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Produção de um websérie documental composta por 10 episódios de até 12 minutos cada, abordando o protagonismo das juventudes negras nas áreas de inovação, tecnologia e cultura digital, sob a ótica do afrofuturismo e das tecnologias ancestrais. Cada episódio apresentará um(a) empreendedor(a), pesquisador(a) ou artista que está moldando o futuro negro no Brasil, destacando práticas e soluções inspiradas em referências afro-brasileiras e africanas.Em complemento, oferecimento de curso em 2 instituições públicas (escolas, universidades e/ou centros culturais) como contrapartida social visando acessibilidade em todos os produtos. Veiculação: YouTube, site da Cultne.TV.
Afrofuturos: Tecnologias da Ancestralidade é uma websérie documental que tem como objetivo evidenciar o protagonismo das juventudes negras no campo da tecnologia e inovação, conectando saberes tradicionais e avanços contemporâneos, e valorizando as epistemologias afro-brasileiras no debate sobre o futuro.O projeto consiste na produção e difusão de uma websérie documental em 10 episódios de até 12 minutos, que traça pontes entre passado e futuro. A cada episódio, jovens negros e negras apresentarão projetos que combinam ciência, arte, inovação e tradição, mostrando que o futuro é território de identidade, pertencimento e tecnologia ancestral.Como atividade complementar será realizado curso gratuito de audiovisual e afrofuturismo em 2 instituições públicas (escolas, universidades e/ou centros culturais) a serem definidas.
Objetivo Geral: Evidenciar o protagonismo das juventudes negras no campo da tecnologia e inovação, conectando saberes tradicionais e avanços contemporâneos, e contribuindo para a valorização das epistemologias afro-brasileiras no debate sobre o futuro.Objetivos Específicos:- Produzir e difundir uma websérie documental com 10 episódios de até 12 minutos, com estimativa média de 10.000 espectadores ou mais, com medidas de acessibilidade (legendagem, audiodescrição e Libras);- Realizar, como contrapartida social, curso gratuito de audiovisual e afrofuturismo em 2 instituições públicas (escolas, universidades e/ou centros culturais) com material didático em formato digital - beneficiários estimados em até 60 pessoas, com medidas de acessibilidade (legendagem, audiodescrição e Libras).
O projeto se enquadra na Lei nº 8.313/91, art. 1º, incisos I, II, III e IV, por promover o acesso democrático à cultura, valorizar a diversidade e as expressões afro-brasileiras e estimular a regionalização da produção cultural.Também atende aos objetivos do art. 3º, notadamente os incisos II (fomento à produção cultural e artística) e IV (estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais), bem como a contratação de serviços necessários à elaboração de propostas culturais (art. 28, § único, da Lei 8.313/90 e inciso IX, do artigo 25, da IN nº 23/2025).O projeto responde à urgência de ampliar a representatividade negra nas narrativas sobre tecnologia e inovação, fortalecendo uma visão de futuro que integra ancestralidade, cultura digital e economia criativa.A websérie propõe uma abordagem educativa e afirmativa, dialogando com políticas públicas de inclusão, diversidade e transformação digital.
• Curso gratuito de audiovisual e afrofuturismo em 3 instituições públicas;• Guia digital educativo gratuito;• Priorização de profissionais negros e mulheres na equipe;• Ações de comunicação com redes afro-brasileiras e coletivos de tecnologia;• Impacto direto na formação de público e fortalecimento da autoestima da juventude negra.• Realizar entrevistas com ao menos 6 profissionais de destaque nas áreas de tecnologia, arte e ciência;• Fomentar o debate sobre inovação e ancestralidade entre jovens de comunidades periféricas e universitárias;• Estimular a participação de profissionais e equipes técnicas negras na cadeia de produção audiovisual;• Disponibilizar gratuitamente todo o conteúdo nas plataformas digitais.PLANO DE DIVULGAÇÃO E MARKETING (RESUMIDO)A estratégia de comunicação integrará mídias digitais, redes sociais, imprensa e ações territoriais, com foco na visibilidade pública e engajamento da audiência jovem.Canais e Mídias:Campanha digital nas redes sociais (Instagram, TikTok, YouTube e X);Mídia espontânea em portais culturais e veículos especializados em diversidade e inovação;Parcerias com Cultne.TV, Afrofuturismo BR, Afropython e PretaLab;Divulgação em universidades e coletivos de tecnologia;Distribuição de materiais de comunicação acessíveis e mobiliário urbano e