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PRONAC 2510132Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ILÊ AIYÊ O FILME

PROPICIA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,45 mi
Aprovado
R$ 1,45 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-05-13
Término
2027-08-13
Locais de realização (3)
Salvador BahiaItatiaia Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Esse projeto visa a produção de um documentário de média-metragem, com aproximadamente 65 minutos, produzido e finalizado em formato digital 4k, sobre o primeiro bloco Afro do Brasil, o ILÊ AIYÊ com seus 50 de luta e história. O filme será distribuído por meio de festivais de cinema no Brasil e no exterior e após a temporada de festivais, o filme terá uma agenda de exibição e debate em espaços culturais, associações, universidades e também será disponibilizado gratuitamente por meio de canais da internet.

Sinopse

ILÊ AIYÊ O FILME é um documentário de aproximadamente 65 minutos sobre um dos blocos afro mais importantes do Brasil, o Ilê Aiyê comemorou em 2025 os 50 anos de seu primeiro desfile pelas ruas de Salvador. O marco, que aconteceu em 1975, em plena ditadura militar, marcou a defesa da valorização da identidade negra e a resistência contra o racismo. O surgimento do grupo evidenciou a fragilidade do conceito de democracia racial, provocando críticas como a do jornal A Tarde, que em 12 de fevereiro de 1975 tinha como manchete: "Bloco Racista, Nota Destoante". Inicialmente seus fundadores pretendiam nomeá-lo "Poder Negro". Entretanto, a Polícia Federal da Bahia impediu o registro do bloco com este nome alegando conotações negativas e "alienígenas". Além disso, à época, a imprensa baiana apoiou e incentivou a proibição acusando o movimento de formação do bloco de ter "inconcebíveis intenções subversivas" por pretender vincular a situação do negro brasileiro à do negro americano.Atualmente o bloco mantém uma associação cultural com cerca de 3 mil associados, sendo considerado um patrimônio da cultura baiana, marco no processo de reafricanização do Carnaval da Bahia. Caracteriza-se também como uma entidade de militância negra, contando com ações de valorização da cultura e de combate ao racismo.A música também mantém-se tradicional, calcada no batuque dos tambores e na potência das vozes. Com vários discos gravados, o Ilê Aiyê excursiona freqüentemente ao exterior. O projeto cultural mantém escolas para crianças carentes em Salvador. Entre os maiores sucessos do bloco estão "Que Bloco É Esse", "Depois que o Ilê Passar", "Charme da Liberdade", "Viva o Rei", "Décima Quinta Sinfonia", "Exclusão", "Deusa do Ébano".O objetivo da entidade é preservar, valorizar e expandir a cultura afro-brasileira. Para isso, desde que foi fundado, vem homenageando os países, nações e culturas africanos e as revoltas negras brasileiras que contribuíram fortemente para o processo de fortalecimento da identidade étnica e da autoestima do negro brasileiro, tornando populares os temas da história africana vinculando-os com a história do negro no Brasil, construindo um mesmo passado, uma linha histórica da negritude.Para celebrar toda essa trajetória, contaremos essa história a partir da visão de seus fundadores. Classificação indicativa - LIVRE.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar um filme de média-metragem sobre a história do grupo ILÊ AIYÊ e distribui-lo através de sessões (projeções) em locais como espaços culturais, escolas, universidades e redes sociais, oferecendo o produto final de nossa iniciativa de forma totalmente gratuita para um público estimado de mais de 100 mil pessoas, além de percorrer o circuito mundial de Festivais de Cinema e licencia-lo para canais de televisão, contribuindo para o livre acesso às fontes da Cultura. Objetivo Específico: 1 -Produzir e finalizar um filme documentário de 65 minutos sobre o ILÊ AIYÊ. 2 - Apresentar este documentário em festivais de cinema de grande, médio e pequeno porte. 3 - Programar exibições gratuitas em espaços públicos, escolas e universidades da cidade de Salvador, RJ, para um publico estimado em 1000 pessoas. 4 - Programar exibições gratuitas em espaços públicos, escolas e universidades da cidade do Itatiaia, RJ, para um publico estimado em 1000 pessoas. 5 - Programar exibições gratuitas em espaços públicos, escolas e universidades da cidade de São Paulo, SP, para um publico estimado em 1000 pessoas. 6 - Promover o lançamento do filme no You Tube e VIMEO para público estimado em 100 mil pessoas. 7- Extraídos e postar pequenos trechos do filme no Instagram, Tik Tok e Facebook levando o assunto para o maior público possível.

