| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 08357240000150 | BANCO CSF S/A | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
O projeto "Guardiões da Memória: vozes de Oriximiná" produzirá um filme documentário de média-metragem, com aproximadamente 30 minutos de duração e finalização em 4K, voltado à valorização da memória, da identidade e das manifestações culturais das comunidades quilombolas de Oriximiná (PA). A obra buscará evidenciar o papel fundamental dessas comunidades na preservação de saberes, tradições e modos de vida, que constituem parte essencial da diversidade cultural afrodescendente brasileira. O documentário será integralmente disponibilizado ao público, de forma gratuita, por meio do YouTube.
Entre o rio e a floresta amazônica paraense, as comunidades quilombolas de Oriximiná mantêm viva uma herança de resistência, sabedoria e ancestralidade. O documentário Guardiões da Memória: vozes de Oriximiná retrata a força coletiva que garantiu conquistas históricas, como a titulação de terras e o reconhecimento de seus direitos culturais, e que continua a sustentar modos de vida profundamente conectados ao território.A obra se constrói a partir do encontro entre memória e presença, entre o ponto de vista da câmera e o olhar das próprias comunidades sobre si mesmas. Por meio de depoimentos sensíveis, registros do cotidiano, celebrações, cantos, danças e rituais, o filme revela como as novas gerações equilibram tradição e modernidade, transformando o legado dos antepassados em caminhos de futuro.Com uma abordagem etnográfico-poética, o documentário privilegia o tempo da escuta e o olhar partilhado, permitindo que as vozes quilombolas conduzam a narrativa. A câmera se coloca como testemunha e parceira — não como observadora distante —, acompanhando gestos, paisagens e narrativas que traduzem a profunda relação dessas comunidades com o território, a espiritualidade e o coletivo.Guardiões da Memória: vozes de Oriximiná propõe uma reflexão sobre pertencimento, continuidade e transformação, reafirmando o papel das comunidades quilombolas de Oriximiná (PA) como guardiãs de saberes que sustentam a vida e inspiram múltiplas formas de existir na Amazônia.Classificação indicativa: livre para todas as idades.
Objetivo GeralProduzir um filme de média-metragem, sendo um documentário de caráter reflexivo, voltado à valorização das memórias, saberes e práticas culturais das comunidades quilombolas de Oriximiná (PA), fortalecendo sua identidade e destaque territorial.Objetivos Específicos A. FILME DOCUMENTÁRIO DE MÉDIA-METRAGEM:- Produzir e finalizar o filme documentário de média-metragem 4k digital, com aproximadamente 30 minutos, intitulado Guardiões da Memória: vozes de Oriximiná;- Disponibilizar o filme na íntegra em plataforma digital gratuita e de fácil acesso, como o YouTube;- Alcançar cerca de 1.700 espectadores por meio de exibições virtuais.B. OBRA EXIBIDA:- Realizar uma sessão de lançamento presencial e aberta ao público em Oriximiná;- Realizar sessões de exibição do filme em Oriximiná e em comunidades vizinhas, nas organizações de ensino públicas (escolas e universidades) e em organizações sociais ligadas aos temas do documentário;- Alcançar cerca de 300 espectadores por meio de exibições presenciais.
