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PRONAC 2510194Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Internacional de Documentário : Estados do Real / States of the Real

VIOLETA FILMES LTDA
Solicitado
R$ 998,2 mil
Aprovado
R$ 998,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2026-02-02
Término
2027-02-02
Locais de realização (1)
Goiânia Goiás

Resumo

O Festival Internacional de Documentário Estados do Real nasce do amadurecimento e da expansão do PirenópolisDoc, evento que, ao longo de cinco edições, consolidou-se como um espaço singular de exibição, formação e reflexão sobre o cinema documental no Brasil. Mantendo seu compromisso com o pensamento crítico e a valorização da imagem como instrumento de transformação social, o festival agora assume um novo formato e alcance: realizado em Goiânia e com programação estendida para Brasília, passa a acolher produções documentais de todo o mundo. Essa nova etapa dá continuidade ao legado do PirenópolisDoc, ao mesmo tempo em que amplia seu horizonte para um debate urgente: a democracia em tempos de crise da verdade e de transformação tecnológica. O festival propõe-se a investigar, através do cinema documental, como as imagens — e, cada vez mais, as imagens produzidas por inteligência artificial — moldam nossa percepção do mundo e influenciam as estruturas democráticas contemporâneas.

Sinopse

O evento reunirá cineastas, pesquisadores, jornalistas, ativistas e o público em geral para discutir temas como liberdade de expressão, desinformação, inteligência artificial e o futuro da representação no audiovisual. O cinema documental, entendido aqui como linguagem viva e plural, é o ponto de partida para uma conversa global sobre os desafios da democracia na era das máquinas. Exibições – 30 filmes (10 internacionais, 20 nacionais) Curadoria de documentários e híbridos sobre direitos humanos, meio ambiente, cidade/território, juventudes, memória, democracia e desinformação, conectando Brasil e América Latina em um panorama plural de linguagens e vozes. Formação – 6 atividades (oficinas/master classes/sessões comentadas/laboratórios) Conteúdos práticos e críticos para direção, roteiro/pesquisa, produção executiva, montagem/som e estratégias de circulação/impacto, com um módulo dedicado a acessibilidade (Libras, audiodescrição e legendagem descritiva). Foco em introdução de ferramentas, estudo de casos e exercícios guiados. Debate público – 12 mesas/diálogos Conversas com diretores, pesquisadores e especialistas em mídia e IA (ética algorítmica, vieses, autoria), políticas públicas e difusão independente, preservação e acessibilidade no audiovisual, narrativas negras/indígenas/LGBTQIA+. Abordagem: contexto, provocações curatoriais e Q&A. Laboratório Real em Processo – 8 projetos + Pitching público (3 prêmios) Tutoria criativa e de viabilidade (narrativa, orçamento, direitos, estratégia de impacto) culminando em pitching público. Assunto central: desenvolvimento de documentários de impacto alinhados a cultura, sustentabilidade e diversidade, com feedback especializado e premiação. Mostra Jovem/Formação – 5 sessões escolares (1.200 estudantes) Seleção de obras adequadas ao contexto escolar para letramento audiovisual e midiático, com mediação que aborda cidadania digital, verificação de fontes, diversidade e inclusão. Acompanha roteiros de debate e atividades pós-sessão. Dia de Acessibilidade (encontro dedicado) Demonstração prática e debate sobre Libras, audiodescrição e legendagem descritiva, com OSCs parceiras de PCD. Conteúdo: boas práticas de atendimento, sinalização acessível e protocolos atitudinais para equipes e público. Difusão Digital – 20 conversas/trechos + 1 Catálogo Digital (PDF) Série de vídeos curtos (3–8 min) com bastidores, ideias-chave dos debates e métodos de criação, pensados para atração de audiências jovens. O catálogo digital reúne sinopses, fichas técnicas, textos curatoriais curtos e selos de acessibilidade, servindo como guia de consulta. Comunicação e Contrapartidas – 50 peças, 10 releases, 100 inserções Peças (artes, vídeos, spots) com teasers, bastidores e contagem regressiva, e releases temáticos que enfatizam acesso gratuito, diversidade e sustentabilidade. Assunto das ativações: valorização das marcas apoiadoras como parceiras de cultura, meio ambiente e inclusão. Memória e Transparência – relatório final, registro audiovisual, listas e clipagem Documento-síntese com indicadores de acesso (público, formação, diversidade, acessibilidade), alcance digital e impacto formativo, apoiado por registro foto/vídeo, listas de presença e clipagem de mídia para prestação de contas e replicabilidade.

