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Este projeto pretende realizar uma Mostra de Cinema e Cultura, com prioridade ao cinema e audiovisual com predominância da temática "O homem e suas manifestações culturais e paisagens", numa programação dinâmica de oficinas, palestras, apresentações artísticas de grupos e individuos municipais e de outras regiões e cidades, com duração de 5 dias dias.
FILMESA programação dos filmes e obras que serão apresentadas na programação oficial do I Festival de Cinema de Carolina será definida somente após o trabalho da Curadoria, sendo encaminhada posteriormente ao Ministério da Cultura. OFICINAS- Oficina “Ideia na cabeça e celular na mão”, aberta ao público interessado em aprimorar a captação videográfica em seus aparelhos celulares;- Oficina de Cerâmica - processos de preparação, criação artística, louças, azulejos, estatuetas e outras esculturas. e queima do barro;- Oficina de palhaço da etnia indígena Krahô (Hotxuá – arte milenar) - confecção de tintas naturais para pintura corporal, a arte do riso e contação de histórias”;- Oficina de fotografia voltado para Turismo ecológico e cultural. MASTERCLASSESCada atividade terá duração prevista de duas horas e meia.- Masterclass “O básico para um bom roteiro de cinema e TV”;Nesse intensivo, os participantes aprenderão noções básicas de escrita de roteiro, desenvolvimento de escaleta, estruturação de cenas e sequências, a importância do script doctoring e outros assuntos que surgirem ao decorrer da atividade.- Masterclass “Produção cultural e seus desafios”;Bate papo com um produtor de carreira da área cultural, que irá detalhar os maiores desafios enfrentados pelos profissionais da cultura. Através da própria trajetória, esse profissional irá compartilhar com o público suas vivências nas produções que marcaram sua carreira.- Masterclass “A fotografia e sua importância no cinema”Noções básicas de sombra e luz, estrutura de planos, enquadramento, contraste, tipos de lentes e tons da imagem.- Masterclass “A Revolução Youtube: como as plataformas digitais se tornaram a principal opção das novas gerações”Presença de três profissionais de empresas que possuem grande sucesso fora do circuito rádio/TV. Para essa ação, a proposta é trazer representantes do Youtube, Netflix e Google.- Roda de debate com os criadores dos curta-metragens produzidos na Oficina “Ideia na Cabeça e Celular na Mão”- Apresentação cultural com o músico e compositor maranhense Zeca Baleiro e com os grupos tradicionais da etnia Krahô com Hothûa, as Quebradeiras de Coco Babaçu e a roda de Contos e Causos, celebrando a diversidade cultural regional em uma noite de diálogo entre a música contemporânea e as expressões ancestrais.
Objetivo GeralRealizar a Mostra de Cinema e Cultura de Carolina, no sul do Maranhão, é criar um território de encontros entre imagens, pessoas e paisagens. Durante cinco dias, a temática "O homem em suas manifestações culturais e suas relações com as paisagens" ganhará vida não só na tela, mas no convívio entre filmes, saberes tradicionais, gastronomia e expressões artísticas locais. Mais do que exibir produções audiovisuais, a mostra pretende educar o olhar, promover o intercâmbio de saberes e celebrar a diversidade cultural como parte fundamental da identidade da região. É através desse diálogo que se constrói uma experiência transformadora, capaz de revelar novas perspectivas sobre o lugar e suas gentes.Objetivos Específicos1. Exibir filmes de generos diversos, tendo como fio condutor a tema´tica "O homem em suas manifestaço~es culturais e suas relações com os recursos naturais"; Serão apresentados 5 longas metragens e 5 curtas metragens;2- Realizar 4 apresentações de grupos tradicionais integradas à programação diária da mostra, incluindo: 1 apresentação do povo Krahô, 1 das quebradeiras de Coco Babaçu, 1 do Boizinhos da Ascan e 1 noite imagética de contos de causos, valorizando assim as expressões culturais populares da região como eixo central do evento.3 - Promover a oficina "Ideia na Cabeça e um Celular na Mão", com 30 horas de formação em audiovisual para 20 jovens, utilizando tecnologias acessíveis. Os melhores curtas produzidos, de até 5 minutos, serão exibidos em sessão especial durante a mostra, integrando a programação oficial como contrapartida social e estímulo à produção local.4 - Relizar 2 oficinas durantes o evento;Oficina de ceramica e do palahço ancestral Krahô , o Hotwua.5 - Promover 01 (quatro) masterclasses com profissionais da indústria criativa;6 - Realizar 1 sessão especial de encerramento do evento com show do cantor Zeca Baleiro.
