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O projeto "Lamparina no Carnaval: Delírio Coletivo e a Luta Antimanicomial" propõe a realização do bloco carnavalesco "Não Me Entrego Pros Caretas" em Belo Horizonte, com o tema "Delírio Coletivo", em referência ao lançamento do novo álbum da banda que ocorrerá em março de 2026. Além de celebrar a diversidade cultural, social e artística do Brasil, o bloco levantará a bandeira da saúde mental e da luta antimanicomial, em parceria com grupos como o "Bloco Sem Manicômios e sem Prisões" e o "Trem Tantan". O repertório contará com sucessos da banda e clássicos do Carnaval, com todas as músicas e discursos interpretados em Libras, promovendo inclusão e acessibilidade.O desfile visa criar um espaço de liberdade de expressão, conscientizando sobre a importância da convivência e socialização de pessoas com problemas de saúde mental, combatendo o isolamento e a estigmatização. A participação de outros grupos de pessoas com problemas de saúde mental que se reúne para tocar, reforça a mensagem de que o Carnaval é para todos e que a arte pode ser um poderoso veículo de inclusão e dignidade. Será um manifesto sobre um Brasil autêntico, que acolhe suas diferenças e exalta sua força criativa, promovendo um espaço de inclusão, resistência e liberdade.
ESPETÁCULO MUSICAL CARNAVALESCO Apresentação da Banda Lamparina em trio elétrico com repertório autoral e covers, integrada com o "Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões", "Trem Tantan" e "Piraboa" (coletivo de usuários da rede de saúde mental). O espetáculo transforma as ruas do Carnaval de Belo Horizonte em palco de manifestação artística, com cenografia temática que inclui o "cavalo azul" (símbolo de liberdade), faixas e intervenções visuais sobre saúde mental. Uma experiência sensorial que une música, poesia e protesto, convidando o público a refletir sobre direitos humanos e inclusão.MANIFESTO ARTÍSTICO Documento performático que será lançado antes do carnaval, articulando artisticamente os princípios da luta antimanicomial com a linguagem do carnaval. Será divulgado em formato digital, audiovisual e em versão acessível (audiolivro), servindo como base conceitual para todo o projeto.OFICINAS DE CRIAÇÃO Uma (01) Oficina de Composição Musical. A oficina irá contemplar conceitos como: Os Fundamentos da Linguagem Musical; Técnicas e Procedimentos de Composição e uma panorama geral do Processo Criativo.TRANSMISSÃO ACESSÍVEL Gravação e transmissão ao vivo do espetáculo com recursos de acessibilidade integrados: janela de Libras, audiodescrição e legendagem descritiva. O conteúdo ficará disponível permanentemente como registro artístico-pedagógico do projeto.ENSAIO ABERTO Três (03) " ensaios abertos" de preparação para o carnaval, onde o público pode acompanhar o processo criativo, interagir com os artistas e compreender os significados por trás de cada elemento do espetáculo.MATERIAIS GRÁFICOS EDUCATIVOS Série de cartilhas, lambe-lambes e adesivos com conteúdo sobre saúde mental e direitos humanos, distribuídos gratuitamente durante todo o projeto, utilizando linguagem acessível e projeto visual inclusivo.Cada produto dialoga com os demais, formando um ecossistema artístico-pedagógico coeso em torno da desestigmatização da loucura e da celebração da diversidade humana.
