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PRONAC 2510417Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Tinhorão e a música

MEMORIA VIVA PRODUCAO DE IMAGEM E TEXTO LTDA
Solicitado
R$ 594,0 mil
Aprovado
R$ 594,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-05-04
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção de documentário de 70 min. sobre José Ramos Tinhorão, o maior historiador da música popular brasileira, até hoje lembrado por ser o grande polemista e maldito da crítica musical dos anos 1960 e 1970. Pensador radical, defensor da cultura popular, rompeu com sua bem-sucedida vida de jornalista e passou a se dedicar exclusivamente ao trabalho de historiador, criando uma obra de mais de trinta livros, programas televisivos sobre música popular e o maior acervo particular brasileiro sobre cultura popular urbana, com discos, livros, imagens, depoimentos gravados e raridades que serão reveladas pelo filme. O documentário acompanhou Tinhorão em seus últimos anos entre rodas de música, bibliotecas e botequins. Tinhorão aos 90 anos seguia seu pensamento com a radicalidade e humor que caracterizaram os seus mais de 70 anos de reflexão e escrita.

Sinopse

Um mergulho na obra e cotidiano de José Ramos Tinhorão, o maior historiador da música popular brasileira, até hoje lembrado por ser o grande polemista e maldito da crítica musical dos anos 1960 e 1970. Pensador radical, defensor da cultura popular, rompeu com sua bem-sucedida vida de jornalista e passou a se dedicar exclusivamente a seu trabalho de historiador, criando uma obra de mais de trinta livros, programas televisivos sobre música popular e o maior acervo particular brasileiro sobre cultura popular urbana, com discos, livros, imagens, depoimentos gravados e raridades que serão reveladas pelo filme. O filme acompanha Tinhorão em seus últimos anos de vida, entre rodas de música, bibliotecas e botequins, contrapondo a materiais de arquivo espalhados por 5 décadas.

Objetivos

Objetivo GeralContar a história do maior historiador da música popular brasileira, criador desta linha de pesquisa, que ao longo de sua vida formou um dos maiores acervos sobre o tema. Além disso José Ramos Tinhorão foi um grande polemista, e as discussões que gerou movimentaram a vida cultural do país ao longo de ao menos 4 décadas. . Produzir e lançar um documentário de aproximadamente 70 minutos, com circulação em festivais, cinemas, cineclubes, TVs públicas e plataformas digitais, atingindo pelo menos 50 mil espectadores em dois anos. Objetivos Específicos Resgatar a partir do personagem Tinhorão parte da história da MPB e do samba. Valorizar a cultura afro-brasileira e indígena, centro das pesquisas e livros do autor. Recuperar arquivos e materiais pouco conhecidos, organizados ou produzidos pelo autor e publiciza-los com o documentário. Valorizar a cultura popular brasileira e a MPB. Gerar reflexão em torno da cultura brasileira e suas raízes.

Justificativa

O documentário Tinhorão e a Música tem como objetivo registrar e divulgar a trajetória intelectual de José Ramos Tinhorão , o mais importante e controverso historiador da música popular brasileira. Sua obra, composta por mais de trinta livros e uma vasta produção jornalística, representa um patrimônio imaterial de valor inestimável para a cultura nacional e para o pensamento crítico sobre identidade, classe e formação cultural no Brasil e no espaço lusófono.Tinhorão dedicou sua vida à defesa da cultura popular, à valorização das matrizes afro-brasileiras e ao estudo das origens sociais da nossa música. O filme, ao resgatar sua voz e seu acervo, cumpre um papel essencial de preservação da memória e ampliação do acesso a um pensamento que une arte, política e história social . Trata-se de uma obra que não apenas documenta um personagem, mas também reflete sobre o país, sua formação e suas contradições culturais.O uso da Lei de Incentivo à Cultura justifica-se plenamente pela natureza pública e educativa do projeto. O filme propõe devolver ao público o acesso a um legado intelectual que pertence ao conjunto da sociedade brasileira. Diferente de produtos comerciais, Tinhorão e a Música buscam estimular a reflexão, o conhecimento e o debate, contribuindo para a formação de público e para a preservação da memória crítica da música popular. A Lei de Incentivo, nesse sentido, é o instrumento adequado para viabilizar obras que tenham relevância histórica e social, mas que deveriam ser sustentadas apenas por critérios de mercado.Ao apoiar este projeto, o investidor cultural associa sua marca a um filme de alto valor simbólico , comprometido com a diversidade cultural, a valorização da pesquisa e o fortalecimento da identidade nacional. O documentário ainda estabelece pontes entre Brasil e Portugal, ressaltando a dimensão internacional do legado de Tinhorão e reforçando o papel da cultura como elo entre povos e memórias.Em resumo, o investimento via Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para garantir que este projeto — que preserva, celebra e questiona a história da música popular brasileira — possa atingir o público com a qualidade e a profundidade que sua importância exige. Trata-se de uma ação de interesse público, que valoriza o pensamento crítico, democratiza o acesso à cultura e perpetua a memória de um dos maiores intérpretes da alma brasileira.

