Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O COVEIRO é, simultaneamente, uma peça de teatro e uma instalação visual. O trabalho age na intersecção entre teatro, artes visuais e vídeo. Durante o percurso da peça, o ator monta, diante do público, uma instalação visual a partir de uma coleção sobre vida e morte. O trabalho convida os espectadores a viver uma experiência multidirecional - fruir um trabalho de teatro que, durante seu percurso, se transforma em uma instalação de artes visuais. O presente projeto realizará apresentações e também oferecerá ações formativas, com oficians, conversas públicas e visitas guiadas.
O COVEIRO - peça instalação - Classificação indicativa LIVRESINOPSEO COVEIRO é, simultaneamente, uma peça de teatro e uma instalação visual. Esta instalação compartilha uma coleção de obras reunidas pelo O COVEIRO - vídeos, músicas, obras de arte e fragmentos de textos.O público, através do compartilhamento de uma coleção reunida por Diego Marchioro - O Coveiro - acompanha o desdobrar da peça teatral que, aos poucos, se transforma em uma instalação visual. A montagem desta instalação acontece a cada noite, durante a sessão da peça de teatro. Durante o dia, o público pode visitar a instalação - de modo independente à apresentação da peça.A peça e instalação visual agem de forma poética convidando o espectador a refletir sobre arte, natureza, relação entre espécies, nascimento, morte, misturas e ovo - o símbolo da vida.O COVEIRO pensa junto com: Antonio Cicero, Desireless, Emanuele Coccia, Gabriel García Márquez, Georges Di- di-Huberman, Giuseppe Tomasi di Lampedusa, Hermann Hesse, Marcel Mauss, Nuno Ramos, Roy Andersson.APRESENTAÇÃOProjeto une teatro, artes visuais e cinema, em uma peça teatral e instalação visual O COVEIRO, nova peça da Rumo de Cultura, é um trabalho que age na intersecção entre teatro, artes visuais e cinema. Durante o percurso da peça, o ator Diego Marchioro monta, diante do público, uma instalação a partir de uma coleção sobre vida e morte. O trabalho convida os espectadores a viver uma experiência multidirecional - fruir um trabalho de teatro que, durante seu percurso, se transforma em uma instalação de artes visuais. A peça é articulada por fragmentos de textos que falam sobre arte, natureza, relação entre espécies, ancestralidade, morte, misturas e ovo - o símbolo da vida. A mistura de estilos textuais - poesia, crônica, conto e textos teóricos - dá o tom do trabalho, que tem uma relação profunda com as imagens em vídeo. Na peça, Diego Marchioro se relaciona com imagens de artistas que participam ativamente do Projeto Te(a)tralogia: Isabel Teixeira, Beto Bruel, Cida Moreira, Ná Ozzetti, Nadja Naira, Edith de Camargo e Fernando de Proença - diretor da montagem, atuam em vídeo, ancorando a relação da cena e convidando o público a refletir sobre modos de vida e sobre a morte. A captação de imagens é de Alan Raffo e a montagem é de Pedro Giongo. Na peça, Diego também interage com objetos visuais criados especialmente para a montagem como uma Máquina de Cavar, criada pelo artista Guto Lacaz, a obra Segunda Natureza, de Milla Jung e um mobiliário de cena, criado por Erica Storer - que assina o cenário de O Coveiro. Também faz parte da montagem, um adereço de cabeça criado pelo estilista Walério Araújo. A trilha sonora é de Edith de Camargo e a iluminação de Beto Bruel. Os artistas articulam a peça e a instalação a partir do hibridismo de linguagens - para encontrar o público, fazem encontrar teatro, artes visuais e cinema que, misturados, criam uma peça instalação sinestésica a fim de mexer com a percepção dos espectadores e refletir sobre vida e morte. O Coveiro também apresenta uma canção inédita composta por Ná Ozzetti que grava, pela primeira vez, com a cantora Cida Moreira. Este projeto encerra as ações de TE(A)TRALOGIA - projeto de construção de 4 peças de teatro autônomas que investigam modos e meios de construir a cena a partir de dispositivos como a criação de matérias textuais em sala de ensaio e a pesquisa de materialidades como agentes dos trabalhos. O encontro entre os idealizadores deste projeto – Diego Marchioro, Fernando de Proença e Isabel Teixeira – aconteceu em 2016, com a criação da primeira peça da tetralogia: LOVLOVLOV – peça única dividida em cinco choques - trabalho criado a partir das cartas de amor de Carmen Miranda. Em 2019, estreia a segunda peça deste projeto – PEOPLE vs. PEOPLE – O trabalho explicita a manipulação de discursos que, retirados de seus contextos, podem incriminar e condenar. Em 2022, entra em cena O UNIVERSO ESTÁ VIVO COMO UM ANIMAL, terceira peça da TE(A)TRALOGIA criada a partir da vida e obra do cientista Nikola Tesla. Em 2024, O COVEIRO encerra este projeto amplo, apresentando uma peça instalação sobre vida e morte . Além das peças de teatro, o projeto se alarga a fim de pensar a expansão de ações em teatro: em 2020 cria a áudio série PEOPLE vs. TESLA e, em 2021, o longa documental TE(A)TRALOGIA. O COVEIRO é um trabalho multimídia que oferece, além da peça, uma instalação de mesmo nome que fica aberta à visitação durante a temporada do trabalho. Ao longo da criação da peça-instalação, o projeto ofereceu 32 oficinas gratuitas com os criadores da Rumo de Cultura, sobre as especificidades da criação da cena, oferecidas para alunos de teatro e pessoas interessadas em processos híbridos de criação de cena contemporânea.
