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PRONAC 2510122Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Paranoia

YURI CIDADE BOSA
Solicitado
R$ 187,0 mil
Aprovado
R$ 187,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SC
Município
Araranguá
Início
2026-05-01
Término
2027-05-01
Locais de realização (1)
Araranguá Santa Catarina

Resumo

O projeto tem como objetivo a produção e finalização do curta-metragem "Paranoia", um thriller psicológico de 15 minutos, filmado em resolução 4K, adaptado do conto homônimo do escritor araranguaense Yuri Cidade. A proposta contempla a execução completa do produto audiovisual, incluindo pré-produção, captação, pós-produção, medidas de acessibilidade (Libras, legendagem e audiodescrição), ações de democratização de acesso e estratégias de difusão em âmbito nacional e internacional. As filmagens ocorrerão em locações da cidade de Araranguá, SC, valorizando o território como elemento narrativo central e impulsionando a cadeia produtiva do audiovisual regional.

Sinopse

Paranoia é um curta-metragem de suspense psicológico ambientado na cidade de Araranguá (SC), que acompanha Bruno, um entregador local, em uma espiral de dúvidas, delírios e desconfianças após conhecer Jaqueline, uma jovem gaúcha recém-chegada à cidadezinha. O filme explora os limites entre realidade e alucinação, tendo como pano de fundo os cenários naturais e urbanos do sul de Santa Catarina, como o Morro dos Conventos, a Região de Ilhas e o Rio Araranguá.O projeto se insere no campo do cinema autoral e comunitário, inspirado no conto homônimo de Yuri Cidade, que também assina o roteiro e estreia como diretor. A narrativa é construída a partir de uma estética sensorial e simbólica, em diálogo com a “Estética da Sopa de Pedra”, contando com atores não profissionais da própria comunidade. A trilha sonora, os objetos em cena e os elementos sonoros, como os sapatos vermelhos de Jaquelinem são utilizados como chaves narrativas que conduzem o espectador por um mistério crescente.Classificação indicativa prevista: 14 anos.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a produção, finalização e difusão do curta-metragem "Paranoia", obra de ficção baseada em conto autoral, marcando a estreia do escritor e roteirista Yuri Cidade como diretor independente. A proposta visa promover o fortalecimento do setor audiovisual no sul de Santa Catarina, valorizar a literatura regional como fonte de inspiração para o cinema, incentivar a participação da comunidade local no processo criativo e ampliar o acesso do público a conteúdos culturais por meio de exibições públicas e ações de difusão. Além disso, pretende consolidar Araranguá como território criativo, potencializando sua visibilidade no cenário cultural nacional e internacional.Objetivos Específicos- Produzir 1 curta-metragem de ficção com 15 minutos de duração, em resolução 4K, adaptado de obra literária local;- Executar integralmente as etapas de pré-produção, produção e pós-produção, garantindo qualidade técnica e artística;- Selecionar e contratar profissionais capacitados e elenco local, estimulando a cadeia produtiva do audiovisual regional;- Realizar testes de elenco abertos, ampliando a participação da comunidade local no processo criativo;- Gravar integralmente as cenas em locações da cidade de Araranguá, valorizando seus espaços urbanos e naturais como elementos narrativos;- Produzir materiais de comunicação e divulgação: 1 trailer oficial, 1 cartaz, 3 entrevistas em vídeo, 1 making of e 30 fotografias still;- Garantir medidas de acessibilidade ao filme: legendagem descritiva em 7 idiomas (português, espanhol, inglês, francês, italiano, alemão e mandarim), Libras e audiodescrição;- Realizar 2 exibições gratuitas em Araranguá (Uma no cinema local e outra no Ateliê Calle7), com presença da equipe técnica e rodas de conversa com o público;- Montar 1 exposição fotográfica gratuita, com 30 imagens still do filme, em espaço cultural público;- Inscrever o curta-metragem em festivais nacionais e internacionais, priorizando circuitos que estimulem produções independentes;- Registrar o filme junto à ANCINE, obtendo o Certificado de Produto Brasileiro (CPB) e assegurando sua circulação oficial;- Desenvolver plano estratégico de difusão, incluindo distribuição digital e submissão a plataformas de streaming, canais de TV e VOD;- Realizar ações de formação de público, estimulando o debate sobre literatura e audiovisual local;- Garantir ações de democratização de acesso, com participação direta de artistas e moradores locais como figurantes, atores coadjuvantes ou colaboradores de produção;- Gerar impacto econômico indireto ao envolver comércios e prestadores de serviços locais durante as gravações;- Fortalecer a rede de agentes culturais da região, estimulando novas parcerias e produções futuras;- Contribuir para o fortalecimento da identidade cultural de Araranguá e para a ampliação da circulação de obras audiovisuais catarinenses.- Inscrever o curta-metragem "Paranoia" em mostras e circuitos culturais nacionais e internacionais, priorizando eventos que promovam produções independentes e regionais, com o objetivo de ampliar sua difusão, gerar visibilidade para a obra e fomentar a circulação do audiovisual catarinense.

