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Ana de Dudu é um filme de ficção de média metragem, com aproximadamente 70 minutos, filmado em 4K, dirigido por Antônio Sá com produção de Solange Lima. A partir do drama (inteiramente verídico) narrado pela protagonista quase centenária, Ana, é possível realizar um mergulho talvez único no cosmo moral e artístico do sertão e nos saberes específicos dessa região, mobilizados pelos moradores da caatinga no sudoeste baiano (Urandi e demais municípios do universo das personagens), como forma de resistirem às adversidades natural e social experimentadas no cotidiano de suas vidas no campo.
Ana de Dudu está prestes a completar 100 anos de idade. Depois da morte do marido, o Dudu, Ana segura as rédeas da família e termina a criação dos filhos, mas naquele sertão baiano onde a natureza não ajuda muito e o serviço público não chega, ela precisa dominar todos os saberes do cotidiano da vida na roça e enfrentar esses infortúnios. Duração 70 min Classificação indicativa: 12 anos
Objeto Geral: Produzir o filme de média-metragem "Ana de Dudu", com duração aproximada de 70 minutos, produzido em 4K, a fim de documentar e valorizar o patrimônio cultural imaterial do sertão no sudoeste baiano, por meio do registro de seus saberes, tradições e universo artístico, garantindo a acessibilidade e a difusão da obra.Objetivos Específicos: Realizar 1 (um) filme de média-metragem de 70 minutos, no formato ficcional, abordando a trajetória de resiliência de sua protagonista e a cultura sertaneja. Promover 1 (um) evento de lançamento com exibição gratuita do filme na cidade de Urandi, Bahia, local onde a história é ambientada.Promover 1 (um) evento de lançamento com exibição gratuita do filme na cidade de Salvador, Bahia. Realizar 3 (três) oficinas gratuitas sobre as artes e saberes tradicionais documentados no filme, destinadas à comunidade local para fomentar a transmissão de conhecimento entre gerações. Garantir a acessibilidade integral do filme, produzindo versões com 3 (três) recursos de acessibilidade: Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE) e Audiodescrição. Promover a participação do filme em pelo menos 5 festivais de cinema nacionais e internacionais, além de sua distribuição em plataformas de streaming.
O filme possui apelos não somente estéticos e cinematográficos, pois se por um lado tem potencial dramático capaz de gerar empatia pela forte dose de realidade que traz para a tela, conflito e resiliência da heroína e demais personagens (todas reais, na sua maioria ainda vivas, a exemplo da protagonista), por outro tem uma importância documental única: retratando o cotidiano e a trajetória de uma família camponesa da caatinga, onde a baianidade, a nordestinidade e a própria brasilidade serão expostas minuto a minuto, a produção mostra numa única sessão o que há de essencial do cosmo moral e artístico do sertão; isto difere o filme de outras produções, que embora primorosas, por vezes são fragmentárias ao retratarem tão somente ora a paisagem do sertão, ora sua religiosidade, ora questões sociais da região, ora outros aspectos dessa tradição, etc. O mundo presente, marcado especialmente pela padronização da beleza, da moralidade, da vida social, etc., aposta fortemente numa sociedade de consumo, na qual os objetos produzidos precisam atrair uma universalidade de pessoas e sobretudo precisam ser fugazes; para atender aos interesses do mercado, encobrem a diversidade com a qual somos formados e sufocam as tradições, etc. Deste modo o filme prestará relevante serviço à sociedade, artisticamente, antropologicamente, economicamente, etc.; nele, a arte brasileira e muito especialmente relacionada com a vida no campo, nas suas dimensões material e espiritual, estética e funcional, será exposta ao longo da trama. Ressalta-se que muitas das criações aqui restauradas e documentadas já desapareceram do cotidiano local, outras estão em franca degradação, dada a morte de artistas e artesãos sem que outros lhes sucedam, dada ainda a concorrência desleal entre a produção industrial e urbana e aquela artesanalmente produzida no local, vital não somente à subsistência material do artista, mas também à preservação do espírito, da memória, da cultura ou de modo específico de compreender o mundo ou estar dentro dele. O filme pode ainda criar um acervo único, democrático e pujante, importante inclusive à autoestima local e regional, tudo a ser partilhado com produtores das artes em geral, pesquisadores