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PRONAC 2510220Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Ribeirinhas; guardiãs do Araguaia

VIOLETA FILMES LTDA
Solicitado
R$ 998,8 mil
Aprovado
R$ 998,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2026-03-01
Término
2027-09-02
Locais de realização (1)
Goiânia Goiás

Resumo

O Ribeirinhas é um documentário de média-metragem com 52 minutos de duração que valoriza as histórias de mulheres que vivem às margens do Rio Araguaia, evidenciando seus saberes tradicionais, a luta pela preservação ambiental e o protagonismo feminino nas comunidades ribeirinhas. Gravado em Aruanã (GO), o filme destaca Magda Maria e Valdirene Mahudikè, primeira cacique indígena de Goiás. Realizado em parceria com o programa Araguaia Vivo 2030, o documentário busca sensibilizar o público para a conservação do rio. Serão produzidas versões acessíveis e exibidas em instituições educacionais, além de ampla difusão digital.

Sinopse

1) Episódio-piloto “Ribeirinhas” (60’) Retrato de Magda Maria e Valdirene Mahudikè em Aruanã (GO), evidenciando saberes tradicionais, trabalho no rio e formas de organização comunitária. O filme conecta protagonismo feminino e conservação da bacia do Araguaia, mostrando práticas de cuidado com o território.2) Versão acessível (Libras, legendagem e audiodescrição) Mesma narrativa do piloto, com recursos que garantem compreensão por pessoas surdas e cegas. Inclui janela de Libras, legendas descritivas e roteiro de audiodescrição fiel à ambiência ribeirinha.3) Versão legendada em português de Portugal (PT-PT) Adaptação linguística para circulação em Portugal e países lusófonos. Mantém termos culturais e ambientais com notas de tradução quando necessário.4) Versão legendada em idioma internacional (definido na pré-produção) Legendagem para ampliar alcance acadêmico e de festivais internacionais. Preserva nuances culturais das falas e do vocabulário do Araguaia.5) Versão para plataformas digitais (YouTube/Vimeo) Master otimizado (capítulos, miniatura, descrição SEO e ficha técnica completa). Links para materiais educativos e parceiros, facilitando uso em aulas e debates.6) Trailer (≈1 min) Peça de lançamento que apresenta protagonistas, paisagens do Araguaia e o eixo temático “mulheres, rio e futuro”. Convite emocional e informativo para adesão do público e da imprensa.7) Teasers (15–30s) e vídeos curtos Cortes temáticos (saberes, pesca, cuidado ambiental, organização comunitária) para redes sociais. Funil de descoberta rumo ao filme completo e às ações educativas.8) Trechos/Clips (1–3 min) Segmentos licenciáveis para palestras, aulas e matérias jornalísticas. Foco em conceitos-chave: protagonismo feminino, práticas sustentáveis e direitos territoriais.9) Making-of / Diários de produção Série curta mostrando bastidores, protocolos éticos e relação com as comunidades. Transparência do processo e educação do público sobre cinema responsável no território.10) Circuito de 6 exibições mediadas (escolas, universidades e OSCs) Sessões presenciais com mediação e debate. Objetivo: letramento socioambiental, valorização das mulheres ribeirinhas e articulação local.11) Kit pedagógico das exibições Guia do educador, plano de aula, atividades, glossário e referências. Ferramenta para trabalhar o filme em diferentes níveis de ensino e contextos comunitários.12) Press kit / EPK Sinopse, bio das protagonistas e da equipe, frames em alta, ficha técnica e release. Material para imprensa, festivais e parceiros de difusão.13) Banco de stills e fotografias do projeto Imagens editoriais e de divulgação que registram cotidiano, rituais e o rio. Serve a imprensa, redes sociais e relatórios de impacto.14) Plano de comunicação (contínuo M1–M18) Calendário editorial, linhas de mensagem e critérios de segurança/consentimento. Integra mídias próprias, redes de parceiros e mídia espontânea.15) Parcerias institucionais (mín. 6) — termos e entregas Acordos com universidades, coletivos ambientais e Araguaia Vivo 2030 para pesquisa, difusão e educação ambiental. Preveem acesso a janelas de exibição, produção de conhecimento e apoio técnico.16) Materiais de acessibilidade complementares Roteiro de AD, guia de contraste/legibilidade e testes com público. Garante qualidade e conformidade das versões inclusivas.17) Relatório de impacto e circulação Métricas de público (incluindo meta de 800 mil views), alcance de parceiros, feedback das exibições e aprendizados. Base para prestação de contas e plano de continuidade.18) Dossiê técnico para festivais e mostras Ficha técnica, especificações de projeção (DCP/arquivo), notas de direção e statement ético. Facilita a inscrição e a curadoria.

