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Première gratuita do longa ‘Melhor Queijo do Mundo’" promovendo 50 exibições gratuitas em salas comerciais de cinema em duas cidades da região norte e 3 cidades da região nordeste. Cada cidade receberá 10 sessões: 8 sessões do programa Cine-Escola, voltadas para estudantes da rede pública com mediação e material pedagógico; e 2 sessões de pré-estreia, com rodas de conversa e degustação de Queijo Minas Artesanal. O projeto busca democratizar o acesso ao cinema, fomentar a formação de público fora dos grandes centros, garantir acessibilidade plena (Libras, LSE/AD) e valorizar o patrimônio imaterial mineiro, reconhecido pela UNESCO.
Longa-metragem “O Melhor Queijo do Mundo”Ficção cômica e familiar, o filme narra a história de Zé Altino, um mestre queijeiro das montanhas de Minas Gerais, cuja tradição está ameaçada pelo tempo e pelo esquecimento. Incentivado por sua neta Vitória, ele embarca em uma jornada até a capital para participar de um concurso que promete eleger o melhor queijo do mundo. Entre fornos de lenha e câmeras de TV, a dupla descobre que fazer queijo é, na verdade, preservar histórias e resistir com afeto.Com humor, sensibilidade e imagens da cultura mineira, o longa celebra o Queijo Minas Artesanal — patrimônio imaterial reconhecido pela UNESCO — e convida o público a se emocionar com um pedaço de Minas que cabe no coração e no prato. A obra dialoga com questões contemporâneas sobre identidade, território e tradição, sendo voltada para todos os públicos.Classificação indicativa: Livre (a confirmar após emissão de certificado oficial de classificação etária).Atividades paralelas previstas no projeto:Rodas de conversa: diálogos com realizadores, educadores e especialistas, após as sessões de pré-estreia, abordando temas como memória alimentar, território e cinema.Degustações comentadas: ações sensoriais conduzidas por especialistas, promovendo a valorização do Queijo Minas Artesanal como bem cultural.Caderno pedagógico: material educativo complementar, acessível e ilustrado, que utiliza o filme como ferramenta pedagógica no ambiente escolar.
Objetivo GeralDemocratizar o acesso ao audiovisual mineiro por meio da exibição gratuita do longa-metragem "O Melhor Queijo do Mundo", com 50 sessões em salas comerciais de cinema de cidades do norte e nordeste, integrando ações educativas, acessibilidade integral e articulação com redes exibidoras, visando à formação de público fora dos grandes centros e à valorização do patrimônio imaterial mineiro (Queijo Minas Artesanal, reconhecido pela UNESCO).Objetivos Específicos[Festival/Mostra - AUDIOVISUAL]Realizar 40 sessões do programa Cine-Escola (8 por cidade), com material pedagógico.Realizar 10 sessões especiais de pré-estreia (2 por cidade), gratuitas e abertas ao público.Promover 5 rodas de conversa (1 por cidade), aprofundando o debate cultural e gastronômico.Realizar 5 degustações comentadas de Queijo Minas Artesanal (1 por cidade), reforçando o vínculo entre cinema, território e identidade cultural.
O projeto demanda o uso do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais do PRONAC, conforme previsto na Lei nº 8.313/91, por tratar-se de uma ação de circulação com forte impacto territorial e educativo, que requer mobilização simultânea em múltiplas cidades, articulação com redes exibidoras e estrutura de acessibilidade integral — elementos que tornam inviável sua realização por recursos próprios ou modelos tradicionais de mercado.A proposta se enquadra nos incisos I, II, IV, V e IX do Art. 1º da Lei Rouanet, ao:Facilitar o acesso da população aos bens culturais (I);Promover a regionalização da produção cultural, com valorização de bens e serviços do interior mineiro (II);Estimular o desenvolvimento da cultura nacional, com fomento ao audiovisual independente e à memória alimentar (IV);Preservar o patrimônio cultural imaterial mineiro, com destaque para o Queijo Minas Artesanal (V);Desenvolver a consciência do valor do patrimônio cultural (IX).Além disso, contribui para os objetivos do Art. 3º, especialmente:Estimular a formação de plateias (II);Apoiar projetos que envolvam a educação artística e a integração entre cultura e educação (III);Incentivar o acesso gratuito e democrático aos bens culturais (V);Promover a circulação de obras e produtos culturais em regiões com menor oferta (VI);Valorizar as iniciativas culturais regionais e locais (VII).Ao utilizar o mecanismo de renúncia fiscal, o projeto possibilita que empresas e pessoas físicas direcionem parte de seu imposto de renda para uma ação estruturante de impacto educacional, territorial e simbólico. A Lei Rouanet, neste caso, não apenas viabiliza a execução financeira, mas legitima a relevância pública da proposta, garantindo transparência, controle e retorno cultural mensurável à sociedade.