O projeto Guardiões da Memória: vozes de Oriximiná envolve a realização de um documentário de média-metragem dedicado à difusão das memórias, saberes e práticas culturais das comunidades quilombolas de Oriximiná (PA).Localizadas na Amazônia Paraense, as comunidades quilombolas de Oriximiná compõem um dos mais expressivos conjuntos de territórios titulados do Brasil. Essa região, reconhecida mundialmente por sua biodiversidade e riqueza cultural, abriga populações vivendo em estreita relação com o ecossistema, desenvolvendo modos de vida pautados na sustentabilidade, na coletividade e na preservação dos saberes tradicionais.Entretanto, as histórias, experiências e manifestações culturais dessas comunidades ainda permanecem pouco conhecidas ou sub-representadas nos meios de comunicação e nas produções audiovisuais. Essa invisibilidade limita a compreensão pública sobre a diversidade e a complexidade sociocultural da Amazônia.Apesar dos avanços conquistados — como a titulação de terras e a inserção em políticas públicas —, as comunidades quilombolas de Oriximiná continuam enfrentando desafios jurídicos, políticos e sociais que ameaçam a continuidade de suas práticas culturais e o pleno reconhecimento de seus direitos. A ausência de registros sistemáticos sobre suas histórias, lideranças e tradições reforça a urgência de iniciativas que assegurem a preservação e a transmissão de seus saberes orais.Diante desse cenário, o documentário propõe registrar, valorizar e difundir as práticas culturais e as memórias das comunidades quilombolas de Oriximiná, evidenciando seu papel como guardiãs de conhecimentos e modos de vida que contribuem à preservação do bioma amazônico e à formação da identidade cultural brasileira. A escolha de personagens reais, representativos de diferentes territórios do município, reforça o compromisso com a diversidade e o protagonismo regional, permitindo que cada pessoa retratada apresente sua própria visão sobre o território, a cultura e as práticas produtivas sustentáveis.Guardiões da Memória: vozes de Oriximiná busca fortalecer o sentimento de pertencimento e de autoafirmação das comunidades, promovendo a conscientização sobre a relevância cultural e ambiental da Amazônia, além de contribuir para a construção da memória coletiva e a valorização das identidades locais. A realização do filme pretende ampliar o debate sobre esses temas, estimulando reflexões significativas, de modo a estabelecer pontes entre tradição e contemporaneidade, local e global, expandindo os olhares sobre a Amazônia e suas múltiplas riquezas humanas e culturais.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:"Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; [...]III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; [...]VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; [...]".E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91:"[...] II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; [...]".Diante do exposto, compreende-se que o projeto se enquadra na referida lei, uma vez que visa a produção de uma obra cinematográfica de média-metragem voltada à promoção de reflexões sobre a memória, as cosmovisões e as práticas culturais quilombolas e amazônicas, contribuindo não somente com a preservação, como também à difusão desses saberes por meio do audiovisual.
Profissionais que irão realizar viagens até Oriximiná (PA) e suas respectivas funções no projeto:- Coordenadora Geral: Solange Cristina Kurpiel- Roteirista: Wesla Jones Lima da Silva- Coordenadora de Produção: Larissa Miranda Machado Faria- Assistente de Produção: Ilana MbakweA captação de recursos do projeto será realizada pelo Imaflora, que também atua como proponente da iniciativa. Ressalta-se que, excetuando-se os valores destinados à captação, às funções de gestão — como coordenação geral, coordenação de produção e assistência de produção — e a possíveis despesas administrativas, de acordo com o art. 25 da IN nº 23/2025, todo o restante do orçamento será preferencialmente investido na produção local em Oriximiná.Essa diretriz reforça o compromisso do projeto com a valorização da economia criativa local, o fortalecimento das redes produtivas regionais e a geração de oportunidades para profissionais e fornecedores da própria comunidade.