Objetivos

NObjetivo GeralValorizar e dar visibilidade às histórias e ao protagonismo das mulheres que vivem às margens do Rio Araguaia, destacando seus saberes tradicionais, práticas de preservação ambiental e formas de organização comunitária, por meio da realização de uma série documental que busca sensibilizar o público sobre a importância da conservação da bacia do Araguaia e o papel feminino na sustentabilidade dos territórios ribeirinhos.Objetivos Específicos Objetivos Específicos 1-Produzir um média metragem documental "Ribeirinhas", com duração de 60 minutos, registrando modos de vida, saberes e práticas culturais das comunidades ribeirinhas, especialmente das mulheres Magda Maria e Valdirene Mahudikè, em Aruanã (GO).2-Apresentar o documentário em 6 instituições (entre escolas, universidades e Organizações da Sociedade Civil _ OSCs), alcançando aproximadamente 150 pessoas por exibição, totalizando um público presencial estimado de 900 pessoas.3-Firmar ao menos 3 parcerias institucionais com universidades, coletivos ambientais e programas de desenvolvimento sustentável — incluindo o Araguaia Vivo 2030 — para apoio à pesquisa, difusão e ações de educação ambiental.4-Produzir 4 versões do documentário com foco em acessibilidade e circulação internacional:1 versão acessível, com janela de Libras, legendagem e audiodescrição;1 versão legendada em português de Portugal;1 versão legendada em idioma internacional definido na pré-produção;5-Gerar um total de 500 mil visualizações nos conteúdos derivados do projeto — incluindo teasers, vídeos curtos e trechos da série — distribuídos em redes sociais e plataformas digitais.6-Ampliar a rede de difusão e engajamento, promovendo ações de sensibilização no mínimo de 06 parceiros, instituições educacionais e meios de comunicação comprometidos com a valorização das mulheres ribeirinhas e a preservação do Rio Araguaia.

Justificativa

O Ribeirinhas é um documentário de média-metragem com 52 minutos de duração, que dá voz e visibilidade às mulheres que vivem às margens do Rio Araguaia, revelando suas trajetórias de resistência, saberes tradicionais e papel essencial na luta pela preservação ambiental. A produção valoriza o protagonismo feminino nas comunidades ribeirinhas e contribui para o registro da memória social e cultural da região, fortalecendo identidades e ampliando a representatividade de grupos historicamente silenciados. Por meio do audiovisual, o projeto busca sensibilizar o público sobre a urgência da conservação do rio e o impacto direto da degradação ambiental sobre essas populações.O projeto será gratuito e de acesso universal, com apresentações presenciais em seis instituições — entre escolas, universidades e organizações da sociedade civil — alcançando aproximadamente 900 pessoas em ações de formação de público e reflexão ambiental. Além disso, o documentário será amplamente difundido em plataformas digitais (YouTube e Vimeo), com versões acessíveis (Libras, legendagem e audiodescrição) e meta de 800 mil visualizações impulsionadas, garantindo o acesso a diferentes públicos e territórios. O financiamento via Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para viabilizar a circulação gratuita, a produção acessível e o alcance social das ações, sem cobrança ao público ou às instituições beneficiadas.O Ribeirinhas enquadra-se nos incisos II, III e IV do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por estimular a produção e difusão de bens culturais (II), apoiar projetos que possibilitem o livre acesso da população às expressões culturais e artísticas (III) e promover a preservação e difusão do patrimônio cultural e artístico brasileiro (IV). Em relação aos objetivos do Art. 3º, o projeto contribui diretamente para os incisos I, II, III e V, ao estimular a criação e produção cultural (I), facilitar o acesso da população às fontes de cultura (II), apoiar a formação e difusão de bens culturais de valor formador e educativo (III) e proteger e valorizar a diversidade étnica e cultural brasileira (V). Assim, o Ribeirinhas se consolida como uma ação de impacto social e ambiental, que promove a arte como instrumento de transformação, educação e sustentabilidade nos territórios ribeirinhos do Araguaia. Quer que eu te entregue agora uma versão com linguagem técnico-burocrática, formatada para o campo "Justificativa do mecanismo e enquadramento legal" (com subtítulos e citações diretas dos artigos)? Isso deixaria o texto pronto para inserção em plataforma da Lei Rouanet (Salic).