impressos gráficos (cartazes, folders e banners digitais).Direcionamento: Foco na divulgação direta à população, destacando o caráter educativo, tecnológico e afirmativo do projeto.Resultados esperados:Aumento do alcance digital;Engajamento de comunidades negras e periféricas;Fortalecimento da imagem dos parceiros como promotores de inovação inclusiva.CONTRAPARTIDAS SOCIAIS, AMBIENTAIS, ECONÔMICAS E NEGOCIAIS (PATROCINADORES)Sociais:Acesso gratuito a todo o conteúdo e materiais educativos;Realização de oficinas de formação e rodas de conversa em escolas e universidades públicas;Geração de oportunidades profissionais para jovens e técnicos negros;Inclusão de medidas de acessibilidade integral (Libras, legendas e audiodescrição).Ambientais:Adoção de práticas sustentáveis nas gravações (redução de resíduos, logística verde e uso de equipamentos de baixo consumo energético);Preferência por fornecedores locais e materiais recicláveis para impressos e cenografia.Econômicas:Fomento à economia criativa afro-brasileira e ao empreendedorismo negro;Contratação de profissionais e microempresas negras e periféricas, fortalecendo a cadeia produtiva cultural.Negociais / Patrocinadores:O projeto oferece ampla visibilidade de marca em materiais de divulgação e mídias digitais;Inserção de logomarca nas peças (respeitando o Manual de Uso das Marcas da Lei Rouanet – art. 24 da IN nº 23/2025);Reconhecimento institucional como investidor social em inovação e diversidade;Potencial de ativação de marca em eventos de lançamento e exibições públicas. Perfil de patrocinadores potenciais: empresas de tecnologia, bancos de inovação, telecomunicações, educação e responsabilidade social corporativa.PARCEIROS POTENCIAISAfropython, PretaLab, Afrofuturismo BR, Cultne.TV, universidades e institutos de pesquisa e inovação negra.DESLOCAMENTOSNão haverá deslocamento intercidades ou interestaduais.
Formato: Websérie documentalDuração: 10 episódios de até 12 minIdioma: PortuguêsDistribuição: Plataformas digitais (YouTube, Cultne.TV, streaming)Classificação indicativa: LivreAcessibilidade: Libras, legendas e audiodescrição.PLANO PEDAGÓGICO SIMPLIFICADO – Curso de Audiovisual e AfrofuturismoProjeto: Websérie “Afrofuturos: Tecnologias da Ancestralidade” Carga horária total: 9 horas (3h cada oficina) Instituições participantes: 2 instituições públicas de ensino (escolas, universidades e/ou centros culturais). Público-alvo: Jovens, estudantes de escolas públicas, coletivos de mídia e arte negra, comunicadores, empreendedores e professores. Número total de beneficiários: até 60 pessoas.Seleção: Divulgação diretamente nas entidades universitárias e escolares, redes sociais, com inscrição através do site do Proponente até completar o número de vagas disponíveis. Modalidade: Presencial ou híbrida Coordenação pedagógica: Profa. Dra. Ana Flávia Magalhães (Historiadora e docente da UnB) Certificação: Cultne.TV / Instituto Cultural Cultne1. Objetivo GeralCapacitar jovens e educadores para a criação de narrativas audiovisuais afrocentradas, estimulando o pensamento crítico sobre tecnologia, ancestralidade e inovação a partir das referências do afrofuturismo e das tecnologias da oralidade.2. Objetivos EspecíficosDesenvolver competências técnicas básicas em produção audiovisual;Promover o letramento racial e tecnológico através da arte e da comunicação;Estimular a criação de narrativas que unam ancestralidade, identidade e futuro;Valorizar o protagonismo negro na inovação cultural e digital;Produzir conteúdos curtos inspirados nos eixos da websérie Afrofuturos.3. Estrutura do Curso (3 módulos complementares)Módulo 1 – Linguagens do Audiovisual e Identidade NegraCarga horária: 3h Objetivo: Introduzir fundamentos do audiovisual como instrumento de expressão e resistência cultural. Conteúdos:História do audiovisual negro no Brasil e no mundo;Introdução à linguagem audiovisual: roteiro, enquadramento, plano e som;Análise de obras afrocêntricas e documentários contemporâneos;A estética negra e a construção de imagens afirmativas;Exercício prático: gravação de um plano narrativo (curta de 1 min). Metodologia: aulas teóricas e práticas, análise de obras Cultne.TV, exercícios com celular e simulações de filmagem. Produto final: microvídeo com depoimento ou performance inspirada em referência cultural afro-brasileira.Módulo 2 – Introdução ao Afrofuturismo e Tecnologias da AncestralidadeCarga horária: 3h Objetivo: Explorar o afrofuturismo como filosofia, estética e ferramenta educativa de transformação social. Conteúdos:Conceitos fundamentais do afrofuturismo: arte, ciência e imaginação;A ancestralidade como tecnologia social e espiritual;Artistas e pensadores afrofuturistas no Brasil e na diáspora africana;Exercício prático: criação de uma narrativa visual sobre “Futuro Negro”;Discussão: “Como imaginar futuros possíveis com base no passado?”