Objetivos

OBJETVO GERAL Realizar um festival audiovisual gratuito e inclusivo, em Goiânia e Brasília, que amplie o acesso ao cinema e fortaleça a cadeia do documentário no Brasil e na América Latina por meio da exibição de obras, de ações de formação, debates públicos e laboratório de projetos, assegurando diversidade e acessibilidade, promovendo difusão digital e registrando suas ações para memória e transparência, com metas de público, participação e comunicação detalhadas nos objetivos específicos. OBJETIVO ESPECÍFICO Exibições: Exibir 30 filmes - 10 internacionais, 20 nacionais- em duas cidades ( Goiânia e Brasília), em 6 dias de evento, com 5.000 espectadores presenciais e 100% dos ingressos gratuitos. Formação: oferecer 6 atividades formativas ( oficinas/master classes/ sessões comentadas / laboratórios ) com 180 vagas e certificação, priorizando jovens e educadores. Presencial Debate público: conduzir 12 debates/mesas com diretores, pesquisadores e especialistas em mídia/IA, garantindo 50% de participação feminina e 30% de pessoas negras/indígenas/LGBTQIA+ entre convidados. Laboratório Real em Processo: selecionar 8 projetos de documentário (Brasil e América Latina) para tutoria e pitching público, com 3 prêmios de estímulo. Mostra Jovem/Formação: realizar 05 sessões escolares para 1.200 estudantes com material pedagógico e mediação. Acessibilidade: assegurar um dia de encontro com acessibilidade na versão libras em parceria com OScs que atuem na gestão de PCD. Difusão digital: publicar 20 conversas/trechos no canal do festival e 1 catálogo digital (PDF), alcançando 15.000 usuários nas redes. Comunicação e contrapartidas: produzir 50 peças (artes, vídeos, spots), 10 releases e 100 inserções de mídia; garantir visibilidade às marcas em todo material e em todas as salas gerando 500 mil visualizações. Memória e transparência: gerar um relatório final com indicadores, registro audiovisual das atividades, lista de presença e clipagem para prestação de contas.

Justificativa

O festival realiza difusão qualificada de documentários, formação do público e circulação regional, resultados que exigem captação privada via renúncia fiscal (mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do PRONAC) para garantir acesso, diversidade e sustentabilidade — exatamente o que a Lei 8.313/91 determina: a proposta deve atender às finalidades do art. 1º e a pelo menos um objetivo do art. 3º. Serviços e Informações do Brasil+1Enquadramento _ Art. 1º (finalidades atendidas):I) Ampliar o acesso às fontes de cultura e aos direitos culturais (mostras e sessões gratuitas). Serviços e Informações do BrasilII) Regionalização: circuito Centro-Oeste + DF, com valorização de conteúdos locais. Serviços e Informações do BrasilIII e IV) Apoiar, valorizar e proteger manifestações e criadores (curadoria e debates). Serviços e Informações do BrasilVIII e IX) Difundir bens culturais de valor formador e priorizar o produto cultural originário do País (documentário brasileiro em destaque). Serviços e Informações do BrasilObjetivos _ Art. 3º (o que o projeto entrega):I(c) Cursos/Oficinas para formação e aperfeiçoamento (master classes, oficinas, laboratório). Serviços e Informações do BrasilII(a) Produção/Exibição de filmes documentais e preservação do acervo; II(c) realização de festivais — eixo central do projeto. Serviços e Informações do BrasilIV(a) Distribuição gratuita de ingressos (cotas de gratuidade), IV(b) estudos e pesquisas (debates e publicações). Serviços e Informações do BrasilV(b) Contratação de serviços para elaboração/execução cultural (curadoria, mediação, acessibilidade). Serviços e Informações do Brasil usar a Rouanet (mecanismo de incentivo) é o caminho adequado e previsto em norma para captar com empresas e pessoas físicas os recursos necessários ao festival, cumprindo as finalidades do art. 1º e múltiplos objetivos do art. 3º, como exigem os manuais oficiais do MinC

