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Produção do média-metragem documental O Cangaceiro Perdido (45 a 52 min), que resgata a trajetória real de Pedro Blandino, ex-cangaceiro que encontrou na educação e na fé o caminho da redenção. O projeto envolve pesquisa histórica, filmagens na Bahia e em Sergipe, finalização em formato digital 4K e exibição pública e gratuita em escolas, praças e mostras culturais.
Conteúdo dos Produtos do Projeto1. Média-metragem documental “O Cangaceiro Perdido” (45 a 52 minutos) Obra audiovisual que resgata a trajetória real de Pedro Blandino, um ex-cangaceiro que, após sobreviver à chacina de Queimadas (BA), abandona a violência e encontra na educação e na fé o caminho da redenção. Com narrativa documental e recursos de reencenação, o filme combina entrevistas, registros de campo e trilha sonora regional, revelando aspectos da cultura, religiosidade e oralidade do sertão nordestino. O documentário será gravado em locações autênticas da Bahia (Queimadas e Recôncavo) e de Sergipe (Poço Redondo, Canindé do São Francisco e Aracaju), apresentando uma estética poética e contemporânea. Classificação indicativa: Livre. 2. Mini-documentário educativo “Nos Caminhos de Pedro” (10 minutos) Produto complementar voltado à formação e difusão cultural. Apresenta os bastidores das filmagens, depoimentos de educadores e pesquisadores, e reflexões sobre o papel do cinema na preservação da memória sertaneja. O conteúdo será distribuído gratuitamente em formato digital e exibido em escolas públicas e plataformas online, com versão acessível em Libras e audiodescrição. Classificação indicativa: Livre. 3. Oficinas de História Oral e Audiovisual (4 turmas presenciais) Atividade formativa gratuita voltada a jovens e educadores das comunidades envolvidas nas filmagens. As oficinas abordarão noções básicas de registro audiovisual, roteiro documental e preservação da memória local, estimulando o protagonismo cultural e o pertencimento regional. Carga horária: 8h por turma. Público-alvo: Estudantes e moradores das cidades de Queimadas (BA), Poço Redondo (SE), Canindé do São Francisco (SE) e Aracaju (SE). Classificação indicativa: Livre. 4. Exibições públicas e debates culturais (4 sessões gratuitas) Sessões abertas do documentário O Cangaceiro Perdido seguidas de debate com a equipe e convidados locais, promovendo o diálogo entre cinema, história e memória popular. As exibições serão realizadas em praças públicas e espaços culturais acessíveis das cidades participantes. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral (Para quê?)Promover a valorização da memória e da identidade cultural do sertão nordestino por meio da produção e difusão do média-metragem documental O Cangaceiro Perdido, revelando a trajetória real de Pedro Blandino e seu caminho de transformação através da educação e da fé. Objetivos Específicos (Quais? Quantos?)Realizar 1 pesquisa histórica e iconográfica sobre o cangaço e a vida de Pedro Blandino, envolvendo pesquisadores da Bahia e de Sergipe;Produzir 1 média-metragem documental com duração entre 45 e 52 minutos, em formato digital 4K;Realizar 5 dias de gravação em locações autênticas nos estados da Bahia (Queimadas e Recôncavo) e Sergipe (Poço Redondo, Canindé do São Francisco e Aracaju);Desenvolver versão acessível com legendas, Libras e audiodescrição;Promover 4 exibições públicas gratuitas em praças e escolas das cidades participantes;Produzir 1 mini-documentário educativo (10 min) com bastidores e entrevistas;Disponibilizar o filme em plataforma digital gratuita e inscrevê-lo em ao menos 10 festivais de cinema e documentário nacionais e internacionais.
Justificativa (Por que a Lei de Incentivo à Cultura?)A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 é essencial para viabilizar a produção do média-metragem documental O Cangaceiro Perdido, uma obra de caráter histórico, educativo e de memória cultural, cujo alcance social ultrapassa o potencial de retorno financeiro imediato. Por se tratar de um projeto de relevância pública, voltado à preservação da história nordestina e à democratização do acesso ao audiovisual, o financiamento por meio do incentivo fiscal é o caminho mais adequado e legítimo para sua realização.O projeto se enquadra no Art. 1º, inciso I da Lei nº 8.313/91, que prevê o apoio a "programas, projetos e ações culturais que visem à produção e difusão das artes, da memória cultural e do patrimônio histórico". Enquadra-se também no inciso V, que incentiva "a formação, pesquisa e produção de obras audiovisuais e multimídia".Com sua execução, serão atendidos diversos objetivos do Art. 3º da mesma lei, especialmente:Inciso I _ contribuir para o desenvolvimento cultural do País e para a ampliação do acesso aos bens culturais;Inciso II _ proteger as expressões culturais regionais e valorizar a diversidade do patrimônio imaterial brasileiro;Inciso IV _ promover a difusão da produção cultural, por meio de exibições gratuitas e acessíveis;Inciso V _ apoiar a produção independente e regional, fortalecendo o audiovisual nordestino e descentralizando os investimentos culturais.Dessa forma, o uso da Lei de Incentivo à Cultura é justificado por seu papel de garantir a preservação da memória, o fortalecimento da identidade cultural do Nordeste e a democratização do acesso ao cinema e à educação histórica em todo o território nacional.
