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O documentário - A viola do Roque - contará a trajetória musical do gravataiense Roque Cardoso, sua liderança frente ao Clube Cultural do Violeiros de Gravataí-RS e da expressão cultural de Terno de Reis.Falecido em dezembro de 2021, Roque Cardoso representa o fim de uma geração cultural que ainda toca música caipira com viola de 10 cordas, no Vale do Gravataí (RS).Com seu investimento, Roque criou o Clube dos Violeiros, local onde músicos locais podiam se expressar, não cobrava ingressos e ainda, cedia gratuitamente o espaço para ações sociais, em prol da comunidade. Por 12 anos, o jornalista Andrei Fialho, acompanhou e registrou as atividades dos violeiros, incluindo entrevistas e imagens inéditas de Roque Cardoso e outros personagens. Este documentário se faz urgente para garantir o registro de um movimento cultural que ainda resta. O projeto conta com o apoio da Casa dos Açores do Rio Grande do Sul, do Governo Autônomo dos Açores e ainda, com a anuência de exibição da TVE-RS.
O projeto de documentário - A viola do Roque - contará a trajetória musical do gravataiense Roque Cardoso, sua liderança frente ao Clube Cultural do Violeiros de Gravataí e da expressão cultural de terno de reis, pela região. A direção e roteiro são do jornalista Andrei Fialho, que acompanhou e registrou, por 12 anos, atividades dos violeiros e que se propõe a organizar esse conteúdo em uma obra inédita. O nome do filme: A viola do Roque - é em alusão ao instrumento que o artista Tião Xavante, assim como Roque se apresentava pelos palcos, por onde tocou em mais de 70 anos de prática musical, até o dia 1 de dezembro de 2021, quando faleceu. A viola de marca Del Vecchio, a qual Roque tocava, foi adquirida no mesmo dia em que a sua filha mais velha, Lisiane Cardoso, nasceu, em maio de 1969, história contada por Roque, em depoimento.
Objetivo GeralEste projeto visa produzir um documentário, na categoria curta-metragem de 30 minutos em resolução 4k (Ultra HD) (3840x2160), livre de restrições de idade, ou seja, para todos os públicos. O filme - A viola do Roque - tem como objetivo principal registrar a história do músico gravataiense, Roque Cardoso, conhecido como Tião Xavante, bem como as expressões culturais da música caipira, da moda de viola e de Terno de Reis, característicos de uma geração de artistas que está se acabando e não se renova. Além de um filme, este documentário será uma homenagem regional por meio de registro daqueles que foram protagonistas da cultura local, desde quando ainda não havia investimento ou políticas públicas para a cultura na região. É preciso salientar que a cidade de Gravataí, junto a Região Metropolitana de Porto Alegre, é um dos berços da colonização Açoriana, no Estado do Rio Grande do Sul. Dentre as expressões culturais trazidas por esses imigrantes, estão o Terno de Reis e a viola de 10 cordas, como principal instrumento musical. Logo, o documentário é um recorte regional desses aspectos Luso-brasileiros. Roque Cardoso foi o fundador do Clube Cultural dos Violeiros de Gravataí, em 1983, e praticante do Terno de Reis. Ele faleceu em 1 de dezembro de 2021. Porém, o jornalista Andrei Fialho possui uma entrevista em audiovisual com o Roque, de 40 minutos, gravada em 2017. Este material nunca foi publicado, ou seja, é inédito. Esta entrevista com Roque será a linha principal para o roteiro deste documentário, que irá apresentar as histórias do Tião Xavante, do Clube dos Violeiros e dos Ternos de Reis. No filme, terão personagens que participaram ou foram testemunhas desta história e que ainda tentam manter o movimento cultural. Cabe salientar que dos participantes do Clube dos Violeiros, muitos têm idade avançada e desde a pandemia de Covid-19, muitos estão falecendo. Logo, é urgente fazer os registros antes que se perca uma geração cultural. Por isso, o objetivo principal é produzir um documentário que registre a expressão cultural dos violeiros de Gravataí e região. Uma geração de artistas e expressão cultural que estão terminando. Há poucos registros audiovisuais deste movimento. A relevância deste projeto pode ser avaliada pelo interesse da TVE-RS (emissora pública do Estado) em exibir este documentário, como está registrada em carta anexada nesta proposta. E, também, do Governo da Região Autónoma dos Açores, local oriundo do povoamento de Gravataí e da viola de 10 cordas. Em anexo, seguem:O argumento com detalhes de alguns personagens e suas trajetórias. As cartas de anuência de parcerias, incluindo a emissora pública TVE-RS e o Governo Autônomo do Arquipélago dos Açores.Objetivos específicos:1 - Produzir documentário de curta-metragem de 30 minutos, finalizado em formato 4k (Ultra HD) (3840x2160) com bitrate de 30mb/s, com áudio em MP3 320kb/s;2 - Registrar uma síntese da história cultural dos violeiros de Gravataí e região;3 - Fazer cerimônia de lançamento do filme no Teatro do Sesc de Gravataí4 - Fazer exibições em escolas e instituições culturais;5 - Disponibilizar o filme para transmissão na TVE RS e para o Governo Regional dos Açores;6 - Publicar o documentário no site Youtube, na conta de Andrei Fialho;7 - Fomentar a cadeia produtiva local de profissionais do audiovisual, locação de estruturas, transporte e alimentação;8 - Ceder a obra à Prefeitura de Gravataí para exibições culturais e/ou pedagógicas junto a Rede Municipal de Ensino.
