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O Projeto visa a realização de apresentações do espetáculo teatral "Com Juiz (o)". Baseado na vida de um menino que começou trabalhando para uma empresa de fast food, depois em um banco, foi estudar para ser juíz e hoje fomenta o futebol ao gerenciar uma escola de futebol.
SINOPSE DA OBRACom Juiz(o) levará ao público a história de uma figura tão folclórica na sociedade - o árbitro de futebol - de forma nunca vista e abordada. O árbitro aposentado, contando seus causos e seus dramas, ao longo de 60 minutos, em uma encenação autobiográfica que só poderia ser performada por um não-ator que fez carreira como um dos performers mais fatídicos que há. O homem que toda semana enfrentava um palco com dezenas de milhares de espectadores, com milhões de olhares, o único com um uniforme diferente, que se comunicava majoritariamente por gestos e pelo soprar de um leve objeto de plástico. Não somente, claro. Ele também usa as palavras. Quase que exclusivamente gritadas e de baixo-calão.Para acompanhar essa ilustração, outro ator encenará alguns dos protagonistas dessas histórias futebolísticas. Encenando um pouco de cada um dos infindáveis antagonistas do árbitro: jogadores, treinadores, torcedores, dirigentes, jornalistas, chefes de federação.O espetáculo contará histórias e bastidores incríveis do mundo do futebol, como expulsar um jovem Neymar, apitar um Palmeiras e Corinthians torcendo para o Palmeiras, ter que ser escoltado até a porta de casa pela polícia por causa das ameaças de uma torcida, além é claro de todas as bonitas e grandes amizades que o futebol o proporcionou, com figuras como Cafu, Neto, entre outros.O que acontece com um juiz de futebol depois que ele se aposenta? Jogadores viram treinadores, empresários, comentaristas, políticos. Treinadores tendem a dedicar-se a família, ao descanso. Dirigentes vão trabalhar com outras profissões. Jornalistas escrevem livros, viram comentaristas, podcasters e afins. Mas e os juízes? Alguns viram comentaristas. Mas só alguns, uma remota minoria. Outros, beirando os 50 anos, sem terem ganho dinheiro o suficiente para poderem parar de trabalhar, têm que se reinventar. E a maioria, cai no ostracismo.Não é o caso de Rodrigo Braghetto. Desbocado, engraçado, conhecido no meio do futebol, vivido, experiente e, talvez o mais importante de tudo, extremamente honesto. Quando aposentado, Braghetto escolheu falar. Falar sobre tudo. Sobre como mesmo sendo um excelente árbitro, justo e criterioso, nunca deixou de torcer para o seu time do coração. Sobre como o dia-a-dia dessa profissão é difícil, muitas vezes injusta, quase sempre solitária, costumeiramente desgraçada na cultura popular. E não só, Braghetto também fala sobre o lado humano do árbitro. Sobre a sua depressão após pendurar o apito que quase o levou ao suicídio, sobre abandonar o seu filho para se dedicar à carreira.E dessa forma, acaba por ser um dos únicos árbitros no Brasil que, após aposentado, advoga pela melhoria das condições da profissão. Com Juiz (o) conta a história pouquíssimo explorada de uma das vertentes mais importantes do futebol, no país do futebol. No Brasil, futebol é mais do que uma atividade, mais do que entretenimento. É um profundo aspecto cultural, que define costumes, define identidades, define classes sociais, define pessoas. E contaremos essa vertente, através da história desse cidadão, de quem o futebol deu tanto, tirou tanto, mas que nunca foi arbitrário.
OBJETIVO GERAL: O objetivo do projeto é realizar apresentações teatrais da peça COM JUIZ (O) na cidade de São Paulo, ao longo de 12 meses.OBJETIVO ESPECÍFICO: Realizar 16 apresentações teatrais da peça de humor, COM JUIZ (O), em teatros profissionais, na cidade de São Paulo-SP. As apresentações acontecerão ao longo de 12 meses, não necessariamente consecutivos, e podem variar de locais de apresentação dentro da cidade, para se atingir maior variedade de públicos.