Justificativa

A produção do curta-metragem "Paranoia" justifica-se pela urgência de fortalecer e descentralizar a cadeia produtiva do audiovisual brasileiro, fomentando iniciativas criativas e culturais no interior do país. O setor audiovisual é um dos segmentos mais dinâmicos da economia criativa nacional, responsável por gerar milhares de empregos diretos e indiretos, movimentar diferentes cadeias produtivas e impulsionar a circulação de bens e serviços culturais. No entanto, apesar desse impacto expressivo, a maior parte dos investimentos e produções ainda se concentra nos grandes centros urbanos, deixando cidades menores à margem dos fluxos de financiamento, visibilidade e oportunidades profissionais. Produzir "Paranoia" em Araranguá, extremo sul de Santa Catarina, é um ato de afirmação e resistência cultural. Uma demonstração prática de que no interior também se faz arte, cultura e cinema com excelência estética, relevância social e solidez técnica.O projeto marca a estreia do escritor, roteirista e produtor cultural Yuri Cidade como diretor independente, adaptando seu próprio conto para o cinema e consolidando uma trajetória autoral que nasce da literatura e se expande para a linguagem audiovisual. A proposta tem origem na Cidadescrita, plataforma e identidade literária que atua no fortalecimento de narrativas locais e na valorização da cultura regional, e na parceria com a Companhia Boanova de Cinema Regional, referência em cinema popular e comunitário no estado de Santa Catarina. Essa parceria já gerou frutos expressivos, como o curta "Divinéia", no qual Yuri assinou o roteiro e a co-direção, e a participação como assistente de direção no longa "Amadeu e a Madeira", de Direção de Luiz Fernando F. Machado, consolidando um percurso consistente de formação, prática e engajamento artístico.Realizar um curta de ficção em Araranguá representa também inovação para o território. A cidade não possui histórico consolidado de produções cinematográficas autorais, e "Paranoia" surge como uma das primeiras obras de ficção realizadas localmente. Esse marco cultural contribui para ampliar o repertório estético da região, fortalecer a identidade criativa local e abrir novas possibilidades de circulação de narrativas produzidas no interior. O projeto envolve diretamente a comunidade, ressaltando que moradores participarão como elenco, figurantes, equipe de apoio e colaboradores, além de mobilizar profissionais e artistas locais, fortalecendo a rede criativa do território. Além disso, utiliza espaços urbanos e paisagens naturais da cidade como elementos narrativos essenciais, transformando Araranguá em cenário vivo e simbólico. Locações emblemáticas, como o Morro dos Conventos e Ilhas, ganham protagonismo e ajudam a projetar a identidade da cidade para outros públicos e territórios.A relevância de "Paranoia" está também no seu impacto econômico direto e indireto. O audiovisual, ao ser produzido no interior, tem efeito multiplicador, pois além de criar uma obra artística, ativa serviços locais (alimentação, hospedagem, transporte, logística, figurino, cenografia, comunicação), gera empregos temporários, estimula setores criativos e produtivos e movimenta a economia local. Essa dinâmica fortalece ecossistemas criativos e demonstra que investir em cultura no interior é também investir em desenvolvimento territorial.O projeto será realizado sob a metodologia da "Estética da Sopa de Pedra", conceito criado e difundido pela Companhia Boanova de Cinema Regional, que propõe um cinema coletivo, artesanal, acessível e profundamente enraizado no território. Inspirada na fábula em que cada pessoa contribui com um ingrediente para transformar quase nada em uma sopa rica e compartilhada, essa metodologia valoriza a colaboração, a escuta e o protagonismo comunitário. Isso significa que "Paranoia" não será apenas uma obra dirigida por um artista, mas construída a muitas mãos, com saberes locais, talentos diversos e espaços da cidade, fortalecendo o sentimento de pertencimento e de autoria coletiva.A base literária do filme também reforça sua importância cultural. Adaptado do conto homônimo do livro Alusões e Ilusões, de autoria de Yuri Cidade, o projeto valoriza a literatura regional como fonte de inspiração para o cinema, demonstrando a potência das narrativas locais em dialogar com diferentes linguagens artísticas e alcançar novos públicos. Ao unir literatura e audiovisual, "Paranoia" amplia os meios de difusão cultural e fortalece um circuito criativo autoral, articulando livro, roteiro e filme como etapas complementares de um mesmo processo.Mais do que um produto artístico isolado, "Paranoia" insere-se em uma estratégia de fortalecimento da cena cultural e audiovisual do sul de Santa Catarina. A obra pretende contribuir para a formação de um ecossistema de produção regional mais sólido, abrindo caminhos para novos projetos, estimulando a profissionalização de artistas locais e inspirando outras iniciativas. A parceria entre Cidadescrita e Boanova simboliza essa vocação de unir literatura, cinema e território para gerar cultura, memória, pertencimento e desenvolvimento.Trata-se de um projeto com relevância estética, simbólica e social, capaz de projetar a cidade de Araranguá para novos públicos, valorizar suas narrativas e contribuir de forma efetiva para o fortalecimento do setor audiovisual no país.