. Metodologia: dinâmicas criativas, rodas de conversa, leitura de textos curtos e construção coletiva de roteiros. Produto final: roteiro ilustrado (storyboard ou fotonarrativa) de curta afrofuturista.Módulo 3 – Produção de Conteúdo e Comunicação Digital AfrocentradaCarga horária: 3h Objetivo: Ensinar técnicas básicas de produção e difusão digital de conteúdo afrofuturista. Conteúdos:Ferramentas acessíveis de gravação e edição (celular e softwares livres);Storytelling visual e poético;Ética, autoria e estética na comunicação negra;Planejamento de publicação em redes sociais e plataformas de vídeo;Exercício prático: gravação e edição de minidocumentário (1 a 2 minutos). Metodologia: curso práticas de gravação e montagem; dinâmicas de grupo; acompanhamento técnico. Produto final: vídeo curto com tema afrofuturista, integrando o acervo digital do projeto.4. Metodologia GeralAbordagem participativa e interdisciplinar, com ênfase na prática criativa;Integração entre saberes tecnológicos e saberes ancestrais;Uso de acervos da Cultne.TV como material pedagógico;Curso com recursos de acessibilidade (Libras e legendas).5. Resultados EsperadosFormação de jovens criadores audiovisuais com visão crítica e afrocentrada;Geração de conteúdos autorais de curta duração, produzidos no curso;Ampliação da consciência sobre afrofuturismo e identidade cultural;Criação de uma rede de aprendizado contínuo entre escolas, coletivos e universidades;Fortalecimento da autoestima e protagonismo das juventudes negras.6. AvaliaçãoCritérios: participação (mínimo 75%), envolvimento nas atividades, entrega do produto final;Instrumentos: avaliação formativa, autoavaliação e observação dos instrutores;Certificação: emitida pela Cultne.TV/Instituto Cultural Cultne.
• Física: Gravações em espaços acessíveis (rampas, banheiros adaptados e circulação adequada).• De conteúdo: Cada episódio contará com legenda descritiva, interpretação em Libras e audiodescrição.• De comunicação e atitudinal: As peças de divulgação terão versões acessíveis (texto alternativo, contraste e legendas).Por oportuno, a acessibilidade é um direito que garante à pessoa deficiente, ou com mobilidade restrita, conseguir viver de forma independente e exercer direitos de cidadão com participação social. Constitui um predicado essencial do nosso meio ambiente que garanta melhor qualidade de vida para as pessoas, devendo estar presente nos espaços, no meio físico, no transporte, na informação e na comunicação, inclusive nos sistemas educacionais, seja nos centros urbanos, seja nas sedes do interior do país. E o nosso ordenamento jurídico constitucional, sensibilizado com as pessoas com deficiência, garantiu essa proteção especial, sendo a mais marcante a proteção da acessibilidade às pessoas com deficiência, expressa no art. 227, parágrafo 2º. Para dar eficiência aos dispositivos constitucionais, o legislador elaborou diversas leis protetivas às pessoas com deficiência, sendo a mais específica a Lei nº 13.146/2015 – Estatuto da Pessoa com Deficiência, onde estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida em diversos setores da sociedade, proporcionando a igualdade e a não discriminação. Ao mesmo tempo, a IN MINC nº 23, de 05/02/2025, na Seção I, do Capítulo IV (Das Medidas de Acessibilidade, de Comunicação e Divulgação Acessíveis), em seus artigos 42 a 45, estabelecem que os projetos culturais em suas estruturas devem oferecer medidas de acessibilidade quando tecnicamente possíveis, o que se apresenta no presente caso, e que integram as rubricas orçamentárias, para que o público com mobilidade reduzida e idosos tenham igual acesso ao evento e a materiais de divulgação informando o oferecimento desse serviço. Nesta linha, essas iguais condições de vida social proporcionam perante seus pares, seja na família, sejam espaços públicos e em todos os ambientes, a possibilidade de que possam estar e participar efetivamente dos eventos.
O conteúdo será gratuito e disponibilizado online, em plataformas de amplo alcance (YouTube, site da Cultne.TV). Serão realizadas exibições públicas em universidades e centros culturais parceiros, com rodas de conversa sobre inovação afro-brasileira. Também será produzido um guia pedagógico digital em PDF, distribuído gratuitamente.
