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O projeto "Cáfila" propõe a circulação do espetáculo de circo "Carrilhão: vende-se coisas velhas de palhaço" do Coletivo Nopok, totalizando oito apresentações por praças de municípios do Maranhão e do Pará, priorizando cidades de pequeno porte. São elas: Pindaré-Mirim, Alto Alegre Pindaré, Bom Jesus das Selvas, São Francisco do Brejão, Vila Nova dos Martírios, São Pedro da Água Branca, no Maranhão, e Curionópolis e Bom Jesus do Tocantins no Pará. Em caráter de contrapartida, em cada cidade será realizada duas oficinas o Clube do Circo direcionada ao público infanto juvenil em parceria com secretarias municipais e centros culturais locais. Também será convidada uma atração artística local para compor a programação. O Nopok chega na praça com sua van customizada trazendo todo material necessário para a realização do espetáculo. Reinventando o espaço público a ser utilizado e oferecendo uma programação de qualidade e acessível a todo tipo de público.
Carrilhão fala dos mercadores de todos os tempos e lugares. Mascates de hoje, de ontem e de amanhã. Fala da paixão pelacharla, do encantamento pelas palavras e pelas ações, e do feitiço inerente a um bom vendedor. Pontua o valor das trocas e dos encontros que se estabelece nas negociações.Ao adquirir algo, o que se comprou foi o produto ou foram as palavras? Compraram-se os olhos, o sorriso e a simpatia do negociante? Compra-se ou se é comprado? Adquire-se ou se é arrebatado? Que valor tem as coisas? O espetáculo é uma fusão das linguagens do circo e do teatro. A dupla de artistas se desdobra entre diversos personagens enarrativas, trazendo alegorias de diferentes culturas e épocas. Alguns números circenses ganham destaque, como a Parada de Mão, o Rola Rola e os Monociclos Altos.
Objetivo GeralO principal objetivo do projeto "Cáfila" é realizar uma circulação inédita do Coletivo Nopok com o espetáculo "Carrilhão" em praças de diferentes municípios do Maranhão e do Pará. E garantir a continuidade deste projeto idealizado pelo Coletivo Nopok que, inspirado nas origens do circo, se propõe a percorrer grandes distâncias e levar o espetáculo circense para praças de cidades com pouca atividade cultural deste tipo.Objetivos especificosa) Realizar oito apresentações gratuitas do espetáculo "Carrilhão" em praças de diferentes municípios do Maranhão e do Pará, com uma estimativa aproximada de 3200 espectadores presentes.b)Realizar em cada cidade duas oficinas Clube do Circo, com duração de 2h e 40 vagas cada uma para o público infanto juvenil, se utilizando das modalidades circenses como instrumento criativo e sensibilizador que extrapolam a técnica, abrindo espaço para a reflexão e o fortalecimento das relações humanas. Produção de um vídeo registro do projeto com registro das atividades, depoimentos do público e dos agentes envolvidos na realização da circulação.c) Como medida de acessibilidade serão produzidas ainda mais duas versões, uma com audiodescrição e outra com janela de LIBRAS. Todas as versões serão disponibilizadas no canal de YouTube do Coletivo Nopok. Oferecer uma programação artística de qualidade e acessível para todo tipo de público, promovendo novas formas de uso do espaço público por parte da população, incentivando o encontro das pessoas e o usufruto positivo desses espaços através de uma experiência artística tão agregadora e enérgica como o circo.d) Solidificar o trabalho do grupo junto às demandas e políticas culturais públicas, reafirmando sua atividade e autonomia no cenário artístico. Revigorar, fortalecer e manter viva a tradição dos artistas circenses e resgatar no imaginário das pessoas a relação afetiva com o circo.e) Utilizar a comicidade, a comédia e o riso como instrumentos capazes de alterar percepção e provocar mudanças.
