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PRONAC 2510399Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Nicho Novembro

INSTITUTO NICHO 54
Solicitado
R$ 733,8 mil
Aprovado
R$ 733,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-11-05
Término
2026-11-08
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O Festival NICHO Novembro é o maior festival de cinema negro do Brasil, com meta de consolidação nacional nos próximos três anos. Em 2026, o evento acontecerá presencialmente em São Paulo, de 5 a 8 de novembro, em celebração ao mês da consciência negra. Com uma programação que inclui exibição de 60 filmes, sendo 30 nacionais e 30 internacionais, 8 painéis de conversa, rodada de negócios e Lab de projetos que atende a 4 projetos em desenvolvimento e oferece consultorias gratuitas.

Sinopse

O Festival Nicho 54 – Edição 2026 é uma mostra internacional de cinema dedicada à difusão do audiovisual negro e indígena, valorizando narrativas plurais e fortalecendo a representatividade desses segmentos. O projeto engloba os seguintes produtos culturais: mostra de cinema, painéis de debate, rodada de negócios do audiovisual e laboratório de projetos audiovisuais, promovendo diálogo e articulação entre criadores, público e mercado.A mostra de cinema exibe 60 filmes (30 brasileiros e 30 internacionais), entre curtas, médias e longas-metragens de ficção, documentário e experimental, com classificação indicativa livre e recursos de acessibilidade, como audiodescrição, legendas descritivas e tradução em Libras.São realizados 8 painéis de conversa, com duração média de 90 minutos, cada um mediado por especialista e com dois convidados, que debatem temas sobre representatividade, inclusão e produção audiovisual, em formato híbrido para maior alcance.A rodada de negócios, em atividade de um dia, recebe 8 projetos selecionados e 10 profissionais do audiovisual, fomentando parcerias e fortalecendo a cadeia produtiva regional e nacional.O laboratório de projetos, com duração de quatro semanas, oferece consultorias gratuitas a 4 projetos em desenvolvimento, apoiando o aprimoramento técnico, criativo e de viabilidade financeira, promovendo profissionalização e sustentabilidade.Todas as atividades do Festival têm classificação indicativa livre. O projeto reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, formação crítica e protagonismo de criadores negros e indígenas, consolidando-se como referência na promoção de um audiovisual diverso, acessível e comprometido com a equidade cultural.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a difusão e o fortalecimento do setor audiovisual por meio da realização de mostras, debates, atividades formativas e de articulação de mercado, com foco na ampliação do acesso do público a produções nacionais e internacionais, no intercâmbio cultural e no estímulo à profissionalização de agentes do audiovisual.Objetivos Específicos1. Exibir 60 filmes, sendo 30 produções brasileiras e 30 internacionais, propiciando o acesso gratuito e qualificado a obras representativas da diversidade estética e temática do cinema contemporâneo. 2. Realizar 8 painéis de conversa, cada um com dois convidados e um mediador, abordando temáticas relevantes do setor audiovisual e fomentando o diálogo entre criadores, pesquisadores e o público. 3. Executar uma rodada de negócios com duração de um dia, estruturada para atender 8 projetos audiovisuais e reunir 10 convidados do mercado, com o objetivo de estimular parcerias, coproduções e oportunidades de distribuição. 4. Desenvolver um laboratório de projetos com duração de quatro semanas, atendendo 4 projetos em fase de desenvolvimento, mediante oferta de consultorias especializadas nas áreas de roteiro, produção e estratégias de financiamento. 5. Incentivar a democratização do acesso a conteúdos audiovisuais e a formação de público, mediante a realização de atividades culturais gratuitas e de caráter inclusivo. 6. Contribuir para o fortalecimento da rede de profissionais do audiovisual, estimulando o intercâmbio de experiências e a integração entre agentes do setor em âmbito nacional e internacional.

