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O projeto Música Brasil Árabe consiste na realização de um documentário média-metragem, em formato 4K e duração de 60 minutos, que reconhece e difunde a contribuição árabe para a música brasileira. A obra reunirá depoimentos de artistas e pesquisadores, abordando a influência árabe na formação da MPB e seu legado contemporâneo (produto principal). O projeto inclui ações de mediação cultural e acessibilidade, como exibições gratuitas em projetos sociais musicais do Rio de Janeiro, criação de um site que hospedará trailer e making of, e sessões de estreia aberta ao público (produtos secundários). A iniciativa prevê ainda contratação de jovens profissionais do audiovisual, promovendo inclusão sociocultural.
Sinopse FílmicaMúsica Brasil Árabe é um documentário de média-metragem que revela a influência árabe na formação da música brasileira, conectando gerações de artistas, famílias e histórias que ajudaram a moldar o som do país. Por meio de entrevistas, arquivos inéditos e performances musicais, o filme percorre memórias e trajetórias de músicos descendentes de imigrantes libaneses, sírios e palestinos que contribuíram para a canção popular desde os tempos da Rádio Nacional até a MPB contemporânea. Entre o Brasil e o Oriente Médio, o documentário propõe um olhar sensível sobre pertencimento, identidade e diversidade cultural, celebrando a arte como elo entre povos e tempos distintos.Sinopse TécnicaCom 60 minutos de duração e formato 4K digital, o documentário combina depoimentos, material de arquivo e registros atuais captados em locações no Rio de Janeiro e São Paulo. A narrativa, conduzida por personagens e vozes que atravessam o século XX e o presente, aborda o legado musical e humano de famílias árabes que se estabeleceram no Brasil e integraram, com originalidade, os sons do Oriente às harmonias e ritmos brasileiros. A obra tem como objetivo principal valorizar a diversidade cultural e reconhecer a contribuição árabe na construção da música popular brasileira, reforçando o intercâmbio cultural entre o Brasil e o Oriente Médio. O documentário será finalizado com som 5.1, legendas descritivas (SDH), janela de Libras e audiodescrição, e exibido em o documentário será disponibilizado para festivais e canais de mídias parceiras. Música Brasil Árabe é uma realização da CINEMAR, com apoio da Academia Líbano-Brasileira de Letras, Artes e Ciências e do Canal Arte 1 como primeiro licenciatário.
Objetivo GeralRealizar um documentário média-metragem, em formato 4K e duração de 60 minutos, que reconheça e difunda a contribuição árabe para a música brasileira, acompanhado de ações de mediação cultural acessíveis e exibições gratuitas em projetos sociais musicais, promovendo o intercâmbio cultural entre o Brasil e o Oriente Médio e a valorização da diversidade cultural brasileira.Objetivos Específicos[PRODUTO PRINCIPAL] Média-metragem (AUDIOVISUAL): Realizar 1 média-metragem, em formato 4k, de aproximadamente 60 minutos e som 5.1, com 1 master final com acessibilidade: legendas descritivas, libras e audiodescrição. Meta de alcance: 10.000 visualizações nos seis primeiros meses após o lançamento (produto 1a).[PRODUTO PRINCIPAL] Média-metragem (AUDIOVISUAL): Oferecer 6 vagas de formação prática para jovens profissionais em funções de assistência — produção, direção, fotografia, iluminação, arte e som —, sob supervisão da equipe técnica da CINEMAR (produto 2a).[PRODUTO SECUNDÁRIO] Contrapartidas Sociais: Realizar no mínimo três exibições gratuitas com possíveis parceiros em projetos sociais musicais no Rio de Janeiro, cada uma seguida de um debate mediado com artistas e especialistas. Todas as sessões contarão com intérprete de Libras. Público presencial estimado: 300 pessoas (aproximadamente 100 por sessão) (produto 2a).[PRODUTO SECUNDÁRIO] Sítio de Internet - AUDIOVISUAL: Criação de um site em Português e Inglês para divulgar o filme, incluindo um trailer de 1 minuto e um making of de 3 minutos. Este e demais conteúdos de divulgação do filme serão veiculados também em plataformas digitais e redes sociais (YouTube, Instagram e no próprio site). Meta de alcance digital: 13.000 visualizações (produto 2b).[PRODUTO SECUNDÁRIO] Festival/Mostra - AUDIOVISUAL: Realizar 4 pré-estreias do documentário em sessões com acesso gratuito, duas no Rio de Janeiro e duas em São Paulo, preferencialmente em locais com acessibilidade. Público presencial estimado: 400 pessoas (produto 2c).Beneficiários totais estimados: 23.700 pessoas.
