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O projeto "Os Aventureiros Cientistas" trata-se de uma envolvente apresentação teatral itinerante, apresentada com uma linguagem descontraída, lúdica e interativa, que descreve para o público, alunos de escolas públicas do ensino fundamental, experimentos de ciências.Assim, divulgando seus métodos, dados e argumentos, a ciência poderá ser disseminada de maneira clara e simples para seu público alvo, de modo que as comunidades visitadas possam vivenciar, aprender e replicar o conhecimento adquirido, que se tornará, então, parte da sua cultura.
Produto Artes Cênicas: A peça teatral aborda de forma lúdica e interativa uma narrativa descomplicada apresentando experimentos de ciências com fenômenos presentes no nosso cotidiano. No cenário montado no palco, o cientista apresenta os experimentos científicos com a participação direta do público. As apresentações contarão com cenas lúdicas e divertidas, dentro de um contexto reflexivo e crítico sobre os impactos da ciência. Através desta linguagem lúdica, a peça abordará temas históricos e situações do cotidiano, levando às reflexões sobre os conteúdos científicos presentes no nosso dia a dia.
Objetivo geral O objetivo geral do projeto "Os Aventureiros Cientistas" é apresentar para alunos do ensino fundamental da rede pública de ensino, ou em situação de vulnerabilidade social, um espetáculo científico teatralizado envolvendo experimentos de ciências. O projeto é gratuito e itinerante, e tem por objetivo, além do entretenimento em si, levar conhecimento, propondo reflexões importantes a estas populações mais carentes. Objetivo Específico - O objetivo específico do projeto "Os Aventureiros Cientistas" é realizar apresentações em 14 escolas do espetáculo científico teatralizado Science Place Show (14 dias x 4 apresentações por dia), totalizando 56 apresentações. - Atingir aproximadamente 4.654 alunos com as apresentações (aproximadamente 125 por apresentação).
O projeto "Os Aventureiros Cientistas", justifica-se pelo direito fundamental da população em ter acesso ao conhecimento científico, entendê-lo como elemento da cultura humana e utilizá-lo em benefício da sustentabilidade e do bem estar coletivo. Sob essa perspectiva, tem relevância social e política, além da econômica, por abrigar conceitos transformadores na produção de bens, consumo e organização do trabalho. Como está dividido em duas frentes _ sensibilização, mobilização e sistematização _ ele apresenta grande potencial transformador, já que desenvolve diretamente ações locais na comunidade_levando em consideração demandas socioambientais específicas e sanando dúvidas sobre conceitos científicos presentes no meio ambiente em que os participantes estão envolvidos. O projeto dissemina o conhecimento científico aplicado ao dia a dia (sensibilização e mobilização da população, de modo geral, e de alunos das escolas municipais e estaduais, cujos professores promoverão, ao longo do tempo, a sistematização do conhecimento por meio de atividades práticas no ensino. Essas ações coordenadas contribuirão, assim, para o fortalecimento da identidade ambiental da região, para a preservação dos recursos naturais e para a adoção de uma cultura amparada no conhecimento científico. Leis e Diretrizes no Brasil que embasam a divulgação científica como projeto artístico e cultural: 1. Constituição Federal (1988) _ Artigo 215 e 216 O art. 215 determina que "o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional", o que inclui manifestações artísticas que envolvem ciência e tecnologia. O art. 216 define cultura de forma ampla, abrangendo "as criações científicas" como parte do patrimônio cultural brasileiro. 2. Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) A Lei de Incentivo à Cultura permite o financiamento de projetos que envolvem ciência e arte, reconhecendo a interseção entre esses campos. O Ciência em Show se enquadra nessa lei por sua abordagem performática e educativa. 3. Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) Capítulo I - Art. 1º - Paragrafo VI - estimular a presença da arte e da cultura no ambiente educacional. O artigo 26 da LDB enfatiza a importância de abordagens interdisciplinares, o que legitima o uso da arte para ensinar ciência. 4. Plano Nacional de Cultura (Lei nº 12.343/2010) Essa lei prevê o apoio a manifestações culturais diversas, incluindo ações de popularização da ciência, o que reforça a ideia do Ciência em Show como um projeto artístico e cultural. Com essas bases legais, é justificado que a ciência, quando apresentada de forma performática e criativa, deve ser considerada uma manifestação artística e cultural
Produto principal: Artes Cênicas Duração média de cada apresentação: 45 a 50 minutos Participação de 2 Atores/Atrizes presencialmente, sendo um no palco e um na trilha sonora, porém ambos interagem Cenário: Bancada cenográfica, cenário pré montado e equipamentos de ciências Indicação: Livre