COM JUIZ (O) trará um olhar diferenciado e unirá duas grandes vertentes da cultura brasileira: o teatro e o futebol. Esta peça teatral contará a história verídica, e interpretada pelo próprio, Rodrigo Braghetto. Um arbitro profissional de futebol aposentado, que apitou profissionalmente por 14 anos, entre 1999 e 2013. Grande parte das milhares de partidas apitadas pelo árbitro foi na 1ª Divisão do Campeonato Paulista de Futebol Masculino e na Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol Masculino.O árbitro de futebol é um profissional no mínimo atípico. Sua principal função é legislar uma atividade multiplamente regrada, resolvendo no calor do momento dilemas entre dois grupos de dezenas de homens com os nervos à flor da pele, sempre gerando discordância em um desses grupos. Isso, sob os gritos e escrutínio de 40 mil cidadãos presentes no estádio, e, como se não bastasse, outros tantos milhões assistindo com a mais aproximada atenção que as lentes das câmeras televisivas podem ofertar. Tal profissão tão extrema, por mais que envolva fama e a indústria bilionária do esporte mais popular do planeta, ainda é seriamente mal remunerada.Mesmo sendo uma profissão que traz tanto ensinamento à sociedade e ao ser humano, em si. A profissão de árbitro, requer uma pessoa justa, disciplinada, esforçada, persistente. Nas palavras do próprio árbitro "a profissão de juiz aflora as características do ser humano que ali se encontra". É no calor do jogo com o estádio lotado e a espontaneidade do lance que se vê quem é aquela pessoa. Se ela é medrosa, valente, determinada, entre outros. Para se tornar um árbitro profissional, se passa por todas as divisões, por todas as etapas, rigorosamente delineadas. Os valores que o futebol traz para a sociedade, como a democratização, a união, o companheirismo, estão intrínsecos na figura do juiz. Diante de tudo isso, o autor do projeto, Chris Goldenbaum, propõe que se coloque nos palcos tal figura, representada aqui por Rodrigo Braghetto. Um homem que teve que optar, aos 23 anos, entre seguir a carreira de bancário e a de juiz. Que se tornou um dos principais juízes do país, que passou pela célebre crise da ‘Máfia do Apito’, um dos capítulos mais tristes da história do futebol. E que teve a sua carreira terminada bruscamente após uma falsa denúncia na véspera de apitar a finalíssima do campeonato paulista, que seria o grande jogo da sua carreira. Além da história em si, há a questão moral que é ser o responsável por arbitrar a lei em um esporte tão popular, dominado pelas paixões mais extremas de seus espectadores. O árbitro de futebol é um personagem extremamente simbólico na nossa sociedade. E nos palcos, toda essa reflexão será entregue ao público sob a moldura dos hilários causos que tecem o infindável folclore do futebol brasileiro.No entanto, para se financiar com excelência e levar um produto tão simbólico à sociedade, existe um rigoroso processo que se inicia muito antes de se vender um ingresso sequer. Nos referimos ao meticuloso desenvolvimento do texto que faça jus à tamanha história, ensaios com atores já remunerados, alugueis de espaço para estes ensaio, tempo dos técnicos de Luz e Som para fazerem os desenhos de suas contribuições para a obra, pesquisa e investimentos de preparo para cenografista e figurinista, passos iniciais de estratégias de marketing para a divulgação - tais como desenvolvimento de identidade visual, gravação e design de conteúdos, financiamento de anúncios - entre outros. Todos esses aspectos são custosos e para que se possa investir neles, a arrecadação de fundos junto a incentivadores da cultura nacional se faz uma condição primordial para a realização do projeto. Assim, com o indispensável apoio da Lei de Incentivo À Cultura, nós poderemos levantar tais fundos e fazer com que o projeto seja alavancado com a qualidade que merece, podendo assim materializar o seu potencial de se tornar um sucesso comercial em termos de vendas de ingressos, fazendo com que o investimento gerado através da Lei retorne em grandes proporções para a sociedade brasileira, tanto em termos financeiros, quanto em termos culturais.Dessa forma, a peça COM JUIZ (O) atende a inúmeros aspectos do Art. 1º da Lei 8313/91, por promover o debate de temáticas de suma importância cultural, extremamente atuais, e tocam em questões pertinentes sobre hábitos, costumes e comportamento da sociedade. Conforme citado nos pontos: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX. priorizar o produto cultural originário do País.Isto também