O projeto Música Brasil Árabe nasce da necessidade de registrar e difundir a influência dos povos árabes na formação da música popular brasileira. Trata-se de um documentário média-metragem, que propõe um mergulho histórico e afetivo nas contribuições culturais trazidas por imigrantes libaneses, sírios e turcos que chegaram ao Brasil no final do século XIX. Ao longo de gerações, esses povos se integraram à sociedade brasileira, deixando um legado artístico e humano que moldou parte essencial da nossa identidade cultural.Estima-se que mais de 11 milhões de brasileiros sejam descendentes árabes, uma das maiores comunidades fora do Oriente Médio. Essa presença ajudou a construir a cultura contemporânea brasileira em múltiplas dimensões, inclusive na música. Da era da Rádio Nacional aos movimentos modernos da Bossa Nova e da MPB, artistas de origem árabe deixaram marcas inextinguíveis: os irmãos Faissal, Ivon Curi, Jorge Faraj, Antonio Nássara e David Nasser, Tito Madi, Sérgio Ricardo, Nonato Buzar, Wanderléa, Evandro Mesquita, Frejat, João Bosco, Fagner, Zeca Baleiro, Almir Sater, Egberto Gismonti, Kleiton & Kledir, entre tantos outros. São vozes e composições que revelam uma herança que permanece viva, ainda que pouco reconhecida pela historiografia musical brasileira.A proposta do filme é valorizar a diversidade cultural e reconhecer a contribuição árabe como parte constitutiva da música brasileira. A narrativa combinará entrevistas, imagens de arquivo, memória material familiar, performances musicais, construindo uma ponte simbólica entre as duas culturas. O documentário pretende despertar pertencimento, estimular o diálogo intercultural e contribuir para o fortalecimento de uma memória coletiva inclusiva.Do ponto de vista legal, o projeto se insere nos objetivos da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), atendendo ao Art. 1º, incisos I e II, que determinam a facilitação do acesso às fontes da cultura e o estímulo à produção, promoção e difusão de bens culturais; ao Art. 2º, §1º, que prevê o acesso amplo e gratuito aos bens culturais; e ao Art. 3º, incisos I e IV, que incentivam a formação artística e a democratização de acesso por meio de exibições públicas e ações de inclusão. A proposta também se alinha à Convenção da UNESCO sobre a Diversidade das Expressões Culturais (2005), ratificada pelo Brasil, ao promover o diálogo e a representatividade das heranças árabes.O projeto reforça o papel da cultura como instrumento de integração social e educação, ao realizar exibições gratuitas acessíveis em parceria com projetos sociais musicais na cidade do Rio de Janeiro, em instituições que promovem ensino gratuito de música em comunidades de baixa renda. As sessões incluirão debates mediadores, serviços de Intérprete de Libras, garantindo o direito de fruição plena, conforme as diretrizes do Decreto nº 5.296/2004 e da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015).A iniciativa também promove a inclusão produtiva no setor audiovisual com a co-produção da jovem produtora Caieira Filmes, e a contratação de jovens profissionais egressos de cursos de formação em funções técnicas (produção, direção, arte, fotografia, iluminação e som). Essa ação contribui para o fortalecimento de novas cadeias produtivas criativas, atendendo ao Art. 3º, inciso I, alínea "d", da Lei Rouanet, que estimula a participação de novos talentos em projetos culturais.Com parceria em andamento com o Canal Arte 1, o documentário prevê futura exibição em sua grade, ampliando o alcance nacional e fortalecendo a difusão cultural da obra. Essa parceria contribui para a democratização do acesso e reafirma o compromisso do projeto com a valorização do cinema e da cultura brasileira.Mais que um filme, este projeto é um gesto de reconhecimento. Reconhece a força da imigração árabe como parte essencial da identidade brasileira; reconhece a música como linguagem universal de encontro entre povos; e reconhece a arte como ferramenta de preservação da memória e de promoção da diversidade. Valorizando a música como um dos ativos culturais mais valiosos do Brasil, que combinado com a diversidade étnica, gera um alcance mundial e torna a nossa cultura única e plural.Ao documentar essa herança, Música Brasil Árabe contribui para o fortalecimento do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) e reafirma os princípios constitucionais da cultura como direito de todos e dever do Estado, conforme o Art. 215 da Constituição Federal. É, portanto, uma iniciativa que integra arte, educação, memória e inclusão, valores que são fundamentais para a construção de um Brasil que se reconhece em sua pluralidade e projeta sua cultura no mundo com orgulho e identidade.