Estratégia de execução

ObjetivosAmpliar o público e a visibilidade do festival no Centro-Oeste e no Brasil.Engajar comunidades locais e audiências jovens.Valorizar a marca dos patrocinadores como apoiadores da cultura, da sustentabilidade e da diversidade. 1. Estratégia Digital Período: Mês 6 – Mês 11 Canais e ações:Redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok, Threads e X): bastidores, teasers, entrevistas curtas com diretores, drops de masterclasses e contagem regressiva.Mídia paga: campanhas segmentadas por interesse (cinema, cultura, documentário, política).E-mail marketing e newsletter para imprensa, realizadores e público fidelizado. 2. Estratégia de Imprensa e Relações Públicas Período: Mês 7 – Mês 11 Ações:Assessoria de imprensa nacional e regional (DF, GO e entorno).Envio de press kits digitais e físicos (material ecológico).Pauta em veículos especializados e gerais:Cultura/cinema: Revista Piauí, Canal Brasil, Tela Viva etc.Jornais: Folha, Estadão, Metrópoles, O Popular, Correio Braziliense etc.Rádios públicas e universitárias: Rádio Cultura FM, Rádio UFG, CBN Goiânia (entrevistas e colunas). 3. Mídias e Parcerias Institucionais Período: Mês 8 – Mês 11 Sugestões de parceria:Canal Brasil (vinhetas e chamadas).TV Cultura / TV Brasil Central – cobertura e veiculação de trechos.Sesc TV e Itaú Cultural Play – possíveis retransmissões.Embaixadas e universidades – apoio institucional e difusão acadêmica. Destaques para PatrocinadoresVisibilidade de marca em todas as peças digitais e impressas (antes, durante e depois do evento).Ativações de marca nos espaços do festival e em conteúdo audiovisual.Mídia espontânea e institucional via veículos culturais e ambientais.Alinhamento com causas sociais e ambientais, ampliando o valor reputacional.Alinhamento com causas sociais e ambientais, ampliando o valor reputacional da marca.