Objetivo Geral: Proporcionar uma experiência carnavalesca inclusiva e culturalmente rica em Belo Horizonte, celebrando a neurodiversidade com o tema "Delírio Coletivo" e promovendo a conscientização sobre a luta antimanicomial e a importância da saúde mental através da arte e da liberdade de expressão.Objetivos Específicos:Realizar o bloco "Não Me Entrego Pros Caretas" da banda Lamparina no Carnaval de Belo Horizonte, no dia 16 de fevereiro de 2026, com um percurso definido na região da Savassi, atraindo uma grande multidão de foliões.Celebrar a diversidade cultural, social e artística do Brasil através do tema "Delírio Coletivo", apresentando um repertório que mescla composições autorais da Lamparina com clássicos do Carnaval e músicas que refletem a temática da loucura e da liberdade.Promover a luta antimanicomial e a saúde mental como eixos centrais do desfile, conscientizando o público sobre a importância da inclusão, convivência e socialização de pessoas com problemas de saúde mental, combatendo o estigma e o isolamento.Garantir a acessibilidade e inclusão do desfile através da interpretação de todas as músicas e discursos em Língua Brasileira de Sinais (Libras), além de planejar um percurso que minimize barreiras físicas.Fomentar a participação ativa de grupos sociais relevantes através da colaboração com o "Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões" e a banda "Trem Tantan" (grupo de pessoas com neurodiversidade que se reúnem para tocar), e participações de artistas locais como a Banda "Piraboa".Criar um espaço de liberdade de expressão e acolhimento, onde os foliões se sintam à vontade para ser quem são, refletindo os valores de resistência e empatia.Utilizar o Carnaval como plataforma para um manifesto social sobre a diversidade, a não conformidade com estereótipos e a força criativa do Brasil, em consonância com a essência do novo álbum da banda "Delírio Coletivo".Fortalecer a cena cultural de Belo Horizonte, contribuindo para a programação do Carnaval da cidade com um bloco autoral e engajado, que valoriza a música popular brasileira e a cultura local.
O projeto "Lamparina no Carnaval: Delírio Coletivo e a Luta Antimanicomial" surge da interseção entre a potente expressão cultural do Carnaval e a urgente necessidade de promover o debate e a inclusão em torno da saúde mental no Brasil. Inspirado pela trajetória da banda Lamparina e seu compromisso com a diversidade e a brasilidade, este projeto busca transcender a mera celebração festiva, transformando o bloco "Não Me Entrego Pros Caretas" em um manifesto cultural e social.A escolha da luta antimanicomial como pilar temático não é aleatória. Em um contexto onde o estigma e o isolamento ainda marcam a vida de pessoas com transtornos mentais, o Carnaval, como espaço de liberdade e encontro, oferece uma incrível plataforma para a conscientização. Acreditamos que a arte e a cultura são ferramentas poderosas para desconstruir preconceitos e construir pontes, permitindo que a sociedade enxergue a riqueza da diversidade humana em todas as suas manifestações. A parceria com o "Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões" e, principalmente, com o "Trem Tantan" _ um grupo musical formado por pessoas com vivências em saúde mental _ é a materialização desse compromisso. A presença do "Trem Tantan" no trio elétrico não é apenas uma participação artística, mas um ato político e social que demonstra que todo indivíduo, independentemente de sua condição de saúde, tem o direito e a capacidade de participar plenamente da vida em sociedade, combatendo a lógica que "trancafia as pessoas que têm doenças mentais", tornando-as "mais doentes, mais isoladas e mais à margem".A interpretação em Libras de todas as músicas e discursos é um reflexo direto do compromisso com a acessibilidade e a inclusão, garantindo que a mensagem de liberdade e a celebração da brasilidade alcancem também a comunidade surda, reforçando que o Carnaval é um espaço para todos. O tema "Delírio Coletivo" se alinha perfeitamente a essa proposta, pois convida a uma reflexão sobre um país que não se curva a estereótipos, que acolhe suas diferenças e que exalta sua força criativa. É um convite para celebrar a autenticidade e a pluralidade, valores intrínsecos à luta antimanicomial e à promoção de uma saúde mental digna para todos.Este projeto representa uma oportunidade de fortalecer a identidade cultural de Belo Horizonte, enriquecendo a programação do Carnaval com um bloco que, além de arrastar multidões com ritmos contagiantes, deixará um legado de reflexão e engajamento social. Ao promover a liberdade de expressão, a empatia e a quebra de paradigmas sobre a saúde mental, o "Lamparina no Carnaval" contribui para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e autenticamente brasileira.Tal proposta, no nosso entendimento contempla:Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. (Inciso 1 do artigo I da Lei de Incentivo à Cultura). O desfile gratuito em via pública, com acessibilidade em Libras, garante o amplo acesso à experiência cultural do Carnaval para diversos públicos.Fomento à produção cultural: (Inciso II do artigo 3º da Lei de Incentivo à Cultura). A realização de um bloco de Carnaval com banda autoral, participações de outros grupos musicais e um tema social relevante estimula a criação e a difusão cultural, enriquecendo a programação do Carnaval de Belo Horizonte.Inclusão social: Ao dar visibilidade à luta antimanicomial e promover a participação de pessoas neurodivergentes ("Trem Tantan"), o projeto contribui para a redução das desigualdades, combate o estigma social e promove a cidadania e a dignidade, alinhando-se aos princípios da lei.Inovação: A integração do Carnaval como plataforma de debate social e a inclusão ativa de grupos como o Trem Tantan, juntamente com a acessibilidade em Libras, apresenta uma metodologia de intervenção social pioneira e pode servir como modelo replicável para outras iniciativas culturais engajadas.