se aplica a toda a equipe artística e técnica do espetáculo, que avançará em suas carreiras ao realizar mais um trabalho que lhes permite manterem-se dedicados e se aprimorarem em suas respectivas funções, sejam como atores, diretores, produtores, figurinistas, técnicos de som, operadores de iluminação, eletricistas, entre outros. Cada vez que esses profissionais podem estar fazendo parte de um projeto como este, sendo devidamente remunerados e com estrutura e recursos para exercerem seus talentos e esforços, toda a indústria avança. Isto é mencionado nos pontos: III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Para haver uma sociedade plural e rica culturalmente, é crucial que se tenha uma classe artística que possa dedicar-se em período integral às suas criações, em uma indústria pautada pela economia criativa que permita que o talento, o aprendizado e a dedicação sejam fomentados. COM JUIZ (O) é um produto que contribuirá para tal economia. Aplica-se, dessa forma, alguns fundamentos do Art. 3° da Lei 8313/91. Tais como:II - fomento à produção cultural e artística, medianteb) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;A produção do espetáculo incluirá na Contrapartida, uma cota de distribuição de ingressos, portanto cumprindo também o seguinte ponto:IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTOProduto principal: Artes CênicasDuração de cada apresentação: 80 minutos. O texto da peça possui 50 páginas.Participação de dois atores presencialmenteCenário: fixo, apenas com movimentação de objetos de cena, ainda em fase de criaçãoIluminação: uso de Rider técnico standard de teatro, para ambientaçãoSonografia: música de trilha sonora e áudios que serão executados durante a peça. Microfones só serão usados em teatros acima de 300 lugares.Indicação: 12 anosGênero: Comédia
A peça teatral COM JUIZ (O) será apresentada somente em teatros profissionais, regulamentados e com seus devidos alvarás em dia. Sendo assim, a peça nunca será apresentada em um lugar que não cumpra rigorosamente as exigências do Decreto nº 5.296/2004. Tais exigências incluem:a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:i. Disponibilização de infraestrutura (rampas, elevadores e barras laterais) eadaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar oacesso;ii. Reserva de assentos em locais de fácil acesso para facilitar a entrada e saída depessoas usuárias de cadeiras de rodas ou mobilidade reduzida;Em termos de acessibilidade no aspecto Comunicacional, a produção se compromete em fazer 1 sessão, a cada 4, que tenha as seguintes medidas:b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Para pessoas com deficiência visual:i. Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde opalco até a plateia) que permita o acesso informações importantes para acompreensão do conteúdo, como: elementos do cenário, figurinos e trocas decenas;ii. Audiodescrição das cenas que ocorrerão durante as apresentações (incluindo osdiálogos, as movimentações dos atores e as mudanças de cenário) que permita oacesso informações importantes para a compreensão do conteúdo, como:elementos do cenário, figurinos e trocas de cenas;iii. Visita ao cenário: 30 minutos antes do início da peça, pessoas cegas e com baixavisão são convidadas para subir no palco e tocar o cenário orientadas porprofissional de audiodescrição;iv. Piso tátil para deficientes visuais;v. Placas de sinalização em braile;vi. Disponibilização de bengala inteligente;Para pessoas com deficiência auditiva:i. Profissionais Intérpretes e tradutores em Libras capacitados para inclusão deouvintes nos contextos da Cultura Surda e acesso dos Surdos em produçõesculturais em linguagem fonética;ii. Legendagem oculta (Closed caption) para pessoas com deficiência auditiva ouSurdas, salvo se beneficiado não alcançar a linguagem da legenda;iii. Sinais viso-motores para Surdos e deficientes auditivos;Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:i. Monitoria especializada inclusiva. (proteção de sons altos, luzes fortes emultidões para pessoas no caso de pessoas TEA);ii. Disponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seuacompanhante em locais com iluminação amena, menos barulho (janelasantirruído) ou aglomerações. Fast pass em filas de acesso (acesso pela saída); Para professores e funcionários da rede pública de ensino:i.Após a apresentação, os artistas envolvidos no projeto farão um workshop onde temas serão trazidos como demandas do nosso pais, trazendo o futebol como metáfora dos problemas socias e do dia a dia.