DETALHAMENTO TÉCNICOO filme documentário Guardiões da Memória: Vozes de Oriximiná contará com duração de aproximadamente 30 minutos. A finalização/resolução do filme será 4k digital.Recursos (previsão): Cada diária de filmagem será realizada com: 3 (três) câmeras Sony Alpha 7 iv; 3 (três) tripés Manfrotto com cabeça hidráulica; e 4 (quatro) lentes, grande angular 16mm 2.8, normal 50mm 1.4, zoom 28-70mm 2.8 e teleobjetiva 70-200mm 2.8 e-mount E. Além disso, será utilizado 1 (um) equipamento de estabilização de imagem Ronin, voltado para captura de imagens em movimento, e 1 (um) drone DJI mini 2 4k para uma maior cobertura de imagens. Para a parte de áudio serão utilizados: 2 (dois) microfones lapelas Sennheiser G4; 1 (um) boom com vara e suporte Sennheiser mk600; e 1 (um) gravador Tascam 4 canais. Os equipamentos de luz serão 3 (três) iluminadores LED Aputure Amaran 200x com tripés, bandoor e softbox. Para logagem do material será utilizado computador MacBook Pro, cartões de memória Sandisk e HDs externos portáteis Seagate.PÚBLICO-ALVOO projeto é voltado a diferentes públicos que se conectam com os temas da memória, identidade e cultura afro-brasileira:- Comunidades quilombolas e populações tradicionais;- Estudantes e educadores;- Pesquisadores, artistas e produtores culturais;- Público em geral.ESTRATÉGIAS DE DIVULGAÇÃOO filme é o ponto de partida para uma série de ações voltadas à valorização e ao debate sobre a preservação da memória e das identidades quilombolas de Oriximiná.A divulgação do projeto será realizada por meio de plataformas digitais, seguindo um plano de comunicação estruturado em três eixos principais:1) Programação Visual: será contratado um designer gráfico responsável pela criação da identidade visual do projeto e pela produção de todo o material gráfico de apoio e divulgação. O trabalho será desenvolvido em diálogo com a coordenação geral, que acompanhará a criação dos conteúdos e o monitoramento da veiculação nas mídias previstas no plano de mídia.2) Mídia Digital: o projeto contará com ampla presença na internet, incluindo a produção e atualização contínua de conteúdos para redes sociais e sites especializados. Estão previstos o impulsionamento de publicações, o lançamento de teasers/trailers do documentário e a difusão de materiais relacionados à temática quilombola.3) Assessoria de Imprensa: um(a) jornalista será responsável pela assessoria de imprensa do projeto, elaborando press releases, articulando contatos com veículos de comunicação locais e nacionais, fortalecendo o relacionamento com a mídia especializada em arte, cultura e educação.
O projeto Guardiões da Memória: vozes de Oriximiná contará com diversas ações de acessibilidade conforme os dispositivos previstos na Lei Federal 13.146/15 e no Decreto 9.494/18. Para tal, implementará medidas de acessibilidade, em consonância com o Artigo 44 da Instrução Normativa nº 23/2025. Apresentamos abaixo todas as propostas de acessibilidade pensadas para o projeto, além das estratégias a serem adotadas a título de divulgação/comunicação:A. MÉDIA-METRAGEM:Acessibilidade FÍSICA: não se aplica ao média-metragem por se tratar de um projeto audiovisual com distribuição virtual. B. OBRA EXIBIDA:Acessibilidade FÍSICA: Ao selecionar escolas e instituições para exibição do filme, serão consideradas as formas de acessibilidade física ao espaço: rampas para cadeiras de rodas; banheiros adaptados; portas com a largura adequada para a passagem de cadeira de rodas; áreas de passagem sem obstáculos para a circulação; piso tátil para auxílio na locomoção de deficientes visuais.A. MÉDIA METRAGEM / B. OBRA EXIBIDA:Acessibilidade de CONTEÚDO: o filme estará disponível às pessoas com deficiência visual por meio de audiodescrição e às pessoas com deficiência auditiva por meio de legendas descritivas e LIBRAS.
A. MÉDIA-METRAGEM:A distribuição do filme digitalmente será em plataforma gratuita e de fácil acesso, como o YouTube, a fim de potencializar o alcance. Distribuição do filme totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 1.700 pessoas virtualmente.B. OBRA EXIBIDA:A distribuição presencial do documentário Guardiões da Memória: vozes de Oriximiná será em sessões de exibição realizadas nos próprios territórios filmados, acompanhadas de rodas de conversa. Também realizaremos exibições em instituições de ensino públicas e privadas, assim como organizações sociais e comunitárias ligadas ao tema, em Oriximiná (PA) e em comunidades vizinhas. Distribuição do filme totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 300 pessoas presencialmente.O plano de distribuição da proposta está de acordo com o Artigo 46 da Instrução Normativa nº 23, publicada em 5 de fevereiro de 2025, visando assegurar a democratização do acesso aos produtos resultantes do projeto, observando o seguinte:“I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino [...]”. Além disso, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso, de acordo com o art. 47 da IN nº 23/2025: “I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); [...]III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; [...]V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; [...]”.