1.ESPETÁCULO MUSICAL CARNAVALESCOApresentação "Não Me Entrego para os Caretas: O Delírio Coletivo" Show musical de bloco de carnaval em Trio Elétrico (mínimo de 18m de comprimento).Local: Avenida Brasil, esquina com Rua Sergipe (ou a ser definido pela PBH), Belo Horizonte/MG.Dia: Segunda-feira de Carnaval (a ser confirmada), com previsão de início às 9h e duração de 3 a 4 horas de apresentação ininterrupta no percurso.Público estimado: 50.000 pessoas.Equipamentos: Sistema de PA (Public Address) compatível com o porte do Trio Elétrico (min. 12 caixas de line array, 8 subwoofers). Mesas de som e periféricos de alta fidelidade para 10-15 músicos. Palco sobre rodas (trio) com gerador próprio e capacidade de carga compatível com a banda e cenografia. Cenografia tridimensional e instalações visuais no trio com o tema "Delírio Coletivo". Elementos obrigatórios: Cavalo Azul (em escala visível ao público) e faixas/bandeiras com frases da Luta Antimanicomial (ex: "Loucura não se prende").Equipe: Banda Lamparina (10 a 15 músicos), convidados (Banda Pira Boa, Trem Tantan), Bloco de chão: "Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões" Segurança: Contratação de Bombeiros Civis, equipe de corda/apoio logístico para isolamento e organização do percurso (mínimo de 20 profissionais), plano de segurança aprovado pelos órgãos competentes (PBH/Corpo de Bombeiros).Produção: direção executiva, produção executiva, produção artistica, produção de comunicação, direção de palco, direção de arte, produção de insumos e camarim, assistencia de produção para corda, assistencia de produção para organização e distribuição de insumos, assistencia de produção para credenciamentoComunicação: assessoria de imprensa, social midia, roteirista, videomakers, fotografos, conteúdo mobileTécnica: técnico de som de PA, técnico de som de monitoração, técnico de RF, cenotécnico, cenógrafo, carregadores, contra regra, roadies2.MANIFESTO ARTÍSTICO: Manifesto "Delírio Coletivo: Loucura, Criação e Direitos Humanos" .Documento performático e textual, articulando a Luta Antimanicomial, a perspectiva de Direitos Humanos e o conceito artístico do álbum. Texto final de 1.500 a 2.500 palavras (versão completa) e uma versão sintética (Micromanifesto) de 150 a 300 palavras para ser lida ao público no dia do desfile. PDF otimizado (acessível para leitores de tela), e-book (EPUB). Áudio-Manifesto (Narração profissional em estúdio), com aproximadamente 10 a 15 minutos de duração. Versão em Braille (impressão de 50 cópias). Lançamento em mídia social (Instagram, YouTube), envio para veículos de comunicação (ex: Rádio UFMG Educativa), e disponibilização em site/plataforma do projeto com download gratuito.3 - Definir se vai incluir. 4. TRANSMISSÃO ACESSÍVEL: Live Performance e Registro Audiovisual Acessível Gravação e Transmissão do espetáculo carnavalesco em alta definição (Full HD 1080p ou 4K). Em Libras: Janela de intérprete de Libras visível (canto inferior da tela), cobrindo 100% das falas e letras de música. Audiodescrição (AD): Roteiro de AD para narração dos elementos visuais, cenografia e performance (em canal de áudio secundário). Legendas: Legendas descritivas (Closed Caption) para todas as falas e letras. Equipamentos: Mínimo de 3 câmeras