Especificação técnica

1) Exibições – 30 filmes (10 internacionais, 20 nacionais) Suporte/formatos aceitos Imagem: DCP (Interop/SMPTE, 24p/25p), ProRes 422 HQ (1080p/4K, .mov), H.264/H.265 (1080p/4K, .mp4).Áudio: 5.1 (preferencial) ou 2.0 stereo, 48 kHz / 24-bit.Legendas: arquivo .srt ou .xml em PT-BR (quando necessário), com safe area 10% e timing checado; fonte sem serifa (min. 36 px em 1080p).Acessibilidade (quando aplicável): faixas de AD (audiodescrição) em .wav mono + janela de Libras (arquivo picture-in-picture com alpha/green).Projeção e salaProjetor DCP (2K/4K) ou laser 8–12k lumens (backup), tela 16:9/Scope; player DCP + media player confiável (ex.: QLab).Matriz/mesa de vídeo, switch HDMI/SDI, distribuição para monitores de retorno; blackout e controle de luz cênica.Som: P.A. com sub, mixer 16 canais, microfones wireless (2 headset + 2 handheld).Operação.Backup de programação em SSD (exFAT), checksum MD5. 2) Formação – 6 atividades (oficinas, master classes, sessões comentadas, laboratórios)Infra e materiaisSala/auditório com projeção 1080p, caixas de som, 1 microfone headset + 1 handheld, flipchart e canetas.Para oficinas práticas: 10–20 notebooks (ou BYOD), Adobe CC/DaVinci (licenças), kit captação leve (2 câmeras mirrorless + áudio).Conectividade: Wi-Fi 50 Mbps estável; extensões/benjamins; mesa com 6–8 tomadas.Conteúdo e padrõesSlides em 16:9, PDF final para envio; handout (2–4 págs.) com referências e exercícios.Gravação simples (1 câmera + áudio de mesa) para acervo, respeitando autorização de imagem/voz.Certificação: controle de presença (QR code), emissão PDF com carga horária e ementa.EquipeCoord. pedagógico, 1 produtor de sala, convidado(a)/docente, apoio técnico (1). 3) Debates/Mesas – 12 encontrosFormato técnicoPalco com 3–5 microfones (2 headset + 3 handheld), retorno de palco, relógio de contagem (timer).Projeção para vinhetas/biografias, GC simples (nome/cargo) via switcher.Captação multicam (2 câmeras fixas + 1 móvel) + gravação ISO e program (ProRes LT).AcessibilidadeIntérprete de Libras em palco + feed dedicado para janela (se houver streaming).Legenda descritiva em cortes para redes (pós).OperaçãoDuração: 75–90 min; briefing prévio com mediador(a); sinalização de tempo (placas de 10’, 5’, 1’).Ficha técnica entregue à imprensa (mini-bios, temas, perguntas norteadoras). 4) Laboratório Real em Processo – 8 projetos + Pitching (3 prêmios)TutoriaSalas modulares para mentorias coletivas (8–12 pax) e 1:1 (reservadas/isoladas acusticamente).Materiais: modelos de logline, sinopse, orçamento, cronograma, plano de impacto, checklists jurídicos (direitos/cessões).Pitching públicoPalco com telão 1080p/4K, clicker, P.A., cronômetro visível; 7’ pitch + 8’ Q&A por projeto.Júri com fichas de avaliação (critérios e pesos), assinatura digital; ata de resultados.Entrega técnicaDeck do projeto em PDF 16:9, até 10 slides + teaser (H.264 1080p, máx. 90”).Ensaio aberto com ajuste de áudio/imagem; checagem de fontes, contraste e legibilidade.PrêmiosRegulamento e termos de uso (vales/serviços/bolsas); nota fiscal/recibo; prazos de fruição. 5) Mostra Jovem/Formação – 5 sessões escolares (1.200 estudantes)Exibição e mediaçãoProgramas 40–60 min + mediação 20–30 min; guia do(a) mediador(a) com perguntas-chave e rubricas de observação.Materiais didáticos: planos de aula, propostas de atividade (30–50 min), alinhamento BNCC.TécnicoProjeção 1080p, áudio 2.0; legenda grande (≥ 42 px em 1080p); luz de sala controlável.Acessibilidade arquitetônica (rampa, sinalização), intérprete de Libras em datas combinadas.RegistroLista de presença por escola (diretor(a)/coordenação assina), autorização de imagem quando houver captação. 6) Dia de Acessibilidade (encontro dedicado)RecursosIntérpretes de Libras (2, em revezamento), profissional de AD ao vivo (quando aplicável), legendista para LSE.Sessões com janela de Libras e AD incorporadas (arquivos preparados com PiP + trilha AD).Materiais educativos impressos e digitais (PDF acessível, tag #ParaTodosVerem).ChecagensTeste de contraste (WCAG AA), ramp test (rotas acessíveis), localização de assentos reservados.Treinamento atitudinal da equipe (checklist de atendimento). 7) Difusão Digital – 20 conversas/trechos + Catálogo Digital (PDF)Vídeos (20 unidades)Captação: 1080p25, codec ProRes LT (master) + H.264 (delivery); áudio 48 kHz/24-bit, lapela + boom.Pós: cortes de 3–8 min, legenda aberta em PT-BR (padrão OTT), Libras PiP quando pertinente; thumbnail 1280×720.Publicação: YouTube/Vimeo/TikTok/IG (variações de aspect 16:9, 9:16, 1:1); metadados (título, descrição, tags, créditos, patrocinadores).Catálogo (1 PDF)Formato: A4/Letter, PDF/A, interativo (sumário, links); acessível (texto real, tags, alt text).Conteúdo: sinopses/fichas, textos críticos (800–1.200 toques), selos de acessibilidade, créditos e logotipos (manual de marca).Entrega: versão web ≤ 15 MB + versão impressão 300 dpi com sangria. 8) Comunicação e Contrapartidas – 50 peças, 10 releases, 100 inserçõesPeçasStill/teaser/poster: pacotes em 16:9, 4:5, 1:1, 9:16; arquivos .png (sem fundo) e .mp4 (H.264) para redes.Identidade visual: kit com AI/SVG/PNG, paleta e tipografia; manual de aplicação de marcas (patrocinadores).Releases e imprensa10 releases em .docx + .pdf; fotos em 300 dpi, créditos e legendas; press kit com bios e ficha técnica.Clipping: monitoramento (links/prints em PDF), planilha com alcance/AVEs (quando aplicável).Mídia pagaArte ad-safe (sem textos excessivos), UTMs por campanha, pixels instalados; segmentações por interesse e geo. 9) Memória e Transparência – relatório final, registro audiovisual, listas e clipagemRegistroFotografia (RAW + JPEG), vídeo de cobertura (1080p), captura de palco (ISO + Program).Organização por estrutura de pastas (DATA > DIA > SESSÃO) e nomenclatura padrão (AAAAMMDD_local_tipo_v01).Relatório finalConteúdo mínimo: indicadores (público, formação, diversidade, acessibilidade), metas vs. realizado, difusão digital, mídia, contrapartidas, prêmios; aprendizados e próximos passos.Formato: PDF/A com anexos (planilhas .xlsx, listas assinadas digitalmente, fotos 300 dpi).Conformidade: Notas fiscais/recibos, termos de cessão de imagem/voz, autorizações de exibição e KDMs (se houver).