interessados pela obra do sertão, sua estética, linguagem, espiritualidade, moralidade, etc.; pode ainda a obra, além de revelar novos artistas de todas as áreas da criação humana, sua participação na trama pode servir como vetor de desenvolvimento local e regional, alavancando o turismo nas suas diferentes potencialidades, reduzindo inclusive o êxodo rural que afeta gravemente a região pela falta de alternativas econômicas à deterioração da agricultura na região. O sertanista brasileiro Euclides da Cunha, no seu romance histórico "Os sertões", definiu o sertanejo como "o homem permanentemente fatigado", neste clássico docu-drama sobre a forma de vida do sertão, acerca dos sonhos e aflições de quem edificou nesse lugar a sua morada no mundo, as lentes do poeta-repórter captaram o que algumas décadas antes José de Alencar, noutro gênero narrativo e igualmente penetrante "O sertanejo", dissera sobre a alma e performance laboral do herói: "É um dos traços admiráveis da vida do sertanejo, essa corrida veloz através das brenhas; e ainda mais quando é o vaqueiro a campear uma rês bravia. Nada o retém: onde passou o mocambeiro lá vai-lhe no encalço o cavalo e com êle o homem que parece incorporado ao animal, como um centauro" (ALENCAR, José de. O sertanejo). Deste modo é que ali diferentes espécies de criação, sejam elas relacionadas com o trabalho, a habitação, a vida social, o cultivo do espírito, etc., expressam uma concepção do mundo e da felicidade específicas desse universo, como tais demandando virtudes e perfornances artísticas igualmente inconfundíveis: confeccionar o vestuário para essa modalidade de trabalho, construir o carro de boi, perseguir a cavalo e laçar a rês fugidia na caatinga, rezar uma ladainha, tocar uma viola, prever o início das chuvas, benzer um animal ofendido de cobra, etc., exige um sentido do gosto que só pode ser compreendido mergulhando na tradição, bem como reclama o domínio de excelências que apenas o tempo e a experiência de vida são capazes de moldar. Numa síntese o que o espectador verá na tela, pode se dizer que entre um afazer e outro de um dia que a aproxima dos 100 anos, Ana de Dudu revive por inteiro o cotidiano de sua vida no campo, buscando alcançar seu grande objetivo, esboçado enquanto retornava de seu casamento na cidade: ser feliz com a sua família, manejando uma gama de saberes tanto morais como artísticos, apropriados à proteção contra os infortúnios natural e social, característicos do sertão baiano onde a trama se desenvolve. Através da Lei Rouanet, o projeto busca ampliar o alcance da mensagem e fomentar o debate em diferentes esferas da sociedade.De acordo com o Art. 1o da Lei, o projeto contribui para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Também promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Além disso, protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O projeto também se alinha com os objetivos do Art. 3o da Lei, pois fomenta a produção cultural e artística, preserva e difunde o patrimônio artístico, cultural e histórico, e estimula o conhecimento dos bens e valores culturais.A Lei de Incentivo à Cultura é essencial para a realização deste projeto. O projeto se enquadra na Lei n.o 8.313/91, § 3o, alínea f, pois visa promover a cultura através da produção de um curta-metragem, que é uma obra audiovisual. Este mecanismo permite a captação e canalização de recursos para o setor cultural, facilitando o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais porque este projeto se enquadra em vários incisos do Art. 1o da Lei 8313/91. É de grande importância citar que de forma ampla, temos total condições de atingir todos os incisos. I: O projeto contribui para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II: Promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III: Apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. IV: Protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. V: Salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto também atinge vários objetivos do Art. 3o da Lei 8313/91: II: Fomenta a produção cultural e artística, através da produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. IV: Estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, através da distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Portanto, a Lei de Incentivo à Cultura é essencial para a realização deste projeto. Através dela, podemos garantir que este projeto inovador tenha os recursos necessários para alcançar seu potencial máximo.