O projeto do documentário A Viola do Roque está em plena consonância com o artigo 1° da Lei 8313/91 em diversos tópicos. Sua proposta reúne diversos elementos culturais em sua essência. Trata-se de uma obra audiovisual que pretende contar a história de artistas musicais e suas expressões culturais regionais. Ou seja, uma ação audiovisual local retratando outras culturas do mesmo local. Desta forma, criando um conjunto de manifestações do passado com os tempos atuais. O documentário é uma forma de garantir a lembrança e preservar o legado construído por uma geração de artistas. Ao mesmo tempo que promove o trabalho audiovisual em todas as suas etapas de produção. O filme é uma garantia de preservação histórica imaterial da expressão local da cultura musical do Terno de Reis e da Viola Caipira, em um contexto povoamento da região do Vale do Gravataí, tendo respaldo de divulgação por meio da Casa dos Açores do Estado do Rio Grande do Sul, entidade que representa culturalmente o Governo Açoriano no Estado e que possui sede na cidade de Gravataí, visto a representatividade que esta região possui ao seu povo originário. A partir destas constatações é seguro afirmar que esta proposta se enquadra em diversos pontos com o artigo 3° da Lei 8313/91. Incentiva a formação artística na contratação de profissionais para a realização do filme e na formação cultural ao registrar um documentário que estimula a participação de artistas e suas histórias. No estímulo ao conhecimento de bens e valores culturais na disponibilização da obra por meio da (internet), na transmissão televisiva e em evento de lançamento do filme, todos de forma gratuíta. Com todas essas referências de acordo com a Lei 8313/91, o financiamento público para a realização do documentário A Viola do Roque é o meio mais eficaz para se produzir uma obra com a qualidade técnica e acessibilidade a diversos públicos. Como será apresentado no Argumento do Documentário, o proponente e diretor - jornalista Andrei Fialho, passou mais de 12 anos coletando imagens e informações para realizar este projeto. A realização desta obra exige profissionais e equipamentos qualificados que, só por meio de investimento privado de renúncia fiscal, podem atender as necessidades orçamentárias deste filme.
Gostaria de deixar aqui algumas informações que não estão nos questionários anteriores. Esta proposta teve início em 2023, para inscrição no edital Paulo Gustavo, aqui de Gravataí. Neste período, tive problemas de saúde e não consegui apresentar uma boa proposta, e que não foi selecionada. Durante a pesquisa e o contato com os personagens, foi possível constatar o brilho nos olhos de cada um deles e a cada conversa tudo ia se justificando. São senhores e senhoras que promovem a nossa cultura desde a década de 1950. Gravataí foi ter um departamento para cuidar das nossas artes a partir dos meados de 1980.Ou seja, nossos personagens foram pioneiros. Fizeram tudo por amor e o que mais comove: Ainda não foram reconhecidos pelo Poder Público por suas contribuições. Quando acharam que seriam ouvidos e lembrados, não deu certo naquele momento.Hoje há uma comoção para que esse registro seja feito. Por isso a Lei Rouanet é uma opção viável. Nossa proposta é direcionada, com orçamento dentro da realidade. Concluo lembrando o que o questionário não pergunta: A emoção dos personagens ao se sentirem valorizados por serem reconhecidos por suas trajetórias em prol da cultura.Andrei Fialho.
