Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 251010Autorizada a captação total dos recursosMecenato

LIXO: QUESTÃO SOCIAL, SUSTENTABILIDADE E CIDADANIA

VIA IMPRESSA DESIGN GRAFICO E EDICOES DE ARTE LTDA
Solicitado
R$ 711,0 mil
Aprovado
R$ 711,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-06-20
Término
2026-06-20
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa a edição, publicação, distribuição, palestra gratuita e áudiobook do livro. A publicação apresentará uma visão do lixo no contexto sociocultural do País, evidenciando, através de uma pesquisa profunda e amplo texto analítico, a evolução histórica, os conceitos sobre lixo e sustentabilidade e, principalmente, em sua interação material e simbólica com a ação proativa, articulada e engajada dos consumidores na produção do bem comum.

Sinopse

CAPÍTULO I. A SOCIEDADE DO CONSUMO NA ERA DA DESCARTABILIDADE O capítulo introduz os conceitos que fundamentam a construção ideológica da chamada Sociedade de Consumo contemporânea[1], evidenciando suas inextricáveis correlações com a obsolescência programada e a descartabilidade das mercadorias e, como consequência, com a produção social incessável de lixo. I.1. A DIMENSÃO SOCIOAMBIENTAL DO LIXO · A gestão integrada do lixo frente aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). · As fontes de geração do lixo e suas dimensões. · Os custos crescentes da coleta, transporte, processamento e destinação final dos resíduos sólidos urbanos. · As perspectivas da reciclagem, da logística reversa, da compostagem e da geração de subprodutos do processamento do lixo (combustíveis). I.2. A questão do lixo e de sua coleta e tratamento no Brasil Cada brasileiro produz em média um quilo de resíduos sólidos urbanos (RSU) por dia, sendo a região Sudeste a campeã, com 452 kg por habitante ao ano, que equivale a 1,237 kg por habitante por dia. Apenas cerca de metade desses montantes vai parar em aterros sanitários adequados, e menos de 10% do volume gerado é reciclado. Em 2023 – dado mais recente disponível – o Brasil gerou aproximadamente 81 milhões de toneladas de RSU, sendo o Sudeste responsável pela geração de 39,9 milhões de toneladas, ou praticamente metade do total nacional (ABREMA, 2024). Segundo a Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (ABREMA, 2024), 86,0% do total de resíduos coletados no País são encaminhados para deposição, dos quais apenas 58,5% acabaram em aterros sanitários técnica e sanitariamente adequados; os outros 41,5% seguem para lixões, aterros irregulares, terrenos baldios, ruas, valas, córregos e rios, segundo o levantamento. O subcapítulo visa discutir a dimensão sociocultural das representações em torno dessa problemática, salientando potenciais contribuições dos programas de educação ambiental e dos debates públicos pertinentes ao tema. CAPÍTULO II. O LIXO COMO OBJETO DE POLÍTICAS PÚBLICAS SUSTENTABILIDADE, GOVERNANÇA E RESPONSABILIDADE SOCIAL. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei nº 12.305/2010, estabelece diretrizes para o manejo adequado de RSU no Brasil e promove a responsabilidade compartilhada entre governos, empresas e população. Em seu escopo, a PNRS prevê ações como a destinação correta dos mais diversos tipos de materiais, coleta seletiva, reciclagem e compostagem de resíduos orgânicos. Além disso, prioriza a não geração de lixo e a redução de desperdícios, com o objetivo de reduzir os impactos ambientais, proteger os recursos naturais e fomentar uma economia sustentável. Apesar de mais de uma década desde sua criação, muitos dos objetivos da PNRS ainda não foram alcançados, como, por exemplo, a erradicação de lixões, que deveriam ter sido encerrados até agosto de 2024. De fato, pelas estimativas da ABREMA ainda existem três mil lixões no País. As maiores dificuldades dos municípios para extinção dos lixões e implantação de aterros sanitários estão relacionadas a carências dos municípios, principalmente de quadros técnicos especializados na área de meio ambiente, para desenvolver projetos e acompanhar a implementação das políticas ambientais, bem como a ausência de taxas e tarifas para custear as despesas de implantação, operação e manutenção dos serviços de coleta e destinação de resíduos. A permanência da precariedade financeira para a execução dos serviços de gestão adequada de manejo de resíduos sustenta condições favoráveis à criação e permanência dos lixões, além de grande ineficiência no trabalho logístico que antecede o seu tratamento e destinação final. II.1. A GESTÃO DO LIXO PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA II.1.1. REGIONALIZAÇÃO GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS A regionalização de problemas derivados da má implementação de políticas públicas no manejo de resíduos sólidos deve ser incentivada, uma vez que os efeitos de economicidade dos recursos orçamentários são visíveis e o controle de diversas doenças é mitigado por meio desse tipo de organização (CATTANI, 2023). II.2. O LIXO COMO FONTE DE VALOR O subcapítulo visa apresentar e discutir a contribuição das receitas auferidas com o aproveitamento do lixo no custeio das operações de coleta, remoção, processamento e destinação dos resíduos sólidos. Objetiva, ainda, desvendar a história sociocultural de insucessos, retrocessos e avanços no processamento e reaproveitamento dos resíduos sólidos urbanos no Brasil. II.3. A QUESTÃO SOCIAL DOS CATADORES E CATADORAS DE LIXO E SUAS COOPERATIVAS As entidades de catadores, formadas por cooperativas, associações e outras formas de organização de catadores, desempenham um papel fundamental na gestão de resíduos sólidos, contribuindo para a redução do volume de resíduos destinados aos aterros e lixões, promovendo a reciclagem e a inclusão social de trabalhadores desse setor. A presença de catadores organizados é essencial para o funcionamento da coleta seletiva, pois além de gerar renda para diversas famílias, esses grupos colaboram para a sustentabilidade ambiental e a economia circular. II.4. A TERCEIRIZAÇÃO DOS SERVIÇOS E AS TENTATIVAS DE CUSTEIO DA COLETA DE LIXO URBANO: FRACASSOS E SUCESSOS Apesar de uma considerável presença das prefeituras no gerenciamento de resíduos sólidos, a contribuição financeira do setor privado ainda é limitada. O envolvimento da iniciativa privada tende a ser maior em Municípios de médio a grande porte, enquanto nas Cidades menores, a dependência dos recursos públicos se mantém alta. As disparidades regionais e por tamanho populacional apontam para diferentes níveis de desafios e oportunidades na gestão de resíduos sólidos no Brasil. II.5. PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS Iniciativas das empresas privadas podem ser valorizadas e apoiadas, tanto financeiramente quanto com a melhoria da segurança jurídica nos contratos, sobretudo nos projetos que exigem grande volume de investimentos. A cobrança – prevista na Lei do Novo Marco do Saneamento, desde julho de 2021 –, se levada a cabo, poderá contribuir para o alívio da máquina pública, garantindo que os referidos recursos sejam efetivamente vinculados ao pagamento destes serviços, provendo o custeio dos mesmos e, inclusive, possibilitando mais investimento em inovação. CAPÍTULO III. TAXAS DE COLETA E TRATAMENTO DE LIXO: DISCURSO E PRÁTICA O capítulo investiga e registra os embates histórico-culturais, políticos, jurídicos e sociais que permeiam a construção dos conceitos de manejo de resíduos da coleta e tratamento, inscrevendo os limites e possibilidades dessas dimensões na gestão da coisa pública e na consolidação da cidadania inclusiva e democrática. III.1. COBRANÇA DA TAXA DO LIXO: INSPIRAÇÕES, EMBASAMENTO E CARACTERÍSTICAS III. 2. A UTILIDADE SOCIAL: DOS PRINCÍPIOS ÀS PRÁTICAS CAPÍTULO IV. EDUCAÇÃO AMBIENTAL POPULAR Entende-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente. Envolve programas, projetos e ações em parcerias, ou não, com órgãos da educação municipal e/ou outros setores, através de campanhas de sensibilização e esclarecimento, visando ampliar a consciência da população. Os dados levantados pelo Suplemento de Saneamento da Munic 2023 mostram que, dos 55.724 municípios que informaram a existência do serviço de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, 31,8% (1 766) possuíam Programa de Educação Ambiental em Limpeza Urbana Manejo de Resíduos Sólidos, 12,8% (712) estavam em processo de elaboração, e 55,4% (3 078).