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O projeto realizará uma temporada gratuita do premiado espetáculo Hominus Brasilis em um teatro de destaque da cidade do Rio de Janeiro. Serão 12 apresentações em quatro semanas consecutivas (sexta a domingo). Duas sessões contarão com tradução em Libras e duas com audiodescrição, promovendo acessibilidade de conteúdo. A programação inclui ainda uma oficina gratuita de teatro gestual, com duração de 4 horas e até 30 vagas, voltada à formação de público e ao intercâmbio artístico. Criado pela Dobra, Hominus Brasilis narra com humor, poesia e crítica a trajetória da humanidade com foco na história do Brasil, utilizando apenas corpo e voz em uma plataforma de madeira de 2m2. Indicado aos prêmios Shell e Cesgranrio, o espetáculo já passou por 10 circuitos nacionais e festivais em 4 países.
Com humor, poesia e crítica, Hominus Brasilis propõe uma viagem pela trajetória da humanidade — da explosão do universo à era digital — com foco na história do Brasil. Em um palco de apenas 2m², sem cenário, objetos ou tecnologia, quatro atores utilizam apenas corpo e voz para construir imagens cênicas e narrar episódios marcantes da experiência humana.O espetáculo rompe com a narrativa linear e adota uma linguagem física e universal, acessível a públicos diversos e de diferentes faixas etárias. Já foi apresentado em 10 estados brasileiros e em festivais internacionais nos EUA, China, Argentina e Portugal. Foi indicado aos prêmios Shell (Direção) e Cesgranrio (Categoria Especial).
Objetivo Geral:Promover o acesso à arte e à reflexão crítica por meio da realização de uma temporada de 12 apresentações do espetáculo Hominus Brasilis no Rio de Janeiro, contribuindo para o fortalecimento da cena teatral e o diálogo com o público sobre a história e identidade brasileira.Objetivos Específicos:Realizar 12 apresentações gratuitas em um teatro de relevância na cidade do Rio de Janeiro.Garantir acessibilidade de conteúdo com 2 sessões com tradução em Libras e 2 com audiodescrição.Realizar 1 oficina gratuita de teatro gestual, com 4 horas de duração e até 30 vagas.Valorizar a linguagem do teatro gestual e o trabalho autoral da Dobra Teatro, com 15 anos de trajetória.Mobilizar o público por meio de ampla divulgação e parcerias com instituições culturais, educativas e sociais.
Este projeto propõe uma nova temporada do espetáculo Hominus Brasilis, da Dobra Teatro, grupo que há 15 anos desenvolve uma pesquisa sólida em teatro gestual, poética do corpo e experimentação cênica. Em um contexto de retrocessos culturais, apagamentos históricos e crise de pertencimento coletivo, a obra reafirma sua relevância ao convocar o público a revisitar a trajetória da humanidade — e, em especial, a história do Brasil — de forma crítica, sensível e acessível.Estreado em 2014, o espetáculo adota uma linguagem inovadora e universal: o teatro gestual. Quatro atores, em um palco de apenas 2m², encenam episódios marcantes da trajetória humana — do Big Bang ao advento da tecnologia — apenas com o corpo e a voz, sem apoio de cenários ou recursos visuais. Trata-se do primeiro espetáculo brasileiro a utilizar a "plataforma cênica reduzida", proposta inédita que condensa grandes narrativas em pequenas proporções, estimulando a imaginação e a participação ativa do espectador.Com direção da Dobra e supervisão de Júlio Adrião, Hominus Brasilis já realizou mais de 200 apresentações, circulando por diferentes estados do Brasil e representando o país em festivais internacionais nos Estados Unidos, Argentina, China e Portugal. Foi indicado aos Prêmios Shell (Melhor Direção) e Cesgranrio (Categoria Especial), sendo reconhecido por sua capacidade de estabelecer conexões poéticas entre corpo, som e história.A relevância cultural e social do projeto está em seu forte potencial de formação e diversificação de público. A ausência de palavras e o uso da gestualidade tornam a experiência acessível a diferentes faixas etárias, formações socioculturais e até mesmo a