Este projeto deseja apresentar a peça O COVEIRO na cidades de Belo Horizonte, Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, onde serão realizadas 4 semanas de temporada em cada uma das cidades, totalizando 80 apresentações. As apresentações estão previstas para acontecer nos Centros Culturais Banco do Brasil. O objetivo central deste projeto - entre a peça, instalação e as ações expandidas do projeto - é o de encontrar outros públicos e fazer agir no encontro com a obra. Trata-se de um trabalho que mexe física e sensorialmente com o espectador, proporcionando um campo expandido de experiências em uma multilinguagem que atravessa teatro, artes visuais e vídeo. Específicos- Realizar 16 apresentações por cidade, com peça em cartaz de quinta a domingo (sugestão), totalizando 80 apresentações.- Em cada cidade realizar uma ação de mediação - visita guiada - com a artista e teórica Milla Jung - que faz um tour pelas obras do trabalho e revela o processo de criação e a história de cada artista que integra a peça-instalação.- Realizar cinco oficinas de quatro horas com a artista e teórica Milla Young, sendo uma em cada cidade, intitulada "A transversalidade entre campos artísticos e suas linguagens como dispositivo de reelaboração de territórios" - sobre a intersecção entre artes visuais e teatro.- Realizar cinco conversas públicas, sendo uma em cada cidade. A conversa é intitulada de "Misturas - entrelaçamentos em O COVEIRO", com Milla Young, Fernando de Proença e Diego Marchioro.- Em cada cidade será disponibilizado quatro ônibus (1 por semana) para transporte de estudantes da rede pública até o teatro.- Em cada cidade será contratado um(a) mediador/monitor(a) - a fim mediar a instalação durante o dia.- Em cada cidade haverá 4 sessões da peça - instalação com tradução em libras e audiodescrição das obras que compõem a instalação visual, promovendo acessibildiade do projeto
O COVEIRO estreou em 2024 na CAIXA Cultural Curitiba e realizou uma temporada de sucesso, dentro da Mostra Interlocuções do Festival de Curitiba, no Museu Paranaense.O procedimento central da peça é a montagem de uma instalação visual. Aqui, o desejo é de que a instalação fique aberta à visitação durante o dia e, 2h antes da sessão da peça seja desmontada para, novamente e diante do público, haver uma outra montagem - o projeto contratará um mediador/monitor a fim de realizar a mediação da instalação durante o período de visitação - para a realização da instalação, a equipe do projeto alinhará caso a caso com cada unidade do CCBB, para viabilizar a ação. As ações extensivas dizem respeito à mediação e ações em confluência com as questões da peça - instalação. Para isso, oferece-se uma oficina de 4h por cidade sobre a interseção entre teatro e artes visuais, intitulada "A transversalidade entre campos artísticos e suas linguagens como dispositivo de reelaboração de territórios" e uma visita guiada à instalação da peça com a artista e teórica Milla Jung e, também, uma mesa pública com Milla, Diego Marchioro e Fernando de Proença - intitulada Misturas: Entrelaçamento em O Coveiro - ver anexo com detalhamento das ações. O projeto também objetiva a oferta de 4 ônibus (por praça do CCBB) para transporte de estudantes e instituições sociais até o teatro e a realização de 4 sessões com tradução em libras e audiodescrição das obras.O objetivo central deste projeto - entre a peça - instalação e as ações expandidas do projeto - é o de encontrar outros públicos e fazer agir no encontro com a obra. Trata-se de um trabalho que mexe física e sensorialmente com o espectador, proporcionando um campo expandido de experiências em uma multilinguagem que atravessa teatro, artes visuais e vídeo. Dentre os incisos do Artigo 1 da Lei 8313/91 a proposta se enquadra em:* Inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização derecursos humanos e conteúdos locais; uma vez que as ações serão realizadas irão promover a cultura paranaense por quatro cidades brasileiras;*III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - uma vez que o projeto trata de duas linguagens das artes e promove o trabalho dos artistas e fazedores de cultura envolvidos.Para o cumprimento destas finalidades, o projeto atende aos seguintes objetivos (Art. 3 da referida lei):II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres _ o projeto prevê a realização de peça com instalação visual;
Não se aplica.