PARCERIASO projeto Música Brasil Árabe conta com a coprodução da jovem produtora Caieira Filmes, fortalecendo a participação de empreendimentos audiovisuais emergentes e de base comunitária na cadeia produtiva nacional.Conta também com o apoio institucional da Academia Líbano-Brasileira de Letras, Artes e Ciências (ALB), que atuará como parceira na difusão do filme no Brasil e no Oriente Médio, por meio de sua rede de intercâmbio cultural.Em andamento, o Canal Arte 1 deverá ser o primeiro licenciatário do documentário, assegurando sua exibição em território nacional e ampliando o alcance do público após a finalização.Possíveis Parceiros de projetos sociais musicais na cidade do Rio de Janeiro: ASMB, Rio de Música e Associação Musical Favela Brass.PLANO DE DIVULGAÇÃOA chancela e identidade visual do projeto serão aplicadas em todas as peças de divulgação, conforme as normas da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (SEFIC/MinC).O plano de comunicação contemplará ações integradas de divulgação digital, materiais físicos e eventos presenciais, visando ampliar o alcance do documentário e a participação do público.PLANO DE DIVULGAÇÃOA chancela e identidade visual do projeto serão aplicadas em todas as peças de divulgação, conforme as normas da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (SEFIC/MinC). O plano de comunicação contemplará ações integradas de divulgação digital, materiais físicos e eventos presenciais, visando ampliar o alcance do documentário e a participação do público.DIVULGAÇÃO DIGITALCriação e manutenção do site oficial, com trailer, making of, sinopse e informações sobre as exibições.Campanha em redes sociais (Instagram, Facebook e YouTube) com posts, teasers e conteúdos sobre o processo de produção e bastidores.Envio de newsletter e press release digital para veículos de imprensa, portais culturais e plataformas de streaming.Utilização de hashtags institucionais e temáticas como #PeterMedawar, #OCientistaBrasileiro, #CulturaCientífica, #CinemaBrasileiro, além de parcerias com influenciadores e comunicadores de ciência e cultura para ampliar o alcance da divulgação.PEÇAS FÍSICASCriação de cartaz oficial, banners, flyers e folders informativos com a chancela do projeto e informações sobre exibições e parceiros.Impressão de materiais educativos para distribuição durante as exibições públicas (programa do filme, ficha técnica, contexto histórico e QR code para o sítio).Aplicação da identidade visual e logomarcas obrigatórias nas peças físicas, conforme o manual da Rouanet.