Justificativa

O Festival Nicho Novembro fundamenta-se na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991) e na Instrução Normativa MinC nº 23/2025, enquadrando-se nos incisos I e IV do Art. 1º da referida lei, que dispõem sobre o incentivo à produção e difusão de bens culturais e o apoio a projetos que promovam a diversidade cultural brasileira. O projeto contribui para o fortalecimento do audiovisual negro e periférico, assegurando o acesso de públicos tradicionalmente sub-representados e estimulando o pluralismo e a inclusão social.Atende plenamente aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/1991, ao democratizar o acesso às manifestações culturais, estimular a produção e a difusão de conteúdos culturais, fomentar a formação e o intercâmbio entre profissionais e públicos e ampliar a fruição cultural da sociedade como um todo.O projeto cumpre também o disposto nos artigos 42 a 48 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, garantindo a acessibilidade plena de pessoas com deficiência por meio da oferta de recursos comunicacionais e estruturais, incluindo tradução simultânea, legendas descritivas, audiodescrição, interpretação em Libras e materiais acessíveis em múltiplos formatos.Em consonância com o Art. 49 da referida Instrução Normativa, o festival adota ações concretas de democratização de acesso, como a oferta gratuita de sessões, painéis e atividades formativas, a implementação de contrapartidas sociais e a priorização de públicos historicamente excluídos dos circuitos culturais. Essas medidas asseguram que o investimento público e os incentivos fiscais resultem em benefícios efetivos e amplamente distribuídos.A utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar os padrões técnicos, artísticos e de acessibilidade do projeto, garantindo sua execução de forma ampla, segura e transparente, em conformidade com os artigos 50 a 54 e 74 a 91 da Instrução Normativa.Assim, o Festival Nicho Novembro contribui de forma consistente para a promoção da cultura afro-brasileira, o fortalecimento da diversidade e a expansão do direito de acesso à cultura, alinhando-se às políticas públicas culturais e aos princípios constitucionais de cidadania e inclusão.

Estratégia de execução

O Festival Nicho 54 é uma iniciativa fundamental para a promoção da representatividade negra no audiovisual brasileiro, atuando para ampliar o acesso e o protagonismo de profissionais negros nas diferentes etapas da produção cultural. Além da exibição de filmes e debates, o festival possui forte compromisso com a formação técnica, a valorização das narrativas indígenas e negras, e a democratização do acesso, com atividades gratuitas e formato híbrido.O evento conecta profissionais, promove networking e oferece capacitação, contribuindo para a construção de um mercado audiovisual mais justo e diverso. As ações do nicho também se articulam com políticas culturais e programas de preservação da memória e patrimônio cultural negro, potencializando o impacto social do projeto no longo prazo.

Especificação técnica

1. Mostra de cinemaQuantidade: 60 filmes (30 brasileiros e 30 internacionais)Formatos: DCP, MP4 e MOVDuração total aproximada: 4 dias consecutivos de exibição, com sessões médias de 1h30 a 2h cadaClassificação indicativa: LivreRecursos de acessibilidade: audiodescrição, legendas descritivas e tradução em LibrasMaterial ofertado: obras audiovisuais digitais, sistematizadas para exibição em diferentes plataformas (presencial e streaming)Projeto pedagógico: A curadoria prioriza narrativas negras e indígenas, com contextualização histórico-cultural em materiais de apoio e debates formativos2.Painéis de conversaQuantidade: 8 painéisDuração: 90 a 120 minutos por painelEstrutura: 2 convidados especialistas + 1 mediadorClassificação indicativa: LivreFormato híbrido, com transmissão online e recursos de acessibilidade (legendas, interpretação em Libras)Projeto pedagógico: debates sobre representatividade, inclusão e produção audiovisual que ampliam o conhecimento crítico do público e fomentam a reflexão e troca de experiências3. Rodada de negóciosDuração: 1 diaParticipantes: 8 projetos selecionados e 10 profissionais do setor audiovisualObjetivo: fomentar parcerias, networking e oportunidades comerciaisClassificação indicativa: LivreMaterial de suporte: agenda estruturada de reuniões individuais e coletivas, relatório de resultados e contatos gerados4. Laboratório de projetosDuração: 4 semanasAtendidos: 4 projetos em fase de desenvolvimentoServiços: consultorias gratuitas focadas em roteiro, produção, financiamento e estratégia de divulgaçãoClassificação indicativa: LivreProjeto pedagógico: capacitação técnica e criativa através de encontros semanais presenciais e/ou online, com acompanhamento personalizado e entrega de material didático

