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Circulação do espetáculo Chiquinha Gonzaga, eu quero passar por 3 cidades no estado do Rio de Janeiro.
Inspirado na trajetória de uma das figuras mais significativas da música brasileira, o recital cênico “Chiquinha Gonzaga: eu quero passar” é um recorte abolicionista, feminista e artístico da vida dessa mulher, que celebra a trajetória revolucionária da musicista que lançou a primeira marchinha de Carnaval no Brasil. Com interpretação de Raquel Paixão, direção cênica de Elisa Lucinda e direção musical de Maria Teresa Madeira, a obra apresenta um repertório exclusivamente composto por Chiquinha Gonzaga, em um diálogo sensível entre música e teatro. Raquel Paixão interpreta a personagem, revelando curiosidades e momentos decisivos da sua caminhada feminista e abolicionista. Ao longo do recital, o público é convidado a revisitar a história de Chiquinha, não apenas como uma artista de vanguarda, mas também como uma mulher negra em um Brasil marcado por desafios sociais e raciais. A pianista compartilha suas próprias vivências como mulher e artista negra, refletindo sobre a importância de dar visibilidade a essas narrativas no contexto da música clássica.
OBJETIVO GERAL:Promover a expansão do teatro brasileiro, dentro do território nacional, fomentar o fazer cultural dos profissionais negros, principalmente os oriundos das comunidades e periferias, autônomos, responsáveis por sua renda familiar. Contribuir para democratização do acesso à cultura, formação e multiplicação dos saberes. Realizar a produção e circulação do espetáculo teatral "Parem de falar mal da rotina", de Elisa LucindaOBJETIVO ESPECÍFICO:- Realizar 2 apresentações na cidade do Rio de Janeiro;- Realizar 1 apresentação na cidade de São João de Meriti;- Realizar 1 apresentação na cidade de Volta Redonda;- Gerar cerca de 10 postos de trabalhos diretos e 30 indiretos.- Dar prioridade a uma ficha técnica diversa, priorizando a contratação de profissionais negros;
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS 01 Circulação por 3 cidades, com 02 apresentações no Rio de Janeiro, 01 apresentação em São João de Meriti e 01 apresentação em Volta Redonda.Duração do espetáculo: 60 minutos DEMOCRATIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO ACESSO - 01 ensaio aberto do espetáculo antes da temporada, em cumprimento ao Art. 28º da IN Nº 1/2023 - 01 palestra em cada cidade para estudantes e professores da rede pública de ensino, em cumprimento ao Art. 30. da IN 01/2023 A palestra discute as relações étnicas e o racismo dentro no ambiente da música erudita.
1. Acessibilidade FísicaSerão selecionados espaços que permitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes ou idosas aos locais das apresentações e oficinas formativas. Isso inclui áreas de circulação, banheiros e espaços de apoio (como áreas de alimentação e foyer). 2. Acessibilidade de ConteúdoO espetáculo, que combina música e teatro, terá recursos que ampliam a compreensão e a fruição da obra por pessoas com deficiência auditiva, visual e neurodivergências.As ações propostas são:Intérprete de Libras em todas as apresentações, posicionado de modo visível ao público.Audiodescrição realizada por profissional capacitadoLegendas em materiais audiovisuais de divulgação, quando aplicável.Distribuição de abafadores em todas as sessões, como ação inclusiva para pessoas com hipersensibilidade auditiva.3. Acessibilidade nas Redes Sociais e ComunicaçãoAlém das ações presenciais, o projeto prevê a ampliação da acessibilidade também em seus canais de divulgação digital:Publicações com legendas em todos os vídeos e teasers.Linguagem inclusiva e clara nos materiais de comunicação, evitando termos discriminatórios ou excludentes. 4. Formação e Sensibilização da EquipePara garantir a efetividade das ações, a equipe técnica e de produção passará por uma breve sensibilização sobre acessibilidade cultural, abordando formas de acolher o público com deficiência e promover um ambiente inclusivo durante todas as apresentações.