[2] CAPÍTULO V. UM OLHAR PARA O FUTURO CAMINHOS PARA MELHORAR A GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL A presente pesquisa, ao abordar a formação sócio-histórica da cultura política e da percepção tributária no Brasil visa revelar aspectos cruciais das atitudes e comportamentos públicos em relação à cobrança e aos pagamentos de impostos e taxas, apontando para possíveis e viáveis formas de interpretação e intervenção pública, em processos educomunicionais, cooperativos e convergentes. O fio condutor da iniciativa é dado pela emergente e incontornável necessidade do estabelecimento da cobrança pública pelos serviços de coleta do lixo urbano. CURRICULOS Antonio Hélio Junqueira Endereço: Rua Tutóia, n.º 815 apto. 113 São Paulo, SP, Brasil 04007-004 – São Paulo / SP Data de Nascimento: 08/mai/1957 Pesquisador Científico dos Grupos Certificados do CNPq: 1) Metodologias para gestão da informação e pesquisas de tendências aplicadas à inovação. Departamento e Laboratório de Ciência e Gestão da Informação da Universidade Federal do Paraná (UFPR). 2) Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) aplicadas à Educomunicação. Escola do Futuro/ Universidade de São Paulo (USP) 3) Comunicação, Educação e Consumo: interfaces com a cidadania. Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Programa de Pós-graduação em Comunicação e Práticas de Consumo. Formação Acadêmica PÓS-DOUTORADO EM CIÊNCIA E GESTÃO DA INFORMAÇÃO.Universidade Federal do Paraná (UFPR). Início em 2021. 1) Metodologias para gestão da informação e pesquisas de tendências aplicadas à inovação. Departamento e Laboratório de Ciência e Gestão da Informação da Universidade Federal do Paraná (UFPR). PÓS-DOUTORADO EM COMUNICAÇÃO E PRÁTICAS DE CONSUMOEscola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), 2016/2017. Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Práticas de Consumo. Linha de pesquisa CNPq: Comunicação, Educação e Consumo: interfaces com a cidadania. · Bolsista CNPq - PDJ. Projeto “O rural na teleficção seriada brasileira: imaginário e representação do ambiente agrário na obra de Benedito Ruy Barbosa”. Supervisão Prof.ª Dr.ª Maria Aparecida Baccega. DOUTOR EM CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃOEscola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo, 2011 (início) /término: 2014 (junho). Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação/ Área de concentração: interfaces sociais da Comunicação- Educomunicação. · Tese: Literacias digitais no ensino-aprendizagem de professores: uma abordagem netnográfica dos cursistas do Programa REDEFOR-USP. Universidade de São Paulo – USP. Escola de Comunicações e Artes - ECA (Orientadora: Prof.ª Dr.ª Brasilina Passarelli). Linha de Pesquisa: Interfaces Sociais da Comunicação – Comunicação e Educação. MESTRE EM COMUNICAÇÃO E PRÁTICAS DE CONSUMOEscola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), 2007 – 2009. Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Práticas de Consumo. Linha de pesquisa: Recepção e consumo midiático. · Dissertação: Comunicação, recepção e consumo – construção de sentidos na arena do popular: a berlinda do Círio de Nazaré como suporte midiático (Orientadora: Prof.ª Dr.ª Maria Aparecida Baccega). Bolsista institucional. ENGENHEIRO AGRÔNOMOEscola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, 1975 – 1978. ESPECIALIZAÇÕES EM NÍVEL DE PÓS-GRADUAÇÃO Food and Agriculture Organization (FAO) / Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) / Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL) / Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES): · I Curso Internacional de Desenvolvimento Rural e Abastecimento Alimentar Urbano (1000 horas-aula), 1982. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo: · Bolsa de Aperfeiçoamento Técnico no País. Pesquisa: A Experiência das Associações de Produtores e de Consumidores na Organização do Abastecimento Alimentar Urbano no Estado de São Paulo. Orientador: Prof. Dr. Antonio Carlos de Coelho Campino, 1983. Cátedra UNESCO Memorial da América Latina· (Re)pensar a Comunicação na América Latina: juventude e transformações da cultura comunicacional contemporânea. São Paulo, 25 de março a 27 de maio de 2015; · Agronegócio na América Latina: Desafios e Oportunidades. Centro Brasileiro de Estudos da América Latina. São Paulo, 22 de março a 21 de junho de 2010. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – FFLCH · Curso “Agricultura e Capitalismo no Brasil”. Ariovaldo Umbelino de Oliveira, Programa de Pós-graduação em Geografia (120 horas). Consultorias Internacionais · Consultor de serviços para o U.S. Citizenship and Immigration Service; Smith Gardens. EUA, 2020. · Consultor Técnico Internacional do PROCHILE/ Governo do Chile-Ministério das Relações Exteriores e Fruchac S.A. Projeto técnico: “Estudio Sectorial del Mercado Brasileño del aguacate Hass” (2014); · Consultor Técnico Internacional do Instituto de Promoción de Exportaciones e Inversiones no Ecuador – PROECUADOR, nos projetos técnicos: 1) Estudio sectorial del Mercado Brasileño de Bananos (2013); 2) Estudio Sectorial del Mercado Brasileño de Camarón (2013); 3) Estudio Sectorial del Mercado Brasileño de Flores y Ornamentales (2014); 4) Estudo Sectorial del Mercado Brasileño de Conservas de Atún (2014); · Consultor Técnico da Asociación Colombiana de Exportadores de Flores (ASOCOLFLORES), no projeto “Diagnóstico do mercado brasileiro de flores e plantas ornamentais e perspectivas para as exportações colombianas”, 2009; · Consultor Técnico do Programa Brasileiro de Exportações de Flores e Plantas Ornamentais – FloraBrasilis. Agência de Promoção de Exportações e Investimentos do Brasil – APEX Brasil e Instituto Brasileiro de Floricultura - Ibraflor (2002-2004). · Consultor Técnico da Food and Agriculture Organization (FAO) nos projetos de “Diagnósticos e Perspectivas para as Feiras-Livres no Abastecimento do Município de São Paulo” (1996) e “Barreiras Legais ao Comércio Atacadista de Produtos Perecíveis no Estado de São Paulo” (1994); · Consultor Técnico da Academia de Humanismo Cristiano / Grupo de Investigaciones Agrárias – Santiago (Chile) (1983); projeto de “Participação Popular na Organização do Abastecimento Alimentar Urbano”. Especialidades (áreas de concentração) – 42 anos de experiência · Estudos, Pesquisas e Docência em Sustentabilidade, Educomunicação, Literacias/letramento digital de professores e alunos, Comunicação Digital Empresarial, Marketing, Estudos do Consumo, Publicidade e Propaganda, Diagnósticos e Gestão das Cadeias Produtivas do Agronegócio, Alimentação e Abastecimento, Estudos e Gestão da Paisagem, Tecnologia e Políticas de Impacto e de Inclusão Social Digital. Posições de coordenação e liderança de equipes; · Elaboração de Planos de Negócios e Planos de Marketing para empreendimentos nos setores de Agricultura e Agroindústria, Comunicação, Tecnologias Digitais e Telecomunicações, Comércio Exterior e Promoção Comercial, Saúde e Nutrição, Turismo, Lazer e Entretenimento. Posições de coordenação e liderança de equipes; · Diagnósticos, Estudos e Pesquisas das principais Cadeias Produtivas Agroindustriais e de Comunicação e Telecomunicações do Brasil. Posições de coordenação e liderança de equipes; · Estudos, Pesquisas e Coordenação de trabalhos elaborados com metodologia participativa em Arranjos Produtivos Locais (APLs), Desenvolvimento Regional Endógeno e Desenvolvimento Sustentável; · Estudos e Pesquisas de Mercado, Alimentação e Nutrição, Criação e Gestão de Bancos de Dados. Posições de coordenação e liderança de equipes; · Análise de Conjuntura Sócio-econômica e Estudos de Tendências nos Mercados Agroindustriais; Inteligência de Mercado para o Setor Agroindustrial; Sustentabilidade. Posições de coordenação e liderança de equipes; · Avaliação, Prospecção e Promoção do Comércio Exterior Brasileiro. Posições de coordenação e liderança de equipes; · Organização, Planejamento e Execução de Eventos Técnicos (Congressos, Simpósios e similares) e Rodadas de Negócios. · Ensino, tutoria, capacitação, orientação e treinamento em Agronegócios: mercado, consumo, gestão, inovação e planos de negócios. Premiações· Prêmio