Estratégia de execução

Plano de Comunicação — “Ribeirinhas”1) Objetivos de comunicaçãoDar visibilidade ao protagonismo feminino ribeirinho e à conservação do Araguaia.Formar público para as 6 apresentações presenciais (≈900 pessoas).Alcançar 800 mil visualizações em conteúdos derivados (teasers, curtas, trechos).Ampliar rede com 6 parcerias ativas (co-posts, janelas e ações educativas). 2) Públicos e personasTerritório do Araguaia: comunidades locais, educadores, OSCs.Academia: estudantes, grupos de pesquisa/extensão.Público digital jovem: IG/TikTok/YouTube.Imprensa local/regional e meios comunitários.Parceiros e financiadores (prestação de contas e reputação). 3) Mensagens-chave (consistentes em todos os canais)Mulheres que cuidam do rio: saberes, organização e futuro.Araguaia é vida e memória: conservação como bem comum.Convite à participação: assista, compartilhe, leve para sua escola/uni.Circulação contínua: filme de 60 min + recortes temáticos ao longo dos meses. 4) Canais & formatosYouTube (filme, trailer, playlists), Vimeo (envios institucionais).Instagram/TikTok/Facebook: Reels/Shorts, carrosséis, stories, lives.WhatsApp (listas de transmissão e grupos com parceiros).E-mail (newsletter mensal simples; convites de evento).Imprensa: release, EPK, entrevistas, rádio/TV local.Universidades/Escolas/OSCs: murais, boletins, newsletters internas. 5) Pilares editoriais (séries de conteúdo)Vozes do Araguaia: falas curtas das protagonistas e lideranças (30–60s).Rio em números: dados rápidos do território (15–30s).Glossário ribeirinho: termos e práticas (cards/carrossel).Bastidores: diário de produção/filmagem/pós (15–60s).Agenda da semana: convocações para os eventos.Parceiro da vez: co-post destacando cada parceria. 6) Fases e cadência (M1–M18)F1 Captação (M1–M3): posicionamento do projeto, anúncio de desenvolvimento, 1 post/semana + 1 story/semana. F2 Pré-produção (M4–M6): pesquisa e roteiro de campo; 2 posts/semana + 2 stories; 1 newsletter/mês. F3 Filmagem (M7–M12): diário de campo e “Vozes”; 2–3 posts/sem + 3–5 stories; 1 teaser/mês. F4 Pós (M13–M15): trailer, artes finais, contagem regressiva; 3 posts/sem, 1 live; imprensa ativa. F5 Lançamento & Circuito (M16–M18): foco em 6 eventos e cortes do filme; 3–4 posts/sem, stories diários em semana de evento; 2 newsletters/mês.7) Cronograma de evento (comms)T–30: anúncio data/local; arte oficial; convite a parceiros (co-post).T–14: vídeo-convite (15–30s); envio a imprensa local e listas de WhatsApp.T–7: carrossel “por que assistir?”; confirmar RSVP.T–1: lembrete (feed + stories).DIA: cobertura leve (stories + 1 Reels highlight).T+1/T+3: agradecimento + fotos; corte de 30–60s com momento do debate; clipping. 8) Conteúdos/peças (quantidades mínimas para a meta de 800k views)Trailer (1); teasers (12–16); shorts/reels (24–36); clips temáticos (6–10).Thumbnails (3 variações por vídeo), cards finais, descrições com SEO e capítulos no YouTube. 9) PR & relacionamento com imprensaEPK: sinopse, bios, fotos/stills, pôster, ficha técnica, link do trailer.Release base + release local por evento; press list regional; 1 coletiva on-line (M15).Pautas sugeridas: mulheres e rio; ciência e saber tradicional; juventudes do Araguaia; economia do cuidado.Ritmo: disparos em M13 (teaser do trailer), M15 (trailer), M16–M18 (cada cidade/ instituição). 10) Mídia paga (impulsionamento enxuto e eficaz)Objetivo: impulsionar trailer, chamadas de evento e cortes de alta retenção.Geo: 30–60 km do local do evento; interesses: meio ambiente, educação, cultura.Split: 70% descoberta (alcance/vídeo-views), 20% engajamento (reengajar quem viu >3s), 10% conversão (RSVP).Teste A/B: 3 ganchos de abertura (primeiros 2–3s), 2 thumbs, 2 CTAs.KPIs de referência: CPV baixo, VTR 15s, CTR de cards, custo por RSVP. 11) Parcerias (cooperação e co-post)Toolkit do parceiro: artes editáveis, 3 legendas curtas, link/QR com UTM próprio.Calendário: “parceiro da vez” quinzenal; crossposting nas semanas T–14 e T–7 de cada evento.Ativações: live conjunta (M15–M18), convite para curadoria do debate em campus/escola. 12) Métricas & monitoramentoAlcance: impressões, público único.Atenção: VTR (3s/15s/95%), retenção média, watch time.Engajamento: ER (likes+coment+salvos/alcance), compartilhamentos.Conversão: RSVPs/comparecimento, captação de contatos, convites para novas janelas.YouTube: CTR de thumbnail, Average Percentage Viewed e watch hours.Relato mensal: painel simples (Sheets/Looker) com evolução contra meta de 800k.Padrão UTM (exemplo): utm_source=parceiroX&utm_medium=social&utm_campaign=ribeirinhas_lancamento&utm_content=teaser0113) Tom, linguagem e visualTom: respeitoso, direto, ancorado no território; evitar exotização.Linguagem: frases curtas; verbos de ação; chamar para assistir/compartilhar/participar.Visual: rio e cotidiano como eixo; tipografia clara; thumbnails com close das protagonistas + palavra-gancho. 14) GovernançaPermissões de imagem/voz e créditos; LGPD em listas e formulários; revisão sensível de textos.Moderação: respostas-padrão, escalada de casos (críticas, desinfo), tempo-alvo de resposta ≤24h.Arquivo: organização de masters de comunicação (arte final, fontes, versões). 15) Equipe & rituaisComms lead, social media, designer/editor, assessoria de imprensa, produtor de eventos.Rituais: pauta semanal (30 min), revisão quinzenal de métricas (45 min), calendário sempre 4 semanas à frente.

