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PRONAC 2510261Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Vermelha

HTM PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 298,4 mil
Aprovado
R$ 298,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Niterói
Início
2026-08-03
Término
2026-12-18
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto propõe a remontagem e temporada, em um teatro de médio porte na cidade do Rio de Janeiro, do espetáculo "Vermelha", solo da Dobra Teatro, com dramaturgia de Cecília Ripoll, direção de Marcela Andrade e atuação de Matheus Lima. Com humor, crítica e síntese gestual, o espetáculo conta a história de um menino operário que, mesmo fabricando sapatos, não pode comprá-los. Ao descobrir que os calçados são exportados e vendidos mais baratos em outro país, inicia-se uma revolta da classe trabalhadora e o presidente do país vizinho decide construir um muro para barrar os imigrantes descalços.

Sinopse

Um menino fabrica sapatos que não pode calçar. Sua revolta o leva a cruzar fronteiras em busca da lógica desse mundo que gira ao contrário. Vermelha é um solo físico e gestual que aborda desigualdade social, políticas migratórias e exclusão por meio de uma fábula crítica e bem-humorada. Inspirado no universo dos contos e no corpo operário, o espetáculo transita entre a fantasia e a realidade, construindo imagens fortes com poucos elementos cênicos. A peça aposta na expressividade corporal do ator, em um cenário mínimo e trilha sonora original para criar um universo onírico e político, em que os sapatos viram símbolos de desejo, escassez e resistência. Ao final de cada sessão, o público é convidado a conversar com a equipe artística, aprofundando a experiência e refletindo coletivamente sobre os temas abordados.

Objetivos

Objetivo Geral: Remontar e realizar uma temporada do espetáculo "Vermelha" com apresentações a preços populares, promovendo reflexão social, formação de público e visibilidade ao trabalho artístico da Dobra.Objetivos Específicos:Retomar o espetáculo "Vermelha" após período de suspensão pandêmica;Realizar temporada com 12 apresentações na cidade do Rio de Janeiro, em julho de 2026;Promover 2 apresentações com intérprete de Libras;Promover 2 apresentações com audiodescrição para pessoas com deficiência visual;Oferecer ao público um espetáculo com alto poder de comunicação, unindo crítica social, síntese cênica e gestualidade;Estimular o pensamento crítico por meio da arte, com foco em desigualdade social e políticas migratórias;Estabelecer diálogo com o público por meio de conversas após as sessões;Celebrar os mais de 15 anos de trajetória da Dobra, reafirmando seu compromisso com pesquisa cênica e inovação teatral;Estimular a circulação de espetáculos de pequeno porte e grande impacto artístico;Viabilizar a continuidade profissional de artistas, técnicos e produtores envolvidos na montagem;Contribuir com a retomada cultural do país após a crise sanitária;Levar o teatro a públicos diversos, ampliando o acesso à produção contemporânea de qualidade.

Justificativa

O projeto de remontagem e circulação do solo "Vermelha" surge da necessidade de reativar um trabalho interrompido pela pandemia e de levá-lo a novos públicos em um momento de urgente reconstrução cultural. Criado em 2019, com temporadas no Sesc Tijuca e Teatro da UFF, o espetáculo foi interrompido em 2020 e 2021, deixando em suspenso sua continuidade artística. A retomada do espetáculo busca não apenas restaurar seu valor artístico, mas também atualizar visualmente a encenação, rever aspectos técnicos e promover sua circulação em contextos mais amplos e acessíveis. Em um momento de reconstrução cultural, Vermelha se mostra urgente por sua temática e forma, reafirmando o compromisso da Dobra com uma criação teatral conectada ao tempo presente, socialmente engajada e esteticamente inovadora."Vermelha" se destaca por sua linguagem cênica apurada, narrativa potente e estrutura acessível, sendo ideal para circulação. A peça apresenta um menino operário que, apesar de fabricar sapatos, não pode comprá-los. Ao descobrir que os produtos são vendidos mais baratos em outro país, inicia-se uma revolta popular. A crítica ao sistema econômico global e às políticas de exclusão e fronteiras se apresenta em linguagem sensível, com comicidade, síntese e forte apelo visual.O espetáculo é interpretado por Matheus Lima, que representa múltiplos personagens e transita entre atmosferas e formas com precisão gestual. A encenação valoriza o corpo, a sonoridade e a síntese material, criando cenas com alto poder de sugestão e imaginação. A trilha sonora original, a luz e a dramaturgia de Cecília Ripoll se articulam em uma poética cênica que sensibiliza e provoca reflexão.A retomada do espetáculo representa continuidade profissional para os artistas envolvidos e reforça o papel da arte como ferramenta de transformação e conscientização social. O trabalho é tecnicamente ágil, adaptável a diferentes espaços e possui histórico de boa recepção do público.Reforçar o repertório da Dobra, companhia que já realizou obras como "Feio"(Vencedor do Prêmio Shell 2023) "Hominus Brasilis" (indicada ao Shell e Cesgranrio 2014) e "A Menina e a Árvore" (vencedor do CBTIJ e Zilka Sallaberry), é contribuir para a cena teatral brasileira contemporânea, valorizando artistas comprometidos com pesquisa e impacto social.

