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A 6ª Mostra do Filme Marginal _ Cinema e Emergência Ambiental: Imagens de um Futuro Possível será realizada em setembro de 2026, com 10 dias de programação gratuita em espaços diversos do Rio de Janeiro e Salvador, e exibições online via plataforma de streaming. O evento exibirá cerca de 100 filmes nacionais e internacionais, selecionados por uma equipe de curadoria, promoverá debates após as sessões, cinco oficinas de audiovisual e sustentabilidade, e um encontro cineclubista. Inspirada pela ecologia profunda, pelo pensamento decolonial e as questões que envolvem as mudanças climáticas, a mostra propõe o cinema como linguagem de imaginação de futuros possíveis.
A 6ª Mostra do Filme Marginal – Cinema e Emergência Ambiental: Imagens de um Futuro Possível é um evento audiovisual e educativo de dez dias de duração, que propõe uma reflexão sobre o cinema como ferramenta de imaginação e transformação social diante das urgências ambientais contemporâneas.Inspirada pela ecologia profunda, pelo pensamento decolonial e pelas questões relacionadas às mudanças climáticas, a mostra integrará arte, educação e reflexão crítica, com foco na representatividade de povos indígenas, comunidades negras, quilombolas, LGBTQIAPN+ e periféricas.Realização da 6ª Mostra do Filme Marginal nas cidade do Rio de Janeiro e de Salvador: 10 dias de exibições gratuitas, debates, oficinas e atividades educativas em escolas públicas e encontro cineclubista. Além de disponibilização em plataforma de streaming de filmes selecionados para o público de fora das cidades de realização.A programação, que será definida após o processo de curadoria, contemplará aproximadamente 100 filmes nacionais e internacionais, selecionados a partir de critérios de relevância temática, diversidade estética e compromisso social. Serão realizados também debates após as sessões, cinco oficinas de audiovisual e sustentabilidade, atividades educativas em escolas públicas e um encontro cineclubista dedicado à troca de experiências e articulação entre coletivos de exibição independente.Todos os eventos serão gratuitos e acessíveis, com recursos de Libras, audiodescrição e legendagem em parte das sessões. Os espaços de realização — que incluem centros culturais, salas de cinema, instituições de ensino e equipamentos públicos — serão definidos durante a etapa de pré-produção, conforme critérios de acessibilidade e descentralização territorial.A classificação indicativa varia de acordo com os filmes, mas contempla diversas faixas etárias.
Objetivo Geral Promover o cinema independente como ferramenta de conscientização das questões urgentes da atualidade, especialmente aquelas que se relacionam ao tema da edição - ecologia, sustentabilidade e justiça ambiental - fortalecendo a democratização cultural, a inclusão de vozes invisibilizadas e a formação de público.Objetivos EspecíficosRealizar na cidade do Rio de Janeiro e de Salvador os objetivos abaixo:Exibir cerca de 100 filmes (curtas, médias e longas) nacionais e internacionais com foco em emergência climática, justiça ambiental, ecologia e afins;Realizar 10 dias de programação, descentralizada entre cinemas, espaços culturais, escolas e universidades;Promover 10 debates com cineastas, pesquisadores e ativistas ambientais;Oferecer 6 oficinas gratuitas de audiovisual e sustentabilidade voltadas para estudantes, jovens e adultos interessados em audivisual;Oferecer atividades da programação em instituições públicas de ensino como escolas públicas e universidades, conectando cinema, ecologia e cidadania;Exibições online via plataforma de streaming.Organizar 1 encontro cineclubista para fortalecimento de redes independentes de exibição.Ampliar a estratégia de comunicação/ divulgação - além de cartazes impressos, catálogo e conteúdos digitais, aumentar o engajamento do público através de mobilizadores locais;Assegurar plena acessibilidade: Libras, legendagem, audiodescrição e espaços adaptados;Atingir 5.000 pessoas entre público presencial e virtual;Estimular a reflexão crítica sobre temas como racismo ambiental, luta por moradia, direitos indígenas, direitos das mulheres, diversidade de gênero e sustentabilidade;Contribuir para os ODS da Agenda 2030 (4, 10, 11, 13 e 16), integrando cultura, educação e justiça socioambiental.
