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PRONAC 2510351Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Saberes de Axé - Oficinas de Tranças Afro-Brasileiras

FLORIANA APARECIDA DOS SANTOS
Solicitado
R$ 198,2 mil
Aprovado
R$ 198,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Povos de Terreiro
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Contagem
Início
2025-12-01
Término
2026-12-01
Locais de realização (1)
Contagem Minas Gerais

Resumo

O projeto Saberes de Axé _ Oficinas de Tranças Afro-Brasileiras propõe a realização de oficinas formativas gratuitas conduzidas por trancistas e mestras do Ilê Asé Igba Ogum, em Contagem/MG. As ações envolvem a transmissão de técnicas tradicionais de trançar, suas simbologias e significados culturais, promovendo a valorização da estética afro-brasileira, o fortalecimento da identidade negra e a preservação dos saberes ancestrais dos povos de terreiro.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a formação cultural e a valorização dos saberes ancestrais afro-brasileiros por meio de oficinas de tranças tradicionais, reconhecendo o trançar como patrimônio imaterial, instrumento de resistência e expressão identitária dos povos de terreiro.Objetivos Específicos- Realizar 5 oficinas gratuitas de tranças afro-brasileiras, com duração média de 20 horas cada, atendendo 100 participantes diretos e cerca de 300 beneficiários indiretos da comunidade de Contagem e região metropolitana, valorizando o ofício das trancistas como saber tradicional e expressão cultural afro-brasileira;- Realizar 1 mostra pública de encerramento, com exposição de penteados e roda de conversa sobre estética, ancestralidade e identidade negra;- Produzir registro audiovisual e fotográfico das oficinas, dos penteados criados e dos depoimentos das participantes, como forma de preservação e difusão da memória cultural dos povos de terreiro.

Justificativa

O trançar dos cabelos é uma prática ancestral de origem africana que ultrapassa o campo estético. É uma expressão simbólica e cultural que comunica pertencimento, identidade, status social e história, transmitida entre gerações principalmente pelas mulheres negras. Nas comunidades afro-brasileiras e, especialmente, nos terreiros, as tranças constituem um modo de fazer tradicional, carregado de significados espirituais e afetivos, que reafirma a beleza, a memória e a resistência do povo negro.O projeto Saberes de Axé _ Oficinas de Tranças Afro-Brasileiras nasce da necessidade de reconhecer e preservar o trançar como patrimônio imaterial, valorizando as trancistas como guardiãs de um saber ancestral e fortalecendo a autoestima, a identidade e o empreendedorismo cultural da população negra.As oficinas propostas representam mais do que uma ação estética: são processos educativos e culturais que articulam memória, ancestralidade e criação contemporânea. Por meio da prática e da oralidade, o projeto promove a transmissão de saberes tradicionais, estimula o diálogo entre gerações e reforça os laços comunitários e identitários.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais _ Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é essencial para garantir a viabilização financeira deste projeto, uma vez que se trata de uma ação sem fins lucrativos, de caráter formativo, gratuito e de relevante interesse público, voltada à democratização do acesso à cultura e à valorização de patrimônios culturais imateriais afro-brasileiros.O projeto se enquadra no Art. 1º, incisos I e III, que tratam de:I _ estimular a produção, a prática e a difusão das atividades culturais e artísticas;III _ proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro.E contribui diretamente para o alcance dos objetivos estabelecidos no Art. 3º, incisos II, III e V, da mesma lei:II _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;III _ preservar a memória e proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;V _ democratizar o acesso aos bens de natureza cultural.Portanto, o Saberes de Axé _ Oficinas de Tranças Afro-Brasileiras é uma iniciativa que preserva, difunde e democratiza um saber tradicional afro-brasileiro, atuando diretamente na valorização da diversidade cultural, na promoção da igualdade racial e no reconhecimento dos povos de terreiro como agentes ativos na construção do patrimônio cultural brasileiro.

Acessibilidade

Acessibilidade Física As atividades do projeto serão realizadas em espaços de fácil acesso, com infraestrutura adaptada para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Serão instaladas rampas móveis de acesso, banheiros químicos acessíveis e áreas de circulação ampliadas durante as oficinas e na mostra final. A equipe de produção disponibilizará apoio presencial para orientação do público e adaptação dos ambientes quando necessário, assegurando condições adequadas de participação.Acessibilidade de Conteúdo Com o objetivo de garantir a compreensão e o acesso pleno aos conteúdos culturais, o projeto adotará as seguintes medidas:- Presença de intérprete de Libras em todas as oficinas e na mostra pública de encerramento;- Produção de legendagem descritiva e audiodescrição no vídeo-documentário;- Disponibilização do catálogo digital em formato acessível (PDF com descrição de imagens e compatibilidade com leitores de tela);- Utilização de linguagem inclusiva e acessível nos materiais de divulgação e redes sociais;- Disponibilização de versões com contraste ampliado para peças gráficas digitais.Essas ações visam promover o acesso universal, garantindo que pessoas com deficiência auditiva, visual ou mobilidade reduzida possam participar plenamente do processo formativo e usufruir dos produtos culturais resultantes do projeto.

Democratização do acesso

O projeto Saberes de Axé – Oficinas de Tranças Afro-Brasileiras tem como princípio central a gratuidade e o acesso democrático à cultura. Todas as oficinas serão oferecidas gratuitamente à comunidade, com inscrições abertas e ampla divulgação em escolas, centros culturais, redes comunitárias e meios digitais, priorizando a participação de mulheres negras, jovens e pessoas da periferia de Contagem e região metropolitana.As atividades acontecerão em local de fácil acesso, em horários inclusivos, garantindo a participação de diferentes públicos. A mostra pública de encerramento também será gratuita e aberta, funcionando como um espaço de socialização dos resultados, valorização das participantes e fortalecimento da autoestima coletiva.Os produtos resultantes — vídeo-documentário e catálogo digital — serão disponibilizados online e gratuitamente, permitindo que o conteúdo alcance um público mais amplo, inclusive em outras regiões do país. Esses materiais também serão distribuídos a escolas públicas e entidades culturais, ampliando a difusão dos saberes tradicionais afro-brasileiros.Além disso, o projeto assegura acessibilidade física e comunicacional, com intérprete de Libras, legendagem e audiodescrição, garantindo o acesso pleno de pessoas com deficiência.Dessa forma, a democratização de acesso se concretiza tanto na participação presencial das oficinas quanto na circulação gratuita dos produtos culturais, contribuindo para o fortalecimento da cidadania cultural e para a valorização da diversidade étnico-racial.

Ficha técnica

• Proponente/Direção Geral: Ilê Asé Igba Ogum – Mãe Cida Ti Ogum.• Coordenação de Produção• Coordenação de Comunicação:• Equipe de Registro Audiovisual: fotógrafos e videomakers.• Equipe de Acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescritor.• Equipe Administrativa: apoio técnico e contábil.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.