PRODUTO PRINCIPAL — Média-metragem (AUDIOVISUAL)Gênero: Documentário cultural.Duração: 60 minutos.Formato de captação: Digital 4K.Formato de finalização: DCP e ProRes 4K.Som: 5.1 com mixagem profissional.Idioma: Português, com legendas em inglês, francês e árabe para difusão internacional.Versões acessíveis:Legendas descritivas (SDH);Audiodescrição;Janela de Libras para exibições públicas.Locações: Rio de Janeiro e São Paulo.Exibição prevista: Parceria em andamento com Canal Arte 1 para exibição na Grade do Canal e seus parceiros internacionais; busca por parceria em exibição em Canal de TV Libanês, através da Academia Líbano Brasileira de Letras Artes e Ciências; festivais nacionais e internacionais de documentários.PRODUTOS SECUNDÁRIOSProduto 2a – Contrapartidas Sociais:Tipo: Sessões públicas acessíveis.Quantidade: 3 exibições gratuitas em projetos sociais musicais.Formato: Exibição em DCP ou ProRes.Acessibilidade: Intérprete de Libras presencial e cópia com legendas SDH.Produto 2b – Sítio de Internet – AUDIOVISUAL:Tipo: Criação de site institucional do projeto.Conteúdo: Trailer (1 min), making of (3 min), fotos, sinopse, ficha técnica e notícias.Plataformas de difusão: Site próprio, YouTube, Instagram e Facebook.Os custos referentes a esse produto compreendem a criação de um site bilíngue (Português e Inglês) para divulgação do filme, incluindo um trailer de 1 minuto e um making of de 3 minutos. Esses e demais conteúdos de comunicação serão veiculados também em plataformas digitais e redes sociais (YouTube, Instagram e no próprio site), com meta de alcance digital de 13.000 visualizações.Tais despesas estão incluídas nos custos vinculados de comunicação, conforme previsto na IN nº 23/2025, por se tratarem de ações de divulgação institucional e democratização do acesso ao conteúdo cultural.Produto 2c – Estreia do documentário:Tipo: Sessão pública gratuita.Formato: Projeção DCP.Acessibilidade: Cópia com legendas SDH e intérprete de Libras presencial.ESTIMATIVA DE PÚBLICO E ALCANCEConsiderando a natureza contínua da difusão audiovisual, o projeto estima um público inicial total de aproximadamente 23.600 pessoas, distribuídas conforme as metas de cada produto:Trailer (1 min): 5.000 visualizações;Making of (3 min): 5.000 visualizações;Filme (60 min): 10.000 visualizações nos seis primeiros meses após o lançamento (TV, streaming e festivais);Site e materiais digitais: 3.000 acessos;Exibições sociais acessíveis (3 sessões): 300 pessoas (cerca de 100 por sessão);Sessão de estreia: 300 pessoas.Essas metas refletem o alcance potencial inicial e consideram a continuidade da difusão após o encerramento da execução, incluindo exibições em festivais, canais e plataformas digitais, garantindo ampliação progressiva do público e da acessibilidade ao conteúdo cultural.
O projeto Música Brasil Árabe integra ações de acessibilidade em todas as suas etapas, produção, exibição e difusão, garantindo o acesso pleno ao conteúdo por pessoas com deficiência. As medidas seguem o Decreto nº 5.296/2004, a Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência) e os princípios de acessibilidade cultural previstos nas políticas do Ministério da Cultura. As despesas para cada ação foram incluídas nos custos vinculados de Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis, conforme IN 23/2025:1) NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEL:- O site oficial do projeto será desenvolvido com recursos de acessibilidade digital, compatível com softwares leitores de tela e com alto contraste de cores.- Todas as imagens e publicações nas redes sociais trarão descrições alternativas utilizando hashtags como #PraCegoVer e #PraTodosVerem.- O trailer e o making of serão disponibilizados com legendas descritivas (LSE), atendendo às pessoas com deficiência auditiva.- As peças gráficas digitais e impressas trarão o símbolo internacional de acessibilidade e informações claras sobre acessos físicos e comunicacionais das exibições públicas.2) NO ASPECTO COMUNICACIONAL E CONTEÚDO DO PROJETO:DEFICIÊNCIA INTELECTUAL - O material educativo e o conteúdo do site serão redigidos em linguagem simples e direta, evitando termos técnicos e privilegiando clareza e objetividade.- Serão utilizados recursos visuais de apoio, como ícones, cores e imagens, a fim de facilitar a compreensão das informações.- As mediações culturais nas exibições gratuitas adotarão linguagem acessível e pausada, promovendo a inclusão de públicos diversos.DEFICIÊNCIA VISUAL - O documentário e o trailer terão versão com audiodescrição narrando elementos visuais relevantes, como cenários, expressões e transições.- O site prevê descrições alternativas, garantindo navegação adequada por pessoas cegas ou com baixa visão.DEFICIÊNCIA AUDITIVA - O filme, o trailer, o making of e os vídeos de divulgação serão produzidos com legendas descritivas (SDH) e janela de Libras.- Nas exibições públicas gratuitas e na sessão de estreia, será disponibilizado intérprete de Libras presencial, garantindo acessibilidade comunicacional durante as falas, apresentações e debates.- A adoção de legendas SDH nos produtos digitais e Libras presencial nas atividades presenciais assegura acessibilidade efetiva e proporcional à natureza de cada produto, conciliando inclusão e viabilidade técnica.3) NO ASPECTO ARQUITETÔNICO DO PROJETO:DEFICIÊNCIA FÍSICA- As exibições públicas buscarão ser realizadas em espaços acessíveis, com rampas, elevadores e banheiros adaptados, conforme as diretrizes do Decreto nº 5.296/2004.- Será dada preferência a locais que garantam acessibilidade física e conforto a pessoas com mobilidade reduzida.- O projeto se compromete a divulgar previamente as condições de acesso em cada local de exibição, informando de forma transparente sobre os recursos disponíveis.- Sempre que possível, serão reservados assentos preferenciais e rotas acessíveis para pessoas com deficiência e seus acompanhantes.