Formato de Entrega do Documentário de 30 minutos:• Vídeo: Apple ProRes 422 HQ, 3840×2160 (4K), 24 frames por segundo, progressivo.• Áudio: WAV estéreo, 24-bit, 48 kHz, sem compressão.• Cor: Rec. 709.• Aspect Ratio: 16:9.Neste projeto, a escolha das câmeras se deu pela busca de uma imagética cinematográfica, em que a qualidade do arquivo, a ciência de cor do sensor, o alcance dinâmico e o formato de gravação (Open Gate) foram pontos determinantes para a escolha das duas câmeras Blackmagic 6K Full Frame.Estas câmeras entregam um arquivo de resolução 6K, no codec BRAW, com 12 bits de informação, no formato Open Gate 3:2, que possibilita a finalização dos arquivos em vários formatos diferentes, conforme a plataforma em que os vídeos serão lançados; além da possibilidade de enquadramento e movimento de zoom in/zoom out na pós-produção. Estes arquivos são de altíssima qualidade e permitem uma colorimetria de nível de produções cinematográficas.A definição das lentes segue no mesmo sentido: o de caracterizar uma imagética cinematográfica a partir do vidro em questão. A escolha das lentes Nikkor AIS, lentes características da década de 80 — analógicas, ou seja, funcionam apenas com foco manual — proporcionam um bokeh cinematográfico, um desfoque equilibrado e característico destas lentes, além de propiciar um flare lindíssimo, também característico destas lentes.O uso do foco manual proporciona uma passagem suave e orgânica, efeitos orgânicos e desfoque que nosso subconsciente está acostumado a enxergar por ser uma característica cinematográfica.Serão utilizados também filtros de difusão de nitidez para “amaciamento” da pele dos personagens, tais como Glimmer Glass 1/4 e Pro-Mist 1/8, contribuindo assim para uma imagem mais “macia”, sem aquele excesso de nitidez inorgânico que se observa hoje em dia nos equipamentos digitais, como, por exemplo, os sensores ultra nítidos das câmeras Sony.Outros recursos serão utilizados em diversas técnicas de estabilização e movimento de câmera, como: tripés, cine saddle, gimbal hidráulico e câmera na mão.No áudio serão utilizados equipamentos para captação como: microfone de lapela duplo da marca Hollyland Lark Max, conectado à câmera A, de excelente qualidade, 24 bits 48 kHz, com redutor de ruído externo; e, para o áudio oficial do filme, som direto captado através de microfone boom, conectado a gravador externo, independente das câmeras, este com qualidade superior aos lapelas e que possuem backup ,ou seja, arquivo extra para segurança. Para a gravação de áudio de viola e da voz será utilizada interface externa de áudio de 2 a 4 canais de entrada, também com qualidade de 24 bits 48 kHz, cabos XLR de alta qualidade e microfones de alto padrão sonoro, tais como: para o viola, microfone condensador Shure SM81 Beta, e microfone dinâmico Shure Beta 58 para voz.Para iluminação, escolhemos trabalhar com tochas de LEDs modernas, com baixo consumo de eletricidade, alta mobilidade e excelente qualidade de luz no que diz respeito à reprodução de cor. São duas tochas da marca Aputure, do modelo Amaran 200x, como luz principal e luz de preenchimento. Para luz de recorte e luz de cenário serão utilizadas quatro tochas da marca Colbor de 60 watts de potência, bicolor, e quatro tubos de LED da marca Socani, modelo X25. Também escolhemos dois softboxes para difusão da luz principal e de preenchimento: um Godox de dupla difusão de 120 cm e um Godox de dupla difusão de 90 cm, respectivamente. Além de tripés, contrapesos e extensões. Para pós-produção serão utilizados softwares como Adobe Premiere para edição, Davinci Resolve para colorismo e Pro tools na mixagem e masterização de áudio.A obra será finalizada no espaço de cor Rec.709, com profundidade de 10 bits, assegurando ampla latitude tonal e fidelidade cromática. O arquivo final será entregue em Apple ProRes 422 HQ (4K, 24 fps), com áudio WAV 24-bit, 48 kHz, compatível com os padrões profissionais de exibição em cinema, televisão e plataformas digitais.