Conforme a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, e o Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, seguem as medidasde acessibilidade:ESPETÁCULO DE ARTES CÊNCIASAcessibilidade arquitetônicaRealizar peça em ambiente adaptado para portadores de necessidades visuais: banheiro adaptado, elevadores e rampas (item não gera custos)Acessibilidade comunicacionalOferecer audiodescrição para peça (item Especialista: Consultores, etapa Produção em todas as praças) Oferecer tradução simultânea de Libras (item tradução simultânea, etapa Produção em todas as praças) Por se tratar de uma peça, o acesso a populacão dentro dos espectros é assegurado e será incentivado com convites direcionais a instituicões de acolhimento deste público, além disso a equipe prezará por oferecer liguangem fácil em todos os materiais de divulgação da peça (item não gera custos)
O espetáculo pretende ser realizado nas sedes dos CCBB, assim as medidas de democratização são implementadas respeitando a política de ingressos da insituição e garantindo acesso gratuito as cotas necessárias. Ciente da sua contribuição nos processos de educação informal e de educação continuada de diferentes perfis de público, e do consequente impacto das suas ações no desenvolvimento social, a entidade gestora do espaço público - sede do Centro Cultural Banco do Brasil - adota políticas que visam contribuir para uma maior participação cultural e para a ampliação do acesso à produção e fruição artística por toda população.Em atendimento aos artigos 46 e 47 da Instrução Normativa MINC nº 23, de 05/02/2025 destcamos as seguintes medidas:A política de democratização de acesso implementada garante o acesso as atividades educativas a amplos segmentos do público. Haverá a distribuição ao público de ingressos gratuitos com caráter social, educativo ou de formação artística como forma de assegurar a democratização de acesso será mantida em atendimento ao disposto no artigo 46 da Instrução Normativa MINC nº 23, de 05/02/2025, e observando-se o limite mínimo de 10%, do inciso II. ONIBUS PARA PEÇA O projeto irá agendar vistas para 840 estudantes das redes publicas de ensino que assistirão a peça. Esta medida garante o inciso II, do art. 46 da Instrução Normativa MINC nº 23, de 05/02/2025,: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; Ciente da sua contribuição nos processos de educação informal e de educação continuada de diferentes perfis de público, e do consequente impacto das suas ações no desenvolvimento social, a entidade gestora do espaço adota políticas que visam contribuir para uma maior participação cultural e para a ampliação do acesso à produção e fruição artística por toda população. Em atendimento aos artigos 46 e 47 da Instrução Normativa MINC nº 23, de 05/02/2025, destcamos as seguintes medidas: A política de democratização de acesso implementada garante o acesso gratuito às exposições e atividades educativas a amplos segmentos do público.
