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PRONAC 2510152Autorizada a captação total dos recursosMecenato

1790: Vila Nova da Rainha, uma história não contada

49.195.271 ANTONIO VERISSIMO DE SOUZA SEGUNDO
Solicitado
R$ 917,1 mil
Aprovado
R$ 917,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PB
Município
Montadas
Início
2026-01-01
Término
2028-01-01
Locais de realização (1)
Montadas Paraíba

Resumo

A proposta visa a produção de um média-metragem documental sobre a história da emancipação política de Campina Grande, com entrevistas, animações digitais, reconstituições históricas e cartográficas inéditas. Propõe-se um resgate histórico para a cultura e a identidade do povo paraibano, destacando como eventos do passado moldaram o presente e o futuro da região.Adicionalmente, o filme será disponibilizado gratuitamente na internet e exibido em universidades públicas.

Sinopse

Em 1790: Vila Nova da Rainha, uma história não contada, o espectador é conduzido por uma investigação histórica que revela os bastidores da emancipação política de Campina Grande, na Paraíba, ocorrida em 20 de abril de 1790. O média-metragem documental resgata a disputa entre Campina Grande e o então Cariri de Fora pela oficialização como município, expondo os interesses políticos, as estratégias adotadas e os personagens envolvidos nesse embate decisivo.A obra mergulha nas origens indígenas da região e nas condições geográficas, econômicas e sociais do século XVIII, oferecendo uma leitura crítica e contextualizada dos fatores que levaram à escolha de Campina Grande como Vila Nova da Rainha. Por meio de entrevistas com historiadores e especialistas, o filme desconstrói a narrativa oficial e revela como a verdadeira data de emancipação foi apagada da memória coletiva, sendo substituída por outra, 74 anos depois.Com classificação indicativa livre, mais do que um resgate histórico, 1790 é um manifesto audiovisual pela valorização da identidade paraibana, da memória popular e da autonomia narrativa dos povos do Planalto da Borborema.

Objetivos

Objetivo Geral: Produzir um média-metragem documental sobre a história da emancipação de Campina Grande, promovendo um resgate histórico para a cultura e a identidade do povo paraibano. Objetivos Específicos:Produto Principal: Média-metragem- Produzir um média-metragem de 70 minutos sobre a história da emancipação política de Campina Grande;- Documentar e resgatar historicamente a data original do acontecimento;- Realizar análise documental, entrevistas, filmagens de campo, animações digitais e reconstruções cartográficas inéditas;- Disponibilizar o filme gratuitamente no Youtube, alcançando cerca de 50 mil visualizações no primeiro mês após o lançamento e 150 mil no primeiro ano (Conteúdo Evergreen). Produto Secundário: Obra exibida- Realizar um evento de lançamento do filme em Campina Grande;- Realizar a exibição do filme em duas universidades públicas da Paraíba;- Alcançar um público de 1.000 pessoas no evento de lançamento e exibições.