Especificação técnica

Formato: solo teatralGênero: teatro físico, dramaturgia contemporâneaDuração: 50 minutosPalco mínimo: 5m (largura) x 4m (profundidade) x 3m (altura)Acessibilidade: sessões com audiodescrição e intérprete de librasMontagem: 5 horasDesmontagem: 1 hora

Acessibilidade

O projeto prevê ações de acessibilidade para garantir o acesso de pessoas com deficiência às apresentações. Serão oferecidas:O projeto prevê ações de acessibilidade para garantir o acesso de pessoas com deficiência às apresentações. Serão oferecidas:Duas sessões com audiodescrição;Duas sessões com intérprete de Libras;Treinamento da equipe de produção para atendimento acessível;Comunicação com recursos de acessibilidade digital (divulgação em redes sociais com descrições de imagem e legendas);

Democratização do acesso

I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuiçãogratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20%(vinte por centoV - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;O projeto prevê apresentações com ingressos vendidos a preços populares, R$ 20/R$ 10, além de formação de plateia com ingressos gratuitos (pelo menos 40 por sessão) distribuídos de forma acessível e transparente, priorizando a inclusão de públicos periféricos, escolares, coletivos culturais e organizações sociais. A proposta contempla:Distribuição de ingressos em centros culturais, escolas públicas, ONGs e centros comunitários;Conversas pós-espetáculo com mediação acessível e diálogo aberto com o público;Oficinas e ações formativas com foco em públicos jovens e em formação artística;Divulgação por canais populares e com linguagem acessível.Acreditamos que o teatro é um direito de todos, e este projeto promove ativamente esse acesso ao oferecer uma obra sensível, crítica e tecnicamente sofisticada, em espaços acessíveis a toda a população.