RUMO EMPREENDIMENTOS CULTURAIS LTDA. - PROPONENTE Coordenação de Projeto (gestão e administração integral da execução do Projeto)Ao longo de 20 anos de trajetória ininterrupta - a Rumo de Cultura - além de realizar produções com grupos e companhias do Brasil, mantém um coletivo de artistas pesquisadores que investem em projetos autorais focados na criação de transversalidade entre linguagens, abrangendo teatro, dança, artes visuais, música e cinema. Também mantém um núcleo que elabora e realiza projetos que buscam reavivar a história e memória de artistas e das artes no país.Em seu percurso, a Rumo se estabeleceu como uma produtora multiárea, criando exposições, publicações, filmes, peças de dança e teatro e shows musicais. Ao todo realizou 120 criações: 22 criações autorais, 10 shows musicais, 5 publicações , 7 exposições, mais de 30 produções em teatro, 13 em dança, 10 mostras, 9 filmes e 14 produções locais. Nos últimos 10 anos, a Rumo de Cultura busca atrelar ações educativas e formativas em suas poéticas - como processos mediativos, ações de contrapartida imbricadas ao processo de construção dos trabalhos, promover acesso físico, linguístico a fim de ampliar a amplificar o trabalho de arte na relação com o público. Também nos últimos anos, nas suas criações autorais, aproximou as tecnologias em suas operações artísticas e em suas performances, em relações multidirecionais e transdisciplinares.A Rumo de Cultura, junto de outros 3 artistas e produtores, mantém, há 7 anos, a Casa Quatro Ventos - espaço multidisciplinar dedicado à disseminação e ao desenvolvimento de criações artísticas. Dentre suas inúmeras criações, nos últimos anos destaca-se a criação do projeto TE(A)TRALOGIA - criação de 4 peças autorais - dentre elas, O UNIVERSO ESTÁ VIVO COMO UM ANIMAL e O COVEIRO, peça-instalação, PÚBLICO DANÇA, PÚBLICO TEATRO, exposição POTY EXPANDIDO - 100 anos de Poty Lazzarotto, série documental PRINCÍPIOS DO TEATRO CURITIBANO, 5 DANÇAS, dentre muitas outras. FERNANDO DE PROENÇA - Diretor ArtísticoFernando de Proença é diretor de teatro e dança, ator, pesquisador e jornalista. Trabalha na prática de seu ofício na cena entre performance, dança e teatro há 27 anos. É mestre e doutor em Teatro pela PPGT/UDESC. Durante sua trajetória como ator, participou de 35 montagens, com diretores e grupos diversos de Curitiba.Como idealizador e diretor, cria projetos que se ancoram nas práticas de memória, história e experiência.Como performer construiu inúmeros trabalhos, como: BAILE, LEVANTE e 5 PLANOS PARA CONSTRUIR JUNTOS - em parceria com a artista Renata Roel.Desde 2016, realiza TE(A)TRALOGIA - um projeto de 4 peças sequenciadas com idealização de Diego Marchioro, Isabel Teixeira e Fernando. Dentro deste projeto idealiza e atua como ator e dramaturgo nas peças LOVLOVLOV, PEOPLE vs. PEOPLE e O UNIVERSO ESTÁ VIVO COMO UM ANIMAL. Também neste projeto, ao lado de Diego Marchioro, dirige o longa documental Te(a)tralogia.Em 2022, idealizou, foi dramaturgo e diretor da peça 5 DANÇAS.Em 2023, idealizou, curou e coordenou pedagogicamente o projeto PÚBLICO - formação e mediação teatral, projeto realizado pela Casa Quatro Ventos e Rumo de Cultura, em Curitiba.É parceiro da Rumo de Cultura, desenvolvendo inúmeros projetos, desde 2014.Em 2024, dirige ROTAÇÃO - peça realizada com Giovanni Venturini e Livea Castro e O COVEIRO - peça instalação com Diego Marchioro - Rumo de Cultura. Neste ano, circula com a peça 5 DANÇAS - temporada SESC Copacabana - RJ. Ao lado de Beto Bruel e Diego Marchioro, realiza entrevistas para o projeto PRINCÍPIOS DO TEATRO CURITIBANO. Em 2025, integra o Interlocuções - dentro do Festival de Curitiba, com a peça instalação O COVEIRO (apresentada no MUPA - Museu Paranaense) e, circula pelo PR com 5 DANÇAS, dirige CHOQUE - com as dançarinas Carmen Jorge, Elke Siedler e Juliana Adur - produção Rumo de Cultura e realiza, como coordenador pedagógico, o PÚBLICO DANÇA - formação e mediação tem dança - Projeto de