O projeto respeitará o Art. 27º da IN Nº 1/2023, contendo em seu plano de distribuição: - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Conforme Art. 28º da IN Nº 1/2023, adotaremos a seguinte medida de ampliação de acesso: - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; - 01 ensaio aberto do espetáculo antes da temporada, em cumprimento ao Art. 28º da IN Nº 1/2023- 01 palestra em cada cidade para estudantes e professores da rede pública de ensino, em cumprimento ao Art. 30. da IN 01/2023
Intérprete - Raquel Paixão Direção de Produção - Rafael Lydio Direção Cênica - Elisa Lucinda Direção Musical - Maria Teresa Madeira Raquel Paixão - Intérprete Raquel Paixão é pianista, atriz e professora com uma carreira que reflete seu compromisso com a música brasileira. Desde a infância, sua relação com o piano é marcada pela excelência. Aos 17 anos, conquistou o 1º lugar no Concurso Jovens Instrumentistas (Campos dos Goytacazes - RJ). Em 2019 e 2020, realizou recitais no Brasil e no exterior, dedicados ao repertório brasileiro para piano solo. Recentemente, recebeu o prêmio Urso de Prata, em Berlim, pelo curta "Manhã de Domingo", no qual interpretou uma pianista.Sua formação acadêmica inclui Bacharelado em Piano, Mestrado em Música e especialização em Pedagogia do Piano. Como educadora, destaca-se pela publicação da coletânea "Teclas Brasileiras", uma contribuição ao repertório didático para pianistas em formação e à valorização de compositoras nacionais.Rafael Lydio - Direção de Produção Rafael Lydio é diretor da Paragogí Cultural, produtor e gestor cultural com mais de 15 anos de atuação. Pós-graduado em Gestão Cultural pelo SENAC-SP e formado pelo IFRJ, construiu trajetória sólida em projetos que unem cultura, diversidade e impacto social. Produziu espetáculos premiados como Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro, Elza, Auê, Suassuna – O Auto do Reino do Sol e Jacksons do Pandeiro, além de atuar em grandes eventos como Rock in Rio 2013, Jornada Mundial da Juventude e Festival Villa-Lobos. À frente da Paragogí Cultural, desenvolve projetos que valorizam representatividade e pluralidade artística, como Parem de Falar Mal da Rotina, Perigosas Damas, Chiquinha Gonzaga, eu quero passar, Herdei Meu Corpo, Becos de Veias e Lucas & Orquestra dos Prazeres. Com experiência em música, teatro, dança, literatura e audiovisual, destaca-se por integrar excelência artística, gestão estratégica e compromisso com transformação social.Elisa Lucinda - Direção Cênica Poeta, atriz, intérprete, jornalista e professora, autora de 19 livros entre poesia, prosa e romance. Publicou obras como O Semelhante, Eu te amo e suas estreias, A fúria da beleza e Vozes Guardadas. Seu romance O Cavaleiro de Nada foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura (2015) e Quem me leva para passear, da coleção O Pensamento de Edite, foi indicado ao Prêmio Jabuti (2022). Autora da coleção infantil Amigo Oculto, premiada pela FNLIJ, fundou a Casa Poema, onde desenvolve projetos de popularização da poesia, como Versos de Liberdade. Recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Gramado (2020) e, em 2021, tomou posse na Academia Brasileira de Cultura. Criadora do espetáculo e livro Parem de Falar Mal da Rotina, sucesso há 20 anos, estreou em 2023 na novela Vai na Fé, da TV Globo. Multiartista, é reconhecida por integrar poesia, teatro e educação, conquistando milhões de leitores e espectadores ao longo da carreira.Maria Teresa Madeira - Direção Musical Desde o início, a intensa e multifacetada carreira musical de Maria Teresa Madeira encontra-se marcada por experiências importantes, seja no campo artístico, seja no campo acadêmico. Formou-se no Bacharelado em piano pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Música pela Universidade de Iowa (EUA) e doutorado pela UNIRIO. Já realizou concertos como solista e camerista em diversos países. Atualmente, é professora da UNIRIO, onde ministra aulas nos cursos de bacharelado, extensão e Mestrado Profissional. Sua discografia conta com mais de 30 CDs, como solista e camerista. Gravou a Obra Integral de Ernesto Nazareth (1ª edição 2016, 2ª edição 2020), caixa com12CDs, pela primeira vez registra a totalidade de sua obra, com este registro foi vencedora do Prêmio de Música Brasileira e do Prêmio Bravo! De Cultura (2017). Em 2020 foi a "Melhor Instrumentista pela Rádio Inconfidência” de Minas Gerais como CD Duas Marias com a saxofonista Maria Bragança.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.