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PRONAC 2510170Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Moda do Futuro – Tradição Viva e Criatividade Sustentável na Amazônia

55.091.456 MAYARA DOS SANTOS DOURADO
Solicitado
R$ 646,5 mil
Aprovado
R$ 646,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
AC
Município
Rio Branco
Início
2026-01-05
Término

Resumo

O Festival Moda do Futuro é um espaço de encontros onde a moda se afirma como linguagem artística, capaz de costurar memórias, identidades e novos imaginários. Realizado em quatro edições descentralizadas em bens tombados de Rio Branco, o festival ativa centros históricos e ressignifica territórios coletivos como palcos vivos de criação e pertencimento.Sua programação reúne desfiles performáticos, exposições visuais, oficinas de reaproveitamento têxtil, feiras de economia colaborativa, rodas de conversa e apresentações artísticas que integram tradição e inovação. As ações fortalecem mulheres empreendedoras, costureiras, brecholeiras, artesãs e jovens periféricos, ampliando redes criativas, gerando renda e promovendo inclusão social. Gratuito e acessível, o festival alia arte, patrimônio e sustentabilidade, deixando como legado conteúdos digitais educativos, metodologias replicáveis e a valorização da diversidade cultural amazônica como força viva para o presente e o futuro.

Sinopse

O Festival Moda do Futuro – Tradição Viva e Criatividade Sustentável na Amazônia é um evento multidisciplinar que promove moda, arte e sustentabilidade como instrumentos de transformação cultural e social, com impacto local e repercussão nacional. Realizado em quatro edições nos meses de abril, julho, outubro e dezembro de 2026, o festival será 100% gratuito e acessível, com atividades em bens tombados de Rio Branco/AC.Classificação Indicativa: Livre

Objetivos

Objetivo Geral Promover o Festival Moda do Futuro _ Tradição Viva e Criatividade Sustentável na Amazônia como um território cultural de encontros, que apresenta a moda enquanto linguagem artística e prática social capaz de ativar patrimônios históricos, valorizar saberes tradicionais e impulsionar a economia criativa amazônica. O projeto busca integrar arte, memória e sustentabilidade, fortalecendo vínculos comunitários, ampliando o acesso democrático à cultura e projetando a diversidade amazônica como referência de inovação e identidade no Brasil contemporâneo. Objetivos Específicos· Realizar 4 edições presenciais do Festival Moda do Futuro em bens tombados de Rio Branco (Horto Florestal, Praça da Revolução, Calçadão da Gameleira e Lago do Amor), garantindo a descentralização territorial e a ativação cultural de espaços históricos.· Promover 4 desfiles performáticos e 4 exposições visuais, apresentando a moda como linguagem artística e expressão identitária amazônica, em diálogo com patrimônio, ancestralidade e inovação.· Ofertar 16 oficinas formativas em moda circular, reaproveitamento têxtil, estamparia artesanal, empreendedorismo criativo e marketing afetivo, fortalecendo capacidades técnicas e produtivas de mulheres, jovens e comunidades periféricas.· Realizar 20 apresentações artísticas (música, dança, teatro e performance), ampliando a diversidade cultural e integrando linguagens tradicionais e contemporâneas da Amazônia.· Organizar 4 feiras criativas de economia colaborativa, reunindo pelo menos 160 empreendedores (brecholeiras, costureiras, artesãs e artistas independentes), estimulando a geração de renda, circulação de produtos sustentáveis e consumo consciente.· Produzir 40 conteúdos digitais educativos e acessíveis (vídeos, podcasts, tutoriais, entrevistas e registros audiovisuais), garantindo ampla difusão, acessibilidade (Libras, legendas, audiodescrição) e legado metodológico para uso por escolas, coletivos e pesquisadores.· Articular redes de colaboração entre brecholeiras, artesãs, costureiras, artistas e produtores culturais independentes, promovendo trocas de saberes e práticas criativas que resultem em vínculos duradouros e suporte mútuo entre agentes da cultura.· Consolidar parcerias com coletivos culturais, movimentos sociais e grupos independentes, assegurando diversidade de vozes e protagonismo de populações marginalizadas — em especial mulheres periféricas, juventudes e pessoas racializadas ou LGBTQIAPN+.· Implantar ações de sustentabilidade e acessibilidade transversal, incluindo logística reversa de resíduos, acessibilidade física e comunicacional, e práticas de baixo impacto ambiental em todas as edições.