Justificativa

O Ilê Aiyê, ou Ilê, é o primeiro bloco afro do Brasil e se consolidou como uma das expressões culturais do Carnaval de Salvador.Fundado em 1974 por moradores do bairro do Curuzu, constitui um grupo cultural que promove a expansão da cultura de origem africana no Brasil. A expressão significa, em língua iorubá, Mundo negro ou Casa de negro.A história do Ilê Aiyê mistura-se à história do terreiro Ilê Axé Jitolu e sua responsável, a Ialorixá Mãe Hilda. Por aproximadamente 20 anos, o terreiro serviu ao bloco como diretoria, secretaria, salão de costura e recepção de associados. No Carnaval, o bairro do Curuzu é palco de um ato cultural-religioso, a bênção para a saída do bloco.O surgimento do grupo evidenciou a fragilidade do conceito de democracia racial, provocando críticas como a do jornal A Tarde, que em 12 de fevereiro de 1975 tinha como manchete: "Bloco Racista, Nota Destoante". Inicialmente seus fundadores pretendiam nomeá-lo "Poder Negro". Entretanto, a Polícia Federal da Bahia impediu o registro do bloco com este nome alegando conotações negativas e "alienígenas". Além disso, à época, a imprensa baiana apoiou e incentivou a proibição acusando o movimento de formação do bloco de ter "inconcebíveis intenções subversivas" por pretender vincular a situação do negro brasileiro à do negro americano.Atualmente o bloco mantém uma associação cultural com cerca de 3 mil associados, sendo considerado um patrimônio da cultura baiana, marco no processo de reafricanização do Carnaval da Bahia. Caracteriza-se também como uma entidade de militância negra, contando com ações de valorização da cultura e de combate ao racismo. Sendo assim, podemos afirmar que nosso projeto se enquadra em todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 e tem seus objetivos no incisos II (a), III (d) e IV (b) do Art. 3º da referida norma.

Especificação técnica

O cine documentário de média-metragem entitulado ILÊ AIYÊ O FILME será produzido e finalizado em cinema digital 4k, colorido, com aproximadamente 65 minutos de duração. Classificação indicativa - LIVRE. Na produção do filme será utilizado: 5 câmeras 4k Sony Fx3 e lentes. 2 drone equipado com câmera 4k. Equipamento de Iluminação: Riders de Luz, tripes de Luz, cabos e vara de contra luz, rebatedores e mais assessórios. Equipamento de Som: 5 Microfone Shotgun com vara de boom com filtros e pads, fones de ouvido e assessórios. 5 Gravadores de áudio tascam digital para gravação de som direto e 3 pares de microfones de lapela, sem fio, AKG e mais assessórios. Maquinário: Tripes, trilho de câmera, estabilizador, cabos, tomadas e etc. Material de Escritório: Folhas sulfite, grampeador, fita crepe, caneta, canetas de marcação. Pranchetas, envelopes e etc. HD Externo para armazenar todo material bruto e editado do filme. Ilha de edição completa para a edição e montagem do filme. Refeições, transporte e hospedagem para a equipe do filme. *Demais insumos e recurso estão detalhados no Orçamento.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: - Todos os locais onde exibiremos nosso filme serão dotados de acessibilidade para cadeirantes, com rampa de acesso e locais específicos para permanência das cadeiras na plateia. - Serão também reservados acentos para obesos, idosos, gestantes e indivíduos com comprometimentos da mobilidade. Para deficiente visual será disponibilizado acentos com fones de ouvidos para audio descrição. - Será disponibilizado por parte da produção duas pessoas capacitadas, por sessão, para acompanhar e prestar a assistência devida para o publico com necessidades especiais. O projeto adotará as seguintes medidas em relação a Acessibilidade de Conteúdo: a) Audiodescrição - narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva, contendo informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais como choro ou riso, bem como adicionada a identificação dos falantes. c) LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais para surdos e ensurdecidos (LSE). “O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 01/23, artigos 25 e/ou 26”.

Democratização do acesso

Nosso filme pretende percorrer festivais de cinema no Brasil e no exterior, além de ser oferecido para exibição gratuita em universidades, escolas, espaços culturais e cineclubes por todo o país. Depois de percorrer o circuíto de festivais o filme será disponibilizado na íntegra no Youtube e Vímeo e pequenos trechos serão postados no Instagram, Tik Tok e Facebook visando alcançar o maior público possível. Todo o acesso aos produtos em questão se dará de forma inteiramente gratuita, a não ser quando exibido em festivais com uma politica de preços própria, assim mesmo, será indicada pela produção do filme à prática de preços populares. Adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso conforme o art. 28 da IN MINC no 01/2023 baseado nos seguintes incisos: II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

