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PRONAC 2510187Autorizada a captação total dos recursosMecenato

É Nós do Cinema

NOS DA FITA LTDA
Solicitado
R$ 900,7 mil
Aprovado
R$ 900,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-05-04
Término
2027-07-31
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisItabirito Minas Gerais

Resumo

"É Nós do Cinema" é um projeto de formação e circulação audiovisual voltado para escolas públicas de cidades do interior de Minas Gerais localizadas em áreas de vulnerabilidade social. A iniciativa tem como objetivo democratizar o acesso ao audiovisual, promovendo experiências práticas de criação cinematográfica entre crianças e adolecentes.Durante quatro ciclos formativos, os participantes vivenciam todas as etapas de produção de um curta-metragem autoral — da concepção da ideia, passando pela escrita do roteiro, gravação e edição, até chegar à exibição pública.O encerramento do processo se dá com a Mostra "É Nós do Cinema", que integra o próprio projeto e tem como função apresentar os filmes produzidos nas oficinas à comunidade, valorizando o protagonismo dos alunos e fortalecendo o vínculo entre arte, educação e território.

Sinopse

O É Nós do Cinema é um projeto de formação audiovisual continuada voltado para jovens de 12 a 17 anos de escolas públicas do interior de Minas Gerais, localizadas em áreas de vulnerabilidade social. As escolas participantes serão definidas em parceria com as Secretarias Municipais de Educação e de Cultura de cada cidade, fortalecendo o diálogo entre poder público, comunidade e setor cultural.Oficinas Formativas: As oficinas proporcionam uma imersão prática em todas as etapas de criação de um curta-metragem — da concepção da ideia à exibição pública na Mostra É Nós do Cinema. Mais do que o aprendizado técnico, o projeto valoriza o protagonismo juvenil, a expressão criativa e o fortalecimento das identidades culturais locais.Produção do Curta-Metragem: Os participantes realizam um curta autoral, assumindo funções de direção, produção, fotografia, som, arte e figurino. O processo é acompanhado por mentores e conta com estrutura técnica, logística e de segurança. A produção representa o ponto alto do processo coletivo e o exercício da autoria.Mostra É Nós do Cinema: Evento de encerramento e celebração do processo formativo, a Mostra apresenta o curta produzido pelos alunos e obras de jovens realizadores periféricos. A programação inclui sessões comentadas e bate-papos, reunindo comunidade, familiares e convidados do audiovisual, reafirmando o papel das juventudes como criadoras e narradoras de suas próprias histórias.Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a formação audiovisual de jovens de 12 a 17 anos em escolas públicas do interior de Minas Gerais situadas em áreas de vulnerabilidade social, por meio de 04 ciclos formativos que abrangem todas as etapas de criação de um curta-metragem autoral — da concepção à exibição.Objetivos Específicos- Ampliar o acesso de jovens do interior à formação em cinema e audiovisual.- Estimular o protagonismo e a autoria de narrativas a partir do território.- Apresentar o audiovisual como campo de expressão, formação profissional e empreendedorismo criativo.- Desenvolver habilidades técnicas, artísticas e colaborativas.- Fomentar o diálogo entre escola, cultura e comunidade local.- Realizar 04 ciclos formativos de 4 meses, um em cada escola (2 por semestre), - Capacitar 20 alunos por turma, com até 80 estudantes no total.- Implementar, em cada ciclo, um programa de 11 oficinas práticas nas áreas de introdução, roteiro, direção, fotografia, som direto, direção de arte, caracterização, produção audiovisual, pós produção audiovisual, e criação de cineclube.- Conduzir atividades práticas de pré-produção em cada escola, incluindo locações, elenco, cronograma, materiais e ensaios.- Produzir 04 curtas-metragens autorais realizados integralmente pelos alunos, com acompanhamento técnico e pedagógico.- Realizar 01 mostra pública "É Nós do Cinema", com exibição dos filmes, sessões comentadas e debates com a comunidade.