A emergência ambiental é o tema mais urgente do século XXI e atravessa todas as dimensões da vida social e cultural. O Brasil, ao mesmo tempo guardião da maior floresta tropical do planeta e palco de profundas desigualdades sociais, é território central desse debate. Povos indígenas, comunidades quilombolas, populações periféricas e trabalhadores urbanos e rurais estão na linha de frente dos impactos da crise climática, seja pela devastação de seus territórios, pelo racismo ambiental, pela precarização da moradia ou pela vulnerabilidade diante de desastres ambientais.Nesse contexto, o cinema assume papel fundamental como linguagem de conscientização, registro, mobilização e imaginação. A 6ª Mostra do Filme Marginal se propõe a ser um espaço de visibilidade para produções independentes de qualidade que dificilmente chegam ao circuito comercial, reunindo mais de 100 filmes que abordam a temática principal da edição sob diferentes perspectivas. A mostra se insere no espírito da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), ao cumprir o disposto no Art. 1º _ incisos I, II e III, que incentivam a difusão cultural, a valorização da diversidade e a democratização do acesso, e no Art. 3º _ incisos II, IV, VI e VIII, que orientam a formação de público, a valorização da produção independente, a inclusão sociocultural e a integração entre cultura e educação. O cinema, pela potência imagética e pela capacidade de articular emoção e argumento, é linguagem privilegiada para dar visibilidade às causas e aos sujeitos da crise, e para projetar alternativas de futuro. A 6ª Mostra do Filme Marginal - Cinema e Emergência Ambiental: Imagens de um Futuro Possível, responde a essa urgência, propondo uma intervenção cultural gratuita, descentralizada e inclusiva, com mais de 100 filmes, debates, oficinas e ações educativas, conectando arte, ecologia e justiça social.A justificativa cultural, social e educacional desta proposta assenta-se em três pilares. O primeiro é a difusão qualificada de obras fora do circuito comercial: filmes realizados por coletivos indígenas, quilombolas, negros, periféricos e por mulheres e pessoas LGBTQIAPN+, muitas vezes produzidos sem patrocínio e com forte enraizamento comunitário, que raramente alcançam salas e plataformas. A mostra cria vitrine, memória e circulação para essas obras, ampliando o cânone e fortalecendo a diversidade audiovisual brasileira. O segundo pilar é a formação de público crítico, pela mediação cultural: debates, oficinas de audiovisual e sustentabilidade, atividades em escolas e universidades, que aproximam o espectador dos temas e dos processos de criação. O terceiro pilar é a democratização do acesso, com programação em espaços populares e periféricos, medidas robustas de acessibilidade comunicacional, arquitetônica e atitudinal (Libras, legendagem, audiodescrição, orientação de equipe, rotas acessíveis) e política de ingresso gratuito.O projeto se enquadra nos princípios e objetivos da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet). Atende ao Art. 1º, incisos I, II e III, ao incentivar a produção e difusão cultural, promover a diversidade e democratizar o acesso; e ao Art. 3º, incisos II, IV, VI e VIII, ao apoiar a produção independente, estimular formação de plateia, integrar cultura e educação e promover inclusão sociocultural. O investimento por renúncia possibilita gratuidade integral, alcance territorial ampliado, acessibilidade plena e remuneração justa de artistas e técnicos, garantindo transparência, contrapartidas e auditoria pública.Historicamente, a Mostra do Filme Marginal consolidou-se como plataforma de resistência cultural: cinco edições, centenas de obras exibidas, circulação por diferentes cidades e parcerias com escolas, universidades, cineclubes e agentes socioculturais, muitas vezes viabilizadas por crowdfunding e trabalho em rede. A 6ª edição aprofunda esse legado com ênfase na emergência ambiental e em protocolos de acessibilidade, ampliando o impacto com transmissão de debates, ações de formação e produção de acervos digitais (catálogo, registros e guias pedagógicos) de livre acesso. O foco em 2026 é expandir a territorialidade (centros culturais, praças, escolas, territórios