profissionais (sendo 1 steady cam ou drone para captação da multidão), mesa de corte, e sistema de transmissão (streaming) com redundância de internet. Disponibilização: O conteúdo gravado e acessível (mínimo de 1 hora de melhores momentos) será disponibilizado permanentemente (plataforma YouTube e Vimeo), com licença Creative Commons (uso não comercial).5. ENSAIO ABERTO03 Ensaios Aberto "Aquecendo o Delírio" Ensaio geral da Banda Lamparina, aberto ao público, com caráter pedagógico e interativo. Local: público e acessível (ex: Praça da Estação), com palco simples (ou chão), sonorização (P.A.) adequada e iluminação básica. Mínimo de 2 horas de ensaio e interação. Espaço de roda de conversa com a Banda Lamparina, o coletivo "Pira Boa" e representantes da Luta Antimanicomial, após a execução do repertório. Criação de evento digital específico e divulgação em mídias sociais e parceiros da rede de saúde mental. 6. MATERIAIS GRÁFICOS EDUCATIVOSCartilhas, Adesivos e Lambe-Lambes "Luta Antimanicomial no Carnaval"Cartilha Educativa: Formato impresso (A5 ou similar), mínimo de 12 páginas. Conteúdo sobre a história da Luta Antimanicomial, o conceito "Delírio Coletivo" e a importância da saúde mental. Tiragem: 5.000 exemplares.Adesivos: 5 modelos de frases curtas de ativismo, em vinil, Tiragem: 10.000 unidades. Lambe-Lambes: Arte única ou série (A3), Tiragem: 500 unidades, para intervenção urbana antes do Carnaval.Distribuição:Gratuita e estratégica: Oficinas de Criação, Ensaio Aberto, dia do espetáculo carnavalesco e em pontos de contato com a rede de saúde mental (CAPS).Design:Uso de linguagem visual inclusiva, com contraste adequado e tipografia de alta legibilidade, seguindo as diretrizes de design acessível.
O projeto "Lamparina no Carnaval: Delírio Coletivo e a Luta Antimanicomial" está intrinsecamente ligado à democratização do acesso à cultura, especialmente para públicos que historicamente enfrentam barreiras. As ações planejadas incluem:Acesso Gratuito e Aberto: O desfile do bloco ocorrerá em vias públicas de Belo Horizonte, garantindo acesso livre e gratuito a toda a população, sem restrições de idade, classe social ou condição física.Inclusão e Acessibilidade:Libras: Todas as músicas e discursos proferidos durante o desfile serão interpretados em Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo a participação plena de pessoas com deficiência auditiva.Percurso Acessível: O trajeto do bloco será planejado em ruas com boa infraestrutura, buscando minimizar barreiras físicas para pessoas com mobilidade reduzida, idosos e cadeirantes.Luta Antimanicomial e Inclusão Social: A luta antimanicomial defende a inclusão e o direito à cidade, o que se alinha diretamente com a acessibilidade física, garantindo que todas as pessoas, incluindo aquelas com sofrimento mental, possam ocupar os espaços públicos com dignidade. Já a acessibilidade de conteúdo – como libras e audiodescrição – assegura que a mensagem de desestigmatização da loucura seja compreendida por todos, respeitando as diversidades sensoriais e cognitivas. Dessa forma, a acessibilidade torna o projeto não apenas inclusivo, mas também coerente com o princípio antimanicomial de que "lugar de gente é no mundo", sem barreiras ou invisibilidades.