JUSTIFICATIVA LEGALEste projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Este projeto pretende alcançar os seguintes objetivos estabelecidos pelo Art. 3º da Lei 8313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:JUSTIFICATIVA HISTÓRICO-CULTURAL O município maranhense de Carolina (1810) é o Paraíso das Águas e reúne rico atrativo de cachoeiras, rios, cânions, trilhas ecológicas, pousadas, hotéis-fazendas, churrascarias no Pólo Turístico da Chapada das Mesas, com águas cristalinas, paisagens deslumbrantes, recantos naturais com infraestrutura acolhedora, com outros municípios vizinhos (Portal da Chapada, Pedra Caída, Itapecuru, São Romão, Cachoeiras do Prata, Poço Azul, Encanto Azul, Cachoeira Santa Bárbara), é uma cidade considerada por escritores como "centro de efervescência cultural", berço de grandes personalidades que contribuíram com importantes produções literárias no Estado, e com cerca de 24.000 habitantes (IBGE, 2020), atividades produtivas voltadas para o setor turismo, comércio local, pecuária, indústria cerâmica e de embarcações. Aqui, diante de vasto potencial turístico, cultural e econômico, a I Mostra de Cinema e Cultura de Carolina objetiva estrategicamente dinamizar a cultura através do cinema e audiovisual, com feira de produtos criativos regionais, culinária, moda e capacitação por oficinas e palestras sobre cinema e audiovisual a jovens e profissionais, incluindo escolas e órgãos públicos, pequenos cursos, masterclasses, apresentações de música, canto e dança tradicionais do Sul do Maranhão e de cidades vizinhas, rodas de debate com líderes e articuladores culturais da região, em dias de ações e vivências culturais, afim de resgatar o título de Carolina Pólo Cultural da Região Sudeste Maranhense. Como forma de contribuição decisiva ao reconhecido valor histórico de Carolina e ao seu potencial turístico, bem como às culturas tradicionais das regiões que a circundam, esta ostra faz-se necessária diante das rápidas adaptações sociais, culturais e ambientais já desencadeadas por grandes projetos desenvolvimentistas instalados na região, valorizando, portanto, a importância de projetos de incentivo e dinamização da economia criativa local, como aqui proposta, causando grande impacto sociocultural e econômico positivo na região, inclusive resgatando conhecimentos tradicionais e promovendo sua valorização, como várias etnias e 20 territórios indígenas. A Mostra traz luz ao entendimento da cultura regional e a dinamiza, incentivando a criação de políticas de valorização social, de autoestima do povo brasileiro e sua diversidade fundante, de proteção da biodiversidade, entre outros temas correlatos. A iniciativa do evento deve ser considerada como veículo de inclusão social, na medida em que cria oportunidades de acesso a uma população diversificada do Sul do Maranhão a assistir e produzir filmes. Voltados à valorização da cultura de origem e dos ricos recursos naturais existentes na região, os filmes documentários, ficção e de animação, podem ter um caráter educativo eficiente, por abordarem temáticas atuais de forma dinâmica. Como estratégia educativa, os filmes, as apresentações culturais e as oficinas se interagem, instrumentalizando os participantes e o público em geral, materializando assim possíveis frutos gerados a partir da Mostra a serem divulgados por várias localidades. A atividade turística destaca-se como fator propulsor de localidades, estimulando o crescimento da economia e proporcionando melhor qualidade de vida à população, gerando empregos diretos e indiretos no setor, promovendo a revitalização e a valorização cultural da comunidade local e a afirmação de hábitos e costumes regionais. A Mostra de Carolina tem caráter de ação continuada e permanente. Pretende fazer parte dos calendários oficiais de mostras de cinema do Brasil, tendo como principal diferencial capacitar os moradores de Carolina e região à apreciação e fruição de filmes documentários e de outros gêneros e à produção de audiovisual e cinema.Os benefícios para a cidade com o evento são diversos:Benefícios Culturais1. Acesso gratuito e democrático a filmes, apresentações