Nopok é um grupo que carrega a estrada em seu DNA. Desde sua formação tem como política atuar nas ruas e levar seus espetáculos para localidades com pouca ou nenhuma oferta cultural do gênero. Além de encontrar nas ruas um universo propício e inspirador para a criação de seu produto artístico, o grupo entende a ocupação de espaços públicos por meio da arte como uma forma imediata de democratização dos bens culturais e resgate da cidadania.Foram diversas turnês em cidades de pequeno porte até o grupo alcançar o formato da "Caravana BR-101" em 2014, quando estabeleceu a meta de percorrer a rodovia e atingir localidades sedentas por receber o espetáculo circense. Em 10 anos, as Caravanas percorreram o Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Amazonas e Distrito Federal. Todas com ótimo aproveitamento em articulação local e de participação de público, evidenciando a carência cultural de cidades que estão deslocadas dos grandes centros criativos e produtores de cultura.Em "Cáfila" o grupo mantém suas características e estratégias de atuação utilizadas em projetos anteriores: prioriza cidades de pequeno porte e com baixo IDH, democratizando o acesso à produção artística e favorecendo a interiorização da cultura. E como os antigos circos, percorre grandes distâncias indo de encontro ao público.Cáfila quer dizer "caravana de mercadores" e define bem este projeto e o propósito da pesquisa desenvolvida pelo grupo em "Carrilhão". Um espetáculo de Circo resultado da pesquisa em torno dos diferentes personagens que nas ruas e estradas transitam e delas subsistem. Personagens dos mercados, feiras e parques de diferentes épocas, que trazem à tona vendedores de artimanhas, produtos e histórias.A liberdade estética impressa pelo Coletivo Nopok, ao mesmo tempo em que mantém viva a tradição dos artistas circenses, estabelece novos horizontes ressignificando as referências clássicas através de uma abordagem direta com o espectador e com o espaço público.
Remuneração e funções do proponente: Coordenação do Projeto e Coordenação Administrativa. Valor R$12.800. O proponente será o responsável pela gestão do processo decisório do projeto.
Clube do CircoOficina de iniciação nas artes do circo, especificamente nas técnicas de acrobacia de solo, malabarismo e equilibrismo. As oficinas serão realizadas para os alunos das escolas públicas das cidades, e serão atendidos conforme indicação das secretarias de educação ou escolas. As oficinas serão de caráter livre, como forma do público ter a experiência com as técnicas circenses abordadas. Conteúdo de Acrobacia: As acrobacias de solo são semelhantes aos exercícios ginásticos realizados no solo da Ginástica Artística, e que dependendo da região onde são praticados recebem nomes diferentes. Fazem parte das acrobacias de solo: rolamentos, estrelas, mortais, flic-flacs entre outros. As acrobacias são uma combinação de saltos, rotações e momentos de equilíbrio.Em especial, no Clube do Circo, trabalhamos com rolamento frente, rolamento costas, estrelinha, parada de mão, ponte e iniciação ao mortal. Conteúdo de malabarismo e equilibrismo:Breve introdução ao malabarismo e sua história.Equilíbrios e lançamentos: Através de exercícios lúdicos os participantes descobrirão diferentes formas e pontos de equilíbrio dos objetos no corpo e darão inicio a prática domalabarismo com as modalidades utilizados na oficina, entre elas bolas, claves e argolas.Dinâmicas em duplas e grupos: Através de jogos e brincadeiras os alunos conhecerão formas simples para a prática em conjunto. OBJETIVOSTem o intuito de introduzir crianças e jovens no fascinante mundo do circo oferecendo a possibilidade de aprender esta arte milenar.Criar um ambiente onde os alunos possam, a partir de dinâmicas lúdicas, desenvolver sua criatividade, concentração, lateralidade e consciência corporal.Através de exercícios da acrobacia de solo, do malabarismo e equilibrismo tornar o aprendizado algo associado ao prazer do corpo.O circo tem na sua essência a superação de limites. Através destas atividades os participantes podem experimentar desafios motores, entrar em contato com novas linguagens, diversificar sua percepção e trabalhar em grupo, enriquecendo seu repertório através das práticas vivenciadas.O grupo conta com todos os equipamentos necessários para a realização do “Clube do Circo”. PÚBLICO ALVOCrianças e jovens FAIXA ETÁRIAA partir de 8 anos CARGA HORÁRIA 2h para cada grupo de 40 pessoas.