Especificação técnica

EProduto principal: Curta-metragem de ficção – ParanoiaGênero: Suspense psicológico / ThrillerDuração prevista: 15 minutosFormato de captação: Digital (cinema digital 4K)Formato de exibição: 4K / DCP / H.264 Full HD / compatível com plataformas de streaming e salas de cinemaAspect ratio (proporção da tela): 16:9Som: Estéreo / 2.0, com mixagem profissionalIdioma original: PortuguêsLegendas: Português (acessibilidade), Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Alemão e MandarimClassificação indicativa: 14 anosLocações: Cidade de Araranguá (SC), incluindo Morro dos Conventos, Rio Araranguá, Parque Belinzoni, Praça Hercílio Luz, Ilhas e bairros residenciaisEquipe e abordagem:Direção e Roteiro: Yuri CidadeDireção de Fotografia: Marcos Vinícius D’ElbouxDireção de Produção: Luiz Fernando F. MachadoDireção de Arte: Camila Mengue PereiraProdutos derivados:Trailer oficial (1 min) – com legenda em 7 idiomasTeaser promocional (30 segundos) – formato vertical e horizontal para redes sociaisMaking of do processo criativo (3 a 5 minutos) – captação em tela horizontal e verticalGaleria de 30 fotografias dos bastidores – editadas e adaptadas para divulgação digitalPôster oficial do filme – design gráfico profissional, impresso e digitalMaterial gráfico informativo (flyer) – resumo do projeto, ficha técnica, locais de exibição e QR Code com acesso ao trailer

Acessibilidade

Acessibilidade Física: As exibições públicas e atividades relacionadas ao projeto serão realizadas em espaços que possuam estrutura acessível, como rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização adequada. Quando necessário, serão adotadas soluções complementares, como instalação de sinalização provisória e apoio de equipe de produção para auxiliar pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no deslocamento dentro do local.Acessibilidade de Conteúdo: A obra contará com legendas descritivas em português, facilitando o acesso de pessoas com deficiência auditiva, além de audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Também será disponibilizada interpretação em Libras nas sessões públicas e debates, sempre que houver programação com mediação ao vivo. O projeto prevê, ainda, a disponibilização de material informativo complementar em formato digital acessível (PDF com leitura compatível com leitores de tela) e versão em Braille de sinopses e informações principais para pontos de exibição parceiros.Essas medidas visam garantir que o filme e suas atividades de difusão alcancem de forma efetiva pessoas com diferentes tipos de deficiência, promovendo inclusão, democratização do acesso à cultura e fortalecendo o direito à fruição artística para todos os públicos.

