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O projeto "Giro Carrilhão" propõe a circulação do espetáculo de circo "Carrilhão: Vende-se Coisas Velhas de Palhaço" do Coletivo Nopok, totalizando 15 apresentações em 6 municípios da região do Vale do Aço, sendo 9 em teatros dos municípios de Timóteo, Ipatinga e Coronel Fabriciano dirigido ao público escolar, e 6 em praças públicas dos municípios anteriormente mencionados, além de Marliéria, Jaguaraçu e Santana do Paraíso. Em caráter de contrapartida, será realizada a oficina "Clube do Circo" direcionada ao público infanto juvenil e "Apropriação do circo ao teatro" em parceria com centros culturais e grupos de teatro e circo. Nos demais municípios será realizada uma apresentação aos domingos sempre em praça pública. O projeto prevê sessões com intérpretes de LIBRAS e com audiodescrição ee contará também com formação de plateia em todas as apresentações para grupos de vulnerabilidade cultural.
Carrilhão fala dos mercadores de todos os tempos e lugares. Mascates de hoje, de ontem e de amanhã. Fala da paixão pela charla, do encantamento pelas palavras e pelas ações, e do feitiço inerente a um bom vendedor. Pontua o valor das trocas e dos encontros que se estabelece nas negociações. Ao adquirir algo, o que se comprou foi o produto ou foram as palavras? Compraram-se os olhos, o sorriso e a simpatia do negociante? Compra-se ou se é comprado? Adquire-se ou se é arrebatado? Que valor tem as coisas? O espetáculo é uma fusão das linguagens do circo e do teatro. A dupla de artistas se desdobra entre diversos personagens e narrativas, trazendo alegorias de diferentes culturas e épocas. Alguns números circenses ganham destaque, como a Parada de Mão, o Rola Rola e os Monociclos Altos.
Objetivo geralO principal objetivo do projeto "Giro Carrilhão" é realizar uma circulação inédita do Coletivo Nopok com o espetáculo "Carrilhão" em praças e teatros de diferentes municípios do Vale do Aço em Minas Gerais. E garantir a continuidade deste projeto idealizado pelo Coletivo Nopok que, inspirado nas origens do circo, se propõe a percorrer grandes distâncias e levar o espetáculo circense para praças de cidades com pouca atividade cultural deste tipo.Objetivos especificosa) Realizar 15 apresentações gratuitas, sendo 9 para alunos da rede estadual e municipal, nos teatros Zélia Olguin (Ipat), Teatro João Paulo II (Fab) e Teatro Aperam Acesita (Tim) e 6 apresentações em praças públicas: Parque Ipanema (Ipat), Praça 1º de Maio (Tim), Praça da Estação (Fab), Praça da Matriz (Sant), Praça João Rolla (Jag), Praça JK (Mar), com uma estimativa aproximada de 3.400 espectadores.b) Realizar em Jaguaraçu, Marliéria e Santana do Paraíso uma oficina Clube do Circo, com duração de 2h e 40 vagas para o público infanto juvenil, se utilizando das modalidades circenses como instrumento criativo e sensibilizador que extrapolam a técnica, abrindo espaço para a reflexão e o fortalecimento das relações humanas.c) Compartilhar com artistas profissionais, amadores e entusiastas do circo dos municípios de Timóteo, Coronel Fabriciano e Ipatinga parte do conhecimento adquirido na sua trajetória através da oficina "Apropriação do circo ao teatro", com duração de 4 h e 20 vagas.d) Oferecer uma programação artística de qualidade e acessível para todo tipo de público, promovendo novas formas de uso do espaço público por parte da população, incentivando o encontro das pessoas e o usufruto positivo desses espaços através de uma experiência artística tão agregadora e enérgica como o circo.e) Solidificar o trabalho do grupo junto às demandas e políticas culturais públicas, reafirmando sua atividade e autonomia no cenário artístico. Revigorar, fortalecer e manter viva a tradição dos artistas circenses e resgatar no imaginário das pessoas a relação afetiva com o circo.f) Garantir a continuidade deste projeto idealizado pelo Coletivo Nopok que, inspirado nas origens do circo, se propõe a percorrer grandes distâncias e levar o espetáculo circense também ao teatro, espaço muito pouco utilizado por este tipo de expressão artística.e) Dar continuidade a parceria com o ICV para atuar com excelência no processo de democratização da cultura em territórios de comum interesse.