periféricos), integrar redes cineclubistas e fortalecer capacidades locais por meio de oficinas e residências curtas.Os impactos esperados são culturais, sociais, educativos e ambientais. Culturalmente, amplia-se a circulação do cinema independente e a diversidade de narrativas e estéticas; socialmente, fortalecem-se redes de solidariedade e de defesa de direitos (terra, moradia, água, alimentação adequada, território); educacionalmente, fomentam-se competências de leitura crítica da mídia, alfabetização audiovisual e educação climática; ambientalmente, incorporam-se práticas de produção responsável (redução de resíduos, logística sustentável, fornecedores locais, compensação de emissões, acessibilidade material nos impressos). O projeto contribui diretamente para a Agenda 2030 (ODS 4 - Educação de Qualidade; ODS 10 - Redução das Desigualdades; ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis; ODS 13 - Ação Climática; ODS 16 - Paz, Justiça e Instituições Eficazes), articulando cultura, educação e cidadania.A pertinência do apoio por incentivo fiscal também se comprova pela relação custo-benefício social: programação gratuita, descentralizada e de alto alcance (meta de 5.000 pessoas presencial/online), com mais de 100 filmes, 10 debates, 5 oficinas, exibições eductivas em instituições públicas de ensino e encontros cineclubista; contrapartidas de visibilidade aos patrocinadores com responsabilidade socioambiental; e uma governança de produção que prioriza transparência, equidade de gênero e raça na equipe, contratação local e prestação de contas rigorosa. Os resultados serão monitorados por indicadores de acesso, diversidade, acessibilidade e engajamento digital, com relatório público ao final.Em 2026, quando eventos extremos tendem a se intensificar, retirar o cinema das bolhas e colocá-lo em diálogo com territórios impactados é tarefa urgente de política cultural. A Mostra do Filme Marginal opera como espaço de encontro entre arte e ação coletiva, promovendo memória, escuta e imaginação política. Ao mesmo tempo em que oferece fruição estética, reúne saberes tradicionais, acadêmicos e populares para construir agendas comuns. Apoiar este projeto é investir em direitos culturais, em educação climática e em democracia, convertendo a potência do audiovisual em ferramenta concreta de enfrentamento à destruição ambiental e de construção de futuros possíveis, mais justos, diversos e sustentáveis.
A programação será definida após o processo de curadoria, que selecionará aproximadamente 100 filmes nacionais e internacionais, em formatos de arquivo digital (MOV/MP4), com projeção em tela grande, sistema de som 5.1 ou estéreo, e suporte técnico de operação de imagem e som.Além das sessões de exibição, o evento contará com os seguintes produtos e atividades complementares:Debates e mesas-redondas realizados após as sessões, com convidados e mediadores, duração média de 60 minutos, estrutura composta por palco, microfones, sistema de som simples e intérprete de Libras.Cinco oficinas de audiovisual e sustentabilidade, com até 20 participantes cada, carga horária média de 2 horas/aula, voltadas a estudantes e jovens de comunidades periféricas.Atividades educativas em escolas públicas, com exibição de curtas-metragens, rodas de conversa e mediações pedagógicas - cerca de 3h de duração;Encontro cineclubista, com apresentação de experiências e estratégias de exibição comunitária, realizado em formato de seminário -cerca de 3h de duração;Todos os produtos serão gratuitos e acessíveis, com as seguintes adaptações de acessibilidade:Interpretação em Libras em todas as oficinas e debates;Sessões com legendagem sessão especial com audiodescrição - contratação de empresa especializada;Espaços com acessibilidade arquitetônica para pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes.A comunicação visual e digital do projeto contemplará website, redes sociais, catálogo digital e material impresso de divulgação, desenvolvidos em alta resolução (300 dpi), com identidade visual padronizada e linguagem acessível.O projeto contará ainda com registro fotográfico e audiovisual de todas as etapas, para fins de memória, prestação de contas e divulgação posterior.