pessoas com deficiência auditiva ou que não compartilham o idioma. O espetáculo possibilita que o público vivencie uma experiência estética e sensorial que estimula a memória, o pensamento crítico e o debate coletivo.O caráter dinâmico e vivo da obra, que se atualiza constantemente com novos acontecimentos históricos incorporados à dramaturgia, garante que a cada temporada o espetáculo se mantenha em diálogo com o tempo presente, fortalecendo sua função formativa, reflexiva e cidadã.A realização desta temporada demanda recursos financeiros para viabilizar custos de produção, equipe técnica e artística, acessibilidade, logística e democratização do acesso. O apoio por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para assegurar que o espetáculo continue alcançando públicos diversos, inclusive em regiões e comunidades que não teriam condições de arcar com custos de ingresso ou produção. Assim, justifica-se a solicitação de recursos públicos, na medida em que garantem a preservação e difusão de um trabalho artístico reconhecido nacional e internacionalmente, alinhado ao direito constitucional de acesso à cultura.Além disso, o projeto prevê medidas de acessibilidade, como tradução em Libras e recursos de audiodescrição, reforçando o compromisso com uma cultura mais democrática e inclusiva. A diversidade da equipe — composta por artistas mulheres, pessoas LGBTQIA+ e profissionais de diferentes regiões do estado do Rio de Janeiro — contribui para a pluralidade de visões presentes na encenação e na mediação com o público.A Dobra é também responsável por espetáculos premiados como A Menina e a Árvore, Vermelha, A Mulher que Sonhava e Feio _ In Loco, que combinam excelência artística com engajamento poético e político. Todos esses trabalhos partem da relação entre corpo, espaço e dramaturgia sensível, e consolidaram a Dobra como uma das companhias mais inventivas da cena teatral brasileira contemporânea.Por fim, acreditamos que o teatro não é um fim em si mesmo, mas um meio de transformação, de escuta e de ressignificação do mundo. O teatro é uma linguagem viva, um instrumento de desenvolvimento humano e comunitário, capaz de abrir espaços de imaginação, empatia e crítica. Neste sentido, a realização de uma nova temporada de Hominus Brasilis é uma ação artística que vai além da fruição estética: é um convite ao exercício da cidadania, da memória e da construção de futuros mais humanos.
Formato: Espetáculo teatral presencialApresentações: 12 sessões gratuitas (4 semanas consecutivas, de quinta a domingo)Duração: 65 minutos por sessãoCenografia: nenhuma estrutura fixa; palco vazio de 2m²Equipe em circulação: 7 pessoasOficina: 1 encontro de 4 horas com até 30 participantesMateriais: figurinos, material gráfico digital, roteiro acessível, material didático para oficina
A temporada contempla ações de acessibilidade física e de conteúdo:Acessibilidade Física: O teatro parceiro contará com rampas, elevadores, banheiros adaptados e lugares reservados para pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade de Conteúdo:2 sessões com tradução em Libras.2 sessões com audiodescrição.Ensaio técnico com os profissionais de acessibilidade e entrega prévia do roteiro.Materiais digitais com texto alternativo, contraste e legenda.O projeto busca garantir o direito de acesso pleno à experiência artística, promovendo a inclusão de públicos com deficiência sensorial ou mobilidade reduzida.
O projeto prevê acesso gratuito a todas as atividades, promovendo o encontro direto entre a arte e diferentes segmentos da sociedade:12 apresentações gratuitas de Hominus Brasilis com distribuição de ingressos online e presencial.1 oficina gratuita de teatro gestual voltada a artistas, estudantes, educadores e interessados na linguagem cênica.Sessões com recursos de acessibilidade.Divulgação em redes sociais, escolas públicas, universidades, coletivos culturais e espaços independentes, com foco em público jovem, pessoas com deficiência, moradores de periferia e educadores.