Nopok é um grupo de circo que se dedica à pesquisa e ao desenvolvimento de uma linguagem própria, em cruzamento e permanente diálogo com outras linguagens. Carrega em sua trajetória duas principais características. A primeira é criar espetáculos em parceria com diretores convidados propositadamente para trazer ao contexto de criação referências e estímulos ainda não experimentados pela dupla. Faz parte da identidade artística do grupo transitar por outras linguagens. A segunda é a circulação, a extensa vida útil de seus espetáculos, uma vez que a versatilidade e o reconhecimento da qualidade do seu trabalho permitiram a companhia percorrer todo o território nacional. Carrilhão traz à cena a fusão do circo e o teatro, convergindo diferentes linguagens para dialogar com diferentes públicos. Difundindo a arte como mecanismo de transformação social, como estratégia de formação de plateias para cultura, e utilizando principalmente seu potencial de transversalidade com outras áreas de saberes como educação. O Nopok em cada criação mergulha em um novo universo, seus espetáculos são muito diferentes entre si e resultam da pesquisa continuada e de novos estímulos estéticos e técnicos para compor uma dramaturgia atual, resultando em espetáculos que reflitam o tempo presente. São características do grupo alinhadas com as diretrizes de política cultural do Instituto Cultural Vale para cultura, que valoriza o campo da experimentação com ênfase no processo criativo e na descoberta de novas possibilidades artísticas. O Coletivo completou 18 anos de existência em abril de 2025. Durante todos esses anos, e por tantos lugares que passou, sempre buscou realizar projetos que chegassem a novos públicos, trabalhando essencialmente a formação de novas plateias em diferentes localidades e regiões. O grupo vive um momento de amadurecimento e crescimento no cenário artístico e segue em busca de novos desafios. Nesse contexto, esta circulação vem de encontro a nossa trajetória.
O proponente será responsável pela Coordenação do Projeto, tendo como objeto de própria remuneração o valor de R$16.000.
Clube do Circo Oficina de iniciação nas artes do circo, especificamente nas técnicas de acrobacia de solo, malabarismo e equilibrismo. As oficinas serão realizadas para os alunos das escolas públicas das cidades, e serão atendidos conforme indicação das secretarias de educação ou escolas. As oficinas serão de caráter livre, como forma do público ter a experiência com as técnicas circenses abordadas. Conteúdo de Acrobacia:As acrobacias de solo são semelhantes aos exercícios ginásticos realizados no solo da Ginástica Artística, e que dependendo da região onde são praticados recebem nomes diferentes. Fazem parte das acrobacias de solo: rolamentos, estrelas, mortais, flic-flacs entre outros. As acrobacias são uma combinação de saltos, rotações e momentos de equilíbrio.Em especial, no Clube do Circo, trabalhamos com rolamento frente, rolamento costas, estrelinha, parada de mão, ponte e iniciação ao mortal.Conteúdo de malabarismo e equilibrismo:Breve introdução ao malabarismo e sua história.Equilíbrios e lançamentos: Através de exercícios lúdicos os participantes descobrirão diferentes formas e pontos de equilíbrio dos objetos no corpo e darão inicio a prática domalabarismo com as modalidades utilizados na oficina, entre elas bolas, claves e argolas.Dinâmicas em duplas e grupos: Através de jogos e brincadeiras os alunos conhecerão formas simples para a prática em conjunto. OBJETIVOS Tem o intuito de introduzir crianças