Justificativa

A Paperclip é uma produtora cinematográfica paraibana que atua de forma independente, com foco na criação de documentários que resgatam e valorizam a história e o patrimônio cultural da Paraíba. Através das produções de curta, média e longa-metragem promove a conscientização histórica e educacional. A produtora também realiza serviços de digitalização e restauração de fotografias e vídeos antigos através do processo de remasterização e mantém o Arquivo Histórico de Montadas, uma iniciativa do diretor Tony Veríssimo voltado ao registro de memórias e vivências da população paraibana. Em 2023, com a Lei Paulo Gustavo, pôde produzir Bodocongó, documentário aclamado pela crítica e amplamente reconhecido no estado pela sua relevância, que está disponível gratuitamente no Youtube. Em 2024, realizou sessões do Cinema Itinerante em escolas públicas do estado, enfatizando o compromisso de democratizar o acesso à cultura e informação.O média-metragem aqui proposto, 1790: Vila Nova da Rainha, uma história não contada, propõe o resgate da verdadeira narrativa sobre a emancipação política de Campina Grande, destacando sua origem indígena e os conflitos históricos de Cariri de Fora e Campina Grande. Ao revisitar esse episódio sob uma perspectiva local e não colonizadora, o projeto contribui para a valorização da memória popular e da identidade cultural paraibana. A obra também aborda o apagamento histórico da data original de emancipação — 20 de abril de 1790 — substituída equivocadamente por outra, 74 anos posterior, revelando como esse esquecimento impacta a construção da história oficial, há muito tempo debatida no município. Com entrevistas de especialistas e análise geopolítica do século XVIII, o documentário oferece uma ferramenta educativa e crítica, fortalecendo o senso de pertencimento e a consciência histórica da população. Como parte da estratégia de democratização do acesso e ampliação do impacto cultural, o projeto prevê três exibições públicas: duas sessões em universidades públicas da Paraíba, com entrada gratuita e espaço para debate, e um evento de lançamento especial, que reunirá autoridades locais, pesquisadores e representantes da comunidade. Essas ações visam estimular o diálogo sobre a história regional, promover o engajamento acadêmico e garantir que o conteúdo alcance diferentes públicos de forma acessível e significativa.Com a proposição do projeto à Lei Rouanet, salientamos os princípios intrínsecos ao trabalho realizado pela Paperclip que dialogam diretamente com a Lei nº 8.313 de 1991, principalmente os que correspondem aos incisos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Na planilha orçamentária previu-se a aquisição de equipamentos de iluminação, som e vídeo, que serão utilizados para as gravações do documentário e alguns, também nos eventos de exibição. Foi realizada uma pesquisa de mercado e a compra mostra-se mais vantajosa que a locação diante das diversas gravações previstas e das dificuldades logísticas de Montadas (PB), onde não há empresas especializadas nesse tipo de serviço, exigindo deslocamentos constantes até João Pessoa (160 km), considerando a dificuldade de encontrar equipamentos específicos mesmo em Campina Grande, com custos adicionais de transporte, diárias e alimentação. Assim, a aquisição dos equipamentos representa melhor custo-benefício, pois o valor acumulado da locação superaria o investimento em poucos dias de uso. Os equipamentos adquiridos permanecerão como infraestrutura técnica para futuras produções culturais no estado. As cotações seguem nos anexos proposta.

Especificação técnica

O média-metragem 1790: Vila Nova da Rainha, uma história não contada propõe uma abordagem documental investigativa, com foco na reconstrução da narrativa histórica da emancipação política de Campina Grande, ocorrida em 20 de abril de 1790. A estratégia de abordagem se baseia na articulação entre entrevistas com especialistas, análise de documentos históricos, imagens de arquivo e registros contemporâneos das localidades envolvidas. A ideia cinematográfica parte da visão de que a história oficial da Paraíba foi construída sob uma ótica colonizadora, silenciando vozes locais e apagando marcos fundacionais. O filme busca revelar os fenômenos políticos, sociais e culturais que levaram à escolha de Campina Grande como município, em detrimento do Cariri de Fora, destacando os embates, estratégias e personagens envolvidos. As locações previstas incluem Campina Grande, Montadas, São João do Cariri, Pilar, Recife e João Pessoa. Os personagens documentados serão historiadores, pesquisadores, moradores locais e lideranças culturais que contribuam com relatos e análises sobre o período abordado.O média-metragem terá duração estimada de 70 minutos, com captação em qualidade 4K, utilizando equipamentos de imagem e áudio de alta performance. A produção será dividida em etapas: pesquisa histórica, desenvolvimento de roteiro, pré-produção, filmagens, edição, finalização e distribuição. A estratégia de produção prioriza a contratação de profissionais locais, fortalecendo a cadeia produtiva audiovisual da Paraíba. A equipe técnica contará com diretor, roteirista, produtor executivo, fotógrafo, cenógrafo, operador de câmera e luz, técnico de som, apoio técnico, runner, editor e assistente de produção. A trilha sonora será original, composta para reforçar a ambientação histórica e emocional da obra. O áudio será captado com equipamentos de ponta, garantindo clareza e profundidade sonora. O produto final será entregue em Matriz Digital de Preservação - Arquivo no formato Matroska (.MKV), codec ffv1 com imagem e som encapsulados, sem compressão, com recursos de acessibilidade como legendas em português e tradução em libras, sendo depositados em arquivos separados (XVIII, c, i). Também serão produzidos materiais de divulgação, como teasers, cartazes e conteúdo para redes sociais.A linguagem cinematográfica adotada será híbrida, combinando o estilo documental clássico com elementos contemporâneos de narrativa visual. A direção pretende explorar planos abertos das paisagens do Planalto da Borborema, intercalados com close-ups intimistas durante as entrevistas, criando uma atmosfera de proximidade e reflexão. A fotografia será marcada por luz natural e enquadramentos que valorizam os espaços históricos e os rostos dos entrevistados. A montagem será fluida, com ritmo que respeite o tempo da fala e da contemplação, alternando entre trechos narrativos e momentos de silêncio visual, rica em reconstituições cartográficas de época, além de reconstituição de eventos históricos realizados através de IA. A trilha sonora será utilizada como elemento de ambientação e reforço emocional, sem sobrepor os depoimentos. O trabalho de som será minucioso, com captação limpa e mixagem que valorize a experiência auditiva. O filme será construído com atenção especial à coerência estética entre os setores de direção, fotografia, som, arte e montagem, buscando uma obra sensível, crítica e tecnicamente refinada.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL: Média-metragemNo aspecto arquitetônico: Não se aplica.No aspecto comunicacional e de conteúdo: Inclusão de legendas e tradução em Libras no documentário.Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis.No aspecto de comunicação e divulgação: Descrição de imagem em posts nas redes sociais e utilização de linguagem clara e acessível em todos os materiais.Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis.PRODUTO SECUNDÁRIO: Obra exibidaNo aspecto arquitetônico: Escolha de locais para a exibição livres de barreiras físicas e/ou que contem com rampas de acesso, além de banheiros adaptados. Item da planilha orçamentária: Não se aplica.No aspecto comunicacional e de conteúdo: Inclusão de legendas e interpretação em Libras no documentário, além de Intérprete de Libras no evento de lançamento para os momentos-chave. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis.No aspecto de comunicação e divulgação acessíveis: Descrição de imagem nos posts de divulgação das exibições; menção às medidas de acessibilidade adotadas nos locais de exibição e utilização de linguagem clara e acessível em todos os materiais.Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis.