culturais e oficinais a todos os moradores e turistas da Chapada das Mesas;2. Despertar por meio da imagem cinematográfica o passado histórico do Brasil;3. Sensibilizar as comunidades para o próprio patrimônio (material e imaterial) por meio das produções e exibições cinematográficas com temáticas regionais na oficina "Idéia na Cabeça e um Celular na Mão";4. Estimular novas iniciativas de produções culturais desenvolvidas pela própria comunidade;Benefícios Sociais1. Incentivo ao Turismo Educativo através da formação da consciência crítica, cultural e ecológica para visitantes da Chapada das Mesas, participantes da Mostra e alunos da rede de ensino do município;2. Ampliação e fortalecimento dos laços culturais entre comunidades através da troca de conhecimentos históricos do sul maranhense;3. Participação da comunidade maranhense como um todo em todas as etapas da produção da Mostra;4. Capacitação de agentes culturais ao registro videográfico de suas comunidades;5. Permitir aos diversos profissionais das áreas da cultura a participarem de uma experiência pioneira na região, abrindo portas para a produção de outras iniciativas artísticas e educativas. Benefícios Econômicos1. Incentivo à produção cultural e o turismo na Chapada das Mesas através da circulação de renda para a região;2. Contratação de trabalhadores locais na execução do projeto, fomentando a economia local;3. Viabilizar a geração de renda e circulação de capital dentro da comunidade através da intensificação do fluxo turístico na cidade proporcionado pela Mostra.
Para além de todos os aspectos já elencados, esta proposta da Mostra de Cinema e Cultura de Carolina carrega em sua essência uma dimensão humana e territorial que merece destaque especial. O fato de ser idealizada e conduzida por filhos da terra não é apenas um detalhe biográfico, mas uma qualidade fundamental que garante à programação uma autenticidade rara em eventos culturais. São pessoas que respiram o cotidiano da região, compreendem suas nuances sociais e carregam em seu repertório as memórias afetivas que dão sentido verdadeiro ao conceito "O homem em suas manifestações culturais e suas relações com as paisagens". Esta conexão orgânica possibilita uma curadoria que vai muito além da simples seleção de filmes - é um exercício de escuta sensível do território e suas múltiplas vozes.A mostra se consolida, assim, como um ecossistema cultural integrado, onde as sessões de cinema não se restringem à tela, mas se entrelaçam organicamente com as apresentações dos povos originários, como os Krahô e seus cantos ancestrais que ecoam histórias milenares, com os sabores da gastronomia local que contam memórias através dos temperos, e com as mãos sábias dos artesãos que transformam matéria-prima em narrativa tangível. Essa convivência entre linguagens não é mero cenário, mas o cerne de uma experiência imersiva única, onde o espectador é convidado a sentir, saborear e ouvir as mesmas raízes que inspiram as imagens em movimento.Para além do período de exibição, o caráter formativo da mostra constrói raízes profundas no território. Oficinas permanentes e programas de mentoria funcionam como sementes plantadas para florescer ao longo do ano, assegurando que o conhecimento não se dissipe com o fim do evento, mas se transforme em legado vivo e contínuo. Economicamente, a proposta demonstra uma visão madura de desenvolvimento, articulando-se com políticas públicas e tecendo redes locais de sustentabilidade que fortalecem a cadeia produtiva da cultura regional, fazendo da economia um aliado da memória.Mais do que uma MOstra, esta é uma iniciativa de afirmação identitária, que compreende o cinema não como fim, mas como ponte — entre o local e o global, a tradição e a contemporaneidade, a exibição e a formação. Um projeto que enxerga a cultura não como produto a ser consumido, mas como processo contínuo de transformação e diálogo, no qual cada encontro, cada filme, cada canto e cada oficina são passos em uma caminhada coletiva de valorização do que somos e do que podemos vir a ser, juntos.A experiência de Neto Borges, com sua destacada participação e