Especificação técnica

Objetivo 1 — Produzir o episódio-piloto “Ribeirinhas” (60 min)Produto: Filme documental longa-métragem (60’). Conteúdo/escopo: modos de vida, saberes e práticas culturais em Aruanã (GO), com foco em Magda Maria e Valdirene Mahudikè e a conservação da bacia do Araguaia. Captação (proposta):Resolução: UHD 3840×2160, 10-bit, 4:2:2; fps 23.976/24.Aspect ratio: 16:9 (digital) / conformado para Flat 1.85 no DCP.Câmeras/lentes: cinema/prime zoom; filtro ND; captação aérea autorizada (se aplicável).Som direto: 48 kHz/24-bit; microfones lapela + shotgun; gravação de paisagens sonoras.Gestão de mídia: backup 3-2-1, verificação checksum, planilha de rolos e metadados. Pós (proposta):Montagem picture-lock; correção de cor (Rec.709); mixagem 5.1 + 2.0; loudness -23 LUFS (cinema) e -14 LUFS (online).Idioma: PT-BR; CC (closed captions) padrão Netflix/ABNT como base. Masters/entregas:DCP 2K Flat (1.85), 24 fps, 5.1 (+ KDM se necessário).Arquivo mezzanine ProRes 422 HQ 3840×2160 (ou 1080p) + H.264/H.265 para visionamento.Legendas SRT PT-BR (base), lista de diálogos e lista de músicas.Still frames (mín. 20, 300 DPI), pôster, logline, sinopse curta e longa. Compliance/ética:Termos de consentimento imagem/voz; protocolo de salvaguarda cultural; LGPD; seguro e plano de risco; licenças de música/banco de imagens. Objetivo 2 — 6 exibições mediadas (≈900 pessoas)Produto: Circuito educativo de exibições com debate. Formato do evento:Sessão com o filme (60’) + mediação (30–40 min); total até 100 min.Público por sessão: ≈150 pessoas; registro de presença e feedback. Requisitos técnicos por local:Projeção Full HD (mínimo), áudio L/R ou 5.1; arquivo H.264 1080p ou DCP (se sala permitir).Kit exibição: pendrive/HD com arquivo de projeção, trailer, vinhetas de parceiros, testes de cor e áudio. Materiais de mediação:Roteiro de debate, guia do mediador, ficha pedagógica, QR para avaliação, lista de leitura. Comms & registro:Arte da sessão, press-release local, lista de imprensa, autorização de imagem do público, relatório pós-evento (indicadores e achados). Objetivo 3 — 6 parcerias institucionais (universidades, coletivos, Araguaia Vivo 2030 etc.)Produto: Acordos de cooperação e plano de contrapartidas. Entregas técnicas:MoU/Termo de Parceria (escopo, responsabilidades, prazos, marcas, uso de imagem, dados).Plano de ação por parceiro: janelas de exibição, turmas/pesquisas associadas, capacitações.Licença educacional (não-comercial) para uso interno por 12–24 meses (arquivo H.264 1080p + SRT).Comitê consultivo (ata de reuniões, pareceres técnicos).Pacote de marca (logos, manual de aplicação, créditos), relatório semestral de atividades. Objetivo 4 — 4 versões do documentário (acessibilidade e circulação internacional)Produto 4.1 — Versão acessível (Libras + legendagem + audiodescrição)Janela de Libras: intérprete 30 fps, fundo neutro; posição