A 6ª Mostra do Filme Marginal – Cinema e Emergência Ambiental: Imagens de um Futuro Possível adota um conjunto de medidas voltadas à ampliação da acessibilidade física, sensorial e comunicacional, assegurando o acesso de pessoas com deficiência a todas as etapas do projeto.Os espaços de realização serão selecionados com base em critérios de acessibilidade arquitetônica, garantindo condições adequadas de circulação e permanência para pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes, incluindo rampas, elevadores e sanitários adaptados.A curadoria da mostra dará prioridade à seleção de filmes com legendagem, ampliando o acesso para pessoas surdas e ensurdecidas. Todos os debates e oficinas contarão com intérprete de Libras, assegurando a comunicação e a participação plena do público com deficiência auditiva.Será realizada uma sessão especial com audiodescrição, voltada a pessoas com deficiência visual, acompanhada de mediação acessível e recursos de apoio. Essa ação busca estimular práticas inclusivas na experiência cinematográfica e sensibilizar o público geral para a importância da acessibilidade no audiovisual.Além disso, a comunicação digital e impressa do projeto observará boas práticas de acessibilidade comunicacional, com linguagem clara e materiais de fácil leitura, reforçando o compromisso da mostra com a inclusão e o direito de todos ao acesso à cultura.
A 6ª Mostra do Filme Marginal – Cinema e Emergência Ambiental: Imagens de um Futuro Possível tem como princípio a ampliação do acesso à produção audiovisual contemporânea e à reflexão crítica sobre as urgências ambientais e sociais do nosso tempo. Todas as atividades do projeto — exibições, debates, oficinas, atividades educativas e o encontro cineclubista — serão gratuitas e abertas ao público, assegurando a ampla participação da população.A programação será distribuída em diversos espaços culturais e educativos da cidade do Rio de Janeiro, priorizando locais com fácil acesso por transporte público e em regiões periféricas ou de menor oferta cultural. As sessões de filmes contarão com recursos de acessibilidade, como legendas descritivas, audiodescrição e interpretação em Libras em parte das atividades, de modo a garantir a inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual.Com o objetivo de descentralizar o acesso e estimular a formação de público, o projeto promoverá exibições especiais e atividades educativas em escolas públicas da rede estadual e municipal, levando o cinema e a temática ambiental a jovens e educadores. As cinco oficinas gratuitas de audiovisual e sustentabilidade serão voltadas prioritariamente a moradores de comunidades periféricas e estudantes de escolas públicas, incentivando a expressão criativa, o aprendizado técnico e o debate sobre práticas sustentáveis na produção cultural.A curadoria da mostra valoriza a diversidade étnica, de gênero e territorial, garantindo representatividade de povos indígenas, comunidades negras, quilombolas, LGBTQIAPN+ e periféricas tanto na seleção dos filmes quanto nas mesas de debate e nas atividades formativas. Dessa forma, o projeto contribui para o fortalecimento de vozes historicamente sub-representadas no campo audiovisual.A comunicação e divulgação do evento incluirão ações específicas de alcance comunitário e digital, com parcerias junto a coletivos culturais, cineclubes, universidades e organizações sociais, ampliando o acesso às informações e o engajamento do público.Com essas ações, a Mostra reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, o direito à participação cultural e o estímulo à consciência ambiental e social por meio do cinema como instrumento de imaginação e transformação.