Acessibilidade

O Festival NICHO Novembro assegura a plena acessibilidade em todas as suas atividades, respeitando as exigências da Instrução Normativa MinC nº 23/2025 e da legislação vigente, garantindo que o evento seja inclusivo e acessível para todos os públicos.Serão adotadas as seguintes medidas:Acessibilidade arquitetônica: adaptação dos espaços com rampas, pisos táteis, sanitários acessíveis, sinalização em braille e circulação facilitada, conforme prazo estabelecido pela normativa;Acessibilidade comunicacional: presença de intérprete de Libras nas sessões principais, audiodescrição nos filmes e conteúdos audiovisuais, legendas descritivas para pessoas surdas e com deficiência auditiva, além de ajudas auditivas e materiais em formato ampliado e linguagem simples;Equipamentos assistivos: disponibilização de equipamentos para tradução simultânea para até 150 pessoas, salas com recursos para pessoas com deficiência visual, auditiva, motora e intelectual;Divulgação acessível: todos os materiais de comunicação, divulgação e programação são oferecidos em formatos acessíveis, incluindo PDFs acessíveis, vídeos com janela de Libras e audiodescrição, material em braille e font tamanho ampliado;Capacitação: oficinas e atividades educativas específicas sobre acessibilidade cultural são realizadas para fomentar o protagonismo de pessoas com deficiência no campo audiovisual;Inclusão: reserva de vagas e busca ativa para participação de pessoas com deficiência em todas as atividades do festival.Essas iniciativas garantem que o Festival NICHO Novembro se caracterize como um espaço cultural verdadeiramente inclusivo, promovendo o direito à cultura e a participação plena e segura das pessoas com deficiência.

Democratização do acesso

A distribuição e comercialização dos produtos culturais do Festival NICHO Novembro ocorrerão de forma acessível, inclusiva e prioritariamente gratuita, conforme preceitos do Art. 1º, incisos I e IV, e Art. 3º da Lei nº 8.313/91. As atividades, que compreendem a exibição de 60 filmes, os 8 painéis de conversa, a rodada de negócios e o laboratório de projetos, serão gratuitas para o público em geral, com foco em públicos de baixa renda, escolas públicas, instituições comunitárias e grupos historicamente excluídos. As sessões e ações formativas ocorrerão em espaços públicos e acessíveis, favorecendo a ampla circulação e fruição cultural.Para ampliação do alcance e democratização do acesso, serão adotadas medidas previstas nos artigos 30 e 47 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, entre elas a transmissão online dos eventos principais pelas redes sociais do projeto, com legendas em português e audiodescrição, garantindo acesso para pessoas com deficiência visual e auditiva, assim como para públicos remotos em diferentes regiões do país.A programação inclui também oficinas, palestras formativas e ensaios abertos, que possibilitam ao público o acompanhamento do processo criativo e a interação direta com artistas e produtores, fomentando o aprendizado e o envolvimento comunitário. Essas ações paralelas reforçam o caráter inclusivo do projeto, ampliando efetivamente a democratização do acesso cultural.Essas medidas garantem que o Festival NICHO Novembro esteja alinhado aos objetivos da Lei Rouanet de promover o acesso amplo, equitativo e qualitativo à cultura, fortalecendo o direito constitucional à cultura e a diversidade cultural brasileira.