Coordenação de Projeto, idealização, direção cênica, dramaturgia, elenco: Helena Teixeira MarquesHelena é formada em Artes Cênicas (UNIRIO), e com especialização na LISPA (Escola Internacional de Artes Cênicas de Londres). Em 2011 funda a Dobra (ex Cia de Teatro Manual) onde dirigiu e atuou no espetáculo Hominus, recebendo indicações ao Prêmio Shell - Melhor Direção, e ao Prêmio Cesgranrio - Categoria Especial.Direção geral, idealização, direção, dramaturgia, elenco: Matheus Lima CavalcantiAtor, diretor e palhaço, formado pela UNIRIO. Especialização pela LISPA (Escola Internacional de Artes Cênicas de Londres). Indicado aos Prêmios Shell - Melhor Direção e Cesgranrio - Categoria Especial com a peça Hominus Brasilis em 2014 (Cia de Teatro Manual), com a qual circula no Chicago Physical Festival/EUA, no Festival Efímero de Teatro Independente/Argentina e no Beijing Comedy Week/China. Recebe o Prêmio CBTIJ de Coletivo de Atores e Menção Honrosa do Prêmio Zilka Sallabery com a peça Jogo!, em 2016; indicado a Melhor Ator no Prêmio Zilka Sallaberry e Coletivo de Atores no Prêmio CBTIJ com Oikos em 2013. Em 2018, dirige o espetáculo A Menina e Árvore, indicado a 7 prêmios CBTIJ e vencedor nas categorias coletivo de atores e iluminação. É protagonista da Série Insônia (Canal Brasil 2016), participa do filme Going to Brazil (Bossa Nova Films, 2016) e no quadro da série Cronistas do Rio (Canal MultiRio, 2015). Soma também 6 prêmios de Melhor Ator em Festivais de Teatro.Elenco - Mariana Baptista FaustoMariana Fausto é atriz, palhaça e manipuladora de bonecos. Graduada em Interpretação Teatral e Licenciatura em Teatro pela UNIRIO. É co-fundadora e integrante do Bando de Palhaços, atuando há 8 anos em diversos projetos e espetáculos do grupo, entre eles, “A menina e a árvore” (parceria com a Cia de Teatro Manual, 2018), “Rio do samba ao funk” (2017) e Plateias Hospitalares (parceria com a ONG Doutores da Alegria). Integra desde 2010 a Cia Pequod, atuando, entre outros, nos premiados espetáculos “Marina, a sereiazinha” (5 prêmios ZilkaSalaberry, 2011) e “A feira de Maravilhas do Fantástico Barão de Munchausen” (3 prêmios ZilkaSalaberry, 2015). No cinema atuou nos longas “Paixão e Virtude” (2014) e “Djalioh” (2011), ambos dirigidos por Ricardo Miranda, e “31 minutos”, de Pedro Peirano e Álvaro Diaz (Chile/Brasil,2007). Na televisão atuou em diversos Interprogramas da TV Brasil (2010/2011).Elenco - Diego Soares de AbreuÉ ator, percussionista e palhaço, formado pela Escola Técnica de Teatro Martins Penna. Atualmente integra o elenco da peça “Contos Partidos de Amor” de Duda Maia. No teatro, também atuou nas peças "Sucesso" de Leandro Muniz, "Tudo o que Há Flora" e "A Vida de Galileu" ambas de Daniel Herz. Assim como "1958, a Bossa do Mundo é Nossa", "Forrobodó" e "A História do Barquinho", todas com direção de André Paes Leme. Além das peças "Clementina, cadê Você?" de Duda Maia, "Bonitinha, mas Ordinária" de Alexandre Boccanera; “Histórias que o Eco Canta”, de Ilo Krugli e “Biolantra”, de José Henrique e Roberto Gnattali, entre outras. Em 2013 foi selecionado para o treinamento de três meses e casting do "BLUE MAN GROUP", onde se apresentou com o grupo em seu show fixo na cidade, no Astor Place Theater, na Broadway – NY, EUA. No cinema atuou no elenco principal do Longa Metragem “Mormaço”, de Marina Meliande e "Outro Olhar", de Cristiano