Produto espetáculo de artes cênicasAcessibilidade comunicacional: Todas as apresentações do projeto contarão com a presença de intérprete de LIBRAS e Audiodescrição.Acessibilidade arquitetônica: Os espaços de realização das atividades serão escolhidos junto ao poder público local, e deverão obrigatoriamente contar com acessibilidade física.Acessibilidade atitudinal: A equipe do projeto receberá um treinamento para que esteja preparada para receber o público com deficiência intelectual e/ou neurodivergentes. Produto Oficina /WorkshopAcessibilidade comunicacional: Todas as oficinas contarão com presença de intérprete de LIBRAS. As oficinas não contarão com audiodescrição pois não há impedimento para participação de pessoas cegas ou com deficiência visuail.Acessibilidade arquitetônica: Os espaços de realização das atividades serão escolhidos junto ao poder público local, e deverão obrigatoriamente contar com acessibilidade física.Acessibilidade atitudinal: A equipe do projeto receberá um treinamento para que esteja preparada para receber o público com deficiência intelectual e/ou neurodivergentes. Todas as ações do projeto contarão com a presença de intérprete de LIBRAS e Audiodescrição. Após a realização das atividades, será lançado um vídeo documentário da circulação, que contará com intérprete de libras e audiodescrição.
O Nopok entende a ocupação de espaços públicos por meio da arte como uma forma de resgatar a cidadania e promover o bem estar social. Para garantir a democratização do acesso à cultura, o projeto propõe um conjunto de ações. A mais importante é que todas as atividades propostas pelo projeto serão gratuitas. Todas as apresentações e atividades serão gratuitas. Foram escolhidas cidades pequenas para este projeto visando a difusão da cultura em território nacional. Além da realização dos espetáculos que garantem a fruição artística e a apreciação por parte do público, a oficina Clube do Circo permitirá aos participantes, especialmente o público jovem, experimentar desafios motores, entrar em contato com novas linguagens, diversificar sua percepção e trabalhar em grupo, enriquecendo seu repertório através da prática vivenciada em aula. As práticas do Clube do Circo estimulam a construção da autonomia pessoal e coletiva, educando para a vida. Todas as atividades do projeto serão oferecidas gratuitamente à população. Garatindo a realização das seguintes medidas do art. 28 da IN nº 01/2023: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Coordenação de Projeto: Nopok Produções ArtísticasDireção de Produção: Rita MasiniProdução Executiva: Marina BenigniAssistente de Produção: Aline FilgueiraDireção Artística: Daniela Carmona e Adriano BasegioElenco: Ernesto Poittevin e Fernando NicoliniFigurino e Cenografia: Raquel TheoTrilha Sonora: Alexis GraterolIluminação: Dodô GiovanettiTécnico de Som: Miguel NoronhaDesigner Gráfico: Caco ChagasCoordenação de Comunicação: Lyvia RodriguesAudiovisual: Renato MangolinAdministração Financeira e Prestação de Contas: Cida de SouzaContabilidade: Josias dos SantosCoordenação Administrativa: Nopok Produções Artísticas Ernesto Poittevin - Elenco Comecei a minha pesquisa no universo circense no ano de 1998. Antes de me radicar na cidade do Rio de Janeiro no ano de 2001 para estudar na Escola Nacional de Circo (ENC), realizei vários cursos de circo e teatro em Montevidéu e Buenos