EQUIPE PRINCIPAL - PRODUÇÃO EXECUTIVA | Gabi Holz - Mãe de dois, Produtora e Arte Educadora. Idealizadora do projeto infantil Lúdicas e do projeto de acolhimento materno infantil Casa Matre. Produziu a Mostra do Filme Marginal desde a primeira edição em 2017. Produziu o Cineclube Irajá e os filmes "Nossos Passos Seguirão Os Seus…" e "Carnaval de Rua é Festa do Povo".PRODUÇÃO EXECUTIVA | Uilton Oliveira - Soteropolitano, historiador, realizador audiovisual e cineclubista. Idealizador e curador da Mostra do Filme Marginal. Dirigiu os curtas: Encruza, Nossos Passos Seguirão os Seus, O Carnaval de Rua é Festa do Povo. Atua na pesquisa, curadoria, programação, produção e distribuição de filmes. Integra a APAN - Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro, onde colabora como Gestor de Conteúdo e Logística da Plataforma de Streaming Todesplay e no GT de Distribuição.COORDENAÇÃO GERAL | Janaina Oliveira ReFem - Diretora, Produtora Executiva, Pesquisadora e Educadora Audiovisual, Mestra pela UFF e Vice-presidenta da APAN (2023-2025). Diretora da premiada obra cinematográfica, "Joãosinho da Goméia, O Rei do Candomblé" (2020/RJ). Fez parte da realização de 9 edições dos Encontros de Cinema Negro Zózimo Bulbul. Atualmente, é Produtora Geral do Festival Internacional do Audiovisual Negro do Brasil - FIANB, Coordenadora Geral da Mostra do Filme Marginal e Curadora de Formação da Mostra Ifé.CONTROLLER | Josiane Monteiro - Carioca, bibliotecária graduada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e pós-graduanda em História da Cidade do Rio de Janeiro. Atua na pesquisa, na gestão da informação, gestão documental e na organização do conhecimento. Em 2024 colaborou como Controller e Assistente de Produção na 4ª Mostra do Filme Marginal.PRODUÇÃO | Roberta Holiday - Produtora, artista e cineasta, apaixonada pelo Mercado Criativo. Atuou como Assistente de Produção da Amostra Multilinguagens Corpos Visíveis e como Assistente de Direção do curta-metragem Encruza - O Filme. Em 2021 foi selecionada para o curso de Acessibilidade Cultural pela Oi Futuro. Em 2022 atuou como Assistente de Produção de Cobertura de Conteúdo, do Festival da Comunidade LED, e como Assistente de Produção do 3º Festival Corpos Visíveis em Madureira.PRODUÇÃO | Michelle Egito - Graduada em Comunicação Social - Cinema, especialista em divulgação científica e gestão de projetos. É produtora cultural e audiovisual há 9 anos com experiência em diversas linguagens. Também é educadora de audiovisual em ensino formal e não formal. ASSISTENTE DE CURADORIA | Tainá Bevilacqua - Multiartista, Tainá iniciou os estudos como atriz aos 14 anos. Formada em Publicidade, trabalhou como produtora em espetáculos teatrais, eventos de dança, novelas e exposições de arte. Em 2023, lançou seu primeiro curta “Você”, no qual é roteirista, diretora, produtora e atriz, conquistando Melhor Filme na mostra Primeiros Passos do 17° Curta Taquary -PE. Lançou seu livro performance “Palco Caderno”, pela editora Tamuatá, e acaba de realizar o seu segundo curta metragem “O som que o peito tem”.COMUNICAÇÃO | Rafael Daguerre - Fotojornalista, cinegrafista, editor, repórter e documentarista. Reconhecido pelo seu trabalho com foco em questões sociais, obtém vasta documentação de movimentos sociais e mobilizações populares, fruto de um longo trabalho com mais de uma década de dedicação, atravessando temas como racismo, violência policial, direito à moradia, violência de gênero e a causa indígenaCOMUNICAÇÃO | Luiza Ninov - Graduanda em Comunicação em Produção e Cultural pela UFBA, social media da produtora audiovisual Corpo Fechado, assistente de produção do Centro de Estudos Muldisciplinares em Cultura (CULT-UFBA) e coordenadora de comunicação na Mostra do Filme Marginal pelo segundo ano consecutivo. Com atuação no campo da cultura desde 2015 já realizou diversos eventos e projetos culturais além de