Acessibilidade

Acessibilidade arquitetônica: as escolas parceiras serão escolhidas priorizando rampas de acesso, iluminação adequada e localização de fácil acesso por transporte público. Antes do início das atividades, faremos vistoria técnica para checar rotas acessíveis desde a entrada até as salas, garantindo sinalização clara e equipe de apoio nos horários de pico para acolhimento e orientação do público.Acessibilidade comunicacional: todas as postagens no Instagram do projeto terão legenda descritiva, e os vídeos institucionais e materiais de difusão incluirão janelas de Libras. Pelo menos 10% dos filmes exibidos serão disponibilizados em apresentação online com janela de Libras e audiodescrição, com teste prévio de qualidade e indicação visível desses recursos nos canais de comunicação e na bilheteria gratuita.Acessibilidade atitudinal: realizaremos um levantamento e uso sistemático da tag #ParaTodosVerem, com uma série de postagens publicitárias e educativas explicando a importância e a forma de uso de recursos como janela de Libras e audiodescrição. Essas peças servirão para sensibilizar público, equipe e parceiros, reforçando o compromisso do projeto com práticas inclusivas e o acesso ampliado ao cinema.

Democratização do acesso

A democratização de acesso desta proposta parte de um princípio simples e inegociável: tudo é 100% gratuito. Em seis dias de programação, nas cidades de Goiânia e Brasília, exibiremos 30 filmes (10 internacionais e 15 nacionais) para um público estimado de 5.000 pessoas, com retirada antecipada online, cota de ingressos na hora e fila solidária para reduzir barreiras de tempo e tecnologia. Reservaremos ainda cotas para escolas públicas e OSCs, garantindo presença territorial e circulação qualificada.A dimensão escolar é estruturante. Realizaremos 5 sessões escolares para 1.200 estudantes diretamente nas escolas parceiras, priorizando unidades com acessibilidade arquitetônica (rampas, iluminação e rotas de fácil acesso). Cada sessão contará com mediação pedagógica e material didático para docentes, fortalecendo a experiência formativa antes, durante e após a exibição.No eixo de formação, ofereceremos 6 atividades (oficinas, master classes, sessões comentadas e laboratórios) com 180 vagas e certificação, priorizando jovens e educadores. Além do núcleo central, promoveremos oficinas paralelas descentralizadas e de curta duração em escolas e espaços comunitários, abordando letramento audiovisual, mídia/IA e produção com celular, ampliando o alcance para públicos que não conseguem se deslocar até as salas principais.O debate público é outro vetor de acesso. Conduziremos 12 debates/mesas com diretores, pesquisadores e especialistas em mídia/IA, assegurando 50% de participação feminina e 30% de pessoas negras/indígenas/LGBTQIA+ entre convidados. A curadoria dessas mesas prioriza pluralidade de visões e repertórios, fortalecendo a experiência de fruição com reflexão crítica e diálogo intergeracional.O Laboratório Real em Processo selecionará 8 projetos de documentário (Brasil e América Latina) para tutoria e pitching público, oferecendo 3 prêmios de estímulo. Para ampliar o aprendizado aberto, realizaremos Ensaio Aberto de Pitching e Ensaio Técnico de Mediação, permitindo que estudantes e iniciantes acompanhem os bastidores do desenvolvimento de projetos, observem feedbacks de especialistas e compreendam formatos de apresentação.Em acessibilidade, atuaremos de forma arquitetônica, comunicacional e atitudinal. Haverá um dia dedicado com mediação em Libras em parceria com OSCs que atuam com PCD; as postagens de redes trarão legendas descritivas e os vídeos institucionais terão janelas de Libras. Pelo menos 10% dos filmes serão disponibilizados em apresentação online com janela de Libras e audiodescrição. O uso sistemático da #ParaTodosVerem, acompanhado de peças educativas, reforça a cultura de inclusão e sensibiliza público, equipe e parceiros.A difusão digital amplia o alcance para além do tempo-espaço do evento. Publicaremos 20 conversas/trechos no canal do festival e um catálogo digital (PDF), com meta de 15.000 usuários alcançados e 500 mil visualizações em comunicação e imprensa. Debates e pitchings terão transmissão ao vivo (ou cobertura em “quase tempo real”) e disponibilização sob demanda. Para facilitar circulação não comercial, trabalharemos com autorizações específicas e, sempre que possível, licenças Creative Commons.Por fim, asseguramos memória e transparência com relatório final contendo indicadores de acesso, diversidade e acessibilidade; registro audiovisual das atividades; listas de presença e clipagem para prestação de contas. Esse conjunto de ações integra fruição, formação e inclusão, produzindo legado público replicável e fortalecendo o direito de acesso à cultura.