Justificativa

A moda acompanha cada gesto humano. Mais que roupa, ela é linguagem, memória e identidade. Carrega histórias de comunidades, traduz modos de viver, guarda símbolos de pertencimento. No entanto, ao longo do tempo, esse universo tão criativo foi capturado por uma lógica de mercado que o transformou em excesso: produção em massa, consumo acelerado, descarte imediato. Uma indústria que, em vez de celebrar a diversidade, sufocou singularidades.É nesse contexto que o Festival Moda do Futuro _ Tradição Viva e Criatividade Sustentável na Amazônia nasce como contraponto cultural. É um convite a respirar outros tempos, olhar para outros modos de criar e vestir. O projeto propõe uma mudança de hábito: enxergar a moda não como mercadoria descartável, mas como expressão cultural, arte coletiva e prática de cuidado com a vida. Um espaço onde tradição e inovação se encontram para inspirar novas formas de existir no mundo.O Acre, muitas vezes lembrado apenas por suas lutas ambientais, também é território de criatividade e resistência estética. Aqui, costureiras, artesãs, brecholeiras e jovens criadores já praticam, no cotidiano, a circularidade que hoje é pauta mundial. Tecem roupas a partir de memórias, reaproveitam tecidos, transformam objetos em símbolos de identidade. Essa prática cotidiana, tantas vezes invisibilizada nos circuitos oficiais da moda, é elevada no festival à condição de arte e de futuro possível. Assim, a Amazônia se apresenta não apenas como guardiã ambiental, mas como laboratório criativo e cultural para o Brasil.A cada edição, os bens tombados de Rio Branco — Horto Florestal, Praça da Revolução, Gameleira e Lago do Amor — serão ocupados por desfiles performáticos, exposições, oficinas de moda circular, feiras criativas e apresentações artísticas. Espaços de memória se tornam palcos vivos de experimentação, onde o vestir dialoga com música, dança, artes visuais e debates sobre o futuro. Tudo acessível e gratuito, porque a moda só faz sentido quando compartilhada.Mais do que um evento, o festival é um processo de formação e inclusão. Ele fortalece mulheres arrimos de família, pessoas negras, juventudes periféricas e profissionais LGBTQIAPN+, não apenas como público, mas como protagonistas. Articula redes entre costureiras, artesãs, artistas e produtores independentes, consolida parcerias com coletivos e movimentos sociais, e cria um ecossistema de colaboração que permanece ativo mesmo após os dias de festa.Experiências nacionais mostram que esse caminho é viável: a Brasil Eco Fashion Week (SP) conquistou repercussão internacional ao unir moda e sustentabilidade; o Festival Colabora Moda Sustentável (SP) demonstrou como encontros entre estilistas independentes, coletivos e consumidores podem gerar mudanças reais; iniciativas como o Favela Fashion 2025 (RJ) revelaram a potência da moda periférica como espaço de inclusão social e geração de renda. O diferencial do Festival Moda do Futuro é nascer na Amazônia, território singular onde tradição e inovação se cruzam, oferecendo ao Brasil novos referenciais culturais.O impacto é amplo: quatro edições presenciais, 20 apresentações artísticas, 16 oficinas, quatro feiras com 160 empreendedores e 40 conteúdos digitais acessíveis. Mas o mais importante é o legado: vínculos comunitários fortalecidos, novos hábitos despertados, inspiração coletiva para um futuro em que a moda seja memória, arte e regeneração.Esse legado se articula diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU:· ODS 5 _ Igualdade de Gênero: protagonismo de mulheres arrimos de família e empreendedoras criativas.· ODS 8 _ Trabalho Decente e Crescimento Econômico: fortalecimento da economia criativa local, geração de renda e oportunidades.· ODS 10 _ Redução das Desigualdades: inclusão de populações periféricas, pessoas negras e LGBTQIAPN+.· ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis: ocupação cultural de bens tombados e espaços urbanos históricos.· ODS 12 _ Consumo e Produção Responsáveis: incentivo à moda circular, reaproveitamento têxtil e economia colaborativa.· ODS 13 _ Ação Contra a Mudança Global do Clima: práticas sustentáveis e de baixo impacto em todas as etapas do festival.Além de alinhado aos ODS, o projeto responde diretamente ao que determina a Lei Rouanet (Lei 8.313/1991) em seu Art. 1º: garantir o exercício dos direitos culturais, a promoção da diversidade e a democratização do acesso à cultura. Também cumpre o que prevê o Art. 3º, inciso III, alíneas "b" e "d", ao incentivar a valorização da diversidade cultural brasileira e estimular a difusão de bens culturais em todas as regiões do país.Ao ocupar bens tombados e promover a moda como linguagem artística, o festival também se alinha às diretrizes de proteção do patrimônio cultural material e imaterial, reforçando o compromisso da lei com a memória coletiva. E ao garantir gratuidade integral e acessibilidade plena, traduz, na prática, o espírito do Art. 18, que prioriza iniciativas de interesse público e social.Mas para que isso seja possível, é necessário apoio. O Acre enfrenta desafios logísticos e financeiros que tornam inviável a realização de um projeto desse porte apenas com recursos locais. A concentração de patrocínios culturais no Sudeste e a dificuldade de captação em estados periféricos reforçam essa desigualdade histórica. É aqui que a Lei de Incentivo à Cultura se torna indispensável: sem ela, não seria possível mobilizar empresas e investidores a apoiarem uma proposta dessa envergadura, que exige infraestrutura qualificada, equipe multidisciplinar, acessibilidade universal e logística de grande escala.Assim, o Festival Moda do Futuro se apresenta como iniciativa de relevância cultural, social e ambiental. Ele costura cultura e sustentabilidade, projeta novas possibilidades para a moda e abre caminhos para que a Amazônia, com sua potência criativa, seja reconhecida como referência para o Brasil. Incentivar este projeto pela Lei Rouanet é investir em um futuro mais justo, mais belo e mais diverso, no qual o vestir deixa de ser mercadoria descartável para voltar a ser expressão de vida, arte e pertencimento.