Olga Ulmann para o biênio 2017-2019 (Ornamental Horticulture/ Sociedade Brasileira de Flores e Plantas Ornamentais) de melhor trabalho científico e artigo mais citado por pesquisadores da área; · Cidadão Mogiano, concedido pela Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes (SP) pela relevância dos trabalhos prestados em prol da promoção e desenvolvimento da horticultura e do cinturão verde do município e recuperação da memória e patrimônio da agricultura do entorno paulistano; · Prêmio (Menção Honrosa) como melhor pesquisa em nível de doutorado do Congresso Internacional de Comunicação e Consumo- COMUNICON 2015. PPGCOM-ESPM, outubro de 2016. · Prêmio Freitas Nobre para pesquisas em nível de doutorado (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação - Intercom), 2012. Título do trabalho premiado: Idosos e Internet: uma abordagem sobre tecnologias de impacto e de inclusão digital a partir do conceito de literacia informacional. Em conjunto com Rodrigo Francisco Botelho. Experiência Profissional (seleção)JUNQUEIRA E PEETZ CONSULTORES LTDA. (HÓRTICA CONSULTORIA E TREINAMENTO) · Sócio-proprietário, consultor de empresas e pesquisador sênior (2002 até o presente); · Coordenador técnico de estudos, pesquisas, projetos, ensino e treinamento nas áreas de Diagnósticos, Estudos de Mercado, Inteligência Comercial, Planos de Negócios e Planos de Marketing para produtos e serviços das principais cadeias produtivas agroindustriais; Sustentabilidade, Meio Ambiente, Tecnologias de Impacto e de Inclusão Social Digital, Comunicação, Marketing, Consumo e Cidadania, Saúde e Nutrição, Turismo, Lazer e Entretenimento e Agronegócios. Principais trabalhos realizados ou em andamento e respectivos clientes contratantes: 1. Construção de Indicadores de Sustentabilidade para Agências Brasileiras de Comunicação. Projeto integrado do Centro de Altos Estudos da Escola Superior de Propaganda e Marketing (CAEPM/ESPM) e Associação Brasileira das Agências de Propaganda (ABAP), 2015. Executado com aplicação de metodologias participativa. Resultados publicados em artigo científico internacional. (Principais produtos: Relatório Institucional de Pesquisa – CAEPM- ESPM/ ABAP e artigo publicado em periódico científico internacional) 2. “100 anos de feiras livres na cidade de São Paulo”: projeto de pesquisa histórica e iconográfica sobre o centenário da formalização destes equipamentos de varejo na cidade de São Paulo, sob os auspícios da Lei Roaunet (2014- 2015); Livro de história cultural publicado (2015); 3. Diagnóstico da Cadeia de Produção e Abastecimento de Hortaliças Diferenciadas no Brasil: inovação na organização e gestão de sistemas integrados. Sakata Seed Sudamérica e Associação Clube One; (2003-2014). Executado com aplicação de metodologias participativas em campo; 4. Diagnóstico e estudo setorial do mercado de flores e plantas ornamentais do Brasil. Diagnóstico e perspectivas tendenciais, sob contrato com o SEBRAE Nacional, outubro de 2014. Publicação em três volumes, no segundo semestre de 2015. Executado com aplicação de metodologias participativas em campo; 5. Diagnóstico e estudo setorial do Mercado Brasileiro para Abacate Hass. PROCHILE/FRUCHAC, 2014. 6. Diagnósticos e estudos setoriais do Mercado Brasileiro para Camarão e Banana. PROECUADOR, 2013. 7. Diagnósticos Setoriais das Cadeias Produtivas de Hortaliças e de Flores e Plantas Ornamentais. Vários anos; Nacional e diversos Estados da Federação. SEBRAE (2003 – até o momento). Executados com aplicação de metodologias participativas em campo; 8. Diagnóstico da Cadeia Produtiva de Flores e Plantas Ornamentais do Estado do Paraná e Seminário de Planejamento Estratégico do Desenvolvimento da Cadeia Produtiva de Flores e Plantas Ornamentais do Estado do Paraná, sob contrato como o SEBRAE PR, no período de abril/maio de 2014; 9. A cultura do fã no contexto multimidiático contemporâneo: discursos e relações dos espaços tradicionais aos virtuais. Parte do projeto Obitel (Observatório da Teleficção Seriada) Nacional: “A ficção televisiva brasileira transmídia no ambiente da cultura participativa”. No âmbito do grupo ESPM-Obitel, o objetivo principal é estudar a trajetória e desdobramentos do universo do fã de telenovela desde o advento da televisão até o cenário contemporâneo das redes sociais virtuais, 2014- em andamento; 10. Diagnóstico, Estudo de Mercado e Análise do Potencial Estratégico para o Setor de Bionergia no Estado do Amazonas (2009); SEBRAE/AM. Publicado em livro. Executado com aplicação de metodologias participativas e campo; 11. Pesquisa Qualitativa sobre o Potencial Exportador de Flores e Plantas Ornamentais do Brasil e Plano Estratégico de Exportações (2003-2004); APEX-BRASIL, Ibraflor – Programa FloraBrasilis. Executado com aplicação de metodologias participativas e campo; CEAGESP – COMPANHIA DE ENTREPOSTOS E ARMAZÉNS GERAIS DE SÃO PAULO (1981 – 2001)Principais cargos ocupados:1. Presidente da Comissão Permanente de Estudos Técnicos e Estratégias Mercadológicas (1998-2001); 2. Secretário Executivo das Câmaras Setoriais de Frutas, Citros, Hortaliças, Batata, Cebola e Alho e Flores e Plantas Ornamentais (1995-1997); 3. Coordenador Técnico do Programa Paulista para a Melhoria dos Padrões Comerciais de Hortigranjeiros (1996- 1997); 4. Assessor Técnico do Gabinete do Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (1995-1997); 5. Coordenador Técnico do Projeto de Avaliação das Perdas Agrícolas no Estado de São Paulo (1995-1996). 6. Chefe da Assessoria Técnica da Coordenadoria de Abastecimento da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (1990-1994); 7. Coordenador Técnico e editor-chefe da Revista Conjuntura Alimentos (1990-1994); 8. Coordenador do Sistema de Informação de Mercado Agroalimentar (1987-1989); 9. Assessor Técnico da Coordenadoria de Abastecimento da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (1997-1989); 10. Engenheiro agrônomo do quadro técnico da Coordenadoria de Abastecimento da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (1981-1986). Outras atividades profissionais · Pesquisador Científico Sênior, Coordenador Acadêmico de Projetos e Coordenador Editorial Executivo de Livros e Coletâneas do Núcleo de Apoio à Pesquisa Escola do Futuro/ Observatório da Cultura Digital (USP), desde 2011 até o momento. · Consultor e Instrutor Técnico do SEBRAE – diversas unidades da federação (1996 até o momento); · Editor científico de Economia e Comercialização da revista científica internacional “Ornamental Horticulture” (2018); · Editor associado convidado do London Journals Press (UK). London Journal of Research in Humanities and Social Sciences (LJRHSS); · Secretário-Executivo do Instituto Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais (IBRAFLOR): 2002 – 2005; · Secretário-Executivo da Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM): 2001-2002; · Consultor Técnico e Instrutor do Programa Paulista de Plasticultura da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (1995-1996); · Consultor Técnico da Prefeitura Municipal de São Paulo – Secretaria do Abastecimento (1988 – 1991); · Editor e coordenador técnico da publicação técnico-científica “Conjuntura Alimentos”, Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (1983-1994). · Consultor “ad hoc” e parecerista de publicações científicas da EMBRAPA, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), International Journal of Business & Marketing, Revista de Políticas Públicas (IPEA), Journal of Agriculture and Ecology Research Intenational. Journal of Advances in Bioligy and Biotechnology, Sociedade Brasileira de Horticultura (SBH), Revista Brasileira de Horticultura Ornamental (RBHO) e da Revista Thesis, da Faculdade de Agronomia Cantareira (1997 até o momento); Publicações técnicas e científicasLivros publicados 2019 2015 2014 JUNQUEIRA, A. H. Design e Engenharia de Serviços. São Paulo: Editora SENAC SP, 2019. JUNQUEIRA, A. H. Comportamento do Consumidor. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Seguros, 2019. JUNQUEIRA, A. H.; PEETZ, M. S. 100 anos de feiras livres na cidade de São Paulo. São Paulo: Via Impressa, 2015. JUNQUEIRA, A. H. Flores e sentidos na arena do popular na cultura: O Círio de Nazaré – a mídia na berlinda da Santa. Saarbrücken, Alemanha: Novas Edições Acadêmicas, 2015. FUNDAÇÃO TELEFÔNICA BRASIL (org.). Juventude conectada. JUNQUEIRA, A. H. (Coordenador acadêmico da pesquisa). São Paulo: Fundação Telefônica Brasil, 2014. 