Por se tratar de uma obra cultural de amplo espectro, o documentário contará com legendas descritivas (LSE – Legendas para Surdos e Ensurdecidos), que transcreverão integralmente as falas, indicarão os sons relevantes do ambiente, a trilha musical e a identificação de personagens.Também será disponibilizado o recurso de audiodescrição, destinado a pessoas cegas ou com baixa visão, com narração adicional que descreve ações, expressões e elementos visuais da cena.Esses recursos serão incorporados à versão final do documentário, garantindo o acesso de pessoas com deficiência auditiva e visual, promovendo a democratização do conteúdo e o cumprimento das normas de acessibilidade cultural vigentes.O trabalho de Audiodescrição e legendas descritivas serão realizados pela Néftali Filmes (CNPJ: 62.958.630/0001-20), especializada nestes tipos de trabalhos. Serão postadas três versões do documentário, no site Youtube, pois a plataforma não possui formas de ativar os recursos na mesma mídia. Assim, as postagens variadas irão garantir a acessibilidade para todos.Com legendas em Português;Com legendas em Português Descritivas (LSE);Com audiodescrição. No endereço eletrônico: https://www.youtube.com/@andreifialho Para o lançamento do documentário no Teatro do SESC de Gravataí, o local dispõe de acessibilidade arquitetônica, leva-se em conta a estrutura do teatro do Sesc para o público, assinalados no item abaixo. Como rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeiras de rodas; rampas; elevadores adequados à pessoa com deficiência; corrimãos e guarda-corpos; banheiros femininos e masculinos adaptados para PCD’s; vagas de estacionamento para PCD’s; assentos para pessoas obesas e iluminação adequada.
Por se tratar de uma produção audiovisual, os bastidores de gravação não terão acesso do público. Porém, os trabalhos serão divulgados nas redes sociais dos produtores e do filme. O projeto prevê um plano de distribuição, para potencializar espectadores ao documentário. Duas parcerias já firmadas e com as devidas anuências anexadas dão conta de expressiva capacidade de alcance da obra. A emissora TVE-RS tem sinal digital aberto em todo o Rio Grande do Sul e transmissão via satélite para todo o Brasil.Para divulgação internacional, temos o apoio institucional do Governo da Região Autónoma dos Açores para distribuição em diversas casas açorianas espalhadas pelo mundo. Com essas duas parcerias, o número de espectadores pode passar de milhares de pessoas. O filme também será concedido à Prefeitura Municipal de Gravataí, para exibições de cunho cultural e/ou pedagógico junto as secretarias de Cultura e Educação, conforme expressada em carta de anuência em enexo.Por outro lado, as divulgações e a hospedagem no Youtube poderão ser contabilizadas por anos, uma vez que o filme é um recorte de um tempo histórico e de um movimento cultural, ou seja, não é um filme perecível e que não envelhece, pelo seu conteúdo.
Andrei Fialho - Diretor e roteirista. @fialhoandreiAndrei Fialho será o responsável pelo projeto. Ele atuará como diretor, roteirista e ainda fará os cortes da edição do documentário. Ele é o proprietário do CNPJ proponente. Jornalista graduado pela Unisinos em 2007, Andrei Fialho possui mais de 25 anos de expertise em comunicação. Possui empresa desde o ano de 2011 e registro junto a ANCINE n° 26360. Já produziu sete documentários e inúmeros VTs informativos, publicitários e noticiosos para diversos clientes. Em suas produções estão os documentários: Cerâmica o jogo da vida (2006) que conta a história da profissionalização da equipe de futebol de Gravataí. Em 2013, fez o média-metragem: Gravataí, um rio em minha vida. Em Canoas, produziu os filmes Estação Canoas, nos trilhos da história, para o Grupo Editorial Sinos e, 2022, lançou o documentário Apav - Vôlei Grande do Sul, contando a temporada da equipe gaúcha na Superliga C, treinada por Gustavo Endres. Em 2025, lançou 1940 a Origem - CICS 85 anos, reconhecido e premiado pela Federasul. Alguns documentários produzidos: 1940 a Origem - CICS CANOAS 85 ANOS - https://www.youtube.com/watch?v=9v3FeAzBsfY APAV – Vôlei Grande do Sul - https://www.youtube.com/watch?v=CTIygjfJuyo&ab_channel=ApavV%C3%B4le Estação Canoas – Nos trilhos da história. - https://www.youtube.com/watch?v=4PUngLHCzq8&ab_channel=Di%C3%A1riodeCanoas Gravataí, um rio em minha vida - http://www.youtube.com/watch?v=M94CPkqWamc Cerâmica e o Jogo da Vida - https://www.youtube.com/watch?v=DHdPWlbp7uM&t=223s&ab_channel=AndreiFialhoRafael