premiações em festivais nacionais e internacionais, será um trunfo fundamental para esta mostra, pois possibilitará um intercâmbio qualificado, trazendo para Carolina filmes com passagem recente pelo circuito de festivais. Estes eventos são conhecidos por focarem na exibição de obras inéditas, muitas vezes em estreia mundial, o que garante à programação um caráter de atualidade e relevância. Eles funcionam como uma plataforma global para histórias provenientes de diferentes culturas, idiomas e tradições cinematográficas, promovendo uma troca cultural genuína e o aprofundamento da compreensão mútua.A variedade de gêneros que os festivais abrangem – indo além do documentários incluindo ficção, animações e cinema com temáticas específicas, como a produção LGBTQ+ – assegura uma programação plural e abrangente. Além disso, são espaços que frequentemente privilegiam a inovação e a vanguarda, exibindo trabalhos experimentais que desafiam as convenções narrativas e expandem as fronteiras da linguagem audiovisual.O impacto positivo desses eventos é multifacetado. Eles servem como uma catapulta para carreiras, sendo um ponto de partida crucial para novos cineastas e atores, conferindo-lhes reconhecimento e visibilidade. A exposição gerada junto ao público e à mídia é um trunfo inestimável, permitindo que os filmes alcancem um público mais amplo. Economicamente, funcionam como um mercado dinâmico, onde distribuidores buscam novas obras e produtores podem captar recursos para projetos futuros, além de impulsionarem a economia local através do turismo cultural.O networking que se estabelece nesses ambientes é incalculável, reunindo profissionais de todos os elos da cadeia produtiva e fomentando conexões e colaborações frutíferas. Por fim, um bom desempenho em um festival consolida a reputação de um cineasta e confere um selo de prestígio à obra, gerando o reconhecimento tanto da crítica especializada quanto do público. Esta é a efervescência e o ecossistema que a Mostra de Cinema e Cultura de Carolina aspira trazer, aproveitando o know-how de Neto Borges para conectar a cidade a esse circuito internacional de forma orgânica e enriquecedora.
Não se aplica.
Visando o atendimento das exigências de acessibilidade descritas na IN 01/2017, as instalações para as projeções serão realizadas em espaço público de melhor acesso ao público em geral. Os locais escolhidos para a realização da Mostra deverão estar obrigatoriamente adequado às normais de acessibilidade a portadores de necessidades especiais. Toda a equipe será preparada para auxiliar e conduzir estas pessoas a seus locais reservados.Todos os locais serão equipados com estruturas que permitam o acesso de idosos e PNEs, como rampas de acesso, banheiros, assentos reservados e demais espaços adaptados.Também visando acatar a Lei 13.146 de 06/07/2015, para garantir a acessibilidade de produções cinematográficas serão garantidas pelo menos:01 sessão com Audiodescrição, 01 sessão com Legendagem Descritiva e 01 sessão com Língua Brasileira de Sinais, sendo:a) Audiodescrição: narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra.b) Legendagem descritiva: transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra.c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
A I Mostra de Cinema e Culturas de Carolina terá sua programação totalmente gratuita e sujeita à lotação dos espaços. Senhas serão distribuídas ao público por ordem de chegada, sendo essa condição informada em todas as divulgações feitas sobre o evento.Serão adotados como referência os seguintes incisos/medidas do art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC para as ações de democratização de acesso:ver instruçao normativa IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;200 (duzentos) links para download do curta-metragem sobre a história de Carolina serão distribuídas gratuitamente e para exibição dos mesmo na Mostra, bem como para inscrição e exibição em outras mostras de filmes documentários; distribuição gratuita entre escolas da região, patrocinadores, prefeitura, apoiadores, associações comunitárias de Carolina e aos grupos participantes do evento.