A distribuição e comercialização dos produtos do projeto “Delírio Coletivo” serão orientadas pela lógica de acesso amplo e popular, garantindo que o conteúdo artístico e educativo não seja restrito a um público específico. O álbum será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais (como Spotify e YouTube). Já o manifesto e materiais visuais serão ofertados em formatos acessíveis (digital), assegurando que pessoas com deficiência visual ou baixa renda também possam acessá-los.Outras medidas de ampliação de acesso incluem:Ensaio aberto ao público: Realização de três ensaios geral do bloco em espaço comunitário, permitindo que moradores e interessados participem do processo criativo;Oficina de Composição: 01 Oficina gratuita em centro cultural a definir, integrando criação artística e debate sobre direitos humanos;Transmissão ao vivo pela internet: Divulgação do cortejo carnavalesco e das apresentações em tempo real, pelo Instagram, com recursos de acessibilidade (legenda, libras e audiodescrição), alcançando quem não pode estar presencialmente.Dessa forma, o projeto não se limita ao evento de rua, mas constrói uma rede de acesso contínuo e plural, alinhada à sua missão de inclusão pela cultura. Parceria com o Trem Tantan: A participação do grupo Trem Tantan, formado por pessoas com neurodivergencia, visa promover a inclusão ativa desses indivíduos no Carnaval, combatendo o estigma e o isolamento. Esta parceria é um testemunho concreto da crença de que a socialização e a expressão artística são fundamentais para a saúde mental e o bem-estar. Diálogo e Conscientização: O tema da luta antimanicomial será abordado de forma leve e educativa através das músicas, discursos e da própria interação com os participantes, fomentando a reflexão sobre a importância da liberdade, da empatia e do cuidado em saúde mental. Visibilidade para a Causa: O bloco se torna uma plataforma para dar visibilidade a uma causa social relevante, incentivando o debate público e a construção de uma sociedade mais inclusiva e acolhedora para pessoas com transtornos mentais. Engajamento Comunitário: Participações Especiais: A presença de outros blocos e artistas locais, como o Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões e Banda Piraboa, amplia o alcance da mensagem e fortalece os laços com a comunidade artística e social de Belo Horizonte. Interação com o Público: A natureza do Carnaval de rua, com sua espontaneidade e proximidade, estimula a interação direta entre os músicos, artistas e o público, criando um ambiente festivo e participativo. Divulgação Ampla: Redes Sociais e Mídia: O projeto será amplamente divulgado em redes sociais, mídias locais e parceiros, alcançando um público diversificado e garantindo que a informação sobre o desfile e sua temática chegue a diferentes segmentos da sociedade. Material de Apoio (online): Produção de conteúdo digital (textos, vídeos curtos) sobre o tema da luta antimanicomial e a participação do Trem Tantan, disponível nas plataformas do grupo Lamparina e parceiros.Ampliação do Acesso: Divulgação do manifesto na Rádio UFMG Educativa para difusão do manifesto.O projeto "Lamparina no Carnaval" busca, portanto, ir além da mera celebração festiva, transformando o Carnaval em um espaço de reflexão, inclusão e valorização da diversidade, com um forte compromisso com a democratização do acesso cultural e a promoção de causas sociais importantes.
Banda Lamparina - 6 músicosBanda de apoio (músicos convidados) - 9 músicosConvidados: Banda Pira Boa, Trem Tantan - 15 pessoasBloco de chão: Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões - 20 pessoasSegurança - 32 pessoasBombeiros - 5 pessoasAgentes de limpeza - 4 pessoasCoordenação Geral - Jojo ZillerAdministrativo e financeiro do projeto - Luiza FonsecaRedatora da proposta - Patrícia FariaCoordenador de Produção - JohnnyCoordenação artistica - Carol StuartProdução de comunicação/Jornalista Assistente - CamilaDireção de Carnaval - Marlon Andreata Diretor Artístico - Trinca.Lab Produção de insumos e camarim - Cissy dos Anjos Assistencia de produção para corda - 3 pessoas Assistencia de produção para organização e distribuição de insumos - 2 pessoas Assistencia de produção para credenciamento - Carolina Vianna Assessoria de imprensa - A Dupla Comunicação Social midia - Gabriel Nogueira Roteirista - Aveia Comunicação Videomakers - Cici Otoni e Luan Lobão Fotografos - Visão de Cria Conteúdo mobile - Tribo Direção criativa manifesto Lamparina - Vito Soares Videomaker manifesto Lamparina - Celina Barbie Produtora audiovisual manifesto Lamparina - Jojo Ziller Técnico de som de PA - Cido Cambraia Técnico de som de monitoração - Emerson Souza Técnico de RF - 1 pessoa Cenotécnico - 4 pessoas Cenógrafo - 1 pessoa Carregadores - 5 pessoas Contra regra - 1 pessoa Roadies - 3 pessoas
Periodo para captação de recursos encerrado.