teaser do filme: https://drive.google.com/file/d/1IoOn4wW3sSLibXlxKt78NjQZNJJGt5RC/view?usp=sharing
Formato: O filme será produzido no formato widescreen, adaptado para telas de cinema, ou seja, 16:10. Resolução: A produção será filmada em alta resolução, preferencialmente em 4K ou Ultra HD- (3840 x 2160 px), 24fps H.264 para garantir qualidade visual excepcional e detalhes nítidos. Som: A qualidade de áudio será uma prioridade. O filme contará com uma trilha sonora original, além de efeitos sonoros bem trabalhados. A mixagem de som será feita em um estúdio profissional para oferecer uma experiência sonora imersiva em Dolby Surround 7.1, um formato de áudio de cinema desenvolvido para trazer mais profundidade e realismo à experiência cinematográfica. Ao adicionar dois canais de áudio discretos adicionais, o Dolby Surround 7.1 leva a emoção dos filmes para o próximo nível e realmente envolve o espectador na ação. Pós-produção: A pós-produção incluirá edição e montagem, correção de cor, efeitos visuais e sonoros e edição de som. Duração: A duração do filme será de no máximo 70 minutos. Idioma: Português, com tradução em Linguagem Brasileira de Sinais Acessibilidade: O média contará com recursos completos de acessibilidade: janela de tradução em LIBRAS, legendagem LSE –Legenda para surdos e ensurdecidos – e descritiva (closed captions), além de uma versão audiodescrita otimizada para pessoas com deficiência visual,com informações verbais adicionais sobre o conteúdo visual.
ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:O projeto conta com a consultoria de acessibilidade de Iracema Vilaronga, profissional da área audiovisual e PCD física, para refletir os aspectos técnicos e artísticos das janelas de comunicação acessível desde o desenvolvimento do projeto.O teaser promocional, as ferramentas de divulgação, assim como o filme contarão com Libras, legenda, legenda descritiva (LSE) e audiodescrição para não videntes e todo o conteúdo publicado em redes sociais será acessível através de texto escritivo fazendo uso da #PraTodoMundoVer.Teremos 10% de vagas na produção destinadas a artistas/profissionais PCDs. ACESSIBILIDADE FISICA: Os locais de exibição e pré estreia do filme contarão com estruturas adaptadas para pessoas com deficiência, como rampas, e facilidade de acesso.
O filme tem forte apelo social por retratar um conjunto de saberes da tradição, razão pela qual a finalização da obra pode resultar em benefícios sociais inquestionáveis, especialmente a elevação da autoestima de um povo ao se ver na tela, a preservação de sua arte e saberes que lhe são intrínsecos, além do fomento da economia local com a produção e comercialização de objetos artísticos, com a visibilidade dos antigos e a promoção novos artistas, com o aumento do turismo, etc. Como forma de estimular esse processo, para além da exibição pública do filme, serão: (1) distribuir ingressos, 100% gratuitos, além dessa adoção outros mecanismos de acesso ao conteúdo que facilite o máximo possível de espectadores, sobretudo a pessoas em situação de vulnerabilidade econômica, como disponibilização online e em plataformas de streaming (2) realizar oficinas de produção das artes documentadas na produção, de modo a formar novos artistas; (3) estabeler parcerias para a exposição permanente dos objetos artísticos manejados e para garantir a memória dos saberes cultivados pelas personagens da obra.
Sonia Lima, proponente. A gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira é sua competência exclusiva. Atuará no projeto como COORDENADORA DO PROJETO Nome: Rogério do Livramento SilvaCPF: 056.461.575-59Função: Direção 1Rogério Sagui, um diretor, roteirista, cineasta e produtor baiano, tem se destacado tanto nacional como internacionalmente. Em 2022, seu filme "Rosa Tirana" recebeu cinco indicações ao prêmio Fantlatam, o equivalente ao Oscar latino do cinema fantástico, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Roteiro, Melhor Direção, Melhor Atriz e Melhor Ator. Essas indicações são um testemunho do seu talento como diretor e roteirista, além de reconhecer a trajetória bem sucedida do filme independente. Além de seu sucesso no cinema, Sagui também dirigiu a novela "Mar do Sertão", que foi um grande sucesso na rede Globo. A série "Luz" que vem se tornando um sucesso mundial. Atualmente, ele está à frente da direção da novela "Dona