inferior direita; tamanho ≥ 1/6 da largura (ajustável conforme quadro).Legendagem descritiva (SDH): SRT, códigos de tempo fiéis; padrão cores/ruídos; teste com público-alvo.Audiodescrição: roteiro de AD (timecode), gravação 2.0, mix com ducking automático; loudness -14 LUFS para online.Entrega: MP4 1080p com janela de Libras embutida; faixa AD separada (WAV 48 kHz/24-bit); SRT SDH.Produto 4.2 — Versão legendada em PT-PTLocalização: revisão por falante nativo; glossário de termos do Araguaia; manutenção de nomes próprios.Entrega: SRT PT-PT + arquivo ProRes/H.264 com soft-subs; QC de leitura (máx. 42 caracteres/linha; 17 cps).Produto 4.3 — Versão legendada em idioma internacional (definir na pré)Padrão festival: SRT EN (ou idioma definido) + lista de diálogos; opção sub-burned para DCP sob demanda.Entrega: SRT + ProRes com soft-subs; DCP com substitles XML (se requerido por festival).Produto 4.4 — Versão digital (YouTube/Vimeo)o. Objetivo 5 — 500 mil visualizações em conteúdos derivadosProduto: Pacote editorial de teasers, vídeos curtos e trechos licenciáveis. Especificações:Trailer (60–90s) 16:9; teasers (15–30s) em 9:16 / 1:1 / 16:9; clips (1–3 min) temáticos.Legendagem burn-in para mobile (sem áudio); legenda automática revisada; capas por plataforma.Calendário (mín. 24 semanas), UTMs por link, biblioteca de templates e lower-thirds.Meta por canal (YT, Reels, TikTok, Shorts) e plano de impulsionamento (brand-safety, geotarget).Métricas-chave: alcance, retenção 3s/15s/95%, VTR de trailer, CTR, ER, origem de tráfego; painel quinzenal. Entregas:12–16 teasers, 24–36 shorts, 6–10 clips; pacotes .mp4 otimizados (bitrate variável), thumbnails (1280×720), cards/fim de vídeo. Objetivo 6 — Ampliação da rede de difusão e engajamento (mín. 6 parceiros)Produto: Plano de comunicação em rede + materiais de imprensa e educação ambiental. Kit de comunicação (EPK):Release, sinopse, bios, fotos em alta, pôster, press stills, ficha técnica, links.One-pager (PDF/A) e press list; media training básico para porta-vozes. Ações em rede:Newsletter (mensal), press-briefings, op-eds, pitch para rádio/TV; clipping e monitoramento.Ativações educativas: 1–2 webinários/oficinas com parceiros; licença educacional (arquivo 1080p + SRT). Mensuração:Relatório de impacto (KPIs de mídia e educação), mapa de parceiros, depoimentos, case studies das exibições. Observações gerais (válidas para todos os produtos)Direitos & trilha sonora: preferir músicas licenciadas com stems para AD/mix; contratos com sincronização e execução pública.Acessibilidade transversal: contraste mínimo em artes, tipografia legível, audiodescrição para trailer (versão dedicada).Segurança & dados: diretivas de LGPD, armazenamento criptografado, controle de acesso de equipe.Arquivamento: preserva-mestres ProRes 4444/422 HQ, WAV 48 kHz/24-bit, projeto edit (XML/AAF), checksum e inventário.