Justificativa

O projeto "É Nós do Cinema" nasce do desejo de expandir para o interior de Minas Gerais a experiência bem-sucedida do Cinema da Favela, iniciativa da produtora Nós da Fita, que desde 2025 realiza formações audiovisuais com jovens da Pedreira Prado Lopes, em Belo Horizonte. A primeira edição revelou o potencial transformador dessa metodologia: alunos de escolas públicas, sem experiência prévia com cinema, criaram roteiros, dirigiram e filmaram curtas-metragens autorais, demonstrando criatividade, engajamento e senso de pertencimento. O impacto social e educativo alcançado reforçou a necessidade de ampliar o alcance do projeto e levar sua metodologia a novos territórios.O interior de Minas Gerais, embora culturalmente rico e diverso, enfrenta um déficit expressivo de oportunidades de formação em audiovisual e economia criativa, especialmente para jovens de escolas públicas situadas em áreas de vulnerabilidade social. Segundo o IBGE, apenas 22% dos municípios mineiros possuem equipamentos culturais dedicados ao cinema, e grande parte das ações formativas ainda se concentram na capital. Essa desigualdade territorial limita o acesso dos jovens às linguagens artísticas e restringe sua presença no mercado audiovisual, que cresce de forma acelerada no estado.Minas Gerais consolidou-se como o terceiro maior polo audiovisual do país, com aumento de 108% no número de profissionais do setor nos últimos sete anos, conforme dados do Observatório do Audiovisual Mineiro (SECULT-MG, 2024). No entanto, essa expansão ainda não alcança de forma equitativa as cidades do interior, onde há escassez de políticas continuadas de formação técnica e criativa. Projetos como "É Nós do Cinema" tornam-se, assim, estratégicos para formar novos agentes culturais, diversificar a cadeia produtiva e reduzir as barreiras de acesso.Além disso, a formação audiovisual dialoga diretamente com o universo das juventudes contemporâneas. Uma pesquisa do YouTube (2023) aponta que 65% dos jovens entre 14 e 24 anos se reconhecem como criadores de vídeos, revelando familiaridade com ferramentas digitais e desejo de expressão. O projeto propõe canalizar essa energia criativa para uma formação estruturada e coletiva, que une técnica, autoria e pertencimento, fortalecendo identidades locais e promovendo novas narrativas sobre o interior mineiro.A expansão do Cinema da Favela para o interior sob o nome "É Nós do Cinema" busca construir uma rede de formação audiovisual descentralizada, que articula escola, cultura e comunidade. Serão realizados ciclos formativos que percorrem todas as etapas de produção de um curta-metragem autoral, culminando em uma mostra pública aberta à comunidade. Assim, o projeto não apenas forma novos realizadores, mas também estimula o consumo cultural, fortalece vínculos sociais e cria espaços de encontro e reflexão sobre o território.A realização do projeto por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991) é fundamental para sua viabilidade. A proposta se enquadra nos incisos II, III e V do Art. 1º, ao contribuir para o desenvolvimento cultural nacional, fomentar a produção artística e democratizar o acesso à cultura; e atende aos incisos II, IV, V e VI do Art. 3º, ao estimular a formação cultural infantojuvenil, assegurar direitos culturais, ampliar a diversidade de vozes e valorizar a produção local.Nesse contexto, "É Nós do Cinema" consolida-se como uma ação de impacto social e cultural, que reconhece e potencializa o protagonismo das juventudes mineiras, qualificando suas práticas expressivas e criando condições para que novas vozes do interior ocupem espaço na cena audiovisual brasileira.