mediação em teatro em parceria com a Casa Quatro Ventos e Rumo de Cultura - projeto realizado na CAIXA Cultural Curitiba.CINDY NAPOLI - produtora executivaCindy Napoli é produtora e gestora cultural desde 2003.Foi sócia e responsável pela gestão e produção do Vila Arte Espaço de Dança, espaço cultural sob direção artística de Cintia Napoli. Neste espaço criou redes com importantes projetos culturais e artistas e se especializou na produção de dança contemporânea.Desde 2007 é responsável pela produção da desCompanhia de dança - dirigida por Cintia Napoli, e do IMP – Investigação do Movimento Particular (núcleo de pesquisa em dança) - coordenado por Juliana Adur.Com a desCompanhia de dança, foi responsável pela produção de 17 espetáculos, 1 videodança e 1 documentário, além de eventos de intercâmbio e mostras entre a Cia e outros grupos/artistas e de duas circulações nacionais, ambas viabilizadas pelo Prêmio Funarte Klauss Vianna de Dança 2012 e 2013; além da participação em importantes eventos como o Tanz Tage Ingolstadt 2025 e Internationales TANZ Festival 2011 (Festival Internacional de Dança de Ingolstadt/Alemanha), 12° Festival de Dança de Londrina/PR, 5° Caxias em Movimento/RS, Modos de Existir – Módulo 3 – SESC SP, entre outros. Com o IMP realizou 7 edições anuais do núcleo de forma independente (2007 a 2013), além da produção do projeto Conexões IMP e do lançamento do livro Investigação do Movimento Particular, publicação comemorativa dos 10 anos de trajetória do núcleo. DIEGO MARCHIORO - direção produção e elenco Diego Marchioro é artista curitibano, formado em cinema e mestre em artes pela UNESPAR e PPGARTES. É gestor da Rumo de Cultura há 19 anos, produtora multi área que se dedica a pesquisa e criação de projetos autorais de pesquisa de linguagem, em criações que buscam preservar a história e memória de nossos artistas e do país. Como recentemente a exposição Poty Expandido - 100 anos de Poty Lazzarotto (2024), série documental Princípios do Teatro Curitibano (em finalização), contando as histórias de artistas da cidade dos anos 60 a 80; 5 Danças (2022/2024) com dançarinas compartilhando corpos com mais de 40 anos de carreira; Projeto Herbert Daniel (2023) em parceria com a Distinta Companhia, a partir da vida e obra do escritor e ativista; livro e exposição Gesto Contínuo - 15 anos de fotografia de cena de Elenize Dezgeniski (2019). Realiza projetos que promovem a formação e mediação buscando a aproximação do público ao fazer artístico e fruição das obras com o projeto PÚBLICO DANÇA (2025) PÚBLICO TEATRO (2023). MILLA JUNG - ações sócio educativas (rubrica especialista:pesquisador)Milla Jung (Curitiba, 1974) É artista e pesquisadora em artes visuais, investigando atualmente os seguintes contextos: no campo da imagem - com a produção de fotografias, vídeos e instalações - a relação entre contemporaneidade e os efeitos da tecnosfera; e em processos colaborativos, com práticas artísticas instituintes – jograis, intervenções, situações – a invenção de outros modos de operar na esfera pública. É doutora em Poéticas Visuais pela USP (2018), mestre em Teoria da Arte pela UDESC (2007), especialista em Fotografia como Instrumento de Pesquisa em Ciências Sociais pela UCAM (RJ), e tem aperfeiçoamento pelo Centro Internacional de Fotografia – ICP (USA) e pela Escola para Assuntos Fotográficos de Praga. Recentemente foi contemplada pelo prêmio “Trajetória em Artes Visuais” e “Outras Palavras” na categoria Ensaios Críticos da SEEC/PR (2022), “Prêmio Mobilidade Artística” (2023), “Prêmio Arte em Toda Parte” (2021) e “XII Prêmio Marc Ferrez de Fotografia” (2015) da FUNARTE e Prêmio Artista de Impacto do Paraná (2023). Entre suas principais exposições estão 11o Salão Victor Meirelles (MASC/SC), Vivemos pra isso (Ateliê 397/SP), Geração 00 (SESC Belenzinho/SP), Segunda Natureza (MUPA/PR), Deserto de Real (Museu Victor Meirelles/SC), 63o Salão Paranaense (MAC/ PR).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.