- Curador, Produtor e coordenador: Neto BorgesA OLHO Filmes, proponente deste projeto, tem como seu sócio criador o cineasta Neto Borges, que irá exercer a função de curador, produtor e e coordenador desta mostra.Neto Borges é cineasta documentarista nascido em Carolina, às margens do Rio Tocantins, no sul do Maranhão. Formou-se em história em São Luis do Maranhão, especializando-se em etno-história, pesquisando as populações de pescadores artesanais seminômades na macro região dos Lençóis Maranhenses, no município de Barreirinhas.Mudou-se para a França em 1992 e deu continuidade à pesquisa em Cinema Antropológico pela Universidade de Paris X – Nanterre e Paris I – La Sorbonne, em Paris, produzindo roteiro dos registros fílmicos realizados com os pescadores maranhenses para mestrado (1997) e doutorado (incompleto - 1998 a 2002). Para complementar sua formação, cursou especialização em montagem no Institut International de l’Image et du Son, em Paris, França.A partir de 2001, dirigiu, filmou e montou todos os filmes produzidos pela OLHO Filmes. Incluindo a pesquisa, estrutura de filmagem e roteiros construídos durante a montagem. Foi como montador que a expertise de roteirista desenhou-se e definiu-se. Traduzida na busca constante de uma linguagem poética, aliada a informação e a elementos significativos no arco narrativo.Assim, a escrita do roteiro do filme de longa-metragem DE LONGE TODA SERRA É AZUL vai além da sugestão de estrutura. O roteiro torna-se a materialização da confluência do exercício de direção e montagem, que se consolida para Borges na experiência de realização de filmes documentários, conferindo um jeito próprio de pensar o filme, antecipadamente, que propicia a ida a campo com uma direção mais objetiva, mas ainda dando margem para a espontaneidade.Em abril de 2017, Borges e seu roteiro para DE LONGE TODA SERRA É AZUL foi selecionado para o LAB ICUMAM, em Goiânia, onde teve a oportunidade de trabalhar ainda mais seu texto com roteiristas como Beth Formaggini, Mariana Brasil, Paula Knudsen e Thiago Dottori.Nos últimos anos, Borges foi convidado por Renato Barbieri para montar o filme de longa metragem TODAS AS VIDAS, Cora Coralina e, na serie para TV BRASIL MIGRANTE, apoiada pelo PRODAV 10 2014, realizou a direção de montagem dos treze episódios e assumiu a direção de quatro destes episódios, adquirindo uma significativa maturidade na sua forma de dirigir. O cineasta traz para a montagem imagens com sentimento, cria proximidade com os personagens, experimenta cenas, deixa aberto para o espontâneo. Em 2018 Neto Borges, em parceria com Renato Barbieri fez a montagem e co-direção do documentário longa metragem SERVIDÃO e Roteiro do documentário longa metragem NATTERER.IMPORTNATE A OLHO filmes é produtora proponrnte e eceberá através das rubrivcas XXXXX até 20%- Coordenadra de Comunicação e divulgação e curadora da exposição de fotografis prevista durante a I Mostra de Cinema e Cultura e Carolian1Fotógrafa: Paula CinquettiPaula Cinquetti é fotógrafa profissional desde 1999, quando iniciou no mercado editorial em São Paulo. Aprimorou sua formação profissional trabalhando com grandes mestres da fotografia brasileira e internacional: com o experiente fotojornalista Walter Firmo (BRASIL), o printer fine arts Silvio Pinhatti (SP), o fotógrafo de moda e consultor em fotografia digital Clicio Barroso (SP) e o fotógrafo membro da Agência Magnum Photos, David Alan Harvey (BA, SP e