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Um Pouco de Sangue que Perde é uma proposta de documentário de curta-metragem (15 minutos) que visa resgatar a trajetória do escultor negro Agnaldo Manuel dos Santos, figura invisibilizada da arte moderna brasileira. Com linguagem poética e sensorial, o projeto propõe uma abordagem híbrida utilizando reencenação, narração com falas reais do artista e imagens de arquivo, incluindo filmagens autorais realizadas numa exposição recente sobre sua obra. Serão produzidas versões acessíveis com audiodescrição, Libras e legendas descritivas. O projeto prevê exibições em festivais, instituições culturais e sessões especiais no Instituto Benjamin Constant - IBC e Instituto Nacional de Educação de Surdos - INES, além de material de mediação pedagógica para uso educacional em escolas públicas e universidades.
Documentário de curta-metragem – Um Pouco de Sangue que Perde Duração: até 15 minutos | Classificação Indicativa estimada: LivreO principal produto do projeto é a realização de um documentário de curta-metragem que resgata a memória do escultor baiano Agnaldo Manuel dos Santos (1926-1962), cuja trajetória foi marcada por invisibilização institucional e racismo estrutural. A obra propõe uma reconstrução simbólica da presença de Agnaldo baseada em documentos, matérias de jornal e imagens de arquivo, conduzida por um ator que interpreta a voz do artista.Com estrutura predominantemente sonora e imagética, o filme se apoia em recursos como narração em off, trilha sonora com instrumentos afro-brasileiros, reencenações ficcionais e imagens de arquivo (fotografias, jornais, esculturas). A obra terá versões com audiodescrição, legendas descritivas e tradução em Libras, garantindo acessibilidade comunicacional para pessoas com deficiência auditiva e visual.Produtos associados e complementaresProdução de três versões adicionais com recursos de acessibilidade:Com audiodescrição (público cego ou com baixa visão).Com legendas descritivas (público surdo oralizado ou com dificuldade auditiva).Com janela de Libras (público surdo sinalizante).Classificação Indicativa: O projeto passará pelo processo de classificação indicativa junto ao Ministério da Justiça, com previsão de faixa etária Livre, visando viabilizar sua exibição em redes públicas de televisão, escolas e instituições culturais. Exibições públicas em instituições de referência na inclusão de pessoas com deficiência:Instituto Benjamin Constant (IBC), para público com deficiência visual;Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), para público com deficiência auditiva.Material complementar de mediação Produção de um vídeo institucional de apoio didático, com falas da equipe sobre o processo de realização, estética, contexto histórico e abordagens do filme. Esse conteúdo será utilizado como material de apoio em escolas, cineclubes e formações.Todos os produtos propostos visam promover a valorização da memória negra na arte brasileira, fomentar o debate sobre representatividade e contribuir para o cumprimento da Lei 10.639/2003, sobre o ensino de cultura afro-brasileira nas escolas.
Objetivos GeralRealizar um documentário de curta-metragem que contribua para a valorização da memória e da representatividade negra nas artes visuais brasileiras, promovendo acesso à cultura por meio de uma obra audiovisual sensível, educativa e de ampla difusão.Objetivos Específicos Resgatar a memória e o legado de Agnaldo Manuel dos Santos na história da arte brasileira, posicionando-o como artista de relevância e reconhecendo sua contribuição como referência fundamental dos artistas negros para o modernismo no Brasil. Ampliar a discussão sobre representatividade racial na cultura, utilizando a trajetória de Agnaldo como exemplo crítico dos mecanismos do racismo estrutural nas artes, abordando a ausência de reconhecimento institucional e a subalternização da arte afro-brasileira. Fomentar o debate sobre a recuperação de memórias silenciadas, utilizando o documentário como instrumento de reflexão e preservação cultural, e como exemplo de valorização da produção audiovisual como ferramenta de reconstrução histórica. Promover o uso educativo do documentário, contribuindo como material pedagógico complementar à Lei 10.639/2003, que estabelece o ensino da história e da cultura afro-brasileira no ensino fundamental e médio. Estimular o acesso qualificado à cultura e à história afro-brasileira, promovendo a difusão do filme em mostras, festivais, TVs públicas e plataformas digitais, alcançando públicos diversos e fortalecendo o diálogo intercultural.