2012 PASSARELLI, Brasilina; JUNQUEIRA, A. H. Gerações Interativas Brasil: crianças e adolescentes diante das telas. São Paulo: Escola do Futuro, Observatório da Cultura Digital (USP) / Fundação Telefônica Brasil, 2012. 352 p. Il. (Proyecto Generaciones Interactivas de la Fundación Telefónica de España). 2009-2011 JUNQUEIRA, A. H.; PEETZ, M. da S. Estudo de mercado e análise do potencial estratégico de negócios no setor de bioenergéticos para o Estado do Amazonas. Manaus: SEBRAE/AM, 2009 JUNQUEIRA, A. H.; PEETZ, M. da S. Estudo da Competitividade e Eficiência da Cadeia Produtiva da Floricultura na Amazônia. Manaus: SEBRAE/AM, 2010. JUNQUEIRA, A. H.; PEETZ, M. da S. Manuais Técnicos Instrucionais para o Segmento de Flores e Plantas Ornamentais na Região Norte do Brasil. Manaus: SEBRAE/AM, 2010 (Série Manuais Instrucionais, 5 volumes), JUNQUEIRA, A. H.; PEETZ, M. da S. Cadeia Produtiva da Floricultura da Grande Natal (RN). Natal, RN: SEBRAE / RN, 2009. (CD-rom). Capítulos de livros 2019 2017 TONDATO, M.P; BACCEGA, Maria Aparecida; ANTONACCI, A.; JUNQUEIRA, A.H.; ROCHA, C. R. N. C.; BUDAG, F.E; SABOIA, C.; ABRAO, M. A. P. Novos formatos teleficcionais e a recepção da televisão de qualidade no Brasil: um olhar para a supersérie "Onde nascem os fortes". In: A construção de mundos na ficção televisiva brasileira. Porto Alegre: Sulina, 2019, v.6, p. 225-245. JUNQUEIRA, A.H. As marcas na mira: disputas de sentidos, fissuras e enfrentamentos na relação online entre clientes e empresas – o caso “Maria Filó”. In: COSTA, C. (Org.). Privacidade, Sigilo, Compartilhamento. São Paulo: Obicom/ Instituto Palavra Aberta/ SESC. Centro de Pesquisa e Formação, 2017, p. 85-91. BACCEGA, M. A.; CASTRO, G.; JUNQUEIRA, A. H. et al. Espectadores, fãs e supernoveleiros: “Velho Chico” na cultura participativa. In: LOPES, M. I. V. (Org.). Por uma teoria de fãs da ficção televisiva brasileira. Porto Alegre: Sulina, 2017. (Coleção Teledramaturgia). 2015 JUNQUEIRA, A. H. Digital Literacies in Teaching and Learning of Teachers. In: PASSARELLI, B; STRAUBHAAR, j.; CUEVAS-CERVERÓ, A. Handbook of Research aon Comparative Approaches to the Digital Age Revolution in Europe and the Americas. P. 216-235. IGI Global: USA, 2015. 2014 CASTRO, G.; JUNQUEIRA, A. H. Metodologias de pesquisa em internet. In: PEDEMONTE Damián Fernández (coord.). Comunicación aplicada: teoria y método. P. 155-177. Salamanca, Espanha: Comunicación Social Ediciones y Publicaciones, 2014 (Colección Espacio Iberoamericano). JUNQUEIRA, A. H. Literacias digitais dos cursistas do programa Redefor-USP: construção de um percurso multimetodológico de investigação. In: PASSARELI, B.; SILVA, A.M.; RAMOS, F. (orgs.) e-Infocomunicação: estratégias e aplicações, p. 201-226. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2014. JUNQUEIRA, A. H. PASSARELLI, Brasilina; GUZZI, Drica. Conexões sem fio à internet, mobilidade urbana e convergência digital: estudo de caso dos telecentros do AcessaSP In: PASSARELI, B.; SILVA, A.M.; RAMOS, F. (orgs.) e-Infocomunicação: estratégias e aplicações, p. 249-268. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2014. JUNQUEIRA, A. H. Baccega, o livro e o caleidoscópio: pequenos fragmentos de uma grande história, Bibliocom, p.43-58, São Paulo, jul./dez. 2014. JUNQUEIRA, A. H. Prefácio ao livro “Flores de Corte no Brasil – volume 2”. In: PAIVA, Patrícia Duarte de Oliveira e FABIANA (Elka). Lavras, MG: Universidade Federal de Lavras, 2014. Estudos e artigos técnicos e científicos publicados na íntegra (seleção): JUNQUEIRA, A.H. Circuitos curtos de produção e abastecimento alimentar no contexto pandêmico: um protocolo de pesquisa. Revista Ser Social (Dossiê Alimentação, abastecimento e crise). Brasília, UnB, v.23, n. 48, pp. 53-75 e p. 146-155, jan./jun 2021. JUNQUEIRA, A.H.. "Consumo pós-pandêmico: entre as demandas da consciência e a urgência das necessidades", entrevista a Newton Narciso Gomes Júnior, Revista Ser Social (Dossiê Alimentação, abastecimento e crise) Brasília, UnB, v.23, n. 48, p. 146-155, jan./jun 2021. JUNQUEIRA, A.H. A gula de Flusser e o futuro ultratecnológico da comida: entre a ficção científica e a ciência ficcionial. Intexto. Edição Especial Dossiê Flusser: 100 anos, Porto Alegre, UFRGS, n.51, p. 280-299, 2019. JUNQUEIRA, A.H. Palco, palanque e passarela: modulações do discurso ecossustentável na comunicação e consumo de moda. Anais do 3º Fórum Fashion Revolution, 2020. JUNQUEIRA, A.H. TIC e literacias digitais no ensino-aprendizagem de professores: uma pesquisa netnográfica. Anais do Seminário Hispano Brasileiro de Pesquisa em Informação, Documentação e Sociedade, 2019. Universidade de São Paulo (USP), Brasil, Escola do Futuro, Universidade de Brasília (UnB), Universidade Complutense de Madrid (UCM) - Espanha e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), 2020. JUNQUEIRA, A.H. Fake news no campo das dietas alimentares e curativas: dilemas e desafios para a educação midiática. REGIT, v.13, n.1, p. 71-86, jan./jun.2020. JUNQUEIRA, A.H. Disputas de sentidos na apropriação de imagens históricas: confronto de narrativas sobre escravidão e racismo no Brasil – o “caso Maria Filó”. Logo 52 (dossiê: Instabilidade e conflito das/nas imagens), v. 27, n.1, PPGCOM UERJ, p. 55-70, 2020. JUNQUEIRA, A.H. Food porn: imagens, sentidos sociais e virtualização do prazer de comer. Discursos fotográficos, v. 15, n. 26, p. 171-197, 2019. JUNQUEIRA, A.H.; PERLINE, E. Gosto, ideologia e consumo alimentar: práticas e mudanças discursivas sobre plantas alimentícias não convencionais (PANC). Cadernos de Linguagem e Sociedade, v.20, n.1, 2019. JUNQUEIRA, A.H. Imaginário, representação e memória da Bahia cacaueira amadiana na telenovela “Renascer”: terra, diabo e fome. Paulus – Revista de Comunicação da FAPCOM, v. 3, n.5, p. 129-141, 2019. JUNQUEIRA, A.H.; MORETTI, Sérgio Luiz do Amaral. Comunidade que Sustenta a Agricultura (CSA): tecnologia social de venda direta de alimentos e de revalorização das identidades alimentares territoriais. Revista Estudos Sociedade e Agricultura, UFRRJ, Rio de Janeiro, v.26, n.3, p. 517-538 out. 2018/jan.2019. JUNQUEIRA, A.H. Fake news na prescrição online de dietas alimentares: curandeirismo digital, negócios e riscos. Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, PENSACOM, dez. 2019. JUNQUEIRA, A.H. TIC e literacias digitais no ensino-aprendizagem de professores: uma pesquisa netnográfica. Anais do Seminário Hispano Brasileiro de Pesquisa em Informação, Documentação e Sociedade, 2019. Universidade de São Paulo (USP), Brasil, Escola do Futuro, Universidade de Brasília (UnB), Universidade Complutense de Madrid (UCM) - Espanha e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), 2020. JUNQUEIRA, A.H. A Igreja entra no clima: comunicação, educação e consumo em “Sobre o cuidado da casa comum” - encíclica papal de Francisco. Comunicação, Mídia e Consumo, v. 15, n.44. set./dez. 2018. JUNQUEIRA, A.H; ZAGALLO, R. A construção de um Índice de Sustentabilidade para Agências de Comunicação (ISAC) no Brasil: importância, desafios, limitações e perspectivas. Razón y Palabra, v. 22, n.3 (Edición temática: Reputación, transparencia y nuevas tecnologías), jul./set./ 2018. JUNQUEIRA, A.H.; PEETZ, M.S. Sustainability in Brazilian floriculture: introductory notes to a systemic approach. Ornamental Horticulture, v. 24, n.2, 2018. JUNQUEIRA, A.H. Territórios alimentares e reinvenção das tradições na cozinha da Serra Catarinense (SC): a experiência da Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia. Revista Geografares [Edição Temática: “Alimentar, Alimentos e Alimentação: complexidade e multidimensionalidades das práticas e das análises sobre comida no século XXI”]. n.25, p. 263-283, jan./jun. 2018. JUNQUEIRA, A.H. Imagem e Memória: uma Perspectiva Bergsoniana no Estudo da Recepção da Telenovela ‘Velho Chico’. Tríade: Revista de Comunicação, Cultura e Mídia. V.6, n.11, p. 141-157, 2018. JUNQUEIRA, A.H.; PEETZ, M.S. Brazilian consumption of flowers and ornamental plants. Ornamental Horticulture, v. 23, n.2. p. 178-184, 2017. JUNQUEIRA, A.H.; PEETZ, M.S. Intellectual property rights in Brazilian