Sussella Resmini Diretor de fotografia | WL ProdutoraComo diretor de fotografia, será o responsável por criar a linguagem visual da obra, traduzindo em imagens a proposta estética e narrativa do diretor. Ele definirá o uso da luz, enquadramentos, movimentos de câmera e composição das cenas para reforçar o tom e a emoção do conteúdo. Também garante a coerência visual entre diferentes locações. Também será responsável pela pós-produção do filme.Rafael já foi diretor de fotografia em dois documentários: Chico Santo - Vivendo de Música e 1940 a Origem - CICS Canoas 85 anos. Além disso, atua em produção executiva e coordenação de set edição, finalização e color grading. Ao longo da trajetória, esteve à frente de projetos para empresas como: OXX Agência, Andes Produtora, Andrei Fialho Comunicação, Safira, Muller, CLAAS, CICS Canoas, MDH, Kula Jazz, Chico Santo, White Lemon, Simple Ride, Brum Big Band, entre outras. Brenda Santos Martins | Assistente de direçãoSua função será de ajudar o diretor, organizar as gravações no andamento das filmagens. Ela atuará na pré-produção e produção coordenando o cronograma, garantindo que cada entrevista ocorra conforme o argumento. Brenda também fará peças gráficas e a identidade visual do filme. Brenda Martins é designer e produtora de documentários. Estreou no audiovisual com a produção do documentário 1940 a Origem - CICS Canoas 85 Anos. Formada em Publicidade, atua no desenvolvimento de campanhas visuais, estratégias de comunicação e produção audiovisual.Viviane da Silva Carvalho | Produtora executiva e captadora de recursosSuas ações serão na gestão e administração dos profissionais contratados, bem como na área comercial do projeto para captação de recursos junto a empresas e pessoas físicas. Também atuará em atividades para a promoção do documentário. Viviane Carvalho já trabalhou com Andrei Fialho nos documentários Estação Canoas - Nos Trilhos da História e 1940 a Origem - CICS Canoas 85 anos. É profissional com mais de 20 anos de experiência nas áreas comercial e de marketing, sendo 18 deles no Grupo Editorial Sinos. Atualmente é proprietária da Vivi Carvalho Publicidade, empresa voltada à comunicação e marketing estratégico.Formada em Gestão Comercial pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).Atua também como Vice-Presidente de Comunicação e Marketing e Diretora de Eventos da CICS Canoas, contribuindo para o fortalecimento do ambiente empresarial e institucional da cidade.Paula Hagel | Direção de arteA arquiteta Paula Hagel será responsável por criar e coordenar toda a parte visual da obra. Ela cuidará dos cenários, figurinos, objetos e ambientação, garantindo que todos os elementos visuais expressem o conceito da narrativa do filme.Proprietária da empresa Paula Hagel Arquitetura desde 2017, atuou anteriormente como sócia no Escritório Kanitz e Hagel Arquitetura entre 2001 e 2017. Com experiência sólida como Arquiteta Sênior Responsável Técnica e Assistente Técnica em arquitetura, também possui especializações como Master em Gestão Empresarial (Unisinos, 2012), especialista em Perícias de Engenharia (IPOG, 2020) e Master em Light Design (IPOG, 2025/26).Na área artística, com formação de cursos livres e workshops em produção de cenografia e iluminação cênica, foi responsável pela cenografia e iluminação dos cultos especiais realizados pelo Projeto Líder de Louvor - IELB (2014 a 2018) e da CICS Canoas 85 anos. Recentemente foi Diretora de Arte dos documentários “CICS 1940 – A Origem” e “40 anos da SOMA Produtos Hospitalares” (ainda não lançado). Desde 2019 é cantora e chegou a chefe de naipe contralto do Coro Sinfônico da OSPA em 2023, com participação nas diversas produções operísticas da Orquestra. Também é instrumentista (flauta doce barroca) e cantora do Coro Porto Alegre Consort (desde 2024), evidenciando seu envolvimento multidisciplinar entre arquitetura, gestão empresarial e arte.Gerson Untertriefallner Costa | ContadorToda a parte contábil e de prestação de contas do projeto ficará a cargo de Gerson Costa. Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) desde 1994, é sócio na empresa Administração Contábil CNPJ 90.094.392/0001-98, na cidade de Canoas/RS. Outros integrantes:NEFTALI MAIBI JUNG PRODUCOES LTDA - Audiodescrição e Legendas para Surdos e EnsurdecidosFilipe Pinheiro - Masterização de áudio;Bernardo Godói - Assistente de produção;Pedro Furtado - Operador de Câmera.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.