidade, equidade e inclusão, que reconhece o trabalho criativo das artistas como um bem cultural de valor simbólico e social. As bolsas também asseguram a viabilidade de um processo seletivo mais justo e representativo, permitindo que artistas de territórios periféricos e regiões sub-representadas possam integrar a mostra em igualdade de condições.Todas as beneficiárias assinarão termo de compromisso e cessão de direitos de uso de imagem e obra, conforme as orientações do Ministério da Cultura e as boas práticas de gestão de recursos incentivados. O projeto Mostra Maria Verônica da Pas 2026: Latinidades e Potências Itinerantes está alinhado a diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, com destaque para: ODS 4 (Educação de Qualidade), ao promover ações formativas gratuitas e acessíveis; ODS 5 (Igualdade de Gênero), ao valorizar o protagonismo de mulheres negras nas artes visuais; ODS 10 (Redução das Desigualdades), por implementar políticas afirmativas e bolsas que garantem equidade de participação; ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes), ao fomentar a inclusão, representatividade e o fortalecimento de instituições culturais públicas; e ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação), por articular cooperação entre Brasil e Peru através de parcerias diplomáticas e culturais.

Ficha técnica

Instituição Proponente:JUPTER – Entretenimento, Comunicação e CulturaCNPJ: 33.200.626/0001-09A JUPTER, através de seu dirigente, será responsável pela direção geral, coordenação de logística e direção de comunicação do projeto. Caberá à produtora o planejamento, execução e supervisão das etapas técnicas, bem como a prestação de contas, articulação com a patrocinadora e gestão dos parceiros institucionais. A JUPTER também coordenará a comunicação visual e o relacionamento com a imprensa, além de acompanhar a implementação das ações de acessibilidade, contrapartidas sociais e divulgação em todas as etapas da mostra. Equipe PrincipalJulio Cesar Pires – Diretor Geral, Coordenação de Logística e Comunicação (Responsável Legal da Proponente)Homem periférico e LGBT, Julio é produtor cultural, fotógrafo e curador, com sólida experiência em gestão de projetos nacionais e internacionais nas áreas de arte, cultura e comunicação. É formado em Fotografia, Comunicação e Memória (USP), com especializações em Estéticas das Mídias (PUC-SP) e Gestão Estratégica de Negócios (PUC-MG). Foi artista residente na Universidade de Salamanca (Espanha) e realizou exposições em países como Argentina, Peru, Colômbia e México. Dirigiu projetos reconhecidos, entre eles Moqueca Pop Festival, Labor: Pescadores do Espírito Santo, Mostra Luz del Fuego e Festival Reencontros, sempre com foco em acessibilidade, diversidade, representatividade e democratização do acesso à cultura. Lucilene Dias – Produtora Executiva (Brasil e Peru)Produtora cultural, mulher indígena e LGBT, com ampla atuação em gestão de projetos culturais e articulação comunitária. Responsável pela execução logística e acompanhamento institucional da mostra no Brasil e no exterior. Possui experiência em projetos com o Instituto Guimarães Rosa e com a Embaixada do Brasil no Peru. Helen Salomão – CuradoraMulher negra, nordestina, periférica e LGBT. Atua entre curadoria, pesquisa e ativismo cultural. Desenvolve projetos de arte contemporânea e fotografia afro-brasileira em museus e galerias do país. Integra redes internacionais de curadoras negras na América Latina. Taynara Barreto – Curadora e OficineiraMulher negra e periférica, fotógrafa e educadora. Ganhadora do Prêmio Nacional Marc Ferrez de Fotografia, realiza formações em arte e imagem voltadas à descolonização da fotografia. Responsável pela condução das quatro oficinas formativas do projeto. Rosely Ferreira – Coordenadora de Acessibilidade e Coordenadora Pedagógica. Mulher periférica e com autismo, referência em acessibilidade cultural e inclusão em arte e educação. Coordenará a implementação de recursos de audiodescrição, legendagem, Libras, braille e visitas sensoriais nos espaços expositivos. Viviane Lupim – Assessoria JurídicaMulher negra e periférica, advogada com experiência em direito cultural, elaboração de contratos artísticos e conformidade com a Lei Federal de Incentivo à Cultura. Janayna Guerra – Produtora Executiva em Lima (Peru)Mulher cis com experiência em produção cultural internacional. Licenciada em História pela Universidade Estadual de Goiás, foi gestora cultural da Embaixada do Brasil no Peru. Será responsável pela articulação institucional e acompanhamento da montagem da mostra em Lima. Maria Gabriela Verediano – Produtora Executiva das Formativas e Comunicação DigitalMulher negra e periférica, mestranda pelo CEFET/RJ, Maria é criadora da página Descolonize Educa, com mais de 450 mil seguidores, referência nacional em educação antirracista e difusão de arte negra. Responsável pelas formativas, comunicação digital e mobilização social do projeto. Andressa Luciano – Assistente de ProduçãoMulher negra e periférica, atua no apoio às ações formativas, acompanhamento das oficinas e suporte às etapas logísticas do projeto.Tamara dos Santos - Curadora Mulher negra e periférica, Tamara dos Santos é artista multidisciplinar, fotógrafa, diretora de fotografia e filmmaker, com atuação nas áreas de artes visuais, moda e audiovisual. Possui formação técnica em Processos Fotográficos pelo SENAC Brasil (2017–2019) e mais de 14 anos de experiência em produção e direção de imagem. Participou da Mostra Maria Verônica da Pas como fotógrafa selecionada. É fundadora e curadora do projeto “Brechó QZ3”, iniciativa independente de Mauá (SP) que promove empreendedorismo, arte-educação e moda sustentável no ABC Paulista. Sua trajetória une arte, design e ativismo cultural, valorizando a presença e o protagonismo das mulheres nas artes visuais e na economia criativa. A equipe da Mostra Maria Verônica da Pas 2026: Latinidades e Potências Itinerantes, coordenada pela JUPTER – Entretenimento, Comunicação e Cultura (CNPJ 33.200.626/0001-09), representa um modelo de gestão cultural comprometido com a diversidade, equidade e representatividade. Composta por 10 profissionais, sendo 9 mulheres (90%) e 1 homem (10%), a equipe reflete um recorte interseccional que contempla 80% de pessoas negras ou indígenas, 70% de profissionais periféricos e 60% de pessoas LGBTQIAPN+.Entre as integrantes, destacam-se 5 mulheres negras (50%), 1 mulher indígena (10%) e 1 mulher autista (10%), todas ocupando funções de liderança nas áreas de curadoria, produção, acessibilidade, pedagogia e comunicação. Essa composição reafirma o compromisso do projeto com o protagonismo de grupos historicamente sub-representados e com a inclusão interseccional como princípio ético e metodológico.A equipe abrange profissionais de diferentes regiões do Brasil e da América Latina, incluindo representantes do Espírito Santo, São Paulo, Nordeste e Peru, garantindo diversidade territorial e cultural. Essa estrutura favorece o diálogo entre perspectivas estéticas plurais e contribui para abordagens críticas sobre raça, gênero, território, corpo e ancestralidade.Além da representatividade simbólica, a equipe atua de forma multidisciplinar e colaborativa, reunindo experiências em curadoria, produção executiva, direito cultural, acessibilidade, educação e comunicação digital. Essa diversidade é também um instrumento metodológico, fortalecendo o caráter inclusivo, formativo e internacional da mostra, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU — especialmente o ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 5 (Igualdade de Gênero), ODS 10 (Redução das Desigualdades) e ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-04-10
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo