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PRONAC 2510291Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Não deixe que ELES percebam

31.074.472 KARINA SCOTT GERSCHKOVITCH
Solicitado
R$ 614,3 mil
Aprovado
R$ 614,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-05
Término
2026-12-18
Locais de realização (6)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroJoinville Santa CatarinaSão Paulo São Paulo

Resumo

Apresentações do espetáculo de Teatro - Não deixe que ELES percebam - com bate-papo após cada apresentação sobre a temática da Síndrome de Burnout. Esta conversa contará com a presença de um psicólogo, que junto com o elenco, que transmitirá informações de qualidade para o público, além de propor um diálogo para com o público.

Sinopse

Espetáculo teatral - Não deixe que ELES percebamSinopseDois vendedores encaram o cotidiano caótico da loja na qual trabalham. Entre cadarços desamarrados, jingles, sonhos de padaria, pizza com banana, clientes indecisos e metas que beiram o impossível. Ambos precisam lidar com suas próprias angústias, a estranha sensação de serem constantemente observados e a eterna busca por algum sentido na vida; tudo isso antes que o turno recomece.Por meio do humor, da reflexão e de uma pitada de surrealismo tratamos dos sintomas e consequências da Síndrome de Burnout e questionamos o expectador sobre suas próprias rotinas e sonhos.Após a apresentação faremos um bate-papo, no qual o público pode dialogar diretamente com o elenco e um psicólogo convidado. Neste momento ocorrem reflexões e relatos acerca da temática proporcionando visibilidade e relevância ao que não se vê, mas se sente.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:- Realizar 24 apresentações do espetáculo Não deixe que ELES percebam e proporcionar um momento de diversão e cultura marcante;- Propor o diálogo sobre saúde mental, com foco na Síndrome de Burnout.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Sensibilizar o público sobre questões referentes à saúde mental para que esta temática deixe de ser um tabu;- Transmitir informações qualificadas sobre a Síndrome de Burnout;- Estimular o diálogo acerca da saúde mental;- Orientar a busca por profissionais que possam tratar de quaisquer sintomas da Síndrome de Burnout, que venham a ser identificados.- Apresentar nas cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Joinville

Justificativa

Cada vez mais torna-se parte do cotidiano de nossa sociedade, o diagnóstico de algum distúrbio psíquico. A precarização, a intensificação e a sobrecarga laboral com jornadas exaustivas, somadas à instabilidade na carreira e baixos salários fizeram com que a Síndrome de Burnout ganhasse um crescente destaque, sobretudo após os anos de enfrentamento da pandemia de COVID-19. Com a exposição duradoura à uma rotina de trabalho estressante, o indivíduo pode demonstrar os mais variados sintomas como: dificuldade para se concentrar, agressividade, irritabilidade, isolamento, ansiedade, depressão, mudanças bruscas de humor, lapsos de memória, baixa autoestima, estresse crônico, fadiga extrema, pessimismo, sentimento constante de fracasso, dentre outros. A dificuldade em seu diagnóstico aliada à falta de diálogo pode levar a diagnósticos equivocados de estresse, ansiedade ou síndrome do pânico. No ano de 1974 o psiquiatra Herbert Freudenberger descreveu, pela primeira vez, a Síndrome de Burnout e a diagnosticou como um transtorno mental profundo que promove um "cansaço da vida". Diante da necessidade de ampliar o debate e tornar relevante o quadro clínico em questão. Em 2021 30% da população, trabalhadora, brasileira foi diagnosticada com síndrome de Burnout, sendo ultrapassado apenas pelo Japão com 70%. Sendo mais comum em profissões que exijam jornadas exaustivas e envolvimento interpessoal como vendedores, jornalistas, advogados, professores, policiais, bombeiros, carcereiros, oficiais de justiça, assistentes sociais, atendentes de telemarketing, bancários, executivos e área da saúde em geral. Esta última atingindo cerca de 70% dos trabalhadores. A OMS (Organização Mundial da Saúde) incluiu, em 2022, a Síndrome de Burnout no Hall de doenças laborais, recebendo o código específico (QD85) na CID-11. Este reconhecimento revela a importância de um diagnóstico correto no início do quadro clínico. No ano seguinte, 2023, o Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil incluiu a Síndrome de Burnout na lista de doenças laborais, o que facilitou possíveis afastamentos do trabalhador para a realização do tratamento adequado. O reconhecimento do Burnout permitiu uma maior precisão ao mensurar os número de indivíduos atingidos por este quadro clínico e já em 2024 tivemos mais de 400 mil trabalhadores afastados de suas atividades devido à um ou mais sintomas da Síndrome de Burnout. Em 2025 O Ministério do Trabalho e Emprego propõe mais um avanço e atualiza a NR1, a norma que regula a saúde e segurança do trabalho nas empresas, e obriga as empresas a adotarem práticas que zelem pela saúde mental de seus funcionários até junho 2026. O espetáculo teatral _ Não deixe que eles percebam _ utiliza-se da comédia para debater os sintomas que levam à Síndrome de Burnout. Por meio deste subterfúgio buscamos lançar uma luz neste delicado assunto para que o debate possa ocorrer fora da sala de espetáculos. Desta forma, nos utilizamos da arte para discutir a sociedade diante do indivíduo para que este reconheça a própria realidade na qual está inserido. A psicanalista Ana Tomazeli questiona se as culturas corporativas realmente incentivam a expressão de ideias e a verdade. "O medo de represálias, punições e situações vexatórias pode indicar que o trabalhador está vivenciando relações vulneráveis em seu ambiente de trabalho. Enquanto empresas e colaboradores não criarem espaços de diálogo para abordar o tema e promover a segurança psicológica nas organizações, casos de burnout se tornarão cada vez mais frequentes. Questionamentos sobre a garantia do emprego e a possibilidade de compartilhar diagnósticos de saúde mental precisam ser feitos, caso contrário, o número de pessoas diagnosticadas com a síndrome continuará a aumentar."O intuito do espetáculo é justamente criar um ambiente seguro para que o diálogo sobre esse tema possa ocorrer. Após cada apresentação teremos sempre um bate-papo no qual o público pode dialogar diretamente com o elenco e um psicólogo convidado. Neste momento ocorrem reflexões e relatos acerca da temática proporcionando visibilidade e relevância ao que não se vê, mas se sente, transformando o teatro em um espaço seguro onde exercitamos a escuta com transmissão de informação qualificada.E é justamente para propiciar este projeto que recorremos ao PRONAC, pois tanto a realização do espetáculo como do diálogo proposto ao fim de cada apresentação só se torna possível de ser ampliado por meio do apoio e da valorização, para que assim este conjunto de manifestações possa ser difundido e ter continuidade ao longo do tempo obtendo cada vez mais êxito ao criar um local seguro para tratar de um tema tão caro para a sociedade contemporânea.Com este projeto também pretendemos contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, por meio da distribuição gratuita e pública de ingressos para o espetáculo e da presença de um intérprete de LIBRAS em todas as apresentações, presente tanto na encenação do espetáculo como na conversa que ocorre ao fim.Dentro desse projeto, propomos atender o municipio mais populoso de cada um dos 06 estados que lideraram o último levantamento do Ministério da Previdência Social em números de afastamento no trabalho por transtornos mentais no ano de 2024. Sendo que desses 06 estados, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, lideram em números absolutos e Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal, lideram proporcionalmente, quando consideramos o número de afastamentos em relação à população.

Especificação técnica

Espetáculo teatral com 60 minutos de duração e bate papo ao final da apresentação com até 20 minutos de duração

Acessibilidade

a) Teremos tradução simultânea em LIBRAS em todas as 24 apresentações, ou seja, em 100% das apresentações a acessibilidade por tradução simultânea de LIBRAS estará presente;b) As conversas com o público após cada uma das 24 apresentações também contarão a tradução simultânea em LIBRAS;c) Daremos preferência a locais que possuam acesso facilitado, para pessoas com deficiência motora e/ou idosos, ao local de apresentação;d) Todos funcionários dos locais de cada uma das 24 apresentações, assim como os membros da equipe serão instruídos e sensibilizados para como melhor atender pessoas com deficiência que venham fruir da apresentação.

Democratização do acesso

a) Todas as 24 apresentações e bate-papos do projeto serão gratuitas (100%);b) Será atendido o municipio mais populoso de cada um dos 06 estados que lideraram o último levantamento do Ministério da Previdência Social em números de afastamento no trabalho por transtornos mentais no ano de 2024. Sendo que desses 06 estados, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, lideram em números absolutos e Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal, lideram proporcionalmente, quando consideramos o número de afastamentos em relação à população. c) Democratização do acesso à profissionais de saúde mental que após cada apresentação conversarão com o público sobre sintomas e consequências da Síndrome de Burnout e doenças relacionadas.

Ficha técnica

Karina Scott (proponente) - atriz, figurinista, produtora executivaFormada no curso técnico em teatro pela Cia. Mágica e Ilusão (São Paulo), no curso de cenografia com Lu Grecco (castelo Ra-Tim-Bum), contação de histórias e design de interiores no Senac e na Casa das Meninas do Conto com Antônio Rocha.Daniel Prata - Ator, diretor, dramaturgo Licenciado em Teatro pela Faculdade Paulista de Artes (São Paulo), Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Nova de Lisboa (Portugal), Mestre pela Universidade de Brasília (UNB) e formado em Mímica e Teatro Físico pelo Studio Luis Louis (São Paulo). Bianca Contin- Técnica de luzAtuou na criação, montagem, programação e operação dos espetáculos “Se Sempre Fosse Dia”, “Liberdade 24”, “O Admirável Sertão de Zé Ramalho”, “Tudo em volta está deserto”, “23 Dias de Ação”, na ópera “Flauta Mágica” e os espetáculos do Grupo S.V. Lab. de Teatro.Thaís Gracia - Técnica de somLicenciada em artes cênicas pela Universidade Anhembi Morumbi (São Paulo). Lecionou aulas de teatro nos colégios Agostiniano Mendel, Humboldt, Vila Lobos, SENAI Brás entre outros. Atualmente no Grupo S.V. Lab. de Teatro se dedica à contação de histórias e à operação técnica de som.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.