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O projeto "Os meninos e meninas da rua Aimberê" pretende publicar um livro de literatura baseado numa pesquisa sobre a história de um grupo de jovens adolescentes moradores de Santo André entre os anos 1980 e 1990 que se reuniam para tocar música e jogar voleibol nas ruas da cidade. Filhos de trabalhadores operários e pequenos comerciantes, eles encontraram uma forma de construir suas histórias juntando muita cultura, busca de conhecimento e diversão. A obra também irá discorrer sobre curiosidades e aspectos históricos da região do Grande ABC no período retratado. O livro será escrito pelo jornalista Carlos Rizzo.
O projeto "Os meninos e meninas da rua Aimberê", é uma publicação que conta a história de um grupo de jovens adolescentes moradores de Santo André, nos anos 1980 e 1990, que se reuniam para tocar música e jogar voleibol nas ruas da cidade. Esses jovens, com o passar do tempo, se tornaram artistas e músicos como Kleber Albuquerque, Renê de França, Zé Terra, Hermmand Coutinho, Magrão, Fegato, Marcelo, Rogério entre outros, que chegaram a formar bandas como Corte Marcial, O Palhaço e A Rosa di Zinco. Outros jovens desse núcleo tornaram-se profissionais da cultura em Santo André, Grande ABC e atuam em outras regiões do Estado, como a produtora cultural Patrícia Ioco.O livro conta a trajetória desses jovens, buscando entender o que os levou a se enveredarem pela música e pela arte, recuperar a história que os uniu e o caminho que cada um seguiu, procurando construir um retrato da cena musical e cultural da vida dos jovens dos anos 1980 e 1990 em Santo André.Já a contrapartida pretende apresentar para estudantes do ensino médio das escolas públicas de Santo André, o processo criativo que levou o autor a escrever a obra.
Objetivo GeralPublicar um livro com aproximadamente 150 páginas, que terá parte distribuído gratuitamente para escolas públicas do município de Santo André e parte comercializada.Objetivo específicoEditar e imprimir 600 livros do projeto "Os meninos e meninas da rua Aimberê".Distribuir, para estudantes das escolas públicas e bibliotecas, 300 livros e comercializar os outros 300 livros.Realizar duas oficinas de contrapartida abordando escrita criativa para até 40 alunos do Ensino Médio de escolas públicas de Santo André.Fazer um audio book do livro
É fundamental o financiamento do livro do projeto "Os meninos e meninas da rua Aimberê" para que a pesquisa que está em fase de finalização possa passar por editoração e impressão e para que possa circular, sendo parte distribuída gratuitamente e parte comercializada.O projeto se enquadra nos incisos III, IV e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91 e alcança os objetivos do inciso II alínea b) e inciso IV, alínea b) do Artigo 3° da Lei 8313/91.
600 exemplares, 150 páginas (aproximadamente)Formato: 16 x 23 cmMiolo: 1x1 corPapel pólen natural 80 gr16 páginas 4x4 cores, cuchê fosco 90gr.CapaCor: 4x1Papel: Cartão triplex 300 grAcabamento: Laminado fosco
Levando-se em consideração as medidas de acessibilidade definidas pelos incisos I, II e III do Art. 42 da IN 23/2025, propomos:Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O projeto vai selecionar o espaço para realizar suas atividades a partir da conformidade com regras de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, idosos, pessoas com necessidades especiais e obesos;No aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto: será produzido um áudio book do livro para ser disponibilizado em plataformas gratuitas ou acessíveis ao público-alvo do inciso II; No lançamento e nas contrapartidas, serão contratados profissionais de Libras (linguagem de sinais) e o projeto conta com uma especialista em acessibilidade pela Universidade Federal do ABC para as atividades presenciais em que tiverem autistas presentes.No aspecto de comunicação e de divulgação acessíveis do projeto: nos materiais impresso de divulgação, haverá um QR Code que dará link às informações do projeto em áudio e na divulgação nas redes sociais, a divulgação terá narração das informações.
O projeto irá distribuir gratuitamente para os estudantes de escolas públicas e para bibliotecas públicas 300 livros, equivalente a 50% da edição impressa.
Carlos Eduardo Magnani Rizzo é o proponente e será o responsável pela gestão do projeto. Será o escritor do livro. É jornalista, graduado pelo Universidade Metodista, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA/USP. Atua com comunicação e cultura há mais de 30 anos. Desde 2015 é sócio da Uirapuru Comunicação e Cultura, onde desenvolve projetos culturais e editoriais, sendo responsável pela coordenação editorial de publicações como "Do Alto da erra à Paranapiacaba", "A Justa Rebeldia das Mulheres na América Latina e Caribe", "Poéticas do tempo", além de editar publicações como "50 anos Polo Petroquímico do Grande ABC" e "Mauá - A década da Transformação" entre outros.Waléria Volk Magnani Rizzo será a coordenadora editorial do projeto. Graduada em Artes Plásticas pelo Instituto de Artes da Unesp é especialista em design thinking pela USP/Leste e escritora. Em 2015, passa a atuar na Uirapuru Comunicação e Cultura como coordenadora de projetos culturais, dando ênfase ao trabalho com acessibilidade.Pedro Fontoura será o designer do projeto. Graduando de comunicação visual pela ETEC/SP, é ilustrador, quadrinista e roteirista para histórias em quadrinhos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.