e jovens no fascinante mundo do circo oferecendo a possibilidade de aprender esta arte milenar.Criar um ambiente onde os alunos possam, a partir de dinâmicas lúdicas, desenvolver sua criatividade, concentração, lateralidade e consciência corporal.Através de exercícios da acrobacia de solo, do malabarismo e equilibrismo tornar o aprendizado algo associado ao prazer do corpo.O circo tem na sua essência a superação de limites. Através destas atividades os participantes podem experimentar desafios motores, entrar em contato com novas linguagens, diversificar sua percepção e trabalhar em grupo, enriquecendo seu repertório através das práticas vivenciadas. O grupo conta com todos os equipamentos necessários para a realização do ?Clube do Circo?. PÚBLICO ALVO: Crianças e jovens FAIXA ETÁRIA: A partir de 8 anos CARGA HORÁRIA: 2h para cada grupo de 40 pessoas. Apropriação do Circo ao Teatro Cada vez está mais claro e evidente que os artistas circenses além de desenvolver a sua técnica tem utilizado outros tipos de linguagens nas suas apresentações. Esta oficina trata disso, de dar mais ferramentas cênicas aos participantes e aproximar cada vez mais estas linguagens. A oficina pretende investigar diferentes formas de percepção e impressão do corpo/imagem no espaço da cena trabalhando variadas formas de presença. Carga horária: 4h Número de participantes: 20 Faixa etária: A partir de 16 anos
PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade FÍSICAOs teatros escolhidos contam com adequação para receber pessoas com deficiência físicas e/ou intelectuais e mobilidade reduzida, de maneira que receba de forma adequada e justa o público convidado e geral. Acessibilidade de CONTEÚDO As apresentações contarão com intérprete de libras, audiodescrição e monitores treinados para atender PcDs intelectuais PRODUTO OFICINAS Acessibilidade FÍSICAOs espaços de realização das oficinas contam com adequação para receber pessoas com deficiência físicas e/ou intelectuais e mobilidade reduzida, de maneira que receba de forma adequada e justa os beneficiários. Acessibilidade de CONTEÚDOAs oficinas contarão com intérprete de libras e os professores farão qualquer mediação necessária para o pleno atendimento dos grupos. Além disso as oficinas contarão com monitor treinado para atender PcDs intelectuais CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade FÍSICAOs teatros contarão com adequação para receber pessoas com deficiência físicas e/ou intelectuais e mobilidade reduzida, de maneira que receba de forma adequada e justa o público convidado e geral. Acessibilidade de CONTEÚDOAs apresentações contarão com intérprete de libras, audiodescrição e monitores treinados para atender PcDs intelectuais Rubricas de acessibilidade no projeto: Intérprete de libras, Audiodescrição e Monitores
O Nopok entende a ocupação de espaços públicos por meio da arte como uma forma de resgatar a cidadania e promover o bem estar social. Para garantir a democratização do acesso à cultura, o projeto propõe um conjunto de ações. A mais importante é que todas as atividades propostas pelo projeto serão gratuitas.Todas as apresentações e atividades serão gratuitas. Foram escolhidas cidades pequenas para este projeto visando a difusão da cultura em território nacional.Além da realização dos espetáculos que garantem a fruição artística e a apreciação por parte do público, a oficina Clube do Circo permitirá aos participantes, especialmente o público jovem, experimentar desafios motores, entrar em contato com novas linguagens, diversificar