Ficha técnica

Direção Artística: Fabiana AssisFabiana Assis é documentarista e roteirista. Mestre em Arte e Cultura Visual (UFG) e pós-graduada em Cinema Documentário (FGV), iniciou sua trajetória em Nova Iorque, com estudos na The New School e na School of Visual Arts. Fundadora da Violeta Filmes, dirige desde 2015 o PirenópolisDoc – Festival de Documentário Brasileiro, atuando como diretora artística e curadora. Seu primeiro longa, Parque Oeste (2018), estreou no Festival de Brasília e foi premiado em Tiradentes. Em 2024, colaborou na pesquisa da série Som Sertanejo (Multishow) e atualmente assina o roteiro de uma série documental sobre Marília Mendonça para o Amazon Prime, além de desenvolver projetos autorais com foco nos olhares femininos que vão do sertanejo à imigração.Coordenador de projeto:Produção Executiva:Lidiana Reis É coordenadora do Mercado SAPI e idealizadora do Prêmio CORA. Roteirista e produtora sediada no centro do Brasil. Como produtora, tem em seu portfólio cinco longas-metragens que foram exibidos em renomados festivais, como Festival de Guadalajara, Festival de Berlim e o Festival de Gramado.É mentora de projetos audiovisuais em desenvolvimento e idealizadora de iniciativas de formação audiovisual e para crianças e adolescentes, como o Cine Arandu.É sócia da Sol a Pino Filmes onde desenvolve narrativas centradas na mulher, como no seu primeiro longa documental Piedade para esta terra que me sonega o amor e Solina, filme escrito e dirigido por Larissa Fernandes.CuradoriaBenedito FerreiraBenedito Ferreira é artista visual, curador e pesquisador. Doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Em sua produção, investiga a imagem como escrita, explorando a poética dos arquivos, suas montagens e os apagamentos das fronteiras entre “documento” e “ficção”.Nos últimos anos, apresentou trabalhos e colaborou com instituições como o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (Portugal), The Room Projects (França), Armenian Center for Contemporary Experimental Art (Armênia), Espacio de Arte Contemporáneo (Uruguai), Center for Contemporary Art Tbilisi (Geórgia) e Czong Institute for Contemporary Art (Coreia do Sul), entre outras.Como curador, atuou em mostras como Filmes em Fuga, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA) e o PirenópolisDoc – Festival de Documentário. Publicou o livro Agora e Pouco Antes: Direção de Arte e Cinema Brasileiro e dirigiu os longas-metragens Granada e A Última Imagem.Pedro NovaesPedro Novaes é diretor e roteirista com um interesse especial pelo trabalho com comunidades indígenas e a temática ambiental. Roteirizou e dirigiu os longas Cartas do Kuluene (Doc, 2011), Alaska (Fic, 2019), e O Conhecimento dos Antigos (Doc, 2022). Foi um dos roteiristas e diretores da série documental Doçaria Brasileira (Doc, 2019), e é também um dos roteiristas e produtor do longa Hotel Mundial (Fic, 2018). É autor do livro "8 Histórias de Amor - Reflexões sobre a Escrita Dramatúrgica". Desde 2021, é também diretor artístico do FICA, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental.Coordenador de ComunicaçãoVitor Campos MenezesVitor Campos, (Vitor Cadillac), é produtor cultural há 15 anos e atuou como Superintendente de Políticas para a População LGBTQIAP+ de Goiânia e Superintendente Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura. Já colaborou com o Festival Vaca Amarela, Grito Rock, Música no Câmpus, entre outros eventos. Também foi parte do Coletivo Fósforo Cultural e compôs a equipe do Centro Cultural da UFG. Atualmente é membro do Fora do Eixo e da Mídia NINJA.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.