NYC), adquirindo os conhecimentos e a vivência necessários para trabalhar amplamente com fotografia.Como repórter fotográfica, realizou coberturas internacionais como a posse do presidente da Bolívia, Evo Morales, e as eleições americanas que elegeram o presidente Barack Obama, além de reportagens políticas em Brasília, projetos pelo interior do Brasil, buscando temas como identidade e sincretismo cultural, e retratos na área musical. (Publicações diversas através da Agência Senado, nas revistas National Geographic Brasil; Brasileiros; Show Bizz; Caros Amigos; etc. Capas de discos e shows de Jonathan Silva (CD Benedito); Banzé (CD De Pernas Pro Ar); Banda Judas (CD Nonada); Nelson Sargento (Show 95 anos) e tantos outros artistas).Paralelamente aos retratos e reportagens, desde 2006 desenvolve projetos de organização de acervos fotográficos (Banco de Imagens Brasil em Festas; fotógrafos Scumeck Sabotka (Alemanha); Thiago Barros e Marina Marchetti (RJ); etc) e realiza cursos, palestras e consultorias para criação de fluxos de trabalho com fotografia digital (Agência Senado; Projeto "Humanizando Relações", do fotógrafo Andre François, contemplado pela Coleção Pirelli/MASP e Fundação Conrado Wessel; Festival Paraty em Foco; Congresso Fotografar; etc). Também atua com curadoria e edição de imagens (Offestival; Senado Federal).Foi coordenadora de fotografia no Senado Federal, onde modernizou a produção fotográfica da Agência Senado e, entre outros, coordenou o projeto “100 fotos do ano – o dia a dia no Senado Federal”, uma retrospectiva do ano legislativo brasileiro em imagens, reunindo a produção dos fotógrafos que atuaram na Agência Senado a cada ano, no formato livro, exposição itinerante e cartões postais para distribuição no Congresso Nacional.Atualmente dedica-se à pesquisas e reportagens documentais, projetos editoriais e audiovisuais e pesquisas iconográficas (tese de pós-doutorado na ECA-USP “A imagem do presidente. De Getúlio a Lula: a construção da identidade”, de autoria da Profa. Dra. Simonetta Persichetti, com supervisão do Prof. Dr. Boris Kossoy; pesquisa preliminar para o projeto do filme documentário “De Longe Toda Serra É Azul” e para a série para TV “Brasil Tribal”, do cineasta Neto Borges, ambos baseados em livros do indigenista Fernando Schiavini; pesquisa para o filme longa-metragem para cinema “Servidão”, dirigido por Neto Borges e Renato Barbieri, pela Gaya Filmes).- Coordenador de Produção: Dididireção artitica - Jovana LealPós-graduada em Engenharia Sanitária e Ambiental. Pós-graduada em Iluminação e Design e Graduada em Arquitetura e Urbanismo. MBA em Gestão Pública/ENAP. Larga experiência com comunidades indígenas em todo o país, principalmente na área de infraestrutura comunitária e políticas públicas de infraestrutura e sociais, desde 2011. Elaboração de projetos arquitetônicos, análise, de projetos e políticas públicas voltados às comunidades indígenas. Em 2017 fez parte da equipe de consultores arquitetos no FNDE, objetivando a elaboração de projetos arquitetônicos para escolas indígenas no Alto Rio Negro/AM. É servidora efetiva da Funai, no cargo de Indigenista Especializado, ocupou Função Técnica Comissionada, foi Coordenadora de Infraestrutura Comunitária-Substituta e atualmente ocupa o Serviço de Apoio a Políticas para Povos Indígenas de Recente Contato, na Coordenação Geral de Índios Isolados e de Recente Contato.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.