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PRONAC 2510246Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Os meninos e meninas da rua Aimberê

CARLOS EDUARDO MAGNANI RIZZO
Solicitado
R$ 79,9 mil
Aprovado
R$ 79,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ribeirão Pires
Início
2026-01-01
Término
2026-10-31
Locais de realização (1)
Santo André São Paulo

Resumo

O projeto "Os meninos e meninas da rua Aimberê" pretende publicar um livro de literatura baseado numa pesquisa sobre a história de um grupo de jovens adolescentes moradores de Santo André entre os anos 1980 e 1990 que se reuniam para tocar música e jogar voleibol nas ruas da cidade. Filhos de trabalhadores operários e pequenos comerciantes, eles encontraram uma forma de construir suas histórias juntando muita cultura, busca de conhecimento e diversão. A obra também irá discorrer sobre curiosidades e aspectos históricos da região do Grande ABC no período retratado. O livro será escrito pelo jornalista Carlos Rizzo.

Sinopse

O projeto "Os meninos e meninas da rua Aimberê", é uma publicação que conta a história de um grupo de jovens adolescentes moradores de Santo André, nos anos 1980 e 1990, que se reuniam para tocar música e jogar voleibol nas ruas da cidade. Esses jovens, com o passar do tempo, se tornaram artistas e músicos como Kleber Albuquerque, Renê de França, Zé Terra, Hermmand Coutinho, Magrão, Fegato, Marcelo, Rogério entre outros, que chegaram a formar bandas como Corte Marcial, O Palhaço e A Rosa di Zinco. Outros jovens desse núcleo tornaram-se profissionais da cultura em Santo André, Grande ABC e atuam em outras regiões do Estado, como a produtora cultural Patrícia Ioco.O livro conta a trajetória desses jovens, buscando entender o que os levou a se enveredarem pela música e pela arte, recuperar a história que os uniu e o caminho que cada um seguiu, procurando construir um retrato da cena musical e cultural da vida dos jovens dos anos 1980 e 1990 em Santo André.Já a contrapartida pretende apresentar para estudantes do ensino médio das escolas públicas de Santo André, o processo criativo que levou o autor a escrever a obra.

Objetivos

Objetivo GeralPublicar um livro com aproximadamente 150 páginas, que terá parte distribuído gratuitamente para escolas públicas do município de Santo André e parte comercializada.Objetivo específicoEditar e imprimir 600 livros do projeto "Os meninos e meninas da rua Aimberê".Distribuir, para estudantes das escolas públicas e bibliotecas, 300 livros e comercializar os outros 300 livros.Realizar duas oficinas de contrapartida abordando escrita criativa para até 40 alunos do Ensino Médio de escolas públicas de Santo André.Fazer um audio book do livro

Justificativa

É fundamental o financiamento do livro do projeto "Os meninos e meninas da rua Aimberê" para que a pesquisa que está em fase de finalização possa passar por editoração e impressão e para que possa circular, sendo parte distribuída gratuitamente e parte comercializada.O projeto se enquadra nos incisos III, IV e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91 e alcança os objetivos do inciso II alínea b) e inciso IV, alínea b) do Artigo 3° da Lei 8313/91.

Especificação técnica

600 exemplares, 150 páginas (aproximadamente)Formato: 16 x 23 cmMiolo: 1x1 corPapel pólen natural 80 gr16 páginas 4x4 cores, cuchê fosco 90gr.CapaCor: 4x1Papel: Cartão triplex 300 grAcabamento: Laminado fosco

Acessibilidade

Levando-se em consideração as medidas de acessibilidade definidas pelos incisos I, II e III do Art. 42 da IN 23/2025, propomos:Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O projeto vai selecionar o espaço para realizar suas atividades a partir da conformidade com regras de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, idosos, pessoas com necessidades especiais e obesos;No aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto: será produzido um áudio book do livro para ser disponibilizado em plataformas gratuitas ou acessíveis ao público-alvo do inciso II; No lançamento e nas contrapartidas, serão contratados profissionais de Libras (linguagem de sinais) e o projeto conta com uma especialista em acessibilidade pela Universidade Federal do ABC para as atividades presenciais em que tiverem autistas presentes.No aspecto de comunicação e de divulgação acessíveis do projeto: nos materiais impresso de divulgação, haverá um QR Code que dará link às informações do projeto em áudio e na divulgação nas redes sociais, a divulgação terá narração das informações.

Democratização do acesso

O projeto irá distribuir gratuitamente para os estudantes de escolas públicas e para bibliotecas públicas 300 livros, equivalente a 50% da edição impressa.

Ficha técnica

Carlos Eduardo Magnani Rizzo é o proponente e será o responsável pela gestão do projeto. Será o escritor do livro. É jornalista, graduado pelo Universidade Metodista, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA/USP. Atua com comunicação e cultura há mais de 30 anos. Desde 2015 é sócio da Uirapuru Comunicação e Cultura, onde desenvolve projetos culturais e editoriais, sendo responsável pela coordenação editorial de publicações como "Do Alto da erra à Paranapiacaba", "A Justa Rebeldia das Mulheres na América Latina e Caribe", "Poéticas do tempo", além de editar publicações como "50 anos Polo Petroquímico do Grande ABC" e "Mauá - A década da Transformação" entre outros.Waléria Volk Magnani Rizzo será a coordenadora editorial do projeto. Graduada em Artes Plásticas pelo Instituto de Artes da Unesp é especialista em design thinking pela USP/Leste e escritora. Em 2015, passa a atuar na Uirapuru Comunicação e Cultura como coordenadora de projetos culturais, dando ênfase ao trabalho com acessibilidade.Pedro Fontoura será o designer do projeto. Graduando de comunicação visual pela ETEC/SP, é ilustrador, quadrinista e roteirista para histórias em quadrinhos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.