[PRODUTO PRINCIPAL] Média-metragem (AUDIOVISUAL)O projeto prevê a contratação da jovem produtora Caieira Filmes como co-produtora do documentário, fortalecendo a participação de empreendimentos audiovisuais emergentes e de base comunitária na cadeia produtiva nacional. A parceria assegura o envolvimento direto de uma empresa conduzida por jovens profissionais formadas em cursos de cinema e audiovisual, ampliando as oportunidades de prática profissional e de desenvolvimento técnico.[PRODUTO PRINCIPAL] Média-metragem (AUDIOVISUAL)O projeto contempla a contratação de jovens profissionais egressos de cursos de formação audiovisual que nunca participaram de longas-metragens anteriormente.Serão disponibilizadas 6 vagas destinadas às funções de assistência: produção, direção, fotografia, iluminação, arte e som, sob supervisão da equipe técnica da proponente.Essa iniciativa busca promover a inclusão produtiva e a diversidade na produção audiovisual brasileira, assegurando que novos talentos, e microprodutoras independentes tenham acesso efetivo às oportunidades de trabalho e coautoria em obras de relevância cultural.[PRODUTO SECUNDÁRIO] Contrapartidas SociaisSerão realizadas três exibições gratuitas acessíveis em projetos sociais musicais do Rio de Janeiro, em instituições que promovem ensino gratuito de música em comunidades de baixa renda.Cada exibição será seguida de um debate mediado com artistas, educadores e/ou especialistas, abordando a influência da cultura árabe na música brasileira e a importância da diversidade cultural. Todas as sessões contarão com intérprete de Libras presencial.As contrapartidas sociais cumprem o papel de democratizar o acesso ao conteúdo audiovisual, levando o documentário a públicos que raramente têm oportunidade de participar de eventos culturais gratuitos e inclusivos.[PRODUTO SECUNDÁRIO] Festival/Mostra - AUDIOVISUAL:Serão realizadas quatros sessões de pré-estreias gratuitas do documentário, com presença da equipe técnica, convidados e representantes de instituições parceiras.O evento contará com debate aberto ao público, apresentando o processo criativo e os temas científicos abordados na obra, fortalecendo o diálogo entre cinema, conhecimento e sociedade.As pré-estreias integram as ações de democratização de acesso, garantindo que o lançamento do filme seja um momento de encontro formativo e inclusivo, aberto a estudantes, educadores e comunidades locais.[PRODUTO SECUNDÁRIO] Sítio de Internet - AUDIOVISUALSerá criado um site oficial do projeto para divulgar o documentário e seus bastidores, reunindo trailer, making of, fotos, sinopse, entrevistas e informações sobre as exibições gratuitas. O site e as redes sociais do projeto também funcionarão como ferramenta de difusão contínua, assegurando o acesso gratuito ao público em geral, inclusive após a conclusão da execução. Com isso, amplia-se o impacto social do projeto, reforçando os princípios da Lei Rouanet (Art. 1º, incisos I e II) e do Art. 215 da Constituição Federal, que asseguram o direito de todos ao acesso à cultura e à fruição dos bens culturais.