Especificação técnica

Local de realização: Escolas públicas do interior de Minas Gerais situadas em áreas de vulnerabilidade social, a definir em parceria com as Secretarias Municipais de Educação e de Cultura. Público-alvo: Jovens de 12 a 17 anos. Número de participantes: Até 20 por escola. Duração total: 12 meses. Ciclos formativos: 4 meses cada. Etapas: Preparação - Oficinas formativas – Pré-produção e Produção (filmagens) – Finalização(edição dos curtas) – Mostra pública. Classificação indicativa: Livre.MetodologiaAs oficinas serão conduzidas por profissionais atuantes no mercado audiovisual, combinando momentos expositivos e atividades práticas. A formação será organizada em núcleos temáticos interligados — introdução ao audiovisual, roteiro, direção, fotografia, som direto, direção de arte, figurino e maquiagem, produção, preparação de atores, edição e finalização, e formação de cineclube na escola.Os participantes vivenciarão todas as etapas do processo cinematográfico, compreendendo como se constrói um filme do início ao fim. Ao final do ciclo, a turma se organiza em funções e realiza coletivamente um curta-metragem autoral, com acompanhamento de mentores, liberdade criativa e foco no aprendizado prático.Oficinas Formativas e Carga HoráriaComo se faz um filme? (6h/aula) – Introdução ao audiovisual com exibição e análise do filme Saneamento Básico, o Filme. Identificação de funções técnicas e etapas de produção.Roteiro (12h/aula) – Desenvolvimento de ideias e escrita de roteiros coletivos baseados em vivências dos alunos.Direção de Cena (6h/aula) – Função do diretor como articulador criativo. Leitura de roteiro, linguagem visual, decupagem e diálogo entre setores.Fotografia (6h/aula) – Composição, luz, cor, textura, movimento de câmera e exercícios práticos.Som Direto (2h/aula) – Fundamentos de captação sonora, microfonação, ruídos e ambiência.Direção de Arte (6h/aula) – Criação do universo estético do filme (cenários, objetos, paletas e texturas).Caracterização-Figurino e Maquiagem (6h/aula) – Construção de personagens a partir de fichas, paleta de cores e caracterização básica.Produção (12h/aula) – Planejamento do filme: cronograma, equipe, orçamento, autorizações e casting.Preparação de Atores (6h/aula) – Jogos teatrais, exercícios de escuta, expressão corporal e improvisação.Pós-Produção - Edição e Finalização (12h/aula) – Montagem, mixagem, trilha sonora, correção de cor e finalização técnica.Formação de Cineclube (6h/aula) – Curadoria, mediação de debates, divulgação e continuidade das ações após o projeto.Materiais e InfraestruturaEquipamentos: câmeras, lentes, tripés, kits de iluminação, microfones, gravadores de áudio, computador com softwares de edição, projetor, tela e caixas de som.Materiais de oficina: quadro branco, papel, canetas, post-its, roteiros impressos, tecidos, maquiagem básica, objetos de cena e materiais de ambientação.Infraestrutura: transporte e alimentação durante as filmagens, suporte técnico e logístico.Produtos Resultantes4 curtas-metragens autorais produzidos integralmente pelos alunos.1 mostra audiovisual pública, com exibição do curta e sessões comentadas.Formação prática em audiovisual para até 20 jovens por ciclo.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: As atividades do projeto “É Nós do Cinema” serão realizadas em escolas públicas do interior de Minas Gerais, que em geral já dispõem de banheiros adaptados, rampas de acesso e outras estruturas básicas de acessibilidade. Antes do início de cada ciclo formativo, será realizado um mapeamento das condições físicas de cada escola para identificar eventuais adequações necessárias e garantir a participação plena de todos os estudantes, incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Acessibilidade de Conteúdo: O projeto prevê a contratação de profissionais pedagógicos capacitados para o atendimento de estudantes com diferentes necessidades, bem como a presença de intérprete de Libras sempre que houver alunos surdos matriculados. As demandas específicas de acessibilidade serão levantadas no momento da inscrição de cada turma. Os curtas-metragens produzidos pelos alunos contarão com legendas descritivas e audiodescrição, assegurando o acesso de pessoas com deficiência auditiva ou visual. Já a Mostra “É Nós do Cinema”, aberta ao público, incluirá tradução em Libras nas sessões e debates, reforçando o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura em todas as suas dimensões.