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaOs locais de exibição serão definidos com base em critérios de acessibilidade arquitetônica plena, garantindo o direito de participação de todas as pessoas. As sessões presenciais ocorrerão em espaços de fácil acesso, com rampas, banheiros adaptados, áreas de manobra para cadeirantes, iluminação adequada e sinalização visível. A escolha dos ambientes priorizará circulação livre e segura, respeitando as normas da ABNT e assegurando conforto e autonomia ao público com deficiência ou mobilidade reduzida.Acessibilidade ComunicacionalTodos os conteúdos audiovisuais derivados do projeto — incluindo teasers, vídeos para redes sociais e materiais de divulgação — contarão com janela de Libras e legenda descritiva em 100% das publicações em foto e vídeo. O documentário terá uma versão acessível completa, contemplando legendagem descritiva, janela de Libras e audiodescrição, assegurando compreensão plena do conteúdo por pessoas surdas, ensurdecidas, cegas ou com baixa visão. Essa medida amplia o alcance social da obra e fortalece o compromisso do projeto com a democratização cultural.Acessibilidade AtitudinalA equipe de produção promoverá ações de sensibilização e conscientização sobre acessibilidade cultural, por meio do uso da tag #ParaTodosVerem e da criação de conteúdos educativos que abordem a importância da inclusão no audiovisual. Serão realizadas publicações e campanhas nas redes do projeto destacando as práticas de acessibilidade implementadas e incentivando o público a reconhecer e valorizar a diversidade de corpos, linguagens e experiências. Essa dimensão atitudinal reforça o compromisso ético do projeto com uma cultura verdadeiramente acessível e inclusiva.

Democratização do acesso

O projeto “Ribeirinhas” promove a democratização da cultura a partir da valorização das mulheres que vivem às margens do Rio Araguaia, reconhecendo seus saberes tradicionais como patrimônio vivo e parte essencial da identidade brasileira. O média-metragem documental de 60 minutos é o ponto de partida dessa democratização: ao registrar as histórias de Magda Maria e Valdirene Mahudikè, o projeto dá visibilidade a vozes que raramente ocupam o centro das narrativas audiovisuais. Assim, o filme torna-se não apenas um produto artístico, mas também um instrumento de justiça simbólica, que amplia o repertório cultural e oferece ao público um olhar sensível e real sobre o território ribeirinho. Descentralização e Circulação TerritorialA democratização se concretiza também pela circulação do documentário em seis instituições — entre escolas, universidades e organizações da sociedade civil — distribuídas entre o território do Araguaia e centros urbanos parceiros. As exibições presenciais, com entrada gratuita, buscam alcançar cerca de 900 pessoas, priorizando o diálogo com públicos diversos, especialmente estudantes, educadores e comunidades locais. Essa programação descentralizada garante que o acesso ao cinema e ao debate ambiental não se restrinja a capitais ou espaços especializados, mas se realize em territórios onde o filme encontra seu próprio contexto de origem. Cooperação, Participação e Parcerias SustentáveisAo firmar três parcerias institucionais com universidades, coletivos ambientais e programas de desenvolvimento sustentável — como o Araguaia Vivo 2030 — o projeto adota um modelo colaborativo de produção e difusão. Essa estratégia amplia o alcance e a legitimidade do trabalho, fortalecendo redes que unem ciência, educação e cultura. Por meio dessas parcerias, a democratização se estende também à participação ativa dos sujeitos locais e das instituições parceiras na construção das ações, garantindo que o conhecimento circule de forma horizontal e compartilhada. Acessibilidade e Circulação InternacionalA produção de quatro versões do documentário assegura que diferentes públicos possam acessar a obra, respeitando suas especificidades linguísticas e sensoriais. A versão acessível, com janela de Libras, legendagem e audiodescrição, democratiza o conteúdo para pessoas com deficiência auditiva e visual, garantindo que a experiência cinematográfica seja inclusiva. Já as versões legendadas em português de Portugal e em idioma internacional, definidas na pré-produção, ampliam a circulação para públicos lusófonos e estrangeiros, promovendo o intercâmbio cultural e ambiental em escala global. Dessa forma, o projeto contribui para o fortalecimento da imagem do Araguaia e de suas mulheres como parte do patrimônio humano e natural do planeta. Comunicação Digital e EngajamentoA democratização digital ocorre através da meta de 500 mil visualizações em conteúdos derivados — teasers, vídeos curtos e trechos do filme — publicados em plataformas abertas e redes sociais. Essa estratégia amplia o alcance do projeto, levando as histórias das mulheres ribeirinhas a públicos jovens e conectados, que muitas vezes não acessam o circuito tradicional de cinema ou audiovisual educativo. O uso das redes como meio de difusão cultural torna o projeto mais dinâmico, participativo e contemporâneo, promovendo a troca de experiências e a mobilização coletiva em torno da conservação da bacia do Araguaia.