O Cangaceiro Perdido é um projeto que ultrapassa os limites da produção audiovisual tradicional, configurando-se como uma ação de preservação da memória, valorização da identidade regional e fortalecimento da produção cultural nordestina.A proposta contribui para descentralizar os investimentos culturais, estimulando a circulação de recursos e oportunidades em municípios do interior da Bahia e de Sergipe, regiões historicamente carentes de políticas continuadas de fomento ao audiovisual. A realização do projeto também incentiva a formação de mão de obra local, gerando oportunidades para profissionais técnicos e artistas da região.Além do impacto econômico, a obra deixa um legado simbólico e educativo, ao resgatar a trajetória de um personagem real que encontrou na educação e na fé o caminho da transformação — uma história de resistência que inspira reflexões sobre justiça, empatia e reconstrução social.O documentário, de caráter histórico e humanista, também reforça a importância do audiovisual como ferramenta de inclusão e de formação cidadã, promovendo a aproximação do público com a própria história e estimulando o senso de pertencimento cultural.O projeto conta com parceria em negociação com a Elo Distribuidora, responsável pela difusão nacional e internacional do filme, ampliando sua visibilidade e alcance. A exibição do documentário em festivais, TVs públicas e plataformas digitais fortalecerá o posicionamento do Nordeste como polo criativo e produtivo no cenário audiovisual brasileiro.Por seu caráter educativo, acessível e integrador, O Cangaceiro Perdido alinha-se aos princípios da Lei nº 8.313/91, cumprindo um papel social, artístico e cultural relevante para o fortalecimento da memória e da diversidade cultural do Brasil.
Especificações Técnicas dos Produtos1. Média-metragem Documental “O Cangaceiro Perdido”Formato: Documentário de média duração.Duração: 45 a 52 minutos.Captação: Digital 4K / proporção 16:9 / cor / som estéreo.Suporte de finalização: Arquivo digital master (ProRes 422 HQ) e cópia em DCP (Digital Cinema Package).Idioma original: Português.Versões acessíveis: Legenda descritiva, Libras e audiodescrição.Distribuição: Exibições públicas gratuitas, festivais, TV pública e plataformas de streaming educativo.Classificação indicativa: Livre.Conteúdo: Reconstituição histórica e depoimentos sobre a trajetória real de Pedro Blandino, ex-cangaceiro que encontrou na educação o caminho da transformação. 2. Mini-documentário Educativo “Nos Caminhos de Pedro”Formato: Curta documental.Duração: 10 minutos.Captação: Digital Full HD.Finalização: Arquivo MP4 (H.264) e versão acessível em Libras e audiodescrição.Distribuição: Gratuita, via internet e escolas públicas.Conteúdo: Bastidores da produção, depoimentos de educadores e reflexões sobre o papel do cinema na preservação da memória regional.Projeto pedagógico: Material de apoio complementar com guia de atividades para professores, incentivando o uso do filme em sala de aula.Classificação indicativa: Livre. 3. Oficinas de História Oral e AudiovisualFormato: Curso prático-presencial de curta duração.Duração: 8 horas por turma (divididas em dois dias de 4h).Cidades atendidas: Queimadas (BA), Poço Redondo (SE), Canindé do São Francisco (SE) e Aracaju (SE).Materiais didáticos: Cadernos de exercícios, câmeras DSLR e celulares, gravadores de áudio, projetor multimídia, roteiros impressos e material pedagógico digital (PDF acessível).Conteúdo programático: Introdução ao audiovisual; fundamentos da entrevista; técnicas de captação; noções básicas de roteiro e montagem; importância da preservação da memória oral.Resultados esperados: Formação de cerca de 80 participantes (20 por turma) e produção de pequenos registros de memória local.Classificação indicativa: Livre. 4. Exibições Públicas e Debates CulturaisFormato: Sessões de cinema e rodas de conversa.Duração: Aproximadamente 90 minutos (52 min de filme + 30–40 min de debate).Equipamentos: Telão, projetor digital, sistema de som, microfones e assentos acessíveis.Acessibilidade: Espaço com rampas, banheiros adaptados e tradução em Libras durante os debates.Materiais complementares: Cartazes, banners e folders com informações do projeto e sinopse em Braille.Classificação indicativa: Livre.