Democratização do acesso

Todas as atividades do “É Nós do Cinema” são gratuitas, incluindo os ciclos formativos realizados em escolas públicas do interior de Minas Gerais, voltados para estudantes de 12 a 17 anos. Os curtas-metragens produzidos pelos participantes serão exibidos em sessões públicas durante a Mostra “É Nós do Cinema”, abertas à comunidade escolar, familiares e moradores das cidades participantes, com debates e bate-papos após as exibições.Além das sessões presenciais, as obras realizadas serão disponibilizadas em plataforma online gratuita, ampliando o alcance do projeto e garantindo acesso democrático à produção audiovisual das juventudes do interior.

Ficha técnica

Tamira Abreu – Direção Geral e Ministrante das Oficinas “Como Fazer um Filme” Produtora cultural com mais de 18 anos de experiência, com atuação destacada em projetos audiovisuais. Trabalhou com empresas como Camisa Listrada, Quarteto Filmes, Giramundo Teatro de Bonecos e Instituto Fernando Sabino, acumulando ampla experiência em desenvolvimento e gestão de projetos culturais. É fundadora da produtora Nós da Fita, responsável por iniciativas como o Cine Lapinhô – festival de cinema ao ar livre na Lapinha da Serra –, o Cine Bitaca, mostra itinerante de curtas exibidos em botecos de Belo Horizonte, e o Cinema da Favela, projeto de formação audiovisual com jovens da periferia de BH.Silvia Dias – Produção e Ministrante das Oficinas de Produção Diretora de Produção desde 2010 e Produtora Executiva desde 2013, possui sólida trajetória no audiovisual brasileiro, atuando em obras independentes e grandes produções premiadas. Colaborou com produtoras como O2 Filmes, Gullane Entretenimento, Conspiração Filmes e Maria Farinha, realizando conteúdos para plataformas como HBO, Netflix, Amazon e Globoplay. Sua experiência abrange todas as etapas da produção, com foco em planejamento, execução e entrega de conteúdos audiovisuais.Barbara Burgarelli – Marketing e Assistente de Produção Formada em Marketing pela Estácio e com MBA em Gestão com Ênfase em Marketing e Mídias Digitais pela FGV, atua em produção, comunicação e gestão de projetos culturais. Desde 2022 integra a equipe da Nós da Fita, colaborando em projetos como Cine Lapinhô e Cinema da Favela, com foco em produção e estratégias de divulgação. Em 2024 passou a atuar também na Tandera Filmes, na elaboração de projetos e assistência executiva na finalização da série Cartografias do Corpo. Já trabalhou com Instituto Fernando Sabino, Bloco Samba Queixinho e Festival Paraíso Veg, reunindo experiência em marketing, eventos e cultura.Felipe Canedo – Ministrante das Oficinas de Roteiro Diretor e roteirista, lançou em 2024 o longa Palimpsesto, no 57º Festival de Brasília, e o média Amadeu, no 28º Forumdoc. Autor do romance Monstera Deliciosa (Urutau), realizou curtas premiados como O Bailarino (2015) e Arara (2017). É mestre em Audiovisual pela Universidade do Minho e ex-repórter do Estado de Minas. Sua obra explora temas de memória e identidade, aliando literatura e cinema.André Amparo – Ministrante das Oficinas de Direção de Cena Diretor, roteirista e produtor de documentários, séries e filmes exibidos em mais de 40 países. Seus trabalhos foram apresentados no MoMA (NY), Centre Georges Pompidou (Paris) e Instituto Artes Alameda (Cidade do México), além de festivais como Festival do Rio, Gramado e Tiradentes. Na TV, dirigiu conteúdos para HBO, CNN, TV Cultura, Canal Brasil e MTV. Seu trabalho alia rigor técnico a uma profunda pesquisa