Especificação técnica

Filme Documentário de 70 minutos de duração. Formato final digital e DCP 5.1.

Acessibilidade

O projeto contará com todas as medidas de acessibilidade, quais sejam: legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (libras). Soma-se a isso a preocupação em garantir que os locais das exibições gratuitas realizadas como atividade de contrapartida estejam capacitados a receberem PCDs de forma a acolher esse público no espaço de maneira confortável. Por fim, faremos reserva de vagas de ao menos 10% para CPDs em nosso curso de contrapartida.

Democratização do acesso

A primeira janela a ser trabalhada será o circuito de mostras e festivais, com a intenção de trazer visibilidade para a obra, ajudando a impulsionar sua futura carreira comercial. A intenção é fazer uma première internacional num festival “A”, o que pode abrir portas para um contrato com um sales agent e com distribuidoras internacionais, que permitam ao filme uma carreira internacional. No Brasil, buscar-se-á um festival de renome para a primeira exibição e, na sequência, pretende-se fazer um circuito por festivais relevantes em diferentes Estados, que contem com uma boa cobertura da imprensa. A ideia é dar visibilidade ao filme junto a um público formador de opinião, que possa ajudar no boca-a-boca, na repercussão futura da obra. O lançamento comercial em cinemas será feito nacionalmente, com a exibição em ao menos 20 salas, nas principais capitais do país e em algumas cidades do interior. A distribuidora do filme, Embaúba possui boas relações com os exibidores que têm abertura para filmes brasileiros independentes e também com alguns grandes grupos, que podem vir a abrir espaço para o título, ampliando o circuito possível. A intenção da estreia nacional, com a maioria das salas lançando o filme na mesma data, será o de se aproveitar os esforços concentrados de divulgação, que já terá sido iniciado no circuito de festivais, mas será intensificado neste período, com o trabalho da assessoria de imprensa e da comunicação em mídias sociais, além do investimento alto em ações promocionais. O plano de comunicação buscará também identificar influencers e grupos de interesse, para um trabalho direcionado que possa reverberar e ampliar o público. Antes mesmo do lançamento em cinemas, já serão iniciados os contatos com os principais canais de TV e plataformas de streaming, para que logo após a exibição em cinemas, o filme possa seguir para a próxima janela de exibição. A intenção é poder trabalhar inicialmente com uma plataforma S-VOD ou T-VOD, com posteriores exibições em canais pagos. Na sequência, licenciaremos para plataformas de F-VOD, além de sessões especiais presenciais no circuito SESC e de cineclubes/ universidades. O filme também será disponibilizado pela Embaúba Play, plataforma da distribuidora, especializada em cinema brasileiro. A Memória Viva, junto com a distribuidora, pretende ainda fazer um amplo trabalho de exibição do filme em espaços “não convencionais”: escolas, sindicatos, junto a movimentos populares, entre outros. Pretende-se fazer uma distribuição de impacto junto a movimentos de samba e cultura popular, assim como em universidades e escolas. Junto à distribuição do filme faremos como contrapartida social um curso gratuito sobre as relações entre o cinema e o samba, que será ministrado pelo diretor do projeto. Pretendemos fazer também exibições do filme junto a rodas de samba, dentro do projeto Cinebatucada, que já acontece há dois anos, e é coordenado pelo diretor do projeto.