floriculture: innovations for the growth and development of the market. Ornamental Horticulture, Special Issue, v. 23, n.3, p. 296-306, 2017. JUNQUEIRA, A.H. Narrativas do rural brasileiro na obra teleficcional de Benedito Ruy Barbosa: territórios do imaginário do desejo e dos conflitos pela terra. Revista Mídia e Cotidiano, Universidade Federal Fluminense, v. 11, n. 2, agosto de 2017. JUNQUEIRA, A.H; BACCEGA, M.A. Velho Chico: narrar para audiências desatentas – dilemas e desafios, Revista Comunicação & Educação, v.22, n.1, p.75-83, 2017. JUNQUEIRA, A.H.; PEETZ, M.S. Intellectual property rights in Brazilian floriculture: innovations for the growth and development of the market, Ornamental Horticulture, v. 23, Especial Issue, 2017. JUNQUEIRA, A.H.; PEETZ, M.S. Brazilian consumption of flowers and ornamental plants: habits, practices and trends, Ornamental Horticulture, v. 23, n.2, p. 178-184, 2017. JUNQUEIRA, A.H. Imaginário, representação e memória da Bahia cacaueira amadiana na telenovela Renascer: terra, diabo e fome. Anais do XI Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Cultura e I Encontro Internacional de Pesquisadores em Comunicação e Cultura, Uniso, Sorocaba, 2017. JUNQUEIRA, A.H.; GIMENES-MINASSE, Maria Henriqueta Sperandio Garcia. Gastronomia no turismo rural: oportunidades e desafios para os circuitos curtos de produção e distribuição de alimentos (CCPAA) no Brasil. Anais ANPTUR, Balneário Camboriú, SC, setembro de 2017. JUNQUEIRA, A.H. Os memes e suas apropriações pelo marketing digital: a experiência da rede brasileira de fast food Giraffas, Revista Signos do Consumo, ECA/USP, v.8. n.2, 2016. JUNQUEIRA, A.H. “Eu vi um Brasil na TV: imaginário e representação do rural na primeira fase da telenovela “Velho Chico”. Anais do Comunicon 2016. Congresso Internacional de Comunicação e Consumo PPGCOM ESPM, São Paulo, outubro de 2016. JUNQUEIRA, A.H. Tessituras narrativas em “Velho Chico”: as mediações do cotidiano. Anais do XXXIX Congresso Intercom, PPGCOM USP (ECA), São Paulo, outubro de 2016. JUNQUEIRA, A.H. Redes sociais e embates online entre consumidores e empresa: disputas de sentido, enfrentamento e racismo no caso Maria Filó. Anais do IX Simpósio ABCIBER – Associação Brasileira dos Pesquisadores da Cibercultura. ABCIBER/ PUC SP, São Paulo, 8 a 10 de dezembro de 2016. JUNQUEIRA, A.H. As marcas na mira: disputas de sentidos, fissuras e enfrentamentos na relação online entre clientes e empresas – o caso Maria Filó. Anais do Seminário Privacidade, Sigilo, Compartilhamento, Obcom ECA/USP, Instituto Palavra Aberta e Sesc SP, São Paulo, novembro de 2016. JUNQUEIRA, A.H. TIC e literacias digitais no ensino-aprendizagem virtual de professores. Anais do II Seminário Anhembi Morumbi de Comunicação e Educação. São Paulo: UAM, 2015. JUNQUEIRA, A.H. Construção de perfis identitários de frequentadores da Internet: qual o lugar da sociodemografia? Anais do XIV Congresso Internacional IBERCOM 2015. São Paulo: IBERCOM, 2015. JUNQUEIRA, A.H. Sustentabilidade e Consumo Consciente. A Igreja entra no clima: comunicação, educação e consumo em “Sobre o Cuidado da Casa Comum” – encíclica papal de Francisco. Anais do 5º Congresso Internacional em Comunicação e Consumo e 2º Congresso Binacional Brasil-Portugal de Comunicação e Consumo. São Paulo: COMUNICON/ESPM, 2015. BUDAG, F.E.; MARCELINO, R.M.A.; JUNQUEIRA, A.H. Comunicação, educação, práticas de consumo e cidadania: em perspectiva o rap da periferia paulistana, São Paulo, Comunicação & Educação, v.19, n.1, p.93-102, 2014. JUNQUEIRA, A.H. Abordagem netnográfica: conflitos entre liberdade de expressão e direito à privacidade na internet permitiram descobrir diferentes faces do comportamento do público brasileiro, São Paulo, Marketing, p.38-42, março/abril, 2014. PASSARELLI, Brasilina; JUNQUEIRA, A.H.; ANGELUCI, Alan C. Belo. Os nativos digitais no Brasil e seus comportamentos diante das telas, MATRIZes, v.8, p.159-178, jan./jun.2014, PASSARELLI, Brasilina; PALETA, Francisco Carlos; ANGELUCI, Alan; JUNQUEIRA, A. H. Gestão do conhecimento, criatividade e ética no acesso e uso da informação. Anais do I Congresso ISKO Espanha e Portugal e XI Congresso ISKO España, 7 a 9 de novembro de 2013, p. 834-844, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, CETAC- MEDIA, 2013 JUNQUEIRA, A.H.. Literacias digitais de professores das redes públicas de ensino no Brasil: uma abordagem a partir dos resultados das Pesquisas TIC Educação 2010, 2011 e 2012. Anais do Congresso Internacional em Comunicação e Consumo – COMUNICON 2013, São Paulo, ESPM, outubro de 2013. JUNQUEIRA, A.H.. Brasil 2014 – o sonho de todos nós: a construção de um discurso publicitário de candidatura à sede da Copa Mundial de Futebol. III Simpósio Nacional e I Simpósio Internacional Discurso, Identidade e Sociedade. Anais...Campinas, Unicamp: Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), fevereiro de 2012. JUNQUEIRA, A.H.; PASSARELLI, Brasilina; FRANCISCO, Rodrigo Eduardo Botelho. Literacias digitais nas Escolas Públicas Brasileiras: uma abordagem do papel do professor à luz dos resultados da Pesquisa TIC Educação 2010. Anais do INTERCOM. Fortaleza: INTERCOM/UNIFOR, setembro de 2012. JUNQUEIRA, A.H.; PASSARELLI, Brasilina; FRANCISCO, Rodrigo Eduardo Botelho. Netnografia no Programa de Inclusão Digital AcessaSP. Comunicação & Educação, p. 13-22, ano XVII, n.1, jan/jun 2012. JUNQUEIRA, A.H.; PASSARELLI, Brasilina; FRANCISCO, Rodrigo Eduardo Botelho. Literacias e Inclusão Digital de Idosos. Anais do INTERCOM, Recife, 2011. JUNQUEIRA, A.H.. Consumo sustentável: estratégias educativas não formais e construção social de sentidos nos discursos de ONGs ambientalistas. Anais do I Congresso Internacional em Comunicação e Práticas de Consumo, ESPM, São Paulo, 2011. JUNQUEIRA, A.H.; PASSARELLI, Brasilina. A Escola do Futuro (USP) na construção da cibercultur@ no Brasil: interfaces, impactos, reflexões, Logos: Comunicação & Universidade (Dossíê – O Estatuto da Cibercultura no Brasil), vol. 34, n.º 01, p.62-75, 2011 (1º semestre) JUNQUEIRA, A.H.. Articulações entre comunicação e consumo na arena do popular: a berlinda do Círio de Nazaré como suporte midiático. Conexiones – Revista Iberoamericana de Comunicación, Barcelona, Espanha, v. 2, n.2, p.101-110, 2010. JUNQUEIRA, A.H.. As câmaras setoriais do agronegócio brasileiro: experiência promissora na construção do diálogo social entre o público e o privado. Revista da ESPM, vol. 17, ano 16, edição n.º 4, p. 112-117, julho/agosto de 2010. JUNQUEIRA, A.H.. O espaço do consumo na construção midiática do discurso da sustentabilidade. V Encontro Nacional de Estudos do Consumo – V ENEC. I Encontro Luso-Brasileiro de Estudos do Consumo – Tendências e Ideologias do Consumo Contemporâneo. Anais... Rio de Janeiro, 15, 16 e 17 de setembro de 2010. JUNQUEIRA, A.H.. Construções retóricas na publicidade imobiliária brasileira contemporânea: encantamento e cinismo frente às aspirações do morar bem. V Encontro Nacional de Estudos do Consumo – V ENEC. I Encontro Luso-Brasileiro de Estudos do Consumo – Tendências e Ideologias do Consumo Contemporâneo. Anais... Rio de Janeiro, 15, 16 e 17 de setembro de 2010. Estudo de Caso – Central de Cases ESPM JUNQUEIRA, A.H.; PEETZ, Marcia da Silva; ONODA, Saulo Mitsuru. Sweet Grape: Um modelo de inovação na gestão da Cadeia de Produção e Distribuição de Hortaliças Diferenciadas no Brasil. ESPM, Central de Cases, 2011. Participações em Cursos, Congressos e Workshops (seleção)Cursos com 20 a 40 horas-aula: · Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados (IBPAD). Extração de Dados em Mídias Sociais via API. Abril de 2020. 40 horas-aula. · Universidade de São Paulo/ CPC - Centro de Preservação Cultural. O lugar da natureza nas políticas de preservação do patrimônio cultural do Brasil. São Paulo. Segundo semestre de 2019. · Comunicação e Colaboração nas Mídias Sociais: conceitos, teorias, aplicações. Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM) – Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, 26 a 30 de agosto de 2013 (30 horas-aula); · II Encontro Internacional sobre Uso de Tecnologias de Informação por Crianças e Adolescentes/Jovens Adultos. Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, maio de 2013 (20 horas-aula); · XVI Colóquio Internacional sobre a Escola Latino-Americana de Comunicação – CELACOM 2010. São Paulo: Memorial da América Latina, 17 a 19 de maio de 2010 (24 horas-aula); · Análise de Risco de Pragas de Produtos Vegetais, EMBRAPA CENARGEN, 2001 (25 horas-aula). Cursos com 12 horas aula: · Antropologia Cultural. Escola de Comunicação e Artes (ECA/USP), Prof. Dr. Mássimo Canevacci, 2012; · Revoluções – Uma política do sensível (Seminário). Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e Instituto de Tecnologia Social. São Paulo, 20 e 21 de maio de 2011, 12 horas; · Ciclo de Estudos “Comunicação, Análise de Discurso e Atividade Linguageira” – ECA/USP E ESPM. Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, 13 de abril a 24 de agosto de 2010; · Seminário de Estudos Culturais (ESPM) / Programa de Mestrado em Comunicação e Práticas de Consumo; c/ Prof.ª Dr.ª Maria Aparecida Baccega, maio e junho de 2008. Outros: · O caipira na formação cultural paulista. CINESESC, 2019 · Metodologia Temas Geradores na Pesquisa Qualitativa, Curso de Especialização em Pesquisa de Mercado em Comunicações. Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM) – Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, 7 de novembro de 2013. · Grounded Theory: fundamentos metodológicos da pesquisa qualitativa. Curso de Especialização em Pesquisa de Mercado em Comunicações. Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM) – Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, junho de 2013. · Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM): academia de Professores “Gestão de Marcas e o Storytelling”, 15 de abril de 2013 · I e III Jornada Discente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, ECA/USP, 2011 e 2013; · USP 2.0: Ciclo de conferências sobre aprendizagem em ambientes virtuais – a produção do conhecimento e o papel social da universidade na época das redes digitais (ATOPOS, USP, 2011). · Fórum Permanente de Gestão do Conhecimento, Comunicação e Memória. Escola de Comunicações e Artes (USP); Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE). 2009. Marcia da Silva Peetz Formação AcadêmicaECONOMISTA Faculdade de Economia São Luiz, Sociedade Brasileira de Educação, 1973-1977. CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO EM NÍVEL DE PÓS-GRADUAÇÃO Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA/USP) · Capitalismo de Estado no Brasil (1977). Fundação Getúlio Vargas (FGV), Escola Interamericana de Administração Pública, Centro de Planejamento em Desenvolvimento Agrícola (CPDA) · Agricultura Brasileira (1979). Instituto de Economia Agrícola (IEA)/ Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo · Economia Brasileira (1983). Cátedra UNESCO Memorial da América Latina . Agronegócio na América Latina: Desafios e Oportunidades. Centro Brasileiro de Estudos da América Latina. São Paulo, 22 de março a 21 de junho de 2010. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – FFLCH · Curso “Agricultura e Capitalismo no Brasil”. Ariovaldo Queda, Programa de Pós-graduação em Geografia (120 horas) Especialidades (áreas de concentração) – 40 anos de experiência · Estudos e Pesquisas em Economia, Agricultura, Abastecimento, Alimentação, Mercados e Consumo; · Diagnósticos, Estudos e Pesquisas das principais Cadeias Produtivas Agroindustriais do Brasil; · Estudos, Pesquisas e Coordenação de trabalhos elaborados com metodologia participativa em Arranjos Produtivos Locais (APLs), Desenvolvimento Regional Endógeno e Desenvolvimento Sustentável; · Elaboração de Planos de Negócios para empreendimentos nos setores de Agricultura e Agroindústria, Comércio Exterior e Promoção Comercial, Saúde e Nutrição, Turismo, Lazer e Entretenimento; · Estudos e Pesquisas de Mercado, Alimentação e Nutrição, Criação e Gestão de Bancos de Dados; · Análise de Conjuntura Sócio-econômica e Estudos de Tendências nos Mercados Agroindustriais; Inteligência de Mercado para o Setor Agroindustrial; · Avaliação, Prospecção e Promoção do Comércio Exterior Brasileiro; · Organização, Planejamento e Execução de Eventos Técnicos (Congressos, Simpósios e similares) e Rodadas de Negócios. · Tutoria, capacitação, orientação e treinamento em Agronegócios: mercado, consumo, gestão, inovação e planos de negócios. Consultorias Internacionais· Consultora Técnica Internacional do PROCHILE/ Governo do Chile-Ministério das Relações Exteriores e Fruchac S.A. Projeto técnico: “Estudio Sectorial del Mercado Brasileño del aguacate Hass” (2014); · Consultora Técnica Especialista do Instituto de Promoción de Exportaciones e Inversiones en Ecuador (PRO ECUADOR), nos projetos Estudios Sectoriales de los Mercados Brasileños para el Camarón e el Banano; 2013; · Consultora Técnica Especialista da Asociación Colombiana de Exportadores de Flores (ASOCOLFLORES), no projeto “Diagnóstico do mercado brasileiro de flores e plantas ornamentais e perspectivas para as exportações colombianas”, 2009; · Consultora Técnica do Programa Brasileiro de Exportações de Flores e Plantas Ornamentais – FloraBrasilis. Agência de Promoção de Exportações e Investimentos do Brasil – APEX Brasil e Instituto Brasileiro de Floricultura - Ibraflor (2002-2004). Experiência Profissional (seleção)JUNQUEIRA E PEETZ CONSULTORES LTDA. (HÓRTICA CONSULTORIA E TREINAMENTO) · Sócia-proprietária e economista sênior (2002 até o presente); · Coordenadora técnica de estudos e pesquisas nas áreas de Agronegócios, Comunicação, Marketing, Consumo, Sustentabilidade, Meio Ambiente, Saúde e Nutrição e Turismo. · Principais trabalhos realizados ou em andamento e respectivos clientes contratantes: 1. 100 anos de feiras livres na cidade de São Paulo: projeto de pesquisa histórica e iconográfica sobre o centenário da formalização destes equipamentos de varejo na cidade de São Paulo, sob os auspícios da Lei Roaunet; 2. Estudo do mercado de flores e plantas ornamentais do Brasil. Diagnóstico e perspectivas tendenciais, sob contrato com o SEBRAE Nacional, outubro de 2014. Publicação em três volumes, no segundo semestre de 2015; 3. Diagnóstico da Cadeia Produtiva de Flores e Plantas Ornamentais do Estado do Paraná e Seminário de Planejamento Estratégico do Desenvolvimento da Cadeia Produtiva de Flores e Plantas Ornamentais do Estado do Paraná, sob contrato como o SEBRAE PR, no período de abril/maio de 2014; 4. Estudo Setorial do Mercado Brasileiro de Banana, 2013, Instituto de Promoción de Exportaciones e Inversiones (PROECUADOR); 5. Estudo Setorial do Mercado Brasileiro de Camarão, 2013, Instituto de Promoción de Exportaciones e Inversiones (PROECUADOR); 6. Plano de Marketing para as Flores e Plantas Ornamentais da Grande Natal (RN), 2011-2012; SEBRAE/RN; 7. Estudo de Viabilidade Técnico-econômica, Custos de Produção e Investimentos no âmbito do Projeto Integrado de Produção e Abastecimento de FLV (2010 – 2012): Sakata Seed Sudamérica Ltda.; 8. Diagnóstico da Cadeia Produtiva de Hortaliças da Região Metropolitana de Belém (PA) (2010): SEBRAE/PA; 9. Estudo de Mercado e Análise do Potencial Estratégico para o Setor de Bionergia no Estado do Amazonas (2009); SEBRAE/AM; 10. Manuais Técnicos Instrucionais em Floricultura e Plantas Ornamentais para os Estados da Região Norte do Brasil (2009); SEBRAE /TO – 5 volumes; 11. Software Instrucional de Gestão em Floricultura e Plantas Ornamentais( 2009); SEBRAE-TO; 12. Diagnóstico do Mercado Brasileiro para os Produtos da Horticultura Ornamental: Sakata Seed Sudamérica Ltda., 2009; 13. Diagnóstico do Mercado Brasileiro de Flores e Plantas Ornamentais e Oportunidades para as Exportações Colombianas (2009); Asociación Colombiana de Exportadores de Flores - ASOCOLFLORES 14. Estudo da Competitividade e Eficiência da Cadeia Produtiva de Flores e Plantas Ornamentais da Amazônia (2007); SEBRAE/AM (abrangendo os sete Estados da Região Norte do Brasil); 15. Cadeia de Produção e Abastecimento de Hortaliças Diferenciadas no Brasil: inovação na organização e gestão de sistemas integrados; Sakata Seed Sudamérica e Associação Clube One; (2004-2008); 16. Arranjo Produtivo Local de Flores e Plantas Ornamentais no Distrito Federal; SEBRAE, 2008; 17. Perfis e Diagnósticos das Cadeias Produtivas de Flores e Plantas Ornamentais da Grande Natal/RN (2008), Espírito Santo (2007), Mesorregião Metropolitana de Belém (2006) e Distrito Federal (2005); SEBRAE; 18. Pesqu