sua percepção e trabalhar em grupo, enriquecendo seu repertório através da prática vivenciada em aula. As práticas do Clube do Circo estimulam a construção da autonomia pessoal e coletiva, educando para a vida.Também será oferecida a oficina de Apropriação de Circo ao Teatro. A oficina pretende investigar diferentes formas de percepção e impressão do corpo/imagem no espaço da cena trabalhando variadas formas de presença.Todas as atividades do projeto serão oferecidas gratuitamente à população.Garatindo a realização das seguintes medidas do art. 28 da IN nº 01/2023:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
PROPONENTE: Coordenação de Projeto: Fernando Nicolini e Ernesto Poittevin - NOPOK Direção de Produção: Rita Masini Produtora Cultural desde 2006, cursou Gestão de Projetos e Empreendimentos Criativos (Ministério da Cultura e Senac DF 2014), Administração da Cultura (UFRGS 2015), Gestão Cultural: Desenvolvimento, Território e Sociedade (UFRGS 2017) e Políticas Culturais: contexto histórico e agenda para o século XXI (Itaú Cultural 2021). Na área de gestão cultural, foi consultora para a Fundação Maurício Sirotsky - RBS, Jockey Clube de São Paulo e Centro Histórico Cultural da Santa Casa de Porto Alegre. Integrou equipe de megaeventos, em diversas funções tais como: curadoria e programação, produção executiva, produção técnica, assistente de coordenação geral e produção de campo. Principais eventos: Encontros que #nãotempreço da Mastercard (2021), Virada Cultural de São Paulo (2010 a 2023), Virada Sustentável de SP (2018 a 2021), Carnaval de Rua de São Paulo (2019 e 2020), Ruas da Gente (SMC - SP - 2019/2020), Festival Cultural Banco do Brasil – Porto Alegre (2013), 14a Parada do Orgulho LGBT de SP (2010), Festival de Circo e Espetáculos de Rua (2007 a 2009). Atua como diretora de produção na Margarida Agência de Cultura, gerenciando a carreira de grupos e artistas: Circo Amarillo, Cia Barnabô, Troupe Guezá, Circo Delírio, The Bigosty Shows, Irmãos Becker, Família Barmú, Palhaço Satin e Julian Granito. www.agenciamargarida.art Produção Executiva: Marina Benigni Produtora, designer, formada em Comunicação Social pela FACHA e Design gráfico pela Universidade Estácio de Sá. Atua há mais de 20 anos como designer freelancer e produtora cultural e de eventos. Foi assistente de produção na Agência Cake, atendendo clientes como: Metrô Rio, Adidas, Médicos sem fronteiras, Tapaus Finland (Casa da Finlândia - Casa França Brasil), Globo e Infraero. Foi produtora Executiva da cia Circo Dux, e entre os principais projetos, acompanhou a equipe na realização do projeto "10 anos de Circo Dux" contemplado nos editais da FUNARTE - Prêmio de Teatro Myriam Muniz e Carequinha além do Programa de Fomento à cultura carioca da SMC 2015. Direção Artística: Alvaro Assad Fundou em 1993 o grupo carioca "Etc e Tal", do qual é, gestor, diretor, ator e preparador mímico. Além das ações e os espetáculos do ETC E TAL foi também curador consultivo do Festival Anjos do Picadeiro-Encontro de Palhaços, Sesc FestClown/DF e de encontros pontuais como Mostra SESC CBTIJ-RJ, Festival de Inverno do Sesc RJ, Janeiro Brasileiro da Comédia - São José do Rio Preto/SP, Festival Teatro de Itajaí/SC e Mostra Teatral de Brusque/SC. Dirigiu todos os espetáculos do ETC E TAL. Sendo eles: “Fulano&Sicrano”, “Victor James”, “Onipotência do Sonho”, “O Macaco e a Boneca de Piche”, ¿Branca de Neve?, “No Buraco” , “Draguinho”, “O Maior Menor Espetáculo da Terra” e o mais recente "João o Alfaiate-Um Herói Inusitado”. Além