O projeto propõe uma ação estruturante de circulação audiovisual em regiões com baixa oferta de programação cultural em salas de cinema comerciais, com foco em formação de público, educação patrimonial e acessibilidade integral.A execução em cinco cidades favorece a interiorização de recursos culturais, alinhando-se às diretrizes da Lei Rouanet de descentralização e regionalização do fomento.O longa-metragem “O Melhor Queijo do Mundo” foi selecionado para eventos internacionais como o Marché du Film (Cannes/2025), o que reforça seu potencial de difusão e impacto.As ações do projeto geram indicadores mensuráveis de acesso e impacto social, como número de estudantes beneficiados, sessões realizadas, materiais acessíveis distribuídos, visualizações online e engajamento em rodas de conversa, o que favorece o monitoramento de resultados e avaliação de política pública.O projeto conta com parcerias institucionais já articuladas com redes exibidoras e secretarias municipais de educação, garantindo viabilidade operacional e adesão local à proposta.Por fim, a proposta valoriza um bem reconhecido como patrimônio cultural imaterial brasileiro e mundial — o Queijo Minas Artesanal —, promovendo sua preservação simbólica por meio do audiovisual, da educação e da experiência sensorial.
1. Longa-metragem “O Melhor Queijo do Mundo”Gênero: Ficção / Comédia familiarFormato: Longa-metragemDuração: 90 minutosSuporte de exibição: DCP (Digital Cinema Package)Áudio: 5.1Proporção de tela: 1.66:1Cor: ColoridoClassificação indicativa: Livre (a confirmar)Acessibilidade: Cópia com LSE/AD (Legenda para Surdos e Ensurdecidos / Audiodescrição) e Janela em Libras2. Sessões Cine-EscolaTotal: 40 sessões (8 por cidade × 5 cidades)Público-alvo: Estudantes da rede pública de ensino e seus educadoresAtividades: Projeção do filme + mediação com professoresDuração: 2h (filme + debate guiado)Acessibilidade: Ambiente acessível, cópia com LSE/AD e LibrasLocal: Salas comerciais de cinema previamente mapeadas para acessibilidade3. Sessões de Pré-estreia com Roda de Conversa e DegustaçãoTotal: 10 sessões (2 por cidade × 5 cidades)Formato: Exibição do filme seguida de roda de conversa com realizadores/convidados + degustação comentada de Queijo Minas ArtesanalDuração: 2h30Acessibilidade: Espaço físico acessível, intérprete de Libras e audiodescrição4. Caderno PedagógicoFormato: impresso e digitalTotal de páginas: 20 a 24 páginasDimensões: A4Conteúdo: Atividades educativas baseadas no filme, abordando temas como identidade, território, patrimônio e cultura alimentarPúblico-alvo: Professores e estudantes do Ensino Fundamental e MédioDistribuição: Gratuita, com envio às escolas participantes e disponibilização online
O projeto garante acessibilidade integral em todas as suas ações, contemplando tanto a acessibilidade física quanto a acessibilidade de conteúdo, conforme os princípios da inclusão cultural e da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015).Acessibilidade FísicaAs sessões ocorrerão em salas comerciais de cinema previamente mapeadas quanto à acessibilidade, assegurando espaços com infraestrutura adequada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo: Acesso por rampas e/ou elevadores; Poltronas reservadas e sinalizadas; Banheiros adaptados; Guias táteis (quando disponíveis nas unidades); Equipes treinadas para apoio no atendimento.Acessibilidade de ConteúdoO filme longa-metragem “O Melhor Queijo do Mundo” já conta com: Libras (Língua Brasileira de Sinais) – tradução simultânea em janela e LSE/AD (Legendas para Surdos e Ensurdecidos / Audiodescrição) – incorporadas à cópia exibida, garantindo autonomia para públicos com deficiência auditiva e visual;Essas medidas asseguram plena participação de públicos diversos, garantindo que a experiência cultural seja significativa, inclusiva e alinhada aos princípios da democratização do acesso e da cidadania cultural.