Imaflora Proponente responsável pela captação e por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projetoO Cacuí - Centro de Aprendizagem e Cultura do Imaflora - dedica-se à criação e promoção de narrativas culturais, artísticas e sensoriais que mobilizam a sociedade em torno das pautas socioambientais. Desde sua criação em 2023, o programa é proponente e apoiador de iniciativas culturais, educativas e ambientais, conectando artistas de diferentes territórios, do Brasil e do exterior. Entre suas principais realizações destacam-se o ATERRA (2025), a produção e exibição de uma série de três documentários média-metragem originais, além de uma exposição fotográfica e apresentações artísticas-musicais realizadas no Sesc Santo Amaro, em São Paulo–SP; a realização de 5 eventos com do Circuito Dandô (2023–2024), promovendo 10 shows autorais e mostras culturais gratuitas na sede do Imaflora, em Piracicaba–SP; a exibição gratuita de filmes da Mostra Itinerante Ecofalante de Cinema (2024), na sede do Imaflora; o apoio institucional do projeto editorial de quadrinhos “Impacta ODS” da Turma da Mônica destinado ao público juvenil e desenvolvido pelo Mauricio de Sousa Produções. Essas ações dão continuidade a ações culturais já realizadas pelo Imaflora previamente, como a exposição “Abra a Mente. Tudo Aqui é Meio Ambiente” (2022), exibida em estações do metrô de São Paulo e o Encontro Cultural da Amazônia (2022).Fábio Barbosa (Direção Cinematográfica) Jornalista, Cineasta, Escritor, Poeta, Produtor Cultural/Eventos e Produtor de Conteúdo Digital. Idealizador dos projetos Caminhos da Floresta, Amazônia Fashion Weekend e Piracaia Festival. Diretor dos documentários “O que é Sairé?”(2021) e “Trap: O Som da Juventude” (2021). Diretor, Roteirista e Produtor Executivo do curta-metragem de ficção “Mãe Vira Porca: na ilharga do Aritapera” (2024), Diretor, Produtor Executivo e Roteirista do média-metragem documentário “Ocara-Açu” (2025), Produtor Executivo e Roteirista do curta-metragem documentário “Artesãos da Floresta” (2025), Diretor de Arte da série documental “Amazônidas” (2025) e Produtor local do filme nacional “Rio de Sangue” (Intro Pictures/Disney). É natural de Oriximiná (PA).Luciana Gonçalves de Carvalho (Pesquisa) Doutora em Ciências Humanas-Antropologia (PPGSA/UFRJ, 2005), com pós-doutorado em Antropologia na UnB (2020-2021). Professora Associada na Universidade Federal do Oeste do Pará, atuando nos cursos de graduação em Antropologia, mestrado em Antropologia e Arqueologia (PPGAA) e doutorado em Sociedade, Natureza e Desenvolvimento (PPGSND, da área de Ciências Ambientais). Professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFPA. Líder do Grupo de Pesquisa Diversidade Cultural, Território e Novos Direitos na Amazônia. Membro do Conselho Consultivo do Iphan e do Órgão de Avaliação da Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco. É autora de publicações sobre patrimônio cultural imaterial, cultura popular, memória, trabalho e conhecimentos tradicionais em comunidades amazônicas, bem como de relatórios técnicos, laudos e outros estudos antropológicos em processos de regularização fundiária, disputa territorial e conflito socioambiental.Solange Cristina Kurpiel (Coordenação Geral)Profissional com 15 anos de experiência na concepção e coordenação de projetos voltados à sustentabilidade ambiental, educação e cultura. Atua no Imaflora como coordenadora do Cacuí – Centro de Aprendizagem e Cultura, dedicado a formações estratégicas como o desmatamento zero e o agronegócio sustentável. Possui ampla experiência em sustentabilidade e ESG, com atuação em projetos de comunicação e advocacy para o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU. Entre 2011 e 2014, atuou na comunicadora do Centro Nacional de Criação Musical de Marselha e produtora cultural da Companhia La Roda, em 7 projetos autorais musicais com circularidade no continente europeu. Em 2009, atuou como produtora cultural do Instituto Cervantes, no Brasil. É doutora com formação em Comunicação pela Universidade Lumière Lyon 2 e em Sociologia pela Universidade Federal do Paraná, é Mestre em Informação e Comunicação pela Universidade Sorbonne-Nouvelle e em Comunicação Cultural e Ambiental pela Universidade de Aix-Marseille.Larissa Miranda (Coordenação de Produção)Formada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e pós-graduada em Gestão Cultural pela PUC-SP, com MBA em Gestão de Museus e Inovação pelo Centro Universitário Unimais, em parceria com a ABGC e a Expomus. Atua na área cultural há mais de dez anos, com experiência em produção executiva, gestão administrativa e acompanhamento de projetos realizados por meio de leis de incentivo. Em São Paulo, integrou a equipe de cenografia e eventos da Rede Gospel de Televisão e, posteriormente, assumiu a gestão do espaço cultural Centro da Terra entre 2018 e 2020. Desde então, colabora em diversos projetos culturais e institucionais, com destaque para iniciativas contempladas pelos programas ProAC Edital, ProAC ICMS, Lei Rouanet e Promac. Participou da produção de espetáculos como “Das Dores – Suíte Strindberg”, “A Grande Obra”, “Véspera”, “Mormaço: Palavras Incendiárias” e “Erê Ayê”. Foi responsável pela gestão financeira, controle orçamentário e prestação de contas de mais de vinte projetos realizados pela Versa Cultural. Entre 2024 e 2025, integrou a equipe da Unibes Cultural, atuando na gestão de projetos e planos anuais aprovados nas leis ProAC, Promac e Rouanet. Atualmente está como analista de projetos no Centro de Aprendizagem e Cultura do Imaflora.Wesla Jones (Roteiro)Wesla Jones é roteirista, diretora, travesti, natural de Paulo Afonso (BA) e radicada em São Paulo (SP). Graduada em Audiovisual pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), integrou oficinas e laboratórios voltados à criação e ao desenvolvimento de narrativas, como a “Oficina de Dramaturgia”, do Centro Universitário Maria Antônia e a “Oficina Narrativas Trans no Audiovisual”, promovida pela Lagartixa Preta Produções. Complementa sua formação o curso “Escrita de Projetos e Lei Aldir Blanc”, realizado pelo Museu da Diversidade Sexual. Participou do laboratório de desenvolvimento de argumentos “Sesc Argumenta 2025”. Foi semifinalista do concurso de argumentos do FRAPA 2025. Na área da pesquisa, foi bolsista-pesquisadora em diversos projetos do Programa Unificado de Bolsas da USP (PUB-USP), colaborando com iniciativas interdisciplinares nas áreas de audiovisual, comunicação e antropologia. Atuou ainda no desenvolvimento de projetos para a produtora Deusdará Filmes, com ênfase em pesquisa e elaboração de propostas documentais voltadas a editais e leis de incentivo em âmbitos municipal, estadual e federal.Rafael Prado (Animação)Formou-se em Produção de Áudio e Vídeo pela Escola Técnica Estadual Jornalista Roberto Marinho, em 2016, mesmo ano em que foi contemplado pelo ProAC Editais Nº 26/2016, Concurso de Manifestações Culturais com Temática LGBT, com o projeto “Historinhas Coloridas: por uma infância sem preconceitos”. Em 2020, junto ao coletivo “Contadores de Lá & Cá”, recebe uma premiação pelo Edital Arte do Quilombo, da Fundação Cultural Palmares, com o videoprojeto animado “Sons Que Falam De Lá E Contam De Cá”. Contemplado pela Lei Aldir Blanc, lança o Lyric Video em animação da música “Rainha Tereza”. Ao final de 2020, foi premiado no Edital ProAC LAB Nº 56/2020, Prêmio por Histórico de Realização de Curtas-Metragens e Séries, cuja verba da premiação foi integralmente direcionada para o projeto audiovisual infantil TV Artrópoda (DVD “Cante, Aprenda e Curta!”). Atualmente, soma cerca de 10 (dez) propostas aprovadas em editais públicos, com experiência em projetos culturais de incentivo federal, estadual e municipal.
Homologado a execução do projeto cultural