Estratégia de execução

Plano de Sustentabilidade – Festival Moda do Futuro1. Princípios Norteadores· Consciência ambiental como eixo transversal do festival.· Baixo custo, alto impacto, priorizando parcerias com instituições, secretarias e movimentos já atuantes na área.· Educação e sensibilização como principal ferramenta de transformação. 2. Ações Sustentáveis nas Edições Presenciais· Gestão de Resíduos: implantação de pontos de coleta seletiva em todos os espaços, em parceria com cooperativas locais de catadores.· Redução de Plásticos: estímulo ao uso de copos reutilizáveis e materiais biodegradáveis na praça de alimentação e backstage.· Reaproveitamento de Materiais: cenografias e instalações produzidas prioritariamente com materiais reciclados ou reaproveitados.· Transporte Solidário: incentivo a caronas coletivas e parcerias com aplicativos locais para descontos em deslocamentos sustentáveis. 3. Sustentabilidade na Programação e Formação· Oficinas de Moda Circular: atividades práticas sobre reaproveitamento têxtil, upcycling e estamparia natural.· Feiras de Economia Colaborativa: incentivo à comercialização de produtos sustentáveis (roupas de brechós, artesanato local, peças em segunda vida).· Rodas de Conversa Temáticas: debates sobre consumo consciente, responsabilidade socioambiental e soluções comunitárias para a moda e o território.· Conteúdos Digitais Educativos: produção de vídeos e podcasts sobre sustentabilidade na moda, com linguagem acessível para jovens e comunidades. 4. Comunicação Sustentável· Campanhas Educativas: uso de redes sociais para promover boas práticas ambientais, consumo consciente e logística reversa.· Materiais de Divulgação: priorização de meios digitais em vez de impressos; quando necessário, impressão em papel reciclado com tiragens reduzidas.· Sinalização dos Espaços: reutilização de placas e banners em diferentes edições para evitar desperdícios. 5. Parcerias Estratégicas· Secretarias Estaduais e Municipais de Meio Ambiente: apoio com materiais, logística e campanhas educativas.· Cooperativas e ONGs Ambientais: colaboração para coleta seletiva, reciclagem e ações educativas.· Instituições de Ensino e Pesquisa (UFAC, IFAC): parceria em oficinas, palestras e produção de conteúdos científicos adaptados ao público geral.· Empreendedores Locais Sustentáveis: presença em feiras e programação, fortalecendo negócios verdes da região. 6. Monitoramento e Legado· Registro Audiovisual: produção de vídeos educativos sobre as práticas de sustentabilidade implementadas.· Relatório de Impacto: compilação dos resultados ambientais e sociais do festival, com destaque para aprendizados e possibilidades de replicação.· Multiplicação de Práticas: disponibilização de conteúdos digitais gratuitos para escolas, coletivos culturais e empreendedores. Resultados EsperadosO Festival Moda do Futuro – Tradição Viva e Criatividade Sustentável na Amazônia projeta resultados que transcendem os dias do evento, deixando marcas na formação de públicos, no fortalecimento da economia criativa local e na consolidação de redes culturais.· Valorização da moda como linguagem artística: realização de 4 desfiles performáticos e 4 exposições visuais, em diálogo com patrimônios históricos, fortalecendo a identidade amazônica e ampliando a presença da moda sustentável nos circuitos culturais.· Formação cidadã e inclusão produtiva: oferta de 16 oficinas práticas que beneficiarão diretamente cerca de 400 participantes (média de 25 por oficina), priorizando mulheres arrimos de família, juventudes periféricas, comunidades indígenas e população LGBTQIAPN+.· Difusão cultural e ampliação de repertórios: realização de 20 apresentações artísticas em música, dança, teatro e performance, promovendo diversidade de expressões e a circulação de artistas locais e convidados de outras regiões.· Fortalecimento da economia criativa: realização de 4 feiras colaborativas com a participação de 160 empreendedores, fomentando geração de renda, visibilidade e conexões de mercado em torno da moda circular, artesanato e consumo consciente.· Diálogo e reflexão crítica: realização de rodas de conversa e painéis temáticos, envolvendo artistas, pesquisadores e comunidade, com estimativa de 800 participantes diretos, gerando debates sobre sustentabilidade, identidade e patrimônio cultural.· Acessibilidade e democratização do acesso: todas as atividades presenciais e digitais contarão com recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição, legendagem), garantindo inclusão plena de pessoas com deficiência.· Difusão digital e legado: produção de 40 conteúdos digitais acessíveis (vídeos, podcasts, entrevistas e registros audiovisuais), com potencial de alcançar 20 mil visualizações online ao longo do ano, ampliando o impacto para além do território local.· Fortalecimento de redes culturais: consolidação de parcerias com coletivos, movimentos sociais e instituições locais, assegurando protagonismo de populações marginalizadas (mulheres, pessoas negras, juventudes e LGBTQIAPN+), e criando bases para continuidade do festival nos próximos anos.