O projeto garante democratização efetiva do acesso ao produto cultural por meio da distribuição 100% gratuita do longa-metragem “O Melhor Queijo do Mundo” em salas comerciais de cinema, com sessões abertas ao público e a comunidade escolar nas regiões norte e nordeste.A proposta garante democratização ampla e concreta do acesso ao bem cultural, priorizando públicos historicamente excluídos da cadeia exibidora. O projeto adota a seguinte medida de ampliação de acesso, conforme previsto no Art. 47 da IN nº 23/2025:Inciso VI – Ação para Crianças, Adolescentes e EducadoresO programa Cine-Escola é uma ação cultural estruturada voltada para estudantes da rede pública e seus educadores, com material pedagógico impresso e digital.Essa medida assegura o caráter público, educativo e descentralizador do projeto, seguindo os princípios da Lei Rouanet e aos objetivos de inclusão, formação de público e interiorização dos recursos culturais.
NUCLEO DE INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE PARA HISTÓRIAS ORIGINAIS - PROPONENTE / LUCAS ASSUNÇÃO - DIREÇÃO GERALDiretor, roteirista e produtor cultural. Atualmente está em pós-produção de seu primeiro longa-metragem autoral, O Melhor Queijo do Mundo, protagonizado por Maurício Tizumba e Augusta Barna. Como diretor e roteirista, assina o premiado curta Memórias Culinárias do Quilombo Ausente Feliz, vencedor de Melhor Documentário Nacional no 32º ECOCINE, no Curta Paranaguá 2024 e na Mostra Mineiridades do Festifrance Brasil 2024. O filme já foi exibido em mais de 25 festivais nacionais e internacionais. Como produtor, atuou na organização e execução de grandes eventos culturais, como cinco edições do FICI – Festival Internacional de Cinema Infantil, em cidades como Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, além do Rio Content Market, um dos maiores mercados audiovisuais da América Latina. Trabalhou também na produção de espetáculos teatrais, séries de TV e projetos musicais, coordenando logística, equipe e execução técnica. No audiovisual, colaborou como assistente de direção em obras de destaque, como Narciso (Jeferson De), O Auto da Boa Mentira e Histórias Quase Verdadeiras (José Eduardo Belmonte), e na série Santo Maldito (Star+). Como assistente de produção, integrou equipes de filmes como Entre Abelhas, Getúlio e O Candidato Honesto, além de campanhas publicitárias para marcas como LG, Apple e Adidas.DÉBORA CAMPOS – PRODUÇÃO EXECUTIVADébora Campos é produtora cultural com 25 anos de atuação no setor artístico brasileiro, com forte presença nas áreas de música, audiovisual e realização de festivais. É idealizadora e diretora do Festival Sabiá, projeto pioneiro voltado ao protagonismo cultural de artistas com mais de 50 anos. Assina também a produção do longa-metragem de ficção O Melhor Queijo do Mundo, atualmente em fase de finalização, e é empresária da cantora Augusta Barna, um dos novos nomes da música brasileira. Débora tem ampla experiência em criação, coordenação e execução de projetos culturais financiados por leis de incentivo (federal, estadual e municipal), além de editais públicos e privados. Atuou como produtora executiva em eventos de grande porte como o Festival S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L! (coordenadora artística e curadora de 2020 a 2025), Virada Cultural de BH (2023), Festa da Luz, Duelo de MCs e diversos outros festivais pelo país. Entre seus projetos de destaque estão o curta Memórias Culinárias do Quilombo Ausente Feliz, produzido junto à comunidade quilombola no Serro/MG; a coordenação do projeto Realizando Sonhos, no Instituto Café Solidário (Buritizeiro/MG), com oficinas culturais para mais de 150 crianças; e sua participação ativa na direção do Instituto Milho Verde, com projetos voltados ao interior de Minas. Também coordenou ou integrou equipes de produção em eventos como: Conexão Vivo, Natura Musical, MIMO, SIM SP, Festival Fartura, Feira Experimente, Claro Rock, Carnaval de BH, Festival da Gentileza, Noite Aberta Inhotim, entre muitos outros. Já trabalhou com artistas como Fernanda Takai (com quem produziu turnês nacionais e internacionais, além do DVD Na Medida do Impossível), Nath Rodrigues, Clarice Falcão, Otto, Tulipa Ruiz, Ilê Aiyê, Robert Plant, entre dezenas de nomes da cena nacional e internacional. Sua atuação é marcada por sensibilidade curatorial, capacidade de articulação em rede e foco em projetos que promovem diversidade, afeto, acessibilidade e fortalecimento de territórios culturais. Com profundo conhecimento das políticas culturais e do ecossistema da economia criativa no Brasil, Débora Campos é uma referência na produção cultural mineira e nacional.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.