Aires e também estudei na Escola Nacional de Circo de Cuba.Durante o período de formação na ENC, onde me formei em 2006, fiz parte do atelier de Pesquisa Aérea de Nana Alves, além de realizar uma infinidade de oficinas com mestres da palhaçaria, aproximando-me e usufruindo desta arte.Em 2007 fundou o Coletivo Nopok onde desenvolvo minha pesquisa até hoje. Minhas criações sempre estiveram ligadas a comicidade e habilidades.Entre os anos de 2013 e fevereiro de 2015 estreei junto a Nopok os espetáculos “Deslizes” com direção de Renato Linhares e “Carrilhão, Vende-se coisas velhas de palhaço” com direção de Daniela Carmona e Adriano Basegio. Fernando Nicolini – Elenco Iniciou sua formação artística em 2001 realizando cursos e workshops de circo e palhaçaria. Em 2007 concluiu o Ciclo Básico da Escola Nacional de Circo/RJ onde aprimorou-se nas técnicas de parada de mão e duo acrobático. Durante sua formação se dedicou à pesquisa em dança e movimento que culminou com sua formação em licenciatura na Faculdade Angel Vianna de Dança Contemporânea em 2010.Desde 2007 com o Coletivo Nopok desenvolve seu trabalho de circo e comicidade. Em 2011 atuou com o Grupo Namakaca (SP) durante a circulação do espetáculo “É nóis na Xita” no Palco Giratório (SESC) e desde 2017 atua como stand-in do espetáculo Mão (RJ). Em 2019 foi convidado para fazer parte do grupo Monjuá com o qual realizou a montagem e estreia do espetáculo Magote com recursos da Lei Aldir Blanc. Faz parte ainda da equipe de coordenação e curadoria do “Interações Acrobáticas”, festival de dança acrobática.Como professor vale ressaltar sua passagem como docente no Curso Técnico de Dança Contemporânea da Escola Angel Vianna de Dança e nos cursos Iniciação e Laboratório de Circo (Sesc Niterói/RJ). Desde 2020 ministra o curso Corpo Invertido de práticas de invertidas e parada de mãos. Marcia Nunes – Coordenação de Projeto Formada em Artes Cênicas pela Universidade de Santa Catarina e em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes – RJProdutora do Circo Zanni em São Paulo de 2016 a 2020. Responsável por projetos e produção executiva das temporadas da companhia, atualmente com a lona montada em caráter permanente na cidade de Cotia/SP.Em 2019 produziu a montagem e estreia do espetáculo Rústico em co-produção com a Companhia Catalã “Ciclicus” e direção de Ley Mendoza e realizou a produção nacional da também catalã Circ Bover durante a participação no Circos – Festival Internacional Sesc de Circo. No Rio de Janeiro integrou a equipe de produção do Anjos do Picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços. Trabalhou com o Circo Dux e com o Coletivo Nopok e colaborou com diversos núcleos de produção como o Carnaval da Lapa/Fundição Progresso, os 20 Anos do Centro Teatral e ETC e Tal, a temporada do La Mínima no Teatro Poeira, a Amplitude - Mostra de Arte e Tecnologia da Rinoceronte Produções, a Flupp – Festa Literária da Periferia, dentre outros. Rita Masini – Direção de ProduçãoProdutora Cultural desde 2006, cursou Gestão de Projetos e Empreendimentos Criativos (Ministério da Cultura e Senac DF 2014), Administração da Cultura (UFRGS 2015), Gestão Cultural: Desenvolvimento, Território e Sociedade (UFRGS 2017) e Políticas Culturais: contexto histórico e agenda para o século XXI (Itaú Cultural 2021). Na área de gestão cultural, foi consultora para a Fundação Maurício