Especificação técnica

Produto 1 – Festival (Estrutura)· Área: Evento / Festival· Segmento: Infraestrutura de Feira / Festival· Objetivo: Disponibilizar infraestrutura completa para realização das quatro edições do Festival Moda do Futuro.· Descrição: Montagem de estrutura técnica com tendas cobertas para feiras criativas, palco para apresentações e desfiles, banheiros químicos acessíveis, pontos de energia, sonorização, iluminação, sinalização tátil e visual, áreas de circulação e segurança. O objetivo é garantir conforto, acessibilidade e segurança a expositores, artistas e público.Produto 2 – Apresentações Culturais· Área: Artes Integradas· Segmento: Moda, Música e Performance· Objetivo: Realizar 20 apresentações artísticas e 4 desfiles performáticos ao longo do festival.· Descrição: Programação cultural com diversidade de linguagens — música, dança, teatro, performances e desfiles de moda sustentável. Cada edição contará com infraestrutura técnica adequada (palco, som, luz) e acessibilidade (Libras, audiodescrição), promovendo visibilidade para expressões culturais amazônicas e ampliando repertórios artísticos.Produto 3 – Cursos e Seminário· Área: Humanidades· Segmento: Formação Cultural e Empreendedorismo Criativo· Objetivo: Ofertar atividades formativas gratuitas que incentivem a moda circular, a sustentabilidade e a economia criativa.· Descrição: Realização de 16 oficinas práticas de reaproveitamento têxtil, customização criativa e estamparia natural, além de rodas de conversa e painéis temáticos sobre moda, patrimônio e identidade amazônica. As ações terão foco em mulheres, juventudes periféricas, comunidades tradicionais e população LGBTQIAPN+, com mediação inclusiva e acessibilidade garantida.Produto 4 – Vídeo (Conteúdos Digitais e Registro Audiovisual)· Área: Comunicação e Difusão Cultural· Segmento: Produção e Difusão de Conteúdos Multimídia· Objetivo: Produzir conteúdos digitais acessíveis para difusão e legado do projeto.· Descrição: Produção de 40 conteúdos digitais, incluindo vídeos, entrevistas, podcasts e registros audiovisuais das atividades do festival. Todo material será acessível (Libras, legendas descritivas e audiodescrição) e disponibilizado gratuitamente em site oficial e redes sociais, ampliando o alcance do projeto para além das edições presenciais.