Beja" para a HBO max, demonstrando sua versatilidade ao explorar um novo formato e plataforma. Nome: Antonio Sá da SilvaCPF: 469.427.505-49Função: Direção 2, argumento e roteiro.Antonio Sá da Silva é um professor e pesquisador baiano, natural de Urandi, onde o filme é ambientado. Cursa atualmente o pós-doutorado em Letras, especialidade em Letras Clássicas e Medievais, pela Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com pesquisa sobre escolhas trágicas em obras do teatro grego, especialmente na peça Orestes, de Eurípides. Cursou doutorado, mestrado e especialização em Ciências Jurídico-Filosóficas (Universidade de Coimbra, Portugal), bem como graduação em Direito (Faculdade de Direito de Conselheiro Lafaiete). Desde 2009 é professor da Faculdade de Direito da UFBA onde leciona, orienta e realiza pesquisas em redes internacionais, na área de teoria da interpretação, Direitos Humanos, justiça poética, interdisciplinaridade entre Direito e humanidades (literatura, cinema, teatro e música), tragédia grega, fenomenologia do ethos sertanejo e poesia oral do sertão. Aprovou recentemente na UFBA o projeto de extensão “República de Leitores”, com a finalidade de democratizar o acesso ao conhecimento jurídico pela comunidade e voltado à produção de vídeos curtos sobre os temas estudados,disponibilizados no Instagram, Facebook e no seu canal no YouTube (antoniosaTV).Nome: Solange MoraesCPF: 244.292.285-15Função: Produção ExecutivaProdutora referência do cinema brasileiro, coordenou a produção do primeiro longa baiano na retomada do cinema nacional pós ditadura – 3 Histórias da Bahia – em 2001, produzido pela Truq Filmes e Vídeos. Foi responsável pela produção em Salvador do vídeo clip Eles Não Olham Pra Nós (They Don’t Care About Us), de Michael Jackson com direção de Spike Lee. Fundou e presidiu a Associação Baiana de Cinema e Vídeo, assimcomo também presidiu a Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABD Nacional) por duas gestões e foi titular no Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) do MinC. Nome: Saulo Goveia Queiroz CPF: 068.309.775-09Função: Direção de ArteSaulo Queiroz possui graduação em Comunicação Social (com habilitação em Jornalismo) pela Universidade Estadual da Paraíba e é mestrando em Jornalismo Profissional pela Universidade Federal da Paraíba. Natural de Campina Grande (1968), é radialista, jornalista, ator e autor teatral. Possui experiência em rádio, TV e jornal, além de ter escrito e encenado espetáculos teatrais de sucesso no estado da Paraíba. Entre os seus êxitos de público na área teatral destacam-se Machos, Fêmeas, As Malditas, As Coroas, Convite Para a Morte, Finados, dentre outros. Dirigiu o Teatro Municipal de Campina Grande no período de janeiro de 2003 a abril de 2006 e o Centro de Arte e Cultura da Universidade Estadual da Paraíba (de 2009 a 2013). Também é, desde 2006, Diretor de Programação da TV Itararé (afiliada da TV Cultura na Paraíba), onde desempenha um trabalho de criação de conteúdo - através de programas como Diversidade, Dom, Itararé Especial, Seis e Meia na TV, Café, Poesia e Filosofia, entre outros. Nome: Conrado Luis Roel SouzaCPF: 273.361.568-86Função: Direção de FotografiaRealizador, roteiriza, fotografa e dirige filmes autorais. É atualmente Diretor de Fotografia na Rede Globo, trabalha em teledramaturgia, sendo o último trabalho a novela das 21 horas, O Outro Lado do Paraíso.É Mestre em Multimeios pela Unicamp, pela qual desenvolveu um roteiro para longa-metragem como exercício principal do curso.Propõe no momento um projeto para conclusão de filmagens e finalização de um documentário sobre o fotojornalista Roberto Higa, em sua relação a história e a memória de Mato Grosso do Sul. Filme este iniciado em 2010 e que hoje conta com a produção do cineasta Joel Pizzini. Nome: Eduardo Santos RodriguesCPF: 080.227.055-78Função: Consultoria de Roteiro Eduardo Rodrigues nasceu na cidade de São Paulo. Graduado em Musicoterapia, atua como redator, quadrinista e escritor. É autor de livros de contos de humor e de poemas animados veiculados na TV Cultura e TV Rá-Tim-Bum. Com Paulo Stockler, criou a série de gibis Tulípio, que ganhou o Troféu HQ Mix na categoria Melhor Publicação de Cartuns. Entre seus livros está Pequenos poemas para pequenos (2009). TODOS OS CURRICULOS ESTAO EM ANEXO.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.