Ficha técnica

Direção Artística:Fabiana AssisFabiana Assis é documentarista e roteirista. Mestre em Arte e Cultura Visual (UFG) e pós-graduada em Cinema Documentário (FGV), iniciou sua trajetória em Nova Iorque, com estudos na The New School e na School of Visual Arts. Fundadora da Violeta Filmes, dirige desde 2015 o PirenópolisDoc – Festival de Documentário Brasileiro, atuando como diretora artística e curadora. Seu primeiro longa, Parque Oeste (2018), estreou no Festival de Brasília e foi premiado em Tiradentes. Em 2024, colaborou na pesquisa da série Som Sertanejo (Multishow) e atualmente assina o roteiro de uma série documental sobre Marília Mendonça para o Amazon Prime, além de desenvolver projetos autorais com foco nos olhares femininos que vão do sertanejo à imigração.Coordenador de projeto:Produção Executiva:Lidiana ReisÉ coordenadora do Mercado SAPI e idealizadora do Prêmio CORA. Roteirista e produtora sediada no centro do Brasil. Como produtora, tem em seu portfólio cinco longas-metragens que foram exibidos em renomados festivais, como Festival de Guadalajara, Festival de Berlim e o Festival de Gramado.É mentora de projetos audiovisuais em desenvolvimento e idealizadora de iniciativas de formação audiovisual e para crianças e adolescentes, como o Cine Arandu.É sócia da Sol a Pino Filmes onde desenvolve narrativas centradas na mulher, como no seu primeiro longa documental Piedade para esta terra que me sonega o amor e Solina, filme escrito e dirigido por Larissa Fernandes.CuradoriaBenedito Ferreira é artista visual, curador e pesquisador. Doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Em sua produção, investiga a imagem como escrita, explorando a poética dos arquivos, suas montagens e os apagamentos das fronteiras entre “documento” e “ficção”.Nos últimos anos, apresentou trabalhos e colaborou com instituições como o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (Portugal), The Room Projects (França), Armenian Center for Contemporary Experimental Art (Armênia), Espacio de Arte Contemporáneo (Uruguai), Center for Contemporary Art Tbilisi (Geórgia) e Czong Institute for Contemporary Art (Coreia do Sul), entre outras.Como curador, atuou em mostras como Filmes em Fuga, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA) e o PirenópolisDoc – Festival de Documentário. Publicou o livro Agora e Pouco Antes: Direção de Arte e Cinema Brasileiro e dirigiu os longas-metragens Granada e A Última Imagem.Pedro NovaesPedro Novaes é diretor e roteirista com um interesse especial pelo trabalho com comunidades indígenas e a temática ambiental. Roteirizou e dirigiu os longas Cartas do Kuluene (Doc, 2011), Alaska (Fic, 2019), e O Conhecimento dos Antigos (Doc, 2022). Foi um dos roteiristas e diretores da série documental Doçaria Brasileira (Doc, 2019), e é também um dos roteiristas e produtor do longa Hotel Mundial (Fic, 2018). É autor do livro "8 Histórias de Amor - Reflexões sobre a Escrita Dramatúrgica". Desde 2021, é também diretor artístico do FICA, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.