desempenhar funções como direção e videomaker.DESIGNER | Cicero - Graduado em Design pela Universidade do Estado da Bahia, trabalha há mais de três anos em projetos na área.CURADORIA | Leila Xavier - Cineasta, professora , mestre e doutora em educação, com pesquisa e publicações sobre Cinema Negro. Gestora do Centro Cultural Conexões das Artes, Organizadora e autora do livro 21 Dias de ativismo Contra o Racismo. Realiza a curadoria dos Festivais: Encontro Internacional de Cinema Negro Zózimo Bulbul-Brasil África é outras Diásporas, Festival Brésil en Mouvements, Mostra do Filme Marginal entre outras. CURADORIA | Milena Manfredini - Cineasta, antropóloga, artista visual e professora. É formada em Antropologia pela PUC-Rio e mestre pelo Programa de Cultura e Territorialidades da UFF. Dirigiu e roteirizou os filmes Eu preciso destas palavras escrita, Guardião dos Caminhos, De um lado do Atlântico, Grandes Senhoras, Stella do Patrocínio e a gênese da poesia, entre outros. É roteirista do longa Chic Show (Globoplay). Atua como curadora em mostras e festivais de cinema e desenvolve obras comissionadas a convite de instituições de arte como o MAR, o IMS e outras. Desde 2017, dedica-se também à docência e à formação de jovens cineastas negros e periféricos. CURADORIA | Rosa Miranda - Diretora e Roteirista. É a primeira mulher negra formada em licenciatura em Cinema e Audiovisual na UFF. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense. Como cineasta realizou mais de 20 produções cinematográficas, além de produzir diversos eventos culturais ligados à promoção da sétima arte negra. CURADORIA | Uilton Oliveira - Soteropolitano, historiador, realizador audiovisual e cineclubista. Idealizador e curador da Mostra do Filme Marginal. Dirigiu os curtas: Encruza, Nossos Passos Seguirão os Seus, O Carnaval de Rua é Festa do Povo. Atua na pesquisa, curadoria, programação, produção e distribuição de filmes. Integra a APAN - Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro, onde colabora como Gestor de Conteúdo e Logística da Plataforma de Streaming Todesplay e no GT de Distribuição.PRODUÇÃO | Hannah Cavalcanti - Desenvolvedora Criativa de Projetos na Livre Essência Produções, escritora, roteirista, produtora cultural, pesquisadora. Doutora em Memória Social na Unirio, onde pesquisou sobre memória cultural, gênero e relações étnico-raciais. Principais projetos em que atuou: Olhares Reabertos ( proponente, edital de Fomento à Cultura Carioca, 2014) Mostra do Filme Marginal (produção executiva, realização da Corpo Fechado Produções - 2018, 2019, 2024); Poetização (proponente, Prêmio Arte Escola, 2021); FeminaCine – Mostra de Cinema Feminino de Países de Língua Portuguesa (proponente, Fomenta Festival - SECEC - 2021); Pequena África Viva (Elaboração/captação/produção - ISS Municipal/ Patrocínio Globo/proponente Instituto Pretos Novos-2021). PRODUÇÃO | Monica Miranda - Produtora com mais de 30 anos de trajetória, fundou a Acústica Produção e divulgação em 1998 em Belo Horizonte - passando a atuar também no Rio de Janeiro a partir de 2008. Principais projetos realizados: FESTCINE – Festival de cinema universitário de Belo Horizonte – Intercâmbio Brasil-Portugal (idealizadora e produção executiva, 2008 a 2011) – as três edições realizaram intercâmbio com países de língua portuguesa como Moçambique, Guiné Bissau e Angola; Imagem & Mulher em Foco – Exposição Fotográfica, ensaio fotográfico de mulheres com necessidades especiais (idealizadora e produção executiva, 2010-2011); Projeto Registros e Diálogos tecendo a Igualdade (idealizadora e produção executiva, 2010-2012); Olhares Reabertos (Coordenação geral, 2014); Mostra do Filme Marginal (produção executiva, 2019, 2023, 2024); FeminaCine - Mostra de Cinema Feminino de Países de Língua Portuguesa (idealizadora e produção executiva, 2021).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.