O projeto, em todas as suas apresentações, oferecerá uma cota de 10% dos ingressos disponíveis à venda, como 'Ingresso popular inteira e meia-entrada', sendo cobrado apenas um valor simbólico. Esses ingressos só serão divulgados ou distribuídos para cidadãos em regiões de vulnerabilidade ou menores de idade. Essa medida visa aumentar o alcance da obra para cidadãos com menos recursos de se adquirir cultura, e para incentivar e demonstrar os benefícios de se consumir uma peça de teatro. Além disso, elaboraremos as seguintes ações para democratizar o acesso da peça COM JUIZ(O):V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público. Para o público de uma maneira geral:• O projeto busca promover o acesso democrático à arte teatral e fortalecer a formação de público, por meio de um conjunto de ações sociais e educativas que garantem o retorno cultural à comunidade.Serão implementadas as seguintes contrapartidas:1. Distribuição gratuita de ingressos:Serão disponibilizados gratuitamente 15% dos ingressos de todas as apresentações para estudantes de escolas públicas, pessoas idosas, pessoas com deficiência e beneficiários de programas sociais, mediante parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e instituições locais.2. Apresentação gratuita em espaço público:Será realizada sessões gratuitas do espetáculo em praça pública ou centro comunitário, com entrada franca, priorizando regiões com menor oferta de atividades culturais.3. Ações formativas:Serão oferecidas duas oficinas gratuitas de iniciação teatral, voltadas a jovens de escolas públicas, abordando técnicas de expressão corporal, improvisação e montagem cênica.4. Acessibilidade:Pelo menos uma sessão contará com intérprete de Libras e audiodescrição, garantindo a inclusão de pessoas surdas e com deficiência visual.5. Material educativo:Será produzido e disponibilizado gratuitamente (em formato digital) um caderno pedagógico com informações sobre o processo criativo, temas abordados e exercícios teatrais, voltado a professores e alunos da rede pública.Com essas ações, estima-se o atendimento direto e gratuito de aproximadamente [número estimado de beneficiados] pessoas, ampliando significativamente o acesso à arte teatral e contribuindo para a difusão cultural e a formação de novos públicos.
FICHA TÉCNICAA proponente do projeto, Claudia Apóstolo, é uma atriz, diretora e produtora teatral com 38 anos de experiência no teatro. Já tendo trabalhado em centenas de produções nas três capacidades citadas acima, além de atuar como educadora, ensinando as artes corporais a crianças e adolescentes. Como produtora Foi produtora em projetos do SESC como “Zelia Duncan em Homenagem a Naná Vasconcelos” e “Jazz At Lincoln Center, com Wynton Marsalis, no SESC” - este um projeto de residência, de 15 dias, com 47 músicos norte-americanos.Claudia Apóstolo é atriz, diretora e produtora desde 1988. Participou de produções culturais de destaque, abrangendo teatro, música e dança. Dirigiu várias montagens teatrais, dentre elas: Entre Facas e Segredos, Detetive e Rasga Coração. Foi produtora em projetos do SESC como “Perdoa-me Por Me Trair”, de Nelson Rodrigues.É educadora em escolas Waldorf desde 2006, dirigindo peças de teatro e promovendo a integração entre arte e educação. Em 2024 aceitou o desafio de transportar para os palcos uma das célebres personagens de Felipe Xavier, em "Meu Nome É Sandra".Chris Goldenbaum - Idealizador, Autor e ProdutorNatural de São Paulo capital, nascido em dezembro de 1991. Formado em Cinema e Vídeo, o autor costuma brincar que “saiu da faculdade de cinema preferindo ir ao teatro”. A vivacidade do teatro e a vulnerabilidade que autores e atores se põe no palco teatral, sempre foram sua grande paixão até que Goldenbaum criou coragem para dar o grande passo de ir além de ser somente um amante desta arte, mas também um contribuidor dela. No entanto, antes disso, Chris passou mais de uma década da sua vida profissional adquirindo grande experiência de produção e escrita. Trabalhou como repórter, cobrindo diferentes tópicos do Brasil para veículos estrangeiros. Isso inclui matérias televisivas, escritas, documentários e podcasts. Ele também materializou seu interesse por contar histórias de ficção no podcast em formato de Audiossérie que criou, escreveu