PRODUTOR EXECUTIVO e CO-DIREÇÃO: Roberto Faissal, ABCRoberto Faissal é produtor, diretor de fotografia e conselheiro da Associação Brasileira de Cinematografia (ABC), entidade que fundou em 2000 e presidiu no biênio 2007/2008. Sócio-diretor da CW.CINEMAR – W. Faissal Produções Artísticas e Comunicações Ltda., produtora fundada em 1996, atua há mais de 25 anos na realização e gestão de obras audiovisuais para cinema e televisão. Sob sua direção executiva, a CINEMAR produziu séries e documentários para canais como Globosat, TV Brasil e Canal Brasil, em coprodução com o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/BRDE/ANCINE).Especialista em produção e direção de fotografia subaquática, Faissal coordenou projetos técnicos e artísticos para grandes emissoras, incluindo as produções da abertura da série Onde Está Meu Coração e das sequências subaquáticas de Ilha de Ferro 2 (TV Globo). Foi responsável pela produção executiva e realização da exposição “Vittorio Storaro – Luz e Cor” no MAM Rio, premiada pela ACCERJ como Melhor Evento Cinematográfico de 2018.Entre seus trabalhos mais recentes estão: o documentário Entre Museus (Museu do Amanhã/Fondation ENGIE), MPB73 – O Ano da Reinvenção (Canal Brasil/FSA/BRDE/ANCINE), Museu do Amanhã – 1 Ano, LCD Awards (2017 e 2018) e as séries Sobre Rochas e Submerso (Canal +Globosat). Sua trajetória une sólida experiência técnica e sensibilidade artística, consolidando-o como um dos principais nomes da produção executiva e da cinematografia brasileira contemporânea.PESQUISA E ROTEIRO: Silvia AntibasHistoriadora formada pela PUC-SP, com especialização em Estratégias de Desenvolvimento Cultural pela Universítio d’Avignon (França). Atuou por mais de 36 anos na Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, onde coordenou o Departamento de Museus e Arquivos e presidiu a Comissão de Análise de Projetos do ProAC/ICMS (2013–2015). Desde 2013, é Diretora Cultural da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, onde realiza curadorias e projetos culturais bilaterais nas áreas de cinema, música e artes visuais. Em 2020, foi agraciada com o 17º Prêmio UNESCO/Sharjah para Cultura Árabe, e é membro fundadora do grupo ArabLatinos, iniciativa da UNESCO e Fundação Sultão Bin Abdulaziz Al Saud. Desde 2023, ocupa a vice-presidência de Comunicação e Marketing da Câmara Árabe.DIREÇÃO, PESQUISA E ROTEIRO: TÁRIK DE SOUZA FARHATJornalista e crítico musical, iniciou carreira na revista Veja em 1968 e foi colunista do Jornal do Brasil por mais de 30 anos. Autor e coautor de diversos livros sobre música brasileira, como “Tem mais samba” – das raízes à eletrônica (Editora 34, 2003) e 300 discos importantes da Música Brasileira (Paz e Terra, 2008). Foi roteirista e apresentador dos programas MPBambas e O Som do Vinil (Canal Brasil), além de consultor da Enciclopédia Virtual de Música do Itaú Cultural. Dirigiu coleções editoriais sobre a MPB, participou de documentários como Coisa Mais Linda – A História da Bossa Nova e foi curador da exposição Bossa 60 – Passo a Compasso (BNDES, 2018). É uma das principais referências da crítica musical brasileira contemporânea.DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: JOÃO W. FAISSALDiretor de Fotografia e operador de câmera com experiência em produções televisivas e cinematográficas no Brasil e no exterior. Atua em projetos autorais e corporativos pela CINEMAR. [Link IMDb: https://www.imdb.com/it/name/nm4948281/]DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: AMINA NOGUEIRAÉ produtora executiva na Capivara Movies, formada em Cinema pela UFF e especializada em desenvolvimento de projetos e coprodução internacional.Entre 2019 e 2024 integrou a equipe da Bubbles Project, atuando