Democratização do acesso

A estratégia de democratização de acesso do curta-metragem “Paranoia” prioriza a ampla circulação da obra e a aproximação do público com o processo criativo, garantindo acesso gratuito, descentralizado e inclusivo.A exibição pública e gratuita será realizada prioritariamente em espaços culturais e comunitários de Araranguá (SC) e região, como praças, centros culturais, escolas e cineclubes, com infraestrutura acessível e mediações presenciais. O filme também será disponibilizado gratuitamente em plataforma digital, com legendas descritivas e audiodescrição, garantindo acesso ao público de diferentes localidades e pessoas com deficiência.Como medidas complementares, o projeto prevê:- Ensaio aberto de gravação para interessados em audiovisual, estimulando a formação de público e aproximando a comunidade do processo criativo;- 3 Exibições gratuitas por Araranguá, em centro cultural, ponto de cultura e praça pública, cenário do filme.- Rodas de conversa pós-exibição, fomentando debate crítico e leitura coletiva da obra;- Distribuição gratuita de material de divulgação em formato físico e digital, acessível e com linguagem clara.- A comercialização não será o foco principal do projeto, priorizando-se a difusão cultural gratuita e a inscrição em mostras e festivais nacionais e internacionais como estratégia de ampliação de visibilidade, circulação e reconhecimento da produção audiovisual do interior.