Resumo dos currículos apresentados, destacando as principais atuações e qualificações de cada profissional:1. Asfilófio de Oliveira Filho (Dom Filó) – Diretor Geral/Coordenador Geral Multifacetado: Engenheiro Civil, Jornalista, Produtor Cultural, Cine-documentarista e Ativista do Movimento Negro.Formação: Pós-graduado em Marketing (ESPM) e MBA em Gestão Esportiva (FGV).Pioneirismo Musical: Fundador da equipe de som Soul Grand Prix (década de 1970), que disseminou a música soul e funk americana no Brasil.Acervo Cultne: Co-fundador e mentor da Cultne, o maior acervo audiovisual de cultura negra da América Latina, com mais de 3.000 horas de conteúdo autoral e inédito.Audiovisual: Cine-documentarista, com trabalhos premiados como "111 Tiros na Alma Negra" (2ª colocação na Mostra Ibero Americana/Unesco em 2018).Reconhecimento: Listado na 100 PowerList 2021 (100 Personalidades Negras Mais Influentes da Lusofonia) e integra o board de curadoria internacional do Museu da Herança Pan-Africana de Ghana.2. Acácio Jacinto – Diretor ArtísticoExperiência Executiva: Gerente Executivo do Instituto Cultural Cultne e atuou como Gerente Executivo Regional da EBC (Rio de Janeiro) e em Gestão de Programação no Canal Futura (Fundação Roberto Marinho).Especialidades: Estrategista em comunicação, governança corporativa e impacto social.Foco Social: Experiência consolidada no Terceiro Setor, liderando projetos de inclusão, equidade racial e desenvolvimento sustentável (ODS, ESG).Acadêmico: Doutorando em Comunicação e mestre em Mídias Criativas.3. David Obadia – Diretor de ProduçãoFormação: Baterista, Jornalista e Publicitário (PUC-RJ).Audiovisual/Empresarial: Sócio-proprietário e diretor da Digi2 Filmes desde 2002.Cultne: Co-fundador da marca Cultne, ao lado de Dom Filó e Mauricio Eiras (2009).Reconhecimento: Dirigiu dezenas de videoclipes e filmes, incluindo a filmagem do show “Iluminado Dominguinhos'' (Grammy Latino 2012). Documentário curta-metragem exposto no Smithsonian Museum de Washington.Publicidade: Cliente renomados como Petrobras, Eletrobras, L'Oréal Paris, SuperVia e NBA.4. Maurício Eiras – Produtor Executivo 1Formação: Empresário e Publicitário (PUC-RJ).Experiência em Cinema: Trabalhou como editor na Caliban Produções Cinematográficas (Silvio Tendler).Empresarial: Fundou a Digi2 Filmes (2004), produtora que se destacou em documentários e gravações de shows.Cultne: Co-fundador da marca Cultne (com Dom Filó e David Obadia), com foco em produções sobre diversidade, inclusão e igualdade.5. Carlos Alberto Medeiros - Produtor Executivo 26. Jana Guinond – Coordenação do ProjetoMultidisciplinar: Atriz, Pedagoga, Mestra em Patrimônio, Cultura e Sociedade (UFRRJ).Audiovisual: Diretora e apresentadora do programa Usando a Língua (CULTNE TV), premiado em festivais internacionais. Atuação em novelas (Bom Sucesso, Vai na Fé) e séries (Sob Pressão, Medida Provisória, Arcanjo Renegado).Produção Cultural: Co-Idealizadora da Mimunegra (Mostra Internacional de Artes da Mulher Negra) e Produtora Executiva do Encontro Internacional Alafiá Mundo.Reconhecimento: Diversas moções e medalhas de reconhecimento, incluindo Prêmio Pretas Potências - SP (2023).7. Sérgio B. Silva – ProdutorFormação: MBA Executivo em Gestão Empresarial, MBA em Gerenciamento de Projetos e Bacharel em Direito (UFRJ).Gestão e Produção de Projetos e Eventos: CEO da ETHÉREA SBS e Diretor Administrativo/Financeiro e Gerente de Projetos na OSC CRIAR.Especialidade: 10 anos de experiência em gestão e elaboração de projetos (Editais de Governos e Entidades Privadas, Lei Paulo Gustavo, Lei Aldir Blanc 2).Conhecimentos Adicionais: Certificações em Liderança Comunitária, Empreendedorismo, Design Thinking e Métodos Ágeis.8. Ana Flávia Magalhães – Coordenadora PedagógicaFormação: Doutora em História (Unicamp), Mestre em História (UnB) e Bacharel em Jornalismo.Acadêmica: Historiadora e Professora Universitária na Universidade de Brasília (UnB).Pioneirismo: É a primeira docente negra do Departamento de História da UnB.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.