em produções premiadas como “Malu” (Pedro Freire, Sundance e Melhor Filme no Festival do Rio 2024) e “Debaixo do Imbondeiro” (Valentina Homem). Coordenou coproduções internacionais como “Puan” (Maria Alché e Benjamin Naishtat) e “La Estrategia del Mero” (Edgar de Luque), além de representar a produtora em mercados como Berlinale Co-Production Market, Ventana Sur e Brasil Cinemundi.Dirigiu o curta “Masar – Caminhos à Mesa” (Festival do Rio 2021) e colaborou em projetos exibidos em Cannes, Rotterdam e Olhar de Cinema.COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: SARAH WANDERMUREMProdutora audiovisual, legendadora e tradutora (ESP/ING). Bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense, com período de estudos na Universidad Tres de Febrero (Argentina). Atua no desenvolvimento de curtas e conteúdos digitais, com experiência em análise técnica de roteiros, gestão de equipes e produção cultural. Trabalhou em projetos para AdoroCinema e SensaCine México, e na produção de eventos culturais como o 4º Festival de Cinema do BRICS. Fala inglês e espanhol avançados e francês básico.SUPERVISÃO DE SOM: RAÍSSA CELINARaíssa Celina é indígena (etnia Guajajara), Doutora em Ciências Ambientais (UERJ, 2022) com ênfase em racismo estrutural, conflitos territoriais, economia ambiental e análise de dados estatísticos. É cineasta, sob o DRT n°0005422/RJ. É educadora social, pesquisadora e realizadora de documentários etnográficos. É instrutora de Som Direto, da ABC Cursos de Cinema (2023- atual). No audiovisual, atua principalmente como Supervisora de Som, com foco em narrativas ambientais, sociais e étnicas.ACESSIBILIDADE: GEORGEA RODRIGUES E CIDA LEITEGeorgea Rodrigues é audiodescritora, roteirista e narradora, com graduação em Artes Cênicas e Jornalismo e especialização em Audiodescrição pela UFJF. Atua há 28 anos como dubladora, locutora e jornalista, com nove anos de experiência em audiodescrição. Certificada pela Audio Description Associates LLC (Dr. Joel Snyder), é proprietária da empresa Inclusive Acessibilidade Produção Cultural.Aparecida Pereira Leite (Cida Leite) é audiodescritora e consultora, graduada em História (UFRJ) e em Direito (Universidade Estácio de Sá). Iniciou sua formação em audiodescrição em 2013, com certificação pela Audio Description Associates LLC sob treinamento do Dr. Joel Snyder. Atua há oito anos como consultora e instrutora, com foco em acessibilidade cultural.Juntas, serão instrutoras e produtoras da acessibilidade do projeto, abrangendo audiodescrição, libras, legendagem descritiva e práticas inclusivas de comunicação.MONTAGEM — TAINÁ MENEZESTainá Menezes é montadora de cinema e televisão. Doutoranda e mestre em Cinema e Audiovisual pelo PPGCine-UFF, graduou-se em Cinema pela Universidade Paris 8, na França, e possui especializações em Montagem Cinematográfica pela EICTV (Cuba) e em Cinema Documentário pela ENS Louis Lumière (França). Atua profissionalmente como montadora no Brasil desde 2009, com experiência em séries e longas para canais como GNT, Canal Brasil, Discovery Channel e TV Brasil.Entre seus trabalhos destacam-se as séries Amores Livres, Compulsão, Família é Família (dir. João Jardim), Chabadabadaá, Amores Cubanos e Vizinhos, além dos documentários Brasil vs Brasil (dir. Marcos Prado) e Memória Cubana (dir. Alice de Andrade), premiado em Santiago de Cuba. Dirigiu o longa Circo Voador – A Nave e o curta Insondable, vencedor do prêmio de melhor curta pela Cinemateca Francesa Henri Langlois. É professora titular de Montagem na EICTV – Escola Internacional de Cinema e Televisão de Cuba e coautora da publicação Noticiero ICAIC Latinoamericano (Sorbonne–INATHÈQUE).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.