Ficha técnica

Curadoria e Direção de Programação FormativaFernanda Lomba - é sócia e produtora na Mundi Filmes e diretora executiva no NICHO 54. Nascida e baseada em São Paulo, estudou Letras e Linguística com habilitação em língua alemã na USP e iniciou sua carreira no mercado editorial. Em 2014 mudou-se para o cinema, atuando como produtora para projetos e filmes documentais de diversas empresas. É co-fundadora do Nicho 54: fundado e liderado por profissionais negros, o Instituto trabalha para o fomento de oportunidades profissionais para negros e negras brasileiras. Desde 2019 tem fortalecido sua atuação internacional com a participação em mercados reconhecidos; e em 2023 integra o júri do Cannes Doc a convite da organização.Colaboração curadoria, produção, execução, pesquisa e parcerias Lilian Solá SantiagoDocumentarista, Pesquisadora e Professora Universitária. Como documentarista, atua principalmente com a temática afro brasileira, tendo realizado os premiados filmes “Família Alcântara” (2004, com Daniel Santiago), “Balé de Pé no Chão” (2005, com Marianna Monteiro), “Graffiti” (2009), "Eu tenho a palavra" (2011), “Batuque de Graxa” (2012), entre outros. É doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da ECA-USP, onde participa do LabArteMídia (Laboratório de Arte, Mídia e Tecnologia), sob orientação do Professor Almir Almas, desde a sua fundação, em 2016. É Mestre em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo (2005), com graduação em História (1998) pela mesma Universidade. Suas pesquisas em Cinema Expandido e História resultaram no conceito de “Documentário Social de Exposição”, uma metodologia participativa que une história e audiovisual expandido, sendo que o primeiro a ser instalado foi em Salto - SP (2016), com apoio da Funarte – a Casa da Memória Negra de Salto (em exposição no Museu da Cidade até 2020).Mill MüllerDiretor e Produtor Audiovisual, Coordenador de Projetos e Presidente do Instituto Brasileiro de Cinema e Audiovisual Negro AfroRec. 17 anos de vivência em Set´s de filmagens, desenvolvendo gestão de projetos, produção, direção de cena, pós e criativa. Palestrando sobre a importância do ESG racial.Markus Thersio é o coordenador de relações internacionais do NICHO 54, uma organização sem fins lucrativos que apoia o cinema negro brasileiro através de consultoria, advocacy e internacionalização. Ele atua como moderador de debates e eventos, como os que acontecem no Festival de Cannes.Mariana Queen Nwabasili é jornalista, pesquisadora de cinema, ensaísta e curadora-programadora de filmes, doutoranda e mestra em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Mestra em Curadoria Cinematográfica pela Elías Querejeta Zine Eskola, na Espanha, instituição de artes vinculada à UPV (Universidade do País Vasco) e à Tabakalera - Centro Internacional de Cultura Contemporânea. Curadora de curtas-metragens da Mostra de Cinema de Tiradentes 2023, 2024 e 2025. Curadora do Cabíria Festival Audiovisual 2022 e 2024; da Mostra de Cinema de Ouro Preto (CineOP) 2024 e da Mostra de Cinema de Belo Horizonte (CineBH) 2024 e 2025. Curadora da Mostra Especial "Falando em línguas, vendo em vistas – (De)Colonialidades e (des)enquadramentos”, da 23ª Goiania Mostra Curtas. Foi selecionadora de filmes brasileiros do 28º Forumdoc.bh - Festival do Filme Documentário e Etnográfico, em 2024; do 24º FestCurtasBH - Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, em 2022, no qual idealizou a sessão paralela "Filmes decoloniais?", e da 29ª edição do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, em 2018. Escreve ensaios sobre filmes e cinema, com incursões na crítica de cinema e de teatro, tendo participado da 10ª edição do Critics Academy do Festival de Cinema de Locarno, na Suíça, em 2021. Pesquisa autorias, representações e recepções cinematográficas vinculadas a raça, gênero, classe, colonialismo e (de)colonialidade, sobretudo no cinema brasileiro.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.