Ficha técnica

DYuri Cidade - Direção e Roteiro: É artista, escritor, roteirista e produtor cultural, bacharel em Direito pela Universidade do Extremo Sul Catarinense. Atua há mais de dez anos no campo literário, com três livros publicados, e foi contemplado com Menção Honrosa no Prêmio Literário Ayres Koerig. Como escritor independente, desenvolve projetos que unem literatura, imaginação e jogos narrativos, criando experiências imersivas para diferentes públicos. Autor das obras Cidadescrita: Entre Esquinas e Delírios (2019), Alusões e Ilusões (2020) e O Reino de Iriringá (2024/2025), Yuri explora narrativas fantásticas com vínculos históricos e territoriais, transformando a paisagem do Vale do Araranguá em cenários literários e de RPG. Atua como agente territorial de cultura em Araranguá pelo Ministério da Cultura do Brasil, participando de ações de mapeamento, mobilização e formação cultural. Desenvolve e ministra oficinas literárias e de RPG, como Narrativas Vivas e Literatura Interativa: Oficinas de RPG na Escola, impactando estudantes e artistas locais. Na produção cultural, idealizou e executou eventos como a primeira edição do Festival Multiartístico Solidário e do Flow Art: Encontro de Danças da Cultura Hip Hop (2024), além de atuar em iniciativas como Entre Nós – Arte e Memória (2025), Festival Bradamundo (2020) e Independência e Arte (2016–2018). No audiovisual, foi co-diretor e assinou o conto que originou o curta Divinéia (2021) e foi assistente de direção no longa Amadeu e a Madeira (2024). Seu trabalho combina literatura, cultura popular e experimentação criativa, fortalecendo a cena cultural de Araranguá e região.Camila Mengue Pereira - Produção Executiva e Direção de Arte: É arquiteta e urbanista formada pela UDESC e pós-graduanda em Educação Técnica e Profissional pelo IFSC, Diretora de Arte, Artesã e Produtora Cultural. Desenvolve projetos culturais e artísticos em áreas como festivais, artes visuais, artesanato e educação em espaços não formais. Atua como artesã, explorando técnicas de encadernação e artes têxteis — especialmente bordado e tecelagem manual. Realizou o projeto Entre Nós: Arte e Memória (Edital Lei Paulo Gustavo D+, Araranguá, 2024); Costurando Histórias: Oficina de Encadernação Artesanal (Edital Cultura Viva, Araranguá, 2023) e integrou a equipe de produção e comunicação do Festival Multiartístico Solidário (1ª e 2ª edições, Lei Paulo Gustavo D+, 2023 e Lei Aldir Blanc do Estado SC, 2024). No audiovisual, trabalha como diretora de arte, produtora de objetos e figurinista, com experiências em curtas e longas-metragens realizados por produtoras catarinenses.Luiz Fernando F. Machado - Direção de Produção: é um cineasta, diretor e educador brasileiro com formação em Cinema e Realização Audiovisual. Com uma carreira multifacetada, atua como diretor, diretor de fotografia, roteirista e diretor de som, além de ser o fundador e diretor proprietário da Companhia Boanova Cinema Regional®. Com significativa experiência em coordenação pedagógica, Luiz tem liderado diversos projetos de formação audiovisual, como o "Circuito Boanova" e o projeto "Nosso Bairro" (NOBA), além de oficinas em comunidades e unidades prisionais, reforçando seu compromisso com a democratização do acesso ao cinema. Entre seus trabalhos recentes, destacam-se a direção e roteiro dos longas-metragens "Amadeu e a Madeira" e "Rua Nua e Crua", ambos contemplados pelo Prêmio Catarinense de Cinema 2023, e a autoria do roteiro do longa "Caixeiros", em parceria com a Editora Viseu de Lisboa. Também atuou como jurado em festivais internacionais, como o Fenavid na Bolívia, e participou de mostras e projetos audiovisuais em países como Argentina, Colômbia e Itália. Sua trajetória reflete um profundo engajamento com a produção cultural independente, regional e com impacto social. Marcos Vinícius D’Elboux - Diretor de Fotografia: é um filmmaker e fotógrafo com mais de 20 anos de atuação no audiovisual. Especializado em direção de fotografia, operação de câmera e assistência de câmera, possui ampla experiência em cinema ficcional, documentário, publicidade, animação e produções musicais. Formado em Cinema e Audiovisual pela UNISUL/SC, complementou sua formação com cursos de color grading, direção cinematográfica e cinematografia na Austrália (NIDA e AFTRS). Entre seus trabalhos recentes, destacam-se a direção de fotografia para curtas-metragens como “A Vovó saiu do Armário” (2023) e “O Cemitério do Parque da Luz” (2023), além de atuação como assistente de câmera em longas como “Amuleto” (2024) e “The Dog Wedding” (2015). Também colaborou em séries como “Crisálida” (Netflix) e em projetos de animação em stop-motion, como “Almofada de Penas”, finalista do prêmio ABC de fotografia em 2019. Com um portfólio diversificado que inclui documentários, clipes musicais e séries de TV, Marcos consolida-se como um profissional versátil e técnico, com trajetória reconhecida no cinema nacional e internacional.Gabriel Sánchez - Efeitos Especiais e Color Grading: é um cineasta e criador audiovisual boliviano, formado em Comunicação Social pela Universidade Católica Boliviana e especializado em direção e cinematografia pela Associação Mexicana de Cineastas Independentes (AMCI). Com atuação versátil no departamento de fotografia, desempenha funções como primeiro e segundo assistente de câmera, operador e diretor de fotografia, além de atuar na pós-produção como editor e colorista. Sua filmografia inclui trabalhos em curtas e longas-metragens de ficção, documentários e videoclipes, como "Albertina" (2020), "Soy Feliz" (2018) e "Ciudad Bucle" (2019). Gabriel tem especial interesse em projetos que valorizem as culturas populares e deem visibilidade a setores sociais frequentemente marginalizados, mas repletos de histórias significativas.Francisco Xavier Caprário (Chico Caprário) - Assistência de Direção e Cenotécnico: é ator e cineasta com trajetória no audiovisual catarinense desde os anos 90. Formado em Ciências Biológicas, migrou para o cinema após concluir o Curso de Extensão em Cinema da Cinemateca Catarinense/UFSC, somando também formação teatral pela Oficina Permanente de Teatro da UFSC. Com mais de dez longas-metragens em seu currículo, destacam-se atuações em obras como “Albertina” (2020), “Espiral de contos de Deolindo Flores” (2019), “Lua em Sagitário” (2016) e “Ensaio” (2010). Também participou de séries como “Crisálida” (Netflix) e “Submersos” (Paramount), além de mais de 20 curtas-metragens, entre eles “Macumba: Folclore de Família” (2023). Atua ainda como roteirista, diretor de atores e proponente de projetos, consolidando-se como um nome versátil e experiente na cena cinematográfica regional e nacional.Alex Cardoso dos Santos (Produtor): Conhecido como Alex "Magô" Barbudo, é um multiartista araranguaense de 37 anos, cuja trajetória multifacetada o estabelece como uma figura central no cenário cultural, artístico e educacional da região. Sua atuação abrange a produção cultural, arte-educação urbana, guia de turismo, música e artes visuais. Entre suas principais realizações, destaca-se a fundação e produção cultural do Ateliê Calle7, um espaço vital para o fomento da cultura local em Araranguá desde 2014, onde há mais de nove anos impulsiona movimentos independentes. No campo audiovisual, foi produtor na oficina "Divinéia Cine Express", resultando no curta "Divinéia", e atuou como Produtor Geral no documentário "Santo de Casa", contemplado pelo edital Paulo Gustavo de Araranguá 2024. Além disso, como Guia Condutor de Turismo, lidera o projeto "Lagartos do Morro", que integra cultura e educação ambiental através de caminhadas guiadas, valorizando o patrimônio natural e cultural da região. Alex "Magô" Barbudo é um catalisador cultural, utilizando sua arte e engajamento para promover o desenvolvimento social e a identidade cultural de Araranguá.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.