Objetivos

Objetivos Gerais: O objetivo do projeto é: A) Resgatar, documentar e discutir a história sociocultural do lixo em relação a cobrança de tarifas pela coleta e tratamento, a partir da perspectiva da cultura política e das representações sócio históricas da responsabilidade social, da cidadania e da sustentação democrática. B) Objetiva, ainda, contextualizar a evolução histórica recente das mentalidades em relação aos conceitos de sustentabilidade, não apenas em sua dimensão socioambiental, mas especialmente em sua interação material e simbólica com a ação proativa, articulada e engajada dos consumidores na produção do bem comum. Objetivo Específico: A) A publicação terá uma tiragem de 3.000 exemplares e com aproximadamente 304 páginas e aproximadamente 120 fotos coloridas, documentos, desenhos etc. B) Será distribuído de acordo com as normas contidas na Lei de Incentivo à Cultura, sendo realizado também vendas em livrarias e doações para instituições como: A) A referida publicação será distribuída, em primeiro lugar, para instituições de ensino [escolas, faculdades e outras], bibliotecas, organizações do setor da cultura, organizações sociais, consulados, sindicatos e organizações de representatividade social; C) Realizará o lançamento do livro em um espaço cultural que atenda aos requisitos previstos na Lei 13146/21 _ artigo2º. (Estatuto da Pessoa com deficiência). Com ambiente espaçoso, contendo entradas e saídas bem distribuídas, com rampas e corrimãos que facilitem o deslocamento, contará também com banheiros adaptados para crianças ou pessoas com nanismo, cadeirantes e idosos. D) Contrapartida Social: Será realizado 03 (três) palestras para aproximadamente 500 pessoas sobre o tema do livro com o autor, proporcionando aos participante uma visão do livro através dos olhos do autor e também desenvolverá acesso a informações do livro, em sites na internet, com a publicação de áudio livro (áudiobook) com duração de 07minutos, trilha sonoro especifica e apresentação em libra, buscando atender as pessoas com deficiência visual e auditiva.

Justificativa

No contexto cultural e social: A literatura é um veículo poderoso para a percepção da sustentabilidade econômica e financeira da coleta e tratamento do lixo, dizem respeito às formas como os cidadãos atribuem valores e sentidos aos serviços públicos que pagam. Tais proposições se sustentam no ideário do contrato social e nas suas vertentes que instituem e compreendem o pagamento pelos serviços como dever cívico imprescindível à busca do bem-estar da coletividade. A cultura política, por sua vez, é entendida como perspectiva analítica que privilegia os estudos dos valores, crenças, atitudes e comportamentos da população, permitindo a construção de uma visão ampla e abrangente das relações entre a sociedade e o Estado. No Brasil, as atitudes e comportamentos públicos frente às cobranças e aos pagamentos por serviços de natureza pública compõem uma história marcada por contradições, conflitos, desentendimentos, rupturas e descontinuidades, ainda praticamente inexplorada pela pesquisa e documentação sociocultural. Originalidade e Inovação: Este livro se destaca por sua abordagem em documentar a busca de sanar tal lacuna ao reconstruir os caminhos culturais da percepção pública sobre a cobrança de recursos necessários, revelando, ao longo do tempo, avanços e resistências, consensos e dissensos, decorrentes das desigualdades e dos descompassos entre pagamento de serviços de qualidade e abrangência, por um lado e, por outro, na percepção do retorno recebido em serviços e bem-estar. Contribuição para a Democratização do Acesso: Para garantir a democratização do acesso ao livro, será feita a distribuição gratuita de exemplares em áreas de acordo do artigos da IN 23/2025. Viabilidade Técnica e Econômica: A equipe responsável pelo projeto possui vasta experiência na área editorial, com a publicação de diversas obras de relevância nacional. O orçamento foi elaborado de forma detalhada, considerando todas as etapas de produção, impressão e distribuição do livro, garantindo que o projeto será executado dentro dos prazos e recursos disponíveis. Contrapartida Social: Como contrapartida social, o projeto incluirá a realização de 03 palestras para aproximadamente 500 pessoas voltadas para escolas e universidades públicas e também contará com o áudiobook com descrição de sinais (libras), para divulgação através da internet em geral. Impacto Esperado: Cabe ressaltar que não se trata, em absoluto, da pesquisa e da documentação da história do lixo no Brasil, nem tampouco do resgate econômico ou histórico do lixo no País. A proposta consiste fundamentalmente na investigação, no registro e na revelação da história cultural das mentalidades naquilo que se refere às construções simbólicas em torno do pagamento pelos serviços de interesse público [água, esgoto energia, gás, telefone], na busca de desvelar como os hábitos, práticas, valores, costumes e tradições enraizados podem ser interpretados e culturalmente modificados em prol da construção de cidadanias mais engajadas e conscientes e de uma democracia ativa, vigorosa e sã. A coleta, a destinação e o processamento dos resíduos sólidos configuram questões das mais relevantes para o planejamento e a gestão da vida nas cidades contemporâneas. No Brasil, a legislação de orientação e suporte ao tema é considerada avançada, adequada e abrangente, especialmente a partir da revisão do Marco Legal do Saneamento Básico, conforme disciplinado pela Lei n.º 14.026, de 15 de julho de 2020. A proposta tem como justificativa os artigos da Lei 8313/91, conforme descritos, a seguir: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País e X _ estimulara produção ou a coprodução de jogos eletrônicos brasileiros independentes. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, (...); b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b)levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA - Tamanha a relevância nesse sentido e direção, a pesquisa e a publicação ora propostas pretendem contribuir na construção social, democrática e cidadã desse debate social, a partir da elucidação das dimensões sócio históricas e da cultura política dos brasileiros associada ao pagamento por serviços de natureza pública vinculados à produção do bem-estar comum e da sustentação da democracia. No caso, o foco e a linha condutora do projeto são dados pelas práticas de cobrança e pagamento por serviços, visando à sustentabilidade econômica e financeira da coleta e do tratamento de resíduos sólidos no Brasil. Para a produção de tal publicação, a utilização de uma Lei de Incentivo à Cultura, dentro das suas prerrogativas, dá o aval para uma produção de qualidade, viabilizando e fomentando a cultura nacional. Só através da Lei de Incentivo à Cultura, como consta do Art. 10, incisos I, II e V, e do Art. 30 inciso II, tópico B (edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes), enseja o acesso ao patrocínio para a valorização e o acesso à cultura e seu desenvolvimento, podermos divulgar e documentar a história de um produto que se tornou um ícone no Brasil.