Sirotsky - RBS, Jockey Clube de São Paulo e Centro Histórico Cultural da Santa Casa de Porto Alegre.Principais eventos: Encontros que #nãotempreço da Mastercard (2021), Virada Cultural de São Paulo (2010 a 2023), Virada Sustentável de SP (2018 a 2021), Carnaval de Rua de São Paulo (2019 e 2020), Ruas da Gente (SMC - SP - 2019/2020), Festival Cultural Banco do Brasil – Porto Alegre (2013), 14a Parada do Orgulho LGBT de SP (2010), Festival de Circo e Espetáculos de Rua (2007 a 2009).Atua como diretora de produção na Margarida Agência de Cultura. Aparecida de Souza – Administração Financeira e Prestação de ContasProdutora e administradora financeira, elabora prestações de contas de projetos. Fez parte da Intrépida Trupe de 1998 a 2012, produzindo e administrando financeiramente os espetáculos Metegol, Intrépida Trupe 20 Anos, Sonhos de Einstein e Kronos. Em parceria com Valéria Martins, também administrou financeiramente os espetáculos Projeto Coleções no RJ e em PE, MG e Petrópolis, Coleções em Campo no Campo de Santana - RJ e Projeto Coleções - versão pra estrada/ 2012 - Circuito SESC/ RJ, Zona de Lançamento/ 2014, Drama.mov, Ocupação Sendo Criança no Oi Futuro Flamengo 2015/2016 e Redoma/2016. Administrou financeiramente também os espetáculos Deslizes do Coletivo Nopok em 2013/ 2016/ 2017, Mar Aberto direção Helena Bittencourt e Goos Meeuwsen/2014, Nora em 2016/2017 direção Diana Herzog, Mão em 2016 com direção Renato Linhares. Gerenciamento financeiro e prestação de contas do Festival Novas Frequências com direção geral de Chico Dub em 2019 e 2020. Desde 2018 trabalha como produtora e controller na Companhia Ensaio Aberto com direção artística de Luiz Fernando Lobo. Lyvia Rodrigues – Coordenação de ComunicaçãoFormada em jornalismo pela Universidade Presidente Antônio Carlos (Unipac), unidade Juiz de Fora\MG, a jornalista Lyvia Rodrigues atua desde 2012 no segmento de assessoria de imprensa para eventos culturais na cidade do Rio de Janeiro. Neste mesmo período criou a empresa Aquela Que Divulga – comunicação com sede na capital fluminense.Dentre os trabalhos mais recentes destacam-se a divulgação dos espetáculos teatrais: “Como devo chorá-los?” (online\2021), “Feio in loco” (online\2021), “2º Festival Interações Acrobáticas (online\2021), “Na Borda do mundo” (online\2021), “Circo de Pulgas” (online 2021), “Lupita” (Oi Futuro\2020), “Helena Perdida” (Teatro Poeira\2019), “Dentro” (CCBBRJ 2019), “Yellow Bastard” (CCBBRJ 2019), Festival Adf.19 (Centro Coreográfico Tijuca 2019), “Vermelha” (SESC Tijuca\2019), “Las Panamericanas” (SESC Tijuca\2019), “A Gigantea” (Caixa Rio\2019), “Pangeia” (Oi Futuro\2019), “O Segundo Armário” (Memorial Municipal Getúlio Vargas\2019), “Adeus, Palhaços mortos” (Caixa\2018), “Rose” (SESI Centro\2018), “As Mil e Uma Noites” (Oi Futuro \2018), “Segunda Semana do Núcleo de Dramaturgia SESI (Oi Futuro\ 2018), “A Menina e a Árvore” (SESC Tijuca\2018), “Projeto Matéi Visniec” (Sérgio Porto\2018), “Primeira Semana do Núcleo de Dramaturgia SESI Cultural Rio (Oi Futuro Flamengo\2017), “Riso Nervoso” (Caixa Cultural Rio\2017) “Primavera Leste” (Caixa Cultural Rio\2017), “Um nome para Romeu e Julieta” (Caixa Cultural Rio\2017), “Um sonho para Méliès” (Oi Futuro Ipanema\2017), “Perdidos na Cidade” (CCBBRio\2016), “Um Musical de Palhaças” (CCBBRio\2016), entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.