Acessibilidade

1. Acessibilidade nas 4 Edições Presenciais· Espaços Físicos: os quatro bens tombados escolhidos (Horto Florestal, Praça da Revolução, Calçadão da Gameleira e Lago do Amor) serão adaptados com rampas móveis, pisos antiderrapantes e áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.· Sinalização Inclusiva: placas informativas com ícones universais, mapas táteis em pontos estratégicos e voluntários treinados para orientar o público.· Acessibilidade Comunicacional: presença de intérpretes de Libras em todos os desfiles, oficinas, rodas de conversa e apresentações artísticas.· Audiodescrição: disponível em atividades centrais (desfiles performáticos e exposições visuais), com equipamentos portáteis de áudio para o público interessado.· Materiais Impressos: programas e folders disponibilizados em fonte ampliada e versão em braile.· Banheiros Adaptados: todos os espaços terão cabines acessíveis e sinalizadas. 2. Acessibilidade na Comunicação e Conteúdos Digitais· Libras e Legendagem: todos os conteúdos audiovisuais (vídeos, entrevistas, registros) contarão com intérprete de Libras e legendas descritivas.· Audiodescrição em Vídeos: selecionados conteúdos digitais terão versão com audiodescrição, ampliando a acessibilidade para pessoas cegas.· Design Inclusivo: identidade visual e peças gráficas seguirão critérios de contraste e legibilidade, garantindo acesso a pessoas com baixa visão e daltonismo.· Plataforma Digital Acessível: o site e redes sociais vinculados ao festival adotarão recursos compatíveis com softwares leitores de tela (WCAG 2.1).· Conteúdos Educativos em Formatos Diversificados: podcasts, vídeos curtos, textos e imagens, garantindo múltiplas formas de acesso ao conhecimento. 3. Acessibilidade Social e Econômica· Gratuidade Integral: todas as atividades (desfiles, oficinas, feiras, shows) serão 100% gratuitas.· Descentralização Territorial: edições em diferentes bens tombados, aproximando públicos diversos de diferentes regiões da cidade.· Política de Inclusão: fortalecimento de mulheres arrimos de família, pessoas negras, juventudes periféricas e LGBTQIAPN+ na ficha técnica, garantindo representatividade também na produção e nos palcos.

Democratização do acesso

O Festival Moda do Futuro nasce com o compromisso de ampliar o direito à cultura como experiência transformadora e pilar de desenvolvimento humano, social e territorial. Aqui, democratizar o acesso não é apenas abrir portas: é criar caminhos, eliminar barreiras e garantir que diferentes vozes, corpos e territórios tenham lugar de protagonismo.Mais do que assegurar a gratuidade plena em todas as suas edições, o festival adota medidas concretas de inclusão, em sintonia com o Art. 30 do Decreto nº 11.453/2023, que regulamenta a Lei Rouanet.Estratégias de Democratização· Ocupação de espaços públicos tombados: o festival acontece em locais simbólicos e abertos — Horto Florestal, Praça da Revolução, Calçadão da Gameleira e Lago do Amor — descentralizando a cultura e aproximando-a das comunidades.· Formação cidadã e criativa: oficinas e atividades paralelas voltadas a mulheres, juventudes, comunidades ribeirinhas, indígenas e população LGBTQIAPN+, fortalecendo vínculos de identidade e estimulando a economia criativa local.· Registros audiovisuais acessíveis: apresentações, oficinas, rodas de conversa e feiras serão gravadas, editadas e disponibilizadas gratuitamente na internet, com tradução em Libras, audiodescrição e legendas descritivas, garantindo inclusão comunicacional.· Parcerias comunitárias: articulação com escolas, ONGs, universidades e coletivos culturais, ampliando redes locais e criando pontes entre saberes populares, academia e produção contemporânea.· Acesso digital contínuo: todo o acervo do festival — vídeos, relatórios, conteúdos gráficos e materiais educativos — será disponibilizado em site oficial e redes sociais, assegurando acesso irrestrito a públicos de todo o Brasil e deixando legado para educadores, artistas e pesquisadores.Alinhamento com o Art. 30 do Decreto nº 11.453/2023· Inciso III – Disponibilização online com acessibilidade: a programação será registrada e oferecida em plataformas abertas, com Libras, audiodescrição e legendas, garantindo acesso para pessoas surdas, cegas ou com deficiência intelectual.· Inciso V – Atividades formativas gratuitas e abertas: oficinas, rodas de conversa e vivências culturais acontecerão em espaços simbólicos e acessíveis, com mediação inclusiva e engajamento direto de jovens, mulheres e moradores de periferias.Ao adotar essas medidas, o Festival Moda do Futuro consolida-se como instrumento de descentralização cultural, inclusão social e valorização da diversidade. A democratização aqui não se limita ao evento físico: estende-se no tempo e no espaço, deixando como legado uma rede de conteúdos, memórias e práticas educativas disponíveis para toda a sociedade.Assim, o festival materializa o direito à cultura como fundamento de cidadania e como estratégia de desenvolvimento regional, reafirmando uma Amazônia viva, produtiva e representada nos circuitos nacionais da cultura.