Para deficientes visuais: As escolas públicas, geralmente contam com o apoio do professor de classe nos eventos da escola para que os alunos deficientes visuais tenham pleno entendimento e participação nos eventos. No caso das apresentações a serem realizadas em locais que contam com a infraestrutura necessária para a Audiodescrição, com cabine montada, fones e profissional que faz a Audiodescrição, faremos a Audiodescrição. (obs: via de regra, nestas escolas e instituições que já contam com infraestrutura, elas já tem seus próprios profissionais contratados para a Audiodescrição, sendo que o valor orçado serve como contingência caso seja necessária a contratação de mais profissionais). No caso dos locais que não possuem esta infraestrutura, faremos a Autodescrição, a descrição de imagens e a diversificação dos estímulos sonoros. Cada Artista irá se apresentar de viva voz para que o deficiente visual “grave e memorize” a sua voz. Os Artistas farão uma narrativa do palco, cenário e figurino, sendo que poderá ser feita visita sensorial para melhor compreensão, para que o deficiente visual tenha a noção exata do espaço de palco onde se desenrolará a apresentação teatral. Neste momento, antes da apresentação, os próprios Atores falam da apresentação em si, do conceito do projeto, e de como será a dinâmica em palco. Para deficientes auditivos: o espetáculo contará com intérprete de libras sempre que as escolas informarem a necessidade no agendamento prévio. O custo está previsto no orçamento como intérprete de libras (obs: via de regra as escolas e instituições já tem seus próprios intérpretes que acompanham os alunos sendo que os valores orçados servem como contingência caso seja necessária a contratação de mais profissionais). Acessibilidade para pessoas com Espectros ou Síndromes: por ter uma linguagem simples, infantil e de fácil entendimento, o espetáculo é lúdico e acessível para este público. Na fase de agendamento nas escolas solicitaremos autorização para participação das APAEs locais. Não há previsão orçamentária para este item uma vez que ao convidar as APAEs, o público comparece ao local sempre acompanhado dos próprios professores e profissionais da APAE, que acompanham a peça com os alunos, servindo como monitores.
O projeto tem caráter social, buscando beneficiar prioritariamente as crianças estudantes das escolas públicas dos municípios em situação de vulnerabilidade. Desta forma, será 100% gratuito.
Daniel Ângelo dos Santos, licenciado em Física (2004), pelo Instituto de Física da Universidade de São Paulo; concluiu o curso de Técnico de Manutenção no SENAI (1995) e o Ensino Médio como Técnico em Eletrônica (1997). Atuou na Universidade de São Paulo, no Instituto de Física, no aprimoramento do acervo de materiais experimentais (Projeto Promat - 2004 a 2006); no Projeto Atividades Experimentais em Física, promovendo a divulgação do conhecimento científico a alunos de ensino médio e no “Show de Física”, projeto de divulgação científica, que mescla arte e ciência, dirigido a alunos de escolas públicas e privadas. Desde 2006 atua em programas televisionados destinados à divulgação científica (“Canal Pincelada” – Youtube; “Ciência em Show” – SBT; “Ciência em Casa” – National Geographic Channel). Entre as publicações, destaca: “Almanaque Ciência em Show” – Editora Master Books (2014). Atividades no projeto: Diretor de conteúdo. Elaboração de roteiros. Acompanhamento teórico do conteúdo apresentado. Gerson dos Santos Julião, Mestre em Física pela Universidade de São Paulo (2004) onde, também, cursou Licenciatura em Física (2000), pelo Instituto de Física (2000) e atuou como monitor, ministrando as disciplinas: “Produção de Material Didático” (2003) e “Introdução às Medidas em Física” (2002). Ainda na Universidade de São Paulo, no Instituto de Física, colaborou no aprimoramento do acervo de materiais experimentais (Projeto Promat - 2001) e atuou, como professor no projeto de divulgação científica “Show de Física” (1994-2003). Desde 2001, presta consultoria e apresenta o projeto “Ciência em Show”, com temas científicos, em programas de televisão. Participa, também, de eventos como “Feira do Saber” e Programas de Atualização. Atividades no projeto: Diretor Executivo. Liderança e gerenciamento das operações gerais ligadas ao projeto Ana Teresa Ralston, licenciada em Pedagogia e Administração Escolar pela Universidade Mackenzie (1992); pós graduada em Politicas Publicas pela GV / Microsoft (2007); extensão em Gestão em Inovação GV / Dom Cabral (2011) Inovação em extensão Babson (2012). Desde 2002 atua na área de educação como educadora em escolas particulares como Colégio Dante Aliguieri (1990-1999) - Diretora de Tecnologia de Educação Grupo KlickNet (1999-2003) - Gerente de Educação Microsoft (2003-2009) - Diretora de Tecnologia de Educação Abril Educação (2009-2014) - VP UniItalo (2014-2015) - Ciência em Show (2016-hoje). Atividades no projeto: Diretora Geral. Gerenciamento de equipe, prestação de contas e apresentação de documentos. Paulo Borges Viríssimo dos Santos, estudou Licenciatura em Ciências da Natureza pela Escola de Artes, ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo – EACH-USP (2011), onde participou de diversos projetos de Divulgação Científica, como a Banca da Ciência, especializando-se no desenvolvimento de recursos didáticos, com materiais de baixo custos, para o ensino de ciências. Trabalhou como professor de Educação Ambiental no Instituto Eurofarma (2020). Atualmente cursando Pedagogia pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo UNIVESP. Atividades no projeto: Produtor Cultural. Organização de logística e apresentações.
PROJETO ARQUIVADO.