Requião, além da série “Anjo Loiro com Sangue no Cabelo” de Marina Meliande, com estreia prevista para 2020 no Canal Brasil. Participações também no longa "Como é Cruel Viver Assim", de Julia Rezende e novelas e séries na Globo.Supervisão cênica - Julio Paulo de Arruda AdriãoJulio Adrião é ator, produtor e diretor teatral. Formado pela CAL, trabalhou seis anos na Itália com treinamento físico do ator. Desde sua volta ao Brasil, dirigiu espetáculos e integrou o trio cômico Cia do público. Participou de longas no cinema e séries na TV, ganhou o Prêmio Shell/RJ de melhor ator em 2005, com A descoberta das América. Desde 2007, ministra a oficina Narrativa física solo.Fotos: Renato MangolinFotógrafo de cena desde 2008, registrou companhias como Chapitô, Dos à Deux, Finzi Pasca, Ballet Bolshoi e Nederlands Dans Theater. Teve obras em exposições no Paço Imperial, Itaú Cultural e Espaço Sesc, além de destaque no Festival de Avignon (2014) e capa do Centre Pompidou. Cliente de Dell’Arte e OSB, venceu prêmios de fotografia no CBTIJ, Prêmio Cenym, Olhares da Cena e outros.Figurino: Camila Costa Nhary Camila Nhary é bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO. Atualmente, atua no premiado espetáculo TOM NA FAZENDA, de Rodrigo Portella, que já cumpriu oito temporadas, circulação pelo Brasil e participação nos principais festivais de teatro do Brasil e do exterior. O espetáculo lhe rendeu duas indicações a prêmio de melhor atriz coadjuvante (Prêmio nacional CENYM de teatro e Prêmio Botequim Cultural). Dentre seus últimos trabalhos estão O NÓ DO CORAÇÃO, de David Eldridge, direção Guilherme Leme, ANTES DA COISA TODA COMEÇAR, com a Armazém Cia de Teatro, direção de Paulo de Morais, HOMINUS BRASILIS, com a Cia de Teatro Manual, OIKOS, Uma História de Vida e Amor a Terra- com Os Bondrés, direção Fabianna de Mello e Souza ( 8 indicações ao prêmio Zilka Sallaberry, entre elas melhor espetáculo e categoria especial) , RIO DO SAMBA AO FUNK, com o Bando de Palhaços, direção de Fernando Scrich. Camila é também palhaça, e é integrante e uma das fundadoras do grupo Bando de Palhaços.Operação de luz: Diego Henrique Batista DienerDiego Diener é iluminador, com mais de 20 anos de experiência na área teatral. Iniciou sua trajetória em 2002, atuando como assistente de profissionais renomados como Renato Machado e Aurélio de Simoni. Em 2005, assinou sua primeira iluminação profissional no espetáculo "Quixote", de Cláudio Sásil, e desde então soma mais de 300 produções em seu currículo. Entre seus trabalhos mais recentes estão "As Belas Coisas da Vida" — com iluminação indicada ao Prêmio CBTIJ 2024 — e "Fernanda Montenegro lê Simone de Beauvoir e Nelson Rodrigues Por Ele Mesmo".Design gráfico: Thais Almeida Gallart de MenezesThais é graduada em Comunicação Social – Publicidade pela Universidade Estácio de Sá. É designer gráfico e fotógrafa, embora já tenha atuado como produtora executiva, diretora de videoclipe, videomaker e social media. Faz parte do setor de identidade visual do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Paralelamente, também como designer, trabalha com artistas do meio teatral e musical, inclusive com a Dobra desde 2014 até a presente data e com a cantora maranhense Rita Benneditto, da qual integrou a equipe de produção e comunicação entre novembro de 2017 e julho de 2020.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.