Ficha técnica

Thiago B. Mendonça – Direção e roteiro. Sócio da empresa proponenteThiago B. Mendonça é diretor, roteirista e crítico de cinema. Bacharel em Ciências Sociais pela USP, estudou cinema na UnB e é mestre em audiovisual pela ECA-USP, com tese sobre a obra de Andrea Tonacci. Recebeu por seus filmes mais de uma centena de prêmios em festivais nacionais e internacionais. Entre seus curtas estão “Minami em Close- up”, “A Guerra dos Gibis”, “Piove, il Film di Pio”, “O Canto da Lona”, “Entremundo”, “Procura-se Irenice”, “O Karaokê de Isadora” e “Belos Carnavais”.Seu 1o longa-metragem, “Jovens Infelizes ou Um Homem que Grita não é um Urso que Dança”, foi o vencedor da Mostra de Cinema de Tiradentes de 2016 e premiado em festivais em Portugal, Estados Unidos, México, Colômbia, Venezuela e Argentina. Seu segundo longa-metragem, “Um Filme de Cinema”, participou de alguns dos mais importantes festivais internacionais voltados para o público infantil. Seu terceiro longa-metragem, “Curtas Jornadas Noite Adentro”, estreou simultaneamente no DocLisboa e na Mostra Internacional de São Paulo, recebendo elogios de críticos como Claire Alouche na prestigiosa revista francesa Cahiers du Cinema. Dirigiu a série “Vozes da floresta”, sobre a Aliança dos povos da floresta, pela qual recebeu uma bolsa Pulitzer e a Série “50 grandes filmes brasileiros”, para a HBO. Trabalha como roteirista para importantes diretores da nova geração do cinema brasileiro, com destaque para sua parceria com Adirley Queirós. Co-dirigiu trabalhos com Adirley e Zózimo Bulbul, entre outros diretores. Atua junto a grupos de teatro paulistanos como o Grupo Folias. É sócio da produtora Memória Viva, junto com Renata Jardim, produtora executiva da maioria de seus trabalhos. É coordenador nacional dos núcleos de formação em cinema e teatro organizados pelo movimento Confluências de Educação Popular e coordenador da Universidade dos Povos Livres. Ministrou cursos de audiovisual em diversos espaços e colaborou como crítico com diversas publicações, destacando-se seu trabalho na revista Le Monde Diplomatique, no jornal Valor Econômico e na Revista Época (onde foi colunista). Renata Jardim – Produção executiva. Sócia da empresa proponenteProdutora executiva. Advogada, se dedica à produção executiva desde 2012. Desde então produziu 10 longas-metragens, 15 curtas e 2 séries, de diretores como Eryk Rocha, Paula Gaytán, Thiago B. Mendonça, Gabriela Carneiro da Cunha, Morzaniel Ɨramari, Pryscila Bettin, Renato Coelho, Adriana Barbosa, Lincoln Péricles, Cleisson Vidal, entre outrxs, com diversos filmes reconhecidos e premiados nacional e internacionalmente. O 1o filme que dirigiu foi o curta “Entremundo” (2015), premiado na Itália e Portugal.Produziu os longas que produziu estão Watoriki” (2024), de Ery Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha; “Da Fome ao Sonho” (2024), de Paula Gaytán; “Urihi” (2024), de Morzaniel Ɨramari; “Floresta das Noites” (2024) e “Cidade dos abismos” (2020), de Pryscila Bettin e Renato Coelho; “Madrigal para um poeta vivo” (2018), de Adriana Barbosa e Bruno Mello Castanho; “Filme do Medo” (2024), “Um Filme de Cinema” (2023), “Curtas Jornadas Noite Adentro” (2021), e “Jovens Infelizes” (2017), de Thiago B. Mendonça. Cristina Amaral. MontagemCristina Amaral é uma das maiores montadoras do cinema brasileiro, possuindo mais de 60 filmes em seu currículo. Entre seus trabalhos destacam-se suas parcerias com Andrea Tonacci (Serras da Desordem, Já visto, jamais visto), Carlos Reichenbach (Alma Corsária, Dois Córregos, Garotas do ABC, Falsa Loira) e Edgar Navarro (O homem que não dormia e Abaixo à Gravidade). De Thiago B. Mendonça ela montou Curtas Jornadas Noite adentro e Belos Carnavais.Guile Martins – Desenho de SomFormado em audiovisual pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e mestre em Arte e Cultura Visual pela Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG). Atualmente é professor no curso de Bacharelado em Cinema do Instituto Federal de Goiás (IFG), além de atuar como editor de som, mixador e montador de longas-metragens, curtas-metragens, documentários e séries de TV. Dentre seus principais trabalhos no desenho de som estão Era uma vez Brasília de Adirley Queirós (2017), prêmio de melhor som no Festival de Brasília, Pendular (2016) de Julia Murat que estreou no Festival de Berlim. Branco Sai, Preto Fica (2014), de Adirley Queirós, melhor filme no 47o. Festival de Brasília, e o longa-metragem Rio Cigano (2015) de Julia Zakia. Com Thiago B. Mendonça Cristina montou “Curtas Jornadas Noite Adentro” e “Belos Carnavais”.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.