O projeto Um Pouco de Sangue que Perde propõe a realização de um documentário de curta-metragem com foco no resgate da memória e da trajetória do escultor baiano Agnaldo Manuel dos Santos (1926_1962), artista negro, autodidata, cuja contribuição para o modernismo brasileiro foi sistematicamente marginalizada pelo discurso oficial da história da arte. A proposta parte de uma abordagem poética, sensorial e crítica, utilizando recursos de reencenação ficcional, imagens de arquivo, trilha sonora original afro-brasileira e narração exclusivamente baseada em falas reais do artista, publicadas em jornais da época.Por se tratar de uma obra de grande relevância simbólica, cultural e educativa, mas de baixa atratividade comercial no mercado audiovisual tradicional, sua viabilização depende diretamente do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91. O apoio via renúncia fiscal permite que projetos com alto valor cultural, mas com dificuldades de financiamento direto, possam ser realizados, promovendo o pluralismo e o acesso a narrativas fundamentais à formação da identidade brasileira.O projeto se enquadra nos dispositivos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:Inciso I - Apoio à formação, produção, difusão e circulação de bens culturais e artísticos;Inciso III - Apoio a projetos que promovam o conhecimento dos bens e valores culturais, formadores da identidade brasileira.Além disso, atende diretamente aos objetivos do Art. 3º da mesma lei, contribuindo para:I - O resgate e a difusão da identidade, da memória e dos valores culturais brasileiros;II - A produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IV - A valorização da diversidade étnica e regional brasileira e do patrimônio cultural imaterial afro-brasileiro;VII - O estímulo ao pleno exercício dos direitos culturais, com acesso à cultura por meio de linguagens diversas.Trata-se de um projeto audiovisual que responde de forma clara e efetiva às demandas contemporâneas por representatividade racial na cultura, promovendo a reescrita simbólica da história da arte a partir da perspectiva de artistas negros. O documentário será desenvolvido com rigor estético e curatorial, adotando um modelo de produção que privilegia a pesquisa histórica, a construção poética e a valorização de elementos da cultura afro-brasileira por meio de uma linguagem audiovisual inovadora.O projeto prevê ampla difusão em espaços culturais, festivais, canais públicos e plataformas digitais, com acessibilidade comunicacional e adequação a circuitos educativos, museológicos e culturais. Embora o projeto não contemple ações de gratuidade direta, ele propõe uma circulação ampla e acessível que garante a democratização do acesso ao produto cultural realizado, inclusive com potencial de internacionalização em países da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.Adicionalmente, o documentário poderá ser utilizado como material de apoio pedagógico para o ensino da história e cultura afro-brasileira, conforme determina a Lei nº 10.639/2003, contribuindo para o cumprimento de uma política pública educacional complementar.A Lei de Incentivo à Cultura, portanto, é o mecanismo adequado e necessário para garantir a viabilização deste projeto. Ele atende a critérios legais e técnicos da norma, como também se insere de maneira estratégica no esforço coletivo de descolonização do imaginário cultural brasileiro e no fortalecimento das políticas de memória, diversidade e equidade racial.Ao investir na produção deste filme, o mecanismo da Lei 8.313/91 cumpre sua finalidade original de fomentar projetos de alta relevância simbólica e baixo retorno comercial, mas com alto impacto social, educativo e cultural, promovendo um país mais plural, consciente e representativo em sua produção cultural.
Vai haver deslocamento de 5 profissionais da cidade do Rio de Janeiro/RJ para a cidade de Salvador/BA.
Produto principal: Documentário de curta-metragem – Um Pouco de Sangue que PerdeDuração: 15 minutosFormato de captação: Digital Full HD (1920 x 1080), codec Apple ProRes 422 HQFormato de finalização: Digital Cinema Package (DCP), MOV (ProRes), H.264Áudio: Stereo 2.0 e mixagem 5.1 para exibições em salas de cinema e TVsCores: Colorido, com correção de cor profissional e gradação poéticaClassificação Indicativa: Livre (previsão), a ser solicitada ao Ministério da JustiçaCertificação: Solicitação de Certificado de Produto Brasileiro (CPB) junto à ANCINEVersões acessíveis (produtos associados)Versão com audiodescrição (AD) para pessoas com deficiência visualVersão com legendas descritivas (LD) para pessoas com deficiência auditivaVersão com janela de Libras para pessoas surdas sinalizantesAs três versões serão disponibilizadas nos mesmos formatos do filme principal (DCP e digital)Material de mediação pedagógicaVídeo institucional de apoio didático: duração aproximada de 5 a 10 minutosConteúdo: falas do realizador e equipe sobre a criação, o tema, a linguagem do filme e seu potencial educativoFormato: H.264 (HD) com legendas e versão com LibrasPúblico-alvo: professores da educação básica e superior, cineclubes, instituições culturais.
Este projeto contempla acessibilidade de conteúdo por meio da produção de versões do documentário com audiodescrição, legendas descritivas e tradução em Libras, assegurando que pessoas com deficiência visual e auditiva possam compreender e fruir integralmente a obra audiovisual. Esses recursos serão implementados com acompanhamento de profissionais especializados, respeitando diretrizes técnicas da acessibilidade cultural e estéticas compatíveis com o audiovisual contemporâneo.A proponente já tem histórico de atuação nessa área, tendo realizado, em projetos anteriores, exibições acessíveis em parceria com o Instituto Benjamin Constant (IBC), referência nacional na educação de pessoas com deficiência visual. Com base nessa experiência, esta nova proposta amplia sua atuação, propondo também uma exibição acessível no Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), no Rio de Janeiro, instituição pública de excelência na formação e inclusão de pessoas surdas.Estão previstas duas exibições com foco na acessibilidade ativa:Uma sessão com audiodescrição voltada ao público cego no IBC;Uma sessão com Libras e legendas descritivas voltada ao público surdo no INES. Essas sessões terão mediação presencial, diálogo com o público e avaliação participativa sobre a experiência de fruição do filme, contribuindo com o acesso, mas também com o aprimoramento de práticas acessíveis no audiovisual nacional.Como o projeto não prevê eventos com presença física de público promovidos diretamente pela proponente em espaços controlados (como oficinas ou espetáculos), não se aplicam exigências específicas de acessibilidade física no contexto da execução direta do projeto. No entanto, as exibições realizadas em parceria com espaços culturais ou instituições educativas serão incentivadas a ocorrer em locais com infraestrutura acessível, como banheiros adaptados, rampas e sinalização tátil.O projeto reafirma seu compromisso com os princípios da inclusão, diversidade, cidadania cultural e acesso equitativo à produção simbólica, contribuindo para a consolidação de uma cultura mais justa, plural e sensível às diferenças.
O projeto Um Pouco de Sangue que Perde entende que a democratização do acesso à cultura começa com a democratização da memória e da autoria. O primeiro gesto de acesso promovido por esta proposta é o resgate da trajetória de Agnaldo Manuel dos Santos, artista negro cuja história foi sistematicamente invisibilizada pelas narrativas oficiais da arte brasileira. Visibilizar sua vida e sua obra é oferecer ao público o acesso a um capítulo fundamental da história da arte e da cultura nacional, negligenciado por décadas.A segunda dimensão da democratização reside na oportunidade de realização oferecida a uma equipe liderada por um realizador negro e composta majoritariamente por profissionais negros. O projeto promove o acesso aos meios de produção audiovisual por agentes culturais que historicamente enfrentam obstáculos estruturais para acessar recursos públicos e disputar espaços de visibilidade no cinema brasileiro. Portanto, ao ser financiado pela Lei de Incentivo à Cultura, o projeto também atua na promoção de uma maior equidade racial no setor audiovisual.A direção do documentário será de Uilton Oliveira, realizador baiano com trajetória marcada por projetos que abordam temas como memória, ancestralidade e racismo estrutural. Seu curta anterior, Nossos Passos Seguirão os Seus, também produzido e distribuído pela Corpo Fechado, teve ampla circulação nacional e internacional: estreou na França no Festival Brésil en Mouvements, passou por mais de 70 festivais, venceu o Prêmio Canal Brasil de Curtas no 55° Festival de Brasília e foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2023. A Corpo Fechado, proponente deste projeto, é uma distribuidora audiovisual reconhecida por sua atuação estratégica e comprometida com a circulação de obras de relevância estética, política e social. Sua experiência acumulada ao longo dos anos qualifica a execução técnica do filme, mas também sua circulação de maneira efetiva, ampla e profissional.Essa dupla atuação como produtora e distribuidora permite que as estratégias de acesso, exibição e diálogo com os públicos já estejam planejadas desde o início, garantindo eficácia e capilaridade na difusão da obra. A Corpo Fechado detém contato direto com canais de exibição e plataformas como Spcine, Canal Brasil, Itaú Play, Prime Box Brazil, GloboPlay, Sesc TV, entre outros, o que amplia as possibilidades de licenciamento e visibilidade qualificada para o documentário.A distribuição será realizada em fases, começando por uma circulação em festivais e mostras de cinema, onde o documentário poderá dialogar com críticos, curadores, jornalistas, realizadores e formadores de opinião. Em seguida, a proposta prevê a ampliação de público por meio de ações voltadas a estudantes, professores, pesquisadores, militantes de movimentos sociais e agentes de políticas públicas, com exibições em cineclubes, escolas, centros culturais, bibliotecas comunitárias e espaços populares de fruição cultural.Além da circulação em janelas comerciais e eventos, estão previstas ações pontuais com acesso gratuito, voltadas a estudantes de escolas públicas e associações culturais, com foco em comunidades historicamente afastadas das estruturas formais de cultura. Serão também promovidas ações educativas de mediação e diálogo com os públicos, especialmente no que se refere ao ensino da história e cultura afro-brasileira, conforme a Lei 10.639/2003.A obra também contará com um vídeo institucional de mediação cultural, com comentários da equipe criativa sobre o processo artístico, o contexto histórico do artista retratado e a importância da obra como ferramenta de reconstrução simbólica da memória afro-brasileira. Esse conteúdo será disponibilizado online, de forma aberta, podendo ser utilizado como material didático e de formação por professores, educadores e mediadores culturais.As peças de divulgação, como teaser, cartaz e press kit, serão criadas com foco em acessibilidade visual e textual, respeitando diretrizes de design universal e linguagem clara, para dialogar com diferentes faixas etárias e perfis de público.O projeto Um Pouco de Sangue que Perde reafirma seu compromisso com a democratização real e múltipla do acesso à cultura, ao conjugar autoria negra, distribuição profissional, articulação com redes educativas e ações específicas de inclusão. Não se trata apenas de difundir um produto audiovisual, mas de reposicionar símbolos, memórias e vozes historicamente silenciadas no centro da cena cultural brasileira.
Uilton OliveiraFunção: Pesquisa, Produção Executiva, Roteiro e DireçãoUilton Oliveira é soteropolitano, historiador, realizador audiovisual e cineclubista. Idealizador e curador do Cineclube Cine Outrx e da Mostra do Filme Marginal, atua na pesquisa, curadoria, programação, produção e distribuição de filmes. Como diretor, realizou os curtas Encruza (2019), licenciado pela SPCine Play; Nossos Passos Seguirão os Seus (2022), licenciado pelo Canal Brasil; e O Carnaval de Rua é Festa do Povo (2023), também licenciado pelo Canal Brasil. Atualmente finaliza o longa documental Bahêa da Guanabara: Patrimônio Cultural na Cidade Maravilhosa. Todos os seus filmes tiveram circulação internacional, alcançando públicos em festivais no Brasil e no exterior, como o 18° Festival Brésil en Mouvements (França), o 62° Festival Internacional de Cine de Cartagena de Indias (Colômbia), o 15° Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul: Brasil, África, Caribe e outras diásporas (RJ), o 55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (DF), o 26° Forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte (MG) e o 30º Festival de Cinema de Vitória (ES). Integra a APAN – Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro, onde colabora como Gestor de Conteúdo e Logística da plataforma de streaming Todesplay e como membro do GT de Distribuição.Gabriela Dias HolzFunção: ProduçãoMãe de dois, Produtora e Arte Educadora. Produziu os filmes Nossos Passos Seguirão Os Seus e Carnaval de Rua é Festa do Povo. Idealizadora do projeto infantil Lúdicas e do projeto de acolhimento materno infantil Casa Matre. Produziu a Mostra do Filme Marginal desde a primeira edição em 2017 e o Cineclube Irajá. Thiago Moreira SantosFunção: Produção ExecutivaProdutor geral e executivo, pós-graduado em Gestão de Projetos Culturais pelo CELACC/ECA/USP. Foi um dos membros fundadores do Coletivo Ponto de Cultura Coisarada, onde, desde 2013, atuou como gestor e produtor cultural em atividades como Sarau da Coisa, Cineclube Consciência e SALVE – Semana do Audiovisual Livre, entre outras ações do projeto. Também integrou a Tomada Cultural, produtora voltada à difusão e fomento do trabalho de artistas e ativistas engajados em questões sociais e étnico-raciais. A empresa teve mais de 16 projetos aprovados pelo ProAC, prestou mais de 30 serviços para unidades do Sesc, realizou duas montagens teatrais contempladas pelo Prêmio Zé Renato, da cidade de São Paulo, e executou diversos projetos por meio das leis emergenciais de cultura Aldir Blanc e Paulo Gustavo, em Campinas, Várzea Paulista, Ubatuba, Jundiaí e no Estado de São Paulo.Michelle EgitoFunção: ProduçãoMichelle Egito é graduada em Comunicação Social – Cinema, com especialização em divulgação científica e gestão de projetos. Atua há nove anos como produtora cultural e audiovisual, acumulando experiência em diferentes linguagens artísticas. Também é educadora de audiovisual em contextos de ensino formal e não formal, conciliando a prática da produção com a formação de novos públicos e profissionais da área.Josiane MonteiroFunção: ControllerJosiane Monteiro é carioca, bibliotecária graduada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e pós-graduanda em História da Cidade do Rio de Janeiro. Atua nas áreas de pesquisa, gestão da informação, gestão documental e organização do conhecimento. Atualmente exerce a função de Controller na Mostra do Filme Marginal, contribuindo para o planejamento, acompanhamento e controle administrativo-financeiro do projeto.Luiza NinovFunção: Assistente de ProduçãoLuiza Ninov é graduanda em Comunicação em Produção Cultural pela UFBA. É assistente de produção do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT-UFBA) e coordena a área de comunicação da Mostra do Filme Marginal pelo segundo ano consecutivo. Com experiência no campo da cultura desde 2015, já realizou diversos eventos e projetos culturais, desempenhando também funções de direção e videomaker.Hugo Anikulapo LimaFunção: Diretor de fotografiaHugo Anikulapo Lima é diretor, roteirista e diretor de fotografia, formado pela Academia Internacional de Cinema (AIC) em 2021. Atualmente, cursa História da Arte na Escola de Belas Artes da UFRJ. Assina a direção de diversos curtas-metragens, entre eles Siyanda, Suspeito, O Senhor de Toda Cruz (2018), Fim de Tarde (2019), Xirê (2019) e No Caminho de Casa (2022).Como diretor de fotografia, colaborou em obras como Nossos Passos Seguirão os Seus (2022), Fábrica de Bico (2022), Colo Vazio e No Caminho de Casa (2022). Atuou também como operador de câmera na segunda temporada do programa Avisa Lá Que Eu Vou (2022-2023), exibido no GNT.Cachalote MattosFunção: Diretor de arteDoutor em Artes pela UERJ, Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO e cenógrafo pela UFRJ. Professor substituto da Escola de Teatro Martins Penna. Consultor de imagem do Centro de Teatro do Oprimido, trabalhou com Augusto Boal entre 1998/2009. Integrante do GESTO - Grupo de Estudo em Teatro do Oprimido, que atua desde 2010 na inclusão do Teatro do Oprimido em programas de graduação e pós-graduação universitária. Integrante do Coletivo Cor do Brasil (Grupo que pesquisa a temática racial através da estética negra).Direor de arte dos filmes Nossos Passos Seguirão os Seus (2022) e O Carnaval de Rua é Festa do Povo (2023). Integrante do Coletivo Siyanda de Cinema Negro, diretor de arte, Cenógrafo da Cia. de Teatro Os Ciclomáticos, indicado ao prêmio Shell e ao prêmio CBTIJ 2023, 2025. Pesquisador da Estética do Oprimido ministrou oficinas em Angola, Senegal, Guiné Bissau, Moçambique, Berlin, Croácia, França, Califórnia - EUA, Taiwan e diversas regiões do Brasil. Realizou diversos trabalhos de cenografia em teatro, cinema, eventos e exposições.Rafael DaguerreFunção: MontagemRafael Daguerre é fotojornalista, cinegrafista, editor, repórter, documentarista e montador. Reconhecido pelo seu trabalho com foco em questões sociais, construiu ao longo de mais de uma década uma vasta documentação de movimentos sociais e mobilizações populares, atravessando temas como racismo, violência policial, direito à moradia, violência de gênero e a causa indígena. No cinema assina a montagem dos filmes Nossos Passos Seguirão os Seus (2022) e O Carnaval de Rua é Festa do Povo (2023).Herison PedroFunção: Diretor de SomHerison Pedro atua no audiovisual desde 2011 e é CEO da produtora de áudio Ofó Lab.Sonoro Cinematográfico (BA). É co-fundador do coletivo Cinema Negro Sonoro e associado à A3pS – Associação de Profissionais de Pós-Produção de Som. Tem formação em Técnico em Processos Fonográficos pela Escola Pracatum (BA) e em Trilha Sonora para Cinema e TV pela AIC (SP).Como realizador audiovisual, atua como diretor de som, técnico de som direto e na pós-produção para cinema e audiovisual. Desenvolve trabalhos sonoros autorais e experimentais relacionados à paisagem sonora, imersão e desenho de som para múltiplas linguagens. Entre seus principais trabalhos, destacam-se a série Os Deraldos (Netflix Brasil), as séries A História da Alimentação no Brasil e Encantarias (Cine Brasil TV), além de curtas-metragens premiados como Yabá (melhor trilha musical), Orunmilá (melhor som) e Nocaute (melhor som direto). Sua trajetória já soma a participação em mais de 40 curtas-metragens no departamento de som, consolidando-se como uma das referências da nova geração de profissionais da área no Brasil.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.