Ficha técnica

Proponente: Maya Dourado – Produtora Cultural Responsabilidade: A proponente será responsável pela gestão técnico-financeira do projeto e pelo processo decisório em todas as etapas, incluindo planejamento, articulação institucional, execução administrativa, controle orçamentário, prestação de contas e acompanhamento de resultados. Cabe à proponente garantir a fiel execução do objeto cultural em conformidade com a Lei Rouanet e suas regulamentações. Equipe Técnica e Currículos Resumidos· Maya Dourado – Proponente e Coordenação de Produção Produtora cultural e gestora de projetos com ampla experiência em eventos de arte, moda e cultura. Responsável pela execução de festivais independentes no Acre, articulação com instituições públicas e coletivos culturais, além da coordenação técnica e administrativa de projetos. Atua diretamente na produção executiva, acompanhamento financeiro e gestão de equipes multidisciplinares.· Gelly Café – Direção Geral e Curadoria Estilista e produtora cultural, idealizadora e diretora do Encontro das Brecholeiras, festival de moda sustentável com edições desde 2022 em Rio Branco–AC. Atua há mais de 10 anos no campo da moda autoral e da economia criativa, com destaque em ações de moda circular, feiras independentes e projetos formativos.· Jailanne Maria – Comunicação e Mídias Digitais Comunicadora social com atuação em mídias comunitárias e redes independentes de cultura. Experiência em assessoria de imprensa, gestão de redes sociais e campanhas digitais para projetos culturais, com foco em acessibilidade comunicacional e fortalecimento de narrativas locais.· Vincent Charles – Produção Executiva Produtor com atuação em eventos culturais e socioeducativos na região Norte. Especialista em captação de recursos, elaboração de orçamentos e acompanhamento financeiro, com sólida experiência em prestação de contas e execução administrativa em projetos incentivados.· Sonja Sampaio – Técnico de Acessibilidade Profissional com formação em Libras e consultoria de acessibilidade cultural. Atua em projetos culturais e educativos assegurando inclusão de pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual, com experiência em audiodescrição, legendagem e adequação de espaços.· Ísis Melo – Coordenação Artística Atriz, performer e curadora de artes visuais. Atua na criação e direção de espetáculos e exposições, articulando linguagens contemporâneas e tradições locais. Tem experiência em projetos de formação artística e em festivais interdisciplinares de cultura e juventude. Histórico da Proponente e da EquipeA proponente, Maya Dourado, atua como produtora cultural com experiência em gestão de projetos de médio e grande porte, coordenação logística e administrativa de festivais, e articulação com coletivos criativos e instituições públicas. Sua trajetória confirma a capacidade de liderar a gestão técnico-financeira e estratégica do Festival Moda do Futuro.A equipe é formada por profissionais com experiência complementar em curadoria artística, comunicação, produção executiva, acessibilidade e economia criativa. Juntas, essas pessoas já realizaram feiras, oficinas, exposições, festivais e projetos de formação cultural em diferentes linguagens, garantindo capacidade técnica e diversidade de olhares.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio Branco Acre