do ETC E TAL assina a direção, roteiro e preparação mímica de espetáculos de outras companhias tais como: “A Noite dos Palhaços Mudos” e “Ordinários” (Cia LaMínima/SP); “Melhor dos Mundos”(Teatro de Anônimo/RJ); a Direção Mímica de “Mistero Buffo” (Cia LaMínima/SP); “Os MeQueTreFe” (Parlapatões, Patifes & Paspalhões/SP); “O Mundo de Hundertwasser” de Helena Cerello e Raul Barreto e “20.000 Léguas Submarinas” (Cia. Solas de Vento/SP) Internacionalmente, dirigiu e roteirizou o número de Claudio Carneiro no CIRQUE DU SOLEIL, espetáculo JOYA em Cancun no México 2016 e o espetáculo de multi linguagem dança circo teatro internacional Brasil/Alemanha "Tempo e(m) Movimento" (Rosiris Garrido) no CIRCOS 2017 (Sesc Belenzinho/SP) e em Pffeberg Theater(Berlim/Alemanha 2018). PROPONENTE: Elenco: NOPOK Ernesto Poittevin Em 2007 fundei o Coletivo Nopok onde desenvolvo minha pesquisa até hoje. Minhas criações sempre estiveram ligadas a comicidade e habilidades. Com Nopok participei de incontáveis festivais, turnês e circuitos culturais, tanto na cena nacional como internacional, e ganhei vários prêmios em mostras e festivais de circo. Entre os anos de 2013 e fevereiro de 2015 estreei junto a Nopok os espetáculos “Deslizes” com direção de Renato Linhares e “Carrilhão, Vende-se coisas velhas de palhaço” com direção de Daniela Carmona e Adriano Basegio. Nos últimos anos tenho a destacar a realização da 1ª, 2ª e 3ª Nopok Mostra, mostra de espetáculos e números circenses, e a estreia em abril de 2016 do espetáculo “Mão, translação da casa pela paisagem” do qual faço parte do elenco e a realização da 5ª Convenção Carioca de Circo e a 19º Convenção Brasileira de Circo e Malabarismo. Fernando Nicolini Desde 2007 com o Coletivo Nopok desenvolve seu trabalho de circo e comicidade. Suas criações estão sempre associadas ao teatro físico, a dança e a comédia. Como representante do grupo realizou importantes projetos de circulação, montagens de cenas e espetáculos, ministrou oficinas de criação e direção de números, e produziu a Nopok Mostra (que em 2017 chegou a sua terceira edição reunindo artistas e companhias em comemoração aos 10 anos de grupo). Ao longo dos anos Nopok participou de inúmeros festivais de circo e teatro e percorreu todas as regiões do país. Em 2011 atuou com o Grupo Namakaca (SP) durante a circulação do espetáculo “É nóis na Xita” no Palco Giratório (SESC) e desde 2017 atua como stand-in do espetáculo Mão (RJ). Em 2019 foi convidado para fazer parte do grupo Monjuá com o qual realizou a montagem e estreia do espetáculo Magote com recursos da Lei Aldir Blanc. Faz parte ainda da equipe de coordenação e curadoria do “Interações Acrobáticas”, festival de dança acrobática. Como professor vale ressaltar sua passagem como docente no Curso Técnico de Dança Contemporânea da Escola Angel Vianna de Dança e nos cursos Iniciação e Laboratório de Circo (Sesc Niterói/RJ). Desde 2020 ministra o curso Corpo Invertido de práticas de invertidas e parada de mãos. Assistente de Produção: Aline Filgueira Figurino: Raquel Theo Cenografia: Dodô Giovanetti Trilha Sonora: Joaquim De Paula Iluminação: Juliana Moreira Visagismo: Cleber de Oliveira Técnico de Som: Miguel Noronha Designer Gráfico: Caco Chagas Coordenação de Comunicação: Lyvia Rodrigues Audiovisual: Renato Mangolin Fotografia: Silvie Ojeda Administração Financeira e Prestação de Contas: Luiza Carmona Contabilidade: Josias dos Santos PROPONENTE: Concepção e Realização: Nopok Produções Artísticas
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.