Proponente:A Propícia Produções, empresa proponente da proposta em questão, assume toda a produção e administração de todas as etapas desse projeto, desde a formatação até a prestação de contas. Com 25 anos de atuação no mercado cultural a empresa proponente traz em sua bagagem a produção de quatro filmes de longa metragem: Plínio Marcos - Nas Quebradas do Mundaréu, com estréia na 37. Mostra Internacional de cinema de São Paulo com sessões no Espaço Itaú de Cinema (sala Frei Caneca 4), CCSP (sala Lima Barreto) e no Cine Matilha Cultural.Fez parte da Mostra Cavideo 22 no Cine Estação NET Botafogo (Rio de Janeiro) e da Mostra Cine Teatro Brasil Virtual no Youtube. Foi exibido no Cine Roxy em Santos, Cinemateca Capitólio em Porto Alegre, no circuito Cine Sesc e em uma sessão especial a céu aberto na praça Roosevelt em São Paulo, além fazer parte da programação da TV Cultura e do Canal Brasil.Cine Teatro do CETE, formada pelos filmes Electra na Mangueira, Electra no Municipal e O Incrível Encontro, integrou as duas edições da mostra Cine Teatro Brasil com sessões em São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Rio de Janeiro e Brasilia, além de entrar na grade da Sesc TV, TV Cultura e TV Brasil.A produtora é também detentora dos direitos do longa metragem de ficção, Longo Caminho da Morte, que junto dos quatro filmes acima citados compõe a obra cinematografica de Julio Calasso, disponível gratuitamente no canal de streaming do Itaú Cultural, o ICPlay.A Propícia realizou a mostra de cinema Cine Teatro Brasil, com duas edições, 2009 e 2010, em parceria com a FUNARTE e assina ainda a produção de centenas de espetáculos teatrais e musicais, além da produção e lançamento de dezenas de discos com apresentações no Brasil e Europa. Currículo dos principais participantes: Pedro Calasso - Pedro Juan Sanches Calasso (Diretor Geral)Proprietário e CEO da Propícia Produções, é Cineasta, Produtor cultural, Produtor musical, cantor, compositor e multi instrumentista.É vice presidente da Assossiação Cultural SOMOS e integra as bandas Tambores da Serra, Projeto Preto Véio e Som Nosso de Cada Dia.No audiovisual, assina a direção de arte e direção musical dos documentários de longa metragem, O Incrível Encontro, Electra na Mangueira e Electra no Municipal, a produção geral, edição, direção de arte e musical do longa metragem Plínio Marcos - Nas Quebradas do Mundaréu, a edição e direção de arte do vídeo documentário 20 anos sem Gonzaguinha, realizado no centro cultural Calouste Gulbenkian no Rio de Janeiro, além da direção, produção e edição de dezenas de videoclipes musicais.Produziu a mostra de cinema Cine Teatro Brasil, com duas edições em parceria com a FUNARTE, a turnê européia do grupo musical Projeto Preto Véio em parceria com o MINC e a projeção a céu aberto do documentário Plínio Nas Quebradas do Mundaréu na praça Roosevelt em São Paulo em parceria com a SP CINE e a ANCINE. Assina também a produção musical de dezenas de discos que vão da capoeira de Mestre Brasilia ao funk rock do Som Nosso de Cada Dia.Atualmente dirige os filmes O Pulo do Gato, Julio Calasso Doc e A Invenção de um Disco, todos de sua autoria e contemplados pela Lei Paulo GustavoPedro Sanches de Castro - Pedro Sanches de Castro (Diretor de Fotografia e Roteirista)Com formação em desenvolvimento de roteiros cinematográficos pela Lafilm - Latin American Film Institute, é fundador da produtora Tango Biliilca, onde desde 2009 atua como diretor e produtor de documentários, vídeos institucionais e campanhas publicitárias.Produziu obras audiovisuais para projetos relacionados ao Festival da Mantiqueira de Literatura, promovido pelo Governo do Estado de São Paulo - Secretaria da Cultura - APAA (nos anos de 2015, 2016 e 2017) e 2018 no Encontro da Mantiqueira, promovido pela comunidade de São Francisco Xavier. Também foi responsável pelo registro em vídeo da Festa Lítero-Musical de São José dos Campos (FLIM 2017, 2018 e 2019), promovido pela Fundação Cultura Cassiano Ricardo entre tantos outros.Já desenvolveu projetos para clientes e parceiros como Sesc - São Paulo, Associação Paulista de Amigos da Arte (APAA), Associação para Fomento da Arte e Cultura (Parque Vicentina Aranha), Centro de Estudos e Cultura Popular, além de empresas nacionais, internacionais e organizações não governamentais na arte de cultura, saúde e meio ambiente.Em 2021, produziu o documentário sobre SAMBA DE BUMBO, em contrato com o Centro de Estudos de Cultura Popular - CECP de São José dos Campos em Cooperação com o IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Por fim, atual em cooperação com agências de captação de recursos para viabilização de projetos culturais em São José dos Campos e Vale do Paraíba.Produziu e dirigiu o filme Tango do Cinema Caipira em 2024 / 2025 e produz o longa Julio Calasso Doc, ambos contemplados pela Lei Paulo Gustavo.Deise Sueli - Deise Sueli Pacheco (Assessora de imprensa)Com larga atuação nas áreas de assessoria de imprensa e comunicação interna para grandes corporações, como Honda, Ford, Kraft Foods, Telefonica Empresas e Copa Airlines, Deise é jornalista com experiência como repórter e redatora do setor de Gastronomia, Telecomunicação, feiras de negócios e mercado editorial.É assessora de comunicação dos produtos e serviços culturais de Galáxia Estúdio e Propícia Produções.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.