Ficha técnica

Dramaturgia: Cecilia Ripoll EizirikDramaturga, diretora, professora e atriz, Cecilia Ripoll é formada em Licenciatura em Artes Cênicas pela UNI-RIO. Foi indicada ao Prêmio Shell RJ 2023 como autora pela dramaturgia PANÇA e ao Prêmio Shell RJ 2018 como autora pela dramaturgia ROSE. Está entre os 100 nomes que integram o Portal de Dramaturgia Brasileira:Direção: Marcela Andrade RodriguesMarcela Andrade é diretora, dramaturga e professora de teatro. Mestra em Artes Cênicas e bacharela em Direção pela Unirio, formou-se também em dramaturgia (Sesi/RJ) e roteiro (PUC-Rio/AIC). Dirigiu e escreveu obras como inconfissões (2023), 3 histórias encontram um rio (2022) e Ana Fumaça Maria Memória (2019/21). Recebeu 3 prêmios de direção e indicações ao Prêmio CBTIJ. Atua ainda no ensino de teatro em instituições como UERJ, Sesi e Nova Escola de Teatro.Direção Geral e Atuação: Matheus Lima CavalcantiMatheus Lima é ator, diretor e palhaço, graduado em Artes Cênicas pela UNIRIO e especializado na LISPA (Londres). Fundador da Cia Teatro Manual, circulou pelo Brasil com projetos como Palco Giratório/SESC. Recebeu 6 prêmios de Melhor Ator e indicações ao Shell, Cesgranrio, CBTIJ e Zilka Sallaberry. No audiovisual, atuou em filmes como Going to Brazil e Há sempre qualquer coisa que escapa, e na TV em novelas da Globo e séries do Canal Brasil e MultiRio.Coordenação de projeto, idealização e Colaboração Artística: Helena Teixeira MarquesHelena é formada em Artes Cênicas (UNIRIO), e com especialização na LISPA (Escola Internacional de Artes Cênicas de Londres). Em 2011 funda a Dobra (ex Cia de Teatro Manual) onde dirigiu e atuou no espetáculo Hominus, recebendo indicações ao Prêmio Shell - Melhor Direção, e ao Prêmio Cesgranrio - Categoria Especial.Cenografia: Elsa Pacheco RomeroFormada em Cinema (UFF) e Cenografia (UNIRIO), é mestranda em Arquiteturas Efêmeras na Elisava/Barcelona. Desde 2008 investiga narrativas do espaço em teatro e cinema. Assinou cenografias de espetáculos como Adeus Ternura, Outra Língua e Saco de Batata, além de colaborações no Brasil e em Lisboa. No cinema, foi diretora de arte de longas como Sem Seu Sangue (Cannes 2019) e integra o Nomadic Animal Collective e a Cia Teatro Voador Não Identificado.Figurino: Camila Costa NharyCamila Nhary é atriz formada pela UNIRIO. Integra o elenco de Tom na Fazenda, de Rodrigo Portella, espetáculo premiado que circulou pelo Brasil e exterior, rendendo-lhe indicações ao Prêmio CENYM e Botequim Cultural de Melhor Atriz Coadjuvante. Atuou em obras como O Nó do Coração, Antes da Coisa Toda Começar, Hominus Brasilis, Oikos e Rio do Samba ao Funk. É também palhaça e fundadora do grupo Bando de Palhaços.Iluminação: Ana Luzia Molinari de SimoniFaz a concepção de luz dos espetáculos de algumas companhias, e outras produções teatrais, musicais e shows, como Maria Bethânia. Vencedora do Prêmio Shell 2023 por “Feio” e “Azira’í”. Foi indicada ao Premio Shell de teatro 2017 e 2019, ao Botequim cultural 2019, ao Premio CBTIJ de teatro infantil 2016 e 2018, no qual venceu, e ao Zilka Salaberry 2018. Durante 8 anos foi técnica em iluminação do Teatro Poeira, trabalhando com grande nomes da iluminação nacional.Visagismo: Mônica Ferreira MagalhãesMona Magalhães é Doutora em Estudos de Linguagem – UFF - 2010 ; Mestre em Ciência das Artes – UFF - 2004; Especialista pela Make-up Designory - Los Angeles School of makeup – Makeup designory - USA; Bacharel em Artes Cênicas – Interpretação – UNIRIO. É Professora Adjunto IV da Escola de Teatro da UNIRIO, responsável pela disciplina de caracterização. Responsável pela caracterização de mais 60 espetáculos teatrais e de diversos grupos de teatro, entre eles: Grupo Galpão (MG); Grupo Clowns de Shakespeare (RN); Grupo Ser Tão teatro (PB), Cia. Pequod Teatro (RJ).Design gráfico: Thais Almeida Gallart de MenezesThais é graduada em Comunicação Social – Publicidade pela Universidade Estácio de Sá. É designer gráfico e fotógrafa, embora já tenha atuado como produtora executiva, diretora de videoclipe, videomaker e social media. Faz parte do setor de identidade visual do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Paralelamente, também como designer, trabalha com artistas do meio teatral e musical, inclusive com a Dobra desde 2014 até a presente data e com a cantora maranhense Rita Benneditto, da qual integrou a equipe de produção e comunicação entre novembro de 2017 e julho de 2020.Fotos: Renato MangolinFotógrafo de cena desde 2008, registrou companhias como Chapitô, Dos à Deux, Finzi Pasca, Ballet Bolshoi e Nederlands Dans Theater. Teve obras em exposições no Paço Imperial, Itaú Cultural e Espaço Sesc, além de destaque no Festival de Avignon (2014) e capa do Centre Pompidou. Cliente de Dell’Arte e OSB, venceu prêmios de fotografia no CBTIJ, Prêmio Cenym, Olhares da Cena e outros.Direção de Produção: Ester MirandaGraduada em Produção Cultural pela UFF (2023), atua como produtora da Dobra Teatro e atualmente integra a equipe de Leis de Incentivo do Instituto Evoé, instituição voltada ao desenvolvimento, gestão e fomento de projetos culturais com ênfase no teatro. Possui experiência em gestão e produção de projetos culturais e exerceu as funções de assessora do Núcleo de Editais Culturais da Secretaria das Culturas de Niterói e da Comissão de Cultura da Câmara Municipal de Niterói, com foco em políticas culturais, entre 2021 e 2025.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.