Estratégia de execução

Todas as informações pertinentes ao projeto, foram abordadas nas descrições anteriores.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÃO DO PRODUTO Tiragem: 3.000 exemplares Formato fechado: 25 x 30 cm Formato aberto: 50 x 30 cm Total de páginas: 304 [trezentas e quatro] Papel miolo: Eurobulk 135 g Papel capa: Eurobulk 135 g Papel guardas: Color Plus 180 g Papelão capa: n. 15 [1.380 g] Papel involucro: triplex 300 g Impressão capa: 04 x 00 cores Impressão miolo: 04 x 04 cores Impressão guardas: 00 x 00 cor Impressão invólucro: 01 x 00 cor Acabamento: cadernos costurados e colados, capa dura empastada em papelão, laminação fosca frente total. Invólucro especial, faca corte e vinco sem cola. Shirink individual

Acessibilidade

Acessibilidade – As medidas de acessibilidade que serão adotadas na publicação do livro e consequentemente cadastrado no plano de distribuição. Nossa proposta de acessibilidade visa a inclusão de pessoas com deficiência visual e auditiva, podendo usufruir do produto cultural, disponibilizando materiais em formato acessível, como interpretação de sinais (libras), áudio descrição (áudiobook), garantir de que o material do livro será disponibilizado em sites, aplicativos e outras plataformas digitais e também vamos assegurar que o espaço onde ocorrerão os eventos de lançamento para pessoas com mobilidade reduzida, incluindo rampas, elevadores e banheiros adaptados, inclusive garantir a reserva de assentos específicos para pessoas com deficiência na apresentação da palestras. A contrapartida social, terá adoção de medidas de acessibilidade que via ampliar o alcance do projeto e promover a democratização do acesso à cultura para todos os segmentos da população. Incluir a acessibilidade nos projetos da Lei Rouanet é, portanto, uma demonstração de compromisso com os direitos humanos e a igualdade de oportunidades, reforçando o papel da cultura como um direito fundamental de todos. Em resumo essas medidas são fundamentais não apenas para cumprir requisitos legais, mas também para garantir que a cultura seja verdadeiramente inclusiva e acessível a todos. Elas permitem que pessoas com deficiência participem plenamente da vida cultural, artística e social, e asseguram que os projetos culturais financiados com recursos públicos sejam equitativos e justos.

Democratização do acesso

O plano de democratização do acesso do projeto visa promover a cultura para alcançar um público diverso, incluindo diferentes faixas etárias, classes sociais, regiões geográficas e grupos étnicos, possibilitará a inclusão, pessoas com deficiência e outros grupos historicamente excluídos do consumo cultural, promover a equidade no acesso, que garantam a participação em atividades culturais não esteja limitada apenas a que pode pagar, mas seja estendida a todos, independentemente de sua condição socioeconômica. Para cumprir o princípio da democratização do acesso, o projeto incentivado pela Lei Rouanet, pretende adotar medidas de acordo com os artigos da IN 23/2025, abaixo descritos. Tem como objetivo a promoção de distribuição gratuita da obra aos beneficiários previamente identificados, como: escolas, universidades e bibliotecas públicas, museus, demais instituições culturais, embaixadas, organizações de imprensa e mídia – que atendam às condições estabelecidas pelo Ministério da Cultura e a contrapartida social, com 03 palestras e um áudiobook com trilha sonora exclusiva e comunicação de sinais (libras) e lançamento do livro em espaços acessíveis. Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). § 3º Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos ou produtos culturais restantes poderão ser comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preço médio do ingresso inteiro ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). § 4º O valor total da receita prevista no projeto deve ser igual ou inferior ao Valor Total do Projeto conforme inciso LXVIII do ANEXO I. § 7º A distribuição gratuita prevista no inciso III do caput, deverá ocorrer, preferencialmente, nos pontos de venda do produto cultural. Das Medidas de Ampliação de Acesso Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; Art. 48. Para os efeitos desta Seção, considera-se: II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Parágrafo único. A distribuição de caráter social ou educativo será realizada por meio de órgão ou entidade representativa do grupo ou comunidade ou escolas da rede pública de ensino. A democratização do acesso em relação ao projeto visa garantir que os recursos públicos destinados à cultura beneficiem o maior número possível de cidadãos, promovendo a inclusão social e cultural, ajudando a formar novos públicos e a desenvolver o gosto pela cultura em diferentes segmentos da população.

Ficha técnica

Ficha Técnica ATIVIDADES DA INSTITUIÇÃO PROPONENTE E DO DIRIGENTE DA MESMA: O proponente é responsavel pela gestão do processo decisório do projeto e realizará as atividades de: editora; projeto gráfico; coordenação editorial, produção gráfica e tratamento de imagem. O dirigente é o responsável pela idealização do projeto e o designer da publicação, sendo o principal gestor do projeto e remunerado com recursos do projeto, pelas funções acimas descritas, obedecendos o Art. 13 da IN 01/2023. Proponente - VIA IMPRESSA DESIGN GRÁFICO E EDIÇÕES DE ARTE - ERELI Idealização|Projeto editorial - CARLOS MAGNO BOMFIM Pesquisa | Cronologia - MÁRCIA PEETZ Textos - HÉLIO JUNQUEIRA Projeto gráfico - VIA IMPRESSA DESIGN GRÁFICO E EDIÇÕES DE ARTE Designer - JAILTON LEAL Fotografia – JAILTON LEAL Coordenação editorial - VIA IMPRESSA DESIGN GRÁFICO E EDIÇÕES DE ARTE Produção gráfica - VIA IMPRESSA DESIGN GRÁFICO E EDIÇÕES DE ARTE Revisão ortográfica|Revisão técnica - RICARDO SAMPAIO MENDES Tradução - MONICA MILLS Tratamento de imagem - VIA IMPRESSA DESIGN GRÁFICO E EDIÇÕES DE ARTE Editoração - ROBINSON PEREIRA Impressão | Acabamento - IPSIS GRÁFICA EDITORA Breve Resumo das AtividadesProponente: Via Impressa Edições de Artes Ltda. Além de proponente, é a responsável pelo projeto gráfico, coordenação editorial, produção gráfica e do fechamento dos arquivos digitais do livro. Fotografia: Jailton Leal - responsável pela captação das imagens digitais, documentos, imagens iconográficas e do que se fizer necessário no tocante às imagens que comporão a publicação.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.