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O projeto "Ritmos da Floresta: O Reggae como Voz da Amazônia" tem como objetivo difundir a música autoral de Neto Barroncas, destacando o reggae amazônico como expressão cultural e identidade regional. A proposta contempla apresentações musicais em cinco cidades do Amazonas, com repertório que celebra o reggae nacional e valoriza a diversidade artística da floresta.
“Ritmos da Floresta: O Reggae como Voz da Amazônia” é um espetáculo musical que une o som contagiante do reggae autoral de Neto Barroncas à riqueza simbólica da cultura amazônica. A apresentação propõe uma imersão sonora e poética nas batidas que ecoam das margens dos rios, nas tradições e na força do povo da floresta, conectando o público a mensagens de paz, resistência e identidade regional.O show apresenta um repertório composto por canções autorais e clássicos do reggae nacional, reinterpretados com arranjos que incorporam elementos rítmicos e melódicos da Amazônia, como percussões regionais e influências da música cabocla. O projeto contempla ainda ensaios abertos e oficinas musicais, voltadas à formação de público e valorização da cena artística local.Com classificação indicativa livre, o espetáculo é destinado a todos os públicos, oferecendo acessibilidade física e de conteúdo, e pode ser apreciado tanto por admiradores do reggae quanto por aqueles que desejam conhecer novas expressões da arte amazônica.
Objetivo GeralPromover a difusão da música autoral amazonense por meio da circulação do espetáculo "Ritmos da Floresta: O Reggae como Voz da Amazônia", fortalecendo a identidade cultural regional e ampliando o acesso do público à produção artística do Amazonas. Objetivos EspecíficosRealizar 2 apresentações musicais do artista Neto Barroncas nas cidades de Rio Preto da Eva e Iranduba, difundindo o reggae como expressão da cultura amazônica.Valorizar a produção musical regional, integrando elementos da cultura amazônica ao repertório autoral e nacional de reggae.Gerar oportunidades para artistas e técnicos locais, estimulando o fortalecimento da cadeia produtiva da música no Amazonas.Ampliar e formar novas plateias para o reggae e a música regional, por meio do acesso gratuito aos espetáculos.Registrar e divulgar o projeto nas mídias sociais e canais digitais, promovendo a visibilidade dos artistas participantes e das ações culturais nas cidades contempladas.
O projeto "Ritmos da Floresta: O Reggae como Voz da Amazônia" justifica-se pela importância de promover a circulação da música autoral amazonense e de fortalecer o reggae como expressão cultural regional, integrando referências da Amazônia ao panorama da música popular brasileira. A proposta busca ampliar o acesso da população do interior do Estado à produção artística contemporânea, contribuindo para a democratização da cultura e para a valorização da identidade amazônica.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91) é essencial, uma vez que o projeto depende de captação de recursos privados incentivados para viabilizar sua execução, especialmente em localidades com baixa oferta de eventos culturais e restrita capacidade de investimento público. O financiamento por meio da Lei de Incentivo garante sustentabilidade financeira, alcance social e profissionalização das produções culturais no Estado.O projeto enquadra-se no Art. 1º, incisos I e II da Lei nº 8.313/91, pois:Inciso I _ Contribui para a formação, difusão e valorização das expressões culturais regionais;Inciso II _ Incentiva a produção e a difusão de bens culturais, promovendo a descentralização das atividades artísticas no território nacional.Quanto aos objetivos previstos no Art. 3º, o projeto contempla:Inciso I _ Estimular a produção, difusão e o acesso aos bens culturais;Inciso II _ Proteger e valorizar as expressões culturais regionais e locais, em especial as da Amazônia;Inciso IV _ Apoiar a circulação de obras e espetáculos em diferentes municípios;Inciso VII _ Ampliar o acesso da população à cultura, com ações gratuitas e de impacto social;Inciso IX _ Fortalecer a produção cultural independente, incentivando artistas e profissionais locais.Dessa forma, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura se mostra imprescindível para garantir que a arte amazônica alcance novos públicos, promova inclusão cultural e consolide o reggae como um instrumento de expressão, identidade e valorização regional.
Detalhamento Técnico dos Produtos1. Espetáculo Musical – Apresentação de Neto BarroncasDuração: 2 horas por apresentação.Local: Praças públicas e centros culturais de Rio Preto da Eva e Iranduba.Material: Palco modular, som e iluminação profissional, instrumentos musicais (bateria, teclado, guitarra, percussão regional), microfones e sistema de transmissão digital.Projeto Pedagógico: Integração de elementos culturais amazônicos, com explicação das origens das toadas e ritmos regionais. Inclui mediação com o público para contextualização das canções e do repertório autoral.Paginação/Organização: Set list estruturado em blocos temáticos, intercalando músicas autorais e clássicos do reggae nacional. Espaço reservado para interação com o público e demonstração de instrumentos regionais. 2. Ensaios AbertosDuração: 1 horas cada, realizados antes das apresentações principais.Material: Instrumentos musicais, equipamentos de áudio, espaço acessível para observação do público.Projeto Pedagógico: Experiência prática de produção musical, aprendizado sobre arranjos e dinâmica de banda. O público é convidado a participar ativamente da experimentação musical.Paginação: Início com aquecimento instrumental, seguido de execução de músicas selecionadas e encerramento com roda de conversa e perguntas do público. 3. Oficinas Musicais e Rodas de ConversaDuração: 1h30min por oficina.Material: Instrumentos musicais regionais, material de apoio pedagógico impresso e digital, quadro branco ou flipchart.Projeto Pedagógico: Introdução aos fundamentos do reggae, técnicas de percussão amazônica, interpretação de letras e contextualização histórica e cultural do gênero. Estimula criatividade, expressão corporal e apreciação musical.Paginação: Aula teórica inicial (20 min), prática instrumental (40 min), encerramento com performance coletiva e feedback (30 min). 4. Registro Audiovisual e Divulgação DigitalDuração: Cobertura integral das apresentações (2 horas cada), incluindo bastidores e depoimentos.Material: Câmeras HD, tripés, microfones, iluminação complementar, edição em software profissional.Projeto Pedagógico: Produção de conteúdo acessível, incluindo legenda descritiva e audiodescrição, possibilitando que o material seja utilizado como recurso educativo e de promoção da cultura amazônica.Paginação: Filmagem segmentada por músicas, oficinas e interações com o público; edição com inserção de créditos, legendas e materiais educativos complementares.