estética e documental.Túlio Cipó – Ministrante das Oficinas de Fotografia Diretor de fotografia, cineasta e sócio da Babilonya Film Music, com forte atuação em videoclipes e narrativas ligadas à cultura urbana e periférica. Assinou a fotografia de clipes de Djonga, Iza Sabino, Hot & Oreia e Edgar, com destaque para Carro de Boy, vencedor do prêmio de Melhor Direção de Fotografia no MVF Awards. Reconhecido também em campanhas publicitárias e festivais internacionais, traz uma estética marcada por identidade política e sensorial.Oswaldo Ferreira – Ministrante das Oficinas de Som Direto Técnico de som direto com três décadas de experiência no audiovisual. Atuou em produções como O Lodo (Helvécio Ratton), Holocausto Brasileiro (HBO) e Diamantes (Daniela Thomas e Bato Amaral), além de séries como 1986 (Eder Santos) e Mineiras Uai (Márcio Trigo). Com passagem pelo PROJAC/Globo RJ e Sistema Salesiano de Vídeo, mantém carreira sólida, colaborando em projetos dirigidos por Petra Costa, Vanessa Maia e Guilherme Reis.Mariana Rocha – Ministrante das Oficinas de Direção de Arte Diretora de arte e produtora de objetos, graduada em Cinema e Audiovisual pela UNA-BH. Trabalhou em obras como os longas Bom Retorno, Mamãe Saiu de Férias e Amores 1500, e séries como Fala Sério! e Hit Parade (Canal Brasil). Assinou também os curtas Beijos de Peixes, Homônimas e O Potro. Seu trabalho combina concepção estética e execução prática, valorizando a narrativa visual.Gabriela Dominguez – Ministrante das Oficinas de Caracterização Caracterizadora e artista da cena, formada em Arte Educação pela Escola Guignard, teatro pelo CEFART e maquiagem pela Catharine Hill Stage Makeup (SP). Assinou a maquiagem de produções teatrais e cinematográficas como Eclipse Solar, Norma, Romeu e Julieta, Hit Parade (Marcelo Caetano) e Marte Um (Filmes de Plástico) – representante do Brasil no Oscar 2023. Integra a nova geração de profissionais que articulam a caracterização como linguagem estética e política.Natacha Vassou – Ministrante das Oficinas de Pós-Produção Montadora e diretora, formada em Jornalismo pela PUC Minas, com mais de dez anos de atuação em cinema, documentários e publicidade. Assinou a montagem do longa O Dia do Galo (vencedor do Júri Popular no Festival de Tiradentes, 2018). Dirige projetos ligados à música, como o documentário Essas Mina é Zica, sobre o rap feminino de BH. Também dirigiu clipes como Cigarro (Hot & Oreia) e Vem Balançar (Ohana), finalista do M-V-F 2021.Polyana Horta – Ministrante das Oficinas de Preparação de Atores Atriz e diretora teatral com mais de 25 anos de carreira. Formada pelo Teatro Universitário da UFMG e licenciada em Teatro pela mesma instituição, foi indicada diversas vezes aos prêmios de Melhor Atriz e Melhor Diretora em BH. Atuou em produções como Hit Parade (Marcelo Caetano), Batismo de Sangue (Helvécio Ratton) e Comadres (Globo Minas). É integrante do Grupo Maria Cutia e do Coletivo Eva, que pesquisa a relação entre teatro e cinema.Luiz Henrique Santos Malta – Ministrante das Oficinas de Formação de Cineclubes Cientista social e mestre em Arquitetura e Urbanismo, atua desde 2015 com cineclubismo e produção audiovisual. Participou de projetos como o Cineclube FAFICH, Coletivo Cinefronteira, e do Festival de Cinema de Diamantina (2023). Dirigiu o curta Plano Geral 8 (2020) e foi assistente de direção do longa Palimpsesto (2024). Sua prática articula cinema, território e formação de público.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.