Democratização do acesso

O projeto será integralmente gratuito, desde a disponibilização do filme no Youtube até os eventos de exibição. Conforme o Artigo 46 da IN 23/2025, irá prever as seguintes medidas de democratização de acesso: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;Ampliação de acessoO projeto irá prever conforme o Artigo 47 da IN 23/2025 as seguintes medidas de ampliação de acesso: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;

Ficha técnica

a. Proponente: PaperclipFunção no Projeto: ProdutoraCurrículo Resumido: A Paperclip é uma produtora cinematográfica independente sediada na Paraíba, com atuação voltada à criação de documentários que resgatam e valorizam a história e o patrimônio cultural do estado. Com produções em curta, média e longa-metragem, a empresa tem como missão promover a conscientização histórica e educacional por meio do audiovisual.Além da produção de filmes, a Paperclip realiza serviços de digitalização, restauração e remasterização de fotografias e vídeos antigos, contribuindo para a preservação da memória coletiva.b. Nome Completo: Antônio Veríssimo de Souza SegundoFunção no Projeto: Diretor Cinematográfico, Produtor Executivo e RoteiristaCurrículo resumido: Diretor, produtor, roteirista e editor paraibano, com atuação voltada à valorização do patrimônio histórico e cultural da Paraíba. Fundador da produtora independente Paperclip, e idealizador do Arquivo Histórico de Montadas (AHM). Dirigiu e produziu o longa “A História de Montadas – Parte I” (2024) e “Bodocongó” (2025), além de diversos curtas, como: “O Avião” (2019), “As Sesmarias dos Oliveira Ledo” (2023) e “O Travessão” (2023). É advogado e bacharel em Teologia, além de ser graduando em História e pós-graduando em Gestão e Produção Cultural. Tem experiência em gestão cultural, pesquisa histórica e produção audiovisual, com obras exibidas em rádios, TVs e plataformas digitais. Atua como produtor cultural independente, com foco em memória, identidade e difusão da história regional.c. Nome Completo: Gabriel Faustino da SilvaFunção no Projeto: Assistente de DireçãoCurrículo Resumido: Profissional formado em Engenharia de Computação pelo Instituto Federal da Paraíba (IFPB), cuja trajetória alia o raciocínio técnico da tecnologia à sensibilidade artística da literatura e do audiovisual. Atuou como editor assistente, cenotécnico e assistente de produção em produções como: “A História de Montadas – Parte I” (2024) e “Bodocongó” (2025), “O Travessão” (2023), “As Sesmarias da Família Oliveira Ledo” (2023) e “O Avião” (2019). Com experiência em organização de set, suporte técnico e acompanhamento de direção. Se destaca pela criatividade, pensamento crítico e capacidade de trabalhar em equipe. Sua formação multidisciplinar o torna um profissional versátil, capaz de integrar a visão técnica e estética necessárias à produção audiovisual contemporânea.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.