Acessibilidade Física: As apresentações do projeto “Ritmos da Floresta: O Reggae como Voz da Amazônia” serão realizadas em espaços públicos ou culturais que disponham de infraestrutura acessível, com rampas de acesso, banheiros adaptados e circulação livre de barreiras físicas. Sempre que necessário, será feita adaptação temporária do espaço para garantir o acesso seguro e confortável de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, incluindo sinalização tátil e visual e área reservada para cadeirantes.Acessibilidade de Conteúdo: O projeto adotará medidas que assegurem a inclusão e compreensão do conteúdo artístico por todos os públicos, incluindo:Intérprete de Libras durante as apresentações, para tradução das letras e falas do artista;Legendas descritivas nos materiais audiovisuais e digitais de divulgação;Audiodescrição em vídeos institucionais e peças promocionais;Materiais informativos em formato acessível (fonte ampliada e linguagem simples), facilitando a compreensão do conteúdo por pessoas com deficiência visual ou intelectual.Essas ações garantem que o projeto contribua efetivamente para a democratização do acesso à cultura, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e as diretrizes de acessibilidade cultural previstas pelo Ministério da Cultura.
O projeto “Ritmos da Floresta: O Reggae como Voz da Amazônia” será totalmente gratuito e aberto ao público, garantindo o acesso universal às apresentações musicais nas cidades de Rio Preto da Eva e Iranduba. Os espetáculos ocorrerão em espaços públicos de fácil acesso, como praças e centros culturais, assegurando a participação de diferentes faixas etárias e grupos sociais, com especial atenção às comunidades periféricas e ribeirinhas.A distribuição dos produtos culturais (conteúdo audiovisual, registros fotográficos e materiais de divulgação) será feita de forma digital e gratuita, por meio das redes sociais do artista e do projeto, ampliando o alcance das ações e permitindo que pessoas de outras localidades do Amazonas acompanhem o trabalho.Como forma de ampliação do acesso e formação de público, o projeto realizará:Ensaios abertos ao público estudantil e comunitário, incentivando o contato direto com o processo artístico;Oficinas musicais e rodas de conversa com artistas locais, abordando a história do reggae e sua relação com a cultura amazônica;
Neto Barroncas – Direror Geral- Cantor, compositor e instrumentista amazonense, com trajetória consolidada na cena do reggae autoral regional. Desenvolve repertório que mistura ritmos jamaicanos e elementos da cultura amazônica, promovendo a valorização da identidade local. Já se apresentou em diversos festivais e projetos culturais do Amazonas, com músicas autorais amplamente divulgadas em plataformas digitais.Coordenador de projeto- Willes Cardoso de Oliveira Administrador (CRA-AM nº 1-8526/RD), graduado pela Universidade Luterana do Brasil (2011), com MBA em Gestão de Negócios, Controladoria e Finanças Corporativas pelo IPOG e Especialização em Empreendedorismo pela FIA – Fundação Instituto de Administração. Atua há mais de 10 anos em orientação empresarial e gestão de projetos culturais, com experiência em planejamento estratégico, captação de recursos e monitoramento de prestações de contas. É CEO da empresa Registro Empresarial, e tem experiência em coordenação de projetos socioculturais e esportivos no estado. Intérprete de Libras Gabriel Almeida e Instrutor de Libras | Especialista em Acessibilidade Cultural e Artística. Profissional com mais de 15 anos de experiência em Libras, atuando com excelência na interpretação artística, cultural e educacional. Fluente e apaixonado pela língua e pela cultura surda, construiu uma carreira sólida que une técnica, sensibilidade e compromisso com a inclusão. Formado em Língua Portuguesa e Literatura pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), com pós-graduação em Libras pela Uniasselvi e mestrado pela UNIDA. No cenário artístico, possui ampla experiência em tradução e interpretação de toadas no Festival de Parintins, enredos no Carnaval de Manaus e shows de artistas nacionais durante o evento “Sou Manaus”, levando acessibilidade e representatividade para o público surdo em grandes produções culturais.Coordenador geral - Felipe Tadeu Cavalcante de Melo - Prepador de cronograma de atividade de produções musicais, orientador de equipe tecnica (som e luz, assistentes de palco, fotógrafo, videomaker e equipe de comunicação digital).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.