e produziu, intitulado Envenenados. O primeiro grande trabalho de Chris no teatro iniciou-se em 2024, ao produzir a peça Meu Nome É Sandra, com o humorista Felipe Xavier. As responsabilidades do produtor na obra incluem montagem da turnê, negociação com teatros, estratégia de vendas, definição de valores de ingressos, coordenação de dia de espetáculo, logística de cenário, gerenciamento de equipe e aspectos técnicos, entre outros.Letícia Arese - Produtora ExecutivaPublicitária com mais de 25 anos de experiência nas áreas de Comunicação e Marketing em grandes empresas e também como consultora de Planejamento Estratégico.Formada em cursos livres de literatura russa, latino-americana e brasileira. Curadora e mediadora de Clubes de Leitura, com grupos presenciais há 2 anos no Espaço Mutatis em Moema, dos quais mais de cem pessoas já participaram. Criadora de conteúdo literário há mais de 7 anos no perfil do Instagram @literaturaqueinspira, atualmente com mais de 10 mil seguidores.Rodrigo Braghetto - AtorRodrigo Braghetto, ex-árbitro de futebol, nasceu no dia 30 de junho de 1975. É formado em Administração de Empresas, Educação Física e pós-graduando em Futebol e Futsal Ciências do Esporte. Sempre possuiu duas profissões, quando não estava apitando, atuava como administrador de empresas. Foi árbitro da FPF (Federação Paulista de Futebol), desde 1997 e da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), desde 1999. Participou de vários campeonatos, Paulista e Brasileiro. É também presidente do Instituto Cartão Vermelho onde o futebol é apenas a ferramenta de inclusão social na difícil missão de formar crianças e jovens como cidadãos. Rodrigo Braghetto, no alto de seus 38 anos, anunciou que não apitaria mais jogos profissionais. A informação veio logo depois dele ter pedido dispensa da final do Campeonato Paulista de 2013, entre Santos e Corinthians, realizado na Vila Belmiro. Mas a decisão de deixar o futebol, já vinha sendo estudada por ele, que apita há 17 anos, foi tomada diante do conflito de interesses. Em sua visão, é impossível viver apenas de arbitragem no Brasil. Todavia, o anúncio de que não apitaria mais surgiu de uma grande polêmica. Foi ao vivo, durante entrevista no programa Arena, do SporTV, por conta de um contrato de prestação de serviços com o Corinthians e outros clubes. A polêmica começou na manhã do dia 17 de maio de 2013, após um blog publicar que a empresa em que Braghetto trabalha presta serviços ao departamento amador do Corinthians há dois anos, onde ele é sócio-diretor. Diante da repercussão negativa, a FPF o retirou da escala da final do Paulistão e um novo sorteio foi realizado.Desde então, Braghetto se dedica a fomentar a educação e disciplina no futebol, treinando jovens jogadores e juízes em uma escola de futebol na capital paulista.Rogério Pereira da Silva, o Giba - IluminadorGiba possui mais de 30 anos de experiência, apesar de ter apenas 53 anos. Crescido dentro do teatro, já trabalhou em centenas de produções com os mais célebres atores e diretores do teatro nacional, como Claudia Raia, Pedro Cardoso, Gerald Thomas, Juca Toledo, Vera Holtz, Enrique Diaz, entre muitos outros. Sua vasta experiência como iluminador trará ao espetáculo um nível de qualidade da mais alta classe artística, como o espetáculo aspira.J.C.Serroni - CenógrafoFormado em Arquitetura pela FAU/USP, iniciou sua carreira em 1972, com a cenografia de Souzalândia, de Augusto Francisco. Trabalhou na TV Cultura e desenvolveu uma tese sobre edifícios teatrais, unindo cenografia e arquitetura. Destacam-se seus trabalhos em Sonho de Uma Noite de Verão (1979), Morte Acidental de Um Anarquista (1982) e Hamlet (1984).Foi responsável pela reforma de teatros no Brasil pelo Inacen e assinou cenografias premiadas como Nelson 2 Rodrigues (1989) e Vereda da Salvação (1993). Sua participação na Quadrienal de Praga e na 20ª Bienal Internacional de São Paulo trouxe reconhecimento internacional.Em 1999, fundou o Espaço Cenográfico e publicou o livro Teatros - Uma Memória do Espaço Cênico no Brasil. Recebeu diversos prêmios, incluindo o Mambembe e Apetesp (Associação de Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo), destacando-se como um dos principais cenógrafos brasileiros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.