AcessibilidadeAcessibilidade Física As exibições públicas do documentário O Cangaceiro Perdido serão realizadas em espaços culturais, escolas e praças que possuam infraestrutura acessível a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo:Rampas de acesso e pisos nivelados;Banheiros adaptados;Áreas reservadas para cadeirantes;Sinalização visual e tátil quando disponível;Apoio de monitores para orientação e deslocamento durante as sessões.Na seleção dos locais de exibição e nas ações formativas do projeto, será priorizada a acessibilidade física integral, garantindo a participação segura e confortável de todos os públicos. Acessibilidade de Conteúdo O filme será finalizado em versão totalmente acessível, contemplando:Audiodescrição, possibilitando a compreensão das imagens por pessoas com deficiência visual;Legenda descritiva (Closed Caption), atendendo pessoas com deficiência auditiva;Tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as exibições públicas e debates;Materiais de apoio em Braille e versão digital acessível (PDF leitor), com sinopse e informações do projeto;Versão com contraste ampliado e fonte acessível nas peças gráficas e materiais de divulgação.Essas medidas asseguram que o documentário seja plenamente acessível, promovendo inclusão cultural, autonomia e igualdade de acesso ao conteúdo artístico e educativo.
emocratização de AcessoO média-metragem documental O Cangaceiro Perdido será amplamente disponibilizado ao público por meio de exibições gratuitas, distribuição educativa e acesso digital livre, garantindo que o resultado do projeto alcance diferentes regiões e perfis de público.A distribuição será realizada em três eixos:Exibições públicas e gratuitas em praças, escolas e espaços culturais dos municípios de Queimadas e Recôncavo (BA) e Poço Redondo, Canindé do São Francisco e Aracaju (SE), com sessões abertas seguidas de debates com a equipe e convidados locais.Parcerias com instituições de ensino e cultura, disponibilizando o filme em formato digital para uso didático em escolas públicas, universidades e museus regionais.Exibição online gratuita em plataforma de streaming nacional com acessibilidade (Libras, legendas e audiodescrição), ampliando o alcance a todo o território brasileiro.Além das exibições, o projeto prevê ações de ampliação de acesso, tais como:Oficinas de audiovisual e história oral nas comunidades envolvidas, voltadas a jovens e educadores locais;Sessões comentadas com especialistas em cultura popular e historiadores do cangaço;Mini-documentário educativo (10 minutos) sobre os bastidores e o processo de pesquisa, disponibilizado gratuitamente nas redes sociais da produtora;Material pedagógico complementar (em PDF acessível) distribuído a escolas parceiras, incentivando o uso do filme em sala de aula.Essas medidas garantem que o projeto cumpra seu papel social de democratizar o acesso à produção audiovisual brasileira, aproximando o público do interior nordestino das suas próprias histórias e memórias culturais.
Equipe e Atuação do ProponenteAtividade do Dirigente / Instituição Proponente A Pupa Histórias, sob direção de Ítalo Lucas Melo, será responsável pela coordenação geral e produção executiva do projeto O Cangaceiro Perdido. A instituição atuará diretamente nas etapas de planejamento, gestão de recursos, contratação de equipe técnica e artística, acompanhamento de filmagens, prestação de contas e articulação com a distribuidora. Mesmo sem fins lucrativos, a produtora realizará ações complementares de formação e difusão cultural, assegurando a execução integral das contrapartidas sociais e de acessibilidade.Ítalo Lucas Melo – Produtor Executivo e Dirigente do Projeto Produtor audiovisual e fundador da Pupa Company / Pupa Histórias, com experiência na criação e execução de séries, documentários e projetos culturais premiados, entre eles Sopro, As Marias, Grávidos e Mundaréu. Atua na área há mais de 15 anos, com formação em Comunicação Social e especialização em gestão de projetos culturais. Responsável pela coordenação de produções contempladas por editais públicos e pela realização de ações de democratização do acesso ao audiovisual em Sergipe. Osvaldo Mil – Diretor e Roteirista Ator, roteirista e diretor com mais de 30 anos de carreira em teatro, televisão e cinema. Atuou em produções de destaque da TV e do cinema nacional, com sólida trajetória em narrativas históricas e sociais. Responsável pela concepção artística e pela direção geral do documentário. Cláudio Luis – Consultor e Autor da Obra Original Jornalista, escritor e apresentador, com 35 anos de atuação em rádio e televisão. Autor do livro Pedro Blandino – O Cangaceiro Perdido, obra que inspira o documentário. Atua como consultor histórico e narrativo do projeto, fornecendo acervo de pesquisa e orientação contextual sobre os fatos reais. Vanilson Alves Souza – Diretor de Fotografia Profissional com 25 anos de experiência em grandes produções da RecordTV, incluindo Os Dez Mandamentos, Gênesis e José do Egito. Especialista em iluminação e narrativa visual, será responsável pela fotografia e pela identidade estética do documentário. Participações Especiais (Depoimentos e Reencenações) Contribuição de artistas reconhecidos nacionalmente — Denise Del Vecchio, Leona Cavalli e Fernando Sampaio — que participarão de dramatizações e depoimentos interpretativos, fortalecendo a dimensão poética e sensível da narrativa. Equipe Complementar (prevista)Assistente de DireçãoTécnico de Som DiretoMontador / EditorProdutor de CampoDesigner de Som e Trilha OriginalConsultor de AcessibilidadeProdutor Local nas cidades de filmagem Essa equipe reúne profissionais experientes e atuantes no mercado audiovisual, assegurando qualidade artística, rigor técnico e representatividade regional ao projeto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.